—Pois é, pra mim é assim com todo mundo — respondeu o jovem, que estava certo. Era assim que Gabriela era, sem querer, fazia os caras pensarem que podiam levá-la pra cama, coisa que até agora nunca tinha acontecido. — Dane-se o que você acha, mas que eu vou comer ela, vou comer ela... Ou será que alguma vez eu te deixei na mão? (disse isso se referindo a que sempre que se propunha a pegar qualquer mulher, conseguia) — Pô, nunca, mas essa mina é de outro nível... Só de ver aquela rabuda já fico duro. — Eu também, macaco... Pena que você nunca vai comer uma assim. Essas palavras irritaram o jovem, que já estava cansado de Don Cipriano menosprezá-lo. — O senhor também não — respondeu o macaco —, aliás, aposto o de sempre que o senhor não consegue levar ela pra cama. — Fechado e valendo — disse Don Cipriano. — Lembre-se que tem que me trazer alguma prova... E tem que ser na boa, nada de forçar, porque tão rolando uns boatos por aí — disse o macaco em tom inquisitivo. — Fica tranquilo, meu Monkey, que quando eu tiver dentro dessa rabuda vou lembrar de você... hahahaha. Naquele momento, viram a escultural Gabriela se aproximar com seu andar provocante, e os dois se separaram. — De novo, muito obrigada, senhor. Quem diria que de algo tão horrível como um acidente eu encontraria uma pessoa tão boa quanto o senhor? — a casada estava realmente grata. — Eu sei, e agora sobe rápido no meu carro que, mesmo batido, ainda funciona — Gabriela corou ao lembrar que foi ela quem causou o acidente. Os dois foram para a casa de Dona Romina enquanto conversavam sobre coisas banais, com metas bem diferentes: ela pensando que disso tudo talvez saísse uma nova amizade, além de perder dinheiro, e ele imaginando que encontraria sua nova amante. — Quem é esse homem com quem você vem? — perguntou Dona Romina quando Gabriela estava prestes a sair pela porta, indo em direção ao carro de Don Cipriano, com Jacobo no colo, pois já era tarde e o pequeno tinha caído no sono. dormindo. Gaby percebeu o tom com que a sogra disse essas palavras... Como se quisesse insinuar alguma coisa. - Um amigo - disse Gaby num tom cortante... não devia satisfações a ninguém, muito menos à sogra. - Ahaaaa, já entendi... mais um dos seus "amiguinhos". Gaby parou de repente, o dia já tinha sido ruim o suficiente sem ter que aguentar aquilo... - A senhora tá insinuando o que eu tô pensando, dona? - respondeu a loira, visivelmente irritada. - Ah, não, como você acha... Só tô pedindo que, quando você estiver fazendo putaria com esse homem, tampe os ouvidos do pobre do Jacobo... não queremos que ele cresça traumatizado. Era a primeira vez que dona Romina fazia um ataque tão direto; geralmente, ela se limitava a fazer comentários sugestivos sobre a fidelidade de Gaby com o filho dela (César), mas dessa vez tinha dito claramente que ela transaria com outro homem. Gaby não entendia por que a sogra a odiava, nunca tinha sido infiel... nem na época de namoro. Lembrava quando a conheceu, ela se comportava bem... O típico tratamento de sogra e nora, nunca foram grandes amigas, mas no começo se tratavam com respeito. Gaby não sabia quando tudo mudou, sabia que não tinha começado aquilo. - Sabe de uma coisa, sogrinha... vai tomar no cu - disse Gaby. Sabia que essas simples palavras iam dar merda com o César, mas naquele momento não tava nem aí. - Que boquinha linda, Gabrielinha... Não sei o que meu César viu em você - disse Romina, olhando a garota de cima a baixo e com um sorriso debochado - bom, além das tetas e da bunda. Gaby não aguentava mais ouvir tanta besteira e, muito puta, atravessou a porta. Enquanto se afastava, ainda ouvia as merdas que a sogra resmungava. O velho Cipriano esperava a garota sentado no capô do carro... nunca na vida tinha estado tão excitado como naqueles momentos... só de pensar que poderia comer a nova amiga já tava uma brasa. E então viu ela se aproximando rápido, ouvindo os gritos vindos da sogra. Notou as lágrimas escorrendo de seus lindos olhos (por causa da raiva imensa) e sem pensar duas vezes eu abraço ela... Queria sentir de novo aquele corpo fresco e gostoso perto do meu, e que oportunidade melhor do que essa... embora lamente que por causa do moleque não pude me esfregar tanto quanto queria. —Fica calma, gata...— Disse o velho enquanto acariciava o cabelo sedoso dela —Ééé... Uma idiota— gaguejava a loira sem intenção de se soltar do velho, de algum jeito o abraço fazia ela se sentir bem. Tudo isso acontecia enquanto eram observados por Dona Romina, que de braços cruzados balançava a cabeça negativamente. "Como você pode trocar meu filho por aquele nojento" pensava ela. Dona Romina era uma mulher que julgava antes de perguntar, na cabeça dela nem passava a ideia de que Gabriela tinha acabado de conhecer aquele homem, pra ela eram amantes. Seu Cipriano ficava de frente pra Dona Romina e mandou um olhar debochado... Triunfante, sabendo que tudo que tava rolando ia beneficiar ele. "Senhora... Se a senhora soubesse o tesão que um dia vou passar com sua norinha..." Com um olhar de desprezo, Dona Romina se afastou deles e entrou na casa dela, enquanto Cipriano, Gaby e o pequeno Jacobo finalmente iam pra casa. —Muito obrigada por tudo, Seu Cipriano— disse Gaby descendo do carro com o filho no colo —Fica tranquila, rainha... Não tem problema —Não sei como pagar tudo que o senhor fez por mim hoje— dizia Gaby —Bom... até sei... não se preocupa, vou pagar até o último centavo. —Quando puder, gata... Só lembra que sua caminhonete vai ficar pronta em umas 2 semanas. —Tá bem, senhor... E vou me despedir porque meu marido deve estar muito preocupado com a gente (se referindo a ela e o filho). A linda Gaby começou a andar em direção ao prédio onde ficava o apartamento dela, com o olhar tarado do velho cravado naquela bunda espetacular que ela rebolava como uma deusa. O velho se tocava a pica por cima da calça enquanto dizia em voz alta. —Calma... Em uns dias você vai estar dentro dessa Bella arrancou o carro depois que não conseguiu mais ver a loira e vazou dali. O caminho pra Gaby foi foda, o filho dela já não era mais um bebê, nos últimos meses ele tinha ganhado peso (não que o moleque fosse gordo, mas tava pesadinho), e ainda por cima ela morava no 4º andar e o elevador tava quebrado há semanas. No caminho, ela encontrou vários vizinhos que cumprimentavam ela toda animada... muitos deles, só pra passar um tempinho perto dela, se ofereciam pra ajudar com o menino, mas ela recusava, sabia que se aceitasse ia se meter numa nova treta, agora com o marido. Tinha certeza que a sogra já tinha ligado pra ele, contando sei lá o quê sobre o que rolou na casa dela. Cesar era um cara ciumento, sabendo muito bem que tinha uma mulher deslumbrante como esposa, e isso corroía ele por dentro. Às vezes, quando tava sozinho, imaginava Gaby arrumando outro homem e largando ele, mas quando tava com ela, se repreendia por ter esses pensamentos, vendo ela tão carinhosa, tão atenciosa, tão amorosa, e aí sabia que ele era tudo pra ela, e ele também amava ela, mais do que tinha amado qualquer outra pessoa na vida. Mais cedo ou mais tarde, Gabriela chegou no apartamento dela, enfiou a chave na fechadura e entrou. Não se surpreendeu ao ver o marido sentado no sofá com cara fechada. — Oi, meu amor — disse Gaby, na esperança de que ele não estivesse de mau humor... não tava afim de outra briga. Cesar não respondeu ao cumprimento, foi até ela, pegou Jacobo nos braços e saiu dali, levando ele pro quarto (o de Jacobo). Pra ela, isso só podia significar uma coisa: ia rolar briga. Então esperou ele voltar, ela não queria discutir, mas também não era de levar desaforo pra casa — se ele quisesse briga, ia encontrar. Esperou sentada no sofá da sala quando viu Cesar aparecer. — Minha mãe me ligou — Cesar soltou. — De novo essa velha bruxa — disse Gaby, franzindo a testa de raiva. — Não fala assim, é minha mãe e você sabe disso — disse César, bem ofendido — E como você quer que eu chame ela se ela não para de se meter na nossa vida? — Ela me disse que você estava no carro de um homem. Quem era? — perguntou César, com o bichinho do ciúme. — Um conhecido — disse Gaby. — O quê? Um conhecido...? Quer que eu engula essa? — os gritos de César encheram o quarto. — Abaixa a voz, senão você acorda o menino. — Dane-se... como você quer que eu fique quando minha mulher está se roçando com sei lá quem? A resposta de Gaby foi um tapa bem dado. Nunca na vida o marido tinha falado assim com ela, era a primeira vez que a acusava de adultério, e ela tinha certeza de que era culpa da sogra — só Deus sabia o que ela tinha contado. César sentia mais o orgulho ferido do que a dor do tapa; só de imaginar Gaby nos braços de outro, ele ficava louco. — Você realmente acha que eu seria capaz de te trair com outro... olha nos meus olhos e me diz. — A garota falava alto, sem se importar se alguém ouvisse. Quando esse tipo de acusação vinha da sogra, não a afetava tanto, mas vindo do marido era diferente. César fez isso: olhou fixamente nos lindos olhos azuis de Gaby e vieram à mente todas aquelas vezes em que ela cuidou dele e do filho, como era carinhosa quando ele ficava doente, como era amorosa na maioria do tempo, e a resposta veio rápido... Não, Gabriela jamais o trairia, ou pelo menos era o que ele pensava naquele momento. — Não... me desculpa, meu amor — disse ele, meio com medo da reação de Gaby — é que você sabe como eu fico. Você é minha vida e não sei o que faria sem você. — Não vem com essa agora, primeiro me insulta e depois vem com esse papo... — Gaby ainda estava irritada, dava pra ver pela posição dos ombros dela. César pediu desculpas mais uma vez, até se ajoelhou, e como Gaby não gostava de vê-lo assim, se humilhando, acabou perdoando ele. — Meu amor... tenho umas perguntas... sem briga nem nada, mas... o que você estava fazendo no carro daquele homem? — ele tentou fazer a voz soar o mais calma possível. possível, mesmo sentindo ciúmes. Gabriela não queria responder aquela pergunta, não queria dizer ao marido que por causa da estupidez dele agora tinham mais dívidas, então fez o que qualquer ser humano faria: Mentiu. Contou que a melhor amiga, Lídia, tinha pedido o carro emprestado por uns dias porque ia viajar, afinal já tinha feito isso antes e, mesmo incomodando o César, ele acabava aceitando. Continuou dizendo que o homem era tio da Lídia e que, muito gentilmente, vendo que ela não tinha como voltar, se ofereceu para dar uma carona. A intuição do César (ou talvez o ciúme) dizia que algo estava errado. A história dela fazia sentido, mas tinha algo estranho. No fim, ele deixaria passar, vindo da Gaby não seria nada grave. A reconciliação do feliz casal não demorou muito para acontecer. Naquela mesma noite, tiveram uma sessão de sexo marital e, como sempre, as sensações foram contrastantes. César, como de costume, terminou completamente satisfeito (e como não, se além de ser uma gostosa, a Gaby era extremamente fogosa na cama?). Por outro lado, tinha a Gaby, a garota sensual, nua, observando detalhadamente o César, que dormia plácido, alheio a tudo. Apesar de já estarem casados há muito tempo, Gaby não parava de se surpreender com a beleza do marido. Um homem alto, forte graças às horas na academia, loiro, enfim, era o estereótipo de beleza dos filmes, alguém digno do corpanzil da Gabriela. No entanto, tinha algo errado: ele nunca tinha conseguido satisfazê-la sexualmente, e isso se devia a dois motivos. O primeiro, Gaby sentia que era pela falta de originalidade e talento na hora de se mexer, de sentir, de aproveitar cada cantinho do corpo dela. E o segundo era o tamanho do pau do marido. Embora nunca tivesse visto outro, pelas conversas com as amigas dava para ter uma ideia do quanto ele era pequeno. Mesmo assim, ela o amava demais para reclamar disso. No fundo, sabia que devia conversar com ele, que era um problema que talvez tivesse solução, mas também existia a possibilidade de suas palavras poderem machucá-lo, e isso era o que ela menos queria. Os dois dias seguintes passaram normalmente na vida da nossa linda protagonista, até que no domingo à tarde ela recebeu uma ligação. — Alô... — disse Gaby, sem reconhecer o número de quem ligava. — Que voz linda você tem, mocinha — disse a voz do outro lado do telefone. — Como é brincalhão — disse Gaby ao perceber que era a voz do velho Cipriano. — O que você quer que eu faça, se estou falando com a mulher mais gostosa do bairro? — disse o velho, como que testando a situação. — Só do bairro? — respondeu a garota de forma provocante (sem maldade alguma, é que ela estava acostumada a receber cantadas bem pesadas, e quando uma agradava, ela geralmente entrava na brincadeira). — A senhora sabe que não, rainha... A senhora sabe que é a mulher mais gostosa da galáxia — o velho foi ganhando mais confiança aos poucos, mas sem ser vulgar, não queria perder a chance. — Olha só o senhor... vai me fazer corar — Pode corar à vontade... De qualquer forma, estou falando a mais pura verdade. Era estranha a intimidade que eles tinham ganhado nos poucos momentos juntos, Gabriela não via mal na atitude de Cipriano, porque, como já disse, estava acostumada a ser admirada pelo sexo oposto. Os minutos seguintes passaram do mesmo jeito, com Cipriano elogiando a beleza de Gaby e ela cada vez mais corada, até que chegaram ao motivo da ligação. — Então, gata... Não quero te incomodar, mas liguei pra saber se você conseguiu o dinheiro. Gabriela hesitou por um momento... por se dar tão bem com o velho, não pensou que ele fosse cobrar tão cedo. — Poxa, senhor... a verdade é que ainda não consegui nada... — Não se preocupa, e não pense que estou te cobrando, é que surgiu um problema e rapidamente pensei em você. Se aceitar, eu perdoo sua dívida. — Que tipo de Problema?" — disse Gabriela, na esperança de se livrar. "Deixa eu te contar tudo desde o começo." O velho Cipriano respirou fundo e começou. "Como já te falei, tenho uma oficina. Tava indo muito bem com a clientela, mas umas semanas atrás abriu outra oficina bem perto daqui e começamos a perder clientes... Não fazíamos ideia do que fazer pra recuperar a freguesia até que tive uma ideia..." "Que ideia?" — perguntou Gaby. "Contratar edecans... você sabe, aquelas gostosas que dançam na porta dos negócios." Gaby ainda não entendia o que ele tava propondo. "O problema é que já tínhamos contratado duas, mas pra minha má sorte uma sofreu um acidente e não vai poder vir, e pra piorar a agência onde contratei não consegue mandar outra, dizem que não têm disponíveis" — mentiu o velho. Gaby finalmente sacou o que o velho queria, e tentando se esquivar perguntou: "E não pode chamar outra agência?" "Pode... Mas o problema é que tô pagando uma fortuna por essa garota, já vi ela e é uma belezinha, e nas outras agências não tem ninguém que chegue aos pés dela." "E então?" — a voz de Gaby soava preocupada. "Então é aí que você entra... Você é uma gostosa, e se substituir a garota que ficou doente, nossa dívida fica quitada." O silêncio reinou por uns instantes enquanto Gaby pensava na situação. "Acho que não, senhor. Sou uma mulher casada e não acho certo me exibir. Se meu marido descobrir, vai pedir divórcio na hora." "Vai lá... são só duas semanas, Gabrielinha... Só isso e de manhã" — implorou o velho. "Não sei..." — a bela mulher estava indecisa. Só teria que fazer de edecã por duas semanas e quitaria a dívida. Era um bom negócio, se fosse solteira teria topado sem reclamar. "Seu marido não precisa ficar sabendo, vai ser nosso segredo" — o velho soava muito angustiado, sentia que a mulher escultural escapava dele. Depois de uns momentos angustiantes, a garota acabou aceitando. - Tá bom, seu moço, mas só porque você me caiu bem, hahaha - ela riu com sua voz doce. - Muito obrigado, Gabrielinha, e por falar nisso... você me caiu melhor ainda - disse Seu Cipriano com duplo sentido, mas Gaby não entendeu. - Deixa eu passar meus dados pra você chegar aqui cedo amanhã, gata. - Tá bom, seu moço.
Na manhã seguinte, Gabriela estava do lado de fora da oficina do Seu Cipriano. Teve que falar com o chefe dela, pedindo as duas semanas de férias adiantadas. O chefe aceitou, aparentemente as coisas estavam a favor dela. Mas um sentimento de aperto no peito a acompanhava. A rua estava muito mal cuidada, era bem cedo e não passava muita gente nem carro. Ela já estava uns 15 minutos esperando na frente do "Pé Grande" (assim se chamava a oficina mecânica). Por um momento, achou que o nome parecia mais de casa de show do que de oficina. Pensou em ir embora, afinal ninguém tinha vindo recebê-la. Sabia que aquilo era errado. Como era possível uma mulher casada como ela estar pensando em se exibir pra um monte de estranhos? O que o marido dela pensaria? E o filho? Definitivamente, tava errado. A loira espetacular já ia dar meia-volta quando ouviu o portão marrom se abrindo. - Oi, dona Gabriela - disse o macaco, todo animado. - Bom dia, Pablo - respondeu Gaby. - Bo... bom dia - o macaco estranhou como uma mulher tão gostosa como ela lembrava do nome dele. Mesmo com aquela roupa, dava pra ver perfeitamente a escultural rabeta de Gabriela, dotada de uma beleza de tirar o fôlego que a natureza deu e que ela mantinha com horas de academia. Dizer que era espetacular é pouco. Aquele rostinho lindo de boneca de porcelana, com olhos azuis e aqueles lábios grossos e carnudos, vermelhos como sangue, contrastavam com o tesão que o corpo dela despertava. O corpão dela, digno de punheta mental de todo mundo que a conhecia, com aquela bunda perfeita, volumosa, empinada e os peitões enormes. fantasia de grandes e pequenos, de amigos e familiares.
Na manhã seguinte, Gabriela estava do lado de fora da oficina do Seu Cipriano. Teve que falar com o chefe dela, pedindo as duas semanas de férias adiantadas. O chefe aceitou, aparentemente as coisas estavam a favor dela. Mas um sentimento de aperto no peito a acompanhava. A rua estava muito mal cuidada, era bem cedo e não passava muita gente nem carro. Ela já estava uns 15 minutos esperando na frente do "Pé Grande" (assim se chamava a oficina mecânica). Por um momento, achou que o nome parecia mais de casa de show do que de oficina. Pensou em ir embora, afinal ninguém tinha vindo recebê-la. Sabia que aquilo era errado. Como era possível uma mulher casada como ela estar pensando em se exibir pra um monte de estranhos? O que o marido dela pensaria? E o filho? Definitivamente, tava errado. A loira espetacular já ia dar meia-volta quando ouviu o portão marrom se abrindo. - Oi, dona Gabriela - disse o macaco, todo animado. - Bom dia, Pablo - respondeu Gaby. - Bo... bom dia - o macaco estranhou como uma mulher tão gostosa como ela lembrava do nome dele. Mesmo com aquela roupa, dava pra ver perfeitamente a escultural rabeta de Gabriela, dotada de uma beleza de tirar o fôlego que a natureza deu e que ela mantinha com horas de academia. Dizer que era espetacular é pouco. Aquele rostinho lindo de boneca de porcelana, com olhos azuis e aqueles lábios grossos e carnudos, vermelhos como sangue, contrastavam com o tesão que o corpo dela despertava. O corpão dela, digno de punheta mental de todo mundo que a conhecia, com aquela bunda perfeita, volumosa, empinada e os peitões enormes. fantasia de grandes e pequenos, de amigos e familiares.
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