Prostituida por una deuda

Me chamo Mônica, tenho 36 anos e uma filha de 18 chamada Vanessa. Sou divorciada e até agora morava com um filho da puta. Tudo começou no dia em que uns capangas vieram cobrar o dinheiro que Daniel, o filho da puta, devia. Eles pegaram ele, minha filha e eu, e nos levaram pra casa do cara pra quem Daniel estava devendo. O filho da mãe era um chantagista que se aproveitava das mulheres. Tudo estava no meu nome, então era eu quem tinha que pagar. A quantia era absurda, mas não fizeram nada com ele — ele tinha um acordo com o Boss, pelo menos era assim que o chefe se chamava. Eu não podia pagar como outras faziam, então tive que virar puta do Boss. Minha filha sabia, porque no primeiro dia, quando fiz o acordo, o segurança dele me comeu na frente dela, obrigada a assistir enquanto comia pipoca e bebia Booty, como se estivesse na primeira fila do cinema. Fiz o acordo sem o Daniel saber. Ele achava que eu ia pedir um empréstimo ou algo assim, como as outras, mas a jogada deu errado. Preferi me prostituir e deixar ele se foder com parte do pacote. Quando ele percebeu, já era tarde demais, então teve que sair procurando outra vítima pra arrancar dinheiro. Mas isso não me importava — o filho da puta também tava ferrado. Eu vivia normal durante a semana, e no fim de semana me prostituía num chalé que o Boss tinha na serra. Lá você encontrava de tudo, desde sadomasoquistas até pedófilos, o melhor de cada casa. No começo odiava, mas depois de um tempo comecei a gostar. Era sexta-feira e eu tava em casa. Minha filha tava vendo um filme. No início foi difícil pra nós duas, mas depois a gente aceitou e agora contamos tudo uma pra outra.

— Amor, vou sair. Deixei sua janta na geladeira, é só esquentar.
— Tá bom, mãe. Hoje vai vir um garoto aqui pra estudar matemática.
— Ah, é mesmo? — ela disse com um sorriso no canto da boca.
— Não nasci ontem, Vanessa, então não vai fazer gracinha. Meu quarto ou vai ficar de castigo—
—mas é que na sua cama transa melhor que na minha—
—eu disse que não—
—tá bom— ela falou com um tom de resignação. Saí e fui pro chalé. Quando cheguei, tinha um grupo de doze caras

—oi, Chefe, desculpa o atraso—
—sem problema, Mônica, melhor assim, eles ficam mais tarados— disse o Chefe
—é a gangue do kron?—
—infelizmente é, sabe, é uma pena que logo você quite sua dívida, você é a melhor—
—isso eu já sei, vou pra dentro—
—a gente vai pro porão, tem outra farra, tchau—

Entrei onde os caras estavam esperando

—porra, a Mônica, galera— disse um deles
—caralho, como a gente vai se divertir— falou outro

Eu já conhecia eles da vez anterior, eram umas feras na cama e tinham uns pauzões enormes, mas se comportavam bem, fazendo favores depois. Tinham dado uma surra no Daniel. Mas dessa vez eu ia me dedicar de verdade, queria que quebrassem as pernas e os braços dele, aquele filho da puta ia ver, custasse o que custasse. Além disso, eu tava muito tesuda

—vem, raposinha, chega aqui e senta— era o chefe da gangue, sentado com o pau duro. Cheguei perto, ele baixou minha calça e rasgou minha calcinha, me virou e fez eu enfiar o pau dele no meu cu. Quando isso aconteceu, outro se jogou em mim e meteu na minha buceta. Um terceiro puxou meu cabelo, deixando minha boca exposta pra ele enfiar. Na sequência, mais dois chegaram e comecei a bater uma pra eles. Fiquei assim um bom tempo, depois foi a vez dos outros cinco, cada um do jeito que quis se divertiu comigo à sua maneira. Acabaram, só faltavam dois, os mais brutos

—e vocês, tão esperando o quê?— falei
—isso— disse um e me deu um tapa na cara. Depois me encostou a cabeça na parede e comeu minha boca. Parou e me levou pelos cabelos até o sofá. Lá estava o parceiro dele, que me agarrou pela garganta e começou a apertar até quase eu desmaiar

—caralho, isso vai me dar prazer— falei Olhando pra eles, um me comeu pelo cu e o outro pela buceta. Me deram tanta porrada que eu desmaiei. Quando acordei, senti que eles continuavam me fodendo, mas de cabeça pra baixo. Os filhos da puta não tinham parado, enquanto os outros se revezavam metendo em minha boca.

