A Esposa do Meu Amigo
Isso aconteceu antes e eu não tinha conseguido comentar.Depois da nossa primeira vez, o fim de semana chegou e eu só fui na casa do meu amigo na segunda-feira seguinte, então tive aquele fim de semana inteiro pra refletir sobre o que tinha rolado com a Karina… mas não tinha dúvida, a mulher me deixava enfeitiçado e agora era só ver o que ia acontecer quando a gente se encontrasse de novo.
Quando cheguei, a atitude dela parecia bem normal, a gente se cumprimentou como de costume e eu fui trabalhar. Pensei que as coisas tinham se acertado e que a gente não ia tocar mais no assunto, mas na hora de sentar à mesa, ela tava meio nervosa, e isso acabou me contagiando. Por alguns minutos, nenhum dos dois se atrevia a se olhar, muito menos a dizer alguma coisa.
Até que a gente cruzou os olhares e deu um sorriso meio sem graça. De repente, ela solta na lata: "Você é um filho da puta, o fim de semana inteiro não tive paz, só pensando no que a gente fez. Foi tão gostoso! Nunca tinha passado por isso! Nunca tinha aproveitado tão intensamente uma foda em tão pouco tempo. Caralho, você sabe fazer! Toda hora eu tinha que ir no banheiro limpar as pernas, porque sentia o seu gozo escorrendo, de tanto que encheu minha buceta, tô sentindo isso há três dias."
Mesmo com as palavras dela sendo cheias de convicção e sem nenhum tipo de reclamação contra mim, eu já tinha analisado e pensado que a Karina era uma mulher muito abandonada sexualmente pelo marido e por isso buscava em mim um alívio pra paixão que ela guardava há anos. Eu tinha percebido que, apesar de ser casada, ela não era lá muito experiente nesse jogo de sedução entre homem e mulher. Tudo que eu fiz no nosso contato sexual parecia incrível pra ela, e ela se deixava levar com gosto, esperando ansiosa pelo que vinha depois.
Mas voltando ao momento, eu só me levantei, me aproximei dela, dei um beijo na boca linda dela e agradeci pelo comentário, dizendo que não era nada demais e que eu ia ensinar pra ela, aos poucos, todos os segredos de uma relação íntima.
Mesmo assim, naquela Tarde a gente se comportava porque Salomão ia chegar mais cedo que de costume, a partir daquela data ela virou expert nos "Rapidinhos" por causa da mesma situação de não ter muito tempo e não poder sair da casa dela. Acho que não teve cômodo da casa dela onde a gente não transou (na sala, no jantar, no banheiro, na cozinha, no quintal, etc.). A gente trepava no chão, contra a parede, nos sofás, cadeiras, mesa, vaso sanitário. Ela tinha duas posições favoritas: "de quatro" e de pé, carregada de frente pra mim, com as pernas dela suspensas pelos meus braços, enquanto ela se pendurava e dava sentadas no meu pau até a gente gozar.
Assim, por vários meses, a gente foi fazendo isso, sempre vestidos. Eu morria de vontade de despir ela completamente e aproveitar de verdade o corpaço de 33 anos dela, nada fora do lugar, queria chupar à vontade aqueles melões tão gostosos, mas tinha que me contentar com o que dava.
Até que um dia, cheguei como de costume e, sem esperar nada, ela me abordou de cara dizendo: "Estou com a tarde livre, Salomão foi pra fora da cidade visitar um parente que chamou ele e só volta no domingo."
Era sexta-feira. Ela tinha pensado que a gente podia transar na casa dela sem pressa, como sempre, mas na hora eu falei pra ela se trocar rápido pra sair pra dar uma volta e que eu traria ela de volta à noite (mentira deslavada). Não queria fazer na casa dela porque tinha risco de algum parente ou amiga aparecer pra procurar ela. Sem reclamar, ela fez isso e em pouco tempo a gente foi pra rua e, sem perguntar nada, fomos direto pra um hotel relativamente perto, mas bem escondido.
Assim que a gente entrou no quarto e eu fechei a porta, Karina estava tremendo de nervoso e na hora se jogou nos meus braços pra começar a putaria entre beijos e carícias. Tão acostumada já estava com a rapidez que ela se excitou na hora. Eu falei pra ela se acalmar, que a gente tinha muito tempo pra se curtir um ao outro, assim que lentamente fui despindo ela pra aproveitar cada parte do corpo dela, que por meses eu só tinha imaginado e, embora tivesse percorrido de ponta a ponta com as mãos, sempre foi por cima da roupa. Quando ficou só de sutiã e calcinha, me afastei um pouco e pedi pra ela desfilar pra mim, queria encher os olhos com o corpo escultural que até aquele momento eu tava descobrindo por completo, pedi pra ela tirar o sutiã e depois a calcinha.
Karina ficou com vergonha e com a voz cheia de tesão me disse: “tô com vergonha, melhor você tirar pra mim.”
Me aproximei, abracei ela e entre beijos e carícias tirei o sutiã dela (aliás, era meia-taça e mal dava pra segurar aquele par de melancias) senti como os peitinhos dela se sentiram livres pra voar. Eram lindos, redondos, duros feito pedra, com uma auréola moreninha meio grande e os bicos grandes e volumosos. Tavam bem empinados pedindo uma boca pra sentir prazer, não pude deixar de fazer a honra, brincando com eles com minha língua alternadamente pra depois chupar com verdadeira devoção, enquanto descia a calcinha dela até os tornozelos. Karina tava gemendo gostoso como nunca antes tinha ouvido, dava pra ouvir até fora do quarto, isso tava me esquentando demais.
