Já faz vários anos, quando eu tinha só 19, durante um verão fui convidada a passar um fim de semana prolongado com minha irmã mais velha, Susana, e o marido dela, Carlos, na casa que eles têm à beira do lago San Roque, na província de Córdoba. Como era uma época quente, não só é possível como necessário andar leve de roupas, então só coloquei na bolsa umas peças íntimas, o biquíni e pouco mais, e me despedi dos meus pais, com quem morava na época, quando Su e o marido vieram me buscar na caminhonete deles.
Viajamos juntos conversando o caminho todo, até que finalmente chegamos na casa. Logo nos instalamos e vestimos nossos trajes de banho, e como a casa é construída bem na beira do lago, fomos nadar um pouco para nos refrescar, enquanto Carlos cuidava de arrumar algumas coisas para o fim de semana.
Susana apareceu com o biquíni dela, exibindo o corpo lindo que tem, capaz de dar inveja a qualquer modelo. Com seus então 27 anos, ela estava radiante e gostosa com a longa cabeleira loira caindo sobre os ombros. Não é de se admirar que com um corpo desses ela tenha conquistado um homem tão bonito como Carlos. Alto, bronzeado, e com um corpo muito bom, sólido como uma rocha. Eu era muito apegada a eles, e lembro como, anos antes, quando era só uma garotinha, tinha inveja da minha irmã pelo homem com quem ela se casou.
Susana abriu uma garrafa de vinho e me serviu, embora saiba que não estou acostumada a beber, e que na minha casa, com o quanto meus pais são rígidos, nunca me teriam permitido. Mas com ela eu podia me mostrar de outro jeito, já que ela sempre foi rebelde e disposta a viver de uma forma mais livre, sem se preocupar com preconceitos ou com o que vão dizer, e fazendo as coisas do jeito dela.
Pegamos um pouco de sol fazendo topless, embora eu não tivesse coragem porque a qualquer momento Carlos podia passar e me ver, Susana me incentivou a fazer, me convencendo de que não tinha se preocupar com essas bobeiras.
Na manhã seguinte, passei o dia no lago, nadando e tomando sol, enquanto Susana e Carlos cuidavam de algumas coisas relacionadas à manutenção da casa de veraneio deles. Insistiram para que eu não ajudasse em nada e simplesmente me dedicasse a me divertir, e não tive outra saída senão obedecê-los. Ao meio-dia, subi para a sala e me sentei no sofá ao lado de Susana, e ficamos ali conversando. Ela direcionou nossa conversa para o sexo, o que era bem constrangedor para mim, já que aos dezessete anos eu ainda era virgem.
Ela me contou como perdeu a virgindade quando era adolescente, e o doloroso que foi para ela naquele momento. Eu me lembro da noite em que aconteceu. Nossos pais não estavam em casa e, de repente, acordei com os gritos que ela dava, no mesmo quarto que dividíamos e para onde ela tinha levado o namorado, mesmo sabendo que eu dormia na cama ao lado, para transar. Imediatamente, a empregada veio correndo e, numa situação que sempre foi muito confusa para mim, levou minha irmã, que estava com as pernas cobertas de sangue, em meio a uma confusão de gritos e lágrimas. O cara com quem ela estreou foi extremamente bruto e não deu a Susana nenhuma chance de relaxar e se preparar. Como ela estava ansiosa e assustada, a buceta dela estava completamente seca, e quando ele empurrou com força, rasgou o hímen logo na primeira investida. Lembro que, mesmo tentando dormir, ouvi os gritos e choros da Susana por horas, e quando levantei de manhã, ainda encontrei restos de sangue no chão.
A experiência foi tão traumática para ela que ela não voltou a transar até depois de se casar com Carlos. E foi só a partir daí que, segundo ela, conseguiu aproveitar o sexo de verdade na vida. Graças ao Carlos, que foi extremamente paciente com ela e realmente a ajudou a relaxar para curtir o sexo, ela tinha conseguido alcançar a plenitude na cama e participar ativamente quando faziam amor. Ela me contou também que juntos tinham uma relação cheia de vida e sexo, e se divertiam maravilhosamente.
Eu me sentia bem desconfortável com os rumos que a conversa tinha tomado, mas Susana continuou. Ela me disse que não queria que eu sofresse tal experiência e que sabia que, se eu fosse preparada corretamente, não teria problemas para amar e gozar do sexo. Foi então que ela me chocou ao dizer que ela e Carlos tinham combinado de iniciar minha iniciação no sexo. Ela se levantou e, pegando minha mão, me disse: "vem comigo, irmãzinha, que você não tem nada a temer".