— Finalmente acordou, vamos pro banheiro — falando isso, me arrastaram, me jogaram na banheira e, um por um, começaram a mijar em mim, enquanto outros gozavam. Eu tava lá dentro, toda coberta de mijo e porra.

— Brinca com isso — o chefe mandou. Eu pegava a porra misturada com mijo e passava no corpo. Ele pegou um copo, mijou dentro e me deu. Já sabia o que queria. Bebi tudo. Depois, os outros gozaram numa tigela e me passaram. Engoli tudo, enquanto sempre tinha um mijando em mim, fosse no cabelo, nos peitos ou na cara. Assim continuamos por quase uma hora, até que o último gozou. Tinha acabado antes do esperado. Tomei um banho e fui pra casa. Era tarde e tinha um carro estacionado na porta. Entrei e fui pro meu quarto. Encontrei minha filha fodendo com um cara.

— Mas que porra é essa?

— Mãe, você chegou cedo.

— Quem é esse?

— Não é o que parece — o garoto disse.

— É sim o que parece. Ou você acha que sou idiota? — falei.

— Desculpa, senhora, sua filha...

— Como assim "senhora"? Não sou velha, não. E você, não te proibi de foder na minha cama? — O garoto ficou perplexo ao ouvir isso. — Você tá de castigo. E você tem uma pica boa — falei, pegando nela.

— Como você se chama? — perguntei enquanto batia uma pra ele.

— Oscar. Me chamo Oscar — respondeu, todo cagado de medo.

— Quantas vezes vocês já foderam na minha cama?

— Não... a gente não começou — respondeu.

— Não começaram? E a camisinha usada no chão, o que é? — perguntei.

— Tá bom, mãe, a gente tava no segundo round — Vanessa falou.

— Então termina no seu quarto — mandei.

— Eu tenho que ir — Oscar disse.

— Porra nenhuma. Antes, termina de foder minha filha. E você, aproveita bem, porque depois vai ficar de castigo. — Eles saíram do meu quarto. Quarto. Tirei toda a roupa, tudo estava em silêncio. Saí pra sala pelada e lá estavam eles: o cara tentando ir embora e minha filha segurando ele.
— O que tá rolando com vocês dois?
— Ué, cê estragou nosso sexo, mãe.

Ele estava meio vestido. Cheguei perto, empurrei ele, que caiu no sofá. Peguei a pica dele e comecei a fazer um boquete.
— Tira essa pica daí, é minha — disse Vanessa, me empurrando e metendo na boca dela. Ela tava chupando, mas começou a broxar.
— Porra, cara, o que cê tem? — perguntou Vanessa.
— O problema é que cê não sabe chupar direito — falei pra minha filha. Afastei ela, chupei de novo e, antes que ela pudesse falar qualquer coisa, já tava dura de novo. — Viu, Vanessa? É assim que se faz — falei pra minha filha. — Chupo bem, né, Oscar? — falei pra ele. Ele não disse nada, ainda tava processando. — Querido, cê pode continuar fodendo ela. Se broxar de novo, me chama que eu deixo ele pronto. Vou ficar na cozinha esquentando um pedaço de pizza.

Fui pra cozinha, peguei uma pizza congelada, esquentei no micro-ondas e voltei pra sala. Lá estava Vanessa montada no Oscar no sofá. Sentei do lado com a pizza e uma cerveja. Oscar pegou no meu peito.
— Cê tá fodendo comigo, larga minha mãe.
— Deixa, se ele gosta de me tocar, deixa — falei. — Ah, e quando terminar, quero que ele goze na sua boca, Vanessa.
— Não, mãe, isso me dá muito nojo — ela disse entre gemidos enquanto fodia.
— Te castiguei, então ele vai gozar na sua boca.

Continuaram fodendo até ele não aguentar mais. Tirou a pica e gozou na boca de Vanessa.
— Me dá um pouco, querida — falei pra minha filha. Ela chegou perto e soltou tudo na minha boca.
— Porra, que gosto ruim — ela disse enquanto limpava o rosto. Eu, com a porra na boca, comecei a gargarejar e depois engoli.
— Não é tão ruim assim, filha.
— Olha, Oscar, tenho uma mãe espermática.
— Para de falar besteira, Vanessa. E você, vai ter mais.
— Sim — ele disse.
— Então bate uma punheta e quando — Tá pronto, me avisa e goza na minha boca — falei pra ele, e foi o que ele fez. Saboreei o sêmen e engoli tudo.

