Isso que vou contar é verdade e aconteceu com minha amiga, pouco depois de se mudar para o Uruguai. É uma mistura de culpa e desejo. Eu transei com um dos meus filhos. Foi neste verão, em casa, sozinha com ele.
Eu o desejava há tempos, talvez fosse uma fantasia no começo, mas nos últimos meses foi um impulso tão forte que comecei a pensar em como fazer sem risco.
Se alguma vez passou pela cabeça de vocês, transar com um filho, mesmo que pareça loucura, façam ou pelo menos tentem.
O prazer que dá é tão, mas tão intenso que vale a pena. Mas façam direito, deem sinais pra ele. Não forcem, esperem como eu fiz.
A vontade cresce tanto que depois não conseguimos mais nos segurar.
É a coisa mais linda que já me aconteceu na cama. Diferente de todos os homens com quem transei depois de me divorciar.
Tenho um parceiro com quem estou muito bem, mas transar com um dos meus filhos me fez uma mulher completa.
A vontade vinha me dominando nos últimos tempos. Mas esperei a oportunidade e comecei a dar sinais claros pra ele.
Tenho 49 e ele pouco mais de 18. É jovem, forte, másculo, desejável e… agora sei que é muito potente sexualmente.
Eu quis sentir o que é fazer amor com meu filho. Não fui criada assim, por isso demorei a me decidir.
Depois, o filho que eu mais desejava, e que sempre foi mais carinhoso comigo, fez 18, dei sinais do que queria e… fiz.
Uma manhã ele veio me visitar, foi neste verão. Ao acordar, vi ele na cama dele, a 2 metros de mim, em toda sua beleza masculina juvenil.
Como sempre houve confiança na minha casa, durmo quase nua e ele só de shorts.
Notei que os lençóis não eram suficientes para o frio da manhã de verão e o convidei pra deitar comigo, porque eu ia levantar pra preparar o café.
Eu tava com uma vontade contida muito grande, mas não sabia como ele reagiria. Tinha dado alguns sinais nas conversas em que falamos de sexo como mãe e filho, depois eu abria as pernas devagar e eu mostrava meu sexo porque no verão em casa não uso roupa íntima.
Só uso uma peça curtinha que deixava ver minha bunda e minha buceta, quando me virava na cama.
Ele começou a me olhar ao acordar e eu notei que o pau dele estava duro e levantava a cueca.
É um garoto alto, bem definido, e não é virgem. Tem namorada onde mora e transa como qualquer um.
Vem me visitar como meus outros filhos, mas só ele fica no meu quarto, onde tem só duas camas, porque não tenho mais a de casal.
Por causa dos estudos e do trabalho, ele mora no interior do país. Foi e é muito apegado a mim, me liga toda noite e conversamos sobre tudo.
Quando ele veio para minha cama, o cobri como quando era criança, mas a cama é de solteiro e ele ficou colado em mim.
Viramos de lado, ele me abraçou colocando minhas costas no peito dele.
Eu sentia a respiração dele no meu ouvido… suave e calma.
Depois de um tempo, mudamos de posição, ele de barriga pra cima igual a mim, e vi que o pau dele levantava o short.
Eu coloquei minha cabeça no peito dele e cedi à minha tentação e desejo. Senti o corpo jovem, forte e… proibido dele pulsar.
Comecei a fazer carinhos de mãe pra filho e depois não aguentei mais e comecei a beijá-lo e fazer carinhos de amante, e ele não se opôs.
Ele também me fazia carinhos e beijos, muito meigo como um filho, sem falar nada.
Eu aproveitei e respondi, mas como mulher, e meu braço esbarrou no pinto duríssimo dele, que levantava a cueca de um jeito impressionante.
Ele continuava com os carinhos no meu cabelo… não disse nada… depois de um tempo, levantamos sem que nada acontecesse. E foi só isso… naquele dia.
Pouco tempo depois, meu filho volta a me visitar… e dessa vez sim… aconteceu o que tinha que acontecer… transamos como nunca antes.
Já mais à vontade, mas carregados com o desejo da vez anterior, começou com brincadeiras de mão, inocentes.
Eu estava com uma camisola curta, bem simples, sem sutiã, sem nada por baixo, e aproveitei pra ficar colada nele.
Durante o jantar naquela noite da segunda visita (com intenções) (da minha parte) insinuei o que queria abrindo as pernas e mostrando minha buceta pra ele enquanto jantávamos.
Depois do jantar, fomos pro meu quarto. Da brincadeirinha de mão em que simulamos uma briguinha, passamos pros abraços, tudo em silêncio.
Só se ouvia nossa respiração ofegante. Ele me abraçou, roçou minhas nádegas, eu sussurrei umas coisas… e fui pra cama.
Me virei de bruços… ele chegou e se deitou por cima de mim, eu senti o pau dele duríssimo e não me mexi. Ele achou que não era a hora e foi pro banheiro.
