Albañiles y algo mas

Dia normal. O barulho de pás e picaretas acorda a Abril, ainda de ressaca (da bebedeira do dia anterior). Ela percebe que tem um grupo de pedreiros trabalhando, vê corpos de homens sujos... suados, mal-educados. Ao espiar pela janela, um deles chama muito sua atenção: cabelo comprido, corpo atlético. Ela analisa ele dos pés à cabeça por vários minutos e fantasia com o cara.

Abril está sozinha em casa porque a mãe viajou a trabalho. Meio entediada, ela decide tomar banho no banheiro de serviço, que fica na laje, assim garante que os operários da construção vão vê-la... Ela tira toda a roupa e sai só com a toalha, que cobre o essencial da sua anatomia. Ao sair e ser vista, não faltam olhares safados, assobios, palavras obscenas, etc. Nunca tinha sentido aquela sensação de ser desejada por vários caras. Enquanto se banha... se olha no espelho, acaricia todo o corpo molhado e começa a se masturbar uma e outra vez.

Fantasiando, ela toma uma decisão... se veste bem provocante: minissaia rodada, meia arrastão, top e sapatilha... pintada como uma puta. Chama um táxi... sua intenção é se sentir desejada por vários homens, excitá-los, dançar pra eles...

Sai de casa com uma gabardine vestida... e anda duas quadras.

Nervosa, entra no táxi... nunca tinha experimentado isso e, por ser uma sensação nova, exala feromônios a mil... coisa que não passa despercebida pelo nosso amigo volante, que pergunta pra onde levá-la... Abril... decide começar o jogo: "Olha, tô com um problema financeiro foda em casa. Me falaram de um lugar perto do mercado... que precisam de meninas pra atender, tipo garçonetes" (nesse lugar vão carregadores, engraxates, jornaleiros, mecânicos). "Sei onde é", responde o taxista, sem tirar o olhar sujo do retrovisor.

"Só que tô com vergonha, é a primeira vez e não sei..." Ao mesmo tempo, abre a gabardine e mostra um pedaço do tesão que está prestes a entregar. "Cê acha que me aceitariam assim? O trabalho?????
O taxista, gaguejando, diz… é um ambiente difícil, mas… com o que três caras, eu te dava.
Abril, corada, só sorri timidamente. Tem certeza? — comenta Abril, cruzando a perna…
Claro, senhorita…
…Mmmm (exclama Abril). Ela se aproxima do taxista e, com uma voz safada, sussurra no ouvido dele… obrigada… O motorista, completamente excitado, anuncia a chegada a um quarteirão de distância… Abril procura na bolsa e comenta… Quanto te devo??? … O taxista, nervoso, vira pra olhar pra ela e responde: NADA, só adoraria te convidar pra algo no bar. Abril encara ele nos olhos e diz: melhor me convidar pra um drink e a gente toma aqui no seu carro mesmo. Preciso criar coragem pra trabalhar naquele lugar. O taxista desce do carro e compra umas cervejas em lata, muda a rota, vai pra trás do lixão do mercado, um lugar fedorento e solitário… Abril comenta: que pena, amigo…
Nosso amigo para o carro… Abril, entre assustada e excitada, exclama… Por que você não vem pra trás e a gente toma junto? … Sem pensar duas vezes… o motorista, já no banco de trás, abre as cervejas e diz: saúde. Ele se aproxima dela e a cheira. Abril só sorri pra ele… Ele começa a acariciar uma das pernas dela. Ela não diz nada, excitada pelo lugar e pela companhia, abre as pernas e, com uma mão, guia a mão do taxista pra debaixo da saia dela. De um jeito brusco e desajeitado, o motorista a acaricia… Ela se reclina no banco e convida nosso amigo a saciar seus instintos mais baixos… Entre sussurros, gemidos, ele aperta e lambe o corpo todo dela… exclamando… Que bunda gostosa… Me apaixonei por você desde que te vi…
Tava com vontade de te comer…
Abril só se deixa sentir… Meio nua, começa a abaixar o zíper da calça do taxista, enquanto ele comenta… Gostosa… chupa minha rola… Minha mulher não gosta, faz isso… Ela, gulosa como sempre, aceita… Se deita e pede pra ele se ajoelhar sobre ela e colocar o pau na cara dela… Isso vira um coquetel… de luxúria… agora ele se acomoda e a penetra sem parar... até que, sem dizer nada, Abril sente um líquido úmido e leitoso escorrendo pelas suas pernas....

