No conto anterior, contei como rolou tudo pra eu virar amante da Marcela, "a ex-namorada do meu pai".
Com ela, a gente criou um vínculo quase perfeito, tinha muita parceria no meio, cumplicidade dos dois se um tava mal ou acontecia algo, e agora o extra (o sexo maravilhoso que a gente tinha quando se encontrava, aliás, bem frequente). Isso sempre respeitando a situação de cada um.
Ela sabia que eu tava emocionalmente ligado à minha namorada da época, e eu tinha bem claro que as regras do jogo eram não confundir os bagulhos e entender que a Marcela era uma mina que, embora não tivesse um compromisso sério com ninguém, curtia a liberdade dela e queria continuar assim. Isso foi um acordo tácito (de palavra) entre nós dois... pelo menos no começo.
Com ela, a gente perdia a cabeça e se acabava no lugar onde se encontrasse, perdendo qualquer inibição. Foram inúmeras vezes que ela chupou minha pica em cima do carro dela, também adorava transar com as cortinas abertas da varanda, pensando que algum vizinho podia estar vendo. Ela era toda exibicionista e não tinha preconceito com nada.
O que me deixava louco e supertarado era a bunda dela. Já tinham rolado vários encontros onde eu chupava ela e até brincava com meu dedo, mas até então ela se recusava a me dar "ela dizia que adorava que fizessem cu de pirralha nela, mas que eu ia ter que saber remar e me comportar muito bem pra ganhar o prêmio que eu mais desejava e queria conseguir".
A gente sempre se mimava muito e conversava sobre nossas paradas entre uma foda e outra. Foi assim que uma noite ela propôs fazer um jogo: "cada um de nós tinha que confessar um segredo bem privado e sexual, lógico, que ninguém soubesse".
Desse jeito, ela me confessou que era amante do gerente da empresa onde trabalhava (multinacional, por sinal). Vou chamar ele de um nome falso. nome (Carlos), já que não posso revelar por motivos óbvios, todos os nomes verdadeiros.
Marce me contou que Carlos a enlouquecia, que pelo menos duas vezes por semana eles se viam e largavam tudo, seja num hotel ou até no escritório dele.
Carlos manipulava Marcela do jeito que queria, e as coisas que ela me contava deixavam claro que ele era um depravado sexual..
Chegou minha vez de me abrir.
Contei pra Marce que, algumas vezes na adolescência, eu e um colega do colégio tínhamos nos masturbado juntos, e até numa ocasião fizemos sexo oral um no outro.
Ela ficou em silêncio, quase chocada, pensando que minha revelação era uma piada, até que eu a convenci do contrário dando detalhes.
Segundos depois, ela levou minha mão até a buceta dela e me fez sentir como estava terrivelmente molhada.
Naquela noite, enquanto me fazia sexo oral, ela chegou com a língua até meu cu..
Ela sempre beijava a linha que separa o pau do cu, e eu adorava, mas os beijos dela paravam por ali..
Quanto a mim, nenhuma garota, nem minha namorada até então, tinha beijado minha bunda, e eu também não sentia vontade de receber.
E agora ela tava me beijando lá, e eu sentia uma sensação estranha, mas gostosa ao mesmo tempo.
Marce pegou minhas pernas com uma atitude de quem tava decidida e, assim que levantou, enfiou a ponta da língua..
Os beijos negros que essa deusa tava me dando já me deixavam louco nessa altura.
Enquanto eu sentia a ponta da língua dela no meu cu fazendo pressão, ela me batia uma punheta, apertava minhas bolas.. e ainda soltava umas putarias tipo "se eu tava gostando do que ela fazia".. "que agora minha bundinha também era dela".
Marce parou de me beijar, se esticou até o criado-mudo e pegou um gel íntimo de dentro..
Quando percebi que ele tava em contato com meu cu e adivinhei a intenção dela, quis resistir,,, mas ela disse pra eu relaxar, que sabia que eu ia gostar.
Entre a saliva dos beijos dela e agora o gel, Marce começou a brincar com o dedo indicador e a introduzir ele devagar enquanto ela se masturbava. Ela, com muita sabedoria, deixava o dedo parado e se dedicava a me masturbar.. Eu tava com uma excitação incrível e a Marcela aproveitou isso pra enfiar mais o dedo e começar a meter e tirar, no início devagar, mas depois com mais força.
