Terceira parte da história de traição entre a Cláudia, a namorada do Nicanor, e o pai do corno. Vale a pena ler a primeira e a segunda parte pra entender como é que o bagulho fica doido.Primeira Parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/2165534/Mi-Novia-y-mi-Viejo_-Relato-Hot.html
Segunda parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/2193706/Otra-Cogida-de-mi-novia-y-mi-viejo.html
A continuação deste capítulo. (segunda parte do capítulo 3)
Aqui vai uma descrição que pode servir.Claudia
Ela é linda, é alta, tem 1,75m. É bem magra, pesa cerca de 52 kg, tem um cabelo lindo castanho escuro que chega até os peitos, a pele dela é clara, tem um tom bonito e brilhante sem ser bronzeada. Os olhos dela são castanhos e profundos, tem sobrancelhas marcantes que deixam os olhos ainda mais chamativos, o nariz é fininho e a boca pequena. O corpo dela é um capítulo à parte: por ser magra e alta, e ter o cabelo preto e comprido, lembra muito a figura de uma modelo. Umas pernas longas e carnudas, e apesar de ser magra, tem uma bunda muito boa, branquinha, empinada e redondinha. A cinturinha dela é uma delícia, fininha, e os peitos são do tamanho de limões, os biquinhos são pequenos e roxos. Vale destacar que ela se veste muito bem, sempre usa roupa de marca, camisetas soltas, leggings justas e tênis Converse.
Primeira parte:
Minha namorada me traiu com meu pai duas vezes, e já era hora de acabar com essa situação, porque o sexo sem sentido que eu tinha com a Claudia já estava começando a me entediar, e também não dava pra continuar sendo o corno manso da casa.
Um fim de semana a gente ia viajar pra uma cidade perto da minha pra visitar meu irmão mais velho, que estava lá a trabalho, além disso minha mãe queria ir pra lá pra ver meu sobrinho pequeno, que eu não via há meses. Estranhamente, meu pai não queria ir ver meu sobrinho (por quem ele tem uma fraqueza de avô), e disse que tava com muito trabalho e não tinha tempo de viajar, já que ele é autônomo, se não trabalha, não come. Mas obviamente eu sabia que ele ia ficar com a casa só pra ele e ia poder se encontrar com a puta da Claudia.
Sabia que os dois filhos da puta iam se pegar quando eu fosse viajar com minha mãe e meu irmão, então decidi viajar do mesmo jeito, mas deixar algo pra continuar gravando as aventuras deles.
A viagem ia ser de um dia pro outro, então eles só iam ter a chance de uma tarde de sexo. já que a Cláudia não ia ficar pra dormir, meu problema é que eu só tinha três câmeras pra gravar os diferentes ambientes da minha casa. Então decidi deixar meu notebook com a webcam na sala (falei pro meu velho que tava baixando algo, pra ele não desligar), a câmera de mini vcd no quincho da minha casa (já que antes de ir, percebi que estranhamente meu pai tinha arrumado um pouco), e a câmera digital no quarto dos meus pais (já que ali era a cama de casal onde ele comeu ela na primeira vez).
Das três câmeras, a que ia durar mais era a do notebook, porque não tinha limite de energia nem memória. Mas era a que menos ação ia pegar, com certeza.
Depois de deixar tudo arrumado e esconder as câmeras o melhor possível, fui com minha mãe e meu irmão de carro pra cidade que fica a 230 km, onde mora meu irmão mais velho. A viagem e a estadia foram normais, voltamos pra casa no domingo perto das 6 da tarde, e quando chegamos, meu pai tava no sofá da sala vendo futebol e tomando mate sozinho.
Sem chamar muita atenção, fui pro quarto dos meus pais, peguei a câmera digital de lá, que já tava desligada. Fui pro quincho e desliguei a câmera de mini vcd, que ainda tava ligada porque tava conectada na tomada, e não tirei ela pra não levantar suspeitas; por essa câmera, ia esperar até a noite. Depois fui pra sala, perguntei pro meu pai se ele tinha baixado o que eu tava baixando no notebook (obviamente ele disse que não sabia, porque não entende nada de computação), me fiz de desentendido e fui pro meu quarto verificar o que as câmeras tinham captado.
