Fui comida por 30 caras
Tenho a sorte de ser tão gostosa quanto safada. Mas, na real, umas noites atrás fui longe demais. É um caso real. Fiquei com um tesão do caralho vendo um concurso de pirocas grandes num clube da zona vermelha. Os vencedores tinham umas mangueiras monstruosas. Na saída, entrei no bar do lado e parece que exagerei nos drinks. Ouvi uma música super excitante e, antes de me controlar, subi no balcão do bar e comecei a rebolar, me tocando toda.
O lugar tava cheio de homens que, ao me ver, começaram a aplaudir e gritar. Fiquei tão empolgada com a fantasia do show que me abaixava muito pra minissaia subir. Desabotoei minha blusa, joguei longe e comecei a dançar de sutiã. Depois, me abaixei de costas pro público, tirei a calcinha e joguei também. Quando rasguei o sutiã com uma lâmina, meus peitos pularam e balançavam com tudo no ritmo da música. Isso descontrolou os caras. O barman e outro sujeito me derrubaram rápido, me deitando no balcão.
Naquela hora, vi mais de uma dúzia de caras vindo na minha direção. Tentei resistir, mas alguém segurou minhas mãos pra trás e, logo, começaram a passar a mão nos meus peitos — eram muitas mãos disputando o lugar. Daí a pouco, dois caras grudaram pra mamar um em cada peito.
Mordiam e lambiam meus bicos com loucura, e outros passavam a mão na minha buceta. Eu esperneava, mas logo o esperneio virou um sinal de convite. "Aaaah, aaaah" — comecei a gemer igual gatinha doce, abrindo muito as pernas com uma vontade danada de engolir pela buceta.
Me deitaram numa mesa mais baixa, obviamente pra me foder. "Fode todo mundo, me dá pica, me dá pica" — gritei que nem endemoniada enquanto me carregavam no ar.
Eu tava com a buceta toda babada e, pra minha surpresa, um dos vencedores do concurso de pirocas tava na minha frente. Era um moreno gostoso, cabelo ondulado e meio fortinho. Me puxou pelas coxas até a beirada da mesa enquanto outros dois chupavam minhas tetas. Eu passava a mão na cabeça deles incentivando eles a continuar porque sempre enlouqueci de tesão quando chupam meus mamilos.
O gostoso tirou a pica enorme dele e colocou na entrada da minha pussy. Não cabia. Eu gritava e ele começava a empurrar. Mesmo assim não entrava. Era grossa pra caralho, tipo uma jiboia. Dois outros caras me seguraram, um em cada perna, abrindo bem pra esticar meus lábios vaginais. O cara, já impaciente, me agarrou pela cintura e empurrou com tudo. Enfiou à força. Senti que rasgava meus lábios. Os outros levantaram minha cabeça pra eu ver como aquela jiboia entrava e saía, me maltratando até o fundo da barriga.
Doía pra caralho. "Nãooo, por favor", gritei. Mas me calaram com outra pica dura e grossa na boca. "Chupa, puta, chupa essa pica", gritava um enquanto enfiava com raiva até a garganta. Aos poucos, tudo começou a me dar prazer, mesmo doendo. Tive que abrir bem a boca também pra começar a mamar aquela pica que me sufocava. Eu sou muito boa mamando que nem uma selvagem, então o cara gozou rápido na minha boca e encheu minha cara e tetas de porra. Meus novinhos lavaram com uísque, enquanto o outro ainda me comia pela vagina.
"Mais forte, mais forte, mais forte", eu pedia, mesmo não aguentando aquele cacete sacudindo minhas entranhas. Outros dois caras começaram a chupar minhas tetas gostoso pra caralho. Na hora, eu gozei uma porra pegajosa gritando que nem uma desgraçada: "Me dá pica, me dá pica, todos! Comam todos que eu sou a puta de vocês! Assim, pica, assim, assim!" Nessa hora, o gostoso gozou dentro de mim, senti o jorro quente dele escorrendo pelas minhas entranhas. "Já te engravidei, puta", ele falou, me dando um beijo e tirando o monstro pegajoso dele.
