Primeiro de tudo, tudo que conto nesse post aconteceu de verdade comigo, é real, não é imaginado nem inventado, vivi na pele e curti, óbvio, hehe. Nunca pensei que minha história ia ter uma recepção tão boa, agradeço a todos que leram, comentaram e pelos pontos recebidos.
Fazendo um resumão dessa história de incesto com minha irmã, tudo começou de um jeito gradual. A gente já dormia junto há um tempão, e com o tempo foi ficando cada vez mais colado. No começo, ela dormia de pijama, depois de shorts, até que começou a dormir só de calcinha. A partir daí, eu comecei a me esfregar nela e o que tinha que acontecer, aconteceu. Tudo isso eu contei com mais detalhes no meu primeiro post.

Depois do nosso primeiro encontro naquela noite em que gozamos tanto, no dia seguinte, ela não me disse nada. Nem uma reclamação, nem um insulto, nem uma indireta, agia como se nada tivesse acontecido.
Pra mim não foi fácil, fica aquele sentimento desagradável, tipo arrependimento misturado com prazer pelo que rolou, é muito confuso. O bom foi que ela não contou pra ninguém, e aí aquele medo de pensar no que aconteceria se ela contasse pros seus pais foi embora. Quem já passou pela minha situação vai me entender.
Naqueles dias depois do que aconteceu entre a gente, minha irmã comprou várias calcinhas tipo fio dental, brancas, algumas de tecido simples e outras com rendinha.
Também rosa, de um tecido bem macio. Vou deixar umas fotos mais ou menos parecidas com as calcinhas que eu usava. Uma favorita que eu adorava era rosa com rendinha, estampa de florzinhas, meia arrastão daquelas que amarram dos lados, muito lindas.
Na noite seguinte, me lembro que me deitei primeiro, apaguei a luz, e daqui a pouco minha irmã entrou, fechou a porta, e começou a se despir, estava com um shortinho, e uma regata sem sutiã.
Claro, eu fingia que tava dormindo, e minha respiração começou a acelerar. Eu ouvia ela tirando os tênis e o short, deitou de calcinha, era branca, tipo fio dental.
Ela sentou na cama e ficou de costas pra mim. Esperei uns minutos e comecei com minha grande investida. Lá dentro, eu pensava: é mais que óbvio. Ela não disse nada, nem me olhou feio. No fim das contas, se não quisesse saber de mais nada, teria optado por vestir o pijama.
Mas não, ela tava com uma calcinha nova, virou de costas pra mim, não pensei duas vezes… encostei ela na hora, e dessa vez, me despi, e encostei ela do meu jeito, bem em cima da bunda dela, sentindo a maciez do tecido da calcinha com meu pau bem duro, junto com o calor da bunda dela, e sentindo bem a racha dela com meu pau, enquanto com a mão eu apertava bem a bunda e as pernas dela na parte de cima, de vez em quando passava a mão na buceta dela, e apertava ela bem contra mim, pra ela empurrar a bundinha dela na minha direção, tava saboreando cada segundo, quando de repente ela sozinha virou de bruços, e eu subi por cima dela, dessa vez foi diferente, fui mais devagar que da primeira vez, olhei bem pra bunda dela, com a calcinha ainda no lugar, levantei um pouco a camiseta dela, pra deixar ela o mais nua possível.
Depois apoiei meu pau na bunda deliciosa dela, dura, firme, só separava aquele rabo o tecido da calcinha, enquanto eu encostava, pensava nisso, e mais me excitava, uma ereção completaço, e ela começou a se mexer, então eu peguei, puxei a calcinha dela pro lado, e comecei a enfiar devagar na pussy gostosa dela dessa vez, comecei com estocadas pequenas, e ela empurrava o quadril pra cima e depois pra baixo, e isso me deixava ainda mais tesudo, enquanto com a mão direita eu acariciava o ombro dela, e com a mão esquerda, tocava a bunda dela pelos lados.
Mientras le tenía mi pija en su concha, sentía como se calentaba cada vez más, y su concha se llenaba de sus jugos para lubricarla, esta vez fue mejor, ya nos coordinábamos mas para que en cada bombeada gozáramos mas, no nos hablábamos nada, solo eran jadeos de placer, suspiros profundos, nuestros cuerpos sudorosos moviéndose, y lo mejor que dure más minutos que nuestra primera vez, cuando acabe fue lo bueno, me invadía una acabada tan intensa, que se la pechaba hasta el fondo, se quejaba un poco de placer ella, y empujaba más su cadera hacia mí, para que le llenara de leche su concha, y sucedía, se la inundaba, esa vez manchamos más las sabanas, se sentía como estaba llena de mi leche mi hermana, me quede un rato arriba de ella, para dejarle hasta la última gota adentro, hasta que sentí que se relajó, y ahí me salí.
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Luego me hice el dormido, y ella también, al rato de la misma cama tanteo el pantalón corto y se limpió mi leche que le escurría por entre sus piernas.
