Nos presentamos con: `El cumpleaños de mi padrastro´

Nos presentamos con: `El cumpleaños de mi padrastro´


Fala! Somos novos por aqui e viemos nos apresentar com esse relato. Ela ainda não se animou a postar as fotos dela, acho que não vai se animar, mas nunca se sabe, tem que insistir, né? Mas pelo menos dá pra postar uns relatos, que a gente adora, e dessa vez é um relato meu. Não tem problema compartilhar e usar, desde que respeitem nossa autoria 🙂. Ela ficou de cabeça virada, espero que vocês gostem e comentem, que ela com certeza vai ler os comentários quando tiver um tempinho..


O aniversário do meu padrasto
Por HarleyNathan @ PoringaEra uma sexta à tarde, no mesmo dia era aniversário do marido da minha mãe, divorciada há anos e casada de novo com o Sérgio fazia 20 anos, desde que eu tinha 5. Eu tava num dia horrível, trabalho demais, final de faculdade e meu namorado doente, então não dava pra ir cuidar dele porque naquela noite mesmo meu padrasto tava comemorando o aniversário dele em casa, e pra piorar, no fim de semana passado eu tinha ficado menstruada, o que somava um tesão acumulado de duas semanas. Cheguei em casa, muito cansada e com vontade de deitar um pouco pra depois estudar e curtir tranquila o jantar da festa. Deitei um tempinho pra ver TV e depois fiquei no computador estudando um pouco, mas como sempre, me distraí. Tenho uma fraqueza por ménage, e fiquei revendo meus favoritos e bisbilhotando uns vídeos pra relaxar... sabia que não podia me masturbar porque minha mãe tava indo e vindo, mas tava com tanto tesão que queria pelo menos olhar pra depois matar a vontade sozinha, mas foi impossível. Depois de ver 3 vídeos e ficar com a cabeça nas nuvens, me chamaram pra ajudar a montar tudo pra festa, então me troquei e saí.

Minha mãe tava arrumando a mesa e a campainha tocou, era o Ale, meu irmão adotivo com a família. Ele tem 27 anos, é dois anos mais velho que eu, alto, moreno de cabelo comprido, corpulento... bem definido, casado há 2 anos e com um filho. Sérgio era meu padrasto, 48 anos mas parecia ter trinta e poucos, bonitão, alto também, olhos verdes e boa forma física... algo compreensível olhando pro Ale. Todos sentaram pra começar com os aperitivos, como eu não tava com muita grana na época, me comprometi a cuidar dos aperitivos e das sobremesas, já que da comida o Sérgio (meu padrasto) cuidava, que é um expert em massas. Fui pra cozinha pegar os salgadinhos, levei e depois fui preparar umas salsichas de festa pra completar a primeira parte do jantar. A sala de jantar da cozinha é separada por um corredor comprido e estreito. então eu podia cantar tranquila enquanto cozinhava, que ninguém ia ouvir. Enquanto tava esquentando a água pras salsichas, sinto alguém entrar na cozinha, era o Ale, meu meio-irmão, que veio me ajudar com as coisas. Eu tava com uma regata bem decotada que meu namorado ama, porque marca bem meus peitos, e uma saia bem curta, já que tava em casa e me sentia confortável… vejo o Ale se aproximar e começar a falar comigo, muito perto, mas ele é assim, brincalhão. Enquanto esperava a água pras salsichas, percebo que ele não parava de olhar pro meu decote, fixamente, uma coisa que me deixou desconfortável, mas por algum motivo, eu tava gostando. Num certo momento, pra ver se realmente tava rolando algo com ele, fiz uma coisa que com muita vergonha admito, mas sempre faço, que é olhar pro volume dele. É uma pessoa que eu SEI que é bem dotado e dá pra perceber, mas naquela noite percebi que ele tava com uma ereção e, longe de me sentir desconfortável, me deu um tesão. Eu tava com minha regata e por baixo um sutiã bem fininho, então meu tesão começou a aparecer aos poucos, porque os bicos dos meus peitos marcavam fácil na camiseta, algo que ele viu, e não só percebeu, como deu um sorrisinho. Depois de terminar de cozinhar as salsichas, tinha que buscar os temperos, que estavam na geladeira externa, no quintal passando a cozinha… ele me acompanhou pra não carregar tanta coisa.