Os caras enlouqueceram me ouvindo e todos vibraram ao mesmo tempo. Depois, amarraram minhas mãos nas costas e me sentaram em cima de um negão de pica roxa, muito comprida e dura que nem uma espada. Fechei meus olhos quase desmaiando quando ele enfiou encaixaram. Começaram a se revezar pra chupar meus peitos. Ardia, mas depois de um tempo rebolando em círculos, comecei a gostar da parada. O negão me sacudia pra baixo e pra cima com violência. Toda vez que eu cansava, eles me ajudavam a me sacudir pra cima e pra baixo e me davam um gole de uísque. Meus bicos estavam duríssimos e inchados ao máximo, mas minhas tetas duras e inflamadas pediam mais língua. Sou assim.
De repente, uma voz gritou: "No cu, dá no cu dessa puta chupetona. Olha que rabão gostoso que você tem, puta". E me colocaram de quatro, deitada em cima de um loiro de pau extremo também. Ainda com as mãos amarradas atrás, tive que cavalgá-lo bem gostoso, enquanto outro negão começou a meter o dedo no meu cu, e em menos do que imaginei, me deitei sobre o cara que eu estava montando e ele começou a cravar o pau em mim também. Não entrava também.
Eu nunca tinha dado o cu, e esse cara me fez ver estrelas quando deixou entrar até a metade e depois inteiro. Quase sentia no meu estômago. Senti que ia morrer com aquele negão me comendo por trás, num vai e vem alternado com o que me comia pela frente. Comecei a gritar. Eles metiam com força nessa penetração dupla. Lágrimas escorriam. "Grita, puta, grita", dizia o negão que me comia por trás. Eu sentia um pouco de nojo, mas não conseguia parar. Toda vez que deixavam minha boca livre, pedia mais pau.
Era uma morte lenta. Eles se revezaram e me viraram de barriga pra cima, e assim continuaram me comendo entre os dois. Depois trocaram mais dois, mais dois, e assim por diante. Às vezes eu cansava deitada e me comiam de pé, às vezes de dois em dois. Às vezes três, quando um me comia pela boca. Às vezes chegavam a ser cinco, quando dois chupavam meus bicos.
Depois de quatorze fodas diferentes, perdi a conta de todos que me comiam pelo cu, pela buceta e pela boca. Soltaram minhas mãos, mas mal conseguia me apoiar com elas. Eles cuidavam do resto. Já tinha mais de vinte homens. Me sacudindo toda com os paus deles. Marcaram meu corpo inteiro e meus peitos de chupões. Eles estavam vermelhos, quase sangrando. Minha bunda e minha buceta sangraram um pouco, e mesmo assim, quando eu tinha fôlego, ainda gritava: "Mais forte, mais forte. Me dêem mais".
O que eu mais adorava era sentir todos aqueles paus batendo dentro do meu cu e se mexendo dentro de mim feito cobras.
Não acredito que fui tão puta a ponto de dar pra 30 desconhecidos. A noite inteira montando e engolindo pau de qualidade, recebendo as melhores espanholadas que já ganhei.
O último que montei era um gato meio chinês, lindo demais. Montei nele com gosto. Ele tinha um peito maravilhoso e a gente comeu uns quarenta minutos sem parar. Ele apertava meu pescoço quase me sufocando e lambia meus bicos enquanto eu cavalgava na velocidade elétrica. Juntos, soltamos nossos líquidos quentíssimos e eu caí exausta no peito dele, enquanto os outros iam saindo do lugar. Ele beijou meus lábios na hora que os primeiros raios de sol entraram. "Você é demais", ele disse, "o que você tem de puta, tem de linda", e me tirou dali a toda velocidade no carro dele.
Abraços.
