Boa noite, meus amigos e amigas, garotas poringa. Agradeço pelos meus primeiros pontos. Sabe, a vida é cheia de histórias como as que venho contar, e são os relatos que enchem a cabeça de muitas ideias loucas e safadas, mas é a parte mais gostosa da vida: as fantasias sexuais.
Faz um tempo (3 meses, pra ser específico), eu tava voltando pra casa depois de um longo dia de estudos na minha escola. Aí decidi comprar algo pra ir comendo no caminho, porque na volta pra casa sempre bate uma fome. Comprei uma coisa que não fizesse muita sujeira pra não sujar o uniforme do colégio. Pouco depois, entrei no ônibus pro meu destino. Sempre escolho os primeiros bancos, porque dá pra apreciar melhor os filmes que passam durante a viagem, mas dessa vez não tava com vontade de nada, então só decidi ir pro fundo do ônibus pra poder comer sem ninguém me olhando — sou meio envergonhado pra comer. Enfim, quando o carro já ia saindo da plataforma nº 1 da central de Córdoba, ela subiu. Alta, magra, um corpo lindo de 18 anos, com uma blusa azul que na frente cobria tudo, mas atrás só mostrava uma tira segurando a peça que ela usava como blusa. Uma calça jeans leve na altura do quadril, sem cinto, cabelo desfiado e um cheiro de uva. Ela foi se aproximando de mim, e eu tive que guardar o que tava comendo pra não parecer um idiota na frente dela. E foi assim: ela chegou perto, sentou comigo e disse que não tava se sentindo bem e se podia ficar comigo até o fim do meu trajeto. Eu, vendo uma mulher daquele calibre, só consegui pensar: "Uau, Deus, obrigado por esse encontro maravilhoso". E na hora aceitei. Levantei, fingindo que tava colado na janela do lado esquerdo do carro, ela sentou, e eu sentei do lado dela, na poltrona do corredor. Enfim, a viagem tava só começando, e ela decidiu dormir. Um pouco, mas ela nunca disse onde ia descer.
O caminho foi encurtando até o ponto final do ônibus e a garota ainda continuava dormindo do meu lado. Quando chegamos na última parada da minha cidade, acordei ela, e ela, ainda meio sonolenta por causa do álcool que tinha bebido, acordou e desceu na hora, perguntando: "Onde estou?" Eu respondi, e ela imediatamente fez uma cara de susto, porque o ponto dela já tinha passado há vários quilômetros. Para piorar, já era a última viagem. "Só vai ter corrida amanhã, amiga. Posso ajudar em algo?" Ela pediu ajuda na hora, dizendo que estava muito bebida e que não saberia se virar sozinha. Então, como um cavalheiro, levei ela até um taxista e perguntei quanto ele cobraria para levá-la até o destino dela, a quase meia hora de onde eu morava. O taxista disse que não aceitaria ir para aquela área e que nenhum dos colegas dele iria também, porque era uma zona perigosa.
A garota, sem ter mais o que fazer, decidiu alugar um quarto de hotel, mas como não conhecia a área, me pediu para levá-la até um. Eu falei a verdade: não podia, porque precisava chegar em casa e meu celular já estava sem bateria. Ela respondeu: "Posso ir com você, assim já vou andando e clareando a cabeça. Só vai devagar." Uau, pensei, e sem mais enrolação, aceitei. Ela me acompanhou até a casa humilde de vocês, Poringa Boys. Deixei minhas coisas, peguei outro celular que tenho, troquei de chip e voltei com ela para levá-la ao hotel.
