Bom, começo dizendo que o que aconteceu foi algo que nós dois quisemos, então ninguém saiu prejudicado aqui.
Essa é a história de como eu comi minha prima. Lembro que tudo aconteceu em mais ou menos um mês. Ela tava tendo problemas com os pais e veio com as duas irmãs pra minha casa pra dar uma aliviada na tensão. A gente passou uma tarde inteira conversando sobre várias coisas, inclusive o motivo dela ter fugido de casa. Bom, vale dizer que minha prima é uma mina muito gostosa, peitos lindos, uma bunda de dar infarto, em formato de coração, e umas pernas muito boas. Ela é meio baixinha, rosto bonito e uns olhos lindos. Depois de nós quatro conversarmos sobre mil e uma coisas, ela me pediu pra copiar umas músicas do meu PC, e eu, muito educado, falei que não tinha problema. Foi aí que descobri que eu tinha que comer ela, sem chance. Lembro que eu tava sentado na cadeira do meu PC, ela tinha se colocado atrás de mim, me abraçando pelas costas, como a gente já tinha feito várias vezes. De repente, ela começou a morder minha orelha. Não sei se ela sabia, mas isso me deixava a mil. Falei pra ela não morder, entre brincadeiras, e ela disse que gostava das minhas orelhas porque eram muito macias. Foi isso. E ela me abraçava, eu dava umas pausas no que tava fazendo e dava beijos na bochecha dela, fingindo ser o primo bonzinho que eu sou. Bom, ela ficou mais um tempo me abraçando até que foi na cozinha pegar algo pra beber. Eu falei pra gente tomar algo mais forte, e ela disse que se a proposta fosse séria, ela aceitaria, mas falou que eu sou um jogador. Aí ela me abraçou de novo, mas dessa vez de lado, e eu nem vi quando ou como aconteceu, mas comecei a tocar a buceta dela com meu cotovelo. Eu percebi, e acho que ela também, porque quanto mais eu mexia meu cotovelo, mais ela se encostava em mim. Tenho que dizer que ela era virgem por causa dos problemas que teve com o pai. Ela teve que fazer mil e um exames pra provar que ainda usava aquilo só pro que Deus tinha feito.
Bom, assim, naquele dia, minha pica já tinha subido. Palo tava com muita vontade de comer ela e só pensava nisso, comecei a sonhar com ela, queria meter por frente, por trás, usar os peitos dela pra fazer um boobs fuck. Bom, não encontrava um jeito de fazer isso com ela e ela estar acordada, a verdade é que drogar as minas não era comigo, eu precisava que ela estivesse consciente pra eu poder comer ela e fazer ela gritar. Penso nisso de satisfazer a parceira... Bom, continuei pensando até que ela teve outro problema com os pais dela, me ligava de noite até tarde, parecia, ou eu via assim, que ela sentia ciúmes da minha namorada, porque sempre que eu falava com minha mina ela ficava furiosa. Bom, vale ressaltar que diziam que eu sou um gostoso, eu não achava tanto que era bonito, mas não ao extremo. E como eu contava, minha namorada é uma mina muito gostosa, bunda bonita, rosto bonito, peitos não tão bons, são grandes, mas não tanto quanto eu queria. E aí estava eu, o problema é que minha namorada morava em outra cidade porque eu tinha me mudado de cidade no último ano. Lembro que essas datas eram de carnaval e minha mina vinha pra minha cidade só pra passar o carnaval comigo. A verdade é que eu sou de ter várias namoradas, porque vocês sabem, comer a mesma carne todo dia cansa, mas com essa mina algo funcionava porque a gente tinha algo exclusivo. Bom, os dois primeiros dias de carnaval a gente passou no meu quarto trancados, tendo horas e horas de satisfação. Tenho que dizer a meu favor que sei fazer uma mulher gozar pra caralho transando, ela gostava de levar por trás. Lembro que no primeiro dia ela tinha colocado uma lingerie de renda e umas meias de rede com um cinta-liga muito sexy e tinha me dito textualmente: que queria ver o que eu podia fazer depois de três meses sem sexo. Ela acreditava nisso, mas eu não tinha passado esses três meses sem transar com uma auxiliar de professora da minha faculdade. Mas bom, acontece que eu coloquei aquela música do David Guetta e Akon - Sexy Bitch, e ela se levantou e... Tinha