Uma garota chamada Emily ganha um tratamento do misterioso "Sr. Chan". Emily é uma garota que sabe o que quer, mas será que ela consegue se controlar quando descobre o que seu "tratamento" realmente é?
A mensagem que ia mudar minha vida pra sempre chegou pelo correio numa terça de manhã, no final de abril.
Dizer que fiquei feliz com a notícia seria um eufemismo ridículo. Minha inscrição pra receber um tratamento milagroso do Eric Chan tinha sido aprovada, e isso significava que eu finalmente podia dar tchau pra "velha" Emily. Eu estava prestes a me livrar de uma das minhas maiores frustrações na vida — meus peitos.
Sim, é isso mesmo. Minhas tetas. Ou melhor, a falta delas.
Saca só, eu sou uma garota de 23 anos, filha de pais vietnamitas, com um corpo razoável, uma bunda bonita, mas quase nada pra mostrar na área dos peitos. E sim, eu sei que parece superficial pra caralho, mas me incomodava pra cacete, ok? Não que estivesse afetando minha carreira (ou talvez estivesse e eu nem percebia), mas eu sentia que tava ferrando meus relacionamentos. Por algum motivo, os caras não pareciam me notar. Pelo menos era o que parecia. Talvez fosse porque minha melhor amiga, Sarah, que foi abençoada com um parzão de peitos tamanho D, sempre chamava mais atenção dos caras do que eu. Pior ainda, não eram só os caras. Parecia que um par de tetas fazia toda a diferença na vida. Sarah era muito mais confiante com o corpo dela do que eu jamais poderia ser. Ela não tinha medo de usar a roupa que queria, e não importava o que vestisse, sempre ficava uma gostosa.
Não era como se ela me fizesse sentir mal por isso, mas quando a gente saía pra fazer compras juntas, ela sempre recebia mais atenção dos vendedores, enquanto eu tinha que praticamente gritar pra ser atendida. E mesmo quando a gente encontrava outros amigos por aí... Rua, que sempre cumprimentava ela primeiro. Sempre era "Oi Sara! Oi Emily" nessa ordem, com meu nome geralmente sendo um acréscimo de última hora.
Bom, talvez eu estivesse um pouco com ciúmes, mas a Sara era uma garota linda em quase todos os sentidos, não só fisicamente. Ela era realmente uma pessoa excepcional, sempre disposta a dar uma mão pra mim ou pra qualquer um dos meus outros amigos, e era especialmente generosa em cuidar da mãe parcialmente incapacitada, que não conseguia mais andar por causa de uma doença neurológica rara. Não, a Sara era uma amiga tão boa quanto eu poderia esperar ter, mas eu ainda queria ser eu a gostosa que os caras cobiçavam, a que era servida primeiro na loja, e a que era apresentada primeiro nas festas. Mas o único jeito de isso acontecer seria se eu de repente criasse um par de peitos.
Infelizmente, a puberdade não tinha sido generosa comigo, então tudo que eu tinha era um par patético de peito de tacinha, com carne mal suficiente pra justificar usar um sutiã. Então por muito tempo pareceu que eu só ia ter que aguentar ser a "Emily Peitinho, a murcha".
Foi até o Eric Chan aparecer.
Parecia que ele tinha desenvolvido um novo método de mudar drasticamente os corpos das mulheres pra deixá-las mais férteis e voluptuosas. Quando ele anunciou isso, a imprensa e a comunidade científica ficaram bem céticas. E compreensível. Ele afirmava ser capaz de fazer os peitos de uma mulher crescerem de quase nada pro tamanho que ela quisesse em questão de minutos, tudo sem cirurgia ou injeções. Ele também afirmava poder não só engravidar qualquer mulher, fértil ou não, mas também avançar a gravidez dela pra qualquer estágio também em minutos. Ninguém acreditou nele até que algumas mulheres inférteis que decidiram aceitar a oferta dele pra se tornarem mães saíram rapidinho. Da sua "clínica" esportiva, sorrisos enormes e barrigas ainda mais gigantescas e peitos. Das suas primeiras 10 "pacientes", nenhuma terminou com menos de 2 bebês dentro delas, ou um tamanho de sutiã menor que um "G". Tudo isso no espaço de menos de uma hora, claro.
Nem preciso dizer, todo mundo ficou chocado. Foi nada menos que uma sensação. A mídia enlouqueceu, bombardeando ele com perguntas e pedidos de entrevistas, só algumas das quais foram concedidas, e mesmo assim apenas para entrevistadoras mulheres. Das três primeiras mulheres que entrevistei, todas saíram com os peitos bem turbinados, e uma com a barriga cheia de crianças esperando pra nascer. Quanto às entrevistas, elas aconteceram depois que ele já tinha dado o "tratamento" na entrevistadora, e as revelações eram bem parecidas;
"Mágica", foi a explicação dada. "Não consigo explicar de forma mais simples que isso", ele disse com um sorriso pra sua entrevistadora recém-melhorada na TV, "exceto pra dizer que funciona, e acho que esse dom me foi dado pra ser compartilhado. Então, vou oferecer meus serviços pra candidatas selecionadas."
Os cientistas ficaram bem ameaçados com essa revelação. Centenas pediram a chance de examiná-lo, só pra serem recusados. Alguns pediram ao governo e aos órgãos reguladores médicos pra exigir que ele parasse de prestar seus serviços até concordar em ser examinado. Lembro da expressão no rosto deles quando a ministra da Saúde liderou uma coletiva de imprensa pra anunciar a decisão depois de se encontrar com Eric, só pra tirar o casaco no meio do discurso e revelar que ela também tinha se beneficiado claramente dos tratamentos dele.
"Não vai ter mais conversa sobre restringir as atividades do Sr. Chan", ela anunciou de cara, antes de encerrar a coletiva. Não foi o fim da história, claro. Outras demandas foram feitas, mas já que as mulheres tratadas pelo Eric insistiam que ele não usou cirurgia ou medicamentos nelas, não havia justificativa real para fechar o negócio. Além disso, a opinião pública estava total e verdadeiramente do lado dele, especialmente porque ele conseguiu engravidar uma mulher que tinha tentado sem sucesso tratamentos de fertilização in vitro, muitas vezes por anos.
Apesar de tudo isso, ainda era muito estranho como essas mulheres pareciam sair com esses tipos de gravidezes bem avançadas depois de apenas alguns minutos de tratamento. Mais estranho ainda era como suas gestações pareciam durar os 9 meses completos depois. Foi revelado que os fetos estavam completamente formados, mas ficavam numa espécie de estagnação no desenvolvimento até que a marca de 9 meses chegasse e eles finalmente pudessem ser expelidos por suas (compreensivelmente aliviadas) mães. Todos os bebês pareciam saudáveis assim que nasciam, mas essencialmente 9 meses de gravidez por tanto tempo era muito misterioso. Não que as mulheres se importassem com o inconveniente de carregar uma barriga enorme por 9 meses se isso significasse que finalmente se tornariam mães.
A questão de como Eric conseguiu fazer isso ficou ainda mais envolta pelo fato de que nenhuma das mulheres estava disposta a falar sobre o que ele realmente tinha feito nelas. A explicação mais comum era: "Não consigo explicar", ou "é impossível descrever". Algumas até alegaram perda de memória, mas isso não era realmente acreditado, já que todas estavam 100% certas de que nenhuma cirurgia invasiva foi realizada. Isso significava que elas deviam ter sido coagidas a guardar segredo. Isso deu a Eric Chan uma má reputação entre alguns, que suspeitavam que ele estava fazendo algo sinistro com suas pacientes, mas sem nenhuma "vítima", eles tinham que mantenha suas acusações calmas, sob risco de ser processado por difamação.
O que me leva de volta à minha parte da história. As mulheres foram convidadas a enviar uma solicitação para o tratamento dela no escritório dele, numa fazenda reformada no interior. Mas nem todo mundo era aceito. Geralmente, se uma mulher era estéril, ofereciam o tratamento pra ela (por um preço módico, geralmente menos de $1000), mas se a mulher só queria uma silicone barata, ela costumava ser recusada. Dito isso, não parecia haver um padrão claro sobre quem era negado e quem recebia o tratamento estético. Algumas mulheres que se ofereciam pra pagar muito acima da taxa pedida eram recusadas mesmo assim, enquanto outras que nem conseguiam pagar nada tinham seus pedidos atendidos. Parece que Eric Chan tinha critérios extras que não eram divulgados.
Tudo isso me deixou na dúvida se meu pedido daria certo. O dinheiro não era um problema grande, já que eu podia pagar a taxa, e as pessoas que ofereciam mais raramente eram aceitas, mas como eu só queria uma silicone, não achava que minhas chances fossem tão altas. O que me deixou ainda mais surpresa e encantada quando chegou a carta anunciando que eu tinha sido aceita. No começo, mal conseguia conter minha alegria, e tive que me segurar fisicamente pra não pular pelo apartamento gritando de felicidade. Finalmente, a empolgação diminuiu um pouco pra eu poder fazer planos de ir à clínica dele. Eu não tinha contado pra minha mãe nem pra nenhum dos meus amigos que tinha me inscrito, então imaginei que seria uma baita surpresa quando eu entrasse no quarto e mostrasse meus novos peitos!
Foi assim que me vi dirigindo pela entrada do escritório na frente da fazenda dele numa manhã de abril, levemente nublada. O escritório era um prédio branco, plano e quadrado, a uns 30 metros da estrada. próximo do público. Dava pra ver a casa onde ele devia ter morado uns poucos centos de metros mais abaixo na estrada. Tinha mais dois carros estacionados na frente, e eu estava no horário. Assim que saí, aproveitei pra dar uma olhada nos arredores. A própria estrada era de terra, com alguns buracos cheios d'água aqui e ali, que seguiam por um caminho ladeado de árvores até a casa de campo. A paisagem ondulada dos dois lados da estrada cercada era verde e cheia de ovelhas ou vacas de vez em quando. Parecia que alguém ainda cultivava a terra, ou pelo menos usava como pasto pro gado. Além dos sons dos bichos e passarinhos, o lugar era bem tranquilo, longe da correria e do barulho da cidade.
Entrei no escritório e fui recebida pela recepcionista. Dava pra ver que ela tinha uns 30 anos, cabelo castanho-avermelhado (provavelmente pintado) e uma jaqueta roxa por cima do vestido. Olhando mais de perto, vi que era na verdade um vestido de gestante, e a mulher — com o crachá "Carol" — estava imensamente grávida. O vestido se ajustava na barrigona dela, que devia estar segurando pelo menos 2 bebês pelo tamanho.
"Oi! Você deve ser a Emily." Ela disse animada, enquanto digitava no teclado (que estava a centímetros da barriga dela). "O Sr. Chan já vai te receber. Pode ir até a casa agora."
"Ah. Tá bom." Falei, meio confusa tanto com o estado da mulher quanto com a necessidade de ir até a casa de campo. "Achei que o tratamento fosse aqui."
"Não, o Sr. Chan só faz o trabalho dele na casa de campo, bem longe dos olhos do público." Disse Carol, balançando a cabeça.
Fiquei meio preocupada com isso. "Por que isso?" Perguntei.
Ela sorriu de novo. "É melhor ele mesmo explicar."
Eu já ia saindo Quando a curiosidade tomou conta de mim. "Hum, parabéns pelo bebê", falei, apontando pra baixo. "Você não deve estar muito longe, né?"
A recepcionista sorriu. "Na verdade, eu só tô com dois meses." Ela deu umas palmadinhas na barriga. "Achei que nunca ia conseguir ter filhos, por causa do meu câncer há cinco anos, mas o senhor Chan é um verdadeiro fazedor de milagres, e agora tô com dois pequeninos a caminho."
Eu deveria ter sacado, claro. "Então você era paciente dele originalmente?"
"Na verdade, não. Eu só me candidatei pra uma vaga que apareceu." Vi ela corar um pouco. "Mas durante a entrevista... ele me convenceu... a tentar o tratamento dele. Como pode ver, funcionou muito bem."
"Ele deve ser bem charmoso." Respondi. Eu tava começando a ficar cada vez mais curiosa sobre o misterioso senhor Chan. Parecia que ele tinha um efeito danado em muitas mulheres. Me pareceu que ele era muito bom em convencer a galera a experimentar o tratamento dele.
"Ah, você não faz ideia!", exclamou Carol. Ela baixou a voz. "Você tem que tomar cuidado, sabia? Ele consegue te convencer a sair com mais do que você esperava. Percebi que você pediu um dos aumentos de peito dele, tô certa?"