Deitei ela na cama e comecei a beijar do rosto dela até os pés, parando a cada instante rapidinho nos lugares mais sensíveis (pescoço, peitos, costelas, virilha, coxas) ela se contorcia igual minhoca. Depois virei ela pra fazer o mesmo na nuca, nas costas, na bunda — que beleza! Deixei ela assim por um momento enquanto me despia o mais rápido que pude e voltei pra ação. Voltamos pra posição inicial e comecei a beijar as pernas dela das panturrilhas pra cima e, conforme ia subindo, fui abrindo as coxas dela, deixando à vista a linda rachadura da buceta dela que já brilhava com os sucos que escorriam, coroada por uma fina mata de pelos meio rala. Fui percorrendo a parte interna das coxas dela. até quase chegar na buceta dela, que assim que sentiu meu hálito tentou se levantar dizendo:
“O que você vai fazer? Não! Pare, isso é coisa de porco…”
Mas como não liguei pra ela, minha língua tomou conta da vulva dela, percorrendo ela toda, e pude ouvir suas palavras de lamento enquanto ela tentava se soltar.
“Não, não, não, não... Não!” Repetidamente até que minha língua conseguiu transformar as palavras dela em um, “sim, sim, sim, sim... Sim!”
Enquanto ela cravava os calcanhares na cama e empurrava a buceta dela contra minha boca, se esfregando até que veio um orgasmo fortíssimo que a sacudiu dos pés à cabeça, mais que gemendo, gritando!
Até ouvi a voz de uma mulher no corredor fora do quarto, que disse rindo, “ah, não que não, já gozou!”
Aproveitando o estado de excitação dela, me ajeitei e enfiei meu pau, primeiro devagar pra colocar ela no ritmo de novo e, aos poucos, acelerei pra tirar o próximo orgasmo, mais intenso que o anterior. Ela me abraçou com as pernas na cintura e eu me agarrei na boca dela pra abafar os gemidos fortes. Ficamos a noite toda transando até cairmos vencidos pelo cansaço.
A Esposa Do Meu Amigo: 3
… depois daquela noite.
Depois daquela noite fabulosa onde nos entregamos à paixão sem medida, eu estava convencido de que Karina ainda precisava aprender mais sobre sexo, já que aos poucos eu ia tirando os tabus dela sobre isso. Eu queria ter na cama ou onde fosse uma mulher gostosa e que se entregasse total e plenamente ao sexo.
Dias depois, continuamos com nossas rotinas de sexo rápido na casa dela antes do marido chegar, sempre deixava ela bem satisfeita. Embora Karina tivesse mudado um pouco, e já sem nenhum pudor, às vezes me deixava fazer oral nela até fazê-la gozar. Ela adorava que, enquanto eu chupava a bucetinha dela, eu acariciasse as nádegas lindas dela e, como quem não quer, me deixava brincar com o furinho do rabo dela. Coisa que antes ela não deixava, nem por nada. engano e assim seguíamos avançando nos meus propósitos… porque eu não ia parar até comer ela no cu.
Numa ocasião, por causa da quantidade de trabalho que eu tinha no escritório, falei com Salomão pra gente se ver no domingo pra adiantar o serviço. Ele me disse que já tinha planos de sair da cidade pra visitar uns parentes, mas que me deixava as chaves da casa dele pra eu poder entrar e trabalhar, e assim ficou combinado. Chegou o domingo e pensei que se eu fosse desde cedo, talvez conseguisse tocar o trabalho sozinho, então cheguei na casa dele achando que não ia ter ninguém, abri a porta e fui quase sem fazer barulho até nossa área de trabalho. Comecei a desenhar e, depois de mais ou menos uma hora, de repente ouvi uns gemidos e até me assustei, então, de forma sorrateira, fui me aproximando do interior da casa e qual não foi minha grande surpresa…
A Karina estava se masturbando, completamente pelada em cima da cama dela! Como ela estava de olhos fechados, nunca percebeu que eu estava observando a poucos metros de distância, que espetáculo lindo! Fiquei fascinado vendo como com uma mão ela esfregava furiosamente a buceta dela e com a outra massageava e puxava os pezões enormes dela. Se eu tivesse pedido pra ela me dar aquele show, nem sonhando ela faria, então decidi deixar ela terminar, mas sem perder nenhum detalhe, então me encostei na parede sem fazer barulho. Dava pra ouvir claramente o chup chup dos dedos dela se enfiando na bocetinha molhada, como ela cravava os calcanhares erguendo a barriga pro céu buscando o alívio dos dedos habilidosos dela, aquilo era quente demais! Tive que tirar o pau pra fora e comecei a acariciar ele devagar, poucos minutos depois a Karina chegou ao orgasmo tão intenso que ela estava ofegante e balançando a cabeça de um lado pro outro sem parar até que gemeu muito forte e teve um segundo orgasmo. Ela ficou de boca aberta puxando ar, o corpo ainda tremendo da cabeça aos pés.
Nesse momento, eu Eu tava a mil por hora, então me aproximei dela com o pau mais duro do que nunca. Quando cheguei na beira da cama, me veio a ideia de enfiar na boca aberta dela. Quando me ajoelhei na cama e aproximei meu pau do rosto dela, Karina abriu os olhos de repente, até com susto, mas ao me ver quase em cima dela e o que tava mais perto era meu ferro todo ereto, não dei tempo pra nada. Peguei o rosto dela com uma mão e com a outra direcionei o pau pra roçar a cara toda dela. O rosto dela vermelho, brilhando de suor, e a respiração quente que soltava os últimos suspiros do clímax foram o bastante pra ela aceitar meu carinho sem reclamar.
