Me apresento... e aqui vai meu primeiro conto

Carne Crua

120 respondeu Camila, quando sua colega de trabalho perguntou qual era o tamanho do seu busto, e eu do lado me fazendo de ocupado no meu serviço, mas só de pensar naqueles "melões" já me distraía, porque trabalhar numa tecelagem cortando tecido exige concentração. Camila e Roxana eram as únicas duas mulheres na seção e estavam designadas pro meu setor. Talvez o fato de a Camila ter chegado em agosto não me deixou reparar nas curvas do corpo voluptuoso dela até o dia em que a empresa resolveu comemorar o 7 de setembro. A Camilita se ofereceu pra picar a cebola pro recheio das empadas, e eu era o picador oficial de carne. Um avental de cozinheiro não conseguia esconder o decote magnífico daquela mulher vinda das terras caipiras de Colchagua, e enquanto ela se abaixava pra pegar as cebolas, eu olhava pras tetas gigantescas que ela tinha, quase escapando do sutiã. Eu tava doido picando carne, mas tive que parar porque corria risco de cortar um dedo. As lágrimas nos olhos já não deixavam ela enxergar, então ela saiu um pouco e voltou pra luta com o quarto de saco que ainda restava. De repente, ela sentou num fardo de tecido de lã e ficou me encarando com uns olhos penetrantes, e do nada soltou: "Por que você gosta de comer carne crua?" Ploft! E eu percebi que tava besta com ela e, de nervoso, tava mastigando pedaços de carne crua, da que eu tava picando. "Sei lá", respondi... E aí tudo parou. Um passarinho voando lá fora ficou suspenso no ar, a água que corria debaixo do escorredor de cebola parou de fluir, e só o sorriso dela brotou. Um punhado de pérolas cultivadas coroava a boca dela, lábios grossos e sensuais, uns cabelos ondulados pretos como azeviche. Aquele quadro me deixou extasiado. De repente, a ação continuou... Ela tava rindo, a água corria e o passarinho passou rápido batendo as asas. "Por que você tá me olhando assim?", perguntou. "Assim como?", respondi, e envalidecido falei: "Bom, porque a verdade... Eu gosto muito de você, adoro seu sorriso, seu rosto, seu corpo…” e, pra ser sincero, nem sei quem tomou conta de mim, se foi um poeta, um anjo ou o próprio Diabo, mas enquanto eu falava, fui me aproximando dela (com uma confiança que não era minha), até ficar a uns 10 cm da boca dela.

Ela ficou com o olhar fixo nos meus olhos e depois na minha boca, e vice-versa, até que não aguentou mais e me beijou. Os lábios dela eram quentes e as mãos dela cheirando a cebola, mas longe de me incomodar, isso me excitou. Sem perguntar, peguei nos peitos dela por cima do avental… uff, inesquecível, mas ela, irritada com aquela roupa suja, tirou o avental na hora. Então, por baixo da blusa dela, comecei a apalpar de novo. Inacreditável, mesmo com o tamanho das minhas mãos, aqueles peitos monumentais não cabiam direito nelas. Continuei acariciando até conseguir meu objetivo: levantar a blusa e o sutiã dela pra poder olhar e chupar. O tamanho e a redondeza daqueles melões, coroados por um morango marrom escuro, eram uma verdadeira delícia. Enquanto minha língua brincava com os bicos dos peitos dela, meus dedos acariciaram o rosto dela e, de repente, enfiei um dedo na boca dela. Ela disse: “MMM, que gostoso sentir o gosto de carne crua na boquinha”. Na hora eu respondi: “MMM, Camilita, meu amor, não quer outro tipo de carnecita na sua boquinha?”. “Já”, ela disse, “mas fecha a porta”. Eu só respondi: “Ok”. Ela, sentada no fardo de pano, levantou a saia, e eu meti a mão na hora entre as coxas durinhas dela. Dava pra ver que eram pernas trabalhadas e firmes, de tanto andar no campo, e uma bunda dura de tanto montar a cavalo desde criança. Mas a buceta dela… uff, macia como seda, molhada como um pincel de tinta nanquim e quente como o fogão do Diabo. Enquanto enfiava um dedo na buceta dela, com a mão direita, abaixei o zíper e liberei meu amigo veiudo e suculento. Coloquei a uns centímetros da boca dela, ela olhou com luxúria e não hesitou em dar uma lambida numa gotinha de suco que ousava escapar da sua língua gulosa. O fato de estar de pé enquanto me comia e a vista que eu tinha lá de cima me fez alucinar com a ideia de ter meu pau preso entre aqueles peitões gostosos, então, como não tinha coragem de pedir, eu ficava apalpando eles enquanto ela me chupava... uff, não sei como eu tava tocando, mas de repente ela falou: "O que você quer que eu faça?", uau, pensei que tinha morrido, ido pro céu e voltado, mas não! E sem timidez eu disse: "Por que você não faz um 'russo'?", "O quê?", ela respondeu... "o que é isso?", "é... você prender meu pau entre seus peitinhos, me masturbar com eles e me chupar, pronto!", ela disse: "mas depois você mete gostoso, né?", "sim, meu amor, já...".

