Todo mundo estava satisfeito. Depois de um tempo, pediram algo pra comer e beber e se sentaram na outra sala. Os homens ficaram nus e ela vestiu a calcinha fio dental de novo. A conversa foi super agradável, como se fossem amigos de infância, e não uma puta atendendo clientes. Fizeram ela se sentir bem e acolhida. Eram homens muito educados e legais.
Quando terminaram de jantar, colocaram música e começaram a beber champanhe. O álcool batia forte nela porque não tava acostumada, mas naquela noite se sentiu segura entre aquelas pessoas. O moreno a chamou pra dançar. Era bem estranho dançar quase nua com um homem totalmente nu, num tapete fofinho e na penumbra de um quarto de hotel. Além disso, o álcool já tava fazendo efeito e ela ria sem motivo nenhum.
Dançaram umas duas músicas até ela sentir que a vara do moreno começava a reagir contra o corpo dela. Na hora, o homem passou ela pro loiro, que mostrou ser um dançarino melhor, embora depois de alguns minutos também ficou claro que o pau dele queria outra coisa além de dança. Por último, foi a vez do homem mais velho, que também a conduziu suavemente e logo ficou duro igual aos companheiros mais novos. Em cada oportunidade, diziam como ela era gostosa e como deixava eles com tesão, o que era verdade e dava pra perceber. E ainda deixava ela com tesão também.
Por fim, o velho pediu pra ela chupar ele, coisa que ela fez na hora. Ajoelhou no tapete e começou o boquete. O pau terminou de endurecer na boca dela, enquanto ela brincava com aquelas bolas que a deixavam subjugada. Percebia como elas endureciam no contato com a mão dela. Imaginou como iam se enchendo de porra e isso a excitava ainda mais.
O velho ajoelhou na frente dela e a deitou no tapete, fazendo ela ficar de lado, e ocupou a bunda dela. Assim, fez ela levantar uma perna e a penetrou devagar. Segurando pelos ombros, se impulsionou pra possuir ela por completo e depois dedicou a bombá-la enquanto brincava com os peitos dela. Ficou assim por um bom tempo até que finalmente se esvaziou dentro dela gritando de prazer. Ela, enquanto isso, brincava com as bolas dele, aumentando o prazer do macho. Quando o pau dele amoleceu, ele virou e ficou deitado de barriga pra cima no tapete, ofegante pra se recuperar. Sem esperar, o loiro levantou ela do chão e, colocando-a de joelhos no sofá, se acomodou atrás dela e montou. Nessa posição, ela sentia aquele pau entrando e saindo completamente, sem nenhuma resistência. Depois de um tempo, ele desmontou e levou ela de volta pro quarto, fazendo com que ela subisse na cama e ficasse de quatro, pra penetrá-la de novo, enquanto o velho brincava com os peitos dela e o moreno se posicionou de um jeito que ficou fácil chupar o pau dela enquanto ela era penetrada.
O tratamento que ela tava recebendo fez com que ela começasse a gozar antes dos machos, e quando o loiro encheu ela por completo, um orgasmo se juntou ao outro. Por fim, o moreno gozou copiosamente, obrigando ela a engolir porra como nunca tinha feito. Finalmente, todos caíram na cama e dormiram assim, espalhados.
Quando Carina acordou, viu que só o moreno ainda tava dormindo. Os outros não estavam. Ela foi até o banheiro se lavar e tirar as manchas de sêmen que a lambuzavam, e voltou pra cama. Dormindo, ele mostrava uma ereção daquelas, e ela não conseguiu evitar acariciá-lo e começar a masturbá-lo, até fazer com que ele acordasse.
— E seus amigos? — ela disse suavemente.
— Tinham uma reunião cedo, então já foram — disse o macho, colocando as mãos atrás da nuca e deixando que a mulher continuasse a masturbá-lo.
— Bom, eu também daqui a pouco vou ter que ir — ela disse com pena.
— Ainda não — ele disse, virando-se e começando a beijá-la ternamente, e ela respondeu totalmente conquistada pela ternura e suavidade do homem.