Abri a geladeira e me abaixei pra pegar os temperos, enquanto ele atrás de mim abria o freezer pra tirar gelo… tinha um silêncio estranho, mas ao mesmo tempo, excitante… quando terminei de pegar as coisas, tentei me levantar e ele ainda tava tirando gelo, então quando me levantei, acabei encostando e senti cada centímetro da pica dele apoiada na minha saia, uma coisa que me deu um arrepio… mas ele nunca se mexeu, percebeu mas continuou remexendo no freezer, eu ri e, inconscientemente, dei uma empurrada pra trás, mas ele continuava ali, firme, com força, e eu sentia como ele ia ficando cada vez mais duro. mais dura, algo que me esquentou ainda mais, já que por ser tão fina minha saia e usar uma tanguinha tão fina, dava pra sentir quase 100%. “Sai daí, idiota”, falei, rindo, e fui pra cozinha colocar as salsichas nos pratos e levar tudo. Ele entrou na cozinha, sorrindo enquanto eu colocava os temperos nas tigelinhas… começou a cortar tudo na minha frente, enquanto eu olhava fixamente pros temperos, ele me olhava de cima a baixo, algo que me deixava muito doida. De repente, como sou muito desastrada ou talvez, inteligente, salpiquei um pouco de maionese na camiseta, bem a centímetros do mamilo, mas rapidamente me limpei porque sabia que ele ia tentar fazer isso… mas no segundo que terminei, sinto a mão dele passar por cima da minha teta direita e “por acidente” apertar levemente meu mamilo… naquele instante senti um arrepio que nunca senti na vida, já estava sentindo minha buceta ficar muito molhada e sentir aquele beliscão me deixou louca. “O que cê tá fazendo, menino?” falei, com uma voz mais de safada do que ofendida.. “te limpando, pra não sujar a camiseta” ele disse, rindo, percebendo como aquela situação tinha me excitado... sorri timidamente, me virei e fui pra sala de jantar levar tudo com ele atrás de mim.