A meia quadra da minha casa tem um hotel. Então, pra encurtar o caminho por causa da insegurança, decidi deixar ela lá. Além disso, um amigo meu trabalha lá, então não teria problema. Entramos no hotel, e meu amigo, ao me ver, deu uma risadinha, porque percebeu que a garota não era do meu círculo de amizades, ou pelo menos não do tipo de amizades que eu tenho. Eu só disse que era uma amiga que encontrei no ônibus e que tinha dormido. Contei a história completa, e ele disse que não. Achei que era só isso. No fim, a mina alugou o quarto e eu ajudei ela a entrar. Deixei a mala de roupa dela na mesinha de centro do quarto, e ela só sentou na cama, ligou a TV e foi pro banheiro. Eu esperei ela pra dizer que precisava ir, porque não tinha avisado onde tava. Nessa hora, ouvi um barulho e, quando virei, vi que a mala dela tinha caído. Quando fui levantar, sem querer a roupa dela caiu no chão, porque na hora de pagar o quarto ela tinha esquecido de fechar a mochila. No fim, num piscar de olhos, juntei toda a roupa dela. Pra minha sorte, era só blusas e camisetas. Pelo estilo, vi que não era uma garota da vida fácil, mas qual foi a surpresa.
Quando terminei de guardar a roupa dela na mala, ela saiu do banheiro, virou pra mim e perguntou quem eu era e por que tinha ajudado sem pedir nada em troca. Aí eu respondi: "Você é uma mulher muito gostosa, e talvez por querer fazer amizade, aceitei te ajudar sem pensar nos possíveis riscos que podia rolar." Ela sorriu pra mim e disse que tava muito grata pela ajuda. Decidi vazar dali, mas, vendo ela muito tonta e meio bêbada ainda, falei pra ela tomar um banho frio, pelo menos pra ficar bem e não se afogar na cama (abri um parêntese: perdi um tio por asfixia porque ele bebia muito). No começo ela disse que não, mas eu insisti. Aí fui pro banheiro, abri o chuveiro e coloquei ela debaixo d'água. Só pedi pra ela deixar o celular na cama, tirar os sapatos e esvaziar os bolsos da calça.
Ela fez isso. Quando ela já tava no chuveiro, comecei com água morna e, aos poucos, fui esfriando até quase virar gelo. Ela gritou porque tava muito fria. Pouco depois, saímos do banheiro e eu abri a mala dela pra ela pegar a roupa. Ela, num pulo, tirou a blusa e a calça, ficando só num lindo conjunto de lingerie de renda azul céu, com um cheiro delicioso de mulher e um perfume que embriagava. pra qualquer homem.
Os peitos dela eram perfeitos, o corpo dela mais ainda, o quadril formava aquelas curvas que são o sonho de qualquer homem, e a pele branca e macia dela tinha ficado cheia de gotinhas por causa do banho. Me senti muito desconfortável porque isso provocou em mim uma ereção bem visível, já que a calça do colégio era casual e ficava meio justa, e eu não tinha colocado roupa leve, tava usando uma cueca de lycra super apertada.
Ela, ao ver o que meu corpo tinha feito com meu pau, se aproximou de mim e perguntou por que eu tava tão nervoso. Eu, com um pouco de tesão e cheio de nervosismo, respondi: "Nunca tinha visto um corpo tão perfeito quanto o seu, me desculpa, amiga, por falar assim, porque você e eu não temos amizade nem nada que nos ligue como conhecidos, somos dois irmãos do anonimato."
Ela, com um pouco de frio e tremendo, chegou ainda mais perto de mim e, sem pensar, me abraçou e disse que na vida louca dela nunca tinham sido tão doces com ela como eu fui. Por um instante, me enchi de ego, mas desisti. Ela, ao ver que eu me afastava na hora, agiu: me pediu pra pegar uma blusa e uma calça da mala dela e tirar uma mochilinha da mesma mala. Fiz isso, procurei uma blusa pra ela e uma calça, foi fácil. Mas quando peguei a mochila que ela pediu, notei que era roupa íntima. Tinha de várias cores, e todas menores que a anterior, de renda, de fitas, laços, tiras, fio dental, tanga, calcinha, de tudo. Quando voltei o olhar pra ela, uauauauauauau.