Eu concordei com a cabeça e ela continuou. "Deixa eu adivinhar, só uns tamanhos de sutiã a mais?"
"Isso mesmo." Falei. "Nada de gigantesco nem nada assim." Eu tava segura disso. Não queria parecer uma atriz pornô.
Carol sorriu. "Bom, boa sorte, é tudo que posso dizer." Ela colocou as mãos no peitão dela e apertou a carne. "Você pode repensar quando ele mostrar o tratamento dele..." Achei que Carol agora devia ter pelo menos um F, provavelmente maior.
"Vou levar isso em mente." Falei, tentando não rir. Não tinha chance de eu deixar ele me dar nada maior que um D. Mas não queria ofender. Carol, então segui meus pensamentos. "Posso dirigir até a fazenda?"
Carol balançou a cabeça. "Infelizmente, não. A estrada tem muitos buracos, e são só uns poucos metros de qualquer jeito. Você vai conseguir andar até lá de boa. Voltando, por outro lado, pode ser um pouco mais complicado."
Imaginei que pra Carol com certeza teria sido mais difícil voltar, já que ela estaria carregando a barriga cheia dos filhos dela, além de um par bem maior de peitos, mas isso não seria problema pra mim. Mas era uma manhã bem agradável, então pensei que uma caminhada não seria tão ruim.
Me despedi e saí do prédio em direção à fazenda. O sol da manhã brilhava através da neblina enquanto eu caminhava pela entrada, e o som dos pássaros cantando entre as árvores dava ao lugar uma verdadeira sensação de paz. Tive que admitir pro Sr. Chan — o local de trabalho dele era muito mais gostoso de viver do que meu escritório. Como arquiteto, eu também conseguia apreciar o senso de estilo dele; a casa era um prédio estilo neo-vitoriano, provavelmente grande o suficiente pra uma família enorme viver confortavelmente. Achei que foi construída provavelmente na primeira metade do século 20, mas quase certeza que foi reformada recentemente. Ainda tinha uma pilha de entulho de construção numa vala do outro lado da cerca, o que sugeria que as reformas eram bem recentes.
Eu estava no meio do caminho quando vi uma figura se aproximando saindo entre as cercas vivas na frente da casa. Era uma mulher, de pele clara e cabelo claro, andando de volta na minha direção. Ela era muito gorda, até obesa, pelo jeito que andava, e ela dava passos devagar em minha direção, se segurando nos postes da cerca pra se apoiar, como se tivesse medo de perder o equilíbrio a cada passo. Ela também estava descalça, e Parecia estar usando um jaleco cinza enorme, como se tivesse saído do hospital, apertado em volta da sua cintura avantajada.
"Hum, oi?" falei, me aproximando dela. "Precisa de ajuda?"
Ela só deve ter me notado quando falei, porque pareceu bem assustada com o barulho. A mulher obesa mexeu as mãos numa tentativa inútil de cobrir o corpo. Foi aí que percebi que ela era na verdade muito jovem, e em vez de ser gorda, essa mulher estava apenas muito grávida e tinha o par de peitos mais gigantesco que eu já vi em alguém! Além disso, tinha um rabo bem grande e musculoso, provavelmente, apesar de estar claramente tentando se virar sozinha.
"Oh!" ela exclamou, tentando se cobrir. Tinha um rosto muito bonito e a pele corou visivelmente. "Não, tá tudo bem. Eu só... só... ah, droga." Ela praguejou. "Ainda tô me acostumando a ser tão... tão... GRANDE, só isso."
"Hum... precisa de ajuda pra se levantar?" perguntei, percebendo que tinha ficado olhando. Mal podia acreditar no tamanho dos peitos dela. Deviam ser do tamanho de sacos de lixo de cozinha, descansando naquela barriga enorme. No começo, pensei em gêmeos, mas olhando melhor, trigêmeos parecia bem mais provável. Seja lá o que o Sr. Chan tinha feito com ela, tinha sido eficaz.
A garota balançou a cabeça, fazendo boa parte da carne dos peitos balançar sem controle. "Acho que vou ficar bem, além disso," ela sorriu e enfiou a mão por baixo dos peitos colossais para acariciar a barriga. "Ainda tenho outros 9 meses pra me acostumar a ser tão grande. Melhor começar agora. Não esperava ficar tão grande. Nossa! Isso é realmente algo! E essas tetas!" Ela colocou as mãos de cada lado deles e apertou eles juntos por baixo do vestido. Ela não era muito alta, provavelmente só uns 1,50m. uns 2 metros mais ou menos, e os peitos dela agora eram muito maiores que o tronco. "Devo ser quase a garota mais peituda do mundo agora!"
Mal podia acreditar no que tava ouvindo. "O que você esperava, exatamente?", perguntei, a curiosidade falando mais alto.
"Ah, quando entrei, tudo que eu queria era um pouco mais de peito!", exclamou, ficando ainda mais vermelha. "Quer dizer, tava cansada de ser a 'Alice peito de tábua' o tempo todo, sabe. Mas agora... Pelo amor de Deus!" Ela se apoiou num poste. "Acho que nunca vão me chamar daquele jeito de novo! Nossa! Espera só até meus amigos me verem! Vai ser muito foda!" Enquanto se apoiava no poste, o peito direito dela caiu pro lado, forçando ela a se ajustar de novo. Era óbvio que não tava usando sutiã pra segurar aqueles peitos no lugar. Fiquei imaginando se ela tava pelada por baixo da túnica.
Ainda chocado, perguntei: "Você ganhou esses peitos hoje de manhã?"
"Sim! Em uma hora ou mais, na real." Ela olhou pra mim pela segunda vez em toda a conversa, tendo passado a maior parte do tempo examinando o próprio corpo. Dava pra ver que ela era muito gostosa, cabelo loiro comprido e olhos azuis. Devia ser bem magrinha antes do tratamento. Difícil acreditar que foi na Dra. Chan pedindo os maiores peitos possíveis. "Ei, você também vai fazer o tratamento, né?"
Acenei com a cabeça.
"Bom, você vai ter uma surpresa e tanto, pode crer!" Ela sorriu radiante pra mim. "Acredita que hoje de manhã eu era um A?" Ela olhou pro meu peito. "Parece que você também precisa de um up no departamento dos peitos! Qual tamanho você tá pensando?"
"Hum... um D, acho."
Ela riu alto. "Por que tão pequeno? Acho que você ia ficar uma delícia com um par de peitos gigantes igual os meus!" Ela quase pulava de alegria, e o estado O ânimo dela era muito contagiante. Parecia tão pequena e inocente, uma imagem que contrastava com a presença dos peitos enormes e da barriga, sugerindo uma sexualidade bem ativa.
"E a barriga, então?", perguntei curioso. "Você pediu isso também?"
"Ah, o quê?" Ela balançou a cabeça. "No começo não, mas depois ele me mostrou como me deixaria grande e grávida, e eu não consegui recusar. Além disso," ela apertou os peitos de novo. "Com um par de tetas dessas, os caras pulam em cima de mim. Seria só questão de tempo até eu engravidar de qualquer jeito." Ela sorriu e se afastou da cerca onde estava apoiada, dando alguns passos. "Mas tenho certeza de que estou enorme! Essa barriga parece pesar uma tonelada! Será que ele colocou quantos bebês dentro de mim?" Ela esfregou a barriga distraidamente pelo pano do avental do hospital. "Devem ser uns dois, pelo menos... Será que são meninos ou meninas?..."
Percebi que ela estava falando quase sozinha. Parecia que ela tinha conseguido bem mais do que tinha pedido. Comecei a me sentir meio desconfortável com meu encontro com o Sr. Chan. Embora a garota parecesse mais do que satisfeita com a situação, eu tinha minhas dúvidas. Com certeza não queria acabar assim! Para começar, eu não estava pronta pra ser mãe ainda. Nem namorado eu tinha. E, pra piorar, ser uma mulher grávida não era nada atraente, especialmente por 9 meses. Ficar andando por aí com uma barriga do tamanho daquela garota seria um baita trampo, mesmo sem ter um par de peitos colossal pra carregar por cima — um par que não ia sumir depois dos 9 meses também.
"Bom, boa sorte com a maternidade.", falei, me virando pra ir embora.
"Ah, sim", ela respondeu, meio distraída. "Você vai se divertir, eu prometo! Agora, é melhor eu voltar pro meu carro. Mesmo não tendo certeza se vou conseguir dirigir assim... Bom, acho que ela vai conseguir um namorado que me leve daqui pra frente..."
Ela começou a reboladinha devagar pra trás no caminho, os pés descalços chapinhando na lama. Imaginei que levaria pelo menos uns 10 minutos andando o resto do caminho de volta no estado dela. Decidi garantir que o Sr. Chan soubesse dos limites dele comigo. Não tinha chance de pato que ela voltaria pelo caminho daquele jeito!
Fui até a casa e bati na porta. Pra minha surpresa, ela abriu sozinha, mesmo sem ninguém do outro lado.
"Por favor, entre e vá até a sala de estar" — uma voz mecânica falou de repente num alto-falante em cima do corredor.
Nervoso, entrei. Tirei os sapatos e fui pelo corredor. Tinha uma sala de jantar à esquerda, uma entrada pra cozinha à direita. Passei por um escritório, uma sala de estar e outra porta escrito "banheiro" no caminho até o fim do corredor, onde achei que a sala de estar ficava. Uma escada apareceu à esquerda, mas uma placa na parede indicava que a sala era mais adiante, atrás de um par de portas duplas enormes. Bati.
"Pode entrar" — disse uma voz de trás das portas de madeira. Girei a maçaneta e abri.
A sala estava bem iluminada, com luz do sol entrando pelas janelas enormes que iam do chão ao teto. Tinha estantes nas paredes e arte de bom gosto e estátuas no cômodo. O Sr. Chan estava sentado num sofá individual encostado na metade da parede esquerda, de frente pra um sofá de três lugares no centro da sala. Ele era surpreendentemente jovem, chutei uns 20 ou 30 anos. Tinha cabelo preto curto, pele morena, traços suaves, olhos cor de avelã e sem barba. Também era bem musculoso, de altura média — chutei uns 1,75m e talvez 85 quilos. Tava vestido com uma calça jeans folgada e uma camisa branca de colarinho, sem gravata. e o par superior de botões desabotoados. Ele estava descalço, mas com as pernas cruzadas no sofá. De repente, lembrei de tirar as bombas. Entrei, e sobre o tapete de lã grossa. Era uma delícia entre os dedos depois da caminhada no caminho.
"Você deve ser a Emily.", disse ele, sorrindo para mim. Ele tinha um sotaque leve, embora eu não conseguisse identificar. Era quase inglês, mas com um toque estrangeiro. Parte da Austrália, talvez? Ele parecia do sudeste asiático, possivelmente tailandês ou vietnamita, mas não tinha nenhum traço da língua dele no sotaque. Ele tinha um tablet no colo, que estava obviamente usando antes de eu chegar.
"E você deve ser o misterioso Sr. Chan.", respondi, devolvendo o sorriso. "Estou tão feliz que você concordou em me encontrar."
Ele sorriu de novo e apontou para o outro sofá na frente dele. "Pode me chamar de Eric. Por favor, sente-se. Não precisa de formalidade aqui." Eu estava usando uma saia preta na altura do joelho e uma blusa vermelho-escura. Cruzei uma perna sobre a outra quando me sentei.
"Dei uma olhada no seu pedido e preciso dizer, fiquei... interessado", continuou ele assim que me sentei. "Você não é uma mulher nada feia, Emily. Me surpreendeu que você quisesse meu tratamento. Você é realmente infeliz com seu corpo?"
Eu assenti. "Como expliquei no meu pedido, estou cansada de não ser notada." Comecei a explicar a situação com minhas amigas. "... então pensei que você poderia me ajudar. Sabe, me deixar um pouco maior em cima." Percebi que estava corando.
Eric fez uma pausa longa e me olhou. Notei que ele estava pensando profundamente. "Entendo. Acho que compreendo. Mas você tem certeza absoluta de que é isso que quer? Prefiro não lidar com caprichos de curto prazo, especialmente quando as mudanças são tão... duradouras."
Suspirei. Mal conseguia lembrar, estando seguro de nada. "Estou 110% seguro.", respondi. "Isso é definitivamente o que eu quero."
Eric sorriu. "Muito bem, então. Acho que você seria um candidato ideal. Notei que você quer alguns tamanhos de xícara a mais nos seus peitos. Correto? Posso vê-los?"