— Oscar, hoje você vai dormir em casa — falei, e fui dormir. Na manhã seguinte, acordei e preparei o café da manhã. Entrei no quarto da Vanessa: ela tava de quatro, e Oscar tava metendo nela com força.

— Bom dia, mãe — ela disse entre gemidos. Oscar já tinha se acostumado e não parou de meter.

— Quando terminarem, desçam pra tomar café. Depois a gente vai fazer compras, Vanessa — falei isso, saí do quarto, desci pra cozinha e comecei a limpar. Daí a pouco os dois desceram.

— Vou embora — disse Oscar.

— Não, antes você precisa tomar café — e fiz ele sentar à mesa com minha filha. Eles comeram e depois ele foi embora.

— Se veste, vamos fazer compras. Preciso de uma calça.

— E o meu castigo? — Vanessa perguntou.

— Tiro ele se você me ajudar a escolher — falei enquanto arrumava a mesa. Saímos e fomos pras lojas do centro. Andamos por umas quantas até que numa encontramos uma que, segundo a Vanessa, ficava muito bem em mim. Era totalmente justa e marcava tudo. Já saí usando ela. Saímos da loja e entramos num bar. Todo mundo olhava disfarçadamente. Daí a pouco vi um dos caras do chefe tomando café. Ele me viu e fez um sinal.

— Vanessa, você acertou na calça.

— Com certeza, mãe. Todo mundo tá olhando pra gente — ela respondeu.

— Vou dar uma rapidinha no banheiro.

— Não grita muito, tá? — ela falou. Entrei no banheiro feminino, e logo depois o valentão do chefe entrou. Fechei a porta, me virou de costas e me encostou na privada. Arriou minha calça e calcinha de uma vez e meteu com toda a força que conseguiu. Depois continuou me fodendo com muita violência. Eu adorava gritar quando me comiam na brutal, mas ali não dava, então tinha que me segurar. O filho da puta sabia que eu gostava de gritar e cada vez metia com mais violência. Enquanto me comia, sussurrava no meu ouvido: — Vai, raposinha, grita. Eu sei que você adora gritar quando te fodem assim. Vai, por que não? Grita... A gente continuou transando até que ela virou e gozou nos meus óculos escuros. Eu tinha fodido ela com eles ainda no rosto. Ela subiu a calça e foi embora. Eu me vesti, peguei os óculos manchados de porra e limpei dando uma boa lambida. Saí do banheiro e sentei com a minha filha.

— E aí, como foi? Ela foi embora faz um tempinho — disse Vanessa.

— Foi muito bom, o ruim é que me deixou com tesão. Vamos embora — falei. Pagamos e fomos. Entramos no carro, peguei o celular.

— Alô, Marcos, cê tá em casa? Sim? E seu amigo Rafa também? Perfeito. Preciso que vocês me fodam agora — desliguei o telefone.

— Porra, mãe, cê tá bem safada — disse Vanessa.

— Aquele filho da puta me deixou no meio do caminho — respondi enquanto dirigia.

— Peraí, cê falou Marcos e Rafa? Eles são gostosos?

— São meus, Vanessa.

— Cê vai comer dois caras ao mesmo tempo?

— Sim — respondi.

— Quero ver.

— Não — respondi de novo. Chegamos no chalé do Marcos. Eles saíram pra me receber.

— Espera no carro.

— Oi, Mônica — disse Marcos. Depois cumprimentei o Rafa, enquanto minha filha saía do carro.

— E essa quem é? — perguntou Rafa.

— É minha filha. Ela vai ficar no carro enquanto a gente resolve esses papéis.

— Acho que não — disse ele, se aproximando. Ela levantou a saia e mostrou a bucetinha depilada, falando: — Gente, não tô de calcinha.

— Acho que sua filha vai participar também — disse Marcos.

— Nem pense em fazer ou falar nada. Só olha o que vai ver, que vai deixar ela de queixo caído, como você diz — falei furiosa.

— Tá bom, mãe — respondeu. Entramos, fomos pra sala, sentamos enquanto eles traziam umas cervejas.

— Chega de besteira. Minha filha vai ficar só olhando a gente foder por culpa de vocês. Então não se façam de difíceis e comecem a me foder como manda o figurino — falei enquanto tirava a blusa e a calça.