A sensação de ter ele ali é quase irreal, é algo delicioso sentir seu pau escorrendo entre aquelas massas de carne quentinhas e macias, e cada vez que sobe, leva uma chupada na cabecinha, uma vez, duas vezes, quinze vezes, até que o clímax foi impossível de segurar e na última subida, eu cravei ela com tiros repetidos de porra na boca, no queixo, no nariz e no pescoço, enquanto ela, meio irritada, secava a boca e eu olhava atônito como meu sêmen escorria pelo pescoço dela até cada um dos peitos, o que me lembrou as cenas pornô mais quentes, isso fez sair uma última e cansada descarga seminal. Pensei que ela tivesse puta por eu não ter avisado, mas ela disse: "e agora eu, o que faço? vai me deixar com tesão?", "espera uns minutos que eu tiro essa quentura, minha coisinha gostosa", disposto a cumprir minha parte do trato. Quando nessa hora batem na porta e gritam: "Ei, a carne e a cebola tão prontas?", enquanto ela arrumava a roupa e colocava o avental, eu respondi: "A cebola tá pronta e a carne falta um pouquinho...". Ela me olhou com raiva, sabendo que já tinha chegado gente e que seria impossível acalmar o tesão dela, então se aproximou e falou no meu ouvido: "quando você comer a primeira empanada 'calduda', pensa em como você me deixou, tá?" (com a irritação óbvia de toda pessoa que fica na vontade). Nisso entra a Roxana, a Camila pega a panela com cebola e leva pra cozinha pra fritar, e me diz: "te espero pra você jogar a carne na panela" (piscando um olho pra mim). Quando já tinha a carne pronta pra levar pra cozinha, a Roxana me diz: "Companheiro, me ajuda com esse saco de farinha? Olha que eu não consigo...", "claro!!!" eu disse, feito um cavalheiro, e me preparei pra levar a bandeja com carne, quando ela vira pra mim e fala: "Por que tanta pressa? Se o seu Juan e os outros tão comprando vinho e carne pro churrasco, ou vai me deixar sozinha amassando a massa?" Dizendo isso, ela passa uma mão entre as pernas e com a outra enfia um dedo na boca... o que aconteceu depois eu conto outra hora.

Sem mais, fui deixar a carne com a Camila, que já tava com a cebola no fogo mexendo. Quando sentiu a porta da cozinha, me olhou, mas logo desviou o olhar pro que tava fazendo. "Tá brava?", perguntei, me colocando atrás dela e enfiando uma mão entre as bundas dela. "Não", respondeu seca. O molhado da virilha dela denunciava que ela ainda tava com vontade de eu satisfazer a necessidade dela, mas meu "amigo" ainda não tava em condições de prestar um serviço tão delicado e especial, então enfiei um dedo na buceta dela e agarrei de novo um dos peitinhos deliciosos dela, que ainda tavam cobertos do meu gozo já seco. "Me solta que pode vir alguém!!!" ela disse. "Não", respondi, "se a única que tá aqui é a Roxana, que tá fazendo a massa pras empadas..." Sem esperar resposta, passei o braço e joguei todos os utensílios de cozinha que tavam em cima da mesa, peguei ela pela cintura à força e sentei ela em cima, sem dar tempo dela se arrepender. Beijei forte os lábios grossos e gostosos dela e imediatamente enfiei uma mão por baixo da saia. Já entregue aos desejos da carne, com as duas mãos deitei ela com cuidado na mesa e tirei a calcinha dela, que naquele momento Estavam escorrendo em fluido vaginal, verdade, nunca tinha visto uma mulher se molhar tanto... Depois disso, com meu pau ainda de molho, enfiei minha língua entre as pernas dela, que por sinal quase me afogou de tanto líquido que engoli, mas era um suco gostoso, quase doce, e ver aquele clitóris inchadinho me deu um instinto quase paternal... não minto, na verdade animal, de dar mordidinhas bem, bem delicadas nos lábios internos da buceta e de vez em quando uma chupada naquele clitóris rosado, alternando com minha língua na entrada da buceta e tudo acompanhado de uma amassada nos peitos, tanto por ela quanto por mim. Continua... continua, ela dizia, assim... gostoso, chupa minha pussy, mmmm, slut, que você faz gostoso. Quando de repente... a porta, shusha, desculpem, pivetes, paff, bateu com um portão!!!, slut, que merda, disse a Camila, a Roxana nos viu!!!, o que a gente vai fa... espera, eu a interrompi, e saí rápido atrás da intrusa, Roxana!!, gritei, ela não me ouviu... Roxana!!! para, por favor..., ela foi até a oficina onde estava preparando a massa. Ei, pode me ouvir?, o que você quer?, ela disse, não se preocupa, não vou contar nada..., naquele minuto notei que o olhar dela era de ciúmes... sim, ciúmes... então

