la maestra rural como loca


Estou escrevendo de novo depois de muito tempo, espero que gostem do relato, é real e aconteceu comigo há alguns anos, quando, por motivos de trabalho, morava numa cidade do interior da minha província. Tudo aconteceu numa noite em que fui ajudar numa escolinha rural, já que organizaram uma loteria e depois colocaram música pra dançar. Embora a ideia fosse colaborar, a gente sempre vai na esperança de se divertir pelo menos um pouco. Chegando no local, me sentei nuns lugares que tinham colocado e, assim que sentei, percebi que uma professora estava me prestando atenção demais. Aqui faço um parêntese pra me descrever: sou de porte normal, tenho 1,67 (mais baixinho) e de pau eu venho, diria que tamanho padrão (nunca deixei ninguém insatisfeito, todas voltaram pra mais, kkkk). Continuando meu relato, essa professora que me olhava não era das mulheres mais bonitas que conheci, mas, estando eu sozinho, entediado e com muita vontade de transar, ela me pareceu uma modelo. Num momento em que deram uma pausa na loteria, levantei pra ir ao banheiro e, ao chegar na porta de um salão que a escola tinha, outra professora me para e diz que queria falar comigo. Respondi cordialmente e com respeito que estava ouvindo. — Ehhh, deixa pra lá, não importa. — Por favor, me diga o que precisa. — Bom, só queria dizer que minha colega quer falar com você a sós. — Ah, é? Qual colega sua? — Aquela que estava te olhando com insistência. — Bom, agora vou até lá e pergunto o que ela precisa. — Não, não!! Aqui não, do lado tem umas janelas, vá por lá que minha colega já abre a janela e aí vocês podem conversar. — Tá bem, vou pra lá então. Chegando no lugar que a professora me indicou, vejo uma janela se abrir, aparece essa mulher e me diz: — Oi, me chamo Marcela. — Oi, tudo bem? Gaston. — Sabe, esse é meu quarto, eu fico sempre sozinha, e... sei lá, você gostaria de ficar comigo? (Parece que estou mentindo, mas foi assim, a professora não perdeu um segundo com sutilezas.) — Sabe, eu... Adoraria, mas se eu ficar e meu amigo for embora, não sei como volto pra cidade, são uns 7 km e amanhã tenho que trabalhar bem cedo, entro às 7.
— Ah, que pena, eu tava tão animada pra dormir acompanhada hoje.
— Bom, não posso ficar, mas posso passar agora.

Ela virou a cabeça pros dois lados e me disse pra entrar. Eu dei um pulo e, num movimento só, já tava dentro do quarto. Não consigo descrever em palavras o tesão que essa mulher tava. Mal entrei no quarto, ela começou a me beijar com uma loucura que nunca tinha acontecido comigo, seguiu pelo meu pescoço, tirou minha camiseta e desceu devagar pelo meu peito até chegar no cinto da minha calça. Eu, atônito, olhava a cena como se estivesse distante da situação, como se não fosse eu ali.

Ela, concentrada no meu corpo, soltou meu cinto, continuou com a calça, a cueca que eu tava usando e, assim que fiquei nu, começou a chupar minha rola com o mesmo descontrole e tesão com que tinha começado a me beijar. Enquanto isso, a loteria continuava rolando, dava pra ouvir os números sendo cantados e gente andando pelos corredores.

Ela ficou me chupando um bom tempo até que se levantou, me olhou nos olhos e disse que não aguentava mais, que minha rola era muito gostosa, mas queria que eu comesse ela. Eu só consegui esboçar um sorriso e, quando me dei conta, ela já tava com o vestido arregaçado na cintura. Então virei ela, encostei na parede e enfiei na buceta dela, que já tava bem molhada nessa altura.

Num momento, refleti e percebi que não tinha colocado camisinha. Tudo tinha sido tão rápido e inesperado que nem me liguei de colocar. Paro um segundo e começo a procurar no escuro minha calça pra pegar a camisinha que tava na minha carteira. Ela se vira e pergunta o que houve, que eu tava quase gozando.

