Oi, meu nome é Martin, sou de Buenos Aires.
Sempre fui viciado em contos eróticos, mas nunca tive coragem de publicar os meus. Talvez por medo, ou talvez por receio da reação das pessoas, de alguém falar que não gostou da minha história e coisas do tipo...
Vamos direto ao ponto?
Eu devia ter uns 18 anos na época. Sempre gostei de mulheres (e ainda gosto, elas me deixam do mesmo jeito). Mas sempre tive essa curiosidade de ver o que tem do outro lado da montanha. Eu brincava de depilar a virilha igual as mulheres faziam, via pornô e me colocava no lugar de quem recebia, não de quem metia. Cheguei a experimentar calcinhas das minhas tias, primas e de qualquer mulher que aparecesse.
A verdade é que eu queria sentir no papel de mulher — não ser mulher, mas sentir o que elas sentem quando são penetradas, ou quando chupam um pau. Era isso que me deixava louco, essa sensação.
Como eu tava contando, eu tinha uns 18 anos e um amigo da mesma idade que morava a duas casas da minha. Como minha família saía cedo pra trabalhar, eu ficava sozinho em casa das 12h às 21h. Então meu vizinho vinha pra minha casa jogar videogame, ver TV ou só passar o tempo.
Como de costume, um dia ele veio e a gente ficou vendo TV. Ele me contou que tinha encontrado umas revistas pornô em casa, que eram do pai dele. Eu respondi: "Uau, que legal! Já olhou?" Ele disse que não, e eu falei que era uma pena. Mas pra minha surpresa, ele tirou as revistas de dentro da calça. É, ele tava escondendo ali pra conseguir levar pra fora de casa sem a faxineira ver que ele tava "saqueando" o tesouro do pai.
A gente começou a ver as revistas, e os dois ficamos excitados. Dava pra ver que a calça dele já tava marcando, igual a minha. Meu vizinho começou a se tocar por cima da calça. Quando vi aquilo, não pensei duas vezes e comecei a... Me masturbei da mesma maneira, e ficamos assim por não mais que 30 minutos, até que ele deu o próximo passo: tirou o pau pra fora da calça e começou a se masturbar. Eu decidi segui-lo, então tirei meu pau (super encharcado dos meus fluidos) e comecei a me masturbar também. Meu vizinho prestava muita atenção nas fotos das mulheres da revista, mas eu não conseguia tirar os olhos do pau do meu amigo, que, aliás, não era gigante, mas era um pau muito bonito. Me masturbei um bom tempo vendo aquele pau a poucos centímetros dos meus olhos e das minhas mãos.
Eu não sabia o que fazer para poder tocar no pau dele. "Como eu diria? O que faria para que ele deixasse? Que desculpa eu daria para poder sentir o pau dele na minha mão?"
Mas, graças a Deus, naquela edição da revista havia uma pequena fotonovela de duas lésbicas, que transavam de um jeito lindo. Porém, a terceira foto foi a que me salvou! Era uma foto em que as duas garotas estavam sentadas uma ao lado da outra, totalmente nuas. A garota da esquerda tinha a mão na buceta da da direita, e vice-versa (estavam se masturbando uma à outra).
Meu vizinho parou nessa foto e comentou algo que me encheu de paz! Ele disse algo tipo: "Que bom poder fazer isso, olha que boas companheiras". Eu, sem hesitar, disse que sim, que estava demais. Ele me olhou e perguntou se eu teria problema em bater uma pra ele. Não hesitei, mas tinha que fingir ser bem comportado, então respondi que sim, mas que ele também teria que fazer o mesmo em mim, ao mesmo tempo. E aí, finalmente, pude sentir o pau dele na minha mão. Eu o tocava, não parava de esfregá-lo com a mão. Ele fez o mesmo, e ficamos assim um tempinho, até que ele mergulhou novamente no abismo da minha tesão, me dizendo: "Que legal seria se chupassem seu pau assim". De novo, não hesitei, mas já não me importava mais com nada, e disse que, se ele deixasse, eu poderia beijá-lo por apenas 5 segundos, mas ele teria que fazer o mesmo depois. Ele aceitou, mas sem muito entusiasmo. Então estiquei meu pescoço e aproximei meu rosto daquela linda pica juvenil, senti o cheiro de pau, um cheiro muito gostoso, algo que me esquentava demais. Coloquei meus lábios na cabeça do pau e deixei apoiados ali pelos 5 segundos combinados, ao sair vejo que ele estava super excitado, se mexendo, etc e só tinha dado um beijo, nem tinha colocado minha língua pra fora!! Ele fez o mesmo, mas com um pouco de nojo e sem muita vontade, já que ele queria que só eu fizesse. E ele fez, me beijou o pau bem rápido, mas a verdade é que não me importava, eu queria ser quem beijasse o dele.
