Vou começar contando quem sou. Meu nome é Ludmila. Tenho 25 anos. Sou magra, tenho 1,58m, pele branca, cabelo preto, um pouco mais comprido que os ombros. Olhos azuis. Dizem que tenho uma bunda bem gostosa e peitos normais. Bom, na verdade são pequenos, mas o pouco que tenho é bem firme e redondinho, parecem duas bolinhas de tênis.
Tudo começou quando meu irmão, Martín, terminou o ensino médio e decidiu que não ia fazer faculdade, queria virar mochileiro por um ano com um amigo dele. Essa decisão deixou nosso pai furioso, e eles tiveram uma briga feia, que acabou com meu irmão saindo de casa.
Naquele dia, tocaram a campainha do meu apartamento, e era meu irmão. Ele me pediu para ficar umas semanas até o amigo juntar uma grana pra começar a vida de mochileiro. A verdade é que eu adorava morar sozinha. Fazia só alguns meses que estava sozinha, e me irritava a ideia de dividir o apê, mas não podia deixar meu irmão na rua. Coloquei minha melhor cara e dei as boas-vindas, esperando que fosse coisa de poucos dias e ele voltasse pra casa dos meus pais.
Minha vida mudou bastante. Uma das coisas que eu mais curtia em morar sozinha era não usar roupa, andava de lingerie e na maioria das vezes só de fio dental. Por causa do meu irmão, comecei a usar uma camisola de seda branca que batia no meio das coxas, com um fio dental por baixo. Sutiã eu evito sempre, a menos que seja necessário.
Os primeiros dias foram tranquilos, tentamos conviver da melhor forma. No quarto dia que meu irmão chegou, juntei toda a roupa suja e levei pra máquina de lavar. Enquanto separava as peças, percebi que uma das minhas calcinhas estava melada. No começo não entendi, mas depois de cheirar, percebi que meu irmão tinha batido uma e se limpou na minha calcinha. Por dentro, pensei: por que o idiota não usou papel higiênico, em vez de sujar minha calcinha? Enquanto continuei... Separando as roupas, vi que todas as minhas calcinhas fio dental estavam sujas de porra do meu irmão, e o pior de tudo era que o cesto de roupa suja no banheiro estava cheio de peças, mas ele só usou as minhas. Analisando melhor a situação, entendi que ele não usava pra se limpar, mas sim que gozava em cima das minhas calcinhas. Naquele momento, só pensava que meu irmão é um punheteiro, embora achasse estranho ele gozar nas calcinhas da própria irmã.
Não falei nada e continuei agindo normal com ele, mas comecei a prestar atenção. Percebi que o Martín me olhava muito, na verdade sempre fez isso, mas eu não achava que ele me olhava daquele jeito. Por exemplo, depois do jantar, a gente via TV no sofá, e quando eu me levantava pra pegar algo, dava pra ver pelo reflexo da TV que ele tava olhando pra minha bunda, ou como ele aproveitava pra me abraçar sempre que podia, ou encostar a cabeça nas minhas coxas enquanto assistíamos um filme. Antes eu achava que era normal, mas junto com outras situações, entendi que meu irmão tava afim de mim. No começo, me senti incomodada. Não sabia como reagir, lembro que naquela noite eu o cumprimentei de forma distante e fui pro meu quarto. Não dormi a noite inteira. Cada vez que pensava, lembrava de situações em que meu irmão me tratava, olhava ou tocava de um jeito mais sexual do que de irmãos que se amam. Naquela mesma noite, ouvi o Martín indo ao banheiro, ficou um tempão lá e saiu sem dar descarga. Quando ele saiu, esperei alguns minutos e fui ao banheiro, procurei no cesto de roupa suja e peguei uma das calcinhas fio dental, tava limpa. A segunda que tirei tava cheia de porra do meu irmão. Não sei explicar, mas me deu muito tesão ver o gozo fresco dele na minha calcinha naquele momento, até o cheiro parecia delicioso. Minha cabeça tava muito confusa, mas por algum motivo eu tava muito excitada com a situação. Sentei no vaso, passei os dedos do meio e o indicador da mão direita, peguei a porra do Martín e me penetrei. com meus dedos cheios de porra na minha buceta, na minha mão esquerda eu segurava minha calcinha fio dental suja e levei até minha boca e lambi os restos de porra que meu irmão tinha deixado, o cheiro me enlouquecia, nunca gostei do cheiro de porra, nem da porra em si, mas acho que o tesão era mais forte, ele me penetrava muito forte com os dedos, sem parar, enfiei a calcinha fio dental na minha boca pra abafar meus gemidos. Finalmente tive um dos melhores orgasmos, melhor dizendo, um dos poucos que já tive na vida. Me limpei e me deitei. Depois de um tempo tive que me masturbar de novo pensando no meu irmão, mas dessa vez na cama. Pensei muito sobre o que estava acontecendo comigo, e não entendia. Embora meu irmão seja um cara muito bonito, ele é magro, olhos azuis, cabelo castanho escuro, é alto, as garotas acham ele muito atraente, mas não é meu tipo de homem, eu gosto de caras com aparência mais masculina, ou seja, mais brutos, bem o contrário do Martín. A única explicação que encontrei é que me dava tesão ele ser meu irmão.