Aos poucos, fui aproximando a cabeça do pau da boca dela, passando no contorno dos lábios como se fosse batom. Quando percebeu minhas intenções, ela fechou a boca disfarçadamente, apertando um pouco os lábios, mas não resistiu muito à minha insistência de passar a cabeça do pau nos lábios dela uma e outra vez. Além disso, já tava escorrendo umas gotas de líquido cristalino que iam se depositando nos lábios dela, deixando o caminho mais fácil. Aos poucos, ela foi cedendo e abrindo ligeiramente a boca, até que finalmente abriu e me deixou enfiar com muita delicadeza.
Enfiei um pedaço, mas ela não fazia nada — não sabia chupar! Quando sentiu ele dentro, abriu os olhos lindos dela com uma certa aflição, como perguntando o que fazer. Com a voz calma, falei pra ela não se preocupar e aproveitar, chupando como se fosse o doce mais gostoso que ela gostava. Enquanto comecei a meter e tirar da boca dela num ritmo gostoso, o instinto dela mandou na hora o que fazer: ela pegou meu pau com uma mão, enquanto eu alcançava a bucetinha dela (toda molhada) pra começar um novo jogo. No começo, as chupadas dela eram sem jeito, até me arranhou com os dentes, mas quando minha mão, que tava dedando a rachinha dela, começou a fazer efeito, as chupadas foram ficando boas. Ela começou a usar a língua dela girando em volta da minha glande como um redemoinho e logo descobriu o lugar que me fazia até pular, enfiando um pouco mais, em poucos minutos nós dois já estávamos fora de si. As chupadas dela eram tão fortes que me deixavam à beira de gozar, então eu também enfiava os dedos o mais fundo que podia na buceta dela, fazendo ela levantar a bunda pro alto uma e outra vez.
Quando a Ester gozou de novo antes de mim e bem naquela hora me deu um boquete de campeão, me fazendo gozar na boca dela, e sem me soltar continuou chupando até tirar a última gota de porra que eu tinha. Desabei do lado dela e, acariciando os pezinhos lindos dela, fui deixando a calma chegar, de repente! Me bateu a dúvida: será que eles não foram embora da cidade? Cadê o Salomão? Me levantei rápido e perguntei (a resposta foi o de menos) estávamos sozinhos e eu com vontade de continuar trepando, então a manhã toda e parte da tarde a gente passou transando gostoso pra caralho.
A Esposa do Meu Amigo: 4
Chegou o dia do meu aniversário…
Quando a gente já tava se acostumando com o sexo escondido e rápido, chegou o dia do meu aniversário. Nessa data, meu amigo, por causa do trabalho dele, tinha se ausentado da cidade, e o que menos eu esperava era que a Karina fosse me ligar no escritório onde eu trabalhava de verdade. Apesar de ter alguns compromissos, larguei tudo pra sair com ela, já que ela nunca me ligava e dessa vez me pediu pra convidar ela pro cinema, aproveitando que tava sozinha em casa. Então marquei de encontrar com ela relativamente perto do meu escritório, que ficava no centro da cidade.
Eu cheguei no encontro antes dela, quando vi ela chegar, vocês não imaginam como ela tava linda pra mim. Ela tava usando um vestido de duas peças bem justinho no corpo, deixando as curvas à mostra, apesar de ser baixinha, era muito bem feita. Os peitões enormes dela se erguiam majestosos, fazendo todo mundo virar a cabeça. Mais de cinco passos à sua frente, suas pernas torneadas calçando umas sandálias de tiras que as deixavam ainda mais gostosas. Pra minha surpresa, ela me recebeu com um beijo apaixonado, sem se importar absolutamente com nada nem ninguém.
Perguntei pra onde ela queria ir, achei que a história do cinema tinha sido só um pretexto pra gente se ver, mas não, ela realmente queria ir ao cinema, e perguntei de novo qual filme ela queria ver.
Karina chegou perto do meu ouvido e disse: "Quero ir ver um filme pornô, pra ver se aprendo alguma coisa", e soltou uma risadinha safada.
Com o pedido dela, fiquei animado na hora e fomos pra um cinema que tava passando filme pornô. Quando entramos, nos mandaram pro andar de cima, que era exclusivo pra casais, pra gente não ser incomodado por outras pessoas. Na escuridão da sala, como deu, conseguimos achar um lugar, Karina grudada no meu braço como se a vida dela dependesse daquilo. O filme já tinha começado e, em poucos minutos de sentados, as cenas quentes começaram.
Karina não tirava os olhos da tela, vendo como dois caras comiam uma mulher. Eu tava abraçado nela com uma mão sobre um dos seus peitos majestosos, que reagiram na hora, fazendo os bicos inchados aparecerem. Ficamos assim por vários minutos até que ela virou pro lado, e uma fileira abaixo da gente tinha outro casal que já tinha se empolgado com as cenas… o cara tava chupando os peitos da mina, fazendo ela gemer de prazer.
Karina me fez um sinal e disse: "Que barbaridade, esses aí já tão no desespero", e deu um sorrisinho. Com certeza o filme e o show de vários casais na sala já tinham feito efeito em Karina, e não passou nem meia hora quando ela me deu um beijo e falou: "Melhor me levar pra um motel, esses putos e o filme já me deixaram com muito tesão." Ela não precisou falar duas vezes, saímos na hora e fomos pra um motel perto.
Assim que entramos no quarto do motel, enquanto ela foi pro banheiro... No banheiro, liguei a TV no canal de filme pornô pra animar ela. Quando saiu, ficou olhando pra TV e disse: "Por que não me falou que aqui também passava esses filmes? Melhor a gente nem ter vindo pra cá." Enquanto falava, foi se aproximando e me deu um beijo gostoso, continuando: "Meu amor, hoje, por ser seu aniversário, vou te satisfazer em tudo que você quiser. Se quiser que eu seja sua puta hoje, eu vou ser. Me come do jeito que quiser e quantas vezes quiser." Ela se agarrou de novo nos meus lábios e se jogou em cima de mim, me derrubando na cama.