Assenti com a cabeça e comecei a tirar a blusa, embora com um certo desconforto. Ele era um completo estranho, afinal, e um muito gostoso por sinal. Fiquei um pouco surpresa com meu nervosismo, na verdade. Não esperava que ele fosse tão bonito. Não que eu estivesse pensando em transar com ele nem nada, mas sempre fico meio nervosa quando caras atraentes me olham. Tirei o sutiã e coloquei ao lado da blusa no sofá, perto de mim.
Eric olhou para meus peitos pequenos, quase nada, mal maiores que picadas de mosquito. Pra ser sincera, mal precisava usar sutiã.
"Bem, acho que podemos dar um jeito nisso.", ele disse, após uma longa pausa. Ele voltou a olhar nos meus olhos. "Mas preciso te avisar, esse tratamento é... pouco ortodoxo. A maioria das mulheres fica muito surpresa quando descobre o que é. Você provavelmente já sabe que não requer cirurgia ou drogas – pelo menos, não do tipo convencional. Mas exige sua participação."
Eu estava mais intrigada agora. "Como funciona? Você nunca explicou para ninguém além dos seus pacientes, e nenhum deles nunca quer falar sobre isso."
Eric deu de ombros. "É melhor manter em segredo, já que poucos acreditariam se fosse explicado. Parece ser mágico por natureza, então nem eu entendo completamente. Mas, resumindo, meu corpo tem um certo poder sobre as mulheres. Um poder que posso liberar para fazer o trabalho que você já viu, com certeza, nas minhas outras pacientes."
Franzi a testa. "Isso quer dizer que você tem superpoderes ou algo assim?" A ideia do homem na minha frente Meu ser um super-herói era meio bobo, mas não tinha dúvida da capacidade dele de conseguir resultados.
O homem me deu um sorriso divertido. "Algo assim. Deixa eu ser direto. A parte mágica de mim tá nas minhas calças."
Eu caí na risada. "Ai, meu Deus! Nunca ouvi essa antes! Você usa essa linha o tempo todo?" Isso foi realmente engraçado, e eu ainda não sabia se devia rir ou sair correndo da sala. Que saco de safadeza! Pensei que ele provavelmente usava algum outro truque com todos os pacientes, ou tava metido em algum tipo de golpe com um monte de cúmplices.
Mas ele não riu. Em vez disso, só sorriu e se levantou. "Bom, vejo que você é bem cética, então vou te dar uma demonstração rápida."
Sim, claro, pensei. Não ia ficar ali vendo ele se masturbar pra mim, fosse qual fosse o truque ou plano dele. "Ahã." falei. "E como você vai fazer? Dizer umas palavras mágicas?"
Ele balançou a cabeça e apontou pra uma porta de um cômodo ao lado. "Vou entrar naquele quartinho e começar. Você só espera aqui e vai sentir os efeitos daqui a pouco. Me dá dois minutos..."
Eu ri de novo. O cara era claramente maluco. Pensei em ir direto pra porta e deixar ele lá. Mas parte de mim tava curiosa pra saber que tipo de truque ele tinha planejado. Afinal, ele tinha conseguido enganar um monte de gente. Talvez fosse um bom show. "Tá bom, então." falei por fim, "mas vou sair pela porta em dois minutos, a menos que você consiga dar algum tipo de prova."
Ele sumiu atrás da porta e eu sentei pra esperar. Isso ia ser bom. Supondo que ele tava cheio de merda, esperei pelo show de luzes ou qualquer outra encenação que ele fosse tentar usar pra me convencer dos "poderes" dele. Mas uns segundos depois, senti um leve formigamento na A virilha. No começo, não dei bola, mas foi ficando cada vez mais desconfortável, até que eu precisei coçar. Me esfregando, fiquei me perguntando se ele tinha uma câmera escondida na sala pra me ver. Será que ele tava batendo uma pra mim naquele momento? O pensamento me deu nojo, então tentei coçar do jeito mais discreto possível.
Uns segundos depois, a coceira voltou. Cocei de novo, mas dessa vez só aliviou um pouquinho. Eu tinha que ficar me coçando a virilha pra aguentar a ponta do desconforto. Isso era meio estranho. Tinha certeza de que tinha colocado uma calcinha limpa de manhã, mas aquilo tava começando a me fazer duvidar. Será que a minha puta dormindo na gaveta de calcinhas deixou um pelo grudado no lado de dentro da minha calcinha?
A coceira continuou piorando. Tava começando a ficar muito desconfortável. Que porra tava acontecendo? Eu já tava me coçando a virilha que nem uma louca, tentando aliviar, mas não tava adiantando. A coceira tava virando uma sensação de queimação, e parecia que tava se espalhando dos meus lábios pra dentro da minha buceta, e também pra fora, em direção à bunda e à pélvis. Soltei um grunhido de irritação. Não era coisa do Sr. Chan? Olhei pro sofá e me perguntei se ele tinha colocado algum irritante no tecido. Isso seria bem a cara dele! Mas aí, como é que teria atravessado o tecido da minha saia e da calcinha? (A calcinha que eu tava usando era bem grossa e pesada também)
Tava ficando rapidamente insuportável. No desespero, enfiei a mão por baixo da minha calcinha e levantei o tecido da minha pele enquanto tentava coçar meus lábios. Pra minha surpresa, tirar a parte da calcinha que tava em contato com a minha pele fez a queimação parar na hora. Mas em outros lugares, onde a calcinha encostava na minha pele, a pele parecia que tava pegando fogo, como se a minha roupa parte interna era de metal quente.
Na hora juntei dois mais dois e, hesitando só um instante, ele enfiou a mão por baixo da minha saia e tirou minha calcinha, jogando-a no chão com desgosto. A queimação parou na hora.
"Jesus, que porra foi essa?" Devo ter dito em voz alta, enquanto abaixava a saia, tentando recuperar a compostura. Tinha sido como se minha pele estivesse sendo queimada. Olhei para baixo, na altura da cintura da saia, nos lugares onde minha calcinha tinha estado, esperando ver marcas de queimadura ou algo que explicasse a dor intensa que eu tinha sentido. Mas não havia nenhum sinal de nada estranho. Passei a mão rápido na pele e não senti nada diferente.
Aquele filho da puta! O que ele tinha feito comigo? Ele devia ter feito alguma coisa na minha calcinha. Estendi a mão e peguei ela do chão, com cuidado, caso alguma coisa nela afetasse a pele dos meus dedos. Mas não senti nada. Foi muito estranho.
Eu estava puta, e peguei minha blusa e abotoei na frente do peito (ignorei meu sutiã, porque mal precisava dele mesmo). Fui até a porta e abri.
Eric estava ali parado na porta, sorrindo satisfeito. Apontei pra ele, furiosa. "Que porra você fez, seu filho da puta?"
"Então sentiu os efeitos, né?", ele disse, parecendo se divertir. "Quer saber mesmo?"
Eu estava prestes a bater nele. "Você fez alguma coisa na minha calcinha! Devia chamar a polícia e mandar prender esse seu cu." Eu estava tremendo de raiva.
Eric balançou a cabeça. "Não, não fiz nada na roupa. Fiz algo em você. Sabe, toda vez que eu tenho uma ereção, é impossível pra qualquer mulher manter a calcinha na minha presença."
"Merda", eu disse. "Você deve ter algum tipo de truque."
"Não é truque", ele disse, e apontou pra minha calcinha no chão. "Agora eu tô mole, por que você não coloca a calcinha de novo?"
"Tá de brincadeira?" Eu falei, incrédula. "Depois do que você fez? Com eles? Não estou tocando. "Não tinha chance de eu fazer aquilo depois daquela sensação de queimação."
"Você vai ficar bem.", ele acrescentou. "Quer saber? Vá lá e coloque, e se sentir a sensação de 'queimação', eu pessoalmente te pago 25 mil. Valeu?"
Eu ia mandar ele se foder, mas a menção ao dinheiro me fez mudar de ideia. Aquela grana não era pouca coisa. Daria pra pagar o aluguel do meu apartamento por pelo menos um ano. "Tá bom, beleza. Mas vou ficar de olho. Entendeu? Quero meu dinheiro hoje, não daqui um mês ou algo assim. E quero em dólar americano." Não queria que ele desse um jeito de escapar com algum truque.
"Combinado.", ele disse calmo. Eu ainda estava meio puto, mas o pensamento na grana inesperada me fez manter a calma.
Me aproximei da calcinha e coloquei por cima das minhas pernas, tomando cuidado pra não dar espetáculo no processo. Esperava o fogo voltar a qualquer momento, enquanto deslizava ela pelas minhas coxas. Pra minha surpresa, não senti nada. Pensei em fingir pra pegar o dinheiro, mas a ideia morreu na hora quando percebi que ele provavelmente era esperto demais pra cair nessa.
Ele deu uma risadinha curta. "Posso considerar que ganhei a aposta?"
Assenti com a cabeça de má vontade. "Tá bom. Mas que porra você fez? Parecia que tava pegando fogo há um minuto."
"Já te falei.", ele respondeu. "Toda vez que eu fico duro, as mulheres não conseguem manter a calcinha ou a calça perto de mim. Isso faz elas sentirem como se estivessem queimando. A questão é que agora não tô mais excitado, então tão seguras."
Ainda não acreditei nele. "Ainda acho que você é um mentiroso do caralho. Então se você ficar duro, quer dizer que não vou conseguir manter minha calcinha no lugar?"
"Isso mesmo.", ele disse. "Quer uma Mais uma demonstração? Mais direto dessa vez?
Eu hesitei. Ele estava prestes a se masturbar na minha frente... mas ele parecia tão confiante. Além disso, ele era muito gostoso. Bem, que mal teria se eu visse um pouco mais do famoso senhor Chan?
"Tá bom. Me mostra." Eu falei. Sentei de novo no sofá e cruzei os braços.
Então, Eric sentou na minha frente e baixou a calça. Tive minha primeira visão do pau dele.
Ai. Meu. Deus.
Mal podia acreditar no que via. Ele era tão grande que parecia que eu nunca tinha visto um antes! Como eu não reparei no volume na calça dele antes? Mole, devia ter pelo menos 12-15 centímetros de comprimento, e facilmente a mesma grossura. Quase como uma lata de Coca-Cola!
"Caralho. Você não é pequeno não!" Eu falei, só pra perceber o quão idiota aquilo soou. Fiquei vermelha, me sentindo bem besta, ele devia ter visto a cara de tonta que eu fiz porque só sorriu e balançou a cabeça.
"Agora olha." Ele disse, enquanto começava a se tocar. A cada movimento, o monstro começava a crescer. Enquanto eu via ele se encher de sangue, senti a coceira voltar. A cada bombeada da mão dele, a coceira piorava.
"Ai, merda!" Eu gritei, agora coçando minha virilha feito uma louca. "Como você tá fazendo isso?"
Eric sorriu enquanto o pau dele continuava aumentando. Agora tava meio duro e já tinha uns 17-20 centímetros. "Eu te falei. Se você quer que a queimação pare, é melhor tirar a calcinha." Ele continuou se masturbando enquanto a queimação começava a ficar insuportável.
"Tá bom, tá bom!" Eu gritei, enfiando a mão por baixo da saia pra tirar a calcinha das minhas malditas partes íntimas, sentindo alívio na hora. "Acredito em você!"
"Beleza." Eric disse, enquanto terminava de se masturbar. Nessa altura, ele tava completamente duro e era um verdadeiro espetáculo. O monstro de pele clara saindo da virilha tinha uns 27-30 centímetros de comprimento e quase tão grosso quanto um rolo de massa. Tinha veias saltadas por todo o comprimento, até a cabeça enorme do tamanho de uma bola de bilhar, pulsando num vermelho furioso. "Então você pode ver uma parte do poder que eu tenho aqui."
Me surpreendi de novo. Sentada ali, sem nenhuma calcinha, na presença daquela coisa enorme, estava começando a me deixar meio tonta. Minha cabeça girava enquanto eu tentava processar o que aquilo significava. Pior ainda, outra leva de imagens passava relâmpago pela minha mente. Eu conseguia me ver ficando muito mais íntima com aquela cobra colossal do que apenas sentada olhando, e aquilo me deixava muito excitada... mas eu balancei a cabeça e tentei pensar com clareza.
"Tá bom. Então você parece ter uma pica mágica. Isso tá claro. Mas fazer as mulheres tirarem a calcinha não é lá uma superpotência. Tem que ter mais nessa história", falei, me recostando e tentando não olhar pra pica dele.
"Não. Tenho outros poderes também. Mas como eu disse, isso requer sua participação pra funcionar."
"Tá, então, mas como você faz os peitos das mulheres crescerem? Só quero uns tamanhos de sutiã a mais."