No dia seguinte, eu mesmo lavei os lençóis, e ela lavou o short.Depois, nos dias seguintes, continuamos fazendo do mesmo jeito, nunca trocamos uma palavra, no outro dia nos tratávamos como se nada tivesse acontecido. Minha irmã, enquanto isso, comprava mais conjuntos de calcinha, já começou com vermelho, azul claro, sempre do tipo fio dental.
Muita gente deve se perguntar como eu fazia pra não engravidar ela, bom, essa dúvida eu respondo no meu privado pra quem quiser saber. Com o passar dos dias, a gente continuava transando, sempre do mesmo jeito, eu encostava nela, ela ficava de bruços, e eu comia ela do meu jeito, e ela adorava.
Tinha dias que ela não queria, quando não queria, ela dormia de pijama, e aí eu já sabia que naquela noite não rolava, e dormia tranquilo.
Quando queria uma boa fodida, ela dormia de calcinha e virava de costas pra mim. Outra coisa que descobri e comecei a fazer foi gozar sem soltar esperma, porque fazia uma sujeira danada quando eu gozava dentro dela, então um dia eu me propus a gozar sem soltar porra.
E aí eu conseguia, hoje em dia não faço mais, porque não tem mais sentido, mas naquela época comecei a fazer isso, muitos homens passam pelo mesmo que eu, de conseguir gozar sem ejacular quando quiser. Tinha dias que eu comia ela duas vezes, se o tesão fosse muito grande, eu macetava ela três vezes, sempre do mesmo jeito, ela de bruços e eu por cima, às vezes tirava a calcinha dela completamente e quando terminávamos de transar, ela vestia de novo, e eu dava uns tapinhas suaves, tipo dizendo, valeu irmã por dar pra mim e manter isso em absoluto segredo.
Lembro que eu me esbaldava bem com a bunda dela, por cima da calcinha, por baixo do tecido da calcinha, deixava ela toda melada com o próprio suco da minha pica, até que um dia, resolvi meter na bunda dela. Fizemos todo o processo conhecido, ela virou de costas, eu acariciei e apoiei bem minha pica na bunda linda dela, mas em vez de enfiar na buceta dela, peguei minha pica e coloquei no buraquinho do cuzinho dela. Custei a achar, fui enfiando devagar, dessa vez ela não se mexeu, parecia que tava custando a entrar, então mandei só a pontinha, pra que, conforme fosse entrando, minha própria pica fosse lubrificando com o lubrificante natural dela.
Isso em mim sai em abundância, não sei se todo mundo passa pelo mesmo. Fui bombeando devagarzinho, até enfiar mais um pouquinho. Ela reclamou um pouco, mas também começou a se mexer aos poucos e entrou bastante, bem apertadinho, mas ela tava gozando, que era a ideia, porque sexo é disso que se trata, do prazer ser mútuo.
Depois de um tempo que se lubrificou bem e já se mexia mais, enfiei meu pau até o fundo e comecei a meter um pouco mais forte até explodir numa gozada daquelas que quase te faz perder os sentidos. Muito gostosa a bunda dela, era a primeira vez que eu comia a bunda de uma mulher e era minha irmã. Depois, claro, enchi a bundinha dela com minha porra, fiz de propósito, claro, mas também sujei pra caralho os lençóis, ha.

Depois daquela experiência de comer ela pelo cuzinho, eu alternava: metia na buceta dela ou no cuzinho, usando a técnica de gozar sem ejacular. A gente ficou transando por quase dois anos, isso sim, nunca nos beijamos nem trocamos uma palavra, também nunca toquei nos peitos dela, e olha que eles eram bem bonitinhos, nem grandes nem pequenos.
Só era chegar a noite: se ela dormia de calcinha, tinha buceta ou cuzinho e prazer.
Tentei resumir ao máximo meu post, pra não ficar longo e chato e evitar os típicos "não li porra nenhuma", kkk. Por favor, todo mundo que já teve uma experiência parecida com a minha, em maior ou menor grau, se anima a contar.
As fotos são só ilustrativas.
41 comentários - Incesto real com minha irmã, parte 2
Yo le creo.. 😛
esto pasó hace muchooo y siguio y siguio, luego ella se junto con un vago y se caso.
me acuerdo que lo haciamos en la pileta grande en verano o en la cama de nuestra habitacion.
tu experiencia muy buena y facil.. ella se presto a este juego..
lo mio fue distinto.. fueron salidas, pero con una prima hermana, ella estaba muy hot.. ademas de chicos, habia algo especial.. nos besabamos y acariciabamos, nuestras partes intimas...
obvio.. por eso en nuestrea adolescencia... siempre nos gustamos y lo hicimos, cogimos poco pero era fuego puro, pero solo fueron tres encuentros, momentos inolvidables, pero lo repito... era con mi prima...
me quedo sorprendido.. con una hermana es mas complicado.. pero si en la vida se da es por algo que las cosas pasan en la vida..
me gusto mucho, como lo resumiste y explicaste...
un saludo desde cordoba argentina...
VIVA EL PAPO Y LA PINCHILA, QUE MIERDA.....