Na manhã seguinte, enquanto tomávamos café da manhã com o Martín, perguntei se ele se importava se eu ficasse só de roupa íntima, falei que só usava camisola por causa dele, mas se não o incomodasse, preferia ficar assim por conforto. Ele ficou vermelho de vergonha, mas disse que era minha casa e que eu fizesse o que quisesse, que não o incomodava. Respondi obrigada, me troquei e fui trabalhar. Naquele dia tive que me masturbar duas vezes no trabalho pensando no Martín, não via a hora de chegar em casa e ficar com ele. Eram quase 16h quando voltei pra casa, meu irmão estava no meu quarto ouvindo música. Pedi pra ele me deixar sozinha que queria ficar confortável e ele saiu na hora. Me despi toda e peguei minha roupa íntima mais pequena, vesti. Pobre Martín, pensava por dentro, ficava muito apertada, o sutiã nem tanto, mas a calcinha fio dental, estava bem enfiada no meio das minhas nádegas e a parte da frente parecia que meus lábios vaginais iam explodir, e parte deles aparecia pra fora da calcinha. Quando Saí do meu quarto e meu irmão não conseguiu disfarçar. Ele me olhou de cima a baixo e não conseguia tirar os olhos de mim, a situação realmente o dominava. O olhar dele se fixava na minha buceta, no meu cu e nos meus peitos, só via isso em mim, e eu curtia muito, me dava um tesão danado o que tava rolando. Martín vivia com o pau duro o tempo todo, mal via a hora de ver a rola dele. Naqueles dias, as punhetas tinham se multiplicado, não só minhas calcinhas estavam cheias de porra, mas também os sutiãs e as leggings da academia, toda vez que eu enfiava a mão no cesto, tudo tava grudento. Logo ele começou a ganhar confiança e entrava no meu quarto no meio da madrugada, me descobria e batia uma do meu lado, olhando meu corpo completamente pelado. Eu queria tanto que ele criasse coragem e enfiasse o pau dentro de mim, mas os dias passavam e não passava de uma punheta.
Uma das noites, Martín se deitou do meu lado pra bater uma, como fazia toda noite. Olhei de canto e vi ele se masturbando com tudo, olhando fixo pra minha buceta. Não aguentei mais e me ajeitei, Martín ficou paralisado, com a pouca luz que entrava pela janela, vi ele com uma cara de susto, como se tivesse visto o pior dos pesadelos. Ele nem conseguiu falar. Não perdi tempo e, sem sair da cama, me virei de lado e peguei o pau dele com a mão direita. Do susto, ele tava perdendo a ereção, coloquei na boca e comecei a chupar a rola dele como nunca tinha feito antes, enfiei o pinto dele até a garganta, o mais fundo que consegui, e metia e tirava sem parar, de vez em quando dava ânsia, não costumo fazer oral, mas a situação pedia, ele tem um pau fino, mas uns bons 17, 18 cm. Só passaram alguns minutos até ele gozar na minha boca, soltou um jorro bem grosso e cheio dentro da minha boca que me fez engasgar, comecei a tossir enquanto ele caía de joelhos no chão, ainda gemendo de prazer. Quando consegui me recuperar, estendi a mão pra ele e o fiz subir na cama, tirei a cueca que tava nos tornozelos dele e Tirei a camiseta dele, deitei ele na cama de barriga pra cima e montei em cima, sentando no corpo nu dele e comecei a beijar o peito, o pescoço e finalmente a boca dele. A gente se beijou de língua, bem apaixonado. Sem parar de beijar ele, peguei o pau dele, que já tava durasso de novo, e enfiei na minha buceta depilada, que tava bem molhada. Ele gemeu de prazer assim que a cabeça entrou, e eu enfiei tudo até o fundo. Eu tremia de tesão sentindo o pau do meu irmão dentro de mim, era um tesão absurdo, tava completamente excitada como nunca na vida. Comecei a pular em cima dele, uma vez e outra, o pau dele entrava e saía sem parar. Tive dois orgasmos nessa posição. O Martín não parava de gozar dentro de mim, mesmo gozando muito rápido, ele se recuperava na hora e já tava com o pau duro de novo dentro de mim. Ele me encheu várias vezes dentro da minha boceta, eu amava o cheiro de sexo que tava no ar. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas fiquei de quatro na cama e falei pra ele meter no meu cuzinho. Pela cara do meu irmão, vi que ele adorou a ideia e em segundos já tava tentando enfiar a cabeça do pau no meu cu. Foi difícil pra caralho, foi minha primeira vez no anal, e foi brutalmente doloroso. Nunca pensei que daria meu cuzinho, nunca foi uma opção pra mim, mas o tesão que eu sentia pelo meu irmão me fez pedir. Ele teve que se esforçar bastante, mas conseguiu enfiar tudo dentro do meu cu. Meu irmão também não tinha experiência em sexo anal, e eu senti isso. Ele metia com tudo, como se eu fosse uma putinha que transa anal todo dia, mas não era o caso. Eu tava dando meu cuzinho bem apertadinho e ele tava arrebentando tudo. Eu gritava mais de dor do que de prazer, nem quero pensar no que meus vizinhos vão falar de mim. Gritei como nunca, ardia tanto por dentro, mas as mãos fortes dele apertando minha cintura e enfiando meu cu contra o corpo dele me deixava com muito tesão. Sentir as bolas dele batendo na minha bunda era muito excitante. Foram poucos minutos, mas foram intensos. Senti ele começar a gemer mais forte e finalmente gozou. Dentro de mim, me joguei de bruços no colchão e meu irmão caiu por cima de mim, sem tirar a pica da minha bunda bem arrombada naquela altura. A gente não se falava, a verdade é que eu não sabia o que dizer e acho que ele também não. Por dentro, pensava na puta que eu tinha sido, estava ali com a raba cheia de porra do meu irmão, algo me dizia que o que a gente tinha feito era tão errado, mas por outro lado, nunca tinha sentido tanto prazer.
Desde aquela noite, a gente dorme junto e fode todo dia, sempre experimentando coisas novas.
Tudo começou quando meu irmão, Martín, terminou o ensino médio e decidiu que não ia fazer faculdade, queria virar mochileiro por um ano com um amigo dele. Essa decisão deixou nosso pai furioso, e eles tiveram uma briga feia, que acabou com meu irmão saindo de casa.
Naquele dia, tocaram a campainha do meu apartamento, e era meu irmão. Ele me pediu para ficar umas semanas até o amigo juntar uma grana pra começar a vida de mochileiro. A verdade é que eu adorava morar sozinha. Fazia só alguns meses que estava sozinha, e me irritava a ideia de dividir o apê, mas não podia deixar meu irmão na rua. Coloquei minha melhor cara e dei as boas-vindas, esperando que fosse coisa de poucos dias e ele voltasse pra casa dos meus pais.
Minha vida mudou bastante. Uma das coisas que eu mais curtia em morar sozinha era não usar roupa, andava de lingerie e na maioria das vezes só de fio dental. Por causa do meu irmão, comecei a usar uma camisola de seda branca que batia no meio das coxas, com um fio dental por baixo. Sutiã eu evito sempre, a menos que seja necessário.
Os primeiros dias foram tranquilos, tentamos conviver da melhor forma. No quarto dia que meu irmão chegou, juntei toda a roupa suja e levei pra máquina de lavar. Enquanto separava as peças, percebi que uma das minhas calcinhas estava melada. No começo não entendi, mas depois de cheirar, percebi que meu irmão tinha batido uma e se limpou na minha calcinha. Por dentro, pensei: por que o idiota não usou papel higiênico, em vez de sujar minha calcinha? Enquanto continuei... Separando as roupas, vi que todas as minhas calcinhas fio dental estavam sujas de porra do meu irmão, e o pior de tudo era que o cesto de roupa suja no banheiro estava cheio de peças, mas ele só usou as minhas. Analisando melhor a situação, entendi que ele não usava pra se limpar, mas sim que gozava em cima das minhas calcinhas. Naquele momento, só pensava que meu irmão é um punheteiro, embora achasse estranho ele gozar nas calcinhas da própria irmã.