Os vídeos
Nós saímos de casa perto das 13:30 do sábado, e pelo que mostra a gravação do notebook, a Cláudia chegou perto das 14, estranhamente com uma bolsa e a roupa típica dela. Um short jeans até o joelho bem apertado, uma regata cavada branca, e os tênis Converse dela. brancas. Além disso, me estranhei que a bolsa de mão dela era maior.
Quando a Cláudia chegou, meu velho abriu a porta da sala que dá pro jardim da frente, recebeu as sacolas dela, que nem chegou a deixar em cima da mesa, porque ele agarrou ela pela cintura e beijou com ansiedade. Eles conversaram um pouco depois de sentar na sala, só uns minutos, aí ela levantou, deu um beijo nele, falou alguma coisa e foi pra outro lugar com a bolsa, enquanto meu velho pegou a sacola e foi pro quincho.
A câmera do quincho mostra meu velho entrando com a sacola na mão, que ele larga na mesa do ambiente, e começa a acender o fogo na churrasqueira. Depois tira da sacola umas tiras de carne. Já tava tudo pronto, a putinha da minha namorada sempre falava que adorava o churrasco que meu pai fazia, e até combinaram os filhos da puta de comer juntos, tiveram contato suficiente pra organizar isso do jeito mais detalhado possível, e até isso me fez desconfiar, se não tinham transado em outros lugares juntos antes de eu descobrir.
Uns minutos depois que meu velho começou a fazer o churrasco, ele já tinha servido cerveja num copo e esperava a Cláudia sentado numa cadeira perto da mesa. Umas dez minutos passaram e no quincho entrou a Cláudia, maquiada como se fosse pra uma balada, com os lábios bem vermelhos, tinha trocado a roupa com que chegou, e calçado sapatos pretos de salto alto, uma saia bem curta de tecido que deixava ver as nádegas brancas protegidas por uma micro tanga, e em cima tinha a mesma regata com que chegou, mas usava como se fosse uma blusa decotada.
Era óbvio que ela tava tentando agradar o macho que tava comendo ela pelo jeito de se vestir. Tudo planejado, por isso chegou com uma bolsa daquelas. Quando entrou no quincho, sentou no colo do meu velho. Ele, enquanto continuava bebendo cerveja, acariciava ela, tocava as pernas dela enquanto conversavam e riam e falavam coisas bem sugestivas. Num instante, meu véio se levanta e, pelo que dá pra ver no vídeo, manda ela fazer a salada, e ela começa sem reclamar (já que curtia o jogo de servir o macho dela, porque antes não cozinhava nem um ovo frito). Aí meu véio aproveitou pra dar uma olhada no churrasco.
Uns minutos depois, meu véio chama ela e manda buscar outra cerveja no freezer. Ela foi até o freezer de um jeito bem sensual, rebolando a bunda enquanto andava pra se exibir na frente do homem dela, pegou uma cerveja, foi até a mesa, abriu e serviu. Parecia que o jogo era ela ser a escrava de todas as necessidades do meu pai. Depois de servir a cerveja, meu pai mandou ela se ajoelhar. Ele continuava sentado, ela se ajoelhou, abriu o cinto da calça jeans dele, abriu o jeans, baixou o zíper, baixou a cueca do véio e pegou nas mãos a pica meio mole, que mesmo naquele estado tinha uns 13 cm. A Cláudia não hesitou nem um segundo e meteu aquele pedaço de carne na boca dela, enquanto o véio olhava impassível a nora engolindo a pica dele. Ele ficava lá, sem reação, tomando cerveja enquanto a escrava chupava a rola dele. Depois de uns minutos, meu véio deu um tapinha suave na Cláudia pra indicar que ela parasse de chupar, e mandou ela terminar a salada.
O véio se levantou e foi ver o churrasco, que já tava quase no ponto, então mandou a puta dele arrumar a mesa. O churrasco ficou pronto e eles comeram. A Cláudia comeu meio quieta, com certeza excitada e confusa porque não terminou de chupar a pica do sogro, mas de qualquer jeito, todo mundo sabia que ela gostava de ser tratada mal pelo dono dela, pelo macho comedor dela, porque putas como a Cláudia adoram isso.
Já na sobremesa, meu véio mandou a Cláudia buscar outra cerveja. Dessa vez, depois que a escrava serviu a bebida pro véio, ele mandou ela sentar no colo dele pra outra carne.