"É bem simples", ele disse, ainda acariciando a ereção monstruosa. O punho mal conseguia envolver a circunferência. "Meu pau produz esperma diferente de qualquer outro homem na terra. Quando uma mulher consome, os peitos dela incham bem rápido." Ele olhou nos meus olhos. "Pra conseguir o que você quer, você precisa consumir meu esperma."
A percepção me acertou como uma marretada. "Espera, então eu tenho que... beber... seu esperma?" O pensamento ao mesmo tempo me dava nojo e me excitava. Eu nunca tinha dado um boquete em ninguém antes. Na verdade, nunca tinha passado da segunda base com ninguém. Dizer que eu não tinha experiência era um puta eufemismo.
"Correto. Ele disse.
"Então você acabou de se masturbar num pote e dá pros seus pacientes beberem, é isso?" falei, me certificando de que eu tinha entendido.
Mas Eric balançou a cabeça. "Não. Para de funcionar se ficar fora do meu corpo por mais de alguns segundos." Ele apontou pro próprio pau. "Se você quiser o benefício, tem que consumir direto da fonte."
Me senti meio hesitante. "Hmm, não sei se fico confortável em te dar um boquete. Não fazia ideia de que era isso que eu teria que fazer quando apareci." Pra ser sincera, eu não sabia o que esperar quando cheguei, mas com certeza não era isso!
Nesse ponto, eu provavelmente poderia ter desistido, ido embora e nada teria acontecido. Mas eu estava fascinada por aquele pauzão. E quanto mais eu olhava, mais interessada ficava, e, pra minha surpresa, mais tesão começava a sentir.
Ele deu de ombros. "Se é sua escolha, então que seja. Mas preciso te tranquilizar, a maioria das mulheres acha a experiência muito prazerosa." Ele apertou o pau dele de leve. "Além disso, tem outro poder que você tá sentindo enquanto eu falo. Tô certo?"
Eu podia sentir que tava ficando meio molhada lá embaixo. As imagens voltaram na minha cabeça de eu grudada naquele monstro, chupando ele inteiro e sentindo ele contra minhas mãos e minha pele, e... outros lugares... Tentei responder de forma coerente. "Eu... eu nunca fiz algo assim antes... e mal te conheço... a gente não deveria..."
"Tudo bem, então. Vou deixar isso de lado..." Ele começou a subir as calças.
"Não! Espera!" falei, sentindo que tava passando do ponto sem volta. Pra minha surpresa, as palavras saíram com facilidade. "Eric, eu vou. Só... só me dá um minuto."
Eric sorriu e sentou de novo. "Talvez a gente devesse ir pro quarto, então? Me parece que a maioria das mulheres fica mais relaxado aí do que aqui.
Assenti com a cabeça e segui ele pela porta, subindo as escadas. Ele tinha largado a calça na sala, então eu tive uma vista incrível daquele rabo firme e pelado enquanto ele me levava pela casa até o quarto. Quando entramos, ele fechou a porta e se jogou na cama, sentando ereto contra os travesseiros com as pernas esticadas na minha frente.
Eu ia me juntar a ele quando lembrei de algo. "Você vai me dar um sutiã D-Cup, né? Nada daquele tamanho daquela mina que saiu daqui de manhã, certo?"
Ele deu de ombros. "Depende de você. Quanto mais do meu esperma você engolir, mais vai crescer. Mas se quiser continuar bebendo, não vou impedir."
"Quanto eu preciso beber?", perguntei enquanto me sentava na cama ao lado dele, de olho naquele pauzão. De perto, dava pra ver que as bolas dele não eram muito maiores que o normal. Achei que fossem mais tipo toranja de tamanho, meio peludas. O resto do corpo dele era liso, o que mostrava que ele manjava bem de lâmina.
"Posso produzir muito a cada gozada", respondeu o Eric. "Calculo que, por orgasmo, umas 4 taças de sutiã, mais ou menos. Varia de mulher pra mulher, mas essa é a média." Ele fez uma pausa. "Já fez isso antes?"
Balancei a cabeça. "Já vi em porno, mas parece bem fácil."
Ele sorriu. "Não é difícil. Você não precisa ficar com os lábios colados o tempo todo, mas isso vai fazer eu gozar mais rápido."
Me arrastei até onde ele estava e deitei de barriga entre as coxas dele. Minha cara estava a centímetros da virilha dele, e eu sentia o cheiro almiscarado da pele e via cada pulsação do sangue correndo naquele pau poderoso. Nossa, eu tava com um tesão danado naquela hora. Meu coração acelerei com medo e excitação. "Vai demorar muito?", perguntei, olhando no rosto dele.
"Não, não muito.", ele disse e se recostou nos travesseiros, fechando os olhos. "Pode começar quando quiser."
Respirei fundo e estendi a mão até o pau dele. Ai, meu Deus, pensei, sentindo aquela massa grossa e dura na minha mão. Ainda estava duro como pedra! Dava pra sentir o pulso dele através da pele. Experimentalmente, comecei a mover minha mão pra cima e pra baixo, puxando com cuidado. Ele soltou um "mmmmm" suave de aprovação enquanto eu aumentava o ritmo um pouco.
Me levantei nos cotovelos e levei meu rosto até a ponta da rola. A cabeça enorme estava a centímetros do meu rosto e eu via a vara incircuncisa brilhando com uma leve umidade. Dei um último olhar pro rosto do Eric antes de esticar a língua e lamber a pele.
Não sei o que esperava do gosto, mas a sensação nas minhas papilas gustativas com certeza não era aquela. O pau dele tinha um gosto levemente adocicado, quase como mel, mas mais fraco. Decidi naquela hora que gostava do sabor, então lambi um pouco mais, passando a língua por toda a cabeça, descendo até o períneo dele, onde o gosto era mais forte.
"Mmmmmmm!" Me peguei gemendo enquanto saboreava o gosto. Não fazia ideia de como um pau tinha gosto, mas apostava que não era assim! Era quase como lamber um pirulito. Nessa posição, estava bem confortável, então comecei a brincar com a rola, beijando ela no começo, antes de abrir a boca e deslizar meus lábios em volta da cabeça. O gosto era mais doce assim, então enfiei o máximo que consegui na boca (só uns dois centímetros) e comecei a chupar.
"Ah, isso!" Eric grunhiu lá de cima, enquanto eu chupava o pau dele. "Você manda bem! Continua assim! Usa as mãos!" Respondi com um grunhido baixo, ainda com o pau dele na boca, e comecei a trabalhar minha mão cada vez mais rápido pra cima e pra baixo no pau dele. Agarrei com mais força, sentindo a pulsação a cada batida.
Ele chupou meu pirulito por um minuto ou mais, saboreando o gosto da pele dele enquanto ele começava a tremer e vibrar. Achei que isso significava que ele tava perto de gozar, então peguei mais forte e comecei a bombar ainda mais rápido. Meu braço tava começando a arder de tanto esforço pra subir e descer naquele pau enorme, então troquei de braço, trabalhando com ele, enquanto a mão direita dessa vez acariciava as bolas dele com a outra mão.
Conseguia sentir os testículos dele começando a se agitar enquanto ele gemia ainda mais alto por cima de mim.
"Emily, tô quase gozando! Se prepara!" Ele gemeu entre os dentes. Tirei um pouco o pau dele da boca e coloquei meus lábios bem na ponta, porque não queria perder uma única gota da minha boca. Meu coração batia forte enquanto imaginava qual seria o gosto da semente dele. Se eu conhecia alguma coisa sobre o pau dele, então não teria problema nenhum em chupar cada gota.
De repente, o pênis dele se contraiu e um instante depois senti um jorro grande e quente de esperma saindo da ponta da vara dele, batendo com força na minha língua. O sêmen dele era como mel quente, o que eu quase esperava, mas o que não esperava era o que aconteceria quando batesse na minha língua. Tremeu como se eu tivesse acabado de colocar pó no fundo de um pacote de balas azedinhas na boca. Era elétrico, e a sensação dançou nas minhas papilas gustativas.
"MMMMMMMMM!" Gemi enquanto ele tinha um espasmo na minha boca esperando, a sensação elétrica sacudindo minha língua e garganta. Não parecia com nenhuma comida que eu já tinha provado, como se o puro prazer estivesse sendo injetado na minha boca descendo pela minha garganta. Mas eu tava prestes a ter outra surpresa. Quando desceu pro meu estômago, a sensação elétrica se espalhou pelo meu corpo, mas em vez de enfraquecer, ela intensificou a cada gota que entrava na minha garganta. Senti uma onda de tesão sacudir minha língua e se espalhar pelo meu corpo, como se uma onda orgásmica se propagasse do pau do Eric direto até a ponta dos meus dedos do pé.
Eu gozei naquele momento, e quase desmaiei.
Por sorte, o Eric segurava minha cabeça e a mantinha na posição sobre o pau dele enquanto meu corpo começava a tremer de prazer orgásmico. Eu mal sabia o que estava fazendo enquanto mais e mais da semente dele jorrava na minha boca, mantendo a onda de prazer rolando sem parar. Tudo que eu sabia naquele momento era que eu não queria mais tirar o pau da minha boca. Meu mundo inteiro se resumiu ao meu corpo e ao pinto enorme dele. Eu apertei mais forte e aspirei com avidez mais do esperma dele no buraco o mais rápido que ele conseguia produzir. Ao mesmo tempo, a parte de baixo do meu corpo se contorcia e minha buceta jorrava umidade. Eu sentia vagamente minha saia ficando molhada com a umidade da minha entreperna (e provavelmente a cama debaixo também).
Não sei quanto tempo passou enquanto ele bombeava a carga dele na minha garganta, mas no final senti o fluxo diminuir, mesmo que meu orgasmo estivesse longe de acabar. Apesar do pau dele ter secado, eu ainda sentia o esperma dele escorrendo pela minha boca até o estômago, mandando faíscas pelo meu corpo a cada segundo que passava.
Mas eu não soltava o pau dele. Continuei chupando, na esperança de extrair até a última gota daquele esperma que dava vida, enquanto outro orgasmo sacudia meu corpo. Quando finalmente acabou, dei uma última lambida no pau dele, antes de ele pegar minha cabeça e eu desabar no colo dele, com o pau dele encostado no meu nariz.
"Ai, meu Deus!" Consegui ofegar, depois de alguns segundos arfando. Minha entreperna estava encharcada e meu coração batia forte enquanto sentia o último resquício de eletricidade sumir dentro da minha barriga. "Isso foi incrível! O gosto do seu esperma... ...... como...... "Eu estava completamente sem palavras. 'Não consigo explicar!'"
Eric também ofegava, mas ele acariciava meu cabelo e apertou meu ombro.
"Isso foi maravilhoso. Obrigado." Ele fez uma pausa. "Mas agora vem a parte divertida!"
"O que é isso?", perguntei, tentando entender o que poderia ser mais divertido do que o que acabáramos de fazer. Naquele momento, eu achava que não existia atividade na terra que pudesse se igualar à sensação que ele acabara de me dar. A perspectiva de algo ainda mais incrível era quase demais.
"Agora você vai pegar o que veio buscar.", ele disse, sorrindo. Naquele instante, lembrei do que tinha vindo buscar e comecei a ficar excitada de novo.
Então eu senti.
Como um calor abafado, crescendo devagar no meu peito, senti minha pele começar a apertar, como se alguém estivesse puxando em direções diferentes. Aí o orgasmo me atingiu de novo, e quase desmaiei. Se eu pensei que o orgasmo anterior era poderoso, não era nada comparado a este. E foi ALTO! Enquanto crescia, eu ouvia na minha cabeça — um rugido poderoso, como um motor de avião decolando, estourando meus tímpanos. Senti meu corpo e meus sucos vaginais começarem a fluir enquanto o orgasmo continuava aumentando.
"Aiiiiiiii Meeeeeuuuuuu Deeeeeeeussssss!" Eu gemi, mordendo meus lábios enquanto o prazer me dominava, como se eu estivesse entre os trilhos de uma ferrovia enquanto um trem passava por cima de mim. E para completar, senti meus peitos começarem a crescer.
Mal conseguia pensar direito, mas no instante em que consegui olhar para baixo, vi os dois montinhos do que tinham sido meus peitinhos pequenos se elevando como dois pães de peito. Rasguei minha blusa e joguei para o lado. Foi até bom que eu não estava usando sutiã.
"Siimmmmmmm!!" Eu consegui Reclamar do tornado dentro do meu corpo. Eu tinha certeza de que, nesse ponto, minha buceta estava jorrando gozo sem parar num ritmo frenético. Meu corpo inteiro tremia de prazer e eu soltei um gritinho agudo quando o trem de carga finalmente parou do meu lado e foi se afastando.