Lá estava ela, completamente nua, mostrando os peitos duros por causa da água fria. Os bicos dos peitos eram perfeitos, e o corpo dela mais ainda: uma barriga linda que desenhava a silhueta dela na sombra. E quando baixei mais o olhar, a intimidade dela só rodeada por um pouco de pelo pubiano, meio escondido na parte dela. Ela se aproximou e perguntou o que eu achava dela daquele jeito. Eu, mudo, não consegui falar nada, meu silêncio era tão óbvio. Ela sentou do meu lado, eu mega nervoso. e com uma ereção ainda maior que a primeira, sentia ela pulsando de vontade de estar dentro dela, e finalmente pude dizer que ela estava muito gostosa, ela se aproximou ainda mais e confessou que trabalhava num bar como garçonete, mas que ao voltar do expediente pro apartamento dela, tinha encontrado o namorado na cama com a amiga dela (eu pensei: que tipo de homem faria isso com uma mulher gostosa como ela?) e que por isso tinha decidido voltar pra casa da mãe pra pensar nas coisas, mas que ao sentir aquela mágoa, sentia vontade de fazer o mesmo que fizeram com ela.
Ela se levantou e me puxou pra perto dela, e num beijo me deu as instruções pra fazer daquela noite algo mágico e inesquecível.
Como um raio, tirei minha camisa e a calça, junto com a camiseta, ficando só de cueca. Ela pegou meu pau com as mãos e acariciou, até sentir como lubrificava a mão dela. Surpresa por ver o que tinha na mão (lubrificação), ficou tão excitada que, sem rodeios, se deitou na cama, abriu as pernas e me pegou pela mão, me guiando até ela. Pegou meu pau de novo e encaixou na buceta dela. Eu perguntei na hora se ela não tinha medo de engravidar, já que não tinha camisinha. Ela disse pra eu não me preocupar, que do resto ela cuidava. E entrei nela. Senti o calor dela, a umidade da buceta era tão óbvia que dava pra ouvir o som de entrar e sair dela. O cheiro daquele momento era forte, mas delicioso. Os gemidos dela eram algo muito mais excitante, e a carinha de menina que ela tinha era de matar. Os lábios dela sendo mordidos pelos dentes em sinal de prazer é algo que nunca vou esquecer. Então me acomodei bem, peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, abrindo espaço pra entrar por completo. Ela sentiu dor, mas em nenhum momento pensou em parar o encontro.
Ao ver o que tinha feito, ela só puxou o travesseiro e com a mão direita pegou a própria buceta e abriu ainda mais, me dizendo: "Tá gostando do que vê?" Eu respondi que era a coisa mais linda. lindo que já tinha visto.
Eu estava penetrando ela devagar pra não gozar rápido, e ao mesmo tempo fazia pressão entrando o mais fundo possível e ficando lá dentro por uns instantes. Ela, ao me sentir dentro, se queixava e se mexia, o que era perfeito, porque eu sentia ainda mais prazer lá dentro.
— Não aguento mais — ela disse —, levantou ainda mais as pernas e, abrindo os glúteos, me mostrou aquela linda flor rosada. Pediu que eu saísse dela, enfiou três dedos e tirou na hora. Com o lubrificante da própria buceta, molhou o cu e, com o dedo indicador, enfiou o mel da buceta dela no cu pra lubrificar. Pegou meu pau de novo e encaixou naquele lindo anel rosado.
Depois de encaixado, segurou minhas mãos e me puxou pra ela. Devagar, meu pau lubrificado pelo mel dela foi deslizando até entrar. Nunca na minha vida tinha feito sexo anal, mas ao ver o rosto dela, percebi que era o máximo pra ela, então decidi meter com tudo. Ela começou se queixando devagar, mas pouco depois não aguentava mais a vontade de gritar. E num instante, um lindo instante, ela tremeu e disse que queria ir ao banheiro. Eu, já mega excitado, neguei o pedido e, com mais força e velocidade, continuei penetrando ela. Nisso, ela me puxou com força contra ela, pegou minha mão e levou até a buceta dela, e pediu que eu a masturbasse e que, quando ela dissesse "já", eu teria que tirar meu pau do cu dela e colocar minha boca na buceta dela. Aceitei o trato. Em poucos instantes, ela me avisou que já era hora e que eu fizesse rápido, porque o momento ia passar e não seria bom deixar passar. Tirei meu pau rapidão, ela gritou de dor, e me coloquei na buceta dela. Devagar, minha língua invadia a intimidade dela. Não me importava o cheiro forte que tinha, porque o sabor era meio doce e salgado ao mesmo tempo. De repente, ela levou um dedo até a buceta dela e apertou um pequeno caroço na ponta da buceta dela, quando de repente pediu que eu abrisse a boca porque ia me entregar algo que nem o namorado dela nem Nenhuma outra parceira tinha conseguido, aos poucos ela estava gozando na minha boca, o gosto dela é algo inexplicável, doce, salgado, amargo, simples, mil sabores a mais. Com minha língua, recolhi cada gole daquele elixir de mulher e, quando já tinha terminado completamente, ela pegou minha mão e me pediu um beijo. Deus, não podia acreditar que tinha bebido todo o mel que ela me deu na boca. E foi assim: aproximei meus lábios dos dela e a beijei. Ela, com a mão, colocou meu pau de volta na buceta dela e, quase gozando, quis me afastar, mas ela me empurrou de novo e eu entrei.
