Pra bicar, estsolo3, larakont, que pediram a segunda parte e pra todos que comentaram.
Deitado sobre ela, tentando segurar um pouco mais minha porra, vendo se o que tava vivendo não era um sonho, comecei a passar a mão nas pernas dela. Abertas ao redor de mim. Na bunda dela. Nos lençóis encharcados com o gozo dela. No cu dela.
No primeiro toque, os suspiros dela ficaram entrecortados e as mãos dela apertaram minhas costas. Comecei a fazer círculos suaves com um dedo na bunda dela e as costas dela arquearam.
Me levantei um pouco, coloquei dois dedos na boca dela e ela começou a chupar eles. Quando senti eles molhados, levei de volta pra bunda dela. Nem precisava, porque os fluidos da buceta dela já lubrificavam bem a entrada traseira, mas adorei que foi com a boca dela que comecei a preparar o cu dela.
Fui aumentando devagar a pressão das carícias e a primeira falange entrou. Senti o corpo todo dela tenso por uns segundos, a barriga tremeu debaixo da minha e a buceta dela se contraiu em volta do meu pau ainda enfiado.
— O que você tá querendo, papai?
Ela nem deixou eu responder.
— Lembra que eu falei que tinha um ponto G especial? Você achou.
E saiu de baixo de mim pra ficar de quatro enquanto pegava a bolsa dela.
— Acho que tenho vaselina.
— Não precisa, bebê.
E comecei a chupar o cu dela.
Quando só se abria pra minha língua entrar, enfiei um dos meus dedos na buceta dela, lubrifiquei com os sucos dela e fui enfiando no cu dela.
— Isso, papai, como eu gosto.
Quando o dedo inteiro entrou, comecei a meter nele, o dedo ia até o fundo.
— Você vai meter?
— Pede.
— Mete no meu cu.
— Quer que meta no cu?
— Arromba meu cu, por favor.
E os gritos dela começaram de novo.
Não quis cortar o orgasmo dela, então só enfiei um segundo dedo e assim ela gozou de novo.
As pernas dela abriram um pouco mais, ela dobrou os braços e os peitos dela se espremeram contra o colchão.
Me acomodei atrás dela e encostei o pau na entrada.
Era uma expectativa ver o cu se contraindo e relaxava com a glande roçando nele
- se quer ela pelo cu, enfia você mesmo
Passei a mão entre as pernas dela e peguei meu pau
- ai papai, que grande que tá, vai me rasgar a buceta
Segurei ela e ela começou a empurrar pra trás
- ai como entra, meu amor, como dói e como eu gosto
Quando enfiou um pouco mais da metade, pedi
- mete tudo
Peguei ela pelos peitos. Levantei o corpo dela e enfiei até onde a bunda dela parou minha pélvis
e gozei de novo!
não acreditei, mas além dos gritos, o cu dela se contraía e apertava meu pau
ela tava chorando
- cê tá bem?
- filha da puta, nunca tinha gozado assim, não aguento mais
- não aguenta mais?
e comecei a bombar ela. a cada movimento fazia o pau percorrer mais caminho. às vezes saía e ela sozinha guiava o pau pra entrar no cu dela de novo
quando os gritos dela recomeçaram, quando ela recuava muito e o pau saía, eu enfiava de novo sem ajuda, sem guia, o cu tava super aberto
mas as surpresas não acabaram ainda. no momento em que senti as contrações da bunda dela de novo, ela pegou minhas mãos e colocou uma no pescoço dela e outra no cabelo
entendi e tava tão descontrolado que fiz o que outras vezes não ousava nem pensar. segurei ela pelo pescoço e puxei pelos cabelos. bom, já disse que ela gritava, então agora não encontro palavras pra dizer o que ela fazia, era incrível! e quando comecei a gozar, ela percebeu e alternava os gritos com palavras
- sim papai, goza, como eu sinto você, goza na minha buceta, que gostoso seu pau na buceta
e caímos os dois pra frente, eu por cima dela enfiando mais uma vez até o fundo, o que fez ela dar uma ameaçada pra levantar, quando as mãos dela tentaram tirar o corpo debaixo do meu
- filha da puta, agora sim você me rasgou!
- olha aí não
falei empurrando com minha pélvis pra baixo
- chega pelo amor de deus, chega, dói até a garganta
comecei a tirar e quando fui levantar, vi ela com a cara enfiada nos lençóis Ela me olha e diz:
- Não acredito como você me fez gozar, quase gozei quando você tirou ela
- Vou preparar o banho
- Tá, já vou, me dá um respiro, deixa eu me recuperar
Quando estou tomando banho, ela aparece com uma mão atrás das costas, enquanto entra no chuveiro, e diz:
- Você é um safado, sinto que minha bunda não junta
- Garota, não tenho tempo, mas não quero que você fique com essa quase gozada de quando eu tirei ela
- Não, não, deixa quieto, tá tudo ardendo, ha ha
A gente tomou banho e foi embora.
Depois de deixar ela, ela me manda uma mensagem: "Você me arrebentou toda, minha buceta e minha bunda tão doendo."
Foi assim nosso primeiro encontro.
