Memorias de un joven indecente: Santa patricia

No ano passado me deu na telha de ir pro festival de São Patrício, que como cês sabem, rola nessa data. Um erro, ou melhor, um HORROR da minha parte. A história que vou contar é erótica, óbvio, mas espero que aprendam com meus erros.

Tava eu, o negão e o Alan, dois GRANDES amigos meus, aí falamos "vamo pra capital que lá tá tudo show" e foi isso, fomos pra capital. Antes de sair de casa, tomamos um fizz cada um e umas latinhas de cerveja. Não távamos bêbados, mas digamos que alegres, sem ter comido muito. Fomos no busão fazendo merda e o Alan lembrou que num lugar (acho que em Palermo) tava rolando uma festa cervejeira. Decidimos ir pra lá. Paramos num quiosque ao descer e compramos umas petecas de gim pra ir andando e bebendo.

Quando cada um terminou a peteca, ficamos bem enturmados. Entramos na festa cervejeira, chuto que umas 1 ou 2 da manhã, távamos animados, não bêbados. Compramos umas brejas e depois de tomar já távamos no clima da festa. Com um pouco de álcool no sangue e menos vergonha, começamos a chegar nas gostosas pra todo lado, quase todas tavam com o namorado, não foi surpresa. Tinha uma mina por ali com um vestido branco bem curtinho e dois lábios vermelhos no tamanho certo, tipo carinha de boneca e olhos claros. Eu falei: ESSA É MINHA. Cheguei nela, ofereci breja, não lembro direito o que falei por causa do estado, nem como fomos parar num canto escuro da balada. A gente se beijava que nem uns bichos. Lembro muito bem que a doida gostava de me morder, mastigava meus lábios, mordia minha língua, enfiava a língua dela na minha boca e me beijava de língua se balançando. Depois de passar a mão nas pernas dela e beijar o pescoço, ela sentou em cima de mim, a gente tava sentado no chão entre duas colunas. Comecei a beijar os peitos dela e ela me abraçava, meio que caía pra trás. Num momento, as pernas dela se abriram e encaixaram na minha cintura, a gente continuava se beijando que nem animais, ela me continuava mordendo, agora eu mordia ela e parecia que ela gostava, ela sussurra no meu ouvido "bebê, você é muito gostoso". Vale dizer que eu tava um porre FODIDO, se é que já falei. Essa mina aí levantou um pouco e enfiou a mão dentro da minha calça, começou a acariciar minha rola, e eu meio bêbado demorei pra funcionar, mas no final funcionou. Ela desabotoou minha calça, puxou pra fora, desceu a calcinha dela e tentou sentar. Adivinha? DEU RUIM! Senti uma dor horrível, mas continuei excitado, então levantei ela e meti com força. A gente se beijava e ela se mexia como dava, meio que caía, a gente se beijava e ela continuava se mexendo. Lembro que a gente tava um porre tão grande que caímos os dois e ficamos deitados tipo colherinha no chão da balada, com o povo passando a 2 cm da gente. Ela fala de novo alguma coisa: "bebê, eu tenho namorado". E EU LÁ QUERIA SABER DISSO? Pensei. Continuamos trepando deitados no chão da balada, ela meio que ria, meio que não entendia que porra eu tava fazendo. Tirei e gozei fora. Ela tava toda molhadinha, a gente sentou direito e continuou se beijando, comecei a enfiar os dedos nela. Aí vem outra parte que não lembro direito, tenho flashes dela me masturbando e flashes de eu tentando tirar os peitos dela pra fora do vestido. O negócio é que fiquei com tesão de novo e meti de novo. Ela falou "de novo?" "é, de novo" eu falei. Dessa vez a gente meio que se encostou na parede da balada e foi assim que a gente fez. Dessa vez quase gozei dentro, mas tirei e gozei fora (sujei um pouco o vestido dela). Tirei ela de cima, subi minha calça. Ia pedir o Facebook dela, mas mesmo bêbado sei que "o que rola na balada fica na balada". Decidi tomar cerveja, encontrei o negão e o Alan, os dois tão bêbados que não conseguiram nem pegar uma gatinha. Pra completar, já era tarde pra caralho, tipo 5 ou 6 da manhã. Lembro que pedimos uma cerveja cada um, e de novo as coisas ficam nebulosas, mas aí vem a parte importante. Vejo que a gatinha passa perto de mim com um cara de mão dada, ele falando "onde você tava, tinha te perdido" Filha da puta! Bom, ela tinha me dito que tinha namorado, então FILHO DA PUTA eu. Seguimos na festa tudo bem, e não é que meia hora depois eu vejo que o cara tava doidão com a gostosa, batia na parede e gritava algo que não dava pra ouvir por causa da música. Eu pego e falo pros manos "essa louca é uma puta, acabei de comer ela, e tem namorado". Nisso a gente vê que a gostosa e o cara se aproximam meio cambaleando aos berros, eu me fiz de desentendido e me misturei com o povo. Saí da merda e falei pra gente vazar por via das dúvidas. Não sei se ela me reconheceu ou o quê, mas o fato é que a gostosa TINHA NAMORADO MESMO, e um namorado bem violento, é melhor ficar em casa e sair pra night outro dia. O povo não é ruim, mas fica agressivo com a bebida, isso que é foda, você pode se foder por causa de uma saída. Tudo bem que a gostosa me disse "tenho namorado", mas nunca falou "ele tá aqui", além do mais, tava me beijando se tinha namorado, e que porra eu ia fazer se o namorado quisesse me pegar? Tava bêbado, as artes marciais iam pro caralho.
MORAL DA HISTÓRIA: Se for beber com os amigos, de boa, mas se cuidem, é meu conselho de coração, rapaziada.
Aliás, fiz uns exames e tô totalmente saudável, ADEUS DÚVIDA DA AIDS.

7 comentários - Memorias de un joven indecente: Santa patricia

muy bueno el relato, aún así los boliches son una mierda con todas las letras
es por la musica y la gente que va, no me va eso de tener que ir a boliches para "socializar"