Sou Gabriela de Mar del Plata, tenho trinta e poucos anos, sou casada e tenho dois filhos. Faz uns dois anos que acompanho os contos do P, e agora vou tentar escrever algo meu. Não sei como vai sair, mas são reais, espero que gostem.
Aí vai o primeiro:
Uns anos atrás, eu tinha 28, meu pai tava doente e já nos últimos dias internado, pediu pra gente procurar uns parentes pra fazer as pazes e essas coisas, tô contando rápido, mas foi muito pesado e doloroso pra mim. E entre as pessoas que ele pediu pra chamar tava um ex-sócio, Alberto, que também era amigo da família, mas quando a sociedade acabou, a gente nunca mais viu ele. Parece que meu pai tinha passado a perna nele com grana e, como contou ao contrário, e a gente, claro, acreditou no meu pai, nunca mais tratamos ele.
Minha mãe ligou pra ele, e um dos meus irmãos foi ver ele no negócio, mas sem sorte (mandaram ele pastar), pra falar de boa. Da minha parte, vendo meu pai mal, criei coragem e fui falar com ele. Eu não via ele desde meu casamento, sete anos atrás, agora ele tinha 40, 42 anos, contra meus 28 na época.
Fui no escritório dele, ele tinha prosperado muito e tinha um escritório no centro, bem imponente. Ele me recebeu bem, a gente conversou um pouco, algumas reclamações, mas no fim ele disse que não pretendia ir, que se mudasse de ideia me avisaria, mas era difícil. Eu sou muito simpática por natureza e falo bastante, é raro me ver mal, mas naquela situação as lágrimas tavam quase vencendo e eu levantei pra ir embora, sem conseguir falar muito mais... "Bom, pensa nisso", falei quase chorando e virei pra porta. Ele me alcançou pra abrir a porta e colocou uma mão no meu ombro, e disse algo que não entendi na hora: "tipo, não fica assim..." ou algo parecido. Eu falei que faria qualquer coisa pelo meu pai... e ele apoiou a outra mão no outro ombro e ficou atrás de mim, dizendo mais alguma palavra de consolo.
A atitude me pegou de surpresa, desarmada, fiquei parada, ele tinha me olhado bem (eu fui bem arrumada), mas nem passou pela minha cabeça o que poderia rolar. Algo por esse lado. Ainda com as mãos nos meus ombros, ele falou baixinho no meu ouvido: "O que você faria pra eu fazer as pazes com o José (meu pai)?" Sem a menor premeditação da minha parte e bem surpresa, só consegui dizer: "O que for preciso" e dei um passinho pra trás, apoiando a cabeça na altura do peito dele (Alberto é alto e grande no geral, ombros largos e físico imponente). Ele desceu as mãos devagar pelos meus braços até pegar na minha cintura, me puxou pra perto, ficando colado em mim. Senti ele se apoiando nas minhas costas, na minha bunda, e perguntando no meu ouvido se eu tinha certeza. Concordei com a cabeça, e as mãos dele me rodearam: uma foi pra cima, procurando meus peitos (que não sobraram muito depois de dois filhos), e a outra foi direto entre minhas pernas, me tocando firme, como se não quisesse deixar dúvida do que queria. "Beleza", ele disse, "agora quero um adiantamento, mas depois que você fizer o que me pediu, quero te levar pra um hotel por algumas horas. Te parece justo?" Suspirei, nem de longe pensei que essa situação ia rolar. Pensei no meu velho, no meu marido e nos meninos, mas fiquei preocupada: o que seria um adiantamento pra ele? E ainda era inverno, sem praia, então eu tava sem depilar! Tem que ser pra ser gostosa numa situação dessas. "Tudo bem", falei, "mas vamos hoje pra clínica." Ele concordou enquanto beijava meu pescoço e, rápido, desabotoou minha calça. A mão deslizou por dentro da minha calcinha, tocando minha buceta ao vivo. Em um segundo, ainda atrás de mim, ele puxou minha calça pra baixo, junto com a calcinha, me deixando nua da cintura pra baixo. Me fez sentar na beirinha de uma escrivaninha, se ajoelhou na minha frente, levantou minha perna e apoiou numa cadeira, de um jeito que minha buceta ficasse aberta na cara dele. Lambeu meus lábios por fora e depois por dentro, rápido mas eficiente, se concentrou uns segundos no clitóris, o suficiente pra me molhar um pouco, e