começado a fazer um striptease só pra mim, bom, naquele dia eu comi ela toda, fizemos e decidimos o Kama Sutra. A gente tinha transado por umas 6 horas seguidas e caído exaustos, ela tinha dormido e eu também. No segundo dia não foi diferente, acordamos lá pelas 10 da manhã, fomos juntos tomar um banho e no banho a gente teve sexo matinal de novo. Não vou dar muitos detalhes dessas fodas porque não são tão relevantes. Naquele dia, no banho, ela se agarrou em mim igual uma fera, tanto que eu fiquei com as costas arranhadas. Foi nesse banho que eu dei três orgasmos seguidos nela, e ela gritou tanto que minha mãe bateu na porta e perguntou o que tinha acontecido. Eu falei que não foi nada, que eu e a Ale estávamos brincando de cócegas. Naquele dia, minha mãe me avisou que ia descansar uns dias no interior. Como eu via, ia ficar com a casa só pra mim. Transei com a Ale em todo canto da casa até ficarmos exaustos. A gente tinha dormido na sala, que naquela hora parecia um campo de batalha. Lá pelas dez, minha prima chegou. Eu só senti alguém pisar na minha barriga, e claro, era minha prima. Minha mãe tinha passado na casa do pai dela pra pedir pra ela ficar de olho em mim, e a fofoqueira pediu as chaves da casa. Foi aí que eu percebi que tava pelado e, pior, minha namorada também. Bom, aí foi a confusão. Minha prima tinha pisado na minha barriga, eu acordei assustadíssimo e com a cara no cu, me cobri com uma almofada do sofá e cobri a Ale também — que é como chamo minha namorada, o nome dela é Alexia, mas eu chamo de Ale. Depois a gente se vestiu, tomou banho e tal. Minha prima, muito educadamente, tinha preparado café da manhã pra mim. Aí eu percebi que ela sentia ciúmes da minha mina, porque só preparou pra mim. Mas isso não importava muito, porque a Ale tinha ficado no meu quarto. Eu coloquei um short verde fluorescente e sem camiseta, porque tava um calor infernal, e ela viu os arranhões que eu tinha nas costas. Ela me disse: "Que gata te fez isso?" Aí eu respondi: "Ai, priminha, se você soubesse..." Bom, o tempo foi passando e ela tinha tirado o moletom que tava usando porque o calor não dava mais. Foi aí que eu vi que ela tinha os bicos dos peitos bem durinhos, quase furando a regata que ela tava vestindo. Bom, se passaram horas e horas de desejo até que eu perguntei se ela queria me acompanhar pra levar minha namorada no aeroporto, porque os dias de carnaval tavam chegando e ela tinha aula na facul. No fim, ela topou. Na hora de levar ela, eu já tinha colocado todas as malas no carro e a gente já ia sair, quando eu passei pra pegar as chaves de casa no meu quarto. Quando tava passando pelo corredor do banheiro que leva pro meu quarto, uma mão me pegou pela camisa e me arrastou pra dentro. Era minha namorada, que me fez um boquete como nunca. Tanto que me fez até lacrimejar. Primeiro ela lambia meu pau da base até a ponta, tocava com a ponta da língua no furinho do meu pau, metia na boca dela até eu sentir fraqueza nas pernas e gozei gostoso. Ela continuou chupando e chupando até me deixar seco. Tinha limpado bem meu pau e sugado tanto que não tinha nem uma gota de porra. Foi nesse momento que eu ouvi a voz da minha prima gritando pela casa toda, nos procurando. Eu saí do banheiro e corri rápido pro meu quarto, peguei as chaves de casa, esperei um pouco pra minha namorada se recompor, e aí saímos rumo ao aeroporto. No caminho, liguei o rádio e tocou a música do Shaggy – Boombastic. Minha prima pediu pra eu aumentar o volume porque ela adorava, mesmo sendo um pouco mais velha. Eu tava de boa, então chegamos no aeroporto, entramos, esperamos umas duas horas porque o voo tava atrasado. Chegou a hora do embarque, minha namorada me beijou e disse que eu devia me comportar bem e não botar chifre nela. Eu falei que não tinha problema. Ela também se despediu da minha prima e disse: "...por favor, cuida bem dele, que nenhuma... garota se aproveitar dele…” aí minha prima concordou e deu um beijo e um abraço super fingido. Acompanhamos ela até o portão de embarque e ela foi embora.