Depois da sobremesa, o véio começou a acariciar ela e falar umas coisas no ouvido. O vídeo mostrava a Claudia com cara de prazer pelo que ouvia.
Depois de alguns momentos, o velho levantou a regata da Claudia, desabotoou o sutiã dela e derramou cerveja nos peitos dela, começando a beber deles. Claudia ficou ainda mais excitada com o espetáculo que vivia no próprio peito, por isso, quando o velho parava de saborear os peitos dela, ela pegava ele forte pela cabeça e o beijava com muita paixão.
O velho sentou a Claudia com as costas bem retas e começou a beijá-la, enquanto abria bem as pernas dela e puxava a calcinha fio dental para o lado para enfiar os dedos na buceta da nora, que estava completamente ensopada. Enquanto a beijava, enfiava os dedos suavemente, para depois começar a meter primeiro um dedo selvagemente, e depois dois para deixar bem aberta aquela ppk. No meio dessa bagunça, o velho pegou uma cenoura de tamanho considerável que tinha sobrado da salada e começou a enfiá-la selvagemente na xota da Claudia. A imagem era perfeita: Claudia sentada em cima do meu velho, com as pernas bem abertas, com a regata branca levantada, com os peitos brancos e lindos quicando por causa do ritmo que a cenoura, que meu velho enfiava rápida e violentamente na vagina dela, provocava. Depois de tanta fricção, deu para ver Claudia tremer, respirar fundo e gozar.
O velho a beijava lentamente enquanto ela tinha os olhos fechados e mexia devagar a pelve para que a cenoura entrasse suave depois do orgasmo que teve. Ela tirou a cenoura devagar da vagina, levantou-se e sentou no colo do meu velho, mas dessa vez de frente para ele. Colocou os braços em volta do pescoço dele e se beijaram por um bom tempo, suavemente, como os amantes que eram. Depois, ela descansou a cabeça num dos ombros dele e se recostou enquanto o velho a segurava pela bunda branca e redonda e acariciava sua escrava de vez em quando.
O resto dos vídeos vou descrever em breve.
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Segunda parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/2193706/Otra-Cogida-de-mi-novia-y-mi-viejo.html
A continuação deste capítulo. (segunda parte do capítulo 3)
Aqui vai uma descrição que pode servir.Claudia
Ela é linda, é alta, tem 1,75m. É bem magra, pesa cerca de 52 kg, tem um cabelo lindo castanho escuro que chega até os peitos, a pele dela é clara, tem um tom bonito e brilhante sem ser bronzeada. Os olhos dela são castanhos e profundos, tem sobrancelhas marcantes que deixam os olhos ainda mais chamativos, o nariz é fininho e a boca pequena. O corpo dela é um capítulo à parte: por ser magra e alta, e ter o cabelo preto e comprido, lembra muito a figura de uma modelo. Umas pernas longas e carnudas, e apesar de ser magra, tem uma bunda muito boa, branquinha, empinada e redondinha. A cinturinha dela é uma delícia, fininha, e os peitos são do tamanho de limões, os biquinhos são pequenos e roxos. Vale destacar que ela se veste muito bem, sempre usa roupa de marca, camisetas soltas, leggings justas e tênis Converse.
Primeira parte:
Minha namorada me traiu com meu pai duas vezes, e já era hora de acabar com essa situação, porque o sexo sem sentido que eu tinha com a Claudia já estava começando a me entediar, e também não dava pra continuar sendo o corno manso da casa.
Um fim de semana a gente ia viajar pra uma cidade perto da minha pra visitar meu irmão mais velho, que estava lá a trabalho, além disso minha mãe queria ir pra lá pra ver meu sobrinho pequeno, que eu não via há meses. Estranhamente, meu pai não queria ir ver meu sobrinho (por quem ele tem uma fraqueza de avô), e disse que tava com muito trabalho e não tinha tempo de viajar, já que ele é autônomo, se não trabalha, não come. Mas obviamente eu sabia que ele ia ficar com a casa só pra ele e ia poder se encontrar com a puta da Claudia.
Sabia que os dois filhos da puta iam se pegar quando eu fosse viajar com minha mãe e meu irmão, então decidi viajar do mesmo jeito, mas deixar algo pra continuar gravando as aventuras deles.