Eles se beijaram por um bom tempo, até que ela se viu totalmente excitada e desejando ser possuída. Tentou de fazer o macho se posicionar, mas ele a virou para começar a beijar suas costas e descendo até chegar na bunda e na buceta dela, percorrendo tudo com a língua, sensação que ela adorou, arqueando as costas e abrindo as pernas pra facilitar o serviço. A língua do macho a possuía e a enlouquecia como nunca antes tinha acontecido.
O marido dela nunca tinha feito isso. A inexperiência dela não percebeu que um dedo do moreno começou a brincar com o cu dela, penetrando graças à saliva da boca. Ela só curtia o tratamento. Depois foram dois dedos que a penetravam e se mexiam dentro do cu dela, fazendo ela gozar igual uma louca. Enquanto a língua entrava e saía da buceta dela. Não conseguia acreditar no que tava sentindo. Em questão de minutos teve outro orgasmo inesperado. Nunca pensou que podia gozar daquele jeito sem ser penetrada. E que gostasse tanto. Enquanto ela gozava, o moreno a colocou de lado e, se aproximando, esfregou o pau na buceta dela, molhando ele todo com os líquidos dela. E depois, levantando uma perna dela, começou a pressionar contra o corpo dela. Carina, nos espasmos do orgasmo, não percebeu o que tava rolando. Quando a cabeça daquele pau poderoso atravessou o esfíncter dela, ela se assustou, mas a sensação de plenitude e a dor a imobilizaram.
— O que você tá fazendo? — perguntou assustada
— Shhh, calma que isso vai ser muito gostoso. Te juro. Vou ser tão suave que você vai curtir igual uma doida, deixa eu fazer, por favor — ele suplicou.
Ela, com aquela ternura, ficou parada, e percebeu como, aos poucos, a cada investida, devagar, aquele pau ia tomando conta do cu dela. Não conseguia acreditar que tava sendo enculada. Nunca tinha feito aquilo, e embora doesse um pouco, tinha que admitir que não era tão ruim assim. Que dava pra aguentar. A mão dela foi até entre as pernas e encontrou a ferramenta do macho, vendo que só metade tava guardada no estojo traseiro dela, e mesmo assim se sentia tão cheia. Percebeu como o macho se tirava uns centímetros pra depois empurrar de novo, e aos poucos a pica ia sumindo dentro do corpo dela. E o mais incrível era aquele orgasmo subindo pelo corpo dela, incontrolável. Quando passou por cima dela, ela se agarrou desesperada nas bolas do macho, e essa reação fez o moreno perder o controle, avançou e empalou ela por completo, fazendo o prazer do clímax se misturar com a dor da sodomização, aumentando ainda mais o prazer e o orgasmo dela. Os berros deviam estar chegando na rua, pensou ela entre nuvens, quase inconsciente, e sentiu a mão do macho tapando a boca dela pra abafar os gritos, enquanto ele começava a meter devagar.
— Tava com uma puta vontade de arrebentar teu cu, gata, mas queria isso só pra mim, por isso esperei eles irem embora — disse o moreno enquanto agora metia selvagemente.
— Me dá mais!!!! Me dá mais!!!! — conseguiu falar Carina, totalmente dominada.
— Não tem mais, putinha, entrei até os ovos. Comeu todo o meu pedaço, gostosa — dizia o macho, totalmente descontrolado, e com essas expressões vulgares aumentava a excitação da mulher.
— E agora vou regar bem tua barriga, putinha, tomaaaa — gritou, enfiando até o fundo e começando a gozar, com um líquido quente que ela sentiu no fundo do cu. Ele urrava de desespero e tesão, e ela quase desmaiou de prazer. Finalmente, a pressão afrouxou e os dois corpos ficaram parados.
Depois de um tempo, o moreno foi tirando a ferramenta dele, que saiu acompanhada de jatos de porra, e se levantando, foi pro banheiro. Carina ficou deitada e voltou a dormir de cansaço.
Pouco depois, um homem bem vestido acordou ela.
— Bom, senhora, tenho que ir. Seu dinheiro tá na mesinha, e agradeço muito pelo seu trabalho.
Carina acordando, olhou pra ele.
— Na verdade, quem devia agradecer sou eu. Descobri coisas incríveis que não conhecia — disse sorrindo.
O moreno se aproximou e beijou ela na boca.
— Na próxima vez vai ser mais. Interessante, porque você vai ficar mais treinada. Vou nessa, tão me esperando. Toma seu tempo, ele disse e, virando-se, saiu do quarto.