Voltamos pro carro. Naquela época eu tinha um Pontiac conversível foda demais, amava e ainda amo tuning, então tinha colocado uns alto-falantes do caralho, um som infernal. Minha prima botou música no talo, abriu o teto solar do carro, ficou em pé no banco e dançava como se tivesse possuída. Eu alucinava, achando que aquilo não era real. Do aeroporto até minha casa era um baita caminho, mais ou menos uma hora e meia, então fomos ouvindo música no máximo. Quando estávamos quase chegando em casa, ela me perguntou se a gente podia ir pra uma balada dançar um pouco e beber algo. Bom, vendo por esse lado, eu tinha a semana inteira livre. Fomos pra uma balada chamada SET e ficamos até altas horas da madrugada. O pai dela tinha me ligado várias vezes, na última eu atendi e falei que a filha dele tava comigo e pra não se preocupar, que eu levaria ela pra casa. Continuamos dançando até quase 7 da manhã. Eu tinha ido dançar com uma garota super gostosa, uma deusa do meu ponto de vista, música eletrônica e muito álcool. Do nada, a menina me beijou de boca aberta e, sem eu perceber, tinha colocado dois comprimidos na minha boca na hora do beijo, e enquanto o beijo continuava, eu engoli. De repente, apareceu um brutamontes que dizia ser o namorado dela. Eu expliquei o que tinha acontecido, que ela tinha se jogado em mim e me beijado. Ele me deu um empurrão, e eu acertei um socão na cara dele. Não sei como, minha prima viu que estavam tentando me bater, correu até mim e senti alguém me segurando por trás. Me virei, vi ela e naquele momento o cara tentou me acertar e empurrou minha prima, e o pior: fez ela cair no chão com tudo. Naquela hora, perdi a razão e comecei a socar aquele animal. Foi tanto barulho que os seguranças nos Expulso do clube, lá fora aquele cara tinha me dado um soco na cara que me deixou meio nocauteado. Foi aí que comecei a chutar ele e, por acaso, um dos meus chutes acertou bem na cara dele, apagou o cara e ele ficou no chão. Minha prima me pegou pelo pulso e me arrastou até o carro. Eu tava meio grogue com o ar fresco e não me sentia bem, mas queria mais festa. Eu via o som, tudo era de cor diferente. Minha prima me levou pra casa, foi a primeira pessoa além de mim que dirigiu meu carro. A verdade é que eu não gostava que ninguém tocasse nele, mas nessas circunstâncias eu era um perigo pra mim mesmo. Não sei como, mas minha prima me enfiou até meu quarto. O lugar onde aquele orangotango me deu o soco começou a inchar. Minha prima viu isso e foi pegar um pouco de gelo na geladeira, colocou num pano e ficou pondo no meu olho esquerdo. Eu me deitei e ela se deitou do meu lado, colocando o gelo no meu olho. Ela se ajeitou de um jeito que eu podia ver as tetas dela bem na minha cara. Eu peguei a mão dela e tirei o gelo. Francamente, eu não tinha coragem suficiente pra pegar ela, mas o efeito dos comprimidos que aquela mulher me deu pra tomar era surpreendente. Então, vi o rosto dela tão perto e os lábios carnudos que me joguei na boca dela e comi ela toda. Naquele momento, ela ficou paralisada, não sabia o que fazer, até que se deixou levar e já tava fazendo também. Ela me beijava de um jeito que tinha enfiado a língua na minha boca, a língua dela se entrelaçava com a minha, eu podia sentir o calor que ela irradiava a um metro de distância. Foi naquele instante de êxtase que eu peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim. Sentia o cheiro dela, o suor dela gota a gota, irradiava cheiro de mulher por todos os poros do corpo. De repente, comecei a apalpar os peitos dela, massageava firme por cima da camiseta básica. Deixei ela tão excitada que ela começou a tirar a camiseta e também