aí se levantou, já ele tinha tirado o casaco, soltou o cinto e deixou a calça cair. Eu preferi olhar nos olhos dele, ele me beijou de leve na boca e primeiro procurou com os dedos o centro da minha buceta, e depois de adicionar um pouco da saliva dele, logo senti o pau dele se apoiando bem na entrada e começando a entrar, me penetrando. O empurrão dele ia me fazendo levantar da escrivaninha, até ficar na ponta dos pés, e quando não tinha mais espaço pra "escapar" pra cima, comecei a sentir ele entrando (eu ainda não tinha visto o pau dele), mas dava pra sentir sim. (Faço essa observação porque depois do meu segundo filho, minha buceta ficou meio "frouxa" e eu não sentia como antes, tinha que me tocar muito pra gozar e era frustrante). E como sentia ele, mas como eu estava meio sentada na escrivaninha e não alcançava o chão, meu apoio era o Alberto, ou seja, eu tava enfiada entre ele e a escrivaninha, cada vez que ele empurrava eu sentia até no estômago, mas quando parecia que ele ia sair de dentro de mim, vinha uma onda de sensações deliciosas. Ele me manteve assim por um bom tempo, tentei não me expressar muito, mas quando de repente veio um orgasmo riquíssimo, os suspiros e os gemidos saíram da alma. Vendo isso, ele me virou e me colocou de costas na escrivaninha, tipo de quatro, mas com os pés no chão, ainda com meus sapatos de salto. Por trás não, por trás não, pensei implorando mentalmente, mas não falei nada. Deu certo, a investida veio pela buceta, saíram aqueles barulhos que parecem gases e dão tanta vergonha, mesmo sendo vaginais e involuntários. Ele me segurou pelos quadris e me deu... como dizer: uma fodida monumental... gozei mais uma vez, fazia tempo que não fazia isso com um pau me dando duro por dentro, e um tempinho depois ele deu uns bombados... mas dentro de mim, e eu não falei nada de camisinha. Pronto, pensei, espero que o Alberto se mantenha saudável. Fui ao banheiro, me limpei um pouco e me vesti, minhas pernas tremiam, minha buceta ainda pulsava e, conforme eu esfriava, começava a doer. Um pouco. No caminho pro carro pra ir na clínica, meu corpo pulsava como se tudo fosse coração (sim, Alberto cumpriu a parte dele do trato). Pensei: se isso é só uma amostra, imagina quando ele me tiver "por algumas horas", como pedia.
Eu também cumpri, depois conto pra vocês.
Um beijo; Gaby
Aí vai o primeiro:
Uns anos atrás, eu tinha 28, meu pai tava doente e já nos últimos dias internado, pediu pra gente procurar uns parentes pra fazer as pazes e essas coisas, tô contando rápido, mas foi muito pesado e doloroso pra mim. E entre as pessoas que ele pediu pra chamar tava um ex-sócio, Alberto, que também era amigo da família, mas quando a sociedade acabou, a gente nunca mais viu ele. Parece que meu pai tinha passado a perna nele com grana e, como contou ao contrário, e a gente, claro, acreditou no meu pai, nunca mais tratamos ele.
Minha mãe ligou pra ele, e um dos meus irmãos foi ver ele no negócio, mas sem sorte (mandaram ele pastar), pra falar de boa. Da minha parte, vendo meu pai mal, criei coragem e fui falar com ele. Eu não via ele desde meu casamento, sete anos atrás, agora ele tinha 40, 42 anos, contra meus 28 na época.
Fui no escritório dele, ele tinha prosperado muito e tinha um escritório no centro, bem imponente. Ele me recebeu bem, a gente conversou um pouco, algumas reclamações, mas no fim ele disse que não pretendia ir, que se mudasse de ideia me avisaria, mas era difícil. Eu sou muito simpática por natureza e falo bastante, é raro me ver mal, mas naquela situação as lágrimas tavam quase vencendo e eu levantei pra ir embora, sem conseguir falar muito mais... "Bom, pensa nisso", falei quase chorando e virei pra porta. Ele me alcançou pra abrir a porta e colocou uma mão no meu ombro, e disse algo que não entendi na hora: "tipo, não fica assim..." ou algo parecido. Eu falei que faria qualquer coisa pelo meu pai... e ele apoiou a outra mão no outro ombro e ficou atrás de mim, dizendo mais alguma palavra de consolo.
A atitude me pegou de surpresa, desarmada, fiquei parada, ele tinha me olhado bem (eu fui bem arrumada), mas nem passou pela minha cabeça o que poderia rolar. Algo por esse lado. Ainda com as mãos nos meus ombros, ele falou baixinho no meu ouvido: "O que você faria pra eu fazer as pazes com o José (meu pai)?" Sem a menor premeditação da minha parte e bem surpresa, só consegui dizer: "O que for preciso" e dei um passinho pra trás, apoiando a cabeça na altura do peito dele (Alberto é alto e grande no geral, ombros largos e físico imponente). Ele desceu as mãos devagar pelos meus braços até pegar na minha cintura, me puxou pra perto, ficando colado em mim. Senti ele se apoiando nas minhas costas, na minha bunda, e perguntando no meu ouvido se eu tinha certeza. Concordei com a cabeça, e as mãos dele me rodearam: uma foi pra cima, procurando meus peitos (que não sobraram muito depois de dois filhos), e a outra foi direto entre minhas pernas, me tocando firme, como se não quisesse deixar dúvida do que queria. "Beleza", ele disse, "agora quero um adiantamento, mas depois que você fizer o que me pediu, quero te levar pra um hotel por algumas horas. Te parece justo?" Suspirei, nem de longe pensei que essa situação ia rolar. Pensei no meu velho, no meu marido e nos meninos, mas fiquei preocupada: o que seria um adiantamento pra ele? E ainda era inverno, sem praia, então eu tava sem depilar! Tem que ser pra ser gostosa numa situação dessas. "Tudo bem", falei, "mas vamos hoje pra clínica." Ele concordou enquanto beijava meu pescoço e, rápido, desabotoou minha calça. A mão deslizou por dentro da minha calcinha, tocando minha buceta ao vivo. Em um segundo, ainda atrás de mim, ele puxou minha calça pra baixo, junto com a calcinha, me deixando nua da cintura pra baixo. Me fez sentar na beirinha de uma escrivaninha, se ajoelhou na minha frente, levantou minha perna e apoiou numa cadeira, de um jeito que minha buceta ficasse aberta na cara dele. Lambeu meus lábios por fora e depois por dentro, rápido mas eficiente, se concentrou uns segundos no clitóris, o suficiente pra me molhar um pouco, e aí se levantou, já ele tinha tirado o casaco, soltou o cinto e deixou a calça cair. Eu preferi olhar nos olhos dele, ele me beijou de leve na boca e primeiro procurou com os dedos o centro da minha buceta, e depois de adicionar um pouco da saliva dele, logo senti o pau dele se apoiando bem na entrada e começando a entrar, me penetrando. O empurrão dele ia me fazendo levantar da escrivaninha, até ficar na ponta dos pés, e quando não tinha mais espaço pra "escapar" pra cima, comecei a sentir ele entrando (eu ainda não tinha visto o pau dele), mas dava pra sentir sim. (Faço essa observação porque depois do meu segundo filho, minha buceta ficou meio "frouxa" e eu não sentia como antes, tinha que me tocar muito pra gozar e era frustrante). E como sentia ele, mas como eu estava meio sentada na escrivaninha e não alcançava o chão, meu apoio era o Alberto, ou seja, eu tava enfiada entre ele e a escrivaninha, cada vez que ele empurrava eu sentia até no estômago, mas quando parecia que ele ia sair de dentro de mim, vinha uma onda de sensações deliciosas. Ele me manteve assim por um bom tempo, tentei não me expressar muito, mas quando de repente veio um orgasmo riquíssimo, os suspiros e os gemidos saíram da alma. Vendo isso, ele me virou e me colocou de costas na escrivaninha, tipo de quatro, mas com os pés no chão, ainda com meus sapatos de salto. Por trás não, por trás não, pensei implorando mentalmente, mas não falei nada. Deu certo, a investida veio pela buceta, saíram aqueles barulhos que parecem gases e dão tanta vergonha, mesmo sendo vaginais e involuntários. Ele me segurou pelos quadris e me deu... como dizer: uma fodida monumental... gozei mais uma vez, fazia tempo que não fazia isso com um pau me dando duro por dentro, e um tempinho depois ele deu uns bombados... mas dentro de mim, e eu não falei nada de camisinha. Pronto, pensei, espero que o Alberto se mantenha saudável. Fui ao banheiro, me limpei um pouco e me vesti, minhas pernas tremiam, minha buceta ainda pulsava e, conforme eu esfriava, começava a doer. Um pouco. No caminho pro carro pra ir na clínica, meu corpo pulsava como se tudo fosse coração (sim, Alberto cumpriu a parte dele do trato). Pensei: se isso é só uma amostra, imagina quando ele me tiver "por algumas horas", como pedia.
Eu também cumpri, depois conto pra vocês.
Um beijo; Gaby
16 comentários - Pijão do Papai