…....
Quando saiu do hotel, reconheceu o carro do Ernesto, que estava esperando por ela.
- Sobe, gostosa, ele disse abrindo a porta, que seu marido tá te esperando.
- Obrigada, ela respondeu, séria.
- E aí? Curtiu? Te trataram bem?
- Sim, senhor. Gente muito boa, mas não é minha praia, ela disse, se justificando, sem saber que Ernesto sabia de tudo que tinha rolado.
Viajaram em silêncio até a casa da Carina. Quando chegaram, desceram do carro e entraram na casa.
De repente, Carina lembrou da promessa do Ernesto.
- O senhor me prometeu algo se seus clientes ficassem satisfeitos.
- Nossa, você tem boa memória pra dinheiro, qualidade importante pra uma escort de primeira, ele disse, sorrindo.
- Não sou isso que o senhor tá falando, ela respondeu, irritada.
- É uma pena, porque você podia ganhar uma grana preta. Você é um sucesso de verdade.
- Não me interessa.
- Bom, vamos ver. Aqui na mesa tem os 1000 que prometi. E seu marido tá no quarto, são e salvo. Agora, imagino que você queira tomar um banho antes de ver ele, né?
- Sim, acho que é melhor, Carina admitiu.
- Claro, ele não vai gostar de sentir esse cheiro de macho em você. Carina teve que concordar que era verdade. Os cheiros de sexo eram inconfundíveis.
- É, vou tomar um banho, ela disse.
- Perfeito. E então aqui tem mais 1000 dólares que dizem que você vai tomar banho com um dos meus seguranças. Você decide, ele disse, sorrindo, e colocou o dinheiro do lado do outro maço.
Carina olhou pras notas e pro Ernesto. Era uma armadilha, mas já não tinha nada a perder, e fazer 5000 dólares numa noite era um resultado interessante pra uma situação forçada.
Sem falar nada, foi em direção ao banheiro. Quando chegou na porta, se virou.
- Manda ele, ela disse e entrou.
Ernesto estava satisfeito. Tinha conseguido uma peça nova pro seu acervo, e que ia render uma boa grana. dinheiro. Chamou o segurança que estava de plantão na porta do quarto, um negão de quase dois metros de altura, e rapidamente explicou em voz baixa o que ele tinha que fazer. Os olhos do cara brilharam e ele entrou no banheiro na mesma hora.
Ernesto foi para o quarto. Entrou e lá estava Roberto fingindo que dormia. O DVD estava na caixa, mas o homem sabia que ele não tinha resistido à tentação de assistir e devia estar acabado. O mundo dele tinha desabado.
— Bom, meus homens já foram buscar sua mulher, então daqui a uma hora ela vai estar aqui com você como se nada tivesse acontecido. É uma pena que você não tenha visto o filme, mas vou ter que levar ele. Não posso deixar nada que comprometa meus clientes — disse ele, pegando o estojo.
— Mal posso esperar isso acabar — conseguiu dizer Roberto, sem se mexer da cama. Ernesto saiu, deixando ele sozinho.
Carina entrou no banheiro e rapidamente se despiu e abriu o chuveiro. Quando a água ficou morna, entrou debaixo e começou a se ensaboar. A porta abriu e fechou, e através do box ela percebeu que alguém estava se despindo lá fora. Ela se virou e continuou com o banho. O box abriu e fechou, e duas mãos grandes tomaram posse dos peitos dela, começando a apalpar. Carina deixou ele fazer. Uma boca carnuda começou a beijar seu pescoço e seus ombros, e ela fechou os olhos. Quando duas mãos poderosas a forçaram a se virar, ela se deparou com um corpo preto como carvão, fibroso, trabalhado, e que a cabeça dela mal chegava no meio do peito. Teve que se inclinar para ver o rosto daquele garanhão. Quando fez isso, a boca do negão se apossou da dela, enquanto a abraçava.
Nas mãos daquela montanha, ela se sentiu um brinquedo. Nunca tinha sentido aquilo. Ela não era exatamente pequena com seu um metro e setenta e cinco, mas ao lado daquele homem se sentia uma menininha. Quando ele a abraçou e beijou, o mais impressionante foi a dureza que bateu contra sua barriga. Ela estava encostada na vertical e era impressionante o comprimento, a grossura. e sua dureza. Surpresa, ela se separou e apalpou com a mão pra confirmar que era tudo aquilo que parecia.