Na mesa, ele tava do meu lado direito e meu padrasto Sérgio do esquerdo, depois de servir tudo, começamos a conversar sobre o de sempre, ver um pouco de TV enquanto a comida ficava pronta. Quando terminamos os petiscos, meu padrasto foi pra cozinha terminar de cozinhar as massas que já tinha deixado preparadas, então eu fui atrás pra acompanhar ele e esquecer um pouco do que tinha rolado, que por um lado me excitava, mas por outro eu pensava que era tudo fruto da minha tesão anterior, e nada mais. Enquanto Sérgio preparava o molho, eu ajudava mexendo a massa. “Cê tá bem leve de roupa hoje, o que seu namorado acha disso?” ele perguntou, e eu respondi “Ele adora, além do mais, tô em casa”… e ele, partindo pra cima, Novo com "olha, o corpo sozinho não ganha, você tem que cozinhar como os deuses também, ou como eu, que é a mesma coisa"... sempre tão metido ele, eu ri e ele disse "vem, vou te ensinar a fazer o melhor molho, perdão, o segundo melhor molho". Fui até o fogão e comecei a mexer enquanto ele colocava os ingredientes e explicava o passo a passo, até que em um momento ele fala "olha, o segredo do molho está em como você mistura, e isso se consegue mexendo com experiência". Já começava a notar algo estranho, ele tinha outro olhar. De repente, ele se colocou atrás de mim, segurou meus dois braços para mexer, mas minha cabeça estava em outra coisa... sim, eu sentia o volume dele também, e sentia bem duro. Continuávamos mexendo, em silêncio, enquanto sentia ele se apoiar, mas não me desagradava, pelo contrário, sentia cada vez mais e mais tesão, minha calcinha fio dental já estava bem molhada e eu não sabia se parava ou continuava... a ereção dele ficava cada vez mais evidente, eu não aguentava, e parei com a desculpa de dar o presente dele. "Olha, Ser (era assim que chamava o Sergio), vou te dar aqui pra não fazer na frente de todo mundo", era um anel com a inscrição "Deep purple", a banda favorita dele. Ele sorriu e me deu um abraço forte, ainda sentia o pau dele bem duro, ele disse Obrigado e me deu um beijo suave na bochecha, mas chegando perto da orelha, algo normal, mas que naquele momento pra mim era explosivo. Voltamos pra mesa, já me incomodava andar de tão molhada que eu estava, começamos a comer e enquanto contávamos histórias, o Ale me pega pela mão dizendo "porque minha irmãzinha, eu adoro ela"... e ao abaixar a mão, não sei por que, mas não soltei e apoiei na minha perna. Ele começou a fazer umas carícias leves, uns círculos com o dedo na minha coxa, cada vez se animando mais, apoiando a mão inteira e acariciando minha perna direita, suavemente do joelho até a coxa, por cima da saia. Eu sentia que ficava cada vez mais molhada, não entendia o que estava acontecendo, mas estava gostando. De repente, sinto ele começar a correr o pouco de saia que tinha, lentamente, foi puxando e já acariciava minha perna inteira, mas sem chegar na minha pussy… desde o joelho, suavemente até o limite entre minha coxa e minha pussy… eu tava ficando louca, continuava bebendo mas não tinha como ignorar, ele seguia com essas carícias e num momento, ao chegar no final da coxa interna, roçou de leve a calcinha por cima da pussy e senti um arrepio muito forte, foi aí que tirei a mão dele e o safado, ao tirar a mão não me soltou e levou minha mão até o volume dele. Tava bem duro, firme, apertei bem forte enquanto tentava me segurar, mas era mais forte que eu… fiz um movimento leve acariciando a cock toda por cima da calça jeans e soltei, levantei e fui buscar as sobremesas. Tava na cozinha servindo os sorvetes e tentando processar tudo que tinha acontecido, não entendia, mas tava gostando, tava muito excitada, imaginando coisas e esperando a noite acabar logo porque não aguentava mais. Será que tava tão imersa nos meus pensamentos que nem senti alguém entrar, só lembro que de repente alguém me agarra por trás enquanto eu largava uma das colheres e me apoia com força, me segura firme pelas costelas e depois desce uma das mãos pela saia e a outra aperta forte uma das minhas tetas enquanto beija meu pescoço, me entreguei naquele momento, sentia a respiração dele no meu pescoço perto da orelha enquanto sentia a cock dele batendo contra minha saia. "cê gosta assim, irmãzinha?" ouvi… e eu não conseguia soltar palavra alguma, consegui soltar entre um gemido quase sem voz "continua, por favor"… a mão direita dele apertava minha teta e começou a beliscar meu mamilo, tava prestes a ter um orgasmo enorme, enquanto ele continuava me apoiando e eu fazia força contra a cock dele, num vai e vem como se a gente tivesse transando, não aguentava mais, com a mão esquerda foi por baixo da saia e começou a me masturbar, mesmo assim Do momento brusco, ele massageava suavemente meu clitóris, sabia o que fazia, enquanto eu soltava gemidos incontroláveis. Instintivamente, passei meu braço por trás do corpo e, nem por cima da calça jeans dele, fui direto no pau dele, meti a mão e senti como ele tava bem duro. Apertava bem forte e comecei a masturbar ele, não podia acreditar no que tava rolando. Ele continuava me beijando cada vez com mais força no pescoço e, com aquele vai e vem, me empurrava contra a bancada. Eu continuava apertando e massageando o pau dele, descia e subia até chegar na cabeça, que tava bem molhada. Ele também tava muito excitado. Passava meu dedão na cabeça bem molhada e fazia movimentos circulares que deixavam ele louco, enquanto ele continuava apertando meu mamilo e me masturbando... Tava prestes a ter um orgasmo único, mas ele de repente parou, tirou a mão da minha buceta e se afastou, dizendo: "Ouvi um barulho, vem alguém aí"...