Puxando meu pulso, ela começou a me levar até meu quarto. Claro que eu resisti, gritando que não, pedindo uma e outra vez que por favor parasse, mas entre tropeços e quedas ela conseguiu me levar até meu quarto.
Assustada como estava, olhei nos olhos de Susana e pedi que não me machucasse, e ela me olhou com a expressão mais compreensiva e tranquilizadora do mundo, dizendo que o que íamos fazer era a coisa mais maravilhosa do mundo e que eu não precisava ficar assustada. Estando as duas de pé, Susana, entre carícias, desamarrou a parte de cima do meu biquíni, deixando meus peitos à mostra. Ela os olhou e disse que eu tinha um corpo lindo. Colocou os braços ao meu redor e me abraçou, puxando-me para perto do corpo dela, pedindo que eu não gritasse e que tudo ia ser maravilhoso. Depois, senti os dedos dela dentro do elástico da minha calcinha, fazendo com que ela deslizasse sobre minhas nádegas e caísse abaixo dos meus tornozelos. Pegando minha mão, ela me fez andar por cima das minhas roupas e, olhando meu corpo nu, disse de novo como ele era bonito. Por fim, me levou até o banheiro e limpou minhas lágrimas e arranhões, e me conduziu pelo corredor até o quarto dela.
Quando entramos no quarto, vi Carlos deitado na cama, sem dúvida esperando a nossa chegada. chegada. Da grande cabeceira da cama de casal pendia uma bolsa de enema parcialmente cheia. Ao vê-la, recuei, pois lembrava de alguns enemas que minha mãe tinha me aplicado quando eu era mais nova, por prescrição médica. Não era uma lembrança feliz. Depois daquelas vezes em que tive que recebê-lo, já fazia alguns anos, não tinha precisado tomar outro enema, e realmente esperava nunca mais ter que tomar um. Mesmo assim, Susana me levou até o lado da cama. Ela me disse que um enema me ajudaria a relaxar. Me explicou que, se fosse administrado corretamente, podia ser uma experiência extremamente agradável para uma mulher, capaz de intensificar o prazer do sexo e até de provocar um orgasmo por si só. Carlos me disse então que me aplicariam uma série de enemas. Cada um conteria progressivamente mais líquido e minha posição variaria a cada vez. O resultado seria um intestino limpo por completo e vazio, e eles me relaxariam totalmente para me deixar mais receptiva aos enemas.
Então Su se sentou num lado da cama e Carlos me fez deitar no colchão, colocando minha cabeça no colo de Su. Depois me fez levantar as pernas, adotando uma posição fetal, com minha perna direita levemente sobre a esquerda. Isso, ele me explicou, era a posição clássica usada em hospitais. Apesar da confiança que eles estavam me passando, a vergonha me dominava e fechei meus olhos com força. Carlos levantou minha nádega direita e eu sentia que ele esfregava devagar algo macio no meu cu. Su me disse para não pensar em mais nada além das sensações que eu sentia e me disse novamente para não ficar assustada.
Quando a ponta do injetor me tocou, meu cu estava bem fechado. Carlos girava o injetor para frente e para trás enquanto pressionava e, por fim, ele deslizou devagar para dentro de mim. Eu sentia cada milímetro entrando, mas em nenhum momento me machucou. Logo depois, pude sentir como a água entrava varrendo meu interior, e um tremor percorreu meu corpo. Eu sentia o injetor deslizando dentro de mim, e para minha surpresa, era muito bom e encontrei prazer nessa situação. Carlos mexeu levemente o injetor pra dentro e pra fora, pra frente e pra trás. Nunca tinha sentido algo parecido na minha vida. Enquanto Carlos mexia o injetor no meu cu, um tremor acompanhado de sons vindos do meu interior se fez sentir, junto com um calor intenso na minha parte de trás e no meu reto mais baixo. Susana me disse pra relaxar, e o calor se espalhou por todo o meu corpo enquanto Carlos continuava manipulando o injetor. Relaxei ainda mais, curtindo a primeira aplicação decente de um enema que eu recebia.
Levou só uns minutos pra solução de um quarto de galão que tinham me enfiado se incorporar ao meu corpo. Carlos tinha fechado a passagem de líquido pelo tubo, e devagar tinha tirado o injetor. Como ainda não me sentia pronta pra um homem ver toda a minha intimidade, a Su me acompanhou até o banheiro. Ela tocava de leve na minha bunda com uma mão, e com a outra massageava suavemente minha barriga. Era uma delícia. Ela me explicou que a forma de expelir a solução do enema era tão importante quanto a forma de receber. Eu tinha que segurar o líquido dentro de mim até a pressão realmente acumular, e só então relaxar e deixar sair, sem nunca forçar a expulsão.
