Comendo minha vizinha gostosa

É magnífico descobrir que pessoas que vemos todo dia e achamos que não são nada demais podem nos proporcionar momentos excitantes da nossa vida, que ficam gravados e, acima de tudo, guardados na nossa mente.

Minha vizinha Selena se mudou há pouco tempo pra casa ao lado, junto com o marido, que é médico, e ela, estudante de contabilidade. Eu via pouco a minha vizinha, raramente a gente se encontrava na rua e era só um "oi" educado. Eu olhava pra ela e não via nada de especial: uma mulher de 30 anos, uns 1,65m, pele moreninha, cabelo preto na altura dos ombros, peitos médios e uma bundinha que não parecia mostrar muito mais que isso, já que a roupa que ela usava sempre escondia qualquer lado sexy.

Depois de alguns meses, notei que de repente ela ficava me olhando da janela dela que dava pro quintal, quando eu tava arrumando o jardim ou na piscina. Quando eu virava pra ver, ela desviava o olhar na hora. Depois, comecei a perceber que ela estendia a roupa no terraço da casa dela, que dava bem na janela do meu quarto no segundo andar da minha casa. Não tinha nada demais, exceto que a calcinha dela ela sempre pendurava bem do lado da minha janela. A roupa do marido ou as roupas normais ela colocava no outro lado, só a lingerie dela ficava perto da minha janela. Me senti super voyeur observando a calcinha dela — no começo era normal, mas aos poucos foi ficando mais sexy, até que um dia vi que ela estendeu uma calcinha preta de renda junto com umas tanguinhas. A ideia de pular e roubar uma peça me passou pela cabeça, mas não fiz isso…

Tudo seguiu normal, até que uma manhã tava um calorão danado, e eu dormi pelado, quase com o ventilador colado na cama, o que fez a cortina abrir um pouco. Não liguei, porque era muito cedo e tava com preguiça de levantar pra fechar. Depois de um tempo, o sol começou a bater na minha cara, então eu abri os olhos meio sem querer, cegado pelo sol, quando Fiquei surpreso ao ver minha vizinha, escondida atrás do rotoplas (caixa d'água) dela, a safada tava com o olhar fixo no meu pau que tava com uma ereção matinal monstra, e aí decidi dar um pouco mais de show, então peguei e comecei a me masturbar com os olhos semicerrados, mas ela foi embora na hora, acho que ficou com medo de ser descoberta. Desde aquele dia vi que o olhar dela ficou mais safado, ela sorria mais pra mim e ficava olhando pro meu volume.