E, de fato, segundos depois, minha mãe entrou pra ajudar com as coisas. "Precisam de ajuda?", ela perguntou, e eu por dentro pensando: "Não, preciso dar uma trepada agora, mãe". Fomos pra mesa, antes passei no banheiro pra molhar um pouco o rosto e a cabeça, porque tava prestes a explodir. Sentamos e, enquanto conversávamos, meu padrastro Sérgio começou a contar coisas minhas de quando eu era pequena. Me abraçava e tava bem carinhoso, normal pro resto da família. Num momento, ele mostra meu presente e me faz passar vergonha, uma desculpa pra me abraçar e me mandar sentar no colo dele, como quando eu era pequena. Todo mundo sorrindo, de ternura, mas eu sentia outra coisa. Assim que sentei nele, senti de novo a mesma coisa que senti quando ele tava me ensinando a preparar o molho: senti o pau dele muito duro, direto na minha bunda, enquanto continuavam contando anedotas. Sentia como ele ficava cada vez mais duro e, de repente, sinto ele apoiar a mão na minha perna direita, deixou ela ali, parada, mas eu, com a tesão que já tava, nem sabia mais se tava imaginando aquilo. Fazia de propósito. Não era minha imaginação, porque ele começou a me acariciar, assim como meu meio-irmão fez, usando a mesa como cobertura. Fazia carícias normais, talvez de pai pra filha, mas ele tinha outras intenções. O pau dele me dizia que tinha outras intenções, porque eu sentia como ele estava entre minha bunda, bem ali… senti que as carícias dele ficavam cada vez mais ousadas, e sem perder tempo, passou a mão pela minha coxa direto pra minha entreperna. Não me tocou na buceta, que nessa altura já era uma cachoeira, mas ia e vinha, igual ao filho… tal pai, tal filho. Não reclamei nem me mexi, já não me importava mais com nada, estava em outra dimensão. Enquanto ele me acariciava, de vez em quando eu disfarçava e me ajeitava como se estivesse desconfortável, fazia pressão pra baixo e tentava sentir ele cada vez mais fundo. Num momento, sem querer, ele roçou minha calcinha por cima da minha buceta já bem molhada, e eu fiz um movimento meio brusco. Ele tirou a mão rapidamente, pensando que estava passando dos limites (mais ainda?), mas foi o contrário, fiz aquele movimento de puro prazer e tinha que disfarçar. Logo depois, me sentei e ele ficou meio desconfortável, achando que eu tinha ficado brava, mas não, foi só um reflexo, coisa que eu não podia dizer ali, na frente de todo mundo.

A janta acabou, levantamos tudo, eu não via a hora de ir pro meu quarto, me masturbar e dormir pra esquecer tudo que aconteceu. A gente mora em Chacarita, e meu meio-irmão Ale mora em Moreno. Como era sexta e ele tinha que trabalhar no dia seguinte no centro de São Paulo, era melhor ele ficar em casa e jogar um colchão no quarto dos meus pais do que voltar pra casa dele. E foi isso, ele chamou um táxi pra mulher e a filha dele e ficou. Vocês devem pensar que essa era a noite pra terminar o que começou, mas não. Como meu quarto é colado no quarto dos meus pais, é impossível fazer qualquer coisa porque o Sergio perceberia. Minha mãe não, porque quando ela dorme, não escuta nada. Nada mais. Então criei a ideia de me virar sozinha, como sempre fiz, e descansar. A família do Ale foi embora, e fomos todos dormir, como se nada tivesse acontecido. Entrei no meu quarto, chocada mas ao mesmo tempo excitada, me deitei sem nem trocar de roupa e pensei em me masturbar pra relaxar e tirar tudo de cima, mas depois pensei em não fazer, assim podia guardar toda essa tesão pro meu boy no dia seguinte e deixar ele sem fôlego... Tava vendo TV quase dormindo, levantei pra apagar a luz e desliguei a TV. Enquanto tentava dormir, de bruços, continuava imaginando meu meio-irmão, Ale, na cozinha, no que teria acontecido se minha mãe não tivesse cortado tudo, em como fiquei com vontade de sentir ele bem dentro, de chupar cada centímetro daquela pica que senti com as mãos, mas sabia que tinha que esquecer isso.