desabotoava minha camisa que... Ela tinha tirado a camiseta e eu podia ver aqueles peitos firmes e pontudos que tanto desejava, presos num sutiã rosa claro. Minhas mãos, na busca sem fim, chegaram ao fecho do sutiã e o abriram. Ela já tinha feito todo o trabalho que faltava, tinha tirado o sutiã e eu via diante de mim os peitos que tanto desejava, via as auréolas rosadas, os mamilos rosados, duros como pedra. Naquele momento, coloquei ela de costas na cama e comecei a beijar os peitos dela bem devagar e com detalhe, lambia os mamilos, mordia um pouco e, com a outra mão, ia massageando o outro peito. Apertava o mamilo e sentia ela se arrepiar. Não podia acreditar, tava comendo a alta slut. Naquela hora, senti uma mão se aproximando do meu pau, massageando por cima da calça jeans, tentando tirar ele aos poucos, vencendo a luta contra o cinto até que ganhou. Desabotoou a calça, abaixou o zíper e tirou meu pau... primeiro começou explorando ele, depois começou a massagear devagar. Foi nesse momento que a razão voltou pra mim e eu parei. Empurrei ela sem motivo aparente, mas no fundo sabia que isso não tava certo. Levantei a calça e sentei na beirada da cama. Segurei minha cabeça e pensava no que ia acontecer. Ela me abraçou por trás e começou a morder minhas orelhas. Eu me afastei e falei que isso não tava certo, que éramos primos, que ela pensasse melhor, que se o pai dela descobrisse isso, me matava. Ela queria continuar e foi aí que disse que queria se tornar mulher comigo, que tinha espionado eu e minha namorada transando e que queria que eu fizesse o mesmo com ela. Depois eu falei que isso realmente não era possível e ela disse que em algumas semanas ia morar no exterior com a mãe. Aí me deu um tapa na cara e disse como eu fazia isso com ela, deixar ela com tanto tesão a ponto de pedir pra ser comida e depois ficar parado. Não sei o que foi, talvez o excesso de álcool ou a situação. Levantei, fui na frente dela e ela se levantou e, de repente, levei outro tapa. Tapa, e depois outra, e mais outra. Foi tanta minha raiva e o tesão da situação que comecei a beijar ela de novo. Ela tinha coberto os peitos com minha camisa, que era o que dava pra vestir mais rápido. Deitei ela na cama de novo e tirei a camisa dela, beijava os peitos dela desesperadamente, mordia de novo. Ela tinha conseguido tirar meu pau do esconderijo, começou a me masturbar violentamente. Eu sentia que ia gozar, mas a gente continuava cada um fazendo a sua parte. Entre um beijo e outro, ela dizia que me amava e que não podia viver sem mim. Já tinha tirado minha calça completamente, eu só estava de cueca e meia. Eu tinha chegado na cintura dela, comecei a desabotoar o cinto, depois a calça, devagarzinho fui tirando até conseguir. E antes de eu tirar a calcinha dela, ela me disse pra ser bem delicado porque era a primeira vez dela. Vi como minha namorada gritava. Eu falei pra ela não se preocupar, que isso ia ser o melhor possível. Tirei a calcinha rosa claro dela, que combinava com o sutiã. Fui dando beijos perto da virilha, lambendo devagar, beijando cada milímetro daquela fantasia tão desejada, cada pedaço daquela pele com aquele cheiro que me deixava louco, até chegar na rachinha. Ela se sentia um pouco desconfortável, então abri um pouco as pernas dela. Fui beijando devagar aquela flor tão desejada. Já sentia ela bem molhada, a calcinha dela estava encharcada, exalava um cheiro de buceta e isso me excitava ainda mais. Os pelinhos pubianos estavam cobertos de uma coisa meio melada, aí percebi que ela estava muito excitada. Abri os lábios dela e comecei a brincar com minha língua. Encontrei o clitóris, fiz um pouco de pressão e