Ele me disse que a gente devia fazer de novo, mas agora teria que ser por 20 segundos e nossas línguas teriam que aparecer pelo menos um pouquinho, e eu aceitei super rápido. Fingi que era uma expert em chupar pica, e nem dei tempo dele começar a contar. Comecei a chupar com minha língua sem levar pra dentro da boca, e por baixo ouvia o tempo acabando, e PLIM… 20 segundos, ele disse, e eu continuei por mais uns segundos… Parei e disse que não queria que ele fizesse em mim, que estava cansado e não queria. E ele me disse pra não ser cuzão, que ele queria que eu continuasse. E se antes eu tinha me jogado na piscina, agora me joguei do décimo andar. Disse: “Mas se é o que você quer, por que não me fala logo?” Ele respondeu: “Martin, quero que você chupe mais uns 20 segundos.” Eu disse que sim, que não tinha problema, mas que ele relaxasse e esquecesse de contar, que eu ia fazer porque vi que ele gostava e eu queria fazer.
Então SIM, agora enfiei o pau inteiro dele na minha boca e comecei a masturbar bem devagar. Nesse momento senti que ele estava movendo a pelve, estava super excitado, e o brutão apoiou a mão na minha cabeça e começou a acelerar o ritmo. Eu tinha a boca cheia de pau, saliva escorrendo pelo canto da boca e os líquidos pré-seminais dele por toda a língua. Foi quando ouvi ele gemer e pedir para eu fazer mais forte, e assim foi, eu punhetei bem gostoso e com força, e enquanto batia uma pra ele, eu subia e descia a cabeça super rápido, e melava toda aquela pica de baba! Mas o que faltava dentro da minha boca era a porra dele, e ele não demorou — jorrou um monte de gozo grosso dentro da minha boca, foi tanto que até me deu ânsia, porque senti que estava me engasgando… Era a primeira vez que eu chupava uma rola e já tinham gozado dentro da minha boca!
Essa foi minha primeira pica e minha primeira vez com um cara, tenho muito mais com meu vizinho e com outros homens. Mas o título desse relato é “Assim começamos…”. Em alguns dias vou publicar o outro “Assim continuamos”.
Espero que gostem.
Beijos para todos esses caras que estão lendo e para essas bucetas suculentas também!
Martin!
Sempre fui viciado em contos eróticos, mas nunca tive coragem de publicar os meus. Talvez por medo, ou talvez por receio da reação das pessoas, de alguém falar que não gostou da minha história e coisas do tipo...
Vamos direto ao ponto?
Eu devia ter uns 18 anos na época. Sempre gostei de mulheres (e ainda gosto, elas me deixam do mesmo jeito). Mas sempre tive essa curiosidade de ver o que tem do outro lado da montanha. Eu brincava de depilar a virilha igual as mulheres faziam, via pornô e me colocava no lugar de quem recebia, não de quem metia. Cheguei a experimentar calcinhas das minhas tias, primas e de qualquer mulher que aparecesse.
A verdade é que eu queria sentir no papel de mulher — não ser mulher, mas sentir o que elas sentem quando são penetradas, ou quando chupam um pau. Era isso que me deixava louco, essa sensação.
Como eu tava contando, eu tinha uns 18 anos e um amigo da mesma idade que morava a duas casas da minha. Como minha família saía cedo pra trabalhar, eu ficava sozinho em casa das 12h às 21h. Então meu vizinho vinha pra minha casa jogar videogame, ver TV ou só passar o tempo.
Como de costume, um dia ele veio e a gente ficou vendo TV. Ele me contou que tinha encontrado umas revistas pornô em casa, que eram do pai dele. Eu respondi: "Uau, que legal! Já olhou?" Ele disse que não, e eu falei que era uma pena. Mas pra minha surpresa, ele tirou as revistas de dentro da calça. É, ele tava escondendo ali pra conseguir levar pra fora de casa sem a faxineira ver que ele tava "saqueando" o tesouro do pai.
A gente começou a ver as revistas, e os dois ficamos excitados. Dava pra ver que a calça dele já tava marcando, igual a minha. Meu vizinho começou a se tocar por cima da calça. Quando vi aquilo, não pensei duas vezes e comecei a... Me masturbei da mesma maneira, e ficamos assim por não mais que 30 minutos, até que ele deu o próximo passo: tirou o pau pra fora da calça e começou a se masturbar. Eu decidi segui-lo, então tirei meu pau (super encharcado dos meus fluidos) e comecei a me masturbar também. Meu vizinho prestava muita atenção nas fotos das mulheres da revista, mas eu não conseguia tirar os olhos do pau do meu amigo, que, aliás, não era gigante, mas era um pau muito bonito. Me masturbei um bom tempo vendo aquele pau a poucos centímetros dos meus olhos e das minhas mãos.
