Fala galera do Poringa, tenho 30 anos, sou argentino e vou contar minha primeira vez, aos 29 anos.
Todo fim de semana a gente se juntava na casa de um amigo ou de outro pra fazer um esquenta antes de sair pra alguma balada, bar ou o que fosse. Mas esse finde foi bem diferente: a gente se reuniu na casa do Rodrigo (vou chamar ele assim) e, como era o aniversário de um dos caras, veio bastante gente. Pedimos umas pizzas e, claro, tinha cerveja e fernet pra dar e vender, além de baseado.
A gente tava vendo pra onde sair, quando cai uma tempestade do caralho, então ficamos. Como ninguém tava puxando um assunto específico e depois de várias partidas de truco (jogo de baralho espanhol pra quem não conhece), o Rodrigo pega as cartas, separa elas e fala de jogar um jogo chamado "a ordem do rei". Consiste em separar as cartas, tirar um 12, um 11 e um 10, e o resto qualquer uma até completar o número de gente na mesa. Como éramos 5 caras e 3 minas, só faltavam 5 cartas. Ele embaralha e explica: quem tirar o 12 tem que dizer o que o 10 deve fazer com o 11. Ou seja, se você tirar o 12, você manda o que quem tirou o 10 vai fazer com quem tirou o 11.
No meio do fernet, do baseado, as provas no começo eram meio bestas, até que chegava a vez em que o 10 e o 11 eram dois homens ou duas mulheres — aí é que a coisa ficava interessante. No início, eram beijos e carícias, uns roços no máximo, mas aos poucos foi aumentando a aposta. Quando chegou a vez do Martin (um dos caras) ser o 12, eu ser o 10 e o Rodrigo ser o 11. A prova que ele me deu foi que eu tinha que apalpar a pica dele por cima da cueca por um minuto. Fiquei na dúvida, achei demais, e o Rodrigo disse que se eu não fizesse, todo mundo na mesa faria uma prova de castigo pra eu cumprir. Entre risadas e resistência, comecei a apalpar a pica dele, que já tava dura. O minuto parecia não acabar nunca, e as zoações de todo mundo ao meu redor eram fodas. Tremendas. Bom, a prova passou, todo mundo caiu na risada por um tempo e seguimos em frente. Claro, a essa altura a noite já tava super quente. Teve umas provas hétero entre eu e uma das minhas amigas, tipo tirar o sutiã dela só com a boca, e mais algumas com os outros caras. Nisso, eu já tinha esquecido o que rolou antes e tava com o pau durasso. Quando distribuíram as cartas de novo, dessa vez foi o Rodrigo que tirou o 12, eu tirei o 10, e o Martin o 11 — ele que tinha feito a prova anterior. A prova era: masturbar ele por 5 minutos. De novo, achei exagerado e fiquei me perguntando por que comigo, um vai e vem de "sim" e "não". No meio do bafo que eu tava, aceitei. Na metade do tempo, de sacanagem, o Martin começou a simular um gemido que me deixou super desconfortável, e eu soltei o pau, falei que não ia continuar assim. Todo mundo caiu na risada de novo, outro vai e vem de "sim" e "não", e continuei masturbando ele. Mas ele começou a zoar de novo com o gemido, e eu falei que não dava pra continuar. Aí entramos todos numa discussão de bêbados, um bando de magrelo e gostosão bêbado. E como eu não cumpri a prova — mesmo achando que já tinha cumprido de sobra — me deram uma prova de castigo, que era mil vezes pior que a original. Eu tinha que lamber entre o pau e as bolas do Rodrigo. Recusei na hora, e ficaram uns 20 minutos tentando me convencer. Com o bafo que eu tava, não custou muito mais, mas eu falei que não conseguia fazer na frente de todo mundo, me dava nojo e vergonha. Aí disseram que precisava ter pelo menos uma testemunha. Então fomos pro quarto: eu, Rodrigo e Martin (que foi como testemunha). O cheiro do pau era estranho, tipo suor, mas suave — o que se diz cheiro de ovo, mas não chegava a incomodar. Comecei a lamber com um pouco de nojo, e pra minha surpresa, ele começou a se masturbar violentamente. Em poucos segundos, me afastei, não tava gostando nada do que tava rolando, mas não conseguia parar de olhar ele se masturbando. Daí a pouco ele falou que eu tinha que continuar a prova. Pedi pra ele parar de se masturbar porque me dava agonia, ele topou, e eu comecei de novo. lamber de novo, já com menos nojo (a rola era de tamanho normal, não saberia dizer o comprimento, mas era bem mais grossa que qualquer rola que já vi). Enquanto isso, ele começa a se masturbar devagar, me pega pela cabeça e tenta me guiar pra chupar a rola dele. Resisto um pouco, mas por uma razão que não consigo explicar, aceito e começo a chupar a rola dele. Quando percebo onde o Martin estava, levanto a cabeça e ele tinha apagado no sofá do lado da cama. O Rodrigo puxa minha cabeça de volta pra rola dele, e eu chupo até ele gozar na minha boca. Pra ser sincera, o gosto da porra não me agradou nem um pouco.