ela se estremecia toda. Lambi bem devagar, mordi, fiz meu. Foi aí que ela soltou os gritos que tinha segurado até aquele momento e deu um grito arrepiante e gozou no meu rosto. Peguei cada gota daquele líquido maravilhoso que saía daquela buceta ainda virgem naquele momento. Percebi que a buceta dela já estava dilatada o suficiente pra aguentar a grossura do meu pau, então levei a cabecinha até aquele buraquinho que eu ia saborear minuto a minuto e, aos poucos, fui empurrando. Ela se contorcia de dor e prazer, lacrimejava a cada segundo até que entrou a metade. Empurrei um pouco mais e ela começou a se revirar; aí entendi que ela era mesmo virgem. Comecei a meter e tirar devagar, e a cada segundo aumentava a velocidade até que consegui enfiar tudo. Ela deu um grito de dor, mas não queria que eu parasse, então continuei, cada vez mais rápido. A cada metida e tirada, via meu pau saindo coberto de sangue. Acelerei mais, e ela me prendeu com as pernas, então não conseguia sair dali. Já estava quase gozando, então avisei que se eu gozasse dentro, ela podia engravidar. Ela disse que não tinha problema, que tomava pílula há dois meses e que tinha planejado tudo desde aquela tarde em que o meu cotovelo encostou nela, quando ela veio na minha casa. Então gozei dentro dela e fiquei knock-out depois disso. Depois, tomamos um banho juntos e levei ela pra casa, dando desculpas pro pai dela pelo atraso. Duas semanas depois, ela foi morar em outro país, sempre com a promessa de voltar e continuar o que um dia começamos. Agora temos contato por telefone, e-mail e MSN. Já combinamos que ela vem daqui a seis meses e vamos poder refazer nossas mais baixas paixões.
E essa foi a história de como comi minha prima…
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Essa é a história de como eu comi minha prima. Lembro que tudo aconteceu em mais ou menos um mês. Ela tava tendo problemas com os pais e veio com as duas irmãs pra minha casa pra dar uma aliviada na tensão. A gente passou uma tarde inteira conversando sobre várias coisas, inclusive o motivo dela ter fugido de casa. Bom, vale dizer que minha prima é uma mina muito gostosa, peitos lindos, uma bunda de dar infarto, em formato de coração, e umas pernas muito boas. Ela é meio baixinha, rosto bonito e uns olhos lindos. Depois de nós quatro conversarmos sobre mil e uma coisas, ela me pediu pra copiar umas músicas do meu PC, e eu, muito educado, falei que não tinha problema. Foi aí que descobri que eu tinha que comer ela, sem chance. Lembro que eu tava sentado na cadeira do meu PC, ela tinha se colocado atrás de mim, me abraçando pelas costas, como a gente já tinha feito várias vezes. De repente, ela começou a morder minha orelha. Não sei se ela sabia, mas isso me deixava a mil. Falei pra ela não morder, entre brincadeiras, e ela disse que gostava das minhas orelhas porque eram muito macias. Foi isso. E ela me abraçava, eu dava umas pausas no que tava fazendo e dava beijos na bochecha dela, fingindo ser o primo bonzinho que eu sou. Bom, ela ficou mais um tempo me abraçando até que foi na cozinha pegar algo pra beber. Eu falei pra gente tomar algo mais forte, e ela disse que se a proposta fosse séria, ela aceitaria, mas falou que eu sou um jogador. Aí ela me abraçou de novo, mas dessa vez de lado, e eu nem vi quando ou como aconteceu, mas comecei a tocar a buceta dela com meu cotovelo. Eu percebi, e acho que ela também, porque quanto mais eu mexia meu cotovelo, mais ela se encostava em mim. Tenho que dizer que ela era virgem por causa dos problemas que teve com o pai. Ela teve que fazer mil e um exames pra provar que ainda usava aquilo só pro que Deus tinha feito.