Naquele momento, senti gozar dentro dela, e ela disse com a voz trêmula:
"Sinto você me enchendo também, sinto esse calor de homem que dá quando goza dentro de uma mulher. Me enche de você sem pensar em problemas futuros, vive o momento como eu estou vivendo com você."
E sem hesitar, me movi mais rápido para gozar tudo dentro dela. Vi o rostinho de satisfação dela. Depois de despejar tudo dentro dela, saí, me deitei ao lado e descansei, antes que ela suspirasse. Cansada, ela virou para me olhar e perguntou se eu ia vê-la de novo. Eu disse que sim, que quando ela quisesse, eu estaria lá para ela.
Até hoje, tenho um relacionamento lindo com ela. É a mulher mais doce, carismática e meiga que já conheci, e é a dona do meu coração. Ela se chama Martha, e sei que vai ficar brava ao ler essa história nossa, mas isso vai ser nosso segredo, amigos e amigas do Poringa Girls.
Até a próxima, espero os comentários de vocês. Por favor, comentem, isso é a base da minha coragem para publicar as histórias que vivo como estudante e curto. Um jovem de 22 anos com sorte de um de 33. Boa noite e espero que tenham gostado da minha história.COMENTAR NÃO CUSTA NADA
Faz um tempo (3 meses, pra ser específico), eu tava voltando pra casa depois de um longo dia de estudos na minha escola. Aí decidi comprar algo pra ir comendo no caminho, porque na volta pra casa sempre bate uma fome. Comprei uma coisa que não fizesse muita sujeira pra não sujar o uniforme do colégio. Pouco depois, entrei no ônibus pro meu destino. Sempre escolho os primeiros bancos, porque dá pra apreciar melhor os filmes que passam durante a viagem, mas dessa vez não tava com vontade de nada, então só decidi ir pro fundo do ônibus pra poder comer sem ninguém me olhando — sou meio envergonhado pra comer. Enfim, quando o carro já ia saindo da plataforma nº 1 da central de Córdoba, ela subiu. Alta, magra, um corpo lindo de 18 anos, com uma blusa azul que na frente cobria tudo, mas atrás só mostrava uma tira segurando a peça que ela usava como blusa. Uma calça jeans leve na altura do quadril, sem cinto, cabelo desfiado e um cheiro de uva. Ela foi se aproximando de mim, e eu tive que guardar o que tava comendo pra não parecer um idiota na frente dela. E foi assim: ela chegou perto, sentou comigo e disse que não tava se sentindo bem e se podia ficar comigo até o fim do meu trajeto. Eu, vendo uma mulher daquele calibre, só consegui pensar: "Uau, Deus, obrigado por esse encontro maravilhoso". E na hora aceitei. Levantei, fingindo que tava colado na janela do lado esquerdo do carro, ela sentou, e eu sentei do lado dela, na poltrona do corredor. Enfim, a viagem tava só começando, e ela decidiu dormir. Um pouco, mas ela nunca disse onde ia descer.