Depois me limpo com uma toalha, tentamos acordar o Martin, que tava no maior sono, e como não conseguimos, vamos pra sala. O clima já tava bem morto, nem ideia de quanto tempo ficamos no quarto, mas eram 5 da manhã. Todo mundo perguntou o que rolou, eu fiz um pouco de cu doce, o Rodrigo respondeu que cumpriu o teste e pronto. Todo mundo caiu na risada por um tempo. Já meio cansados, cada um foi pra sua casa, e como eu tenho quase 2 horas de viagem até em casa, o Rodrigo falou "fica aí, vai de manhã", e eu aceitei. O sono que eu tava era tanto que apaguei assim que deitei.
No outro dia, acordei com uma baita ressaca lá pelas 14:30 da tarde, era domingo. Lembrava de algumas coisas da noite toda, mas o que rolou no quarto tava bem claro na minha cabeça. Levantei, o Martin já tinha ido embora, e o Rodrigo tava preparando um café.
Ele me viu e, como se nada tivesse acontecido, perguntou se eu queria café. Aí percebi que ainda tinha o gosto da rola dele na boca e falei que sim. Ele me serviu o café e perguntou se eu tinha gostado. Falei que sim, mesmo nunca imaginando que faria uma parada dessas. Ele riu e disse: "mas você mandou bem pra caralho, e quando quiser a gente repete, mas sem cerveja ou fernet."
Então é isso. assim que tudo começou, mais pra frente eu continuo contando, as primeiras vezes!
Todo fim de semana a gente se juntava na casa de um amigo ou de outro pra fazer um esquenta antes de sair pra alguma balada, bar ou o que fosse. Mas esse finde foi bem diferente: a gente se reuniu na casa do Rodrigo (vou chamar ele assim) e, como era o aniversário de um dos caras, veio bastante gente. Pedimos umas pizzas e, claro, tinha cerveja e fernet pra dar e vender, além de baseado.
A gente tava vendo pra onde sair, quando cai uma tempestade do caralho, então ficamos. Como ninguém tava puxando um assunto específico e depois de várias partidas de truco (jogo de baralho espanhol pra quem não conhece), o Rodrigo pega as cartas, separa elas e fala de jogar um jogo chamado "a ordem do rei". Consiste em separar as cartas, tirar um 12, um 11 e um 10, e o resto qualquer uma até completar o número de gente na mesa. Como éramos 5 caras e 3 minas, só faltavam 5 cartas. Ele embaralha e explica: quem tirar o 12 tem que dizer o que o 10 deve fazer com o 11. Ou seja, se você tirar o 12, você manda o que quem tirou o 10 vai fazer com quem tirou o 11.