A viagem ia ser de um dia pro outro, então eles só iam ter a chance de uma tarde de sexo. já que a Cláudia não ia ficar pra dormir, meu problema é que eu só tinha três câmeras pra gravar os diferentes ambientes da minha casa. Então decidi deixar meu notebook com a webcam na sala (falei pro meu velho que tava baixando algo, pra ele não desligar), a câmera de mini vcd no quincho da minha casa (já que antes de ir, percebi que estranhamente meu pai tinha arrumado um pouco), e a câmera digital no quarto dos meus pais (já que ali era a cama de casal onde ele comeu ela na primeira vez).
Das três câmeras, a que ia durar mais era a do notebook, porque não tinha limite de energia nem memória. Mas era a que menos ação ia pegar, com certeza.
Depois de deixar tudo arrumado e esconder as câmeras o melhor possível, fui com minha mãe e meu irmão de carro pra cidade que fica a 230 km, onde mora meu irmão mais velho. A viagem e a estadia foram normais, voltamos pra casa no domingo perto das 6 da tarde, e quando chegamos, meu pai tava no sofá da sala vendo futebol e tomando mate sozinho.
Sem chamar muita atenção, fui pro quarto dos meus pais, peguei a câmera digital de lá, que já tava desligada. Fui pro quincho e desliguei a câmera de mini vcd, que ainda tava ligada porque tava conectada na tomada, e não tirei ela pra não levantar suspeitas; por essa câmera, ia esperar até a noite. Depois fui pra sala, perguntei pro meu pai se ele tinha baixado o que eu tava baixando no notebook (obviamente ele disse que não sabia, porque não entende nada de computação), me fiz de desentendido e fui pro meu quarto verificar o que as câmeras tinham captado.
Os vídeos
Nós saímos de casa perto das 13:30 do sábado, e pelo que mostra a gravação do notebook, a Cláudia chegou perto das 14, estranhamente com uma bolsa e a roupa típica dela. Um short jeans até o joelho bem apertado, uma regata cavada branca, e os tênis Converse dela. brancas. Além disso, me estranhei que a bolsa de mão dela era maior.
Quando a Cláudia chegou, meu velho abriu a porta da sala que dá pro jardim da frente, recebeu as sacolas dela, que nem chegou a deixar em cima da mesa, porque ele agarrou ela pela cintura e beijou com ansiedade. Eles conversaram um pouco depois de sentar na sala, só uns minutos, aí ela levantou, deu um beijo nele, falou alguma coisa e foi pra outro lugar com a bolsa, enquanto meu velho pegou a sacola e foi pro quincho.
A câmera do quincho mostra meu velho entrando com a sacola na mão, que ele larga na mesa do ambiente, e começa a acender o fogo na churrasqueira. Depois tira da sacola umas tiras de carne. Já tava tudo pronto, a putinha da minha namorada sempre falava que adorava o churrasco que meu pai fazia, e até combinaram os filhos da puta de comer juntos, tiveram contato suficiente pra organizar isso do jeito mais detalhado possível, e até isso me fez desconfiar, se não tinham transado em outros lugares juntos antes de eu descobrir.
Uns minutos depois que meu velho começou a fazer o churrasco, ele já tinha servido cerveja num copo e esperava a Cláudia sentado numa cadeira perto da mesa. Umas dez minutos passaram e no quincho entrou a Cláudia, maquiada como se fosse pra uma balada, com os lábios bem vermelhos, tinha trocado a roupa com que chegou, e calçado sapatos pretos de salto alto, uma saia bem curta de tecido que deixava ver as nádegas brancas protegidas por uma micro tanga, e em cima tinha a mesma regata com que chegou, mas usava como se fosse uma blusa decotada.
Era óbvio que ela tava tentando agradar o macho que tava comendo ela pelo jeito de se vestir. Tudo planejado, por isso chegou com uma bolsa daquelas. Quando entrou no quincho, sentou no colo do meu velho. Ele, enquanto continuava bebendo cerveja, acariciava ela, tocava as pernas dela enquanto conversavam e riam e falavam coisas bem sugestivas. Num instante, meu véio se levanta e, pelo que dá pra ver no vídeo, manda ela fazer a salada, e ela começa sem reclamar (já que curtia o jogo de servir o macho dela, porque antes não cozinhava nem um ovo frito). Aí meu véio aproveitou pra dar uma olhada no churrasco.