- Cê gostou, né? Vai ter ela toda. Você é meu prêmio por ter cuidado do seu maridinho a noite inteira. E sem dizer mais nada, ele a levantou no ar, apoiando ela contra os azulejos do banheiro, com o corpo dele separou as pernas da mulher e se acomodou.
- Aponta um pouco e depois eu cuido do resto, falou o negão. Ela, pendurada daquele jeito, procurou a ponta da piroca e encaixou na entrada da sua gruta. Quando a ponta tava no lugar, o negão simplesmente foi deixando ela descer, pra que ela se enfiasse sozinha. A sensação foi maravilhosa pros dois. Carina nunca tinha sido comida em pé daquele jeito, e quando o macho, segurando ela pela cintura, começou a levantar e abaixar o corpo dela como se tivesse fazendo uma punheta com a buceta dela, ela ficou louca, envolveu ele com as pernas e, apesar da noite cheia de putaria, chegou perto do orgasmo de novo.
Quando sentiu que o negão tava gozando dentro do corpo dela, ela gozou junto também. Gemeram juntos de prazer. Mas o melhor ainda tava por vir. O negão terminou de gozar e saiu do corpo dela. Baixou ela no chão. Virou ela de costas e levantou ela de novo, fazendo com que ela se segurasse nas torneiras do chuveiro com as mãos, e enfiou de novo até o fundo. Mesmo depois de ter gozado gostoso, a piroca dele não tinha amolecido. E assim, naquela posição, pendurada nas torneiras e com as pernas no ar enrolando os rins do macho, enfiada pela melhor piroca que ela já tinha visto na vida, continuaram por um bom tempo até que o negão baixou ela no chão e, fazendo ela se ajoelhar, deu a piroca pra ela chupar, pra depois de um bom tempo, esvaziar na boca dela, obrigando ela a engolir toda aquela porra grumosa e grossa.
- Obrigado, senhora, foi tudo que ele disse. Saiu, se secou, se vestiu e deixou ela sozinha. Carina terminou de se lavar, deixou o sêmen do macho escorrer pra fora do corpo dela, se secou e se vestiu de novo com a mesma roupa. roupa para que o marido não desconfiasse.
Ao sair, Ernesto a esperava na sala. Ele se aproximou da mesa e pegou o dinheiro, que colocou na bolsa dela, junto com o que ela já tinha recebido dos clientes.
— Então, Carina, nosso trato acabou, mas curti teu estilo. Ia gostar de contar contigo em outras oportunidades — disse ele, sorrindo.
— Nem sonha, não sou uma puta.
— Não, você é uma escort de alto nível. Pra cada trampo que fizer pra mim, te garanto 4 mil dólares. O que acha? — perguntou.
Os olhos de Carina brilharam. Grana e sexo sem limites eram duas coisas irresistíveis. Ela olhou pra Ernesto e percebeu que o cara notou o interesse dela.
— Seria uma vez por semana, no máximo. E sempre com senhores de respeito, que você pode arrancar algo mais se for esperta — disse ele, dando a entender que sabia do acordo que ela tinha feito.
— Não posso sair de noite à vontade — respondeu ela.
— De tarde também rolam encontros interessantes — completou Ernesto. — Na real, muitos caras casados preferem, porque de noite têm que estar em casa.
Ela foi até a mesa da sala, pegou um papel e uma caneta e rabiscou rapidamente.
— Esse é meu celular — disse, entregando a Ernesto.
— Boa escolha, senhora. Vamos fazer bons negócios e nos divertir no caminho — e, dando um beijo na bochecha dela, chamou os homens dele e saiu de casa.
Carina respirou fundo e foi pro quarto. Com que cara encararia o marido? Não pelo que tinha feito, mas pelo jeito que tinha curtido como uma verdadeira vagabunda. E ainda por cima não tinha ficado satisfeita. Queria mais.
Ela entrou, e o marido, ao vê-la, se levantou.
— Querido... — começou a dizer, mas Roberto a interrompeu.
— Essa noite não aconteceu. Nunca vamos falar disso, e nossa vida segue como sempre. Por favor. Foi algo que não buscamos, então não temos por que lembrar.