No meio do fernet, do baseado, as provas no começo eram meio bestas, até que chegava a vez em que o 10 e o 11 eram dois homens ou duas mulheres — aí é que a coisa ficava interessante. No início, eram beijos e carícias, uns roços no máximo, mas aos poucos foi aumentando a aposta. Quando chegou a vez do Martin (um dos caras) ser o 12, eu ser o 10 e o Rodrigo ser o 11. A prova que ele me deu foi que eu tinha que apalpar a pica dele por cima da cueca por um minuto. Fiquei na dúvida, achei demais, e o Rodrigo disse que se eu não fizesse, todo mundo na mesa faria uma prova de castigo pra eu cumprir. Entre risadas e resistência, comecei a apalpar a pica dele, que já tava dura. O minuto parecia não acabar nunca, e as zoações de todo mundo ao meu redor eram fodas. Tremendas. Bom, a prova passou, todo mundo caiu na risada por um tempo e seguimos em frente. Claro, a essa altura a noite já tava super quente. Teve umas provas hétero entre eu e uma das minhas amigas, tipo tirar o sutiã dela só com a boca, e mais algumas com os outros caras. Nisso, eu já tinha esquecido o que rolou antes e tava com o pau durasso. Quando distribuíram as cartas de novo, dessa vez foi o Rodrigo que tirou o 12, eu tirei o 10, e o Martin o 11 — ele que tinha feito a prova anterior. A prova era: masturbar ele por 5 minutos. De novo, achei exagerado e fiquei me perguntando por que comigo, um vai e vem de "sim" e "não". No meio do bafo que eu tava, aceitei. Na metade do tempo, de sacanagem, o Martin começou a simular um gemido que me deixou super desconfortável, e eu soltei o pau, falei que não ia continuar assim. Todo mundo caiu na risada de novo, outro vai e vem de "sim" e "não", e continuei masturbando ele. Mas ele começou a zoar de novo com o gemido, e eu falei que não dava pra continuar. Aí entramos todos numa discussão de bêbados, um bando de magrelo e gostosão bêbado. E como eu não cumpri a prova — mesmo achando que já tinha cumprido de sobra — me deram uma prova de castigo, que era mil vezes pior que a original. Eu tinha que lamber entre o pau e as bolas do Rodrigo. Recusei na hora, e ficaram uns 20 minutos tentando me convencer. Com o bafo que eu tava, não custou muito mais, mas eu falei que não conseguia fazer na frente de todo mundo, me dava nojo e vergonha. Aí disseram que precisava ter pelo menos uma testemunha. Então fomos pro quarto: eu, Rodrigo e Martin (que foi como testemunha). O cheiro do pau era estranho, tipo suor, mas suave — o que se diz cheiro de ovo, mas não chegava a incomodar. Comecei a lamber com um pouco de nojo, e pra minha surpresa, ele começou a se masturbar violentamente. Em poucos segundos, me afastei, não tava gostando nada do que tava rolando, mas não conseguia parar de olhar ele se masturbando. Daí a pouco ele falou que eu tinha que continuar a prova. Pedi pra ele parar de se masturbar porque me dava agonia, ele topou, e eu comecei de novo. lamber de novo, já com menos nojo (a rola era de tamanho normal, não saberia dizer o comprimento, mas era bem mais grossa que qualquer rola que já vi). Enquanto isso, ele começa a se masturbar devagar, me pega pela cabeça e tenta me guiar pra chupar a rola dele. Resisto um pouco, mas por uma razão que não consigo explicar, aceito e começo a chupar a rola dele. Quando percebo onde o Martin estava, levanto a cabeça e ele tinha apagado no sofá do lado da cama. O Rodrigo puxa minha cabeça de volta pra rola dele, e eu chupo até ele gozar na minha boca. Pra ser sincera, o gosto da porra não me agradou nem um pouco.
Depois me limpo com uma toalha, tentamos acordar o Martin, que tava no maior sono, e como não conseguimos, vamos pra sala. O clima já tava bem morto, nem ideia de quanto tempo ficamos no quarto, mas eram 5 da manhã. Todo mundo perguntou o que rolou, eu fiz um pouco de cu doce, o Rodrigo respondeu que cumpriu o teste e pronto. Todo mundo caiu na risada por um tempo. Já meio cansados, cada um foi pra sua casa, e como eu tenho quase 2 horas de viagem até em casa, o Rodrigo falou "fica aí, vai de manhã", e eu aceitei. O sono que eu tava era tanto que apaguei assim que deitei.
No outro dia, acordei com uma baita ressaca lá pelas 14:30 da tarde, era domingo. Lembrava de algumas coisas da noite toda, mas o que rolou no quarto tava bem claro na minha cabeça. Levantei, o Martin já tinha ido embora, e o Rodrigo tava preparando um café.
Ele me viu e, como se nada tivesse acontecido, perguntou se eu queria café. Aí percebi que ainda tinha o gosto da rola dele na boca e falei que sim. Ele me serviu o café e perguntou se eu tinha gostado. Falei que sim, mesmo nunca imaginando que faria uma parada dessas. Ele riu e disse: "mas você mandou bem pra caralho, e quando quiser a gente repete, mas sem cerveja ou fernet."
Então é isso. assim que tudo começou, mais pra frente eu continuo contando, as primeiras vezes!
6 comentários - Minha primeira vez (GAY) com um dos meus melhores amigos
ahora en cuanto me hago untiempo , cuento como siguio!!! gracias por el interes
🤤 🤤