Não falei nada e continuei agindo normal com ele, mas comecei a prestar atenção. Percebi que o Martín me olhava muito, na verdade sempre fez isso, mas eu não achava que ele me olhava daquele jeito. Por exemplo, depois do jantar, a gente via TV no sofá, e quando eu me levantava pra pegar algo, dava pra ver pelo reflexo da TV que ele tava olhando pra minha bunda, ou como ele aproveitava pra me abraçar sempre que podia, ou encostar a cabeça nas minhas coxas enquanto assistíamos um filme. Antes eu achava que era normal, mas junto com outras situações, entendi que meu irmão tava afim de mim. No começo, me senti incomodada. Não sabia como reagir, lembro que naquela noite eu o cumprimentei de forma distante e fui pro meu quarto. Não dormi a noite inteira. Cada vez que pensava, lembrava de situações em que meu irmão me tratava, olhava ou tocava de um jeito mais sexual do que de irmãos que se amam. Naquela mesma noite, ouvi o Martín indo ao banheiro, ficou um tempão lá e saiu sem dar descarga. Quando ele saiu, esperei alguns minutos e fui ao banheiro, procurei no cesto de roupa suja e peguei uma das calcinhas fio dental, tava limpa. A segunda que tirei tava cheia de porra do meu irmão. Não sei explicar, mas me deu muito tesão ver o gozo fresco dele na minha calcinha naquele momento, até o cheiro parecia delicioso. Minha cabeça tava muito confusa, mas por algum motivo eu tava muito excitada com a situação. Sentei no vaso, passei os dedos do meio e o indicador da mão direita, peguei a porra do Martín e me penetrei. com meus dedos cheios de porra na minha buceta, na minha mão esquerda eu segurava minha calcinha fio dental suja e levei até minha boca e lambi os restos de porra que meu irmão tinha deixado, o cheiro me enlouquecia, nunca gostei do cheiro de porra, nem da porra em si, mas acho que o tesão era mais forte, ele me penetrava muito forte com os dedos, sem parar, enfiei a calcinha fio dental na minha boca pra abafar meus gemidos. Finalmente tive um dos melhores orgasmos, melhor dizendo, um dos poucos que já tive na vida. Me limpei e me deitei. Depois de um tempo tive que me masturbar de novo pensando no meu irmão, mas dessa vez na cama. Pensei muito sobre o que estava acontecendo comigo, e não entendia. Embora meu irmão seja um cara muito bonito, ele é magro, olhos azuis, cabelo castanho escuro, é alto, as garotas acham ele muito atraente, mas não é meu tipo de homem, eu gosto de caras com aparência mais masculina, ou seja, mais brutos, bem o contrário do Martín. A única explicação que encontrei é que me dava tesão ele ser meu irmão.
Na manhã seguinte, enquanto tomávamos café da manhã com o Martín, perguntei se ele se importava se eu ficasse só de roupa íntima, falei que só usava camisola por causa dele, mas se não o incomodasse, preferia ficar assim por conforto. Ele ficou vermelho de vergonha, mas disse que era minha casa e que eu fizesse o que quisesse, que não o incomodava. Respondi obrigada, me troquei e fui trabalhar. Naquele dia tive que me masturbar duas vezes no trabalho pensando no Martín, não via a hora de chegar em casa e ficar com ele. Eram quase 16h quando voltei pra casa, meu irmão estava no meu quarto ouvindo música. Pedi pra ele me deixar sozinha que queria ficar confortável e ele saiu na hora. Me despi toda e peguei minha roupa íntima mais pequena, vesti. Pobre Martín, pensava por dentro, ficava muito apertada, o sutiã nem tanto, mas a calcinha fio dental, estava bem enfiada no meio das minhas nádegas e a parte da frente parecia que meus lábios vaginais iam explodir, e parte deles aparecia pra fora da calcinha. Quando Saí do meu quarto e meu irmão não conseguiu disfarçar. Ele me olhou de cima a baixo e não conseguia tirar os olhos de mim, a situação realmente o dominava. O olhar dele se fixava na minha buceta, no meu cu e nos meus peitos, só via isso em mim, e eu curtia muito, me dava um tesão danado o que tava rolando. Martín vivia com o pau duro o tempo todo, mal via a hora de ver a rola dele. Naqueles dias, as punhetas tinham se multiplicado, não só minhas calcinhas estavam cheias de porra, mas também os sutiãs e as leggings da academia, toda vez que eu enfiava a mão no cesto, tudo tava grudento. Logo ele começou a ganhar confiança e entrava no meu quarto no meio da madrugada, me descobria e batia uma do meu lado, olhando meu corpo completamente pelado. Eu queria tanto que ele criasse coragem e enfiasse o pau dentro de mim, mas os dias passavam e não passava de uma punheta.