O caminho foi encurtando até o ponto final do ônibus e a garota ainda continuava dormindo do meu lado. Quando chegamos na última parada da minha cidade, acordei ela, e ela, ainda meio sonolenta por causa do álcool que tinha bebido, acordou e desceu na hora, perguntando: "Onde estou?" Eu respondi, e ela imediatamente fez uma cara de susto, porque o ponto dela já tinha passado há vários quilômetros. Para piorar, já era a última viagem. "Só vai ter corrida amanhã, amiga. Posso ajudar em algo?" Ela pediu ajuda na hora, dizendo que estava muito bebida e que não saberia se virar sozinha. Então, como um cavalheiro, levei ela até um taxista e perguntei quanto ele cobraria para levá-la até o destino dela, a quase meia hora de onde eu morava. O taxista disse que não aceitaria ir para aquela área e que nenhum dos colegas dele iria também, porque era uma zona perigosa.
A garota, sem ter mais o que fazer, decidiu alugar um quarto de hotel, mas como não conhecia a área, me pediu para levá-la até um. Eu falei a verdade: não podia, porque precisava chegar em casa e meu celular já estava sem bateria. Ela respondeu: "Posso ir com você, assim já vou andando e clareando a cabeça. Só vai devagar." Uau, pensei, e sem mais enrolação, aceitei. Ela me acompanhou até a casa humilde de vocês, Poringa Boys. Deixei minhas coisas, peguei outro celular que tenho, troquei de chip e voltei com ela para levá-la ao hotel.
A meia quadra da minha casa tem um hotel. Então, pra encurtar o caminho por causa da insegurança, decidi deixar ela lá. Além disso, um amigo meu trabalha lá, então não teria problema. Entramos no hotel, e meu amigo, ao me ver, deu uma risadinha, porque percebeu que a garota não era do meu círculo de amizades, ou pelo menos não do tipo de amizades que eu tenho. Eu só disse que era uma amiga que encontrei no ônibus e que tinha dormido. Contei a história completa, e ele disse que não. Achei que era só isso. No fim, a mina alugou o quarto e eu ajudei ela a entrar. Deixei a mala de roupa dela na mesinha de centro do quarto, e ela só sentou na cama, ligou a TV e foi pro banheiro. Eu esperei ela pra dizer que precisava ir, porque não tinha avisado onde tava. Nessa hora, ouvi um barulho e, quando virei, vi que a mala dela tinha caído. Quando fui levantar, sem querer a roupa dela caiu no chão, porque na hora de pagar o quarto ela tinha esquecido de fechar a mochila. No fim, num piscar de olhos, juntei toda a roupa dela. Pra minha sorte, era só blusas e camisetas. Pelo estilo, vi que não era uma garota da vida fácil, mas qual foi a surpresa.
Quando terminei de guardar a roupa dela na mala, ela saiu do banheiro, virou pra mim e perguntou quem eu era e por que tinha ajudado sem pedir nada em troca. Aí eu respondi: "Você é uma mulher muito gostosa, e talvez por querer fazer amizade, aceitei te ajudar sem pensar nos possíveis riscos que podia rolar." Ela sorriu pra mim e disse que tava muito grata pela ajuda. Decidi vazar dali, mas, vendo ela muito tonta e meio bêbada ainda, falei pra ela tomar um banho frio, pelo menos pra ficar bem e não se afogar na cama (abri um parêntese: perdi um tio por asfixia porque ele bebia muito). No começo ela disse que não, mas eu insisti. Aí fui pro banheiro, abri o chuveiro e coloquei ela debaixo d'água. Só pedi pra ela deixar o celular na cama, tirar os sapatos e esvaziar os bolsos da calça.
Ela fez isso. Quando ela já tava no chuveiro, comecei com água morna e, aos poucos, fui esfriando até quase virar gelo. Ela gritou porque tava muito fria. Pouco depois, saímos do banheiro e eu abri a mala dela pra ela pegar a roupa. Ela, num pulo, tirou a blusa e a calça, ficando só num lindo conjunto de lingerie de renda azul céu, com um cheiro delicioso de mulher e um perfume que embriagava. pra qualquer homem.