Bom, assim, naquele dia, minha pica já tinha subido. Palo tava com muita vontade de comer ela e só pensava nisso, comecei a sonhar com ela, queria meter por frente, por trás, usar os peitos dela pra fazer um boobs fuck. Bom, não encontrava um jeito de fazer isso com ela e ela estar acordada, a verdade é que drogar as minas não era comigo, eu precisava que ela estivesse consciente pra eu poder comer ela e fazer ela gritar. Penso nisso de satisfazer a parceira... Bom, continuei pensando até que ela teve outro problema com os pais dela, me ligava de noite até tarde, parecia, ou eu via assim, que ela sentia ciúmes da minha namorada, porque sempre que eu falava com minha mina ela ficava furiosa. Bom, vale ressaltar que diziam que eu sou um gostoso, eu não achava tanto que era bonito, mas não ao extremo. E como eu contava, minha namorada é uma mina muito gostosa, bunda bonita, rosto bonito, peitos não tão bons, são grandes, mas não tanto quanto eu queria. E aí estava eu, o problema é que minha namorada morava em outra cidade porque eu tinha me mudado de cidade no último ano. Lembro que essas datas eram de carnaval e minha mina vinha pra minha cidade só pra passar o carnaval comigo. A verdade é que eu sou de ter várias namoradas, porque vocês sabem, comer a mesma carne todo dia cansa, mas com essa mina algo funcionava porque a gente tinha algo exclusivo. Bom, os dois primeiros dias de carnaval a gente passou no meu quarto trancados, tendo horas e horas de satisfação. Tenho que dizer a meu favor que sei fazer uma mulher gozar pra caralho transando, ela gostava de levar por trás. Lembro que no primeiro dia ela tinha colocado uma lingerie de renda e umas meias de rede com um cinta-liga muito sexy e tinha me dito textualmente: que queria ver o que eu podia fazer depois de três meses sem sexo. Ela acreditava nisso, mas eu não tinha passado esses três meses sem transar com uma auxiliar de professora da minha faculdade. Mas bom, acontece que eu coloquei aquela música do David Guetta e Akon - Sexy Bitch, e ela se levantou e... Tinha começado a fazer um striptease só pra mim, bom, naquele dia eu comi ela toda, fizemos e decidimos o Kama Sutra. A gente tinha transado por umas 6 horas seguidas e caído exaustos, ela tinha dormido e eu também. No segundo dia não foi diferente, acordamos lá pelas 10 da manhã, fomos juntos tomar um banho e no banho a gente teve sexo matinal de novo. Não vou dar muitos detalhes dessas fodas porque não são tão relevantes. Naquele dia, no banho, ela se agarrou em mim igual uma fera, tanto que eu fiquei com as costas arranhadas. Foi nesse banho que eu dei três orgasmos seguidos nela, e ela gritou tanto que minha mãe bateu na porta e perguntou o que tinha acontecido. Eu falei que não foi nada, que eu e a Ale estávamos brincando de cócegas. Naquele dia, minha mãe me avisou que ia descansar uns dias no interior. Como eu via, ia ficar com a casa só pra mim. Transei com a Ale em todo canto da casa até ficarmos exaustos. A gente tinha dormido na sala, que naquela hora parecia um campo de