A mensagem que ia mudar minha vida pra sempre chegou pelo correio numa terça de manhã, no final de abril.
Dizer que fiquei feliz com a notícia seria um eufemismo ridículo. Minha inscrição pra receber um tratamento milagroso do Eric Chan tinha sido aprovada, e isso significava que eu finalmente podia dar tchau pra "velha" Emily. Eu estava prestes a me livrar de uma das minhas maiores frustrações na vida — meus peitos.
Sim, é isso mesmo. Minhas tetas. Ou melhor, a falta delas.
Saca só, eu sou uma garota de 23 anos, filha de pais vietnamitas, com um corpo razoável, uma bunda bonita, mas quase nada pra mostrar na área dos peitos. E sim, eu sei que parece superficial pra caralho, mas me incomodava pra cacete, ok? Não que estivesse afetando minha carreira (ou talvez estivesse e eu nem percebia), mas eu sentia que tava ferrando meus relacionamentos. Por algum motivo, os caras não pareciam me notar. Pelo menos era o que parecia. Talvez fosse porque minha melhor amiga, Sarah, que foi abençoada com um parzão de peitos tamanho D, sempre chamava mais atenção dos caras do que eu. Pior ainda, não eram só os caras. Parecia que um par de tetas fazia toda a diferença na vida. Sarah era muito mais confiante com o corpo dela do que eu jamais poderia ser. Ela não tinha medo de usar a roupa que queria, e não importava o que vestisse, sempre ficava uma gostosa.
Não era como se ela me fizesse sentir mal por isso, mas quando a gente saía pra fazer compras juntas, ela sempre recebia mais atenção dos vendedores, enquanto eu tinha que praticamente gritar pra ser atendida. E mesmo quando a gente encontrava outros amigos por aí... Rua, que sempre cumprimentava ela primeiro. Sempre era "Oi Sara! Oi Emily" nessa ordem, com meu nome geralmente sendo um acréscimo de última hora.
Bom, talvez eu estivesse um pouco com ciúmes, mas a Sara era uma garota linda em quase todos os sentidos, não só fisicamente. Ela era realmente uma pessoa excepcional, sempre disposta a dar uma mão pra mim ou pra qualquer um dos meus outros amigos, e era especialmente generosa em cuidar da mãe parcialmente incapacitada, que não conseguia mais andar por causa de uma doença neurológica rara. Não, a Sara era uma amiga tão boa quanto eu poderia esperar ter, mas eu ainda queria ser eu a gostosa que os caras cobiçavam, a que era servida primeiro na loja, e a que era apresentada primeiro nas festas. Mas o único jeito de isso acontecer seria se eu de repente criasse um par de peitos.
Infelizmente, a puberdade não tinha sido generosa comigo, então tudo que eu tinha era um par patético de peito de tacinha, com carne mal suficiente pra justificar usar um sutiã. Então por muito tempo pareceu que eu só ia ter que aguentar ser a "Emily Peitinho, a murcha".
Foi até o Eric Chan aparecer.
Parecia que ele tinha desenvolvido um novo método de mudar drasticamente os corpos das mulheres pra deixá-las mais férteis e voluptuosas. Quando ele anunciou isso, a imprensa e a comunidade científica ficaram bem céticas. E compreensível. Ele afirmava ser capaz de fazer os peitos de uma mulher crescerem de quase nada pro tamanho que ela quisesse em questão de minutos, tudo sem cirurgia ou injeções. Ele também afirmava poder não só engravidar qualquer mulher, fértil ou não, mas também avançar a gravidez dela pra qualquer estágio também em minutos. Ninguém acreditou nele até que algumas mulheres inférteis que decidiram aceitar a oferta dele pra se tornarem mães saíram rapidinho. Da sua "clínica" esportiva, sorrisos enormes e barrigas ainda mais gigantescas e peitos. Das suas primeiras 10 "pacientes", nenhuma terminou com menos de 2 bebês dentro delas, ou um tamanho de sutiã menor que um "G". Tudo isso no espaço de menos de uma hora, claro.
Nem preciso dizer, todo mundo ficou chocado. Foi nada menos que uma sensação. A mídia enlouqueceu, bombardeando ele com perguntas e pedidos de entrevistas, só algumas das quais foram concedidas, e mesmo assim apenas para entrevistadoras mulheres. Das três primeiras mulheres que entrevistei, todas saíram com os peitos bem turbinados, e uma com a barriga cheia de crianças esperando pra nascer. Quanto às entrevistas, elas aconteceram depois que ele já tinha dado o "tratamento" na entrevistadora, e as revelações eram bem parecidas;
"Mágica", foi a explicação dada. "Não consigo explicar de forma mais simples que isso", ele disse com um sorriso pra sua entrevistadora recém-melhorada na TV, "exceto pra dizer que funciona, e acho que esse dom me foi dado pra ser compartilhado. Então, vou oferecer meus serviços pra candidatas selecionadas."
Os cientistas ficaram bem ameaçados com essa revelação. Centenas pediram a chance de examiná-lo, só pra serem recusados. Alguns pediram ao governo e aos órgãos reguladores médicos pra exigir que ele parasse de prestar seus serviços até concordar em ser examinado. Lembro da expressão no rosto deles quando a ministra da Saúde liderou uma coletiva de imprensa pra anunciar a decisão depois de se encontrar com Eric, só pra tirar o casaco no meio do discurso e revelar que ela também tinha se beneficiado claramente dos tratamentos dele.
"Não vai ter mais conversa sobre restringir as atividades do Sr. Chan", ela anunciou de cara, antes de encerrar a coletiva. Não foi o fim da história, claro. Outras demandas foram feitas, mas já que as mulheres tratadas pelo Eric insistiam que ele não usou cirurgia ou medicamentos nelas, não havia justificativa real para fechar o negócio. Além disso, a opinião pública estava total e verdadeiramente do lado dele, especialmente porque ele conseguiu engravidar uma mulher que tinha tentado sem sucesso tratamentos de fertilização in vitro, muitas vezes por anos.
Apesar de tudo isso, ainda era muito estranho como essas mulheres pareciam sair com esses tipos de gravidezes bem avançadas depois de apenas alguns minutos de tratamento. Mais estranho ainda era como suas gestações pareciam durar os 9 meses completos depois. Foi revelado que os fetos estavam completamente formados, mas ficavam numa espécie de estagnação no desenvolvimento até que a marca de 9 meses chegasse e eles finalmente pudessem ser expelidos por suas (compreensivelmente aliviadas) mães. Todos os bebês pareciam saudáveis assim que nasciam, mas essencialmente 9 meses de gravidez por tanto tempo era muito misterioso. Não que as mulheres se importassem com o inconveniente de carregar uma barriga enorme por 9 meses se isso significasse que finalmente se tornariam mães.
A questão de como Eric conseguiu fazer isso ficou ainda mais envolta pelo fato de que nenhuma das mulheres estava disposta a falar sobre o que ele realmente tinha feito nelas. A explicação mais comum era: "Não consigo explicar", ou "é impossível descrever". Algumas até alegaram perda de memória, mas isso não era realmente acreditado, já que todas estavam 100% certas de que nenhuma cirurgia invasiva foi realizada. Isso significava que elas deviam ter sido coagidas a guardar segredo. Isso deu a Eric Chan uma má reputação entre alguns, que suspeitavam que ele estava fazendo algo sinistro com suas pacientes, mas sem nenhuma "vítima", eles tinham que mantenha suas acusações calmas, sob risco de ser processado por difamação.
O que me leva de volta à minha parte da história. As mulheres foram convidadas a enviar uma solicitação para o tratamento dela no escritório dele, numa fazenda reformada no interior. Mas nem todo mundo era aceito. Geralmente, se uma mulher era estéril, ofereciam o tratamento pra ela (por um preço módico, geralmente menos de $1000), mas se a mulher só queria uma silicone barata, ela costumava ser recusada. Dito isso, não parecia haver um padrão claro sobre quem era negado e quem recebia o tratamento estético. Algumas mulheres que se ofereciam pra pagar muito acima da taxa pedida eram recusadas mesmo assim, enquanto outras que nem conseguiam pagar nada tinham seus pedidos atendidos. Parece que Eric Chan tinha critérios extras que não eram divulgados.
Tudo isso me deixou na dúvida se meu pedido daria certo. O dinheiro não era um problema grande, já que eu podia pagar a taxa, e as pessoas que ofereciam mais raramente eram aceitas, mas como eu só queria uma silicone, não achava que minhas chances fossem tão altas. O que me deixou ainda mais surpresa e encantada quando chegou a carta anunciando que eu tinha sido aceita. No começo, mal conseguia conter minha alegria, e tive que me segurar fisicamente pra não pular pelo apartamento gritando de felicidade. Finalmente, a empolgação diminuiu um pouco pra eu poder fazer planos de ir à clínica dele. Eu não tinha contado pra minha mãe nem pra nenhum dos meus amigos que tinha me inscrito, então imaginei que seria uma baita surpresa quando eu entrasse no quarto e mostrasse meus novos peitos!
Foi assim que me vi dirigindo pela entrada do escritório na frente da fazenda dele numa manhã de abril, levemente nublada. O escritório era um prédio branco, plano e quadrado, a uns 30 metros da estrada. próximo do público. Dava pra ver a casa onde ele devia ter morado uns poucos centos de metros mais abaixo na estrada. Tinha mais dois carros estacionados na frente, e eu estava no horário. Assim que saí, aproveitei pra dar uma olhada nos arredores. A própria estrada era de terra, com alguns buracos cheios d'água aqui e ali, que seguiam por um caminho ladeado de árvores até a casa de campo. A paisagem ondulada dos dois lados da estrada cercada era verde e cheia de ovelhas ou vacas de vez em quando. Parecia que alguém ainda cultivava a terra, ou pelo menos usava como pasto pro gado. Além dos sons dos bichos e passarinhos, o lugar era bem tranquilo, longe da correria e do barulho da cidade.
Entrei no escritório e fui recebida pela recepcionista. Dava pra ver que ela tinha uns 30 anos, cabelo castanho-avermelhado (provavelmente pintado) e uma jaqueta roxa por cima do vestido. Olhando mais de perto, vi que era na verdade um vestido de gestante, e a mulher — com o crachá "Carol" — estava imensamente grávida. O vestido se ajustava na barrigona dela, que devia estar segurando pelo menos 2 bebês pelo tamanho.
"Oi! Você deve ser a Emily." Ela disse animada, enquanto digitava no teclado (que estava a centímetros da barriga dela). "O Sr. Chan já vai te receber. Pode ir até a casa agora."
"Ah. Tá bom." Falei, meio confusa tanto com o estado da mulher quanto com a necessidade de ir até a casa de campo. "Achei que o tratamento fosse aqui."
"Não, o Sr. Chan só faz o trabalho dele na casa de campo, bem longe dos olhos do público." Disse Carol, balançando a cabeça.
Fiquei meio preocupada com isso. "Por que isso?" Perguntei.
Ela sorriu de novo. "É melhor ele mesmo explicar."
Eu já ia saindo Quando a curiosidade tomou conta de mim. "Hum, parabéns pelo bebê", falei, apontando pra baixo. "Você não deve estar muito longe, né?"
A recepcionista sorriu. "Na verdade, eu só tô com dois meses." Ela deu umas palmadinhas na barriga. "Achei que nunca ia conseguir ter filhos, por causa do meu câncer há cinco anos, mas o senhor Chan é um verdadeiro fazedor de milagres, e agora tô com dois pequeninos a caminho."
Eu deveria ter sacado, claro. "Então você era paciente dele originalmente?"
"Na verdade, não. Eu só me candidatei pra uma vaga que apareceu." Vi ela corar um pouco. "Mas durante a entrevista... ele me convenceu... a tentar o tratamento dele. Como pode ver, funcionou muito bem."
"Ele deve ser bem charmoso." Respondi. Eu tava começando a ficar cada vez mais curiosa sobre o misterioso senhor Chan. Parecia que ele tinha um efeito danado em muitas mulheres. Me pareceu que ele era muito bom em convencer a galera a experimentar o tratamento dele.
"Ah, você não faz ideia!", exclamou Carol. Ela baixou a voz. "Você tem que tomar cuidado, sabia? Ele consegue te convencer a sair com mais do que você esperava. Percebi que você pediu um dos aumentos de peito dele, tô certa?"
Eu concordei com a cabeça e ela continuou. "Deixa eu adivinhar, só uns tamanhos de sutiã a mais?"