Os peitos dela eram perfeitos, o corpo dela mais ainda, o quadril formava aquelas curvas que são o sonho de qualquer homem, e a pele branca e macia dela tinha ficado cheia de gotinhas por causa do banho. Me senti muito desconfortável porque isso provocou em mim uma ereção bem visível, já que a calça do colégio era casual e ficava meio justa, e eu não tinha colocado roupa leve, tava usando uma cueca de lycra super apertada.
Ela, ao ver o que meu corpo tinha feito com meu pau, se aproximou de mim e perguntou por que eu tava tão nervoso. Eu, com um pouco de tesão e cheio de nervosismo, respondi: "Nunca tinha visto um corpo tão perfeito quanto o seu, me desculpa, amiga, por falar assim, porque você e eu não temos amizade nem nada que nos ligue como conhecidos, somos dois irmãos do anonimato."
Ela, com um pouco de frio e tremendo, chegou ainda mais perto de mim e, sem pensar, me abraçou e disse que na vida louca dela nunca tinham sido tão doces com ela como eu fui. Por um instante, me enchi de ego, mas desisti. Ela, ao ver que eu me afastava na hora, agiu: me pediu pra pegar uma blusa e uma calça da mala dela e tirar uma mochilinha da mesma mala. Fiz isso, procurei uma blusa pra ela e uma calça, foi fácil. Mas quando peguei a mochila que ela pediu, notei que era roupa íntima. Tinha de várias cores, e todas menores que a anterior, de renda, de fitas, laços, tiras, fio dental, tanga, calcinha, de tudo. Quando voltei o olhar pra ela, uauauauauauau.
Lá estava ela, completamente nua, mostrando os peitos duros por causa da água fria. Os bicos dos peitos eram perfeitos, e o corpo dela mais ainda: uma barriga linda que desenhava a silhueta dela na sombra. E quando baixei mais o olhar, a intimidade dela só rodeada por um pouco de pelo pubiano, meio escondido na parte dela. Ela se aproximou e perguntou o que eu achava dela daquele jeito. Eu, mudo, não consegui falar nada, meu silêncio era tão óbvio. Ela sentou do meu lado, eu mega nervoso. e com uma ereção ainda maior que a primeira, sentia ela pulsando de vontade de estar dentro dela, e finalmente pude dizer que ela estava muito gostosa, ela se aproximou ainda mais e confessou que trabalhava num bar como garçonete, mas que ao voltar do expediente pro apartamento dela, tinha encontrado o namorado na cama com a amiga dela (eu pensei: que tipo de homem faria isso com uma mulher gostosa como ela?) e que por isso tinha decidido voltar pra casa da mãe pra pensar nas coisas, mas que ao sentir aquela mágoa, sentia vontade de fazer o mesmo que fizeram com ela.
Ela se levantou e me puxou pra perto dela, e num beijo me deu as instruções pra fazer daquela noite algo mágico e inesquecível.
Como um raio, tirei minha camisa e a calça, junto com a camiseta, ficando só de cueca. Ela pegou meu pau com as mãos e acariciou, até sentir como lubrificava a mão dela. Surpresa por ver o que tinha na mão (lubrificação), ficou tão excitada que, sem rodeios, se deitou na cama, abriu as pernas e me pegou pela mão, me guiando até ela. Pegou meu pau de novo e encaixou na buceta dela. Eu perguntei na hora se ela não tinha medo de engravidar, já que não tinha camisinha. Ela disse pra eu não me preocupar, que do resto ela cuidava. E entrei nela. Senti o calor dela, a umidade da buceta era tão óbvia que dava pra ouvir o som de entrar e sair dela. O cheiro daquele momento era forte, mas delicioso. Os gemidos dela eram algo muito mais excitante, e a carinha de menina que ela tinha era de matar. Os lábios dela sendo mordidos pelos dentes em sinal de prazer é algo que nunca vou esquecer. Então me acomodei bem, peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, abrindo espaço pra entrar por completo. Ela sentiu dor, mas em nenhum momento pensou em parar o encontro.
Ao ver o que tinha feito, ela só puxou o travesseiro e com a mão direita pegou a própria buceta e abriu ainda mais, me dizendo: "Tá gostando do que vê?" Eu respondi que era a coisa mais linda. lindo que já tinha visto.