Carina concordou e abraçou ele. Quando fez isso, o marido começou a chorar em silêncio. Por um minuto, Carina sentiu pena dele. Só por um minuto.
Quando terminaram de jantar, colocaram música e começaram a beber champanhe. O álcool batia forte nela porque não tava acostumada, mas naquela noite se sentiu segura entre aquelas pessoas. O moreno a chamou pra dançar. Era bem estranho dançar quase nua com um homem totalmente nu, num tapete fofinho e na penumbra de um quarto de hotel. Além disso, o álcool já tava fazendo efeito e ela ria sem motivo nenhum.
Dançaram umas duas músicas até ela sentir que a vara do moreno começava a reagir contra o corpo dela. Na hora, o homem passou ela pro loiro, que mostrou ser um dançarino melhor, embora depois de alguns minutos também ficou claro que o pau dele queria outra coisa além de dança. Por último, foi a vez do homem mais velho, que também a conduziu suavemente e logo ficou duro igual aos companheiros mais novos. Em cada oportunidade, diziam como ela era gostosa e como deixava eles com tesão, o que era verdade e dava pra perceber. E ainda deixava ela com tesão também.
Por fim, o velho pediu pra ela chupar ele, coisa que ela fez na hora. Ajoelhou no tapete e começou o boquete. O pau terminou de endurecer na boca dela, enquanto ela brincava com aquelas bolas que a deixavam subjugada. Percebia como elas endureciam no contato com a mão dela. Imaginou como iam se enchendo de porra e isso a excitava ainda mais.
O velho ajoelhou na frente dela e a deitou no tapete, fazendo ela ficar de lado, e ocupou a bunda dela. Assim, fez ela levantar uma perna e a penetrou devagar. Segurando pelos ombros, se impulsionou pra possuir ela por completo e depois dedicou a bombá-la enquanto brincava com os peitos dela. Ficou assim por um bom tempo até que finalmente se esvaziou dentro dela gritando de prazer. Ela, enquanto isso, brincava com as bolas dele, aumentando o prazer do macho. Quando o pau dele amoleceu, ele virou e ficou deitado de barriga pra cima no tapete, ofegante pra se recuperar. Sem esperar, o loiro levantou ela do chão e, colocando-a de joelhos no sofá, se acomodou atrás dela e montou. Nessa posição, ela sentia aquele pau entrando e saindo completamente, sem nenhuma resistência. Depois de um tempo, ele desmontou e levou ela de volta pro quarto, fazendo com que ela subisse na cama e ficasse de quatro, pra penetrá-la de novo, enquanto o velho brincava com os peitos dela e o moreno se posicionou de um jeito que ficou fácil chupar o pau dela enquanto ela era penetrada.
O tratamento que ela tava recebendo fez com que ela começasse a gozar antes dos machos, e quando o loiro encheu ela por completo, um orgasmo se juntou ao outro. Por fim, o moreno gozou copiosamente, obrigando ela a engolir porra como nunca tinha feito. Finalmente, todos caíram na cama e dormiram assim, espalhados.
Quando Carina acordou, viu que só o moreno ainda tava dormindo. Os outros não estavam. Ela foi até o banheiro se lavar e tirar as manchas de sêmen que a lambuzavam, e voltou pra cama. Dormindo, ele mostrava uma ereção daquelas, e ela não conseguiu evitar acariciá-lo e começar a masturbá-lo, até fazer com que ele acordasse.
— E seus amigos? — ela disse suavemente.
— Tinham uma reunião cedo, então já foram — disse o macho, colocando as mãos atrás da nuca e deixando que a mulher continuasse a masturbá-lo.
— Bom, eu também daqui a pouco vou ter que ir — ela disse com pena.
— Ainda não — ele disse, virando-se e começando a beijá-la ternamente, e ela respondeu totalmente conquistada pela ternura e suavidade do homem.
Eles se beijaram por um bom tempo, até que ela se viu totalmente excitada e desejando ser possuída. Tentou de fazer o macho se posicionar, mas ele a virou para começar a beijar suas costas e descendo até chegar na bunda e na buceta dela, percorrendo tudo com a língua, sensação que ela adorou, arqueando as costas e abrindo as pernas pra facilitar o serviço. A língua do macho a possuía e a enlouquecia como nunca antes tinha acontecido.