Eu: — Tô procurando uma camisinha, Professora.
Ela: — Não, por favor, assim mesmo.
Eu: — Não, vou colocar a camisinha, não quero surpresas depois.
Professora: — Eu me cuido, não Você vai pensar que eu quero engravidar. Sei que é errado (depois me arrependi), mas continuei metendo sem camisinha, do jeito que tava, apoiada na parede. Num momento, falei que queria ir pra cama, mas ela recusou. Fez um movimento com a mão por trás da bunda dela, pegou meu pau e apontou pro cu dela. "Eu quero por aqui", falou com uma voz estranha, aquela voz que as mulheres colocam quando tão excitadas. Fiz um pouco de força, mas não consegui enfiar meu pau no cu dela. Ela cuspiu na mão, passou no buraco e falou: "Tenta de novo." Bem obediente, tentei de novo e dessa vez entrou a ponta. Eu tentei ser cuidadoso com ela, mas pelo visto o tesão que ela tava fazia ela ser meio desajeitada e impulsiva. Ela começou a se mexer e arquear as costas com força até que meu pau entrou completamente no cu dela. Aí ela se acalmou um pouco e deixou eu escolher o ritmo dos movimentos. Eu alternava movimentos rápidos com lentos até que não aguentei mais e gozei. Vocês não têm ideia da quantidade de porra que saiu. Ela, ofegante, falou: "Mestra – aaaaaahhh amei!!! Quero mais!!! Quero mais!!!" Eu – "hahaha, cê não tá pedindo demais? Ainda tô terminando de soltar as últimas gotas." Mestra – "Quero mais, eu falei, quero mais!!!" Pegou umas toalhas úmidas, daquelas de bebê (não me perguntem por que eu tinha aquilo, nem pra que usava, mas tinha), passou no meu pau e depois disso começou a chupar de novo!!!! Demorou um pouco, mas ficou duro, e quando tava no máximo, ela me empurrou pra cama, passou a perna por cima do meu corpo e ficou de costas pra mim. Com a mão, apontou de novo pro cu dela e sentou de uma vez. Que lindo que ela se mexia!! Apoiava os pés na cama e fazia um tipo de agachamento. Eu via só o reflexo do corpo dela, e sentia os movimentos cada vez mais fortes até que ela soltou um suspiro, o corpo dela tremeu e ficou parada, como exausta. Nessa hora, virei ela de lado e coloquei ela. De quatro, ela arqueou as costas e eu enfiei de novo no cu dela. Dei umas bombadas e ela disse que queria a porra na boca dela. Isso me deixou louco. Ela virou e começou a chupar enquanto se masturbava. Não aguentei mais e gozei enchendo as bochechas dela de porra. Ela engoliu até a última gota. Quando terminamos, ela se vestiu, se despediu e me deu um papelzinho com o número dela. Eu saí por onde entrei e fui pro setor do bingo. Em poucos minutos, ela apareceu como se nada tivesse acontecido, de jaleco branco. Meu amigo me olhava sem entender nada. Quando tudo acabou, a gente foi embora. Eu liguei pra ela e a gente se encontrou mais algumas vezes, mas não foi tão fogosa quanto a primeira vez. Espero que tenham gostado. A história é real e tentei não exagerar em nada, porque as histórias que eu curto são as reais. Comentem, valeu!!!

10 comentários - la maestra rural como loca

ikkki
muy bueno!!! me gusto... gracias por compartir
swan28 +3
mmm siempre sostengo que las maestras son las más putitas....que rico relato
bicar
si es real, te felicito por la suerte que tenes!
😉
muy bueno..!! bien caliente viejo..!! van puntos.
Me gustó el relato. Mi señora es Maestra de escuela pública uruguaya y yo soy su alumno de sexto año escolar .
Me imagino ésa situación en qué mí maestra y una colega de escuela rural. Éso si. Las dos de guardapolvo blanco ( túnica blanca)
Y yo con mí túnica blanca y la moña azul puesta cómo lo éstoy ahora!!!