E de repente, de novo, enquanto fantasiava, minha audição sumiu e não ouvi ninguém entrar, mas senti que de repente alguém agarrou minhas duas mãos, enquanto eu tava de bruços, e as colocou sobre minha cabeça, enquanto sentia que tava em cima de mim e a pica apertava minha bunda, com força, muita força, com uma mão só segurava meus dois pulsos por cima da cabeça e com a outra tapava minha boca, bruscamente, se apoiava mais e mais enquanto sentia o sussurro de "Shhhh". Me soltou mas fiquei imóvel, ouvi o barulho do cinto se soltando e comecei a sentir carícias nas costas que subiam e desciam, tirou minha saia e a calcinha fio dental, apertou minha bunda e com a outra mão enfiou dois dedos na minha boca, algo que me fazia chupá-los desenfreadamente imaginando que era a pica dele. Eu tava de olhos fechados, ele virou meu rosto de lado e começou a esfregar a pica no meu rosto, suavemente, já molhada na cabeça, devagar chegando na boca mas sem deixar eu chupar, tava louca de prazer... ele subiu em cima de mim e começou a esfregar a pica de novo, mas na minha bunda, subia e descia sem me penetrar, enfiava entre as duas nádegas. Com o quanto eu tava molhada e o quanto ele tava com a pica úmida, era um vai e vem fácil, excitante, aos poucos ele ia se aproximando da minha buceta e começou a pincelar meu clitóris com a cabeça bem molhada da pica dele, com o tesão que eu tava, já tive o primeiro orgasmo, mas continuei muito quente, precisava sentir meu meio-irmão dentro de mim. Ele continuou pincelando minha buceta enquanto com uma mão me apertava por trás do pescoço e com a outra me arranhava as costas.. até que finalmente, ele enfiou só a cabeça, minha cabeça deu mil voltas só com aquilo, aos poucos ele ia enfiando, cada vez mais, devagar, suave, mas ao mesmo tempo, com as mãos dele, mostrava fúria e prazer. Até que num movimento ele enfiou tudo, bem até o fundo, meus olhos se abriram e foram pra trás, soltei um gemido incontrolável de prazer, passei minhas mãos por trás da bunda dele e empurrava ele cada vez mais enquanto arranhava ele com minhas unhas, cada vez ele metia mais forte, tentando enfiar a mão por baixo dos meus peitos pra apertá-los e com a outra me segurava por baixo do queixo como se tentasse me sufocar. Chegou no meu peito direito e começou a apertar meu mamilo com muita força enquanto eu sentia o calor e a umidade da pica dele entrando e saindo, já tinha tido mais dois orgasmos até aquele momento, mas não conseguia parar. Enquanto me comia com força, ele tirou a mão da minha boca e do meu mamilo, me agarrou forte por trás do pescoço e senti que ele cuspiu na mão dele e de repente comecei a sentir carícias na bunda, subia e descia com o dedo acariciando meu buraquinho suavemente enquanto continuava me comendo, não conseguia acreditar que ele tava fazendo tudo aquilo comigo, meu meio-irmão. Tentou enfiar um dedo na minha bunda enquanto continuava me comendo, e não sei por que eu falei “continua mais forte por favor, quero que você coma por todos os lados, Ale”… e aí foi quando levei uma surpresa ainda maior, porque ele respondeu “não sou o Ale, sou o Sergio e vou fazer tudo o que você quiser, mesmo que você não queira”… fiquei Muda, eu pensei que era meu irmão que tava me comendo, mas era meu padrasto, Sergio.