Eu não sabia o que fazer para poder tocar no pau dele. "Como eu diria? O que faria para que ele deixasse? Que desculpa eu daria para poder sentir o pau dele na minha mão?"
Mas, graças a Deus, naquela edição da revista havia uma pequena fotonovela de duas lésbicas, que transavam de um jeito lindo. Porém, a terceira foto foi a que me salvou! Era uma foto em que as duas garotas estavam sentadas uma ao lado da outra, totalmente nuas. A garota da esquerda tinha a mão na buceta da da direita, e vice-versa (estavam se masturbando uma à outra).
Meu vizinho parou nessa foto e comentou algo que me encheu de paz! Ele disse algo tipo: "Que bom poder fazer isso, olha que boas companheiras". Eu, sem hesitar, disse que sim, que estava demais. Ele me olhou e perguntou se eu teria problema em bater uma pra ele. Não hesitei, mas tinha que fingir ser bem comportado, então respondi que sim, mas que ele também teria que fazer o mesmo em mim, ao mesmo tempo. E aí, finalmente, pude sentir o pau dele na minha mão. Eu o tocava, não parava de esfregá-lo com a mão. Ele fez o mesmo, e ficamos assim um tempinho, até que ele mergulhou novamente no abismo da minha tesão, me dizendo: "Que legal seria se chupassem seu pau assim". De novo, não hesitei, mas já não me importava mais com nada, e disse que, se ele deixasse, eu poderia beijá-lo por apenas 5 segundos, mas ele teria que fazer o mesmo depois. Ele aceitou, mas sem muito entusiasmo. Então estiquei meu pescoço e aproximei meu rosto daquela linda pica juvenil, senti o cheiro de pau, um cheiro muito gostoso, algo que me esquentava demais. Coloquei meus lábios na cabeça do pau e deixei apoiados ali pelos 5 segundos combinados, ao sair vejo que ele estava super excitado, se mexendo, etc e só tinha dado um beijo, nem tinha colocado minha língua pra fora!! Ele fez o mesmo, mas com um pouco de nojo e sem muita vontade, já que ele queria que só eu fizesse. E ele fez, me beijou o pau bem rápido, mas a verdade é que não me importava, eu queria ser quem beijasse o dele.
Ele me disse que a gente devia fazer de novo, mas agora teria que ser por 20 segundos e nossas línguas teriam que aparecer pelo menos um pouquinho, e eu aceitei super rápido. Fingi que era uma expert em chupar pica, e nem dei tempo dele começar a contar. Comecei a chupar com minha língua sem levar pra dentro da boca, e por baixo ouvia o tempo acabando, e PLIM… 20 segundos, ele disse, e eu continuei por mais uns segundos… Parei e disse que não queria que ele fizesse em mim, que estava cansado e não queria. E ele me disse pra não ser cuzão, que ele queria que eu continuasse. E se antes eu tinha me jogado na piscina, agora me joguei do décimo andar. Disse: “Mas se é o que você quer, por que não me fala logo?” Ele respondeu: “Martin, quero que você chupe mais uns 20 segundos.” Eu disse que sim, que não tinha problema, mas que ele relaxasse e esquecesse de contar, que eu ia fazer porque vi que ele gostava e eu queria fazer.
Então SIM, agora enfiei o pau inteiro dele na minha boca e comecei a masturbar bem devagar. Nesse momento senti que ele estava movendo a pelve, estava super excitado, e o brutão apoiou a mão na minha cabeça e começou a acelerar o ritmo. Eu tinha a boca cheia de pau, saliva escorrendo pelo canto da boca e os líquidos pré-seminais dele por toda a língua. Foi quando ouvi ele gemer e pedir para eu fazer mais forte, e assim foi, eu punhetei bem gostoso e com força, e enquanto batia uma pra ele, eu subia e descia a cabeça super rápido, e melava toda aquela pica de baba! Mas o que faltava dentro da minha boca era a porra dele, e ele não demorou — jorrou um monte de gozo grosso dentro da minha boca, foi tanto que até me deu ânsia, porque senti que estava me engasgando… Era a primeira vez que eu chupava uma rola e já tinham gozado dentro da minha boca!
Essa foi minha primeira pica e minha primeira vez com um cara, tenho muito mais com meu vizinho e com outros homens. Mas o título desse relato é “Assim começamos…”. Em alguns dias vou publicar o outro “Assim continuamos”.
Espero que gostem.
Beijos para todos esses caras que estão lendo e para essas bucetas suculentas também!
Martin!
18 comentários - Asi arrancamos (Relato Erotico - Gay)
Yo tambien quiero chupar unaa 🤤 🤤 🤤 🤤
Excelente relato master, deberías seguir contando esas historias super calientes.
Dejo un par de puntines y recomiendo a ver si te vuelven las ganas de relatar 😉
Gracias por compartir 👍
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Gracias por comentar mi post :alaba: