Tudo aconteceu numa manhã.
Sou muito burro pra levantar e ir trabalhar. Acordo 15 minutos antes do ônibus passar. E ainda tenho que tomar banho, vestir a roupa do trampo (calça social, camisa) e andar até o ponto, umas quatro quadras. Sempre consigo pegar porque ele passa atrasado. Mas nos dias que passa na hora, perco.
E aquele foi um desses dias em que o ônibus passou na hora certa.
Cheguei no ponto e, vendo que já tinha passado, comecei a pedir carona. Até porque pra entrar no trampo ainda faltava uma hora e meia (e não tem problema chegar um pouco atrasado). E pra chegar leva uns 30 minutos.
Fiquei pedindo carona e ninguém parava, já tinham passado uns 10 minutos.
Aí passa um gostosão dos grandes e me diz: — Sobe que te dou uma carona. Não pensei duas vezes e entrei — agradeci muito.
Saímos da cidade e fomos conversando sobre trampo e vida.
Quando estávamos a uns 10 minutos de chegar (zona rural), falei: — Deixa eu te dar 100 pesos pela carona.
Ele demorou uns segundos pra responder e disse: — Não teria outro jeito de acertar a carona?
Aí eu respondi: — Que outro jeito? (me fazendo de besta porque já sabia onde aquilo ia dar)
Ele disse: — Sei lá, fala você.
Eu respondi: — A verdade é que não sei, fala aí.
E ele disse, se tocando na parte do zíper da calça: — Um boquete cairia muito bem, porque vim de longe e tô com saudade da minha parceira.
Aí eu falei, meio com medo: — Beleza, então, mas para o caminhão em algum lugar.
Ele disse: — Sim, ali na frente tem uma rotatória do lado de um mato, paro o caminhão e a gente vai pra trás. (Só pra explicar, os caminhões de transporte têm uma cortina ou divisória atrás do banco e uma cama pra descansar em viagens longas.)
— Beleza — falei, e abri a cortina e passei. Quando tô passando, ele aperta minha bunda. Me acomodo num canto e ele entra.
Uma vez os dois dentro da cabine, falei: — Beleza, então abaixa a calça que vou te fazer o boquete. Aí ele respondeu: — Não, faz você todo o trabalho.
Me aproximei dele e comecei a passar a mão na pica dele por cima da calça. Desabotoo ele e começo a descer o zíper.
Vou puxando a calça junto com a cueca e aparece a rola meio dura. Pego ela pelo tronco e meto na boca de uma vez, como sempre, e começo a passar a língua uma vez e outra. Ele me puxava pelos cabelos e eu chupava ainda mais.
Parei de chupar a rola dele e comecei a lamber os ovos por um tempo, e logo voltei a engolir a cabecinha e o tronco. Como a rola dele não era muito grande (uns 15 cm dura, algo normal), eu metia tudo uma vez e outra, até que numa hora vi ele começar a tremer e, sem me avisar nada, com medo de eu não querer tomar o leite, começou a jorrar na minha boca grandes gozadas que eu engolia e engolia. Quando terminou, ele me pediu desculpa por encher minha boquinha de porra, e eu respondi: — Não, adorei. Queria que você me desse de novo, mas antes queria que você metesse um pouco, porque tô muito tesuda com essa rola. Aí ele respondeu: — Beleza, agora posso te pedir um favor? — Sim, qual? — falei. — Viu que a gente tá na frente de um mato? Vamos fazer lá, sempre foi minha fantasia — ele disse. — Eu, toda quente, nem pensei e falei sim, mas vamos descer e ir os dois pelados (porque eu não podia sujar minha roupa de trampo). — Beleza, então — ele falou.
Descemos e saímos correndo rápido, os dois pelados, pro mato. Quando chegamos numa parte meio fechada, que não dava pra ver de fora, a gente se ajeitou.
Ele ficou de pé e eu me ajoelhei pra chupar a rola dele até endurecer de novo. Aí me posicionei de costas pra ele, com as pernas abertas, meio de quatro mas em pé, e ele começou a chupar meu cu. Era lindo como ele fazia, nunca tinham me chupado assim. Ele me segurou em dois troncos de árvore e falou: — Beleza, puta, lá vai. Ele babou bem a cabeça da rola, cuspiu bem na minha bunda e colocou a cabecinha na porta. Com duas estocadas, meteu tudo e começou a me comer com tudo. Depois de um tempo, ele sentou no chão e eu montei naquela cabeça linda que ele tinha e comecei a rebolar com tudo. Não passou nem 5 minutos e ele falou: — Vou gozar. Levantei, me ajoelhei e falei: "Manda tudo na minha cara e na minha boca". Ela respondeu: "Maravilha", e começou a soltar vários jatos de porra na minha boca primeiro e depois no meu rosto. Terminamos e saímos correndo pro Hottie, eu com a cara cheia de porra. Cheguei no Hottie e me limpei na torneira de água que tem no tanque. Subimos, nos vestimos e arrancamos pra chegar. Ela me deixa na porta do meu trampo e fala: "Espera perder o busão mais vezes pra eu poder te pegar". E eu respondo: "Não vai faltar oportunidade da gente se ver, já que você passa todo dia, como me disse."
Espero que tenham gostado, quero mais comentários assim pra me excitar. Quero suas porras na minha boca, beijos nas suas pirocas venosas.
Sou muito burro pra levantar e ir trabalhar. Acordo 15 minutos antes do ônibus passar. E ainda tenho que tomar banho, vestir a roupa do trampo (calça social, camisa) e andar até o ponto, umas quatro quadras. Sempre consigo pegar porque ele passa atrasado. Mas nos dias que passa na hora, perco.
E aquele foi um desses dias em que o ônibus passou na hora certa.
Cheguei no ponto e, vendo que já tinha passado, comecei a pedir carona. Até porque pra entrar no trampo ainda faltava uma hora e meia (e não tem problema chegar um pouco atrasado). E pra chegar leva uns 30 minutos.
Fiquei pedindo carona e ninguém parava, já tinham passado uns 10 minutos.
Aí passa um gostosão dos grandes e me diz: — Sobe que te dou uma carona. Não pensei duas vezes e entrei — agradeci muito.
Saímos da cidade e fomos conversando sobre trampo e vida.
Quando estávamos a uns 10 minutos de chegar (zona rural), falei: — Deixa eu te dar 100 pesos pela carona.
Ele demorou uns segundos pra responder e disse: — Não teria outro jeito de acertar a carona?
Aí eu respondi: — Que outro jeito? (me fazendo de besta porque já sabia onde aquilo ia dar)
Ele disse: — Sei lá, fala você.
Eu respondi: — A verdade é que não sei, fala aí.
E ele disse, se tocando na parte do zíper da calça: — Um boquete cairia muito bem, porque vim de longe e tô com saudade da minha parceira.
Aí eu falei, meio com medo: — Beleza, então, mas para o caminhão em algum lugar.
Ele disse: — Sim, ali na frente tem uma rotatória do lado de um mato, paro o caminhão e a gente vai pra trás. (Só pra explicar, os caminhões de transporte têm uma cortina ou divisória atrás do banco e uma cama pra descansar em viagens longas.)
— Beleza — falei, e abri a cortina e passei. Quando tô passando, ele aperta minha bunda. Me acomodo num canto e ele entra.
Uma vez os dois dentro da cabine, falei: — Beleza, então abaixa a calça que vou te fazer o boquete. Aí ele respondeu: — Não, faz você todo o trabalho.
Me aproximei dele e comecei a passar a mão na pica dele por cima da calça. Desabotoo ele e começo a descer o zíper.
Vou puxando a calça junto com a cueca e aparece a rola meio dura. Pego ela pelo tronco e meto na boca de uma vez, como sempre, e começo a passar a língua uma vez e outra. Ele me puxava pelos cabelos e eu chupava ainda mais.
Parei de chupar a rola dele e comecei a lamber os ovos por um tempo, e logo voltei a engolir a cabecinha e o tronco. Como a rola dele não era muito grande (uns 15 cm dura, algo normal), eu metia tudo uma vez e outra, até que numa hora vi ele começar a tremer e, sem me avisar nada, com medo de eu não querer tomar o leite, começou a jorrar na minha boca grandes gozadas que eu engolia e engolia. Quando terminou, ele me pediu desculpa por encher minha boquinha de porra, e eu respondi: — Não, adorei. Queria que você me desse de novo, mas antes queria que você metesse um pouco, porque tô muito tesuda com essa rola. Aí ele respondeu: — Beleza, agora posso te pedir um favor? — Sim, qual? — falei. — Viu que a gente tá na frente de um mato? Vamos fazer lá, sempre foi minha fantasia — ele disse. — Eu, toda quente, nem pensei e falei sim, mas vamos descer e ir os dois pelados (porque eu não podia sujar minha roupa de trampo). — Beleza, então — ele falou.
Descemos e saímos correndo rápido, os dois pelados, pro mato. Quando chegamos numa parte meio fechada, que não dava pra ver de fora, a gente se ajeitou.
Ele ficou de pé e eu me ajoelhei pra chupar a rola dele até endurecer de novo. Aí me posicionei de costas pra ele, com as pernas abertas, meio de quatro mas em pé, e ele começou a chupar meu cu. Era lindo como ele fazia, nunca tinham me chupado assim. Ele me segurou em dois troncos de árvore e falou: — Beleza, puta, lá vai. Ele babou bem a cabeça da rola, cuspiu bem na minha bunda e colocou a cabecinha na porta. Com duas estocadas, meteu tudo e começou a me comer com tudo. Depois de um tempo, ele sentou no chão e eu montei naquela cabeça linda que ele tinha e comecei a rebolar com tudo. Não passou nem 5 minutos e ele falou: — Vou gozar. Levantei, me ajoelhei e falei: "Manda tudo na minha cara e na minha boca". Ela respondeu: "Maravilha", e começou a soltar vários jatos de porra na minha boca primeiro e depois no meu rosto. Terminamos e saímos correndo pro Hottie, eu com a cara cheia de porra. Cheguei no Hottie e me limpei na torneira de água que tem no tanque. Subimos, nos vestimos e arrancamos pra chegar. Ela me deixa na porta do meu trampo e fala: "Espera perder o busão mais vezes pra eu poder te pegar". E eu respondo: "Não vai faltar oportunidade da gente se ver, já que você passa todo dia, como me disse."
Espero que tenham gostado, quero mais comentários assim pra me excitar. Quero suas porras na minha boca, beijos nas suas pirocas venosas.
6 comentários - mi 5ª experiencia gay ( el camionero)
pero que suerte tenés, que hermosa cogida te pegó el camionero, me encantó ❤️