Segundo ela, mais pra frente eu conseguiria segurar o líquido por mais tempo, e depois, conforme fosse me acostumando, poderia mantê-lo dentro de mim completamente relaxada. Logo senti a necessidade de expelir e me sentei no vaso, deixando uma torrente de água quente e merda explodir pra fora do meu cu. A sensação era absolutamente deliciosa e eu soltei um gemidinho de prazer, enquanto meu corpo tremia. A Su me ajudou a me limpar, e me acompanhou até o quarto onde Carlos estava nos esperando. Fomos para a sala e, sentados no sofá, conversamos um pouco sobre enemas e como deveriam ser tomados. Eu sentia uma sensação deliciosa em todo o meu corpo, um calor que me envolvia por completo. Susana descreveu várias posições que tentaríamos mais tarde e como deveriam ser administradas. Me senti completamente relaxada, e minhas inibições com eles quase tinham desaparecido. Depois de um tempo, Carlos foi para o quarto e eu sabia que ele ia preparar meu próximo enema. Embora me envergonhasse admitir, não conseguia parar de olhar para ele.
Pouco depois, Susana me levou de volta ao quarto dela, onde Carlos nos esperava. A bolsa do enema estava cheia até a metade dessa vez, da última vez tinha sido só um quarto. Novamente adotei a posição fetal que me ensinaram, apoiando a cabeça no colo da Su. Quando Carlos me tocou para passar o lubrificante, senti um arrepio de novo. Ele tinha untado as mãos com geleia lubrificante e acariciava meu cu e minha buceta. Nunca tinha sentido um estímulo tão gostoso antes, e logo minha própria lubrificação escorria pelas minhas pernas. Suspirei quando senti o aplicador entrar de novo no meu corpo, e meu olhar encontrou o sorriso da Susana, que acariciava meus cabelos. Ouvi Carlos liberar o líquido da bolsa, e o calor começou a me preencher de novo. Poucos minutos depois, quando o líquido já tinha passado metade para dentro de mim, Carlos parou o fluxo e tirou o aplicador. Su me mandou rolar de bruços, ficando de barriga para baixo, e abrir as pernas levemente. Na nova posição, empurrei meus quadris para cima sem que me mandassem nada, dando acesso de novo ao Carlos pro meu cu, porque queria sentir o aplicador entrando no meu cu novamente. Quando Carlos o introduziu de novo, começou a massagear minha bunda, enquanto Su falava baixinho que só Pensei no que estava sentindo e deixei o calor tomar conta de mim. Era maravilhoso. Carlos tirou o injetor quando a bolsa esvaziou completamente. Logo senti a necessidade de expelir o líquido de novo, e ela me acompanhou até o banheiro de novo. Quando sentei no vaso, ela me perguntou se eu conseguiria controlar o líquido dentro de mim, e eu respondi que sim. Ela me deu um beijo carinhoso na bochecha e saiu do banheiro, e alguns minutos depois comecei a soltar meu segundo enema.
Os sucos ainda escorriam da minha buceta enquanto eu expelia a solução. Sem pensar, deslizei minha mão entre minhas pernas e comecei a me masturbar. Já tinha feito isso várias vezes antes, mas nunca tinha ficado com a buceta tão molhada. Esfregava meu clitóris inchado enquanto a água quente saía do meu corpo, e senti um arrepio de prazer enquanto isso acontecia. Depois de gozar, precisei me limpar o dobro da vez anterior, porque tive que tirar meus próprios fluidos que tinham coberto minhas coxas por inteiro. Fiquei sentada lá por alguns minutos, me recuperando das sensações tão intensas. Ainda sentia um pouco de vergonha por ter ficado tão exposta na frente do Carlos, e por ter sentido tanto prazer com algo que antes era tão desagradável pra mim.
Quando voltei pra sala, Su e Carlos estavam me esperando. Sabia que eles tinham percebido que eu tinha me masturbado, mesmo assim me aproximei da Su e falei no ouvido dela, embora sem dúvida o Carlos também ouvisse, que eu tinha gozado enquanto expelia o enema. Ela sorriu com cumplicidade e me deu um abraço forte. Carlos perguntou como eu estava me sentindo, e eu disse que estava muito bem, mas com uma pequena dor de estômago. Ele disse que essa dor era normal depois de receber um enema. As cólicas logo passaram, e eu me senti excitada e relaxada de novo. Enquanto conversávamos sobre enemas, não conseguia parar de pensar em como a Su me amava e cuidava de mim para me preparar para o que sabia que um dia ia chegar. Umas meia hora depois, Carlos voltou ao quarto pra preparar meu próximo enema. Agora eu esperava ansiosamente pelo tratamento e, quando Carlos chamou a Su e nós voltamos pro quarto, ela não precisou me guiar. Achei que tava pronta pra receber o enema, mas quando entrei no quarto, me surpreendi de novo.
No encosto da cama pendiam duas bolsas de líquido pro enema, e as mangueiras que saíam delas estavam unidas. Uma continha um quarto de litro e a outra meio litro. Falei pra Su que seria demais e que sabia que não conseguiria receber tanto. Ela me disse que meus interiores tinham se alargado, mas podia ser que eu ainda não fosse capaz de aguentar três quartos de galão; mesmo assim, eu precisava tomar o máximo possível pro enema trabalhar fundo nos meus intestinos. Isso era necessário pra me dar uma limpeza caprichada. Su me disse que me colocariam em três posições dessa vez.
Me deitei de novo de bruços, levantando meus quadris e entregando completamente minha buceta pro Carlos, que logo começou não só a lubrificar meu cu com massagens usando a geleia lubrificante, mas também deslizou um dedo lá dentro, enfiando a geleia no meu rabo. Por um momento, senti a tensão voltar, mas Su acariciava minhas costas e, aos poucos, fui relaxando de novo, deixando o dedo de Carlos deslizar pelo meu reto. Senti um tesão danado ao notar como o dedo dele girava lá dentro, enfiando a geleia até o fundo. Essas sensações de antecipação fizeram meus sucos escorrerem de novo.
Quando Carlos enfiou o injetor de novo, senti o calor do líquido entrando nos meus intestinos. Relaxada, gozei sentindo a solução do enema passando da bolsa pro meu interior. Quando chegou na metade, Carlos cortou o fluxo, e Su me mandou virar e ficar de barriga pra cima, na posição fetal como da primeira vez. O injetor deslizou Suavemente pelo meu ânus, a água começou a fluir de novo e senti novamente minha buceta começando a escorrer outra vez, até que a bolsa esvaziou e Carlos tirou o injetor do meu ânus.
Então Susana me fez levantar as pernas para cima, abrindo-as, enquanto Carlos inseriu o injetor de novo no meu ânus, deixando a água da segunda bolsa entrar em mim. Depois disso, ela me fez apoiar as pernas na cama, com os joelhos flexionados para cima, assim Carlos podia continuar manipulando o injetor. Eu podia ver a bolsa se contrair lentamente enquanto a água fluía no meu corpo, penetrando no meu reto e limpando meus intestinos. Logo a pressão ficou forte e rapidamente gritei para o Carlos que não aguentava mais e pedi pra ele parar. Ele apertou mais forte o injetor contra meu ânus e me mandou arquear meus quadris o máximo possível, e depois dobrar meu corpo para frente. Com esses dois movimentos que repeti várias vezes, consegui aguentar um pouco mais, mas sentia que não tinha mais espaço no meu corpo pra tanta água e falei que não ia resistir, e então ele parou o enema e tirou o injetor. A pressão era intensa e a Susana me acompanhou rápido pro banheiro. Eu me sentia pesada e notei que minha barriga tinha inchado. Quando cheguei no banheiro, senti que dessa vez não ia conseguir segurar o enema como das outras vezes, e me sentei no vaso e comecei a expelir o líquido quente em jorros, enquanto suava e meu corpo tremia em vários espasmos. Mesmo assim, me senti extremamente excitada com o estímulo sexual desse terceiro enema, e minhas coxas ficaram cobertas de novo com o líquido que escorria em jatos da minha buceta. Ela sorriu pra mim e me deixou sozinha pra expulsar o enema.
Depois de um tempão sentada no vaso sentindo a água escorrer pelos meus intestinos, finalmente me limpei de novo e voltei pra sala, onde Susana e Carlos estavam me esperando. Falei pra eles que ainda sentia líquido dentro de mim e eles Me responderam que era normal e que logo terminaria de expelir. Su disse pro Carlos que ela também queria tomar um enema, mas ele respondeu que ela tinha tomado um há poucos dias. Como ela insistiu, ele acabou aceitando aplicar um nela. Além disso, ela observou que eu ainda ia ficar drenando por um tempo e que depois nós duas poderíamos tomar o óleo quente. Não entendi do que ela tava falando, e ela também não se explicou. Elas se levantaram e foram pro quarto deles. Eu teria seguido, mas senti a vontade de expelir e voltei pro banheiro. Quando tava terminando, a Su veio e me perguntou se eu queria ver o Carlos aplicando um enema nela. Apesar de eu ficar meio envergonhada, ela disse que, já que eu tinha visto aplicarem três enemas em mim, não devia ter vergonha de ver aplicarem nela.
Continua...
Viajamos juntos conversando o caminho todo, até que finalmente chegamos na casa. Logo nos instalamos e vestimos nossos trajes de banho, e como a casa é construída bem na beira do lago, fomos nadar um pouco para nos refrescar, enquanto Carlos cuidava de arrumar algumas coisas para o fim de semana.
Susana apareceu com o biquíni dela, exibindo o corpo lindo que tem, capaz de dar inveja a qualquer modelo. Com seus então 27 anos, ela estava radiante e gostosa com a longa cabeleira loira caindo sobre os ombros. Não é de se admirar que com um corpo desses ela tenha conquistado um homem tão bonito como Carlos. Alto, bronzeado, e com um corpo muito bom, sólido como uma rocha. Eu era muito apegada a eles, e lembro como, anos antes, quando era só uma garotinha, tinha inveja da minha irmã pelo homem com quem ela se casou.
Susana abriu uma garrafa de vinho e me serviu, embora saiba que não estou acostumada a beber, e que na minha casa, com o quanto meus pais são rígidos, nunca me teriam permitido. Mas com ela eu podia me mostrar de outro jeito, já que ela sempre foi rebelde e disposta a viver de uma forma mais livre, sem se preocupar com preconceitos ou com o que vão dizer, e fazendo as coisas do jeito dela.
Pegamos um pouco de sol fazendo topless, embora eu não tivesse coragem porque a qualquer momento Carlos podia passar e me ver, Susana me incentivou a fazer, me convencendo de que não tinha se preocupar com essas bobeiras.
Na manhã seguinte, passei o dia no lago, nadando e tomando sol, enquanto Susana e Carlos cuidavam de algumas coisas relacionadas à manutenção da casa de veraneio deles. Insistiram para que eu não ajudasse em nada e simplesmente me dedicasse a me divertir, e não tive outra saída senão obedecê-los. Ao meio-dia, subi para a sala e me sentei no sofá ao lado de Susana, e ficamos ali conversando. Ela direcionou nossa conversa para o sexo, o que era bem constrangedor para mim, já que aos dezessete anos eu ainda era virgem.
Ela me contou como perdeu a virgindade quando era adolescente, e o doloroso que foi para ela naquele momento. Eu me lembro da noite em que aconteceu. Nossos pais não estavam em casa e, de repente, acordei com os gritos que ela dava, no mesmo quarto que dividíamos e para onde ela tinha levado o namorado, mesmo sabendo que eu dormia na cama ao lado, para transar. Imediatamente, a empregada veio correndo e, numa situação que sempre foi muito confusa para mim, levou minha irmã, que estava com as pernas cobertas de sangue, em meio a uma confusão de gritos e lágrimas. O cara com quem ela estreou foi extremamente bruto e não deu a Susana nenhuma chance de relaxar e se preparar. Como ela estava ansiosa e assustada, a buceta dela estava completamente seca, e quando ele empurrou com força, rasgou o hímen logo na primeira investida. Lembro que, mesmo tentando dormir, ouvi os gritos e choros da Susana por horas, e quando levantei de manhã, ainda encontrei restos de sangue no chão.
A experiência foi tão traumática para ela que ela não voltou a transar até depois de se casar com Carlos. E foi só a partir daí que, segundo ela, conseguiu aproveitar o sexo de verdade na vida. Graças ao Carlos, que foi extremamente paciente com ela e realmente a ajudou a relaxar para curtir o sexo, ela tinha conseguido alcançar a plenitude na cama e participar ativamente quando faziam amor. Ela me contou também que juntos tinham uma relação cheia de vida e sexo, e se divertiam maravilhosamente.
Eu me sentia bem desconfortável com os rumos que a conversa tinha tomado, mas Susana continuou. Ela me disse que não queria que eu sofresse tal experiência e que sabia que, se eu fosse preparada corretamente, não teria problemas para amar e gozar do sexo. Foi então que ela me chocou ao dizer que ela e Carlos tinham combinado de iniciar minha iniciação no sexo. Ela se levantou e, pegando minha mão, me disse: "vem comigo, irmãzinha, que você não tem nada a temer".
Puxando meu pulso, ela começou a me levar até meu quarto. Claro que eu resisti, gritando que não, pedindo uma e outra vez que por favor parasse, mas entre tropeços e quedas ela conseguiu me levar até meu quarto.
Assustada como estava, olhei nos olhos de Susana e pedi que não me machucasse, e ela me olhou com a expressão mais compreensiva e tranquilizadora do mundo, dizendo que o que íamos fazer era a coisa mais maravilhosa do mundo e que eu não precisava ficar assustada. Estando as duas de pé, Susana, entre carícias, desamarrou a parte de cima do meu biquíni, deixando meus peitos à mostra. Ela os olhou e disse que eu tinha um corpo lindo. Colocou os braços ao meu redor e me abraçou, puxando-me para perto do corpo dela, pedindo que eu não gritasse e que tudo ia ser maravilhoso. Depois, senti os dedos dela dentro do elástico da minha calcinha, fazendo com que ela deslizasse sobre minhas nádegas e caísse abaixo dos meus tornozelos. Pegando minha mão, ela me fez andar por cima das minhas roupas e, olhando meu corpo nu, disse de novo como ele era bonito. Por fim, me levou até o banheiro e limpou minhas lágrimas e arranhões, e me conduziu pelo corredor até o quarto dela.
Quando entramos no quarto, vi Carlos deitado na cama, sem dúvida esperando a nossa chegada. chegada. Da grande cabeceira da cama de casal pendia uma bolsa de enema parcialmente cheia. Ao vê-la, recuei, pois lembrava de alguns enemas que minha mãe tinha me aplicado quando eu era mais nova, por prescrição médica. Não era uma lembrança feliz. Depois daquelas vezes em que tive que recebê-lo, já fazia alguns anos, não tinha precisado tomar outro enema, e realmente esperava nunca mais ter que tomar um. Mesmo assim, Susana me levou até o lado da cama. Ela me disse que um enema me ajudaria a relaxar. Me explicou que, se fosse administrado corretamente, podia ser uma experiência extremamente agradável para uma mulher, capaz de intensificar o prazer do sexo e até de provocar um orgasmo por si só. Carlos me disse então que me aplicariam uma série de enemas. Cada um conteria progressivamente mais líquido e minha posição variaria a cada vez. O resultado seria um intestino limpo por completo e vazio, e eles me relaxariam totalmente para me deixar mais receptiva aos enemas.
Então Su se sentou num lado da cama e Carlos me fez deitar no colchão, colocando minha cabeça no colo de Su. Depois me fez levantar as pernas, adotando uma posição fetal, com minha perna direita levemente sobre a esquerda. Isso, ele me explicou, era a posição clássica usada em hospitais. Apesar da confiança que eles estavam me passando, a vergonha me dominava e fechei meus olhos com força. Carlos levantou minha nádega direita e eu sentia que ele esfregava devagar algo macio no meu cu. Su me disse para não pensar em mais nada além das sensações que eu sentia e me disse novamente para não ficar assustada.
Quando a ponta do injetor me tocou, meu cu estava bem fechado. Carlos girava o injetor para frente e para trás enquanto pressionava e, por fim, ele deslizou devagar para dentro de mim. Eu sentia cada milímetro entrando, mas em nenhum momento me machucou. Logo depois, pude sentir como a água entrava varrendo meu interior, e um tremor percorreu meu corpo. Eu sentia o injetor deslizando dentro de mim, e para minha surpresa, era muito bom e encontrei prazer nessa situação. Carlos mexeu levemente o injetor pra dentro e pra fora, pra frente e pra trás. Nunca tinha sentido algo parecido na minha vida. Enquanto Carlos mexia o injetor no meu cu, um tremor acompanhado de sons vindos do meu interior se fez sentir, junto com um calor intenso na minha parte de trás e no meu reto mais baixo. Susana me disse pra relaxar, e o calor se espalhou por todo o meu corpo enquanto Carlos continuava manipulando o injetor. Relaxei ainda mais, curtindo a primeira aplicação decente de um enema que eu recebia.
Levou só uns minutos pra solução de um quarto de galão que tinham me enfiado se incorporar ao meu corpo. Carlos tinha fechado a passagem de líquido pelo tubo, e devagar tinha tirado o injetor. Como ainda não me sentia pronta pra um homem ver toda a minha intimidade, a Su me acompanhou até o banheiro. Ela tocava de leve na minha bunda com uma mão, e com a outra massageava suavemente minha barriga. Era uma delícia. Ela me explicou que a forma de expelir a solução do enema era tão importante quanto a forma de receber. Eu tinha que segurar o líquido dentro de mim até a pressão realmente acumular, e só então relaxar e deixar sair, sem nunca forçar a expulsão.