Tive medo que ele se masturbasse e eu perdesse o gozo dele. Provocava ele pra voltar, e ele voltou, colocando todo o peso dele em cima de mim, e senti o pau dele prestes a explodir contra minha bunda, que dizem ser irresistível e muito tentadora. Dessa vez, ele não só subiu… mas começou a me beijar no pescoço e acariciar minhas costas.
Comecei a me remexer pra ele ver que eu não tava recusando… mas que queria mais. Num momento, a gente esqueceu de tudo. Estávamos completamente sozinhos, morrendo de vontade, e percebi que já não éramos mais filho e mãe, mas homem e mulher.
Eu tava encharcada e levantei meus quadris pra não deixar dúvida do que vinha. Éramos um homem e uma mulher que queriam transar.
Meu filho tirou o short e eu fiquei de joelhos. Ele começou a empurrar suavemente o pau contra… minha bunda.
Queria entrar por ali e enfiou a pontinha, mas eu não tava pronta pra isso e perder o gozo dele.
Continuei me mexendo debaixo dele, e ele não aguentou, e eu gozei. Ele gozou quase na sequência, com um gemido suave de prazer.
Senti o gozo escorrendo pelas minhas pernas, saindo da minha bunda.
Passou um tempo, e o pau dele endureceu de novo. Eu me virei e abri as pernas, completamente. Queria ele dentro, tudo dentro.
Senti o peso do corpo jovem e forte dele se apoiando nos meus quadris, que prazer!!
Quando ele me viu de barriga pra cima, meteu de novo direto. Recomeçamos com beijos e carícias, eu me molhei de novo, minha buceta pulsava.
Ele meteu… tudo, e eu comecei a sentir como ele tava aproveitando. Penetração, vendo os olhos fechados dele, sentindo ele dentro de mim.
Usa a palavra: buceta molhada… a respiração ofegante dele… os gemidos suaves… a vitalidade… o movimento do quadril dele.
Me deixei levar pela vontade dele e, curtindo o pau dele, gozamos juntos. Eu soltando meu gemido mais profundo de prazer, ele fechando os olhos e com aquele gemido baixinho, enfiando o pau todo pra dentro, com força, deixando todo o leite dele lá dentro… que prazer!!!
Toda noite a gente se fala por telefone, e se o assunto aparece, a gente conversa, mas não muito. A vontade tá acumulando e só espero que meu filho venha me visitar de novo.
Não sei o que vai rolar daqui pra frente. A gente fala em deixar assim, em segredo, aproveitando por enquanto, mas livres de ciúmes e compromissos.
Comentar é agradecer.
Eu o desejava há tempos, talvez fosse uma fantasia no começo, mas nos últimos meses foi um impulso tão forte que comecei a pensar em como fazer sem risco.
Se alguma vez passou pela cabeça de vocês, transar com um filho, mesmo que pareça loucura, façam ou pelo menos tentem.
O prazer que dá é tão, mas tão intenso que vale a pena. Mas façam direito, deem sinais pra ele. Não forcem, esperem como eu fiz.
A vontade cresce tanto que depois não conseguimos mais nos segurar.
É a coisa mais linda que já me aconteceu na cama. Diferente de todos os homens com quem transei depois de me divorciar.
Tenho um parceiro com quem estou muito bem, mas transar com um dos meus filhos me fez uma mulher completa.
A vontade vinha me dominando nos últimos tempos. Mas esperei a oportunidade e comecei a dar sinais claros pra ele.
Tenho 49 e ele pouco mais de 18. É jovem, forte, másculo, desejável e… agora sei que é muito potente sexualmente.
Eu quis sentir o que é fazer amor com meu filho. Não fui criada assim, por isso demorei a me decidir.
Depois, o filho que eu mais desejava, e que sempre foi mais carinhoso comigo, fez 18, dei sinais do que queria e… fiz.
Uma manhã ele veio me visitar, foi neste verão. Ao acordar, vi ele na cama dele, a 2 metros de mim, em toda sua beleza masculina juvenil.
Como sempre houve confiança na minha casa, durmo quase nua e ele só de shorts.
Notei que os lençóis não eram suficientes para o frio da manhã de verão e o convidei pra deitar comigo, porque eu ia levantar pra preparar o café.
Eu tava com uma vontade contida muito grande, mas não sabia como ele reagiria. Tinha dado alguns sinais nas conversas em que falamos de sexo como mãe e filho, depois eu abria as pernas devagar e eu mostrava meu sexo porque no verão em casa não uso roupa íntima.
Só uso uma peça curtinha que deixava ver minha bunda e minha buceta, quando me virava na cama.
Ele começou a me olhar ao acordar e eu notei que o pau dele estava duro e levantava a cueca.
É um garoto alto, bem definido, e não é virgem. Tem namorada onde mora e transa como qualquer um.
Vem me visitar como meus outros filhos, mas só ele fica no meu quarto, onde tem só duas camas, porque não tenho mais a de casal.
Por causa dos estudos e do trabalho, ele mora no interior do país. Foi e é muito apegado a mim, me liga toda noite e conversamos sobre tudo.