"Isso mesmo." Falei. "Nada de gigantesco nem nada assim." Eu tava segura disso. Não queria parecer uma atriz pornô.
Carol sorriu. "Bom, boa sorte, é tudo que posso dizer." Ela colocou as mãos no peitão dela e apertou a carne. "Você pode repensar quando ele mostrar o tratamento dele..." Achei que Carol agora devia ter pelo menos um F, provavelmente maior.
"Vou levar isso em mente." Falei, tentando não rir. Não tinha chance de eu deixar ele me dar nada maior que um D. Mas não queria ofender. Carol, então segui meus pensamentos. "Posso dirigir até a fazenda?"
Carol balançou a cabeça. "Infelizmente, não. A estrada tem muitos buracos, e são só uns poucos metros de qualquer jeito. Você vai conseguir andar até lá de boa. Voltando, por outro lado, pode ser um pouco mais complicado."
Imaginei que pra Carol com certeza teria sido mais difícil voltar, já que ela estaria carregando a barriga cheia dos filhos dela, além de um par bem maior de peitos, mas isso não seria problema pra mim. Mas era uma manhã bem agradável, então pensei que uma caminhada não seria tão ruim.
Me despedi e saí do prédio em direção à fazenda. O sol da manhã brilhava através da neblina enquanto eu caminhava pela entrada, e o som dos pássaros cantando entre as árvores dava ao lugar uma verdadeira sensação de paz. Tive que admitir pro Sr. Chan — o local de trabalho dele era muito mais gostoso de viver do que meu escritório. Como arquiteto, eu também conseguia apreciar o senso de estilo dele; a casa era um prédio estilo neo-vitoriano, provavelmente grande o suficiente pra uma família enorme viver confortavelmente. Achei que foi construída provavelmente na primeira metade do século 20, mas quase certeza que foi reformada recentemente. Ainda tinha uma pilha de entulho de construção numa vala do outro lado da cerca, o que sugeria que as reformas eram bem recentes.
Eu estava no meio do caminho quando vi uma figura se aproximando saindo entre as cercas vivas na frente da casa. Era uma mulher, de pele clara e cabelo claro, andando de volta na minha direção. Ela era muito gorda, até obesa, pelo jeito que andava, e ela dava passos devagar em minha direção, se segurando nos postes da cerca pra se apoiar, como se tivesse medo de perder o equilíbrio a cada passo. Ela também estava descalça, e Parecia estar usando um jaleco cinza enorme, como se tivesse saído do hospital, apertado em volta da sua cintura avantajada.
"Hum, oi?" falei, me aproximando dela. "Precisa de ajuda?"
Ela só deve ter me notado quando falei, porque pareceu bem assustada com o barulho. A mulher obesa mexeu as mãos numa tentativa inútil de cobrir o corpo. Foi aí que percebi que ela era na verdade muito jovem, e em vez de ser gorda, essa mulher estava apenas muito grávida e tinha o par de peitos mais gigantesco que eu já vi em alguém! Além disso, tinha um rabo bem grande e musculoso, provavelmente, apesar de estar claramente tentando se virar sozinha.
"Oh!" ela exclamou, tentando se cobrir. Tinha um rosto muito bonito e a pele corou visivelmente. "Não, tá tudo bem. Eu só... só... ah, droga." Ela praguejou. "Ainda tô me acostumando a ser tão... tão... GRANDE, só isso."
"Hum... precisa de ajuda pra se levantar?" perguntei, percebendo que tinha ficado olhando. Mal podia acreditar no tamanho dos peitos dela. Deviam ser do tamanho de sacos de lixo de cozinha, descansando naquela barriga enorme. No começo, pensei em gêmeos, mas olhando melhor, trigêmeos parecia bem mais provável. Seja lá o que o Sr. Chan tinha feito com ela, tinha sido eficaz.
A garota balançou a cabeça, fazendo boa parte da carne dos peitos balançar sem controle. "Acho que vou ficar bem, além disso," ela sorriu e enfiou a mão por baixo dos peitos colossais para acariciar a barriga. "Ainda tenho outros 9 meses pra me acostumar a ser tão grande. Melhor começar agora. Não esperava ficar tão grande. Nossa! Isso é realmente algo! E essas tetas!" Ela colocou as mãos de cada lado deles e apertou eles juntos por baixo do vestido. Ela não era muito alta, provavelmente só uns 1,50m. uns 2 metros mais ou menos, e os peitos dela agora eram muito maiores que o tronco. "Devo ser quase a garota mais peituda do mundo agora!"
Mal podia acreditar no que tava ouvindo. "O que você esperava, exatamente?", perguntei, a curiosidade falando mais alto.
"Ah, quando entrei, tudo que eu queria era um pouco mais de peito!", exclamou, ficando ainda mais vermelha. "Quer dizer, tava cansada de ser a 'Alice peito de tábua' o tempo todo, sabe. Mas agora... Pelo amor de Deus!" Ela se apoiou num poste. "Acho que nunca vão me chamar daquele jeito de novo! Nossa! Espera só até meus amigos me verem! Vai ser muito foda!" Enquanto se apoiava no poste, o peito direito dela caiu pro lado, forçando ela a se ajustar de novo. Era óbvio que não tava usando sutiã pra segurar aqueles peitos no lugar. Fiquei imaginando se ela tava pelada por baixo da túnica.
Ainda chocado, perguntei: "Você ganhou esses peitos hoje de manhã?"
"Sim! Em uma hora ou mais, na real." Ela olhou pra mim pela segunda vez em toda a conversa, tendo passado a maior parte do tempo examinando o próprio corpo. Dava pra ver que ela era muito gostosa, cabelo loiro comprido e olhos azuis. Devia ser bem magrinha antes do tratamento. Difícil acreditar que foi na Dra. Chan pedindo os maiores peitos possíveis. "Ei, você também vai fazer o tratamento, né?"
Acenei com a cabeça.
"Bom, você vai ter uma surpresa e tanto, pode crer!" Ela sorriu radiante pra mim. "Acredita que hoje de manhã eu era um A?" Ela olhou pro meu peito. "Parece que você também precisa de um up no departamento dos peitos! Qual tamanho você tá pensando?"
"Hum... um D, acho."
Ela riu alto. "Por que tão pequeno? Acho que você ia ficar uma delícia com um par de peitos gigantes igual os meus!" Ela quase pulava de alegria, e o estado O ânimo dela era muito contagiante. Parecia tão pequena e inocente, uma imagem que contrastava com a presença dos peitos enormes e da barriga, sugerindo uma sexualidade bem ativa.
"E a barriga, então?", perguntei curioso. "Você pediu isso também?"
"Ah, o quê?" Ela balançou a cabeça. "No começo não, mas depois ele me mostrou como me deixaria grande e grávida, e eu não consegui recusar. Além disso," ela apertou os peitos de novo. "Com um par de tetas dessas, os caras pulam em cima de mim. Seria só questão de tempo até eu engravidar de qualquer jeito." Ela sorriu e se afastou da cerca onde estava apoiada, dando alguns passos. "Mas tenho certeza de que estou enorme! Essa barriga parece pesar uma tonelada! Será que ele colocou quantos bebês dentro de mim?" Ela esfregou a barriga distraidamente pelo pano do avental do hospital. "Devem ser uns dois, pelo menos... Será que são meninos ou meninas?..."
Percebi que ela estava falando quase sozinha. Parecia que ela tinha conseguido bem mais do que tinha pedido. Comecei a me sentir meio desconfortável com meu encontro com o Sr. Chan. Embora a garota parecesse mais do que satisfeita com a situação, eu tinha minhas dúvidas. Com certeza não queria acabar assim! Para começar, eu não estava pronta pra ser mãe ainda. Nem namorado eu tinha. E, pra piorar, ser uma mulher grávida não era nada atraente, especialmente por 9 meses. Ficar andando por aí com uma barriga do tamanho daquela garota seria um baita trampo, mesmo sem ter um par de peitos colossal pra carregar por cima — um par que não ia sumir depois dos 9 meses também.
"Bom, boa sorte com a maternidade.", falei, me virando pra ir embora.
"Ah, sim", ela respondeu, meio distraída. "Você vai se divertir, eu prometo! Agora, é melhor eu voltar pro meu carro. Mesmo não tendo certeza se vou conseguir dirigir assim... Bom, acho que ela vai conseguir um namorado que me leve daqui pra frente..."
Ela começou a reboladinha devagar pra trás no caminho, os pés descalços chapinhando na lama. Imaginei que levaria pelo menos uns 10 minutos andando o resto do caminho de volta no estado dela. Decidi garantir que o Sr. Chan soubesse dos limites dele comigo. Não tinha chance de pato que ela voltaria pelo caminho daquele jeito!
Fui até a casa e bati na porta. Pra minha surpresa, ela abriu sozinha, mesmo sem ninguém do outro lado.
"Por favor, entre e vá até a sala de estar" — uma voz mecânica falou de repente num alto-falante em cima do corredor.
Nervoso, entrei. Tirei os sapatos e fui pelo corredor. Tinha uma sala de jantar à esquerda, uma entrada pra cozinha à direita. Passei por um escritório, uma sala de estar e outra porta escrito "banheiro" no caminho até o fim do corredor, onde achei que a sala de estar ficava. Uma escada apareceu à esquerda, mas uma placa na parede indicava que a sala era mais adiante, atrás de um par de portas duplas enormes. Bati.
"Pode entrar" — disse uma voz de trás das portas de madeira. Girei a maçaneta e abri.
A sala estava bem iluminada, com luz do sol entrando pelas janelas enormes que iam do chão ao teto. Tinha estantes nas paredes e arte de bom gosto e estátuas no cômodo. O Sr. Chan estava sentado num sofá individual encostado na metade da parede esquerda, de frente pra um sofá de três lugares no centro da sala. Ele era surpreendentemente jovem, chutei uns 20 ou 30 anos. Tinha cabelo preto curto, pele morena, traços suaves, olhos cor de avelã e sem barba. Também era bem musculoso, de altura média — chutei uns 1,75m e talvez 85 quilos. Tava vestido com uma calça jeans folgada e uma camisa branca de colarinho, sem gravata. e o par superior de botões desabotoados. Ele estava descalço, mas com as pernas cruzadas no sofá. De repente, lembrei de tirar as bombas. Entrei, e sobre o tapete de lã grossa. Era uma delícia entre os dedos depois da caminhada no caminho.
"Você deve ser a Emily.", disse ele, sorrindo para mim. Ele tinha um sotaque leve, embora eu não conseguisse identificar. Era quase inglês, mas com um toque estrangeiro. Parte da Austrália, talvez? Ele parecia do sudeste asiático, possivelmente tailandês ou vietnamita, mas não tinha nenhum traço da língua dele no sotaque. Ele tinha um tablet no colo, que estava obviamente usando antes de eu chegar.
"E você deve ser o misterioso Sr. Chan.", respondi, devolvendo o sorriso. "Estou tão feliz que você concordou em me encontrar."
Ele sorriu de novo e apontou para o outro sofá na frente dele. "Pode me chamar de Eric. Por favor, sente-se. Não precisa de formalidade aqui." Eu estava usando uma saia preta na altura do joelho e uma blusa vermelho-escura. Cruzei uma perna sobre a outra quando me sentei.
"Dei uma olhada no seu pedido e preciso dizer, fiquei... interessado", continuou ele assim que me sentei. "Você não é uma mulher nada feia, Emily. Me surpreendeu que você quisesse meu tratamento. Você é realmente infeliz com seu corpo?"
Eu assenti. "Como expliquei no meu pedido, estou cansada de não ser notada." Comecei a explicar a situação com minhas amigas. "... então pensei que você poderia me ajudar. Sabe, me deixar um pouco maior em cima." Percebi que estava corando.
Eric fez uma pausa longa e me olhou. Notei que ele estava pensando profundamente. "Entendo. Acho que compreendo. Mas você tem certeza absoluta de que é isso que quer? Prefiro não lidar com caprichos de curto prazo, especialmente quando as mudanças são tão... duradouras."
Suspirei. Mal conseguia lembrar, estando seguro de nada. "Estou 110% seguro.", respondi. "Isso é definitivamente o que eu quero."
Eric sorriu. "Muito bem, então. Acho que você seria um candidato ideal. Notei que você quer alguns tamanhos de xícara a mais nos seus peitos. Correto? Posso vê-los?"
Assenti com a cabeça e comecei a tirar a blusa, embora com um certo desconforto. Ele era um completo estranho, afinal, e um muito gostoso por sinal. Fiquei um pouco surpresa com meu nervosismo, na verdade. Não esperava que ele fosse tão bonito. Não que eu estivesse pensando em transar com ele nem nada, mas sempre fico meio nervosa quando caras atraentes me olham. Tirei o sutiã e coloquei ao lado da blusa no sofá, perto de mim.