Mas como nenhum dos dois tomava a iniciativa, eu tinha que descarregar minhas energias com outra pessoa, então convidei uma amiguinha A. (uma mina de 20 anos com uns peitões do caralho, perfeitos pra combinar com a rabuda que ela tem, de rosto não é muito bonita, mas quem liga quando ela tem esses atributos) pra piscina agora que a casa tava vazia… a gente tava se divertindo pra caralho nadando e brincando, até que ouvimos minha vizinha e o doc discutindo, nem sei sobre o quê, só escutei que bateram a porta e um carro saiu em disparada. Eu e minha amiga nos olhamos e não ligamos, continuamos brincando até que a safadeza foi rolando aos poucos, me aproximei dela debaixo d'água tentando pegar os pés dela, ela me deu um chutinho na cara, então se desculpou e com a desculpa de ver se não tinha me machucado se aproximou, as mãos dela percorreram meu rosto e aos poucos os lábios dela tocaram os meus, peguei ela pela cintura e puxei pro meu corpo molhado, os peitões dela colaram no meu peito, o que fez meu pau subir, enquanto continuava beijando ela minhas mãos percorriam o corpo dela inteiro, quando chegaram nos peitos dela, ela não me impediu nada, pelo contrário, também com as mãos dela procurou meu membro e começou a esfregar por cima do meu short, baixei o olhar pros peitos dela e os mamilos já estavam claramente durinhos por cima do biquíni, então a tentação de afastar veio e eu fiz isso, Um par de mamilos durinhos estavam contemplando meu olhar quente, me Aproximei e comecei a chupar ela, ela respirava ofegante, com minha mão livre desci até a bucetinha dela, mas como estávamos na água, não dava pra aproveitar os sucos dela. Levei ela pra borda da piscina, sentei ela enquanto eu fiquei na água, abri as pernas dela e fui beijando as coxas até chegar na virilha. Afastei a calcinha e com minha língua comecei a dar uma mamada daquelas nela, ela puxava meu cabelo e gemia deliciosamente, até que de repente ouviu um barulho, como se tivesse caído uma panela, mas na casa não podia ser, não tinha ninguém. Minha amiga rapidamente se cobriu e entrou em casa, enquanto eu a alcançava, percebi que era minha vizinha que estava nos observando e foi ela quem fez o barulho. Isso me deixou super excitado. Minha amiga, meio assustada, arrumou o biquíni, mas eu convenci ela de que não tinha sido nada e que ninguém estava nos olhando... mas pra ela ficar mais à vontade, a gente podia continuar no meu quarto. Ela adorou a ideia e fomos pra lá. Na escada, peguei ela pelas nádegas e fiz ela girar, ela me abraçou e começou a me beijar, enquanto minhas mãos percorriam as costas dela procurando os laços do biquíni pra desamarrar. Consegui, ela se afastou e tirou o biquíni, me deixando ver aquele par tremendo dos maiores que já vi (naturais). Ela se ajoelhou, abaixou meu short e começou a me dar um boquete daqueles, chupava todo meu pau, dava linguadas na minha cabeça, foi maravilhoso, mas tudo tinha que continuar. Levantei ela e levei pro meu quarto, terminei de despir ela, ela já estava super molhada e com tesão, então já pedia pra eu meter. Peguei uns preservativos numa gaveta, coloquei rapidinho, posicionei ela de quatro na minha cama e comecei a meter, ainda com um pouco de água no corpo, o choque fazia a sensação ser incrível. Depois de um tempo, deitei e fiz ela montar em mim, ela se mexia pra caralho, mas o mais impactante foi ver pela janela minha vizinha observando, mas dessa vez me vendo. Transando, ela tava super quente, percebi porque vi ela começar a pegar nos peitos por cima da blusa com uma mão e a outra enfiada no short se masturbando. Dei um showzão do caralho porque minha amiga se contorcia de tão tesuda e safada que era. Foi quando tirei uma mão da cintura da minha amiga e, escondido pelas costas dela, fiz um sinal de "oi" pra minha vizinha. Pensei que a filha da puta fosse se assustar, mas, pelo contrário, ela respondeu meu aceno com a mão que tava usando pra pegar no peito e continuou se tocando. Foi surpreendente — agora, depois da minha amiga, eu tinha que comer minha vizinha.

Minha amiga e eu terminamos com orgasmos maravilhosos. A água que a gente tinha no começo foi substituída pelo suor de tão excitadas que estávamos. Ficamos um tempão na cama pelados (minha vizinha já tinha ido embora, então minha amiga nem percebeu que a gente tava sendo observada). O tempo tinha passado muito rápido desde que ela chegou, e já era hora dela ir. Então ela tomou um banho rápido, se trocou e foi embora, claro, com a promessa de voltar logo pra nadar.