Estranhamente, fiquei com MAIS tesão ainda, no sussurro de "sou toda sua" ele continuou me comendo com mais vontade, segurou minhas duas mãos e esticou pra cima, eu ainda tava de bruços e ele totalmente apoiado no meu corpo, fazendo pressão e se movendo como ninguém nunca fez... num momento ele parou, sentou na cama e eu me ajoelhei na frente dele, comecei a masturbar ele devagar, primeiro com uma mão, depois com a outra aproveitando o quanto a cabeça dele tava molhada e massageando, mas não consegui me segurar muito e comecei a passar a língua das bolas até em cima, descia e apertava meus lábios no pau dele, subindo e descendo, enquanto me tocava com a outra mão. Comecei a dar beijos na cabeça dele, e aos poucos fui enfiando o pau na boca, cada vez mais, subia e descia e cada vez mais fundo, com movimentos circulares, não entrava inteiro mas eu tentava e ele ficava louco, adorava sentir ele dentro da minha boca, adorava sentir como ele enlouquecia. Num momento ele me levanta, e me faz sentar em cima dele, como no jantar, começou devagar a entrar o calor do pau dele enquanto com as mãos apertava meus bicos, até que entrou tudo e eu rebolava em movimentos circulares, explodindo de prazer, já sem contar quantos orgasmos tinha tido, quando de repente enquanto cavalgava vejo outra sombra na escuridão.

Era o Ale, meu irmão, que tinha visto tudo que tava rolando, cúmplice do Sergio, não podia acreditar. Ouvi um sorriso leve e ele se aproximou, já conseguia ver melhor depois de tanto tempo no escuro, ele já tava de cueca, se tocando com certeza enquanto nos via. Eu sentada, cavalgando o Sergio e ele chegou na minha frente, e no meio do êxtase eu puxei a cueca dele e vi, aquele pau bem duro, que pedia pra ser chupado... sem brincadeira antes, assim que saiu da cueca, enfiei na boca e comecei a chupar. desenfreadamente, o mais fundo que podia, ele segurava minha cabeça e me empurrava enquanto eu cavalgava o Sergio e ele apertava meus dois mamilos, eu chupava o Ale com loucura e arranhava as costas dele com força. De repente, o Sergio se levanta e, num movimento, sem tirar a pica de dentro de mim, deita reto na cama comigo por cima e fala pro Ale: "Sua irmãzinha quer tudo hoje". E sinto que, enquanto estou por cima do Sergio, o Ale vem por trás e começa a beijar minhas costas, subindo até o pescoço enquanto sinto a pica do Sergio entrando e saindo. Ele me beija debaixo da orelha, acaricia meus mamilos, desce com as mãos pela barriga e vai até a lombar… se acomoda atrás de mim e sinto que, enquanto o Sergio me fode sem parar, o Ale começa a passar a pica entre minhas nádegas, bem dura, molhada, aproveita essa umidade pra acariciar minha bunda com o dedo e mete um primeiro, eu explodi de prazer, devagar ele mete e tira, depois tenta com dois, doía mas também sentia um prazer incomparável. Tira as mãos e o Sergio, que continuava me comendo pela buceta bem forte, começa a diminuir a velocidade enquanto sinto a pica do Ale querendo entrar por trás… devagar, os dois, a pica bem dura do Sergio pela buceta e a cabeça do Ale entrando suavemente, um vai e vem calmo mas gostoso que me fazia ver estrelas.