Eu estava penetrando ela devagar pra não gozar rápido, e ao mesmo tempo fazia pressão entrando o mais fundo possível e ficando lá dentro por uns instantes. Ela, ao me sentir dentro, se queixava e se mexia, o que era perfeito, porque eu sentia ainda mais prazer lá dentro.
— Não aguento mais — ela disse —, levantou ainda mais as pernas e, abrindo os glúteos, me mostrou aquela linda flor rosada. Pediu que eu saísse dela, enfiou três dedos e tirou na hora. Com o lubrificante da própria buceta, molhou o cu e, com o dedo indicador, enfiou o mel da buceta dela no cu pra lubrificar. Pegou meu pau de novo e encaixou naquele lindo anel rosado.
Depois de encaixado, segurou minhas mãos e me puxou pra ela. Devagar, meu pau lubrificado pelo mel dela foi deslizando até entrar. Nunca na minha vida tinha feito sexo anal, mas ao ver o rosto dela, percebi que era o máximo pra ela, então decidi meter com tudo. Ela começou se queixando devagar, mas pouco depois não aguentava mais a vontade de gritar. E num instante, um lindo instante, ela tremeu e disse que queria ir ao banheiro. Eu, já mega excitado, neguei o pedido e, com mais força e velocidade, continuei penetrando ela. Nisso, ela me puxou com força contra ela, pegou minha mão e levou até a buceta dela, e pediu que eu a masturbasse e que, quando ela dissesse "já", eu teria que tirar meu pau do cu dela e colocar minha boca na buceta dela. Aceitei o trato. Em poucos instantes, ela me avisou que já era hora e que eu fizesse rápido, porque o momento ia passar e não seria bom deixar passar. Tirei meu pau rapidão, ela gritou de dor, e me coloquei na buceta dela. Devagar, minha língua invadia a intimidade dela. Não me importava o cheiro forte que tinha, porque o sabor era meio doce e salgado ao mesmo tempo. De repente, ela levou um dedo até a buceta dela e apertou um pequeno caroço na ponta da buceta dela, quando de repente pediu que eu abrisse a boca porque ia me entregar algo que nem o namorado dela nem Nenhuma outra parceira tinha conseguido, aos poucos ela estava gozando na minha boca, o gosto dela é algo inexplicável, doce, salgado, amargo, simples, mil sabores a mais. Com minha língua, recolhi cada gole daquele elixir de mulher e, quando já tinha terminado completamente, ela pegou minha mão e me pediu um beijo. Deus, não podia acreditar que tinha bebido todo o mel que ela me deu na boca. E foi assim: aproximei meus lábios dos dela e a beijei. Ela, com a mão, colocou meu pau de volta na buceta dela e, quase gozando, quis me afastar, mas ela me empurrou de novo e eu entrei.
Naquele momento, senti gozar dentro dela, e ela disse com a voz trêmula:
"Sinto você me enchendo também, sinto esse calor de homem que dá quando goza dentro de uma mulher. Me enche de você sem pensar em problemas futuros, vive o momento como eu estou vivendo com você."
E sem hesitar, me movi mais rápido para gozar tudo dentro dela. Vi o rostinho de satisfação dela. Depois de despejar tudo dentro dela, saí, me deitei ao lado e descansei, antes que ela suspirasse. Cansada, ela virou para me olhar e perguntou se eu ia vê-la de novo. Eu disse que sim, que quando ela quisesse, eu estaria lá para ela.
Até hoje, tenho um relacionamento lindo com ela. É a mulher mais doce, carismática e meiga que já conheci, e é a dona do meu coração. Ela se chama Martha, e sei que vai ficar brava ao ler essa história nossa, mas isso vai ser nosso segredo, amigos e amigas do Poringa Girls.
Até a próxima, espero os comentários de vocês. Por favor, comentem, isso é a base da minha coragem para publicar as histórias que vivo como estudante e curto. Um jovem de 22 anos com sorte de um de 33. Boa noite e espero que tenham gostado da minha história.COMENTAR NÃO CUSTA NADA
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