Tenho a sorte de ser tão gostosa quanto safada. Mas, na real, umas noites atrás fui longe demais. É um caso real. Fiquei com um tesão do caralho vendo um concurso de pirocas grandes num clube da zona vermelha. Os vencedores tinham umas mangueiras monstruosas. Na saída, entrei no bar do lado e parece que exagerei nos drinks. Ouvi uma música super excitante e, antes de me controlar, subi no balcão do bar e comecei a rebolar, me tocando toda.
O lugar tava cheio de homens que, ao me ver, começaram a aplaudir e gritar. Fiquei tão empolgada com a fantasia do show que me abaixava muito pra minissaia subir. Desabotoei minha blusa, joguei longe e comecei a dançar de sutiã. Depois, me abaixei de costas pro público, tirei a calcinha e joguei também. Quando rasguei o sutiã com uma lâmina, meus peitos pularam e balançavam com tudo no ritmo da música. Isso descontrolou os caras. O barman e outro sujeito me derrubaram rápido, me deitando no balcão.
Naquela hora, vi mais de uma dúzia de caras vindo na minha direção. Tentei resistir, mas alguém segurou minhas mãos pra trás e, logo, começaram a passar a mão nos meus peitos — eram muitas mãos disputando o lugar. Daí a pouco, dois caras grudaram pra mamar um em cada peito.
Mordiam e lambiam meus bicos com loucura, e outros passavam a mão na minha buceta. Eu esperneava, mas logo o esperneio virou um sinal de convite. "Aaaah, aaaah" — comecei a gemer igual gatinha doce, abrindo muito as pernas com uma vontade danada de engolir pela buceta.
Me deitaram numa mesa mais baixa, obviamente pra me foder. "Fode todo mundo, me dá pica, me dá pica" — gritei que nem endemoniada enquanto me carregavam no ar.
Eu tava com a buceta toda babada e, pra minha surpresa, um dos vencedores do concurso de pirocas tava na minha frente. Era um moreno gostoso, cabelo ondulado e meio fortinho. Me puxou pelas coxas até a beirada da mesa enquanto outros dois chupavam minhas tetas. Eu passava a mão na cabeça deles incentivando eles a continuar porque sempre enlouqueci de tesão quando chupam meus mamilos.
O gostoso tirou a pica enorme dele e colocou na entrada da minha pussy. Não cabia. Eu gritava e ele começava a empurrar. Mesmo assim não entrava. Era grossa pra caralho, tipo uma jiboia. Dois outros caras me seguraram, um em cada perna, abrindo bem pra esticar meus lábios vaginais. O cara, já impaciente, me agarrou pela cintura e empurrou com tudo. Enfiou à força. Senti que rasgava meus lábios. Os outros levantaram minha cabeça pra eu ver como aquela jiboia entrava e saía, me maltratando até o fundo da barriga.
Doía pra caralho. "Nãooo, por favor", gritei. Mas me calaram com outra pica dura e grossa na boca. "Chupa, puta, chupa essa pica", gritava um enquanto enfiava com raiva até a garganta. Aos poucos, tudo começou a me dar prazer, mesmo doendo. Tive que abrir bem a boca também pra começar a mamar aquela pica que me sufocava. Eu sou muito boa mamando que nem uma selvagem, então o cara gozou rápido na minha boca e encheu minha cara e tetas de porra. Meus novinhos lavaram com uísque, enquanto o outro ainda me comia pela vagina.
"Mais forte, mais forte, mais forte", eu pedia, mesmo não aguentando aquele cacete sacudindo minhas entranhas. Outros dois caras começaram a chupar minhas tetas gostoso pra caralho. Na hora, eu gozei uma porra pegajosa gritando que nem uma desgraçada: "Me dá pica, me dá pica, todos! Comam todos que eu sou a puta de vocês! Assim, pica, assim, assim!" Nessa hora, o gostoso gozou dentro de mim, senti o jorro quente dele escorrendo pelas minhas entranhas. "Já te engravidei, puta", ele falou, me dando um beijo e tirando o monstro pegajoso dele.