— E a calcinha e o sutiã? — disse Marcos.

— Não vou fazer tudo sozinha — falei.

Marcos se aproximou, tocou minha calcinha, que tava encharcada. Ele tirou a pica pra fora, eu me joguei nela e comecei a chupar. Ele afastou minha boca, eu peguei de novo. Tava chupando, mas ele afastou minha boca de novo e deu uns tapas com a pica na minha cara. Parou e deixou a glande perto do canto dos meus lábios. Eu sabia o que ele queria, a gente tinha começado bem. Abri a boca pra chupar, mas ele puxou pra trás. Fui nele de boca aberta e, assim que a glande entrou um pouco na minha boca, ele empurrou pra frente, segurando minha cabeça com as duas mãos e enfiando a rola até bater as bolas no meu queixo. Tirou e me deu um tapa. Enfiou de novo na minha boca, tirou e me deu outro tapa na outra bochecha. Limpou a baba que tinha deixado na pica com meu cabelo. Me jogou no sofá com outro tapa, rasgou minha calcinha e meteu com toda força que podia. Continuou me fodendo violentamente, mas agora eu tava satisfeita. Aqui eu não precisava me segurar e soltei minha veia mais puta. Empurrei o Marcos e levantei. Fui até o Rafa, que tava batendo uma perto da minha filha. Montei em cima dele e me deixei cair no pau dele, que entrou de uma vez, cavalgando o mais rápido que podia. Aí uma mão me parou, me empurrou contra o corpo do Rafa e senti a pica do Marcos entrando no meu cu. Eles pegaram posição e ritmo, porque tavam me fodendo muito bem. Quando um saía, o outro entrava. Eram os melhores em fazer dupla penetração. Eu gritava igual uma porca pedindo mais e, entre gemidos, a gente teve uma conversinha daquelas, enquanto a Vanessa olhava e escutava atônita a puta que era a mãe dela.

— Cê é uma cachorra saliente, pedaço de vagabunda — disse o Marcos entre gemidos.

— Ela é mais que saliente, faz pelo menos 10 minutos que a gente tá fazendo uma dupla e ela não reclama — reforçou o Rafa.

— Para de falar que vocês perdem o ritmo, seus cuzões — falei.

— Sua puta, eu não perco ritmo — disse o Marcos, enfiando no meu cu com mais força ainda.

— Já perdeu faz tempo — falei entre gemidos.

— Cala a boca, puta — disse o Rafa — ela não perdeu ritmo, mas você. você vai precisar de outra rola na boca pra ficar quietinha
- isso não seria nada mal – respondi como pude
- e por que você não chupa a buceta da sua filha? – disse Marcos

olhei pra Vanessa sentada do nosso lado enquanto Rafa apalpava um peito dela, aproximei a cabeça da saia dela e comecei a chupar a periquita depilada dela, ela se jogou pra trás
- aonde você vai que sua mãe quer chupar sua buceta – disse Rafa segurando ela pelo braço pra não escapar, eu continuei chupando a buceta sem parar enquanto durou a foda, Marcos tirou ela de mim, me virou e eu sentei na rola do Rafa enfiando no meu cu
- você é uma safada, Mônica, já cabe inteira no seu cu de puta – disse Rafa
- olha ela já tá se mexendo, vou limpar a rola um pouco e arrebento sua buceta, tá bom? – disse Marcos
- não, enfia logo, porra – falei, ele aproximou mas não enfiou
- caralho, enfia de uma vez, sua puta – falei de novo, ele virou e foi pro banheiro – você é um filho da puta, pelo menos se convida pra algo – gritei, Vanessa me olhava sem saber o que dizer
- e você, o que tá olhando? vamos, tira a roupa – falei pra minha filha, que não demorou pra tirar a saia e o top, nisso chegou o Marcos com a rola limpa e uma sacola, sentou do nosso lado no sofá, abriu a sacola e preparou oito carreiras
- cada um se vira com o que quiser – disse e cheirou uma delas, Rafa me jogou pro lado, pegou o canudo e cheirou outra, Vanessa ficou me olhando, me aproximei da mesa, olhei pra ela e falei – vou me dar um agrado – e sem tirar os olhos dela, cheirei duas carreiras, Vanessa ficou de boca aberta, não acreditava no que via, a mãe dela fodendo como uma ninfomaníaca no cio e cheirando coca
- te falei que você ia pirar – falei passando o canudo pra ela, ela me encarou – você também – falei, ela se aproximou da mesa e cheirou uma, eu voltei a sentar na rola do Rafa enquanto Marcos enfiava na minha buceta, agora um pouco doidinhos, o sexo foi ainda mais selvagem, Vanessa entrou na farra enfiando a cabeça entre nossas pernas e Lambendo as bolas do Marcos e do Rafa fiquei um tempão. O Marcos tirou a rola de mim e enfiou na boca da Vanessa, mas tirou na hora reclamando que ela não sabia chupar. Jogou ela no sofá do nosso lado e meteu nela enquanto eu continuava sendo comida pelo Rafa. Terminamos e ele gozou na minha boca, saboreei todo o esperma quente dele, engoli e chupei os bicos da minha menina. O Marcos tava quase gozando, tirou a rola e eu enfiei na boca antes que ele fizesse qualquer coisa. Tava há um tempão sem gozar, o filho da puta soltou uma boa quantidade.