batalha. Lá pelas dez, minha prima chegou. Eu só senti alguém pisar na minha barriga, e claro, era minha prima. Minha mãe tinha passado na casa do pai dela pra pedir pra ela ficar de olho em mim, e a fofoqueira pediu as chaves da casa. Foi aí que eu percebi que tava pelado e, pior, minha namorada também. Bom, aí foi a confusão. Minha prima tinha pisado na minha barriga, eu acordei assustadíssimo e com a cara no cu, me cobri com uma almofada do sofá e cobri a Ale também — que é como chamo minha namorada, o nome dela é Alexia, mas eu chamo de Ale. Depois a gente se vestiu, tomou banho e tal. Minha prima, muito educadamente, tinha preparado café da manhã pra mim. Aí eu percebi que ela sentia ciúmes da minha mina, porque só preparou pra mim. Mas isso não importava muito, porque a Ale tinha ficado no meu quarto. Eu coloquei um short verde fluorescente e sem camiseta, porque tava um calor infernal, e ela viu os arranhões que eu tinha nas costas. Ela me disse: "Que gata te fez isso?" Aí eu respondi: "Ai, priminha, se você soubesse..." Bom, o tempo foi passando e ela tinha tirado o moletom que tava usando porque o calor não dava mais. Foi aí que eu vi que ela tinha os bicos dos peitos bem durinhos, quase furando a regata que ela tava vestindo. Bom, se passaram horas e horas de desejo até que eu perguntei se ela queria me acompanhar pra levar minha namorada no aeroporto, porque os dias de carnaval tavam chegando e ela tinha aula na facul. No fim, ela topou. Na hora de levar ela, eu já tinha colocado todas as malas no carro e a gente já ia sair, quando eu passei pra pegar as chaves de casa no meu quarto. Quando tava passando pelo corredor do banheiro que leva pro meu quarto, uma mão me pegou pela camisa e me arrastou pra dentro. Era minha namorada, que me fez um boquete como nunca. Tanto que me fez até lacrimejar. Primeiro ela lambia meu pau da base até a ponta, tocava com a ponta da língua no furinho do meu pau, metia na boca dela até eu sentir fraqueza nas pernas e gozei gostoso. Ela continuou chupando e chupando até me deixar seco. Tinha limpado bem meu pau e sugado tanto que não tinha nem uma gota de porra. Foi nesse momento que eu ouvi a voz da minha prima gritando pela casa toda, nos procurando. Eu saí do banheiro e corri rápido pro meu quarto, peguei as chaves de casa, esperei um pouco pra minha namorada se recompor, e aí saímos rumo ao aeroporto. No caminho, liguei o rádio e tocou a música do Shaggy – Boombastic. Minha prima pediu pra eu aumentar o volume porque ela adorava, mesmo sendo um pouco mais velha. Eu tava de boa, então chegamos no aeroporto, entramos, esperamos umas duas horas porque o voo tava atrasado. Chegou a hora do embarque, minha namorada me beijou e disse que eu devia me comportar bem e não botar chifre nela. Eu falei que não tinha problema. Ela também se despediu da minha prima e disse: "...por favor, cuida bem dele, que nenhuma... garota se aproveitar dele…” aí minha prima concordou e deu um beijo e um abraço super fingido. Acompanhamos ela até o portão de embarque e ela foi embora.
