6. A partir desses momentos, pensar nela era desenhar na minha mente encontros clandestinos e estar dentro dela era uma necessidade imperiosa para saciar essa adição que crescia dentro de mim com loucura galopante... Meu trabalho me dava a possibilidade de fazer controles de mercado então lhe chamei às 14hs perguntando se tinha um minuto para sair de sua casa e assim foi que a passe a buscar com minha moto e com um dia solado de céu despejado saímos a buscar um lugar natural (plataforma para hotel não havia) o que encontramos atrás de fábricas a geografia desta zona por ser muito seca tem arvoredos muito pequenos... então nos situamos sob um deles, nos baixamos da moto, a tomei em meus braços e beijei seus lábios úmidos ansiosos quentes minha boca bebía sua saliva e chupava sua língua linda enquanto minhas mãos jogavam com seu corpo subindo e descendo ameaçando tocar suas partes pudorosas e não fazer isso sob meus beijos a seus peitos e os lambi por cima do corpete que se desprendeu e saquei pelas mangas da blusa, levantei as mesmas e agarrei ambas tetas juntando-as ao meio deixando em linha os pêlos que lhes dei beijos úmidos alternando de um a outro de forma desesperada molhando bem as auréolas e pêlos até parar em chupá-los com força e até dar-lhe pequenos mordiscos que faziam que ela saltasse de luxúria sob minhas mãos... baixei pelo meio dos seus peitos e joguei com seu umbigo o que lami e mordi à vontade produzindo descargas elétricas no corpo, minhas mãos por debaixo da minha calça de jeans jogavam com suas nádegas as quais apertava, massajeava e estrangulava com luxúria... levantei sua saia até a cintura e lami seu biquíni branco seguindo a linha dos bordos até situar minha boca no tijolo que desenhava a tela e como se fosse uma grande sopinha absorvi tudo o que havia em minha boca querendo sacar jugos, odores, sabores, imediatamente comecei a lamber essa tela que tapava meu grande tesouro e em poucos segundos estava úmida tanto por mim Língua como por seus jugos a fragrância ao sexo deseoso envolvia meus sentidos, minhas mãos mais rápidas que minha intenção, faziam círculos em seu bumbum fechado, que não queria render-se ante a primeira falange, baixei minha boca até molhar aquele dedo que apoiava muito suave mas firme no bumbum, o qual se abriu como uma flor deixando passagem a meu dedo triunfante que como prêmio tubou um abraço úmido quente, hummm... quente,... não quente minha boca dava pequenos mordiscos ao seu pussy através da bombacha ela gemia e falava como endemoniada dizendo coisas que não estão em nenhum alfabeto, minha mente não decidia qual era o primeiro passo... e me decidi sem pensar em dar-lhe volta correr sua bombachita e lamber seu bumbum deixando-o super molhado... quando falamos de culitos pensamos imediatamente em um agujerito fruncido latente, o seu é uma rajita rosada que ao abri-los com meus mãos estirando suas nádegas deixa abrir-se redondito como dizendo HO mas sem mostrar um caminho livre, sim fechado, não pude resistir... parei atrás dele, fiz-a apoiar com os braços no assento da moto (ela muito obsequiosa, mostrando entrega total... toda à minha mercê) a imagem é uma tiny ass muito branca com a luz do sol da siesta muito clara mini na cintura vedetina branca como centro de tiro ao alvo mais abaixo seu pussy na tela empapada, corri sua bombachita e meu cock como por arte de magia estava nas minhas mãos, e apoiada a cabeça nessa rajita que empuxe passando a cabeça como se fosse botão em ojal sentindo quando o bordo do prepúcio passa o aro do esfíncter e é abraçado por este, de sua boca saiu um gemido da sua boca, não de dor, sim placentero fiquei quieto, e só se escutava entre murmúrios soluçantes mais, mais, mais... e tomándola da cintura asegurando que não faça nenhum movimento empuxe devagar até que meus testículos chocaram com a pele que lhe proibiam a entrada por uma questão lógica... a retie devagar e a volvi a hundir com um pouco de velocidade a deixava Cala e ela pedia mais e mais, o que me fazia voar de luxúria... saquei meu pau até a metade e comecei a penetrá-lo com força, com vontade de transpassá-lo, rompê-lo, todos os pensamentos que me aqueciam mais e mais, seus gemidos suplicantes por não pararem se transformaram na melhor música da tarde no campito. Pegue uma das suas mãos e guiou-a para sua vulva, a qual começou sem dizer-lhe os passos a seguir uma carícia violenta que, juntamente com minhas penetradas, lhe provocou um orgasmo inacabável que a natureza do lugar se encarregou de glorificar e meus sentidos se perderam fundindo-me em essas ondas de prazer que você gerava. Fiquei quieto no fundo de seu ânus e com jatos a pressão inunde seu interior de leite tibia foram três jatos, nos quais com cada jato ela empurrava o seu corpo contra meu pau como ordenhando-o... minhas pernas tremiam, minha mente em branco desfrutando das sensações que corriam no meu corpo se uniram por minuto no silencio do que podemos chamar memoravelmente um polvo divino.
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