Planes fallidos

Fala, poringa boys! O que vou apresentar pra vocês é um conto que escrevi pra minha mina. Espero que curtam.Você chegou ansiosa, com o corpo todo na expectativa, com sede, muita sede de cair na cama, de ter o controle e gozar até cansar. Então chegou a noite esperada, bebeu uns copos a mais e começou a se soltar, e me pediu pra te levar pra cama, pra montar em mim, me dominar e me devorar inteira. Mas seu plano não deu certo. De repente, você estava de bruços na cama, só vestindo aquela legging que marcava sua bunda de um jeito incrível. Tentou se ajeitar e não conseguia, tinha meu corpo por cima do seu, me apoiando com meu pau que tava a mil e eu dizia: "Hoje é minha vez de te dominar". De repente, sentiu algo apertando seu pescoço, se deixou levar; depois peguei um braço e levei pra suas costas e amarrei na correia que tava ligada à coleira de couro, aí foi a vez da outra mão. Você percebeu que tava de bruços e imobilizada.

Tentou reclamar, mas não teve jeito.

Num movimento rápido, você não conseguia falar nem emitir som. Tava amordaçada! "De onde ele tirou isso?" pensava. Além de ter amarrado suas mãos, sua boca também tava amarrada, isso significava que você era toda minha. TODA.

Começo a percorrer com minha boca seu pescoço, suas costas, sua bunda. Me distraio beijando por cima da legging, apertando com as mãos, mordendo até você soltar o primeiro gemido de dor. Saio da cama e você fica sozinha, deitada, sem conseguir se mexer nem falar, de bruços. De repente, um flash. Você percebeu que eu tava com a câmera, já não tinha como não ser fotografada. Aquela sua imagem ficaria pra sempre, dominada, submissa, assustada, presa de uma excitação terrível que molhava toda a calcinha fio-dental minúscula que você tava usando e enfiada bem dentro da sua bunda.

Tiro mais algumas fotos e volto a ficar por cima de você. Levanto sua bunda de uma vez e vou descendo devagar a legging que a essa altura já tava encharcada. Você quer que eu meta AGORA, tá super excitada, desejando um pau, mas não vou te dar esse gosto. Arranco a calcinha de uma puxada. e você fica com a cabeça apoiada na cama e a raba levantada. De repente, sente que vou separando suas pernas devagarinho e começo a acariciá-las, desde as panturrilhas, subindo pelas coxas, depois a virilha e paro na sua buceta. Você não aguenta mais, me quer já dentro de você, sem poder se mexer, ansiosa, com vontade de me xingar, de eu te comer, te fazer minha putinha, te tratar como uma puta, te dominar, fazer o que eu quiser, mas eu não te obedeço.

Outra foto.

Imediatamente enfio minha cabeça entre suas nádegas e começo a beijar sua raba, descendo até sua buceta que escorre de desespero e ansiedade, de vontade de eu encher ela. Chupo ela devagarinho, e isso te enlouquece, te faz gemer como pode com a boca cheia, ainda amordaçada. Você respira ofegante e chega ao primeiro orgasmo. Quer relaxar e descer, se deitar de novo, mas não deixo. "Levanta essa bunda pra mim, que eu gosto dela entregue" e você obedece, nesse momento você não tá em condições de exigir ou pedir nada. Você é minha putinha, minha escrava, minha vagabunda, minha mulher na cama. TODA MINHA.

Enfio minha cabeça de novo entre sua raba, mas dessa vez não vou na sua buceta. Foco no furinho do seu cu, tão pequeno e ansioso. Passo um tempinho brincando com a língua, molhando ele bem, dilatando devagarinho. Enquanto isso, começo a acariciar sua buceta com as mãos sem parar a língua na sua raba. Você goza de novo, mas agora não paro, continuo concentrado, te dando um prazer que você não esperava essa noite, em que achava que ia me dominar.

De repente, me afasto, e você ouve eu abrir a gaveta e pegar alguma coisa. Morre de vontade de saber o que é, mas não vê nada. Aí sente algo frio na sua raba, que escorre devagarinho e se espalha. Você percebe que tá ferrada, essa noite, chore, tente gritar ou implorar, não vai ter sorte. A raba é minha e vou aproveitar ela até cansar. Começo enfiando um dedinho, bem devagar, bem lubrificado, mas incomoda, ouço você reclamar. Mas isso só me deixa mais excitado, deixa meu pau tão duro que sinto que vou explodir sem nem me tocar. Aí você percebe que eu parei de brincar com minha mão. Agora você sente como um dilatador pra buceta abrindo caminho dentro de você, preparando o terreno. Entra devagar, com cuidado; de repente você sente como se estivesse rasgando, ele fica maior e você não pode fazer nada, reclama mas não adianta, eu não entendo (nem quero entender) seus pedidos. O brinquedo entrou completamente no seu cu deixando ele super aberto, entregue. Outra foto.

"Bom, agora é minha vez" eu falo. Tiro o brinquedo do seu cu e você geme de dor, mas na verdade não quer que eu tire, já tinha gostado da sensação de estar cheinha.

Começo devagar, depois de me lubrificar fico atrás de você e encosto no seu cu enquanto começo a empurrar pra dentro. Te seguro firme pela cintura e você adora. Você é toda minha, sente que não tem força pra se livrar disso e se entrega ao prazer. Sem eu fazer nada, você mesma se joga pra trás, fazendo eu meter de uma vez, encher todo seu cu com meu pau, que pulsa a mil por hora dentro de você.

Começo a me mexer devagar e você goza pra caralho. Como nunca antes. Me deito em cima das suas costas que estão de quatro, igual uma cachorrinha, e tiro a mordaça da sua boca. A única coisa que você faz é soltar um grito de prazer contido, que antes não podia. "Me fode toda, faz meu cu, destrói ele, arrebenta" você fala. Sem piedade eu meto uma e outra vez, a mil, com toda a raiva até gozar dentro de você. Você sente eu encher seu cu com a porra bem quente, que sai em quantidade do meu pau, e é tanta que escorre pelos lados.

Ficamos os dois exaustos na cama, tiro as algemas e você liberta seus braços, que estão doendo, mas não quer sair dali, debaixo de mim, acabada.

Saio da cama e peço pra você não levantar, aguentar. Então uma última foto, com a bunda pequena cheia, escorrendo. porra.
Finalmente você dormiu assim. CHEIA.

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