- Sua menina não engole? - ele perguntou
- Não gosta - respondi depois de saborear e engolir a gozada
- Também não chupa muito bem
- Acho que vou ter que dar umas aulas pra ela - falei entre risadas
- Tá vendo, Vanessa, tem que aprender a chupar que nem eu - falei pra minha filha, peguei a rola do Rafa, enfiei na boca e em menos de trinta segundos já tava durasso de novo
- Valeu, Mônica, posso foder sua filha? - ele perguntou
- Ainda tá com tesão? - perguntei pra Vanessa
- Tô - ela respondeu
- Manda ver, Rafa - falei

Sem pensar duas vezes, ele se jogou nela e meteu com força enquanto eu e Marcos nos vestíamos e eles continuavam por mais um tempo.

- Vamos, goza logo que a gente tem que ir - falei. Agora era a Vanessa que tava por cima dele, cavalgando igual uma louca. Olhei pra ela e tive uma ideia meio filha da puta, contei no ouvido do Marcos. Ele se preparou, eu me aproximei, agarrei a Vanessa e fiz ela arquear as costas, deixando a bunda empinada.
- Porra, mãe, tá cortando o ahhhhhhhh - ela não conseguiu continuar, na mesma hora o Marcos meteu no cu dela. Ela ficou mais louca ainda e começou a soltar um monte de palavrão entre frases sem nexo. Gozou pelo menos umas três vezes. Viraram ela, sentaram na rola do Rafa enquanto dessa vez o Marcos metia na boceta dela. A safada tava num êxtase total, gozou mais várias vezes. Jogaram ela de lado no sofá e os dois gozaram nos peitinhos dela. Ela pegou um papel pra... Limpar, mas tirei
- Nem pense em se limpar, vamos, se veste – eu disse – Você vai com as tetas gozadas.
Ela não gostou da ideia, mas obedeceu. Vestiu o top e a saia, saímos de casa e entramos no carro. Antes de ir, Marcos se aproximou.
- Pega isso, sobrou, e a gente tem mais – ele disse, me dando um saquinho com a coca que tinha sobrado. Peguei, agradeci e fomos embora.
- O que achou dos meus amigos? – perguntei pra minha filha.
- Porra, como eles transam bem, mãe.
- Ficou satisfeita?
- Pelo menos por uns quinze dias, tô arrebentada.
- E hoje você vai sair pra festa?
- Sim, combinei com minhas amigas.
- E a que horas você pensa em voltar?
- Não sei, de manhã, acho.

Continuei dirigindo, chegamos em casa, preparamos a comida. De tarde, estávamos vendo um filme quando o Boss me ligou.
- Vou indo, amor – falei pra Vanessa.
- Vestido curto, um dos meus tops e botas altas... Acho que você não volta pelo menos até amanhã à noite – disse minha filha.
- Provavelmente é isso mesmo. Se comporta e não transe na minha cama – falei enquanto saía pela porta. Ela respondeu com um "valeu, mãe".

Cheguei no chalé do Boss, era meu último pagamento. Me abriram, entrei e fui direto pra sala. Ele estava lá. Me ajoelhei como sempre pra fazer um boquete, mas ele me afastou.
- Precisamos conversar – disse.