Segundo ela, mais pra frente eu conseguiria segurar o líquido por mais tempo, e depois, conforme fosse me acostumando, poderia mantê-lo dentro de mim completamente relaxada. Logo senti a necessidade de expelir e me sentei no vaso, deixando uma torrente de água quente e merda explodir pra fora do meu cu. A sensação era absolutamente deliciosa e eu soltei um gemidinho de prazer, enquanto meu corpo tremia. A Su me ajudou a me limpar, e me acompanhou até o quarto onde Carlos estava nos esperando. Fomos para a sala e, sentados no sofá, conversamos um pouco sobre enemas e como deveriam ser tomados. Eu sentia uma sensação deliciosa em todo o meu corpo, um calor que me envolvia por completo. Susana descreveu várias posições que tentaríamos mais tarde e como deveriam ser administradas. Me senti completamente relaxada, e minhas inibições com eles quase tinham desaparecido. Depois de um tempo, Carlos foi para o quarto e eu sabia que ele ia preparar meu próximo enema. Embora me envergonhasse admitir, não conseguia parar de olhar para ele.
Pouco depois, Susana me levou de volta ao quarto dela, onde Carlos nos esperava. A bolsa do enema estava cheia até a metade dessa vez, da última vez tinha sido só um quarto. Novamente adotei a posição fetal que me ensinaram, apoiando a cabeça no colo da Su. Quando Carlos me tocou para passar o lubrificante, senti um arrepio de novo. Ele tinha untado as mãos com geleia lubrificante e acariciava meu cu e minha buceta. Nunca tinha sentido um estímulo tão gostoso antes, e logo minha própria lubrificação escorria pelas minhas pernas. Suspirei quando senti o aplicador entrar de novo no meu corpo, e meu olhar encontrou o sorriso da Susana, que acariciava meus cabelos. Ouvi Carlos liberar o líquido da bolsa, e o calor começou a me preencher de novo. Poucos minutos depois, quando o líquido já tinha passado metade para dentro de mim, Carlos parou o fluxo e tirou o aplicador. Su me mandou rolar de bruços, ficando de barriga para baixo, e abrir as pernas levemente. Na nova posição, empurrei meus quadris para cima sem que me mandassem nada, dando acesso de novo ao Carlos pro meu cu, porque queria sentir o aplicador entrando no meu cu novamente. Quando Carlos o introduziu de novo, começou a massagear minha bunda, enquanto Su falava baixinho que só Pensei no que estava sentindo e deixei o calor tomar conta de mim. Era maravilhoso. Carlos tirou o injetor quando a bolsa esvaziou completamente. Logo senti a necessidade de expelir o líquido de novo, e ela me acompanhou até o banheiro de novo. Quando sentei no vaso, ela me perguntou se eu conseguiria controlar o líquido dentro de mim, e eu respondi que sim. Ela me deu um beijo carinhoso na bochecha e saiu do banheiro, e alguns minutos depois comecei a soltar meu segundo enema.
Os sucos ainda escorriam da minha buceta enquanto eu expelia a solução. Sem pensar, deslizei minha mão entre minhas pernas e comecei a me masturbar. Já tinha feito isso várias vezes antes, mas nunca tinha ficado com a buceta tão molhada. Esfregava meu clitóris inchado enquanto a água quente saía do meu corpo, e senti um arrepio de prazer enquanto isso acontecia. Depois de gozar, precisei me limpar o dobro da vez anterior, porque tive que tirar meus próprios fluidos que tinham coberto minhas coxas por inteiro. Fiquei sentada lá por alguns minutos, me recuperando das sensações tão intensas. Ainda sentia um pouco de vergonha por ter ficado tão exposta na frente do Carlos, e por ter sentido tanto prazer com algo que antes era tão desagradável pra mim.
Quando voltei pra sala, Su e Carlos estavam me esperando. Sabia que eles tinham percebido que eu tinha me masturbado, mesmo assim me aproximei da Su e falei no ouvido dela, embora sem dúvida o Carlos também ouvisse, que eu tinha gozado enquanto expelia o enema. Ela sorriu com cumplicidade e me deu um abraço forte. Carlos perguntou como eu estava me sentindo, e eu disse que estava muito bem, mas com uma pequena dor de estômago. Ele disse que essa dor era normal depois de receber um enema. As cólicas logo passaram, e eu me senti excitada e relaxada de novo. Enquanto conversávamos sobre enemas, não conseguia parar de pensar em como a Su me amava e cuidava de mim para me preparar para o que sabia que um dia ia chegar. Umas meia hora depois, Carlos voltou ao quarto pra preparar meu próximo enema. Agora eu esperava ansiosamente pelo tratamento e, quando Carlos chamou a Su e nós voltamos pro quarto, ela não precisou me guiar. Achei que tava pronta pra receber o enema, mas quando entrei no quarto, me surpreendi de novo.