Eu tava em êxtase de prazer quando ela continuava me dizendo: "Cê tá gostando de como eu tô comendo sua bunda pequena, bebê?".. SOU SUA VADIA E ADORO COMER SEU CORPO INTEIRO.. QUE VOCÊ SEJA MEU!!!
Não aguentei mais e comecei a gozar descontroladamente. Minha descarga era incrível e super abundante!
A Marce continuou se tocando por mais um pouco até gozar, e assim ficamos os dois deitados na cama, sem forças.
Só nos abraçamos e dormimos bem juntinhos.
Às vezes não conseguíamos nos ver por causa do tempo (trabalho dela/estudo meu).. mas mesmo assim nos comunicávamos por telefone e era inevitável que, depois de falar sobre nossas coisas, a conversa acabasse indo pra um lado quente e a gente se masturbasse cada um do seu lado. Foi numa dessas conversas telefônicas quentes que, num momento, ela me diz: VOCÊ VAI TER QUE PASSAR POR UMA PROVA FINAL PRA GANHAR MINHA BUNDA PEQUENA PRA SEMPRE E PODER DISPOR DELA QUANDO BEM ENTENDER.
Quando perguntei do que se tratava, com toda a espontaneidade do mundo ela responde: QUERO QUE VOCÊ TRANSE COM O CARLOS E QUERO VER VOCÊ FAZENDO SEXO ORAL NELE.
Você tá me pedindo algo impossível, eu disse.. aí ela argumentou que nunca ia me dar a bunda e que nem em sonho eu pensasse em penetrar ela por ali.
Quando eu me masturbava sozinho, vinham muitas coisas na cabeça (entre elas, a Marcela, minha namorada, e às vezes vinham as lembranças daquele contato com meu amigo na adolescência).
A Marcela começou a insistir nessa ideia e me contava que poderia ficar terrivelmente excitada vendo aquela situação. Ela começou a fritar minha cabeça e eu já imaginava a cena. O que eu mais queria Era ter aquela bunda, mas sinceramente, também tava começando a me excitar a ideia de ter outra rola na boca de novo.
Embora eu não conhecesse o Carlos, a Marcela tinha se encarregado de descrevê-lo bem pra mim.
Ele era um cara de uns 45 anos, se cuidava e tinha um corpo excelente..
A Marcela fazia a psicóloga comigo e isso tava dando resultado..
Apesar de eu ter começado a enrolando, isso gerou um distanciamento com a Marcela, porque eu adiava a situação..
Agora não era só sobre me entregar meu prêmio tão desejado, mas eu tinha perdido contato COM ELA.
Ela nem atendeu minhas ligações por umas duas semanas, mais ou menos.
Pra ser sincera, sentia muita falta dela e não fazia outra coisa a não ser pensar nela, a ponto de tirar minha namorada da minha cabeça.
Talvez só porque eu tinha deixado de tê-la.. O SER HUMANO MUITAS VEZES FUNCIONA ASSIM.
EU tinha a chave do apartamento da Marcela, ela tinha me dado porque de lá ficava mais perto da minha faculdade e me poupava de pegar um ônibus.
Só podia usar essa chave quando ela me dava o consentimento. Era um código estabelecido, não é difícil de entender.
Num ato de desespero e pela falta de contato que eu tava sentindo, fui até o apartamento da Marcela e, quando entrei, encontrei ela sentada na sala tomando algo com um senhor.
Na sequência, a Marcela pediu desculpas ao amigo e veio comigo pra cozinha. Tava toda puta, com um conjunto preto bem justo no corpo dela.
Obviamente, ela me recriminou pela minha atitude de invasão e, depois de uns 10 minutos, disse que aquele senhor era o Carlos, que eu podia ficar pra tomar algo com eles ou voltar pro meu lugar..
Optei por me juntar a eles.. na mesa da sala, veio mais uma garrafa de champanhe.. O Carlos não demonstrou preocupação com o que tinha acontecido um tempo antes..
Aliás, ele sabia que a Marcela passava muito tempo comigo e se dedicou a ser educado e a manter uma conversa agradável entre nós três.