Feito uma gata, ela esfregava o corpo em mim e acariciava minha bunda e meu pau. Deu uma pausa e perguntou: "O que você quer que eu faça? Pede, sou sua escrava."
Quis realizar uma fantasia que tinha com ela, e aquele era o momento. Pedi que ela fosse se despindo bem devagar enquanto eu, sentado numa poltrona, observava. Pedi que fizesse do jeito mais safado que pudesse. Karina parou perto da porta e começou a tirar o vestido. Quando levantou, caralho! Ela estava de meia-calça preta presa num cinta-liga curto, uma calcinha preta bem transparente que deixava ver a mata de pelos pubianos por baixo do tecido, e os peitões enormes apertados num sutiã preto de renda meia-taça, deixando de fora boa parte das aréolas enormes e rosadas.
Tive que segurar a respiração pra continuar a fantasia. Pedi que ela tirasse o sutiã e brincasse um pouco com os bicos durinhos, rolando eles entre os dedos. Karina não aguentava aquilo, era a zona mais sensível dela. Fechou os olhos, se entregando às próprias carícias. Em poucos minutos, o rosto dela já estava vermelho de tesão. Depois, mandei ela deitar na cama, tirar a calcinha e abrir as pernas, mostrando como se masturbava quando eu não tava por perto.
Ela se ajeitou na minha frente e, sem reclamar, começou a esfregar a buceta. que já estava bem molhada, do meu lugar dava pra ver o brilho dos seus fluidos e ouvir o barulho dos dedos dela se enfiando na própria buceta. Karina mantinha os olhos fechados e, aos poucos, foi aumentando o ritmo da mão direita pra se dar um orgasmo, enquanto a mão esquerda ora apertava e puxava os biquinhos, ora se agarrava na colcha da cama, sinal de que o clímax tava chegando, até que ela gozou, tremendo o corpo inteiro e ofegando forte. Foi nessa hora que aproveitei pra me aproximar da bocetinha dela e dar um boquete de respeito, passando a língua por todos os lábios vaginais, lambendo o cuzinho dela e dando uns dedinhos, enfiando a língua pra arrancar mais um orgasmo.
Ela gozou umas duas vezes na minha boca e, de repente, se sentou e falou: "já chega, meu rei! não me faz sofrer, quero seu pau, enfia em mim!"
Mas como eu queria dar mais prazer pra ela antes de penetrar, subi até os peitões lindos dela. Depois de chupar com vontade, peguei as mãos dela pra juntar aqueles montinhos de carne quentinha enquanto enfiava entre eles meu pedaço de carne ardente e brilhante, melado de líquido pré-seminal que se espalhava entre as duas montanhas, facilitando a deslizada do meu pau. Karina, toda vez que a cabeça aparecia perto do rosto dela, tentava pegar com a boca, me dando umas linguadas deliciosas. Depois, pedi pra ela virar de bruços e passei o pau pelo corpo todo, roçando na nuca e na espinha, fazendo ela se remexer que nem uma cobra.
Quando cheguei naquelas bundas lindas e empinadas, separei elas pra dar uma boa sessão de beijo grego, que fazia ela gemer de prazer, e aí encaixei meu tolete entre as nádegas bem apertadinhas, esfregando uma vez e outra até ela dizer: "já chega, meu amor! se você quer meu cu, ele é seu! esse é meu presente, quero sentir você dentro dele, quero que me coma por ali, você não faz ideia de como eu desejo isso. Vai ser minha primeira vez por aí e quero que seja só seu, de mais ninguém."
As palavras dela foram música celestial para mim, porque eu também queria aquilo. Então, lubrifiquei um pouco a entrada dela com saliva, mirei no alvo e comecei a fazer pressão para entrar, mas foram duas tentativas e nada. O cuzinho estava muito apertado e não me deixava passar, então pedi para ela relaxar e soltar as nádegas, não apertar. Além disso, coloquei ela na posição de "cachorrinho". Na terceira tentativa, senti o esfíncter dela começar a ceder e meu pau foi entrando.
Karina forçava e dizia com voz de sofrimento: "Ai, não! Ai, não!" Repetidamente, e quando minha cabeça passou pela porta da frente, Karina soltou um grito forte de dor.
Falei para ela que o difícil já tinha passado e que fosse se acostumando com o intruso, porque eu queria ir até o fundo. Minhas palavras a acalmaram um pouco, embora ela continuasse reclamando. Aos poucos, comecei a entrar e sair do cu dela, e cada vez ia metendo mais fundo até que finalmente cheguei até o talo.
Naquele momento, Karina disse: "Finalmente está tudo dentro. Como dói no começo, mas que gostoso estou sentindo." O balançar dos quadris dela começou a expulsar e puxar meu pau.
Deixei ela se soltar. Dava para sentir como ela literalmente enforcava meu pau com o esfíncter até que me fez gozar. Nunca tinha me esvaziado como daquela vez. Ela também gozou ao sentir meu esperma quente dentro do intestino dela.
Nota do Autor: Naquela noite, ela pegou tanto gosto pelo sexo anal que só queria mais e mais vezes, até que eu não tinha mais força nem uma gota para encher o cu dela. Foi um excelente presente de aniversário, mas como tudo que começa um dia tem que acabar, e Karina já tinha ficado obcecada por mim. Falava em se separar do marido para morar comigo e, pior, queria engravidar para ter um filho meu. Eu não pensava da mesma forma e, aos poucos, fui me afastando até dar um fim nas intenções dela.
Aqui termina. essa história com a esposa do meu amigo, espero que tenham gostado e que não tenha sido chata pra vocês.
