Meus desejos de ser a mulher dele

Minha buceta cheia de porra, a calcinha fio dental que eu tava usando também, meu pintinho menor do que nunca e eu sem saber o que fazer... Os minutos passavam naquela manhã, eu me sentia aniquilado, será que foi realmente o Raul, meu futuro sogro se Deus quiser, que gozou na minha bunda pequenininha? Minha futura sogra ou alguma das minhas futuras cunhadas teriam masturbado meu pintinho enquanto o Raul enfiava o pauzão dele no meu buraquinho?

Incerteza demais, sentia minha alma totalmente afeminada. Tomei uma decisão: fechar os olhos e descansar, relaxar minha mente e, claro, minha bundinha. Algo me dizia que o dia ia ser longo pra caralho...

Acordei daquele descanso, acho que era uma ou duas horas depois do meio-dia. Ainda tava vestido com aquela fio dental já bem suja, porque tinha meu esperma do pintinho e a porra que tinha vazado da minha bundinha. Sentia uma vontade imensa de tomar um banho e lavar direitinho minha cavidade anal pequenininha.

Levantei da cama com cuidado, queria ser o mais cauteloso possível, pensando que talvez pudesse ter alguém na casa. Mas quando olhei pra porta do quarto, vi que ela tava escancarada. Andei devagar até a porta, coloquei a cabeça pra fora e não vi movimento nenhum...

Só ouvi uns barulhinhos. Definitivamente, era o Joaquin jogando no PC na sala. Sem nenhuma precaução e ainda vestido como uma puta, fui até a sala e lá estava ele...

Joaquin, falei, como cê tá? Ele, sem me olhar e continuando prestando atenção na tela do PC, respondeu que tava bem. Por um lado, fiquei muito decepcionado, porque o Joaquin não tava nem aí pra mim. Por outro, se ele tivesse me visto, eu teria ficado com vergonha, porque eu tava realmente sujo, ou suja, melhor dizendo. Embora a essa altura, já chegou o momento em que na minha história eu começo a me sentir uma verdadeira mulher e me tratar como tal...