Não sei em que momento ele fez alusão ao quão puta a Marcela tava parecendo com aquele Vestidinho e que ela adorava isso... Começaram a se beijar de boca alucinadamente enquanto eu não sabia o que fazer... Carlos a beijava com muita paixão e passava a mão nos peitos dela por cima do vestido... Marcela me disse para não ser bobo, que estava tudo bem e que eu sentasse do lado deles... Quando fiz isso, eles continuavam se agarrando gostoso e Marcela começa a me tocar a cock... Depois disso, ela se levanta, vai até o som e coloca uma música suave. Pergunta se queremos que ela faça um striptease... SÓ SE TIRAREM AS CALÇAS, ELA DIZ. Voaram as jeans e a calça social que Carlos usava. Nós dois estávamos de pau duro enquanto ela tirava o vestido no ritmo da música... Era alucinante ver aquela mulher!!!! Carlos puxa a cock para fora da cueca e começa a bater uma enquanto eu me seguro e fico na minha. A situação me fez olhar para Carlos e admirar o membro dele por um momento. Marcela percebeu isso e quando nossos olhares se encontraram, ela fez um gesto com um sorriso. Depois de tirar toda a roupa, ela veio até nós e me deu um beijão enquanto Carlos acariciava as costas dela... Marce sussurra no meu ouvido "é agora ou nunca"... "se solta que tá tudo bem"... e pegando minha mão, leva até a cock de Carlos... e ele diz "HOJE A FESTA VAI SER COMPLETINHA". Eu adorava ter aquela cock macia na palma da minha mão, de tamanho normal mas grossa, com uma cabeça avermelhada e com aparência de cogumelo. Enquanto eu batia uma para ele, Marcela já estava chupando os ovos dele. Ela pisca um olho para mim e isso foi o pontapé para eu me abaixar e enfiar a cock dele na minha boca. Chupei com desespero... às vezes engasgava e tinha ânsia porque queria enfiar o membro dele inteiro. Marcela toma a iniciativa e propõe irmos para o quarto... Foi difícil parar de chupar, mas íamos ficar mais confortáveis. Já na cama, Carlos deita de barriga para cima e eu retomo o que fazia na sala, de quatro... Enquanto eu voltava a Chupar uma rola na minha vida, Marcela começa a chupar meu cu... Essa imagem é uma das que sempre vão ficar gravadas em mim e eu sempre lembro... Depois de deixar de comer meu cu e passar a mão, falando baixinho no meu ouvido "você é meu macho e minha promíscua", a gente se prepara pra chupar o Carlos juntos... Na sequência, Marcela sobe em cima dele e começa a cavalgar, e me coloca em pé pra fazer sexo oral em mim enquanto é penetrada. Naquela noite, Marcela me deu meu prêmio e ainda fizemos dupla penetração.
Com ela, a gente criou um vínculo quase perfeito, tinha muita parceria no meio, cumplicidade dos dois se um tava mal ou acontecia algo, e agora o extra (o sexo maravilhoso que a gente tinha quando se encontrava, aliás, bem frequente). Isso sempre respeitando a situação de cada um.
Ela sabia que eu tava emocionalmente ligado à minha namorada da época, e eu tinha bem claro que as regras do jogo eram não confundir os bagulhos e entender que a Marcela era uma mina que, embora não tivesse um compromisso sério com ninguém, curtia a liberdade dela e queria continuar assim. Isso foi um acordo tácito (de palavra) entre nós dois... pelo menos no começo.
Com ela, a gente perdia a cabeça e se acabava no lugar onde se encontrasse, perdendo qualquer inibição. Foram inúmeras vezes que ela chupou minha pica em cima do carro dela, também adorava transar com as cortinas abertas da varanda, pensando que algum vizinho podia estar vendo. Ela era toda exibicionista e não tinha preconceito com nada.
O que me deixava louco e supertarado era a bunda dela. Já tinham rolado vários encontros onde eu chupava ela e até brincava com meu dedo, mas até então ela se recusava a me dar "ela dizia que adorava que fizessem cu de pirralha nela, mas que eu ia ter que saber remar e me comportar muito bem pra ganhar o prêmio que eu mais desejava e queria conseguir".
A gente sempre se mimava muito e conversava sobre nossas paradas entre uma foda e outra. Foi assim que uma noite ela propôs fazer um jogo: "cada um de nós tinha que confessar um segredo bem privado e sexual, lógico, que ninguém soubesse".
Desse jeito, ela me confessou que era amante do gerente da empresa onde trabalhava (multinacional, por sinal). Vou chamar ele de um nome falso. nome (Carlos), já que não posso revelar por motivos óbvios, todos os nomes verdadeiros.
Marce me contou que Carlos a enlouquecia, que pelo menos duas vezes por semana eles se viam e largavam tudo, seja num hotel ou até no escritório dele.
Carlos manipulava Marcela do jeito que queria, e as coisas que ela me contava deixavam claro que ele era um depravado sexual..
Chegou minha vez de me abrir.