Eric olhou para meus peitos pequenos, quase nada, mal maiores que picadas de mosquito. Pra ser sincera, mal precisava usar sutiã.
"Bem, acho que podemos dar um jeito nisso.", ele disse, após uma longa pausa. Ele voltou a olhar nos meus olhos. "Mas preciso te avisar, esse tratamento é... pouco ortodoxo. A maioria das mulheres fica muito surpresa quando descobre o que é. Você provavelmente já sabe que não requer cirurgia ou drogas – pelo menos, não do tipo convencional. Mas exige sua participação."
Eu estava mais intrigada agora. "Como funciona? Você nunca explicou para ninguém além dos seus pacientes, e nenhum deles nunca quer falar sobre isso."
Eric deu de ombros. "É melhor manter em segredo, já que poucos acreditariam se fosse explicado. Parece ser mágico por natureza, então nem eu entendo completamente. Mas, resumindo, meu corpo tem um certo poder sobre as mulheres. Um poder que posso liberar para fazer o trabalho que você já viu, com certeza, nas minhas outras pacientes."
Franzi a testa. "Isso quer dizer que você tem superpoderes ou algo assim?" A ideia do homem na minha frente Meu ser um super-herói era meio bobo, mas não tinha dúvida da capacidade dele de conseguir resultados.
O homem me deu um sorriso divertido. "Algo assim. Deixa eu ser direto. A parte mágica de mim tá nas minhas calças."
Eu caí na risada. "Ai, meu Deus! Nunca ouvi essa antes! Você usa essa linha o tempo todo?" Isso foi realmente engraçado, e eu ainda não sabia se devia rir ou sair correndo da sala. Que saco de safadeza! Pensei que ele provavelmente usava algum outro truque com todos os pacientes, ou tava metido em algum tipo de golpe com um monte de cúmplices.
Mas ele não riu. Em vez disso, só sorriu e se levantou. "Bom, vejo que você é bem cética, então vou te dar uma demonstração rápida."
Sim, claro, pensei. Não ia ficar ali vendo ele se masturbar pra mim, fosse qual fosse o truque ou plano dele. "Ahã." falei. "E como você vai fazer? Dizer umas palavras mágicas?"
Ele balançou a cabeça e apontou pra uma porta de um cômodo ao lado. "Vou entrar naquele quartinho e começar. Você só espera aqui e vai sentir os efeitos daqui a pouco. Me dá dois minutos..."
Eu ri de novo. O cara era claramente maluco. Pensei em ir direto pra porta e deixar ele lá. Mas parte de mim tava curiosa pra saber que tipo de truque ele tinha planejado. Afinal, ele tinha conseguido enganar um monte de gente. Talvez fosse um bom show. "Tá bom, então." falei por fim, "mas vou sair pela porta em dois minutos, a menos que você consiga dar algum tipo de prova."
Ele sumiu atrás da porta e eu sentei pra esperar. Isso ia ser bom. Supondo que ele tava cheio de merda, esperei pelo show de luzes ou qualquer outra encenação que ele fosse tentar usar pra me convencer dos "poderes" dele. Mas uns segundos depois, senti um leve formigamento na A virilha. No começo, não dei bola, mas foi ficando cada vez mais desconfortável, até que eu precisei coçar. Me esfregando, fiquei me perguntando se ele tinha uma câmera escondida na sala pra me ver. Será que ele tava batendo uma pra mim naquele momento? O pensamento me deu nojo, então tentei coçar do jeito mais discreto possível.
Uns segundos depois, a coceira voltou. Cocei de novo, mas dessa vez só aliviou um pouquinho. Eu tinha que ficar me coçando a virilha pra aguentar a ponta do desconforto. Isso era meio estranho. Tinha certeza de que tinha colocado uma calcinha limpa de manhã, mas aquilo tava começando a me fazer duvidar. Será que a minha puta dormindo na gaveta de calcinhas deixou um pelo grudado no lado de dentro da minha calcinha?
A coceira continuou piorando. Tava começando a ficar muito desconfortável. Que porra tava acontecendo? Eu já tava me coçando a virilha que nem uma louca, tentando aliviar, mas não tava adiantando. A coceira tava virando uma sensação de queimação, e parecia que tava se espalhando dos meus lábios pra dentro da minha buceta, e também pra fora, em direção à bunda e à pélvis. Soltei um grunhido de irritação. Não era coisa do Sr. Chan? Olhei pro sofá e me perguntei se ele tinha colocado algum irritante no tecido. Isso seria bem a cara dele! Mas aí, como é que teria atravessado o tecido da minha saia e da calcinha? (A calcinha que eu tava usando era bem grossa e pesada também)
Tava ficando rapidamente insuportável. No desespero, enfiei a mão por baixo da minha calcinha e levantei o tecido da minha pele enquanto tentava coçar meus lábios. Pra minha surpresa, tirar a parte da calcinha que tava em contato com a minha pele fez a queimação parar na hora. Mas em outros lugares, onde a calcinha encostava na minha pele, a pele parecia que tava pegando fogo, como se a minha roupa parte interna era de metal quente.
Na hora juntei dois mais dois e, hesitando só um instante, ele enfiou a mão por baixo da minha saia e tirou minha calcinha, jogando-a no chão com desgosto. A queimação parou na hora.
"Jesus, que porra foi essa?" Devo ter dito em voz alta, enquanto abaixava a saia, tentando recuperar a compostura. Tinha sido como se minha pele estivesse sendo queimada. Olhei para baixo, na altura da cintura da saia, nos lugares onde minha calcinha tinha estado, esperando ver marcas de queimadura ou algo que explicasse a dor intensa que eu tinha sentido. Mas não havia nenhum sinal de nada estranho. Passei a mão rápido na pele e não senti nada diferente.
Aquele filho da puta! O que ele tinha feito comigo? Ele devia ter feito alguma coisa na minha calcinha. Estendi a mão e peguei ela do chão, com cuidado, caso alguma coisa nela afetasse a pele dos meus dedos. Mas não senti nada. Foi muito estranho.
Eu estava puta, e peguei minha blusa e abotoei na frente do peito (ignorei meu sutiã, porque mal precisava dele mesmo). Fui até a porta e abri.
Eric estava ali parado na porta, sorrindo satisfeito. Apontei pra ele, furiosa. "Que porra você fez, seu filho da puta?"
"Então sentiu os efeitos, né?", ele disse, parecendo se divertir. "Quer saber mesmo?"
Eu estava prestes a bater nele. "Você fez alguma coisa na minha calcinha! Devia chamar a polícia e mandar prender esse seu cu." Eu estava tremendo de raiva.
Eric balançou a cabeça. "Não, não fiz nada na roupa. Fiz algo em você. Sabe, toda vez que eu tenho uma ereção, é impossível pra qualquer mulher manter a calcinha na minha presença."
"Merda", eu disse. "Você deve ter algum tipo de truque."
"Não é truque", ele disse, e apontou pra minha calcinha no chão. "Agora eu tô mole, por que você não coloca a calcinha de novo?"
"Tá de brincadeira?" Eu falei, incrédula. "Depois do que você fez? Com eles? Não estou tocando. "Não tinha chance de eu fazer aquilo depois daquela sensação de queimação."
"Você vai ficar bem.", ele acrescentou. "Quer saber? Vá lá e coloque, e se sentir a sensação de 'queimação', eu pessoalmente te pago 25 mil. Valeu?"
Eu ia mandar ele se foder, mas a menção ao dinheiro me fez mudar de ideia. Aquela grana não era pouca coisa. Daria pra pagar o aluguel do meu apartamento por pelo menos um ano. "Tá bom, beleza. Mas vou ficar de olho. Entendeu? Quero meu dinheiro hoje, não daqui um mês ou algo assim. E quero em dólar americano." Não queria que ele desse um jeito de escapar com algum truque.
"Combinado.", ele disse calmo. Eu ainda estava meio puto, mas o pensamento na grana inesperada me fez manter a calma.
Me aproximei da calcinha e coloquei por cima das minhas pernas, tomando cuidado pra não dar espetáculo no processo. Esperava o fogo voltar a qualquer momento, enquanto deslizava ela pelas minhas coxas. Pra minha surpresa, não senti nada. Pensei em fingir pra pegar o dinheiro, mas a ideia morreu na hora quando percebi que ele provavelmente era esperto demais pra cair nessa.
Ele deu uma risadinha curta. "Posso considerar que ganhei a aposta?"
Assenti com a cabeça de má vontade. "Tá bom. Mas que porra você fez? Parecia que tava pegando fogo há um minuto."
"Já te falei.", ele respondeu. "Toda vez que eu fico duro, as mulheres não conseguem manter a calcinha ou a calça perto de mim. Isso faz elas sentirem como se estivessem queimando. A questão é que agora não tô mais excitado, então tão seguras."
Ainda não acreditei nele. "Ainda acho que você é um mentiroso do caralho. Então se você ficar duro, quer dizer que não vou conseguir manter minha calcinha no lugar?"
"Isso mesmo.", ele disse. "Quer uma Mais uma demonstração? Mais direto dessa vez?
Eu hesitei. Ele estava prestes a se masturbar na minha frente... mas ele parecia tão confiante. Além disso, ele era muito gostoso. Bem, que mal teria se eu visse um pouco mais do famoso senhor Chan?
"Tá bom. Me mostra." Eu falei. Sentei de novo no sofá e cruzei os braços.
Então, Eric sentou na minha frente e baixou a calça. Tive minha primeira visão do pau dele.
Ai. Meu. Deus.
Mal podia acreditar no que via. Ele era tão grande que parecia que eu nunca tinha visto um antes! Como eu não reparei no volume na calça dele antes? Mole, devia ter pelo menos 12-15 centímetros de comprimento, e facilmente a mesma grossura. Quase como uma lata de Coca-Cola!
"Caralho. Você não é pequeno não!" Eu falei, só pra perceber o quão idiota aquilo soou. Fiquei vermelha, me sentindo bem besta, ele devia ter visto a cara de tonta que eu fiz porque só sorriu e balançou a cabeça.
"Agora olha." Ele disse, enquanto começava a se tocar. A cada movimento, o monstro começava a crescer. Enquanto eu via ele se encher de sangue, senti a coceira voltar. A cada bombeada da mão dele, a coceira piorava.
"Ai, merda!" Eu gritei, agora coçando minha virilha feito uma louca. "Como você tá fazendo isso?"
Eric sorriu enquanto o pau dele continuava aumentando. Agora tava meio duro e já tinha uns 17-20 centímetros. "Eu te falei. Se você quer que a queimação pare, é melhor tirar a calcinha." Ele continuou se masturbando enquanto a queimação começava a ficar insuportável.
"Tá bom, tá bom!" Eu gritei, enfiando a mão por baixo da saia pra tirar a calcinha das minhas malditas partes íntimas, sentindo alívio na hora. "Acredito em você!"
"Beleza." Eric disse, enquanto terminava de se masturbar. Nessa altura, ele tava completamente duro e era um verdadeiro espetáculo. O monstro de pele clara saindo da virilha tinha uns 27-30 centímetros de comprimento e quase tão grosso quanto um rolo de massa. Tinha veias saltadas por todo o comprimento, até a cabeça enorme do tamanho de uma bola de bilhar, pulsando num vermelho furioso. "Então você pode ver uma parte do poder que eu tenho aqui."
Me surpreendi de novo. Sentada ali, sem nenhuma calcinha, na presença daquela coisa enorme, estava começando a me deixar meio tonta. Minha cabeça girava enquanto eu tentava processar o que aquilo significava. Pior ainda, outra leva de imagens passava relâmpago pela minha mente. Eu conseguia me ver ficando muito mais íntima com aquela cobra colossal do que apenas sentada olhando, e aquilo me deixava muito excitada... mas eu balancei a cabeça e tentei pensar com clareza.
"Tá bom. Então você parece ter uma pica mágica. Isso tá claro. Mas fazer as mulheres tirarem a calcinha não é lá uma superpotência. Tem que ter mais nessa história", falei, me recostando e tentando não olhar pra pica dele.
"Não. Tenho outros poderes também. Mas como eu disse, isso requer sua participação pra funcionar."
"Tá, então, mas como você faz os peitos das mulheres crescerem? Só quero uns tamanhos de sutiã a mais."
