O parceiro do chuveiro II

Quando chegamos em casa, ela me contou tudo nos mínimos detalhes, dava pra ver que tava empolgada mesmo. Não sei o que vou fazer, vou ficar com vergonha, não ouse me deixar sozinha com ele. Mas ele é um gostoso, vi ela excitada, a gente falando qualquer besteira, e juro que meu olho ficava indo pro meio das pernas dela, hahaha, que loucura, e pior que acho que ela percebeu. Ela me disse.

Ela tava toda animada e eu doido. Era quarta-feira, e na quinta a gente jogava futebol, então eu veria o Pablo antes do grande dia.

Na quinta, depois do jogo, já no chuveiro, peço a opinião dele. Ele diz: "Cara, me deixou de queixo caído com a sua mulher. Ela é muito, mas muito gostosa. Quando ela se virou com aquela saia, que rabo ela tem. Me ajuda aí, porque a verdade é que tudo é meio estranho, é minha primeira vez numa parada dessas. Não me abandona no começo." A gente tava tomando banho juntos, já sozinhos no chuveiro. De repente ele se vira e me fala: "Olha, será que ela come tudo?" E me mostra a rola quase dura. Caí duro. Era um braço. "Como é que você faz com isso?", perguntei. "Normalmente coloco um travesseiro e ainda sofro", hahaha, e ele ria. Não era grande, era enorme, e a cabeça era estranha, grande demais. "Suas amigas conseguem botar isso na boca?", perguntei. Ele ri e diz: "Não, elas pegam de lado." A situação era muito quente. Ainda bem que entrou outro cara pra tomar banho e cortou o clima, senão a gente acabava se masturbando junto. Viramos os dois de frente pra parede. A gente tava duro.

Quando cheguei em casa e contei pra Liliana o que rolou, dei todos os detalhes. Ela arregalou os olhos: "Muito grande?", perguntou. "Não vai ser um bruto, né? Porque se for curto, foda-se. Se for uma besta com aquela coisa, fica tranquila, acho que é fera. Mamãe, o que você vai comer", falei, e comi ela devagar pra durar.

Chegou sexta-feira. O dia não passava. A Lili saiu do banco, foi depilar, depois pro salão, e de quebra comprou uma fio dental nova que matava. Encomendei as empadas, cerveja à vontade, sentamos pra esperar o Pablo, vendo TV. Toca a campainha. Meu celular e é ele, oi me diz, eu que levo de sobremesa, o que você quiser, a Lili adora sorvete, morre pelo de morango. Quinze minutos depois ele já tava na porta de casa, falei sai você pra eles irem se entrosando, vou no banheiro. Ela saiu feita uma rainha, e abriu a porta, os dois ficaram impactados, ele veio com uma camisa bem justa que marcava o corpanzil que tinha, e calça folgada, cabelo bem jovem com os fios arrepiados, como se usa, ela tava maravilhosa, vestiu uma calça de lycra que marcava a bunda dela impressionantemente, e uma regata decotada e não colocou sutiã, os peitos diziam me pega aqui estamos.

Oi, tudo bem?, abraçou ela e deu um beijo bem perto da boca, rápido o cara, o perfume dele, embriagou ela de cara, acho que já começou a ficar molhada, não sei se iam aguentar até a sobremesa, ainda mais que sabia o que tava rolando, acho que na mente deles passou o jantar pra outra oportunidade, prazer em conhecê-lo. Outro dia te falei que você é muito gostosa, mas agora que te vejo melhor acho que fui modesto. Que inveja do seu marido. Ah, obrigada, que galante você é, mas entra e senta que o Sérgio já vem, tá no banheiro. O que você vai beber, o que você beber, abrimos uma cerveja? Bora, e quando ela vai pra cozinha, a gostosa joga a bunda mais pra fora, e já era um desaforo, dava vontade de levantar e pegar ela ali mesmo. Mas ele segurou, mas a pica já começava a pulsar.

Sérgio demorou de propósito, mas tava de olho em tudo que rolava, ela serviu a cerveja, ele fala vamos esperar seu marido, ele vai esquentar, ela fala, isso a meio metro de distância dele, no mesmo sofá, na hora Pablo se mandou e fala bem perto, acho que não vai esquentar como você me esquentou, e deu um chupão nela, ela no começo ficou parada, mas era tão doce e diferente, que correspondeu, o beijo ficou apaixonado, ele chegou perto pegando ela na cintura e já não pararam de se beijar, Sérgio percebeu que algo já tava rolando, saiu do banheiro, interrompendo tudo, o Se pegaram intimamente, se soltaram sem vontade, oi tudo bem, eu não esperava e sorrio, se ele chama Pablo, é que a verdade sua mulher é uma coisa tão linda que a gente não se segura, me desculpa. Os três riram.

