cines gay, boliches. mi experiencia

Me falaram sobre essa comunidade e há um tempão tô lendo e vendo fotos e vídeos.
Então decidi me registrar e começar a me aventurar nos contos como um primeiro passo, depois a gente vê
como segue. Tô lendo vários desses, tipo os do Seth02, nicocodrilo92 e muitos outros.
Titulei o post assim porque vou contar minha experiência num cinema gay da rua Yrigoyen. Li em
outro post que recomendavam o lugar. Comprei a entrada e desci as escadas, tem uma espécie de recepção
com uma TV, máquina de café e sofás. Era a primeira vez que ia nesse cinema, já que geralmente vou
no América, mas como variedade é o tempero da vida, resolvi mudar.

Quando cheguei lá embaixo, o arrumador me recebeu, e quando entreguei a entrada, ele pegou e roçou os dedos na minha mão.
Sinal inequívoco, tipo uma mensagem, pra ver se tem aceitação. O cara era mais velho, uns 50, eu diria,
cabelo curto, com uma camiseta dos Rolling Stones, um coroa gagá, como se diz por aí.

Meu primeiro pensamento foi: bom, se com o primeiro a gente já começa assim, como será o resto.
Ele me pergunta pra qual sala, tem duas: a gay e a hétero, ele diz.

— Onde fica o banheiro? — pergunto.
— Lá no fundo, entre as duas salas.

Vou pro banheiro, sinto que ele tá me seguindo. Tem duas portas, a primeira aberta, entro e ele pergunta:

— Quer usar este aqui, que tá mais limpo?

Abre a porta do lado, que tava trancada, e me convida pra entrar.

Entra comigo e deixa a porta encostada.

— Quer fazer alguma coisa?
— Sei lá, tipo o quê?

Ele leva a mão no volume e com a outra me pega pela cintura, e solta:

— Mas que curvas hein.
— Valeu. — E comento que é fruto de nadar muito.

Eu tava de calça jogging e camiseta, que ele começou a levantar pra tirar da calça.
Começou a acariciar minha cintura. Os dedos dele eram muito ásperos, a pele muito seca. Não curti muito, mas
bom, vamos ver até onde isso vai, pensei. Tentou me beijar na boca, e eu virei o rosto. Isso é algo que geralmente não faço, a menos que me sinta muito atraído pela pessoa. Ela percebeu e não insistiu, nem perguntou. Começou a descer em direção à bunda, e houve uma exclamação de prazer. Geralmente, quando não tenho um encontro marcado com alguém, uso uma fio dental, tenho várias, nesse caso uma vermelha. Pessoalmente, prefiro calcinha comum, mas os homens gostam muito mais de tangas. Acho que excita mais eles o fato de puxar pra cima e meter bem fundo na bunda.

Começou a mexer o dedo na minha bunda sem tirar a calcinha, que tampava o buraquinho, então pra mim não era muito excitante, mas ajudava no clima. A outra mão dele continuava na braguilha. Eu puxei e comecei a apalpar também, não tinha muita coisa, pelo que eu podia sentir.

Tentei abaixar o zíper, e ele estava duro. Ele abaixou e tirou a rola. Cabeça não muito grande, e completamente mole. Realmente não dava muita vontade de fazer algo. Masturbei ele por um minuto mais ou menos, mas não teve uma grande reação. O dedo dele continuava sondando minha bunda, mas não tentava entrar. Então puxei a tirinha da fio dental pra facilitar o trabalho. Ele começou a empurrar, mas sem lubrificação, doía.

De repente, ele tirou minha mão da rola dele e começou a se masturbar e gozou!!!! Sim, exatamente assim, só com o dedo apoiado no meu cu, e batendo uma por 10 segundos, gozou, com a rola praticamente sem ereção, morta.

Ele espiou pela porta pra ver se ninguém tinha entrado, e me perguntou:

- Gostou?

- Sim, foi legal. (Minha resposta pra não deixar ele mal)

Além de ser a primeira vez nesse cinema, e com um lanterninha, realmente foi uma experiência esquecível. Durou menos de dois minutos e a única coisa que fiz foi tocar numa rola morta, e receber carícias na bunda.

Ele me fez sair primeiro e me mandar pro banheiro ao lado até ele fechar. Ele foi pra recepção.

Vocês vão dizer que história chata. Mas o dia não terminou mal. Pelo contrário, a parte boa veio depois, já na sala. Além de A primeira impressão que tive ao entrar primeiro numa sala e depois noutra foi que o dia foi produtivo.

Nas duas salas só tinha uma pessoa: na gay, um velho dormindo. Na hétero, um gordo recostado na parede, vendo na tela duas gatinhas se pegando. Presságio de pouca ação, pensei. Me enganei, não por quem já estava lá, mas por quem ia entrar no cinema.

Isso fica pro próximo relato. Não quero encher o saco, é a primeira vez que conto minhas experiências na Internet sobre cinemas, baladas e motéis. Não sei se vão gostar ou não, por isso quero ir devagar e ver o que acham.

Estive lendo os termos do Poringa e sei que preciso de pontos, porque tentei comentar e dar pontos e não consigo. Vou tentar tornar esses relatos interessantes pra vocês, e que sejam atraentes. Mas o que posso garantir é que não vai ter nada inventado, são todas vivências reais, que começaram desde o ensino médio.

Saudações a todos e espero que gostem.

2 comentários - cines gay, boliches. mi experiencia

Lea26 +1
Muy bueno relato, esperamos mas ! !