Depois de ter atendido o nosso motorista... ela, mais excitada do que nunca, pede que ele a leve ao lugar mencionado antes, acabam as cervejas e ele a leva...

É um boteco sujo, pequeno... escuro... com música deprimente, atendido por duas garçonetes das mais ordinárias e vulgares que podem existir e um garçom... a comparação é imediata e todos os clientes do lugar viram para olhar aquele pedaço de carne, jovem, com uma pele branca e lisa... timidamente, Abril senta no canto do lugar, desabotoa a gabardina e, cruzando a perna, pergunta ao garçom... (um personagem grotesco, baixinho, fedorento, safado) quem é o responsável???... o garçom grita: PATRÃO! Imediatamente aparece um velho gordo, careca, barbudo, de aparência suja... ao ver Abril, ele a desnuda com o olhar... O que foi? O garçom indica que Abril perguntou por ele. O QUE VOCÊ QUER, MENINA? Com voz rude, responde o gordo... Ela se aproxima e explica o tremendo problema financeiro que tem... precisa pagar uma dívida de jogo do namorado, senão ele vai pra cadeia... O simpático gordo diz: Esse lugar tem muita freguesia e, assim do nada, arrumar emprego pra alguém... é complicado. Vamos pro meu privado que a gente se acerta, sem tirar os olhos dela... Abril, sem outra saída, aceita... Eles se levantam e caminham até o privado (um depósito cheio de caixas de bebida, nos fundos do antro)... os clientes exalam feromônios, caras excitadas... olhares fora de contexto ao ver a pele linda e branca dela... a inveja das mulheres não dá pra esconder.

Já no depósito, o velhote gordo corre uma cortina, liga um gravador e diz ao garçom: cuida pra ninguém chegar perto. Serve um gole de cachaça e exclama... Vamos lá, menina, me mostra o que você sabe fazer... Abril, no rebolado da música, começa a dançar de um jeito excitante, provocante... percebendo que O garçom está espiando pela cortina… começa a levantar a saia dela, mostrando parte da bunda… sem tirar a saia, abaixa devagar a calcinha fio dental… até cair no chão… na frente do dono do lugar, ela se abaixa de costas, mexendo nos cadarços do tênis… o gordo, prestes a ter um troço, exclama com uma voz excitada… tá bom, você só precisa pagar sua taxa… vem cá, menina, chega mais… a luxúria do velho não dá pra esconder, ele abre a calça e tira o pau pra fora… Abril, perto daquele show deprimente, se abaixa e começa a chupar o órgão do patrão de um jeito meigo… igual gata tomando leite… sem aviso, monta nele… ele, de um jeito doentio, arranca o top e começa a lamber os peitos dela… cara, pescoço… o martírio dura alguns minutos, Abril goza… o velho termina de se saciar, aperta ela com força e goza… tá bom, menina, se limpa e pode ir trabalhar…
Já na cantina, ela decide começar a beber (não vamos esquecer que é a primeira experiência dela com vários caras) depois de ser tirada pra dançar várias vezes por clientes diferentes… eles acariciam a carne dela de um jeito bruto… os amassos e propostas não demoram… as horas passam, e as garrafas também…
Já de madrugada… meio bêbada, Abril continua fichando…
O dono percebe o estado de Abril, chega perto dela e fala: você vai dançar pra todo mundo. Ele a carrega e coloca em cima de uma mesa… o garçom coloca a música e Abril, no ritmo de palmas, assobios, beijos etc., excitada mais do que nunca, começa a dançar. Foi algo repentino, isso a excita ainda mais. Ela começa a percorrer o corpo com as mãos… se abaixa, mostrando as pernas, abaixa a calcinha fio dental devagar, agora tira o top, se abaixa de novo e mostra a buceta molhada, começa a brincar com ela por alguns segundos… (é algo novo, ela está excitadíssima, transmite isso). Os minutos passam e ela termina completamente nua, se mostrando toda. Os clientes banham ela de cerveja, apertam as nádegas, as coxas… ela continua dançando, abre as pernas completamente… de repente, ela percebe que o pedreiro que trabalha na frente da casa dela não para de olhar, Abril chega perto dele e monta no cara… o clímax é total, eles se beijam sem controle, ela geme de tesão e prazer, ele pega ela no colo e mete ela no banheiro, onde começa a foder ela. A porta do banheiro fica aberta, todo mundo vê a putaria gostosa, só se ouve gemidos. Abril goza com frenesi nessa experiência………
Termina de um jeito diferente, o orgasmo dessa tarde foi único………..

5 comentários - Albañiles y algo mas

son relatos tuyos o los copias de algún lado?