Uns minutos depois, meu véio chama ela e manda buscar outra cerveja no freezer. Ela foi até o freezer de um jeito bem sensual, rebolando a bunda enquanto andava pra se exibir na frente do homem dela, pegou uma cerveja, foi até a mesa, abriu e serviu. Parecia que o jogo era ela ser a escrava de todas as necessidades do meu pai. Depois de servir a cerveja, meu pai mandou ela se ajoelhar. Ele continuava sentado, ela se ajoelhou, abriu o cinto da calça jeans dele, abriu o jeans, baixou o zíper, baixou a cueca do véio e pegou nas mãos a pica meio mole, que mesmo naquele estado tinha uns 13 cm. A Cláudia não hesitou nem um segundo e meteu aquele pedaço de carne na boca dela, enquanto o véio olhava impassível a nora engolindo a pica dele. Ele ficava lá, sem reação, tomando cerveja enquanto a escrava chupava a rola dele. Depois de uns minutos, meu véio deu um tapinha suave na Cláudia pra indicar que ela parasse de chupar, e mandou ela terminar a salada.
O véio se levantou e foi ver o churrasco, que já tava quase no ponto, então mandou a puta dele arrumar a mesa. O churrasco ficou pronto e eles comeram. A Cláudia comeu meio quieta, com certeza excitada e confusa porque não terminou de chupar a pica do sogro, mas de qualquer jeito, todo mundo sabia que ela gostava de ser tratada mal pelo dono dela, pelo macho comedor dela, porque putas como a Cláudia adoram isso.
Já na sobremesa, meu véio mandou a Cláudia buscar outra cerveja. Dessa vez, depois que a escrava serviu a bebida pro véio, ele mandou ela sentar no colo dele pra outra carne.
Depois da sobremesa, o véio começou a acariciar ela e falar umas coisas no ouvido. O vídeo mostrava a Claudia com cara de prazer pelo que ouvia.
Depois de alguns momentos, o velho levantou a regata da Claudia, desabotoou o sutiã dela e derramou cerveja nos peitos dela, começando a beber deles. Claudia ficou ainda mais excitada com o espetáculo que vivia no próprio peito, por isso, quando o velho parava de saborear os peitos dela, ela pegava ele forte pela cabeça e o beijava com muita paixão.
O velho sentou a Claudia com as costas bem retas e começou a beijá-la, enquanto abria bem as pernas dela e puxava a calcinha fio dental para o lado para enfiar os dedos na buceta da nora, que estava completamente ensopada. Enquanto a beijava, enfiava os dedos suavemente, para depois começar a meter primeiro um dedo selvagemente, e depois dois para deixar bem aberta aquela ppk. No meio dessa bagunça, o velho pegou uma cenoura de tamanho considerável que tinha sobrado da salada e começou a enfiá-la selvagemente na xota da Claudia. A imagem era perfeita: Claudia sentada em cima do meu velho, com as pernas bem abertas, com a regata branca levantada, com os peitos brancos e lindos quicando por causa do ritmo que a cenoura, que meu velho enfiava rápida e violentamente na vagina dela, provocava. Depois de tanta fricção, deu para ver Claudia tremer, respirar fundo e gozar.
O velho a beijava lentamente enquanto ela tinha os olhos fechados e mexia devagar a pelve para que a cenoura entrasse suave depois do orgasmo que teve. Ela tirou a cenoura devagar da vagina, levantou-se e sentou no colo do meu velho, mas dessa vez de frente para ele. Colocou os braços em volta do pescoço dele e se beijaram por um bom tempo, suavemente, como os amantes que eram. Depois, ela descansou a cabeça num dos ombros dele e se recostou enquanto o velho a segurava pela bunda branca e redonda e acariciava sua escrava de vez em quando.
O resto dos vídeos vou descrever em breve.
5 comentários - Minha namorada, escrava do meu pai. Parte 1
A tu viejo, le decís, que cuando esté frente a vos, que baje la vista, para que sepa lo que es ser hdp. aparte, no le hables nunca mas, asi lo tengas enfrente tuyo. Para que se quede con la amargura. Si te dice algo, decile que le vas a hacer ver el video a tu vieja...... buena suerte. Ah! espero el desenlace. ahi van mis puntos (te felicito, hay que "tener temple", para aguantar todo eso....