Brindaram pela noite que viria, conversaram besteiras, Lili e Pablo não aguentavam mais, e foi ela quem quebrou o papo, no meio de não sei que assunto, se jogou em cima do Pablo e cravou um chupão, aí sim já não ligaram mais pra presença do Sergio, se tocavam desesperados, a blusa da Lili voou aparecendo dois peitões enormes e duros, ele chupou com desespero, apertava e molhava, ela tirou a camisa dele, e descobriu em todo esplendor um torso de macho, perfeito, se esfregavam, ela com os peitos bem apertados nele e não paravam de se beijar, ele tirou a legging dela e ficou só de fio dental, mãos pra todo lado, mas quando ela desceu a mão pra pegar a pica, que tanto o marido tinha promovido, ficou paralisada, o rosto dela mudou, olhou pro Pablo e depois pro Sergio, "Sweetie, que que você tem aí", quando baixou a calça dele e pulou tudo aquilo ficou pasma, que porra era aquela, uma pica, parecia de cavalo, com as duas mãos não conseguia pegar inteira, e a cabeça impressionante, passava a língua como se fosse um sorvete, sem conseguir meter quase nada dentro da boca, cheirava a macho no cio, ficou louca, de luxúria, se jogou em cima como quem diz "faz comigo o que quiser, me mata".

Sergio, olhava absorto sem acreditar no que via, era ainda maior do que tinha visto no vestiário, ia arrebentar ela, Pablo tinha puxado o fio dental pro lado e metia a língua, Lili uivava, só uivava, com os olhinhos virados, levantou as pernas dela bem alto, juntas, segurava com uma mão só e metia a língua no clitóris, no cu, era um amante foda, depois enfiou um dedo, e outro, e um terceiro, era apaixonante ver tudo, Sergio ficou pelado e começou a se bater, estava curtindo quase tanto quanto a mulher dele, Liliana era de se molhar quando Ela tava muito tarada, mas já tiveram que ir pra cama, porque era uma torneira, nunca assim, nunca. Que tesão que ela tava, continuaram na cama, ele se colocou na frente pra penetrar ela, Lili só disse: "Devagar, por favor, mas mete logo, não aguento mais." Ela apoiou a cabeça e cobria tudo. Usa a palavra: buceta, quase tampava se alguém quisesse ver por trás, só via a pica. Sérgio se aproximou e no ouvido disse: "Quer um travesseiro? Vai devagar." Com movimentos bem lentos, foi enfiando a cabeçuda, ela tava tão lubrificada que entrou com certa facilidade, e foi empurrando bem, bem devagar. Entrou um pouco mais, ela já não era ela mesma, gritava, se contorcia, gozava e acabava, tinha um orgasmo atrás do outro. Aproveitou essa situação, Pablo, pra se mover um pouco mais rápido, e foi entrando e entrando, tava quase metade pra dentro, mas já sentia o fundo. Ela começou a mexer os quadris como possuída pelo demônio, pedia mais e xingava ele, gritava: "Viado, me come, seu promíscuo", etc, etc. Só fez enfurecer Pablo, que de uma só vez meteu fundo. O grito foi dilacerante, ficaram parados vários minutos pra ver se Lili ainda tava viva, e olha se tava, com a pica toda dentro começou a se mover devagar pra depois, como possuída de novo, uma máquina de foder, os dois. Foi uma noite única, trepou quase a noite toda por umas duas horas, a gente acordava e trepava, tinha pele e muito tesão. Por último, Lili quis tirar a última gozada com a boca, e fazendo um grande esforço, conseguiu. Claro, tudo terminou tipo sábado 11 da manhã, mortos. Combinamos de repetir mais vezes, já Liliana não conseguiria viver sem aquela pica que mudou a vida dela, e a minha também. Continua.

6 comentários - O parceiro do chuveiro II

UUUFFF que hermosa calentura me hicieron pegar!!! A disfrutar de cada momento!!!
dayse2
Que excelente experiencia!!! mmmmmmmmmmmm 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 :wink2: :wink2:
Ché, muy bueno..!! no me digas que queres probarla vos tambien..? qué mas paso..? van puntos, obvio..