Joaquin, posso tomar um banho? falei... Sim, vai, respondeu. disse. Seco, frio, nem "slut" me chamou, nem nojenta, nada, nada de nada, humilhação era pouco...
Fui pro banheiro e finalmente tomei um banho bem gostoso, enxaguei cada milímetro do meu pintinho, e passei
sabão na cavidade anal uma vez e outra, queria — não sei se a palavra é apagar — mas sim esconder toda evidência..
Depois do banho, me vesti com minha roupinha de homenzinho que tinha levado pro banheiro e saí pra
me despedir do Joaquin, quando vou pra sala, não encontro ele, olho na cozinha e também não tava,
vou pro quarto dele e não tava, até que escuto a voz dele me dizendo: "tá me procurando? vem..."
A voz dele vinha do quarto dos pais dele, meu coração começou a bater apaixonadamente, entro no quarto e
vejo dezenas de calcinhas e sutiãs espalhados por toda a caminha dos pais dele.
Assustada, falei: "O que é isso, Joaquin?"... "Veste o que eu mais gostar, te espero na sala, se veste
bem slut que tenho muitos planos pra você, ah! e o que não usar guarda de volta que é tudo
da minha mãe...."
Assim que o Joaquin saiu, eu me despi e me joguei em cima das calcinhas, comecei a rolar e passar
toda a roupinha íntima pelo corpo todo, era uma slut feliz. Sem perder tempo, escolhi uma tanga
vermelha de renda, um sutiã também vermelho, mas de algodão, e lembrei que a mãe dele tinha
umas leggings brancas e uma blusinha meio transparente e bem decotada, ideal pros meus peitinhos de porquinha,
pra me sentir realmente a mulher dele, decidi ir ao banheiro e pintar os lábios de um vermelho furioso, como rímel e essas
coisas eu não sabia usar, pulei essa etapa, e o que fiz foi colocar uns lindos sapatos de salto que a irmã dele tem...
Depois dessa sequência, fui pra sala, o Joaquin tava de cueca boxer, sentado num sofá vendo TV, quando eu apareci,
ele nem me deu bola, então decidi passar na frente dele e sentar do lado pra ver TV, a sensação de estar vestida como uma puta do lado dele, embora não fosse a primeira vez,
era um mundo de sensações pra mim, sentia que me molhava por dentro, que meu pintinho gozava sozinho e que
meu buraquinho anal se dilatava e pulsava pedindo aos berros a cabeça da pica enorme dele...
Depois de ficar um tempão vendo TV e tendo aquele mundo de sensações, comecei a passar a mão
na perna dele até que não aguentei mais e, olhando nos olhos dele, perguntei: posso chupar?
Ele não disse nada e começou a baixar minha cabeça até a pica enorme dele, meu coração explodia de felicidade,
de novo eu ia ter aquela cock linda e imensa na minha boquinha, e dessa vez com os lábios pintados...
Com meu nariz comecei a fazer carícias por cima da cueca naquela pica enorme ainda dura, com minhas mãozinhas
de porquinha tirei a cueca dele e, toda mortinha como estava, enfiei ela toda toda na minha boquinha a ponto
de até os ovos dele entrarem, tinha uma sensação gostosa de carne quentinha na minha boca, aos poucos ela
começou a ficar dura e cada vez mais, e quanto mais crescia, menos cabia na minha boca, até que decidi
abrir o máximo que pude e, já dura por completo, comecei a me engasgar mas sem nem me mexer...
Tinha a cock inteira na boca e eu quietinha, a única coisa que fazia era brincar suavemente com minha língua
acariciando todo o tronco por baixo, devagarinho comecei a tirar minha boquinha da pica dele, suavemente
percorria cada centímetro de pica como se fosse a última vez que fosse chupar, que era assim que realmente sentia, continuei tirando minha boquinha de lá, até que só ficou a cabecinha dela, com a cabecinha
na minha boca comecei a dar chupadinhas bem suaves e ternas, mas parece que ele não aguentou
e começou a mover minha cabeça pra cima e pra baixo... Ele se masturbava com minha boca,
já não importava se eu era um ser humano, uma porquinha ou uma mão, ele só me usava
pra gozar, e isso realmente me excitava cada vez mais, a cock dele não parava de crescer,
sentia que a qualquer momento viria a explosão de Porra que ia chegar na minha garganta na hora e inundar de prazer meus sentimentos femininos mais profundos, mas não foi assim...
Joaquim tirou a pica da boca e falou: fica de quatro igual uma porquinha de agronomia...
Eu obedeci, ele se levantou e eu fiquei de joelhos no sofá, com os pés pra fora, os braços apoiados na parede e as tetinhas roçando o encosto inteiro do sofá. Joaquim, de uma vez só, puxou minha legging branca pra baixo, afastou minha calcinha fio dental, abriu com força uma bochecha da minha bunda minúscula e, num piscar de olhos, enfiou a pica enorme no meu buraquinho anal...
Aii!! Joaquim! Assim! Que pica enorme! Joaquim, sou sua porquinha! Joaquim, por favor, faz um filho em mim, vai, Joaquim! Faz um filho nessa puta! Vai, Joaquim, me dá porra, me dá leite! Queria que a vizinhança inteira soubesse que Joaquim tava comendo e que tinha uma pica imensa, queria que todo mundo soubesse também que Joaquim provavelmente não tava comendo uma mulherzinha pelo tom de voz, que, mesmo tentando simular, não era de uma mulherzinha de verdade...
Joaquim não parava um segundo de bombar, sentia raiva em cada estocada, sentia que ele tava me comendo com ódio. Começou a torcer minhas tetinhas enquanto eu não aguentava mais de dor, e cada grito que eu soltava se misturava com choro...
Joaquim, vai! Vai, Joaquim, me dá essa pica! As bolas, vai, vai, as bolas, quero que enfie até as bolas, Joaquim, pelo amor de Deus! Vai, enfia as bolas em mim!!!
Lembro que quase desmaiei com a explosão que Joaquim causou na minha bunda minúscula, era tudo prazer, minhas tetinhas esmagadas no encosto do sofá estavam vermelhas de tanto prazer, Joaquim não tinha parado um segundo de beliscar e torcer elas...
Gostou, porquinha de merda?... Não consegui responder àquela pergunta, continuei na mesma posição sem conseguir me mexer, cada um dos meus sentidos femininos florescia mais e mais, meu pintinho derramava líquidos, sem nem tocar nele...
Porca. Nojenta, me responde... ele disse, já aumentando o tom de voz e batendo com a rola na minha bunda.
Adorei, eu disse.
Melhor assim, ele respondeu, porque de agora em diante você vai fazer tudo que eu mandar. Levanta essa calcinha que a gente vai no mercadinho chinês fazer umas compras...
Achei que tinha entendido errado... mesmo assim respondi: tá bom, vou me trocar e a gente vai...
Não, não, você levanta a fio dental e vai assim mesmo...
Mas Joaquim, não posso sair na rua assim... você sabe que sou e vou ser sua puta todas as vezes que quiser, mas não me pede isso...
Se você vai ser minha puta todas as vezes que eu quiser, agora eu quero isso. Levanta a fio dental e vem comigo no mercadinho...
Não, Joaquim, vou me trocar...
Não vai me obedecer, puta? Então dá tchau pra sua família e pra todos os seus conhecidos...
O que você tá dizendo?, eu falei... já estava muito tonta nessa hora, já não sabia se era um sonho ou o quê...
É sim, olha ali, dá tchau pra câmerinha, tá tudo filmado, porquinha de merda...

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Meus desejos de ser a mulher dele II
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Meus desejos de ser sua mulher III
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Meus desejos de ser sua mulher IV
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Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser a mulher dele VI
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