mi esposa obligada a mamarla

Volto com mais um dos meus contos "não consentido" que tanto fantasiamos com minha mulher, espero que gostem.

Voltando das nossas férias na praia, decidimos fazer uma última parada para abastecer e jantar algo num posto de gasolina na estrada. Eram quase nove da noite e não tinha muita gente, o que achamos bom. Quando paramos na bomba, o frentista se aproximou. Lembro que era um homem de uns 60 anos, cerca de 1,80m de altura e um pouco gordo. Vestia um macacão com o logo do posto, bem sujo. Pedi pra ele encher o tanque, mas ele não me deu atenção. Quando ia repetir, percebi o motivo da distração dele... minha esposa tinha aberto a porta do carro.

A Fabi estava vestida bem simples, mas mesmo assim esquentava qualquer um. Em cima, uma regata branca bem justa cobria os peitos de 92cm, mas os biquinhos pequenos ainda apareciam. Uma minissaia jeans no meio das coxas deixava ver umas pernas lindas e bronzeadas. E se você olhasse por trás, a saia cobria bem na medida a bunda generosa de 95cm dela. Os tênis esportivos davam um toque jovial aos seus 33 anos bem vividos.

O frentista ficou pasmo com uma mulher daquelas, e eu notei. Ele não parava de olhar pra ela, parando nas pernas mas sem tirar os olhos dos peitos. Isso incomodou minha esposa, que decidiu ir pro bar me esperar lá. Mas mesmo assim o frentista não parou de olhar enquanto ela se afastava, fazendo um balanço disfarçado mas muito excitante. Senti raiva. Aquele filho da puta não ligava que eu tava olhando. Quase gritei pra ele encher o tanque, aí finalmente ele fez o serviço. Tenho que admitir, apesar da minha raiva, que eu também fiquei excitado vendo ela se afastar pro bar. Por um centímetro não dava pra ver o começo da bunda dela. Isso esquentava mais. Por isso a ereção do frentista parecia no máximo, e ele nem disfarçava se eu olhava. Minha esposa tinha deixado o pau dele a ponto de estourar...

...Quando encheu o Tanquei e me aproximei pra pagar, notei que a ereção continuava e o pau dele parecia bem grande. Desviei o olhar e entrei no carro pra estacionar e ir pro bar com minha esposa.
Ao entrar, fui direto pra mesa que a Fabi tinha escolhido. Desde a porta, notei a calcinha fio-dental preta de renda transparente na parte da frente. Sem perceber o show que minha esposa tava dando, ela tinha esquecido de cruzar as pernas e lia distraída uma revista. "Ainda bem que aquele velho tarado não tá aqui", pensei, mas nem terminei de pensar quando vi que ele já tava lá, antes de mim, conversando com o barman — outro velho com cara de desagradável. Olhei melhor e percebi que ele tinha se posicionado estrategicamente, de onde dava pra ver com detalhes a calcinha da minha mulher. Me apressei até a mesa e comentei com minha esposa, que, com muita vergonha, olhou pro velho frentista, notando a ereção enorme dele, e cruzou as pernas. Isso, pra mim, foi um erro: a minissaia, empurrada pela coxa da perna que ela cruzou, levantou o vestido e deixou quase nua uma das nádegas da Fabi. Ela achou que era melhor aquilo do que mostrar a calcinha. Em outras circunstâncias, seria algo normal em qualquer bar, mas aquele cara tava alucinado olhando pra ela. E nem preciso falar quando ele viu isso: os olhos dele se arregalaram e um fio de saliva apareceu no canto da boca. Minha mulher tentava, inutilmente, abaixar o vestido, e cada detalhe era ouro em pó pro frentista. Eu tentava puxar conversa, mas a situação já tava insustentável. Minha esposa disse que o cara tava estuprando ela com os olhos, e eu respondi que era só um velho tarado que não conseguia manter o pau duro. Ela sorriu, mas nós dois sabíamos que o pau dele tava duríssimo e ainda por cima era bem avantajado. Minha esposa decidiu acabar com aquele tormento e disse que ia ao banheiro e que a gente fosse embora. Mandou eu pagar a conta e esperar ela no carro. Aceitei de bom grado.
Fui até o barman e perguntei sobre os banheiros, enquanto o frentista saía pra atender um cliente esporádico. O barman Indiquei que estavam na parte de trás, então falei pra minha esposa que a acompanharia. Ela recusou e disse pra eu dar uma olhada no carro pra gente ir mais rápido, já que o velho punheteiro atendia nas bombas. Decidi que ela tinha razão.
Fui até o carro e minha esposa foi ao banheiro... Minha mulher entrou no banheiro, que tinha dois reservados e uma pia, por sorte estava limpo. Ela entrou no que achou melhor, fechou a porta, mas não tinha tranca. Na hora, ela não ligou. Levantou a saia e, ao abaixar a calcinha fio-dental, percebeu que estava meio úmida, confusa, puxou até os tornozelos e sentou. Nesse exato momento, a porta da entrada abriu e fechou, uns passos se aproximaram, a porta do reservado vizinho se mexeu e minha mulher suspirou... Era a cliente que tinha chegado. Quando ela se preparou pra urinar, um baita tranco abriu a porta do reservado dela sem dar tempo de impedir. Lá estava o velho punheteiro do frentista. Minha esposa tentou subir a calcinha e se levantar ao mesmo tempo, mas o velho sentou ela com um empurrão.
— Fica quietinha, puta, senão te mato!! — ele disse. Ela ainda tentou gritar, mas a mão do velho amordaçou ela e com a outra mão agarrou ela pelos cabelos e levantou. Ele se abaixou pra chegar perto do ouvido dela e disse:
— Quietinha, se colaborar, vai gozar em vez de sofrer!! — e continuou: — Agora vai se ajoelhar, tirar a saia e subir essa calcinha fio-dental infernal que você colocou!!... Me ouviu!!