Os caras enlouqueceram me ouvindo e todos vibraram ao mesmo tempo. Depois, amarraram minhas mãos nas costas e me sentaram em cima de um negão de pica roxa, muito comprida e dura que nem uma espada. Fechei meus olhos quase desmaiando quando ele enfiou encaixaram. Começaram a se revezar pra chupar meus peitos. Ardia, mas depois de um tempo rebolando em círculos, comecei a gostar da parada. O negão me sacudia pra baixo e pra cima com violência. Toda vez que eu cansava, eles me ajudavam a me sacudir pra cima e pra baixo e me davam um gole de uísque. Meus bicos estavam duríssimos e inchados ao máximo, mas minhas tetas duras e inflamadas pediam mais língua. Sou assim.
De repente, uma voz gritou: "No cu, dá no cu dessa puta chupetona. Olha que rabão gostoso que você tem, puta". E me colocaram de quatro, deitada em cima de um loiro de pau extremo também. Ainda com as mãos amarradas atrás, tive que cavalgá-lo bem gostoso, enquanto outro negão começou a meter o dedo no meu cu, e em menos do que imaginei, me deitei sobre o cara que eu estava montando e ele começou a cravar o pau em mim também. Não entrava também.
Eu nunca tinha dado o cu, e esse cara me fez ver estrelas quando deixou entrar até a metade e depois inteiro. Quase sentia no meu estômago. Senti que ia morrer com aquele negão me comendo por trás, num vai e vem alternado com o que me comia pela frente. Comecei a gritar. Eles metiam com força nessa penetração dupla. Lágrimas escorriam. "Grita, puta, grita", dizia o negão que me comia por trás. Eu sentia um pouco de nojo, mas não conseguia parar. Toda vez que deixavam minha boca livre, pedia mais pau.
Era uma morte lenta. Eles se revezaram e me viraram de barriga pra cima, e assim continuaram me comendo entre os dois. Depois trocaram mais dois, mais dois, e assim por diante. Às vezes eu cansava deitada e me comiam de pé, às vezes de dois em dois. Às vezes três, quando um me comia pela boca. Às vezes chegavam a ser cinco, quando dois chupavam meus bicos.
Depois de quatorze fodas diferentes, perdi a conta de todos que me comiam pelo cu, pela buceta e pela boca. Soltaram minhas mãos, mas mal conseguia me apoiar com elas. Eles cuidavam do resto. Já tinha mais de vinte homens. Me sacudindo toda com os paus deles. Marcaram meu corpo inteiro e meus peitos de chupões. Eles estavam vermelhos, quase sangrando. Minha bunda e minha buceta sangraram um pouco, e mesmo assim, quando eu tinha fôlego, ainda gritava: "Mais forte, mais forte. Me dêem mais".
O que eu mais adorava era sentir todos aqueles paus batendo dentro do meu cu e se mexendo dentro de mim feito cobras.
Não acredito que fui tão puta a ponto de dar pra 30 desconhecidos. A noite inteira montando e engolindo pau de qualidade, recebendo as melhores espanholadas que já ganhei.
O último que montei era um gato meio chinês, lindo demais. Montei nele com gosto. Ele tinha um peito maravilhoso e a gente comeu uns quarenta minutos sem parar. Ele apertava meu pescoço quase me sufocando e lambia meus bicos enquanto eu cavalgava na velocidade elétrica. Juntos, soltamos nossos líquidos quentíssimos e eu caí exausta no peito dele, enquanto os outros iam saindo do lugar. Ele beijou meus lábios na hora que os primeiros raios de sol entraram. "Você é demais", ele disse, "o que você tem de puta, tem de linda", e me tirou dali a toda velocidade no carro dele.
Abraços.
1 comentários - Boa orgia
“Chilla perra, chilla” decía el negro que me daba por el culo" tremenda cogida le pegaron amigo @nazareno87rnr!! 😉