O marido dela nunca tinha feito isso. A inexperiência dela não percebeu que um dedo do moreno começou a brincar com o cu dela, penetrando graças à saliva da boca. Ela só curtia o tratamento. Depois foram dois dedos que a penetravam e se mexiam dentro do cu dela, fazendo ela gozar igual uma louca. Enquanto a língua entrava e saía da buceta dela. Não conseguia acreditar no que tava sentindo. Em questão de minutos teve outro orgasmo inesperado. Nunca pensou que podia gozar daquele jeito sem ser penetrada. E que gostasse tanto. Enquanto ela gozava, o moreno a colocou de lado e, se aproximando, esfregou o pau na buceta dela, molhando ele todo com os líquidos dela. E depois, levantando uma perna dela, começou a pressionar contra o corpo dela. Carina, nos espasmos do orgasmo, não percebeu o que tava rolando. Quando a cabeça daquele pau poderoso atravessou o esfíncter dela, ela se assustou, mas a sensação de plenitude e a dor a imobilizaram.
— O que você tá fazendo? — perguntou assustada
— Shhh, calma que isso vai ser muito gostoso. Te juro. Vou ser tão suave que você vai curtir igual uma doida, deixa eu fazer, por favor — ele suplicou.
Ela, com aquela ternura, ficou parada, e percebeu como, aos poucos, a cada investida, devagar, aquele pau ia tomando conta do cu dela. Não conseguia acreditar que tava sendo enculada. Nunca tinha feito aquilo, e embora doesse um pouco, tinha que admitir que não era tão ruim assim. Que dava pra aguentar. A mão dela foi até entre as pernas e encontrou a ferramenta do macho, vendo que só metade tava guardada no estojo traseiro dela, e mesmo assim se sentia tão cheia. Percebeu como o macho se tirava uns centímetros pra depois empurrar de novo, e aos poucos a pica ia sumindo dentro do corpo dela. E o mais incrível era aquele orgasmo subindo pelo corpo dela, incontrolável. Quando passou por cima dela, ela se agarrou desesperada nas bolas do macho, e essa reação fez o moreno perder o controle, avançou e empalou ela por completo, fazendo o prazer do clímax se misturar com a dor da sodomização, aumentando ainda mais o prazer e o orgasmo dela. Os berros deviam estar chegando na rua, pensou ela entre nuvens, quase inconsciente, e sentiu a mão do macho tapando a boca dela pra abafar os gritos, enquanto ele começava a meter devagar.
— Tava com uma puta vontade de arrebentar teu cu, gata, mas queria isso só pra mim, por isso esperei eles irem embora — disse o moreno enquanto agora metia selvagemente.
— Me dá mais!!!! Me dá mais!!!! — conseguiu falar Carina, totalmente dominada.
— Não tem mais, putinha, entrei até os ovos. Comeu todo o meu pedaço, gostosa — dizia o macho, totalmente descontrolado, e com essas expressões vulgares aumentava a excitação da mulher.
— E agora vou regar bem tua barriga, putinha, tomaaaa — gritou, enfiando até o fundo e começando a gozar, com um líquido quente que ela sentiu no fundo do cu. Ele urrava de desespero e tesão, e ela quase desmaiou de prazer. Finalmente, a pressão afrouxou e os dois corpos ficaram parados.
Depois de um tempo, o moreno foi tirando a ferramenta dele, que saiu acompanhada de jatos de porra, e se levantando, foi pro banheiro. Carina ficou deitada e voltou a dormir de cansaço.
Pouco depois, um homem bem vestido acordou ela.
— Bom, senhora, tenho que ir. Seu dinheiro tá na mesinha, e agradeço muito pelo seu trabalho.
Carina acordando, olhou pra ele.
— Na verdade, quem devia agradecer sou eu. Descobri coisas incríveis que não conhecia — disse sorrindo.
O moreno se aproximou e beijou ela na boca.
— Na próxima vez vai ser mais. Interessante, porque você vai ficar mais treinada. Vou nessa, tão me esperando. Toma seu tempo, ele disse e, virando-se, saiu do quarto.
…....
Quando saiu do hotel, reconheceu o carro do Ernesto, que estava esperando por ela.
- Sobe, gostosa, ele disse abrindo a porta, que seu marido tá te esperando.