Quando ele veio para minha cama, o cobri como quando era criança, mas a cama é de solteiro e ele ficou colado em mim.
Viramos de lado, ele me abraçou colocando minhas costas no peito dele.
Eu sentia a respiração dele no meu ouvido… suave e calma.
Depois de um tempo, mudamos de posição, ele de barriga pra cima igual a mim, e vi que o pau dele levantava o short.
Eu coloquei minha cabeça no peito dele e cedi à minha tentação e desejo. Senti o corpo jovem, forte e… proibido dele pulsar.
Comecei a fazer carinhos de mãe pra filho e depois não aguentei mais e comecei a beijá-lo e fazer carinhos de amante, e ele não se opôs.
Ele também me fazia carinhos e beijos, muito meigo como um filho, sem falar nada.
Eu aproveitei e respondi, mas como mulher, e meu braço esbarrou no pinto duríssimo dele, que levantava a cueca de um jeito impressionante.
Ele continuava com os carinhos no meu cabelo… não disse nada… depois de um tempo, levantamos sem que nada acontecesse. E foi só isso… naquele dia.
Pouco tempo depois, meu filho volta a me visitar… e dessa vez sim… aconteceu o que tinha que acontecer… transamos como nunca antes.
Já mais à vontade, mas carregados com o desejo da vez anterior, começou com brincadeiras de mão, inocentes.
Eu estava com uma camisola curta, bem simples, sem sutiã, sem nada por baixo, e aproveitei pra ficar colada nele.
Durante o jantar naquela noite da segunda visita (com intenções) (da minha parte) insinuei o que queria abrindo as pernas e mostrando minha buceta pra ele enquanto jantávamos.
Depois do jantar, fomos pro meu quarto. Da brincadeirinha de mão em que simulamos uma briguinha, passamos pros abraços, tudo em silêncio.
Só se ouvia nossa respiração ofegante. Ele me abraçou, roçou minhas nádegas, eu sussurrei umas coisas… e fui pra cama.
Me virei de bruços… ele chegou e se deitou por cima de mim, eu senti o pau dele duríssimo e não me mexi. Ele achou que não era a hora e foi pro banheiro.
Tive medo que ele se masturbasse e eu perdesse o gozo dele. Provocava ele pra voltar, e ele voltou, colocando todo o peso dele em cima de mim, e senti o pau dele prestes a explodir contra minha bunda, que dizem ser irresistível e muito tentadora. Dessa vez, ele não só subiu… mas começou a me beijar no pescoço e acariciar minhas costas.
Comecei a me remexer pra ele ver que eu não tava recusando… mas que queria mais. Num momento, a gente esqueceu de tudo. Estávamos completamente sozinhos, morrendo de vontade, e percebi que já não éramos mais filho e mãe, mas homem e mulher.
Eu tava encharcada e levantei meus quadris pra não deixar dúvida do que vinha. Éramos um homem e uma mulher que queriam transar.
Meu filho tirou o short e eu fiquei de joelhos. Ele começou a empurrar suavemente o pau contra… minha bunda.
Queria entrar por ali e enfiou a pontinha, mas eu não tava pronta pra isso e perder o gozo dele.
Continuei me mexendo debaixo dele, e ele não aguentou, e eu gozei. Ele gozou quase na sequência, com um gemido suave de prazer.
Senti o gozo escorrendo pelas minhas pernas, saindo da minha bunda.
Passou um tempo, e o pau dele endureceu de novo. Eu me virei e abri as pernas, completamente. Queria ele dentro, tudo dentro.
Senti o peso do corpo jovem e forte dele se apoiando nos meus quadris, que prazer!!
Quando ele me viu de barriga pra cima, meteu de novo direto. Recomeçamos com beijos e carícias, eu me molhei de novo, minha buceta pulsava.
Ele meteu… tudo, e eu comecei a sentir como ele tava aproveitando. Penetração, vendo os olhos fechados dele, sentindo ele dentro de mim.
Usa a palavra: buceta molhada… a respiração ofegante dele… os gemidos suaves… a vitalidade… o movimento do quadril dele.
Me deixei levar pela vontade dele e, curtindo o pau dele, gozamos juntos. Eu soltando meu gemido mais profundo de prazer, ele fechando os olhos e com aquele gemido baixinho, enfiando o pau todo pra dentro, com força, deixando todo o leite dele lá dentro… que prazer!!!
Toda noite a gente se fala por telefone, e se o assunto aparece, a gente conversa, mas não muito. A vontade tá acumulando e só espero que meu filho venha me visitar de novo.
Não sei o que vai rolar daqui pra frente. A gente fala em deixar assim, em segredo, aproveitando por enquanto, mas livres de ciúmes e compromissos.
Comentar é agradecer.
Comentarios Destacados
Obvio, mientras sea entre ellos, todo bien
Gracias por los puntos, por pasar y comentar
13 comentários - Madre e hijo
me re calento la situacion, mientras no jodan a nadie, cada uno es dueño de hacer lo que quiera.
te dejo puntos.
Gracias
Van puntos .......
Gracias
Gracias