Deitado sobre ela, tentando segurar um pouco mais minha porra, vendo se o que tava vivendo não era um sonho, comecei a passar a mão nas pernas dela. Abertas ao redor de mim. Na bunda dela. Nos lençóis encharcados com o gozo dela. No cu dela.
No primeiro toque, os suspiros dela ficaram entrecortados e as mãos dela apertaram minhas costas. Comecei a fazer círculos suaves com um dedo na bunda dela e as costas dela arquearam.
Me levantei um pouco, coloquei dois dedos na boca dela e ela começou a chupar eles. Quando senti eles molhados, levei de volta pra bunda dela. Nem precisava, porque os fluidos da buceta dela já lubrificavam bem a entrada traseira, mas adorei que foi com a boca dela que comecei a preparar o cu dela.
Fui aumentando devagar a pressão das carícias e a primeira falange entrou. Senti o corpo todo dela tenso por uns segundos, a barriga tremeu debaixo da minha e a buceta dela se contraiu em volta do meu pau ainda enfiado.
— O que você tá querendo, papai?
Ela nem deixou eu responder.
— Lembra que eu falei que tinha um ponto G especial? Você achou.
E saiu de baixo de mim pra ficar de quatro enquanto pegava a bolsa dela.
— Acho que tenho vaselina.
— Não precisa, bebê.
E comecei a chupar o cu dela.
Quando só se abria pra minha língua entrar, enfiei um dos meus dedos na buceta dela, lubrifiquei com os sucos dela e fui enfiando no cu dela.
— Isso, papai, como eu gosto.
Quando o dedo inteiro entrou, comecei a meter nele, o dedo ia até o fundo.
— Você vai meter?
— Pede.
— Mete no meu cu.
— Quer que meta no cu?
— Arromba meu cu, por favor.
E os gritos dela começaram de novo.
Não quis cortar o orgasmo dela, então só enfiei um segundo dedo e assim ela gozou de novo.
As pernas dela abriram um pouco mais, ela dobrou os braços e os peitos dela se espremeram contra o colchão.
Me acomodei atrás dela e encostei o pau na entrada.
Era uma expectativa ver o cu se contraindo e relaxava com a glande roçando nele
- se quer ela pelo cu, enfia você mesmo
Passei a mão entre as pernas dela e peguei meu pau
- ai papai, que grande que tá, vai me rasgar a buceta
Segurei ela e ela começou a empurrar pra trás
- ai como entra, meu amor, como dói e como eu gosto
Quando enfiou um pouco mais da metade, pedi
- mete tudo
Peguei ela pelos peitos. Levantei o corpo dela e enfiei até onde a bunda dela parou minha pélvis
e gozei de novo!
não acreditei, mas além dos gritos, o cu dela se contraía e apertava meu pau
ela tava chorando
- cê tá bem?
- filha da puta, nunca tinha gozado assim, não aguento mais
- não aguenta mais?
e comecei a bombar ela. a cada movimento fazia o pau percorrer mais caminho. às vezes saía e ela sozinha guiava o pau pra entrar no cu dela de novo
quando os gritos dela recomeçaram, quando ela recuava muito e o pau saía, eu enfiava de novo sem ajuda, sem guia, o cu tava super aberto
mas as surpresas não acabaram ainda. no momento em que senti as contrações da bunda dela de novo, ela pegou minhas mãos e colocou uma no pescoço dela e outra no cabelo
entendi e tava tão descontrolado que fiz o que outras vezes não ousava nem pensar. segurei ela pelo pescoço e puxei pelos cabelos. bom, já disse que ela gritava, então agora não encontro palavras pra dizer o que ela fazia, era incrível! e quando comecei a gozar, ela percebeu e alternava os gritos com palavras
- sim papai, goza, como eu sinto você, goza na minha buceta, que gostoso seu pau na buceta
e caímos os dois pra frente, eu por cima dela enfiando mais uma vez até o fundo, o que fez ela dar uma ameaçada pra levantar, quando as mãos dela tentaram tirar o corpo debaixo do meu
- filha da puta, agora sim você me rasgou!
- olha aí não
falei empurrando com minha pélvis pra baixo
- chega pelo amor de deus, chega, dói até a garganta
comecei a tirar e quando fui levantar, vi ela com a cara enfiada nos lençóis Ela me olha e diz:
- Não acredito como você me fez gozar, quase gozei quando você tirou ela
- Vou preparar o banho
- Tá, já vou, me dá um respiro, deixa eu me recuperar
Quando estou tomando banho, ela aparece com uma mão atrás das costas, enquanto entra no chuveiro, e diz:
- Você é um safado, sinto que minha bunda não junta
- Garota, não tenho tempo, mas não quero que você fique com essa quase gozada de quando eu tirei ela
- Não, não, deixa quieto, tá tudo ardendo, ha ha
A gente tomou banho e foi embora.
Depois de deixar ela, ela me manda uma mensagem: "Você me arrebentou toda, minha buceta e minha bunda tão doendo."
Foi assim nosso primeiro encontro.
12 comentários - Foi sem querer: comi uma gostosa
saludos!
te dejo puntos y te sigo...
espero mas de la nena! ojala algunas fotitos!
Te espero en mi post!
Besos
salen puntos y te sigo
sale recomendacion