Isso aconteceu antes e eu não tinha conseguido comentar.Depois da nossa primeira vez, o fim de semana chegou e eu só fui na casa do meu amigo na segunda-feira seguinte, então tive aquele fim de semana inteiro pra refletir sobre o que tinha rolado com a Karina… mas não tinha dúvida, a mulher me deixava enfeitiçado e agora era só ver o que ia acontecer quando a gente se encontrasse de novo.
Quando cheguei, a atitude dela parecia bem normal, a gente se cumprimentou como de costume e eu fui trabalhar. Pensei que as coisas tinham se acertado e que a gente não ia tocar mais no assunto, mas na hora de sentar à mesa, ela tava meio nervosa, e isso acabou me contagiando. Por alguns minutos, nenhum dos dois se atrevia a se olhar, muito menos a dizer alguma coisa.
Até que a gente cruzou os olhares e deu um sorriso meio sem graça. De repente, ela solta na lata: "Você é um filho da puta, o fim de semana inteiro não tive paz, só pensando no que a gente fez. Foi tão gostoso! Nunca tinha passado por isso! Nunca tinha aproveitado tão intensamente uma foda em tão pouco tempo. Caralho, você sabe fazer! Toda hora eu tinha que ir no banheiro limpar as pernas, porque sentia o seu gozo escorrendo, de tanto que encheu minha buceta, tô sentindo isso há três dias."
Mesmo com as palavras dela sendo cheias de convicção e sem nenhum tipo de reclamação contra mim, eu já tinha analisado e pensado que a Karina era uma mulher muito abandonada sexualmente pelo marido e por isso buscava em mim um alívio pra paixão que ela guardava há anos. Eu tinha percebido que, apesar de ser casada, ela não era lá muito experiente nesse jogo de sedução entre homem e mulher. Tudo que eu fiz no nosso contato sexual parecia incrível pra ela, e ela se deixava levar com gosto, esperando ansiosa pelo que vinha depois.
Mas voltando ao momento, eu só me levantei, me aproximei dela, dei um beijo na boca linda dela e agradeci pelo comentário, dizendo que não era nada demais e que eu ia ensinar pra ela, aos poucos, todos os segredos de uma relação íntima.
Mesmo assim, naquela Tarde a gente se comportava porque Salomão ia chegar mais cedo que de costume, a partir daquela data ela virou expert nos "Rapidinhos" por causa da mesma situação de não ter muito tempo e não poder sair da casa dela. Acho que não teve cômodo da casa dela onde a gente não transou (na sala, no jantar, no banheiro, na cozinha, no quintal, etc.). A gente trepava no chão, contra a parede, nos sofás, cadeiras, mesa, vaso sanitário. Ela tinha duas posições favoritas: "de quatro" e de pé, carregada de frente pra mim, com as pernas dela suspensas pelos meus braços, enquanto ela se pendurava e dava sentadas no meu pau até a gente gozar.
Assim, por vários meses, a gente foi fazendo isso, sempre vestidos. Eu morria de vontade de despir ela completamente e aproveitar de verdade o corpaço de 33 anos dela, nada fora do lugar, queria chupar à vontade aqueles melões tão gostosos, mas tinha que me contentar com o que dava.
Até que um dia, cheguei como de costume e, sem esperar nada, ela me abordou de cara dizendo: "Estou com a tarde livre, Salomão foi pra fora da cidade visitar um parente que chamou ele e só volta no domingo."
Era sexta-feira. Ela tinha pensado que a gente podia transar na casa dela sem pressa, como sempre, mas na hora eu falei pra ela se trocar rápido pra sair pra dar uma volta e que eu traria ela de volta à noite (mentira deslavada). Não queria fazer na casa dela porque tinha risco de algum parente ou amiga aparecer pra procurar ela. Sem reclamar, ela fez isso e em pouco tempo a gente foi pra rua e, sem perguntar nada, fomos direto pra um hotel relativamente perto, mas bem escondido.
Assim que a gente entrou no quarto e eu fechei a porta, Karina estava tremendo de nervoso e na hora se jogou nos meus braços pra começar a putaria entre beijos e carícias. Tão acostumada já estava com a rapidez que ela se excitou na hora. Eu falei pra ela se acalmar, que a gente tinha muito tempo pra se curtir um ao outro, assim que lentamente fui despindo ela pra aproveitar cada parte do corpo dela, que por meses eu só tinha imaginado e, embora tivesse percorrido de ponta a ponta com as mãos, sempre foi por cima da roupa. Quando ficou só de sutiã e calcinha, me afastei um pouco e pedi pra ela desfilar pra mim, queria encher os olhos com o corpo escultural que até aquele momento eu tava descobrindo por completo, pedi pra ela tirar o sutiã e depois a calcinha.
Karina ficou com vergonha e com a voz cheia de tesão me disse: “tô com vergonha, melhor você tirar pra mim.”
Me aproximei, abracei ela e entre beijos e carícias tirei o sutiã dela (aliás, era meia-taça e mal dava pra segurar aquele par de melancias) senti como os peitinhos dela se sentiram livres pra voar. Eram lindos, redondos, duros feito pedra, com uma auréola moreninha meio grande e os bicos grandes e volumosos. Tavam bem empinados pedindo uma boca pra sentir prazer, não pude deixar de fazer a honra, brincando com eles com minha língua alternadamente pra depois chupar com verdadeira devoção, enquanto descia a calcinha dela até os tornozelos. Karina tava gemendo gostoso como nunca antes tinha ouvido, dava pra ouvir até fora do quarto, isso tava me esquentando demais.
Deitei ela na cama e comecei a beijar do rosto dela até os pés, parando a cada instante rapidinho nos lugares mais sensíveis (pescoço, peitos, costelas, virilha, coxas) ela se contorcia igual minhoca. Depois virei ela pra fazer o mesmo na nuca, nas costas, na bunda — que beleza! Deixei ela assim por um momento enquanto me despia o mais rápido que pude e voltei pra ação. Voltamos pra posição inicial e comecei a beijar as pernas dela das panturrilhas pra cima e, conforme ia subindo, fui abrindo as coxas dela, deixando à vista a linda rachadura da buceta dela que já brilhava com os sucos que escorriam, coroada por uma fina mata de pelos meio rala. Fui percorrendo a parte interna das coxas dela. até quase chegar na buceta dela, que assim que sentiu meu hálito tentou se levantar dizendo:
“O que você vai fazer? Não! Pare, isso é coisa de porco…”
Mas como não liguei pra ela, minha língua tomou conta da vulva dela, percorrendo ela toda, e pude ouvir suas palavras de lamento enquanto ela tentava se soltar.
“Não, não, não, não... Não!” Repetidamente até que minha língua conseguiu transformar as palavras dela em um, “sim, sim, sim, sim... Sim!”
Enquanto ela cravava os calcanhares na cama e empurrava a buceta dela contra minha boca, se esfregando até que veio um orgasmo fortíssimo que a sacudiu dos pés à cabeça, mais que gemendo, gritando!
Até ouvi a voz de uma mulher no corredor fora do quarto, que disse rindo, “ah, não que não, já gozou!”
Aproveitando o estado de excitação dela, me ajeitei e enfiei meu pau, primeiro devagar pra colocar ela no ritmo de novo e, aos poucos, acelerei pra tirar o próximo orgasmo, mais intenso que o anterior. Ela me abraçou com as pernas na cintura e eu me agarrei na boca dela pra abafar os gemidos fortes. Ficamos a noite toda transando até cairmos vencidos pelo cansaço.
A Esposa Do Meu Amigo: 3
… depois daquela noite.
Depois daquela noite fabulosa onde nos entregamos à paixão sem medida, eu estava convencido de que Karina ainda precisava aprender mais sobre sexo, já que aos poucos eu ia tirando os tabus dela sobre isso. Eu queria ter na cama ou onde fosse uma mulher gostosa e que se entregasse total e plenamente ao sexo.
Dias depois, continuamos com nossas rotinas de sexo rápido na casa dela antes do marido chegar, sempre deixava ela bem satisfeita. Embora Karina tivesse mudado um pouco, e já sem nenhum pudor, às vezes me deixava fazer oral nela até fazê-la gozar. Ela adorava que, enquanto eu chupava a bucetinha dela, eu acariciasse as nádegas lindas dela e, como quem não quer, me deixava brincar com o furinho do rabo dela. Coisa que antes ela não deixava, nem por nada. engano e assim seguíamos avançando nos meus propósitos… porque eu não ia parar até comer ela no cu.
Numa ocasião, por causa da quantidade de trabalho que eu tinha no escritório, falei com Salomão pra gente se ver no domingo pra adiantar o serviço. Ele me disse que já tinha planos de sair da cidade pra visitar uns parentes, mas que me deixava as chaves da casa dele pra eu poder entrar e trabalhar, e assim ficou combinado. Chegou o domingo e pensei que se eu fosse desde cedo, talvez conseguisse tocar o trabalho sozinho, então cheguei na casa dele achando que não ia ter ninguém, abri a porta e fui quase sem fazer barulho até nossa área de trabalho. Comecei a desenhar e, depois de mais ou menos uma hora, de repente ouvi uns gemidos e até me assustei, então, de forma sorrateira, fui me aproximando do interior da casa e qual não foi minha grande surpresa…
A Karina estava se masturbando, completamente pelada em cima da cama dela! Como ela estava de olhos fechados, nunca percebeu que eu estava observando a poucos metros de distância, que espetáculo lindo! Fiquei fascinado vendo como com uma mão ela esfregava furiosamente a buceta dela e com a outra massageava e puxava os pezões enormes dela. Se eu tivesse pedido pra ela me dar aquele show, nem sonhando ela faria, então decidi deixar ela terminar, mas sem perder nenhum detalhe, então me encostei na parede sem fazer barulho. Dava pra ouvir claramente o chup chup dos dedos dela se enfiando na bocetinha molhada, como ela cravava os calcanhares erguendo a barriga pro céu buscando o alívio dos dedos habilidosos dela, aquilo era quente demais! Tive que tirar o pau pra fora e comecei a acariciar ele devagar, poucos minutos depois a Karina chegou ao orgasmo tão intenso que ela estava ofegante e balançando a cabeça de um lado pro outro sem parar até que gemeu muito forte e teve um segundo orgasmo. Ela ficou de boca aberta puxando ar, o corpo ainda tremendo da cabeça aos pés.
Nesse momento, eu Eu tava a mil por hora, então me aproximei dela com o pau mais duro do que nunca. Quando cheguei na beira da cama, me veio a ideia de enfiar na boca aberta dela. Quando me ajoelhei na cama e aproximei meu pau do rosto dela, Karina abriu os olhos de repente, até com susto, mas ao me ver quase em cima dela e o que tava mais perto era meu ferro todo ereto, não dei tempo pra nada. Peguei o rosto dela com uma mão e com a outra direcionei o pau pra roçar a cara toda dela. O rosto dela vermelho, brilhando de suor, e a respiração quente que soltava os últimos suspiros do clímax foram o bastante pra ela aceitar meu carinho sem reclamar.
Aos poucos, fui aproximando a cabeça do pau da boca dela, passando no contorno dos lábios como se fosse batom. Quando percebeu minhas intenções, ela fechou a boca disfarçadamente, apertando um pouco os lábios, mas não resistiu muito à minha insistência de passar a cabeça do pau nos lábios dela uma e outra vez. Além disso, já tava escorrendo umas gotas de líquido cristalino que iam se depositando nos lábios dela, deixando o caminho mais fácil. Aos poucos, ela foi cedendo e abrindo ligeiramente a boca, até que finalmente abriu e me deixou enfiar com muita delicadeza.
Enfiei um pedaço, mas ela não fazia nada — não sabia chupar! Quando sentiu ele dentro, abriu os olhos lindos dela com uma certa aflição, como perguntando o que fazer. Com a voz calma, falei pra ela não se preocupar e aproveitar, chupando como se fosse o doce mais gostoso que ela gostava. Enquanto comecei a meter e tirar da boca dela num ritmo gostoso, o instinto dela mandou na hora o que fazer: ela pegou meu pau com uma mão, enquanto eu alcançava a bucetinha dela (toda molhada) pra começar um novo jogo. No começo, as chupadas dela eram sem jeito, até me arranhou com os dentes, mas quando minha mão, que tava dedando a rachinha dela, começou a fazer efeito, as chupadas foram ficando boas. Ela começou a usar a língua dela girando em volta da minha glande como um redemoinho e logo descobriu o lugar que me fazia até pular, enfiando um pouco mais, em poucos minutos nós dois já estávamos fora de si. As chupadas dela eram tão fortes que me deixavam à beira de gozar, então eu também enfiava os dedos o mais fundo que podia na buceta dela, fazendo ela levantar a bunda pro alto uma e outra vez.
Quando a Ester gozou de novo antes de mim e bem naquela hora me deu um boquete de campeão, me fazendo gozar na boca dela, e sem me soltar continuou chupando até tirar a última gota de porra que eu tinha. Desabei do lado dela e, acariciando os pezinhos lindos dela, fui deixando a calma chegar, de repente! Me bateu a dúvida: será que eles não foram embora da cidade? Cadê o Salomão? Me levantei rápido e perguntei (a resposta foi o de menos) estávamos sozinhos e eu com vontade de continuar trepando, então a manhã toda e parte da tarde a gente passou transando gostoso pra caralho.
A Esposa do Meu Amigo: 4
Chegou o dia do meu aniversário…
Quando a gente já tava se acostumando com o sexo escondido e rápido, chegou o dia do meu aniversário. Nessa data, meu amigo, por causa do trabalho dele, tinha se ausentado da cidade, e o que menos eu esperava era que a Karina fosse me ligar no escritório onde eu trabalhava de verdade. Apesar de ter alguns compromissos, larguei tudo pra sair com ela, já que ela nunca me ligava e dessa vez me pediu pra convidar ela pro cinema, aproveitando que tava sozinha em casa. Então marquei de encontrar com ela relativamente perto do meu escritório, que ficava no centro da cidade.
Eu cheguei no encontro antes dela, quando vi ela chegar, vocês não imaginam como ela tava linda pra mim. Ela tava usando um vestido de duas peças bem justinho no corpo, deixando as curvas à mostra, apesar de ser baixinha, era muito bem feita. Os peitões enormes dela se erguiam majestosos, fazendo todo mundo virar a cabeça. Mais de cinco passos à sua frente, suas pernas torneadas calçando umas sandálias de tiras que as deixavam ainda mais gostosas. Pra minha surpresa, ela me recebeu com um beijo apaixonado, sem se importar absolutamente com nada nem ninguém.
Perguntei pra onde ela queria ir, achei que a história do cinema tinha sido só um pretexto pra gente se ver, mas não, ela realmente queria ir ao cinema, e perguntei de novo qual filme ela queria ver.
Karina chegou perto do meu ouvido e disse: "Quero ir ver um filme pornô, pra ver se aprendo alguma coisa", e soltou uma risadinha safada.
Com o pedido dela, fiquei animado na hora e fomos pra um cinema que tava passando filme pornô. Quando entramos, nos mandaram pro andar de cima, que era exclusivo pra casais, pra gente não ser incomodado por outras pessoas. Na escuridão da sala, como deu, conseguimos achar um lugar, Karina grudada no meu braço como se a vida dela dependesse daquilo. O filme já tinha começado e, em poucos minutos de sentados, as cenas quentes começaram.
Karina não tirava os olhos da tela, vendo como dois caras comiam uma mulher. Eu tava abraçado nela com uma mão sobre um dos seus peitos majestosos, que reagiram na hora, fazendo os bicos inchados aparecerem. Ficamos assim por vários minutos até que ela virou pro lado, e uma fileira abaixo da gente tinha outro casal que já tinha se empolgado com as cenas… o cara tava chupando os peitos da mina, fazendo ela gemer de prazer.
Karina me fez um sinal e disse: "Que barbaridade, esses aí já tão no desespero", e deu um sorrisinho. Com certeza o filme e o show de vários casais na sala já tinham feito efeito em Karina, e não passou nem meia hora quando ela me deu um beijo e falou: "Melhor me levar pra um motel, esses putos e o filme já me deixaram com muito tesão." Ela não precisou falar duas vezes, saímos na hora e fomos pra um motel perto.
Assim que entramos no quarto do motel, enquanto ela foi pro banheiro... No banheiro, liguei a TV no canal de filme pornô pra animar ela. Quando saiu, ficou olhando pra TV e disse: "Por que não me falou que aqui também passava esses filmes? Melhor a gente nem ter vindo pra cá." Enquanto falava, foi se aproximando e me deu um beijo gostoso, continuando: "Meu amor, hoje, por ser seu aniversário, vou te satisfazer em tudo que você quiser. Se quiser que eu seja sua puta hoje, eu vou ser. Me come do jeito que quiser e quantas vezes quiser." Ela se agarrou de novo nos meus lábios e se jogou em cima de mim, me derrubando na cama.
Feito uma gata, ela esfregava o corpo em mim e acariciava minha bunda e meu pau. Deu uma pausa e perguntou: "O que você quer que eu faça? Pede, sou sua escrava."
Quis realizar uma fantasia que tinha com ela, e aquele era o momento. Pedi que ela fosse se despindo bem devagar enquanto eu, sentado numa poltrona, observava. Pedi que fizesse do jeito mais safado que pudesse. Karina parou perto da porta e começou a tirar o vestido. Quando levantou, caralho! Ela estava de meia-calça preta presa num cinta-liga curto, uma calcinha preta bem transparente que deixava ver a mata de pelos pubianos por baixo do tecido, e os peitões enormes apertados num sutiã preto de renda meia-taça, deixando de fora boa parte das aréolas enormes e rosadas.
Tive que segurar a respiração pra continuar a fantasia. Pedi que ela tirasse o sutiã e brincasse um pouco com os bicos durinhos, rolando eles entre os dedos. Karina não aguentava aquilo, era a zona mais sensível dela. Fechou os olhos, se entregando às próprias carícias. Em poucos minutos, o rosto dela já estava vermelho de tesão. Depois, mandei ela deitar na cama, tirar a calcinha e abrir as pernas, mostrando como se masturbava quando eu não tava por perto.
Ela se ajeitou na minha frente e, sem reclamar, começou a esfregar a buceta. que já estava bem molhada, do meu lugar dava pra ver o brilho dos seus fluidos e ouvir o barulho dos dedos dela se enfiando na própria buceta. Karina mantinha os olhos fechados e, aos poucos, foi aumentando o ritmo da mão direita pra se dar um orgasmo, enquanto a mão esquerda ora apertava e puxava os biquinhos, ora se agarrava na colcha da cama, sinal de que o clímax tava chegando, até que ela gozou, tremendo o corpo inteiro e ofegando forte. Foi nessa hora que aproveitei pra me aproximar da bocetinha dela e dar um boquete de respeito, passando a língua por todos os lábios vaginais, lambendo o cuzinho dela e dando uns dedinhos, enfiando a língua pra arrancar mais um orgasmo.
Ela gozou umas duas vezes na minha boca e, de repente, se sentou e falou: "já chega, meu rei! não me faz sofrer, quero seu pau, enfia em mim!"
Mas como eu queria dar mais prazer pra ela antes de penetrar, subi até os peitões lindos dela. Depois de chupar com vontade, peguei as mãos dela pra juntar aqueles montinhos de carne quentinha enquanto enfiava entre eles meu pedaço de carne ardente e brilhante, melado de líquido pré-seminal que se espalhava entre as duas montanhas, facilitando a deslizada do meu pau. Karina, toda vez que a cabeça aparecia perto do rosto dela, tentava pegar com a boca, me dando umas linguadas deliciosas. Depois, pedi pra ela virar de bruços e passei o pau pelo corpo todo, roçando na nuca e na espinha, fazendo ela se remexer que nem uma cobra.
Quando cheguei naquelas bundas lindas e empinadas, separei elas pra dar uma boa sessão de beijo grego, que fazia ela gemer de prazer, e aí encaixei meu tolete entre as nádegas bem apertadinhas, esfregando uma vez e outra até ela dizer: "já chega, meu amor! se você quer meu cu, ele é seu! esse é meu presente, quero sentir você dentro dele, quero que me coma por ali, você não faz ideia de como eu desejo isso. Vai ser minha primeira vez por aí e quero que seja só seu, de mais ninguém."
As palavras dela foram música celestial para mim, porque eu também queria aquilo. Então, lubrifiquei um pouco a entrada dela com saliva, mirei no alvo e comecei a fazer pressão para entrar, mas foram duas tentativas e nada. O cuzinho estava muito apertado e não me deixava passar, então pedi para ela relaxar e soltar as nádegas, não apertar. Além disso, coloquei ela na posição de "cachorrinho". Na terceira tentativa, senti o esfíncter dela começar a ceder e meu pau foi entrando.
Karina forçava e dizia com voz de sofrimento: "Ai, não! Ai, não!" Repetidamente, e quando minha cabeça passou pela porta da frente, Karina soltou um grito forte de dor.
Falei para ela que o difícil já tinha passado e que fosse se acostumando com o intruso, porque eu queria ir até o fundo. Minhas palavras a acalmaram um pouco, embora ela continuasse reclamando. Aos poucos, comecei a entrar e sair do cu dela, e cada vez ia metendo mais fundo até que finalmente cheguei até o talo.
Naquele momento, Karina disse: "Finalmente está tudo dentro. Como dói no começo, mas que gostoso estou sentindo." O balançar dos quadris dela começou a expulsar e puxar meu pau.
Deixei ela se soltar. Dava para sentir como ela literalmente enforcava meu pau com o esfíncter até que me fez gozar. Nunca tinha me esvaziado como daquela vez. Ela também gozou ao sentir meu esperma quente dentro do intestino dela.
Nota do Autor: Naquela noite, ela pegou tanto gosto pelo sexo anal que só queria mais e mais vezes, até que eu não tinha mais força nem uma gota para encher o cu dela. Foi um excelente presente de aniversário, mas como tudo que começa um dia tem que acabar, e Karina já tinha ficado obcecada por mim. Falava em se separar do marido para morar comigo e, pior, queria engravidar para ter um filho meu. Eu não pensava da mesma forma e, aos poucos, fui me afastando até dar um fim nas intenções dela.
Aqui termina. essa história com a esposa do meu amigo, espero que tenham gostado e que não tenha sido chata pra vocês.
4 comentários - A esposa gostosa do meu amigo