Memórias de um Jovem Indecente: Minhas Mãos

Isso é muito louco, mas sempre tive a fantasia de comer uma mina só com as mãos. Tipo, as mãos são muito mais manejáveis que a pica. Pra começar, aguentam mais (hehe) e a gente pode mexer elas com mais vontade. Além disso, tenho duas (pouca gente tem duas picas) e posso acariciar aqui e ali ao mesmo tempo. Isso é muito bom. Segue uma experiência SÓ com as mãos.

Deitei ela na cama, tirei a roupa dela devagar, fazendo com que a própria roupa acariciasse ela enquanto eu tirava. O suéter, suave, e a lã acariciava a pele da mina, ela tremia, tremia pra caralho. Depois a camiseta, tirei bem delicadamente, também fez a pele dela arrepiar com a suavidade que eu tirei. O sutiã (ou soutien) deixei posto. Acariciei os peitos dela com o sutiã, praquele tecido também acariciar ela. Devagar, comecei a enfiar meus dedos entre o sutiã e acariciava os peitos dela suavemente, dava um tesão nela eu não deixar o peito descoberto. Aos poucos, fui separando o sutiã dos peitos e acariciando um pouco mais por dentro. Finalmente, abracei ela e soltei o fecho. O sutiã caiu e os peitos lindos dela surgiram no ar, soltando uma certa magia. Coloquei meus dedos indicadores nos mamilos dela. Comecei a acariciar eles em círculos. E depois a rodeá-los. Enfiei uma das minhas mãos na boca dela pra ela chupar meus dedos como se fossem minha pica, com a outra continuei massageando devagar um peito dela. A língua dela abraçava meus dedos, espremia, babava, molhava na saliva dela. Ao tirar a mão da boca dela, não resisti à tentação, chupei um pouco da saliva com meus lábios e saboreei. Depois enfiei mais os dedos na boca dela, até a garganta, como se fosse minha pica, eu mexia eles, minha mão continuava brincando com os peitos dela. Com os dedos bem molhados, enfiei minha mão entre a calça jeans e acariciei suavemente a buceta por cima da calcinha. Continuei desenhando círculos com minhas mãos, apertando o peito dela contra o corpo. Sua calcinha ficava molhada nos meus dedos com as carícias por cima do tecido. Tirei o jeans dela com uma mão enquanto a outra continuava apertando forte o peito dela.
Minha mão estava cheia dos fluidos dela, o jeans meio abaixado e o peito que eu massageava com força, vermelho com a marca dos meus dedos. Abri o zíper da calça dela devagar e, de novo, fiz o tecido acariciar a pele dela suavemente enquanto ia despindo ela. Ela respirava muito ofegante, deitada de costas. Acariciei a buceta dela por cima da calcinha fio-dental minúscula que ela usava. Os lábios dela se abriam suavemente entre o que o tecido deixava sentir. Meus dedos evitavam o clitóris dela, abrindo os lábios a cada carícia, e eu acariciava muito. Cada vez com mais intensidade, cada vez afundava mais meus dedos na buceta dela através do tecido, que acariciava mais suave que minha mão. Notava como a buceta dela ia se estimulando com as carícias, quase pulsava. Abaixei a calcinha dela devagar, e ela levantou as pernas. Vi ela aberta na minha cara, toda molhada. Via como a buceta dela se mexia, era excitante. Minhas mãos queriam sentir ela. Passei de novo pela ponta dos mamilos dela e acariciei para baixo, passando pela barriga e pelo púbis, até chegar na buceta dela. Ela soltava líquidos, muitos líquidos, e respirava muito forte. Abri os lábios dela com uma mão e com a outra me dediquei a massagear devagar e com muito cuidado o clitóris dela e a parte interna dos lábios. E cada vez meus dedos iam mais para baixo, até chegar no buraquinho dela. Ainda tinha a saliva dela nas pontas dos meus dedos, e afundei meus dedos com facilidade no corpo dela. Meus dedos se enterraram na buceta dela como se fossem devorados, só a palma da minha mão ficou para fora. Minha outra mão pousou no púbis dela e meu polegar acariciava o clitóris dela de esquerda para direita com muita velocidade. Meus dedos se reviravam dentro dela. Não estava procurando o ponto G, estava tateando ela toda. Ela gostava, gemia. Me agarrava pelo cabelo com força. Uma vez que ela... eu tinha enfiado a mão na buceta dela e ela praticamente gemia aos gritos, coloquei a ponta dos dedos no ponto G e comecei a massagear. Ela começou a se esguichar, muito, escorria tanto que descia pelos cantos da buceta até o colchão. As pernas dela meio que se abriam sozinhas e dobravam nos joelhos. Acelerei o ritmo bem rápido, e sentia como a buceta dela se mexia na ponta dos meus dedos. Ela começou a gemer tão forte que parecia gritos abafados. Minha outra mão continuava massageando o clitóris dela por cima com o polegar. Ela gemia e gemia até que, no fim, puxou meu cabelo com força e eu vi um jato de prazer sair entre os lábios da buceta dela. Ao ver todo aquele líquido vital jorrando dela, não aguentei a vontade, me joguei na boceta dela e chupei, bebi, saboreei. Foi como beber o prazer dela.

Dedicado à mais linda das putas, neném, isso é pra você.

1 comentários - Memórias de um Jovem Indecente: Minhas Mãos

pero que rico, un par de manos talentosas pueden lograr mucho mas que una pija
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
Memorias de un joven indecente: Mis manos
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!