Quando fechei a porta de casa, fui pra parte da piscina. Joguei uma bola de propósito no quintal da minha vizinha, chamei ela pelo muro, e ela saiu enrolada numa toalha, tinha acabado de tomar banho (claro que devia ter terminado toda molhada e suada também).
— O que foi, vizinho? Precisa de alguma coisa?
— Boa tarde, vizinha. Acontece que minha bola caiu no seu quintal e queria que você me devolvesse, por favor?
— Claro. (Ela olhou pra bola, mas em vez de se abaixar de frente pra mim, virou de costas e se inclinou. Com isso, a toalha subiu e eu pude ver toda aquela bunda linda dela — era uma delícia, nada a ver com quando ela usava calça — e a rachinha depilada, toda exuberante, esperando ser possuída.) — Toma.
Ela jogou a bola, mas não sei como fez ou o que aconteceu, a toalha inteira se soltou do corpo dela, deixando ela totalmente nua diante dos meus olhos. — Ai, vizinho, joguei a bola com muita força e olha só o que aconteceu! (mas não fazia nada pra pegar a toalha e se cobrir)
— Não se preocupe, vizinha, já vou pegar.
— Pegar o quê? A bola ou eu? (que palavras mais fodas)
Não respondi, pulei o muro, peguei ela e começamos a nos beijar, enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo dela, ela correspondia pra caralho, até que ela se afastou.
— Calma, vizinho, cê não tá cansado, não? Acabou de comer a sua namorada?
— Não é minha namorada, e olha, cê acha que eu tô cansado? (apontei pro meu pau, já todo duro, querendo sair do meu short)
— Que gostoso, vizinho, já vi que cê é bem safado, mas vai ter que esperar, meu marido pode chegar a qualquer hora.
— Cê vai me deixar assim?
— Só um pouco, além disso, você me deixa com tesão há muito tempo, não acho que você vai aguentar até hoje à noite?
— Por que só à noite?
— Porque meu marido tá no turno da noite, então temos a noite toda pra aproveitar.
Ela esticou a mão e pegou no meu pau por cima do short, começou a esfregar.
— Eu também não aguento, mas é melhor assim, não quero que nos descubram.
Ela se abaixou, tive certeza que ia me chupar, mas a única coisa que fez foi pegar a toalha e se cobrir, me beijou.
— Quando você ouvir meu marido sair, vem pra cá depois de 30 minutos pra deixar tudo pronto. Agora vai bater uma.
Não tive escolha a não ser dar mais um beijo e pular o muro de volta pra casa e esperar até a noite.

As horas pareciam não passar, minha família chegou em casa, isso era uma merda porque eu não ia conseguir pular pra casa da vizinha como se nada fosse. Era umas 9 da noite e o doutor já tinha ido embora, tava morrendo de ansiedade, mas não tinha o que fazer além de esperar todo mundo dormir pra pular. Mas tinha um problema: como avisar minha vizinha que eu teria que esperar mais do que o combinado? Não podia ligar pra casa dela porque eles têm o péssimo costume de não atender o telefone, mesmo que ele toque e toque. fiz. Fui pro meu quarto e tentei procurar ela, pra ver se por acaso ela tinha Facebook, mas não tive sorte. Tava desesperado até que ouvi alguém sussurrando meu nome, virei e ela tava no telhado da casa dela falando comigo pela minha janela. Eu me aproximei—

—Isso vai ter que ser mais tarde, vizinha. Podem nos descobrir se eu for agora.

—Não se preocupa, vem quando achar que é seguro. Vou deixar a porta dos fundos aberta, entra e vai direto pro meu quarto. E se por acaso me encontrar dormindo, não se preocupa, me acorda do jeito que você quiser.

Pff, que excitante quando uma mulher sabe o que quer. Passaram algumas horas até todo mundo dormir. Quando já não ouvia mais nenhum barulho, saí, verifiquei se todos estavam dormindo. Tavam mesmo, porque fui direto pular o muro. Tava de short e camiseta, e claro, com um pacote de camisinhas. Pulei com cuidado pra não fazer barulho e pra não cair, porque tava tudo escuro. A porta tava fechada, fiquei bolado, mas girei a maçaneta e ela abriu. Fui abrindo devagar, tava super nervoso, não nego, mas excitado ao mesmo tempo. Caminhei devagar, agora pra ver onde era o quarto dela — era a primeira vez que entrava na casa dela. Passei pela cozinha, cheguei na sala e tinha um corredor pequeno com várias portas, mas uma tava aberta. Espiei, lá tinha uma cama e ela coberta por um lençol. Ver ela ali fez meu coração bater a mil por hora. Não tinha mais volta, me aproximei da cama e sentei nela. Ela virou, coberta pelo lençol.