- Obrigada, ela respondeu, séria.
- E aí? Curtiu? Te trataram bem?
- Sim, senhor. Gente muito boa, mas não é minha praia, ela disse, se justificando, sem saber que Ernesto sabia de tudo que tinha rolado.
Viajaram em silêncio até a casa da Carina. Quando chegaram, desceram do carro e entraram na casa.
De repente, Carina lembrou da promessa do Ernesto.
- O senhor me prometeu algo se seus clientes ficassem satisfeitos.
- Nossa, você tem boa memória pra dinheiro, qualidade importante pra uma escort de primeira, ele disse, sorrindo.
- Não sou isso que o senhor tá falando, ela respondeu, irritada.
- É uma pena, porque você podia ganhar uma grana preta. Você é um sucesso de verdade.
- Não me interessa.
- Bom, vamos ver. Aqui na mesa tem os 1000 que prometi. E seu marido tá no quarto, são e salvo. Agora, imagino que você queira tomar um banho antes de ver ele, né?
- Sim, acho que é melhor, Carina admitiu.
- Claro, ele não vai gostar de sentir esse cheiro de macho em você. Carina teve que concordar que era verdade. Os cheiros de sexo eram inconfundíveis.
- É, vou tomar um banho, ela disse.
- Perfeito. E então aqui tem mais 1000 dólares que dizem que você vai tomar banho com um dos meus seguranças. Você decide, ele disse, sorrindo, e colocou o dinheiro do lado do outro maço.
Carina olhou pras notas e pro Ernesto. Era uma armadilha, mas já não tinha nada a perder, e fazer 5000 dólares numa noite era um resultado interessante pra uma situação forçada.
Sem falar nada, foi em direção ao banheiro. Quando chegou na porta, se virou.
- Manda ele, ela disse e entrou.
Ernesto estava satisfeito. Tinha conseguido uma peça nova pro seu acervo, e que ia render uma boa grana. dinheiro. Chamou o segurança que estava de plantão na porta do quarto, um negão de quase dois metros de altura, e rapidamente explicou em voz baixa o que ele tinha que fazer. Os olhos do cara brilharam e ele entrou no banheiro na mesma hora.
Ernesto foi para o quarto. Entrou e lá estava Roberto fingindo que dormia. O DVD estava na caixa, mas o homem sabia que ele não tinha resistido à tentação de assistir e devia estar acabado. O mundo dele tinha desabado.
— Bom, meus homens já foram buscar sua mulher, então daqui a uma hora ela vai estar aqui com você como se nada tivesse acontecido. É uma pena que você não tenha visto o filme, mas vou ter que levar ele. Não posso deixar nada que comprometa meus clientes — disse ele, pegando o estojo.
— Mal posso esperar isso acabar — conseguiu dizer Roberto, sem se mexer da cama. Ernesto saiu, deixando ele sozinho.
Carina entrou no banheiro e rapidamente se despiu e abriu o chuveiro. Quando a água ficou morna, entrou debaixo e começou a se ensaboar. A porta abriu e fechou, e através do box ela percebeu que alguém estava se despindo lá fora. Ela se virou e continuou com o banho. O box abriu e fechou, e duas mãos grandes tomaram posse dos peitos dela, começando a apalpar. Carina deixou ele fazer. Uma boca carnuda começou a beijar seu pescoço e seus ombros, e ela fechou os olhos. Quando duas mãos poderosas a forçaram a se virar, ela se deparou com um corpo preto como carvão, fibroso, trabalhado, e que a cabeça dela mal chegava no meio do peito. Teve que se inclinar para ver o rosto daquele garanhão. Quando fez isso, a boca do negão se apossou da dela, enquanto a abraçava.
Nas mãos daquela montanha, ela se sentiu um brinquedo. Nunca tinha sentido aquilo. Ela não era exatamente pequena com seu um metro e setenta e cinco, mas ao lado daquele homem se sentia uma menininha. Quando ele a abraçou e beijou, o mais impressionante foi a dureza que bateu contra sua barriga. Ela estava encostada na vertical e era impressionante o comprimento, a grossura. e sua dureza. Surpresa, ela se separou e apalpou com a mão pra confirmar que era tudo aquilo que parecia.