Contei pra Marce que, algumas vezes na adolescência, eu e um colega do colégio tínhamos nos masturbado juntos, e até numa ocasião fizemos sexo oral um no outro.
Ela ficou em silêncio, quase chocada, pensando que minha revelação era uma piada, até que eu a convenci do contrário dando detalhes.
Segundos depois, ela levou minha mão até a buceta dela e me fez sentir como estava terrivelmente molhada.
Naquela noite, enquanto me fazia sexo oral, ela chegou com a língua até meu cu..
Ela sempre beijava a linha que separa o pau do cu, e eu adorava, mas os beijos dela paravam por ali..
Quanto a mim, nenhuma garota, nem minha namorada até então, tinha beijado minha bunda, e eu também não sentia vontade de receber.
E agora ela tava me beijando lá, e eu sentia uma sensação estranha, mas gostosa ao mesmo tempo.
Marce pegou minhas pernas com uma atitude de quem tava decidida e, assim que levantou, enfiou a ponta da língua..
Os beijos negros que essa deusa tava me dando já me deixavam louco nessa altura.
Enquanto eu sentia a ponta da língua dela no meu cu fazendo pressão, ela me batia uma punheta, apertava minhas bolas.. e ainda soltava umas putarias tipo "se eu tava gostando do que ela fazia".. "que agora minha bundinha também era dela".
Marce parou de me beijar, se esticou até o criado-mudo e pegou um gel íntimo de dentro..
Quando percebi que ele tava em contato com meu cu e adivinhei a intenção dela, quis resistir,,, mas ela disse pra eu relaxar, que sabia que eu ia gostar.
Entre a saliva dos beijos dela e agora o gel, Marce começou a brincar com o dedo indicador e a introduzir ele devagar enquanto ela se masturbava. Ela, com muita sabedoria, deixava o dedo parado e se dedicava a me masturbar.. Eu tava com uma excitação incrível e a Marcela aproveitou isso pra enfiar mais o dedo e começar a meter e tirar, no início devagar, mas depois com mais força.
Eu tava em êxtase de prazer quando ela continuava me dizendo: "Cê tá gostando de como eu tô comendo sua bunda pequena, bebê?".. SOU SUA VADIA E ADORO COMER SEU CORPO INTEIRO.. QUE VOCÊ SEJA MEU!!!
Não aguentei mais e comecei a gozar descontroladamente. Minha descarga era incrível e super abundante!
A Marce continuou se tocando por mais um pouco até gozar, e assim ficamos os dois deitados na cama, sem forças.
Só nos abraçamos e dormimos bem juntinhos.
Às vezes não conseguíamos nos ver por causa do tempo (trabalho dela/estudo meu).. mas mesmo assim nos comunicávamos por telefone e era inevitável que, depois de falar sobre nossas coisas, a conversa acabasse indo pra um lado quente e a gente se masturbasse cada um do seu lado. Foi numa dessas conversas telefônicas quentes que, num momento, ela me diz: VOCÊ VAI TER QUE PASSAR POR UMA PROVA FINAL PRA GANHAR MINHA BUNDA PEQUENA PRA SEMPRE E PODER DISPOR DELA QUANDO BEM ENTENDER.
Quando perguntei do que se tratava, com toda a espontaneidade do mundo ela responde: QUERO QUE VOCÊ TRANSE COM O CARLOS E QUERO VER VOCÊ FAZENDO SEXO ORAL NELE.
Você tá me pedindo algo impossível, eu disse.. aí ela argumentou que nunca ia me dar a bunda e que nem em sonho eu pensasse em penetrar ela por ali.
Quando eu me masturbava sozinho, vinham muitas coisas na cabeça (entre elas, a Marcela, minha namorada, e às vezes vinham as lembranças daquele contato com meu amigo na adolescência).
A Marcela começou a insistir nessa ideia e me contava que poderia ficar terrivelmente excitada vendo aquela situação. Ela começou a fritar minha cabeça e eu já imaginava a cena. O que eu mais queria Era ter aquela bunda, mas sinceramente, também tava começando a me excitar a ideia de ter outra rola na boca de novo.
Embora eu não conhecesse o Carlos, a Marcela tinha se encarregado de descrevê-lo bem pra mim.
Ele era um cara de uns 45 anos, se cuidava e tinha um corpo excelente..
A Marcela fazia a psicóloga comigo e isso tava dando resultado..
Apesar de eu ter começado a enrolando, isso gerou um distanciamento com a Marcela, porque eu adiava a situação..