Uma das noites, Martín se deitou do meu lado pra bater uma, como fazia toda noite. Olhei de canto e vi ele se masturbando com tudo, olhando fixo pra minha buceta. Não aguentei mais e me ajeitei, Martín ficou paralisado, com a pouca luz que entrava pela janela, vi ele com uma cara de susto, como se tivesse visto o pior dos pesadelos. Ele nem conseguiu falar. Não perdi tempo e, sem sair da cama, me virei de lado e peguei o pau dele com a mão direita. Do susto, ele tava perdendo a ereção, coloquei na boca e comecei a chupar a rola dele como nunca tinha feito antes, enfiei o pinto dele até a garganta, o mais fundo que consegui, e metia e tirava sem parar, de vez em quando dava ânsia, não costumo fazer oral, mas a situação pedia, ele tem um pau fino, mas uns bons 17, 18 cm. Só passaram alguns minutos até ele gozar na minha boca, soltou um jorro bem grosso e cheio dentro da minha boca que me fez engasgar, comecei a tossir enquanto ele caía de joelhos no chão, ainda gemendo de prazer. Quando consegui me recuperar, estendi a mão pra ele e o fiz subir na cama, tirei a cueca que tava nos tornozelos dele e Tirei a camiseta dele, deitei ele na cama de barriga pra cima e montei em cima, sentando no corpo nu dele e comecei a beijar o peito, o pescoço e finalmente a boca dele. A gente se beijou de língua, bem apaixonado. Sem parar de beijar ele, peguei o pau dele, que já tava durasso de novo, e enfiei na minha buceta depilada, que tava bem molhada. Ele gemeu de prazer assim que a cabeça entrou, e eu enfiei tudo até o fundo. Eu tremia de tesão sentindo o pau do meu irmão dentro de mim, era um tesão absurdo, tava completamente excitada como nunca na vida. Comecei a pular em cima dele, uma vez e outra, o pau dele entrava e saía sem parar. Tive dois orgasmos nessa posição. O Martín não parava de gozar dentro de mim, mesmo gozando muito rápido, ele se recuperava na hora e já tava com o pau duro de novo dentro de mim. Ele me encheu várias vezes dentro da minha boceta, eu amava o cheiro de sexo que tava no ar. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas fiquei de quatro na cama e falei pra ele meter no meu cuzinho. Pela cara do meu irmão, vi que ele adorou a ideia e em segundos já tava tentando enfiar a cabeça do pau no meu cu. Foi difícil pra caralho, foi minha primeira vez no anal, e foi brutalmente doloroso. Nunca pensei que daria meu cuzinho, nunca foi uma opção pra mim, mas o tesão que eu sentia pelo meu irmão me fez pedir. Ele teve que se esforçar bastante, mas conseguiu enfiar tudo dentro do meu cu. Meu irmão também não tinha experiência em sexo anal, e eu senti isso. Ele metia com tudo, como se eu fosse uma putinha que transa anal todo dia, mas não era o caso. Eu tava dando meu cuzinho bem apertadinho e ele tava arrebentando tudo. Eu gritava mais de dor do que de prazer, nem quero pensar no que meus vizinhos vão falar de mim. Gritei como nunca, ardia tanto por dentro, mas as mãos fortes dele apertando minha cintura e enfiando meu cu contra o corpo dele me deixava com muito tesão. Sentir as bolas dele batendo na minha bunda era muito excitante. Foram poucos minutos, mas foram intensos. Senti ele começar a gemer mais forte e finalmente gozou. Dentro de mim, me joguei de bruços no colchão e meu irmão caiu por cima de mim, sem tirar a pica da minha bunda bem arrombada naquela altura. A gente não se falava, a verdade é que eu não sabia o que dizer e acho que ele também não. Por dentro, pensava na puta que eu tinha sido, estava ali com a raba cheia de porra do meu irmão, algo me dizia que o que a gente tinha feito era tão errado, mas por outro lado, nunca tinha sentido tanto prazer.
Desde aquela noite, a gente dorme junto e fode todo dia, sempre experimentando coisas novas.
2 comentários - Minha história de incesto com meu irmão