—Já era hora, tava justamente pensando em você. Olha… ela tirou a mão de dentro do lençol e aproximou do meu rosto, tava toda molhada. A danada tava se masturbando.

—Quer provar?

—Claro, mas não da sua mão… (de uma puxada, tirei o lençol e lá estava ela de lingerie, era o conjunto preto de renda que ela deixava do lado da minha janela). Desci pra acariciar as pernas dela, aproximando meus lábios da pele, fui subindo devagar, até chegar nas coxas dela. Ela apertava os peitos dela, devagar fui tirando a calcinha fio dental dela, foi super erótico, a ponta da minha língua tocou os lábios maiores dela e ela suspirou e ergueu o peito, suspirei no clitóris dela e com meus lábios dei uma mordidinha, me afastei e deixei minha língua fazer o trabalho dela, com movimentos em oito com minha mão subindo pela perna dela, brinquei na entrada da buceta dela, totalmente molhada, foi fácil enfiar um dedo, devagar eu enfiava e aplicava pressão com movimentos suaves lá dentro pra estimular o ponto G dela. Ela mexia as pernas, arqueava e me apertava com as coxas, os gemidos dela aumentavam de intensidade, e poucas palavras saíam dela.

—Continua, vizinho, não para—ahhh---

Coisas assim, um dedo não era suficiente, então decidi ajudar com um segundo, quanto mais ela curtia… com um puxão forte no meu cabelo ela falou…

Ahhh vou gozar!!!.. ohh sobe logo e me penetra!!!

Tirei a roupa o mais rápido que pude, coloquei uma camisinha e na posição missionário comecei a enfiar meu pau que parecia que tinha passado algum lubrificante extra porque entrava e saía como se fosse nada. A gente se beijava e como tenho lábios grossos, ela não hesitou em morder eles. Saí de cima dela, me acomodei do lado dela e na posição de conchinha, levantando uma perna dela, comecei a penetrar ela, enquanto tirava o sutiã dela pra liberar aquele par de peitos com uns mamilos grandes e escuros, durinhos. A pele dela estava toda arrepiada. Minhas investidas foram aumentando de intensidade, enquanto eu entretinha minha mão no peito dela, ela tocava o clitóris dela com desespero. Queria comer mais aqueles peitos, então pedi pra ela montar em mim, ela se ajeitou e sentou no meu pau, que espetáculo ver como entrava, me sentei e ela me abraçou com as pernas, me puxando pro peito dela, comi ele com desespero, mordia os mamilos dela, passava do esquerdo pro direito, que delícia ter pra escolher haha, ela, pra evitar que minha boca saísse dos mamilos dela, não montava direito. De cima pra baixo, se ela não se mexia com minha pica toda enfiada nela. O interior dela tava super quente. Minhas mãos desceram pra pegar aquela bunda que, mesmo não sendo grande, tava no ponto pra dar uns tapinhas, haha. A gente se beijou de novo, intenso. Ela colocou as mãos no meu peito e me empurrou pra cama. Levantou e virou.

—Aproveita como você me come —ela falou.

E enfiou minha pica de novo, mas agora de costas, vendo ela entrar e sair com o sobe e desce de cócoras, cada vez mais rápido.

—Vai, goza logo que eu tô cansando —disse ela.
—Espera, vizinha, que eu quero curtir mais um pouco —falei.
—Olha que filho da puta, então aproveita —respondeu.

Segurei ela pela bunda e meio que empurrei pra ficar de quatro.

—Fica assim pra não cansar e só curtir —falei.
—Manda ver então —disse ela.

Que comilança que eu dei, batendo forte na bunda dela, o barulho da cama era evidente, os peitos dela balançavam sem controle, ela só gemia e gemia... e foi quando senti que era hora de descarregar tudo. Gozei e tirei, a camisinha ficou cheia do meu leite, dei um nó.

—Não vai jogar aqui, hein —ela falou.
—Não, claro que não, fica tranquila, eu levo —respondi.

A gente deitou na cama, se olhou e caiu na risada, era inacreditável o que tinha acabado de rolar.
—Temos que repetir —falei.
—Com certeza —disse ela.

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