"É bem simples", ele disse, ainda acariciando a ereção monstruosa. O punho mal conseguia envolver a circunferência. "Meu pau produz esperma diferente de qualquer outro homem na terra. Quando uma mulher consome, os peitos dela incham bem rápido." Ele olhou nos meus olhos. "Pra conseguir o que você quer, você precisa consumir meu esperma."
A percepção me acertou como uma marretada. "Espera, então eu tenho que... beber... seu esperma?" O pensamento ao mesmo tempo me dava nojo e me excitava. Eu nunca tinha dado um boquete em ninguém antes. Na verdade, nunca tinha passado da segunda base com ninguém. Dizer que eu não tinha experiência era um puta eufemismo.
"Correto. Ele disse.
"Então você acabou de se masturbar num pote e dá pros seus pacientes beberem, é isso?" falei, me certificando de que eu tinha entendido.
Mas Eric balançou a cabeça. "Não. Para de funcionar se ficar fora do meu corpo por mais de alguns segundos." Ele apontou pro próprio pau. "Se você quiser o benefício, tem que consumir direto da fonte."
Me senti meio hesitante. "Hmm, não sei se fico confortável em te dar um boquete. Não fazia ideia de que era isso que eu teria que fazer quando apareci." Pra ser sincera, eu não sabia o que esperar quando cheguei, mas com certeza não era isso!
Nesse ponto, eu provavelmente poderia ter desistido, ido embora e nada teria acontecido. Mas eu estava fascinada por aquele pauzão. E quanto mais eu olhava, mais interessada ficava, e, pra minha surpresa, mais tesão começava a sentir.
Ele deu de ombros. "Se é sua escolha, então que seja. Mas preciso te tranquilizar, a maioria das mulheres acha a experiência muito prazerosa." Ele apertou o pau dele de leve. "Além disso, tem outro poder que você tá sentindo enquanto eu falo. Tô certo?"
Eu podia sentir que tava ficando meio molhada lá embaixo. As imagens voltaram na minha cabeça de eu grudada naquele monstro, chupando ele inteiro e sentindo ele contra minhas mãos e minha pele, e... outros lugares... Tentei responder de forma coerente. "Eu... eu nunca fiz algo assim antes... e mal te conheço... a gente não deveria..."
"Tudo bem, então. Vou deixar isso de lado..." Ele começou a subir as calças.
"Não! Espera!" falei, sentindo que tava passando do ponto sem volta. Pra minha surpresa, as palavras saíram com facilidade. "Eric, eu vou. Só... só me dá um minuto."
Eric sorriu e sentou de novo. "Talvez a gente devesse ir pro quarto, então? Me parece que a maioria das mulheres fica mais relaxado aí do que aqui.
Assenti com a cabeça e segui ele pela porta, subindo as escadas. Ele tinha largado a calça na sala, então eu tive uma vista incrível daquele rabo firme e pelado enquanto ele me levava pela casa até o quarto. Quando entramos, ele fechou a porta e se jogou na cama, sentando ereto contra os travesseiros com as pernas esticadas na minha frente.
Eu ia me juntar a ele quando lembrei de algo. "Você vai me dar um sutiã D-Cup, né? Nada daquele tamanho daquela mina que saiu daqui de manhã, certo?"
Ele deu de ombros. "Depende de você. Quanto mais do meu esperma você engolir, mais vai crescer. Mas se quiser continuar bebendo, não vou impedir."
"Quanto eu preciso beber?", perguntei enquanto me sentava na cama ao lado dele, de olho naquele pauzão. De perto, dava pra ver que as bolas dele não eram muito maiores que o normal. Achei que fossem mais tipo toranja de tamanho, meio peludas. O resto do corpo dele era liso, o que mostrava que ele manjava bem de lâmina.
"Posso produzir muito a cada gozada", respondeu o Eric. "Calculo que, por orgasmo, umas 4 taças de sutiã, mais ou menos. Varia de mulher pra mulher, mas essa é a média." Ele fez uma pausa. "Já fez isso antes?"
Balancei a cabeça. "Já vi em porno, mas parece bem fácil."
Ele sorriu. "Não é difícil. Você não precisa ficar com os lábios colados o tempo todo, mas isso vai fazer eu gozar mais rápido."
Me arrastei até onde ele estava e deitei de barriga entre as coxas dele. Minha cara estava a centímetros da virilha dele, e eu sentia o cheiro almiscarado da pele e via cada pulsação do sangue correndo naquele pau poderoso. Nossa, eu tava com um tesão danado naquela hora. Meu coração acelerei com medo e excitação. "Vai demorar muito?", perguntei, olhando no rosto dele.
"Não, não muito.", ele disse e se recostou nos travesseiros, fechando os olhos. "Pode começar quando quiser."
Respirei fundo e estendi a mão até o pau dele. Ai, meu Deus, pensei, sentindo aquela massa grossa e dura na minha mão. Ainda estava duro como pedra! Dava pra sentir o pulso dele através da pele. Experimentalmente, comecei a mover minha mão pra cima e pra baixo, puxando com cuidado. Ele soltou um "mmmmm" suave de aprovação enquanto eu aumentava o ritmo um pouco.
Me levantei nos cotovelos e levei meu rosto até a ponta da rola. A cabeça enorme estava a centímetros do meu rosto e eu via a vara incircuncisa brilhando com uma leve umidade. Dei um último olhar pro rosto do Eric antes de esticar a língua e lamber a pele.
Não sei o que esperava do gosto, mas a sensação nas minhas papilas gustativas com certeza não era aquela. O pau dele tinha um gosto levemente adocicado, quase como mel, mas mais fraco. Decidi naquela hora que gostava do sabor, então lambi um pouco mais, passando a língua por toda a cabeça, descendo até o períneo dele, onde o gosto era mais forte.
"Mmmmmmm!" Me peguei gemendo enquanto saboreava o gosto. Não fazia ideia de como um pau tinha gosto, mas apostava que não era assim! Era quase como lamber um pirulito. Nessa posição, estava bem confortável, então comecei a brincar com a rola, beijando ela no começo, antes de abrir a boca e deslizar meus lábios em volta da cabeça. O gosto era mais doce assim, então enfiei o máximo que consegui na boca (só uns dois centímetros) e comecei a chupar.
"Ah, isso!" Eric grunhiu lá de cima, enquanto eu chupava o pau dele. "Você manda bem! Continua assim! Usa as mãos!" Respondi com um grunhido baixo, ainda com o pau dele na boca, e comecei a trabalhar minha mão cada vez mais rápido pra cima e pra baixo no pau dele. Agarrei com mais força, sentindo a pulsação a cada batida.
Ele chupou meu pirulito por um minuto ou mais, saboreando o gosto da pele dele enquanto ele começava a tremer e vibrar. Achei que isso significava que ele tava perto de gozar, então peguei mais forte e comecei a bombar ainda mais rápido. Meu braço tava começando a arder de tanto esforço pra subir e descer naquele pau enorme, então troquei de braço, trabalhando com ele, enquanto a mão direita dessa vez acariciava as bolas dele com a outra mão.
Conseguia sentir os testículos dele começando a se agitar enquanto ele gemia ainda mais alto por cima de mim.
"Emily, tô quase gozando! Se prepara!" Ele gemeu entre os dentes. Tirei um pouco o pau dele da boca e coloquei meus lábios bem na ponta, porque não queria perder uma única gota da minha boca. Meu coração batia forte enquanto imaginava qual seria o gosto da semente dele. Se eu conhecia alguma coisa sobre o pau dele, então não teria problema nenhum em chupar cada gota.
De repente, o pênis dele se contraiu e um instante depois senti um jorro grande e quente de esperma saindo da ponta da vara dele, batendo com força na minha língua. O sêmen dele era como mel quente, o que eu quase esperava, mas o que não esperava era o que aconteceria quando batesse na minha língua. Tremeu como se eu tivesse acabado de colocar pó no fundo de um pacote de balas azedinhas na boca. Era elétrico, e a sensação dançou nas minhas papilas gustativas.
"MMMMMMMMM!" Gemi enquanto ele tinha um espasmo na minha boca esperando, a sensação elétrica sacudindo minha língua e garganta. Não parecia com nenhuma comida que eu já tinha provado, como se o puro prazer estivesse sendo injetado na minha boca descendo pela minha garganta. Mas eu tava prestes a ter outra surpresa. Quando desceu pro meu estômago, a sensação elétrica se espalhou pelo meu corpo, mas em vez de enfraquecer, ela intensificou a cada gota que entrava na minha garganta. Senti uma onda de tesão sacudir minha língua e se espalhar pelo meu corpo, como se uma onda orgásmica se propagasse do pau do Eric direto até a ponta dos meus dedos do pé.
Eu gozei naquele momento, e quase desmaiei.
Por sorte, o Eric segurava minha cabeça e a mantinha na posição sobre o pau dele enquanto meu corpo começava a tremer de prazer orgásmico. Eu mal sabia o que estava fazendo enquanto mais e mais da semente dele jorrava na minha boca, mantendo a onda de prazer rolando sem parar. Tudo que eu sabia naquele momento era que eu não queria mais tirar o pau da minha boca. Meu mundo inteiro se resumiu ao meu corpo e ao pinto enorme dele. Eu apertei mais forte e aspirei com avidez mais do esperma dele no buraco o mais rápido que ele conseguia produzir. Ao mesmo tempo, a parte de baixo do meu corpo se contorcia e minha buceta jorrava umidade. Eu sentia vagamente minha saia ficando molhada com a umidade da minha entreperna (e provavelmente a cama debaixo também).
Não sei quanto tempo passou enquanto ele bombeava a carga dele na minha garganta, mas no final senti o fluxo diminuir, mesmo que meu orgasmo estivesse longe de acabar. Apesar do pau dele ter secado, eu ainda sentia o esperma dele escorrendo pela minha boca até o estômago, mandando faíscas pelo meu corpo a cada segundo que passava.
Mas eu não soltava o pau dele. Continuei chupando, na esperança de extrair até a última gota daquele esperma que dava vida, enquanto outro orgasmo sacudia meu corpo. Quando finalmente acabou, dei uma última lambida no pau dele, antes de ele pegar minha cabeça e eu desabar no colo dele, com o pau dele encostado no meu nariz.
"Ai, meu Deus!" Consegui ofegar, depois de alguns segundos arfando. Minha entreperna estava encharcada e meu coração batia forte enquanto sentia o último resquício de eletricidade sumir dentro da minha barriga. "Isso foi incrível! O gosto do seu esperma... ...... como...... "Eu estava completamente sem palavras. 'Não consigo explicar!'"
Eric também ofegava, mas ele acariciava meu cabelo e apertou meu ombro.
"Isso foi maravilhoso. Obrigado." Ele fez uma pausa. "Mas agora vem a parte divertida!"
"O que é isso?", perguntei, tentando entender o que poderia ser mais divertido do que o que acabáramos de fazer. Naquele momento, eu achava que não existia atividade na terra que pudesse se igualar à sensação que ele acabara de me dar. A perspectiva de algo ainda mais incrível era quase demais.
"Agora você vai pegar o que veio buscar.", ele disse, sorrindo. Naquele instante, lembrei do que tinha vindo buscar e comecei a ficar excitada de novo.
Então eu senti.
Como um calor abafado, crescendo devagar no meu peito, senti minha pele começar a apertar, como se alguém estivesse puxando em direções diferentes. Aí o orgasmo me atingiu de novo, e quase desmaiei. Se eu pensei que o orgasmo anterior era poderoso, não era nada comparado a este. E foi ALTO! Enquanto crescia, eu ouvia na minha cabeça — um rugido poderoso, como um motor de avião decolando, estourando meus tímpanos. Senti meu corpo e meus sucos vaginais começarem a fluir enquanto o orgasmo continuava aumentando.
"Aiiiiiiii Meeeeeuuuuuu Deeeeeeeussssss!" Eu gemi, mordendo meus lábios enquanto o prazer me dominava, como se eu estivesse entre os trilhos de uma ferrovia enquanto um trem passava por cima de mim. E para completar, senti meus peitos começarem a crescer.
Mal conseguia pensar direito, mas no instante em que consegui olhar para baixo, vi os dois montinhos do que tinham sido meus peitinhos pequenos se elevando como dois pães de peito. Rasguei minha blusa e joguei para o lado. Foi até bom que eu não estava usando sutiã.
"Siimmmmmmm!!" Eu consegui Reclamar do tornado dentro do meu corpo. Eu tinha certeza de que, nesse ponto, minha buceta estava jorrando gozo sem parar num ritmo frenético. Meu corpo inteiro tremia de prazer e eu soltei um gritinho agudo quando o trem de carga finalmente parou do meu lado e foi se afastando.
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