Eu já temia que fosse uma extensão do pagamento, mas ele continuou:
- Como você sabe, hoje termina seu pagamento, e não vamos estender. Mas sempre que quiser, pode passar aqui pra dar uma volta – ele disse.
- De quanto em quanto tempo? – perguntei.
- Quando quiser. Não vou exigir seus serviços, embora precise de você pra alguns clientes. Bem, que se fodam, mas pelo menos uma vez por mês você vai ter que passar – continuou.

Fiquei pensando. A oferta não era ruim. Uma noite por mês que eu podia escolher, e não me chamariam. Tava muito bom.
- E agora, como fim de serviço, tenho um presente pra você – ele bateu palmas e trouxeram Daniel amarrado. O filho da puta... filho da puta tava todo fudido, já sabia que a última jogada dele tinha dado errado

- aí está ele pra tu se divertir à vontade -
- posso fazer o que quiser com ele -
- claro que sim -
- vamos pro porão e chama o Mateo - falei e fomos embora

mandei amarrarem ele numa cama de bruços e colocarem uma mordaça na boca dele, depois mandei todo mundo sair de lá menos o Mateo. peguei um estilete e fiz quatro cortes no cu dele. o Mateo já tava de pau duro, fiz um sinal e ele começou a meter no cu dele com toda força que podia. sentei de lado e fiquei observando a cena. o Mateo gozou, tirou a rola, chamei ele e chupei pra ele ficar duro de novo

- continua -

ele montou de novo no cara e arrombou o cu dele de novo, assim umas cinco vezes. depois mandei ele vazar. me aproximei do Daniel, que tava com a cara toda molhada de lágrimas de dor, e falei

- tamos quites e não chega perto de mim nem da minha filha de novo, senão vai ser pior, entendeu? - ele balançou a cabeça. foi a última vez que vi ele. subi pra sala, peguei minhas coisas e fui pra casa. no caminho liguei pro Marcos e pro Rafa, falei pra irem na minha casa que a gente tinha algo pra comemorar e que levassem algum amigo. quando cheguei, vi o carro do Marcos mas ninguém dentro. já a casa tava bem animada. entrei pelos fundos e me despi. quando cheguei na sala, vi o Marcos e outro cara fazendo dupla penetração na minha filha

- seus filhos da puta, ela só tem 17 anos, vão perverter ela -
- oi, mamãe - ela falou entre gemidos
- mas que puta vagabunda você é, esses eram pra mim, seus gostosos. e vocês, preparem umas carreiras -

preparamos umas. cheirei três de uma vez. levei a bandeja pra Vanessa, que enquanto trepava cheirou mais duas

- sabia sim que você ficava doida, cê acha que sua mãe é burra? -

o Rafa e outro cara tavam livres e pelados. sentei o Rafa no sofá do lado da Vanessa e montei nele, enquanto o outro não perdeu a vez e meteu no meu cu. e assim passamos a noite e parte da manhã do dia seguinte seguinte competindo as duas pra ver quem aguentava mais tempo as duplas penetrações, fizeram a gente de forma selvagem e em todas as posições possíveis, trocando de uma pra outra, momento que a gente aproveitava pra meter sempre com os dois buracos cheios. terminamos todos exaustos. acordei de tarde, tava pelada dormindo no chão com a pica do Marcos na boca, inconscientemente tinha chupado ele dormindo. levantei um pouco, um dos amigos do Marcos e do Rafa tava deitado em cima das minhas tetas, empurrei ele de lado e fiquei de pé. o Rafa tava dormindo em cima do sofá, ainda tava duro por causa das drogas. cheguei perto e chupei ele um pouco, quando cansei fui procurar a Vanessa e o outro amigo deles, encontrei os dois no meu quarto dormindo.

preparei o jantar pra todo mundo, depois eles foram embora e contei pra Vanessa o motivo da comemoração, ela ficou muito feliz. eu continuei com minha vida normal, indo uma vez por mês pro chalé do Chefe.

tinha passado um ano desde o incidente que tinha deixado marcas nas duas, eu continuava indo pro chalé do Chefe e preparavam uma orgia quase que só pra mim, enquanto a Vanessa já tinha 18 e era a mais promíscua do colégio, não tinha garoto ou professor que ela não tivesse comido. todo fim de semana a gente preparava uma farra com o Rafa, o Marcos e três amigos da minha filha.

PS: agora a safada engole todas as gozadas.





Por favor, comentem, seja pra elogiar ou criticar, sempre agradeço.

3 comentários - Prostituida por una deuda

Vago3x -1
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