No encosto da cama pendiam duas bolsas de líquido pro enema, e as mangueiras que saíam delas estavam unidas. Uma continha um quarto de litro e a outra meio litro. Falei pra Su que seria demais e que sabia que não conseguiria receber tanto. Ela me disse que meus interiores tinham se alargado, mas podia ser que eu ainda não fosse capaz de aguentar três quartos de galão; mesmo assim, eu precisava tomar o máximo possível pro enema trabalhar fundo nos meus intestinos. Isso era necessário pra me dar uma limpeza caprichada. Su me disse que me colocariam em três posições dessa vez.
Me deitei de novo de bruços, levantando meus quadris e entregando completamente minha buceta pro Carlos, que logo começou não só a lubrificar meu cu com massagens usando a geleia lubrificante, mas também deslizou um dedo lá dentro, enfiando a geleia no meu rabo. Por um momento, senti a tensão voltar, mas Su acariciava minhas costas e, aos poucos, fui relaxando de novo, deixando o dedo de Carlos deslizar pelo meu reto. Senti um tesão danado ao notar como o dedo dele girava lá dentro, enfiando a geleia até o fundo. Essas sensações de antecipação fizeram meus sucos escorrerem de novo.
Quando Carlos enfiou o injetor de novo, senti o calor do líquido entrando nos meus intestinos. Relaxada, gozei sentindo a solução do enema passando da bolsa pro meu interior. Quando chegou na metade, Carlos cortou o fluxo, e Su me mandou virar e ficar de barriga pra cima, na posição fetal como da primeira vez. O injetor deslizou Suavemente pelo meu ânus, a água começou a fluir de novo e senti novamente minha buceta começando a escorrer outra vez, até que a bolsa esvaziou e Carlos tirou o injetor do meu ânus.
Então Susana me fez levantar as pernas para cima, abrindo-as, enquanto Carlos inseriu o injetor de novo no meu ânus, deixando a água da segunda bolsa entrar em mim. Depois disso, ela me fez apoiar as pernas na cama, com os joelhos flexionados para cima, assim Carlos podia continuar manipulando o injetor. Eu podia ver a bolsa se contrair lentamente enquanto a água fluía no meu corpo, penetrando no meu reto e limpando meus intestinos. Logo a pressão ficou forte e rapidamente gritei para o Carlos que não aguentava mais e pedi pra ele parar. Ele apertou mais forte o injetor contra meu ânus e me mandou arquear meus quadris o máximo possível, e depois dobrar meu corpo para frente. Com esses dois movimentos que repeti várias vezes, consegui aguentar um pouco mais, mas sentia que não tinha mais espaço no meu corpo pra tanta água e falei que não ia resistir, e então ele parou o enema e tirou o injetor. A pressão era intensa e a Susana me acompanhou rápido pro banheiro. Eu me sentia pesada e notei que minha barriga tinha inchado. Quando cheguei no banheiro, senti que dessa vez não ia conseguir segurar o enema como das outras vezes, e me sentei no vaso e comecei a expelir o líquido quente em jorros, enquanto suava e meu corpo tremia em vários espasmos. Mesmo assim, me senti extremamente excitada com o estímulo sexual desse terceiro enema, e minhas coxas ficaram cobertas de novo com o líquido que escorria em jatos da minha buceta. Ela sorriu pra mim e me deixou sozinha pra expulsar o enema.
Depois de um tempão sentada no vaso sentindo a água escorrer pelos meus intestinos, finalmente me limpei de novo e voltei pra sala, onde Susana e Carlos estavam me esperando. Falei pra eles que ainda sentia líquido dentro de mim e eles Me responderam que era normal e que logo terminaria de expelir. Su disse pro Carlos que ela também queria tomar um enema, mas ele respondeu que ela tinha tomado um há poucos dias. Como ela insistiu, ele acabou aceitando aplicar um nela. Além disso, ela observou que eu ainda ia ficar drenando por um tempo e que depois nós duas poderíamos tomar o óleo quente. Não entendi do que ela tava falando, e ela também não se explicou. Elas se levantaram e foram pro quarto deles. Eu teria seguido, mas senti a vontade de expelir e voltei pro banheiro. Quando tava terminando, a Su veio e me perguntou se eu queria ver o Carlos aplicando um enema nela. Apesar de eu ficar meio envergonhada, ela disse que, já que eu tinha visto aplicarem três enemas em mim, não devia ter vergonha de ver aplicarem nela.
Continua...
2 comentários - Minha irmã quis assim... (1ª parte)
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