Belzebu me invadiu e, decidido, a beijei, esperava que ela me desse um tapa na boca ou algo, até um tapa, mas nada..., ela aceitou o beijo e, para minha surpresa, com a mão dela acariciava meu pacotinho já não tão cansado... a temperatura começou a subir no meu corpo de novo, sentia os motores esquentando, até que ela me disse: "Que sabor gostoso você tem na boquinha..." e já quente, esperando qualquer coisa, falei: "Não é outra coisa senão o gosto da pussy da sua amiga Camila". Ela me olhou com um sorriso malicioso e respondeu: "Eu sei, eu também já provei". Nesse instante, Camila entra em cena e já o quadro Ficou clarinho que eu ia ser vítima daquelas duas amigas cúmplices, já tava sentindo um cheiro estranho de tudo estar dando tão fácil pra mim... Camila se aproximou de Roxana e beijou ela na boca, por uns minutos ficaram se beijando e apalpando os peitos uma da outra, o que deixou claro que Deus às vezes não é muito justo no que dá pra gente, porque Roxana era mais peito de tabaco, mas o que não tinha na frente tinha nas cadeiras e uma bunda empinada de respeito, igual de mulata brasileira. Elas se deitaram nuns sacos de farinha e continuaram com todo tipo de beijo e carícia, eu já tava sem roupa, com o pau na mão, me masturbando na frente daquele espetáculo, até que finalmente me chamaram, abrindo um espaço no meio. As minhas se ajeitaram que nem bailarinas com coreografia ensaiada, me deitaram de costas, Camila subiu em cima de mim e enquanto eu começava a meter nela, Roxana sentou a bunda toda na minha cara, enfiando a buceta molhada na minha boca... Enquanto eu chupava a boceta da Roxana, ela beijava a boca e os peitos da Camila, que por sua vez cavalgava em mim pra todo lado e apalpava os peitos da Roxana. Depois trocaram de posição e quando Roxana passou perto do meu ouvido, sussurrou: "Goza e eu corto fora!!!" E quando Camila chegou perto de mim, falou: "Hmm, que gostoso que você tem, tasty pussy". Então eu não sabia se tava feliz ou assustado, bom, talvez esse estado tenha feito eu aguentar que nem um bom garanhão. Camila chegou ao orgasmo tão desejado por causa da minha língua e depois de mais ou menos um minuto, senti que Roxana ia arrancar meu pau fora com os apertos da buceta dela. Pelo cu!!!, Roxana pediu... se ajoelhando de quatro, apoiada num saco de farinha. Sabendo que ela já tinha gozado vaginal, aceitei, afinal já era minha vez. Quando eu tava encostando no cu dela, Camila se abaixou e começou a lamber a bunda dela, deixando bem molhadinha, e fez o mesmo com meu pau, que nessa altura já tava bem roxinho. Enfiei nele Entra devagar, pra não machucar ela, mas a Camila, atrás de mim, deu um empurrão e enfiei tudo na Roxana até o fundo. Ahhhhhhhh, a Roxana gemeu, e a Camila começou a guiar meus movimentos por trás... me avisa quando você estiver perto?, ela sussurrou no meu ouvido... não respondi nada, só olhei pra ela de olho virado... jáaa falei, e a Roxana saiu rapidinho, as duas de joelhos na minha frente... e eu me masturbando, mas segurando a gozada como nunca... ahhhhhhhh finalmente... três gotinhas escorreram do meu pau... foi só isso... as minhas me olharam e caíram na gargalhada, eu fiquei vermelho, mas elas falaram: descansa, pussy, depois do churrasco a gente te espera com um mariscal na casinha, e toma um suquinho de sangue de cordeiro, ok?. Com meu pau dolorido e mais seco que lagarto de museu, só olhei pra elas e falei: "Vou ter que chamar um amigo, senão não aguento o fim de semana inteiro...

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