Lá fora, eu me distraí conversando com os novos clientes, um casal de uns 50 anos. O homem me perguntava qual caminho pegar pra chegar mais rápido. Enquanto isso, no banheiro...
...Minha esposa tirou a saia tremendo e subiu a calcinha fio-dental preta sem parar de implorar pra ele não fazer nada.
— Para de implorar, puta!!! Ah, e levanta a regata e me mostra essas tetas lindas!!! — ele disse. E continuou: — Agora vai ver o que é uma pica, isso é por ficar provocando!!!... Mas como essa calcinha fio-dental fica bem em você, meu amor!!! Olha essa bunda enorme!! Fica Arrebentando os elásticos!! Abre meu zíper e tira minha pica vagabunda, quero ver como você faz!! Minha esposa não precisava tirar pra perceber que seria uma pica de 20cm... Abriu o zíper e pôde ver o tronco venoso que tinha saído por cima da cueca do velho.
Tira ela, vagabunda!!! Vai que ela vai arrebentar!! Quando agarrou, minha mulher notou que a grossura também era grande e demorou uns segundos pra tirar ela pelo zíper por causa do tamanho. As bolas também, vagabunda!!! Tira elas!! Disse o velho. Fabi, totalmente dominada pelo medo, fez isso. Esperava sentir aquele cheiro de podridão que aquele velho sujo aparentava, mas não foi assim. A pica do velho não cheirava mal e estava depilada até os testículos. O fluido seminal era abundante e a pica babava, mas o cheiro parecia adocicado. Taria louca??... Mas a realidade voltou... Primeiro, seca ela toda!!! Bem sequinha!!! Disse o velho. Soluçando, minha mulher começou a lamber as babas seminais dele pra terminar chupando a cabeça tipo sugando... O velho começou a gemer de prazer... Minha esposa quis escapar naquele momento, mas de novo a mão dele agarrou ela com força pelos cabelos. Não se engana, putinha!!! Agora as bolas e nem pense em me morder!!! Fabi começou a esfregar os testículos dele... Ajoelhada de fio dental, segura pelos cabelos, tava entregue. O velho bufava mais forte. Bate uma punheta, vagabunda!!! E minha mulher agarrou a pica dele pela base e, sem parar de chupar as bolas, começou a subir e descer a mão pelo tronco venoso até quase a cabeça. O velho explodia... Enfia ela toda, garota, até as bolas!!! O velho agarrou a pica duríssima e apontou pra boca da Fabi, enfiou a metade da porra dela e disse... Cheia vou te deixar!!! Foi enfiando até o tronco desaparecer na boca da minha mulher. Os movimentos dele eram suaves. Ele tava curtindo. Minha esposa sentia que apertava a garganta quando enfiava tudo. Mas aguentava. O gosto adocicado continuava ali, enlouquecendo ela. O velho ofegava que nem louco, mas não metia. Mais forte, tava fazendo ela chupar centímetro por centímetro... entrava e saía cada vez mais molhada daquela boca carnuda e chupadeira. Como tu chupa bem essa pica, gata!! Gosto que tu colabore!!! disse o velho e se surpreendeu ao ver que minha mulher segurava ele pela cintura e, já sem precisar mais da mão dele nos cabelos pra ir e vir. Era minha esposa quem fazia o movimento. Cada vez mais frenético. A saliva e o pré-gozo escorriam pelo queixo da Fabi cada vez que as bolas do velho batiam nela. Com um grito animalesco, o velho praieiro encheu a boca dela de porra. Minha mulher tentou engolir tudo que conseguiu, mas a quantidade fez ela tossir e cuspir o resto. O velho levantou ela, tirou a calcinha fio dental encharcada dela e levou como lembrança. Antes de sair do banheiro, disse... te falei que ia te encher!! E ainda por cima tu gostou!! Pena que não temos tempo, senão te fazia um filho!! Na próxima vai ser!! Minha mulher não respondeu, se limpou e saiu pra me encontrar. 5 minutos depois de sair, ela me disse... para o carro e chupa minha pussy, to pegando fogo!!! Me surpreendeu ela não estar de calcinha fio dental, a buceta dela tava encharcada e não precisei nem de um minuto de boquete pra ela ter um orgasmo tremendo... inacreditável.

7 comentários - mi esposa obligada a mamarla

me daria verguenza contar este relato, no deja de ser exitante, pero los cuernos te crecieron como a un venado
muy bueno!!! me encanto el morbo con el viejo pijudo! jaja
okupax
Jejeje ... decime en que estacion cargas nafta ... por favor