- Cê gostou, né? Vai ter ela toda. Você é meu prêmio por ter cuidado do seu maridinho a noite inteira. E sem dizer mais nada, ele a levantou no ar, apoiando ela contra os azulejos do banheiro, com o corpo dele separou as pernas da mulher e se acomodou.
- Aponta um pouco e depois eu cuido do resto, falou o negão. Ela, pendurada daquele jeito, procurou a ponta da piroca e encaixou na entrada da sua gruta. Quando a ponta tava no lugar, o negão simplesmente foi deixando ela descer, pra que ela se enfiasse sozinha. A sensação foi maravilhosa pros dois. Carina nunca tinha sido comida em pé daquele jeito, e quando o macho, segurando ela pela cintura, começou a levantar e abaixar o corpo dela como se tivesse fazendo uma punheta com a buceta dela, ela ficou louca, envolveu ele com as pernas e, apesar da noite cheia de putaria, chegou perto do orgasmo de novo.
Quando sentiu que o negão tava gozando dentro do corpo dela, ela gozou junto também. Gemeram juntos de prazer. Mas o melhor ainda tava por vir. O negão terminou de gozar e saiu do corpo dela. Baixou ela no chão. Virou ela de costas e levantou ela de novo, fazendo com que ela se segurasse nas torneiras do chuveiro com as mãos, e enfiou de novo até o fundo. Mesmo depois de ter gozado gostoso, a piroca dele não tinha amolecido. E assim, naquela posição, pendurada nas torneiras e com as pernas no ar enrolando os rins do macho, enfiada pela melhor piroca que ela já tinha visto na vida, continuaram por um bom tempo até que o negão baixou ela no chão e, fazendo ela se ajoelhar, deu a piroca pra ela chupar, pra depois de um bom tempo, esvaziar na boca dela, obrigando ela a engolir toda aquela porra grumosa e grossa.
- Obrigado, senhora, foi tudo que ele disse. Saiu, se secou, se vestiu e deixou ela sozinha. Carina terminou de se lavar, deixou o sêmen do macho escorrer pra fora do corpo dela, se secou e se vestiu de novo com a mesma roupa. roupa para que o marido não desconfiasse.
Ao sair, Ernesto a esperava na sala. Ele se aproximou da mesa e pegou o dinheiro, que colocou na bolsa dela, junto com o que ela já tinha recebido dos clientes.
— Então, Carina, nosso trato acabou, mas curti teu estilo. Ia gostar de contar contigo em outras oportunidades — disse ele, sorrindo.
— Nem sonha, não sou uma puta.
— Não, você é uma escort de alto nível. Pra cada trampo que fizer pra mim, te garanto 4 mil dólares. O que acha? — perguntou.
Os olhos de Carina brilharam. Grana e sexo sem limites eram duas coisas irresistíveis. Ela olhou pra Ernesto e percebeu que o cara notou o interesse dela.
— Seria uma vez por semana, no máximo. E sempre com senhores de respeito, que você pode arrancar algo mais se for esperta — disse ele, dando a entender que sabia do acordo que ela tinha feito.
— Não posso sair de noite à vontade — respondeu ela.
— De tarde também rolam encontros interessantes — completou Ernesto. — Na real, muitos caras casados preferem, porque de noite têm que estar em casa.
Ela foi até a mesa da sala, pegou um papel e uma caneta e rabiscou rapidamente.
— Esse é meu celular — disse, entregando a Ernesto.
— Boa escolha, senhora. Vamos fazer bons negócios e nos divertir no caminho — e, dando um beijo na bochecha dela, chamou os homens dele e saiu de casa.
Carina respirou fundo e foi pro quarto. Com que cara encararia o marido? Não pelo que tinha feito, mas pelo jeito que tinha curtido como uma verdadeira vagabunda. E ainda por cima não tinha ficado satisfeita. Queria mais.
Ela entrou, e o marido, ao vê-la, se levantou.
— Querido... — começou a dizer, mas Roberto a interrompeu.
— Essa noite não aconteceu. Nunca vamos falar disso, e nossa vida segue como sempre. Por favor. Foi algo que não buscamos, então não temos por que lembrar.
Carina concordou e abraçou ele. Quando fez isso, o marido começou a chorar em silêncio. Por um minuto, Carina sentiu pena dele. Só por um minuto.
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