Agora não era só sobre me entregar meu prêmio tão desejado, mas eu tinha perdido contato COM ELA.
Ela nem atendeu minhas ligações por umas duas semanas, mais ou menos.
Pra ser sincera, sentia muita falta dela e não fazia outra coisa a não ser pensar nela, a ponto de tirar minha namorada da minha cabeça.
Talvez só porque eu tinha deixado de tê-la.. O SER HUMANO MUITAS VEZES FUNCIONA ASSIM.
EU tinha a chave do apartamento da Marcela, ela tinha me dado porque de lá ficava mais perto da minha faculdade e me poupava de pegar um ônibus.
Só podia usar essa chave quando ela me dava o consentimento. Era um código estabelecido, não é difícil de entender.
Num ato de desespero e pela falta de contato que eu tava sentindo, fui até o apartamento da Marcela e, quando entrei, encontrei ela sentada na sala tomando algo com um senhor.
Na sequência, a Marcela pediu desculpas ao amigo e veio comigo pra cozinha. Tava toda puta, com um conjunto preto bem justo no corpo dela.
Obviamente, ela me recriminou pela minha atitude de invasão e, depois de uns 10 minutos, disse que aquele senhor era o Carlos, que eu podia ficar pra tomar algo com eles ou voltar pro meu lugar..
Optei por me juntar a eles.. na mesa da sala, veio mais uma garrafa de champanhe.. O Carlos não demonstrou preocupação com o que tinha acontecido um tempo antes..
Aliás, ele sabia que a Marcela passava muito tempo comigo e se dedicou a ser educado e a manter uma conversa agradável entre nós três.
Não sei em que momento ele fez alusão ao quão puta a Marcela tava parecendo com aquele Vestidinho e que ela adorava isso... Começaram a se beijar de boca alucinadamente enquanto eu não sabia o que fazer... Carlos a beijava com muita paixão e passava a mão nos peitos dela por cima do vestido... Marcela me disse para não ser bobo, que estava tudo bem e que eu sentasse do lado deles... Quando fiz isso, eles continuavam se agarrando gostoso e Marcela começa a me tocar a cock... Depois disso, ela se levanta, vai até o som e coloca uma música suave. Pergunta se queremos que ela faça um striptease... SÓ SE TIRAREM AS CALÇAS, ELA DIZ. Voaram as jeans e a calça social que Carlos usava. Nós dois estávamos de pau duro enquanto ela tirava o vestido no ritmo da música... Era alucinante ver aquela mulher!!!! Carlos puxa a cock para fora da cueca e começa a bater uma enquanto eu me seguro e fico na minha. A situação me fez olhar para Carlos e admirar o membro dele por um momento. Marcela percebeu isso e quando nossos olhares se encontraram, ela fez um gesto com um sorriso. Depois de tirar toda a roupa, ela veio até nós e me deu um beijão enquanto Carlos acariciava as costas dela... Marce sussurra no meu ouvido "é agora ou nunca"... "se solta que tá tudo bem"... e pegando minha mão, leva até a cock de Carlos... e ele diz "HOJE A FESTA VAI SER COMPLETINHA". Eu adorava ter aquela cock macia na palma da minha mão, de tamanho normal mas grossa, com uma cabeça avermelhada e com aparência de cogumelo. Enquanto eu batia uma para ele, Marcela já estava chupando os ovos dele. Ela pisca um olho para mim e isso foi o pontapé para eu me abaixar e enfiar a cock dele na minha boca. Chupei com desespero... às vezes engasgava e tinha ânsia porque queria enfiar o membro dele inteiro. Marcela toma a iniciativa e propõe irmos para o quarto... Foi difícil parar de chupar, mas íamos ficar mais confortáveis. Já na cama, Carlos deita de barriga para cima e eu retomo o que fazia na sala, de quatro... Enquanto eu voltava a Chupar uma rola na minha vida, Marcela começa a chupar meu cu... Essa imagem é uma das que sempre vão ficar gravadas em mim e eu sempre lembro... Depois de deixar de comer meu cu e passar a mão, falando baixinho no meu ouvido "você é meu macho e minha promíscua", a gente se prepara pra chupar o Carlos juntos... Na sequência, Marcela sobe em cima dele e começa a cavalgar, e me coloca em pé pra fazer sexo oral em mim enquanto é penetrada. Naquela noite, Marcela me deu meu prêmio e ainda fizemos dupla penetração.
2 comentários - la novia de mi viejo2