O Ale consegue meter a cabeça na bunda e o Sergio começava a ir mais rápido de novo, o Ale cada vez metia mais, grande como ele tem, mas a dor sumia e o prazer era mais forte… a cabeça entrava e saía até que entrou cada vez mais e mais e os dois começaram a ir mais rápido, o Sergio me fazia cavalgar forte, rápido, enquanto chupava um dos meus mamilos, o Ale continuava metendo no meu cu bem forte, até o fundo, os dois me faziam ver estrelas, uma sensação que nunca experimentei, o Sergio chupava cada vez com mais força meus mamilos por baixo e o Ale arranhava minha de costas e com a outra mão apertava a outra teta, já tinha tido incontáveis orgasmos mas não conseguia parar. Num momento sinto que o Ale tá prestes a explodir dentro do meu Booty, e comecei a fazer pressão pra deixar o momento dele mais gostoso, ele quis segurar mas não conseguiu, senti ele explodir dentro de mim, tirou a cock devagar e senti o cum escorrendo… nessa hora o Sergio que tava embaixo sussurrou “eu também quero que você me entregue, filha” falando do meu Booty, e com a força dele me virou enquanto o Ale gozava e me colocou de quatro, como já tava preparada entrou de uma vez, com força, e metia mais forte e rápido ainda, quase com brutalidade mas era gostoso, não machucava, não sentia dor.. sentia a cabeça dele entrando e saindo do meu Booty uma e outra vez enquanto sussurrava “cê gosta, filha? Cê adora que eu faça o seu Booty, né?” e eu não conseguia falar nada, continuava tendo orgasmo atrás de orgasmo… e o Ale vendo isso esquentou de novo e ficou na minha frente, enquanto o Sergio arrebentava meu Booty, o Ale colocou aquela cock linda na minha frente, me pegou pelo pescoço e meteu na minha boca… enquanto eu masturbava ele e chupava, o Sergio empurrava cada vez mais forte, já não ligava pra mais nada, gemia e gemia de prazer, enquanto chupava o Ale até ele explodir na minha boca, consegui engolir a maior parte mas quando tirei da boca ele ainda tava gozando, nos meus lábios, na minha boca, com uma mão eu espalhava aquele cum do rosto pras minhas tetas enquanto sentia que o Sergio tava prestes a gozar no meu Booty, até ouvir aquele gemido forte, arranhando minhas costas, enquanto sentia a cock dele bombando todo o cum no meu Booty, e eu ainda com uma mão na cock do Ale senti o Sergio já terminando apertar meus bicos e empurrar com toda força pra terminar enfiando a cock bem fundo no Booty, o que me fez ter um dos melhores orgasmos da minha vida. Nessa hora o Ale trocou de lugar, eu fiquei deitada quase inconsciente, sem sentir grande parte do meu corpo enquanto senti que o Sérgio também se vestia, já tinha acabado tudo, pensei eu, mas não. Enquanto estava inconsciente na cama, senti um começando a chupar um mamilo enquanto acariciavam meu clitóris suavemente, e no segundo senti outra boca no outro mamilo… um me acariciava o clitóris e o outro fazia carícias em todo o meu corpo, eu já tinha medo até de desmaiar. Continuaram me acariciando e sentia os dois mordendo meus mamilos, senti aquela sensação estranha de estar me mijando, mas não era nada mais que outro orgasmo tremendo, do qual não tinha escapatória… continuaram acariciando minha pussy cada vez mais rápido enquanto me mordiam e esticavam cada vez mais os mamilos até que eu explodi, não aguentei mais e fiquei imóvel… quase sem consciência de nada. Só senti que os dois foram embora e depois acordei umas horas depois… me vesti de novo e dormi…

No outro dia nada mudou, cumprimentei o Sérgio como sempre, o Ale não vi porque foi trabalhar antes de eu acordar, mas na semana o vi de novo e foi tudo como sempre. Mas quando o Sérgio faz aniversário, tudo muda, faz 5 anos que isso aconteceu, e faz 5 anos que o aniversário do Ser virou tradição, uma tradição linda e prazerosa…Até a próxima! 😃

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8 comentários - Nos presentamos con: `El cumpleaños de mi padrastro´

Muy buen relato, me encanto.
Con respecto al avatar, logueate en taringa (usuario y contraseña) cargas el avatar
salis, entras en Poringa y ya te queda, cualquier duda me avisas
Solo les voy a decir, que es imposible para mi ponerme de pie en este momento sin que se note mi erección...
Me mataron!
En este momento estoy en el trabajo y tengo la pija tan dura ahora que no me quiero ni parar!!
Exelente relato!! En cuanto pueda me voy a hacer una linda paja pensando en ella!!
El relato está muy bien escrito, es profuso en los detalles y situaciones y es MUY CALIENTE !!!

Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

anal
Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
ludaza
Muy muy bueno, para cuando el proximo relato!!!
topo11
ufa lo espese a leer y me distraje del trabajo y el estudio.
la imaginación se me fue al carajo