verão

Oi, você já nos conhece, somos Laura e Pablo. Vou contar essa história recente: há um ano, fizemos amizade com um casal de Junín numa viagem ao Caribe. No verão, decidimos ir os quatro para Florianópolis, Brasil. A gente se dava super bem, os quatro.

Marcela era uma baixinha muito simpática, e Juan, seu marido, era um grandão musculoso. Ela chegava no ombro dele, eram realmente muito agradáveis.

Alugamos um apartamento de dois quartos e um banheiro. Era só pra dormir, porque a gente planejava passar o dia na praia.

A primeira surpresa foi ver o Juan de sunga. Claro, estávamos no Brasil e lá é o mais comum, mas a gente não estava acostumado. Para piorar, dava pra ver um volume desproporcional e ele, como se nada, exibia.

Os dias passaram e eu percebi que, quando estávamos no apartamento — seja jantando, tomando banho ou saindo pra curtir —, ele não tirava o olho do meu bumbum. Que, como vocês sabem, é o meu melhor atributo, porque de peitos sou, digamos, normal. Já minha bunda é motivo de admiração de mais de um.

Em cumplicidade com Pablo, meu marido, comecei um trabalhinho de sedução bem suave pra que a Marcela não percebesse, e ver qual era a do nosso amigo.

Uma tarde, enquanto a Marce tomava banho e o Pablo foi ao supermercado, ficamos sozinhos na sala. Eu disse:

— Vou me arrumar, assim quando a Marce sair, eu tomo banho.

Juan: — Hahaha, se quiser, te ajudo a se preparar.

Gostei do comentário dele. Não respondi, fui pro quarto, tirei o maiô, fiquei pelada e deixei a porta entreaberta. Se ele espiasse, me veria — e foi o que ele fez. Sabendo que ele estava me espiando, me abaixei numa gaveta pra pegar roupa e deixei uma visão da minha bunda e da minha buceta em primeiro plano. Lentamente, me envolvi numa toalha, me virei e o vi ali parado, sorrindo.

Juan (sussurrando pra esposa não ouvir): — Não se ofenda, mas te vi pelada e você tem uma bunda de exposição. Olha como você me deixou — e apontou pra sunga, que estava estourando.

Eu: — Você é um voyeur, hein? — Passei na frente dele e apertei o volume. com a mão, fiquei maravilhada, aquilo era grande e muito grosso.

Sentimos que Marcela estava terminando, então ele correu para a mesa e sentou para se esconder, e eu fui para a cozinha, a coisa ficou por isso mesmo naquele dia, mas o pavio já tinha sido aceso. Claro que quando tivemos oportunidade contei ao Pablo o que aconteceu, e como sempre ele ficou entusiasmado e me incentivou a continuar.

A segunda oportunidade de algo foi no dia seguinte na praia, estávamos os quatro deitados tomando sol, eu me levanto e vou nadar no mar, estou longe da praia a água batia no meu peito, e vejo o Juan vindo nadando.
Juan: a água tá boa?
Eu: sim, linda e quentinha (boba eu)
Juan: quente foi o que você me deixou ontem, vejo sua bunda e já fico de pau duro
Eu: olha só, hahaha

Continuei nadando, estávamos a dois metros de distância, de repente ele desaparece, e sinto uma mão na minha buceta, eu estava em pé, e instintivamente abro as pernas, que delícia, ele esfrega bem a mão por cima da minha sunga e desapareceu, e apareceu a três metros nadando.
Eu: o que você tá fazendo? podem nos ver
Juan: é que se você visse como meu pau tá
eu ri, e mergulhei, passei devagar entre as pernas dele e agarrei um mastro, impressionante, duro, grosso que sobressaía da sunga, acariciei bem e continuei nadando por baixo, apareci bem longe dele
Juan: eu quero te foder e arrombar essa sua bunda sexy girl.
Eu: haha, que grande que é
Juan: e é toda sua
Eu: como a Marcela aguenta
Juan: com um travesseiro, senão dói, mas com certeza você engole ele inteiro, putinha...

Deixei ele com sua tesão e saí para a areia, para a Marcela não começar a suspeitar, mas o Pablo, imaginando que algo estava acontecendo na água, cuidou disso, ele a tinha entretido com uma conversa profunda sobre economia. Juan demorou a sair até conseguir baixar o monstro.

A terceira oportunidade foi planejada pelo Pablo que para essas coisas é um mestre, naquela tarde quando eu estava tomando banho, ouço ele perguntar à Marcela se ela o acompanha ao supermercado, assim Viram que podiam comprar para fazer o jantar, e depois um pouco de carne, então tínhamos que ir a dois lugares diferentes, Juan cochilava no sofá.
Sinto que eles vão embora, eu começo a me secar, a porta se abre e lá estava ele, pelado com o pauzão na mão se masturbando, agora é toda sua, Sweetie, ele me diz.
Saio nua e vou para o quarto roçando nele com meu quadril, ele me segue, me agarra por trás e nos beijamos com paixão, entrelaçamos nossas línguas, temos pouco tempo, eu digo, estou molhada, me faz sentir esse pau, primeiro molha ele um pouquinho, ele diz, me agacho e tento inutilmente colocar a cabeça na boca, era impossível, chupei com a língua como se fosse um sorvete. Molhei bem, me joguei na cama e abri minhas pernas, ele se atirou sobre mim, primeiro se ajoelhou e passou a língua no meu cu e use a palavra: buceta, não precisava me lubrificar, estava encharcada, desejava desesperadamente esse pau, ele apoiou o monstro nos meus lábios vaginais, e gozei, ele foi enfiando devagar, eu o segurava com minhas mãos em suas pernas, era terrível a sensação, estava me partindo e eu gostava, ele se movia lentamente e a enterrava, nunca senti o atrito de suas pernas na minha bunda, isso queria dizer que não a enfiava toda, embora eu já não aguentasse mais, era dor e tesão, gozei e gozei, de repente nos assustamos pois ouvimos barulhos, por sorte não era no nosso apto. Continuamos, havia muito tesão em tudo isso, transar escondido nunca tinha feito, que foda gostosa, e seguimos muitos dias mais que contarei depois.

3 comentários - verão

ikkki
muy buen post!!! buen relato!!!
no me quedó claro...tu ano fue abierto por es a pijota bb?