Voltamos pro carro. Naquela época eu tinha um Pontiac conversível foda demais, amava e ainda amo tuning, então tinha colocado uns alto-falantes do caralho, um som infernal. Minha prima botou música no talo, abriu o teto solar do carro, ficou em pé no banco e dançava como se tivesse possuída. Eu alucinava, achando que aquilo não era real. Do aeroporto até minha casa era um baita caminho, mais ou menos uma hora e meia, então fomos ouvindo música no máximo. Quando estávamos quase chegando em casa, ela me perguntou se a gente podia ir pra uma balada dançar um pouco e beber algo. Bom, vendo por esse lado, eu tinha a semana inteira livre. Fomos pra uma balada chamada SET e ficamos até altas horas da madrugada. O pai dela tinha me ligado várias vezes, na última eu atendi e falei que a filha dele tava comigo e pra não se preocupar, que eu levaria ela pra casa. Continuamos dançando até quase 7 da manhã. Eu tinha ido dançar com uma garota super gostosa, uma deusa do meu ponto de vista, música eletrônica e muito álcool. Do nada, a menina me beijou de boca aberta e, sem eu perceber, tinha colocado dois comprimidos na minha boca na hora do beijo, e enquanto o beijo continuava, eu engoli. De repente, apareceu um brutamontes que dizia ser o namorado dela. Eu expliquei o que tinha acontecido, que ela tinha se jogado em mim e me beijado. Ele me deu um empurrão, e eu acertei um socão na cara dele. Não sei como, minha prima viu que estavam tentando me bater, correu até mim e senti alguém me segurando por trás. Me virei, vi ela e naquele momento o cara tentou me acertar e empurrou minha prima, e o pior: fez ela cair no chão com tudo. Naquela hora, perdi a razão e comecei a socar aquele animal. Foi tanto barulho que os seguranças nos Expulso do clube, lá fora aquele cara tinha me dado um soco na cara que me deixou meio nocauteado. Foi aí que comecei a chutar ele e, por acaso, um dos meus chutes acertou bem na cara dele, apagou o cara e ele ficou no chão. Minha prima me pegou pelo pulso e me arrastou até o carro. Eu tava meio grogue com o ar fresco e não me sentia bem, mas queria mais festa. Eu via o som, tudo era de cor diferente. Minha prima me levou pra casa, foi a primeira pessoa além de mim que dirigiu meu carro. A verdade é que eu não gostava que ninguém tocasse nele, mas nessas circunstâncias eu era um perigo pra mim mesmo. Não sei como, mas minha prima me enfiou até meu quarto. O lugar onde aquele orangotango me deu o soco começou a inchar. Minha prima viu isso e foi pegar um pouco de gelo na geladeira, colocou num pano e ficou pondo no meu olho esquerdo. Eu me deitei e ela se deitou do meu lado, colocando o gelo no meu olho. Ela se ajeitou de um jeito que eu podia ver as tetas dela bem na minha cara. Eu peguei a mão dela e tirei o gelo. Francamente, eu não tinha coragem suficiente pra pegar ela, mas o efeito dos comprimidos que aquela mulher me deu pra tomar era surpreendente. Então, vi o rosto dela tão perto e os lábios carnudos que me joguei na boca dela e comi ela toda. Naquele momento, ela ficou paralisada, não sabia o que fazer, até que se deixou levar e já tava fazendo também. Ela me beijava de um jeito que tinha enfiado a língua na minha boca, a língua dela se entrelaçava com a minha, eu podia sentir o calor que ela irradiava a um metro de distância. Foi naquele instante de êxtase que eu peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim. Sentia o cheiro dela, o suor dela gota a gota, irradiava cheiro de mulher por todos os poros do corpo. De repente, comecei a apalpar os peitos dela, massageava firme por cima da camiseta básica. Deixei ela tão excitada que ela começou a tirar a camiseta e também desabotoava minha camisa que... Ela tinha tirado a camiseta e eu podia ver aqueles peitos firmes e pontudos que tanto desejava, presos num sutiã rosa claro. Minhas mãos, na busca sem fim, chegaram ao fecho do sutiã e o abriram. Ela já tinha feito todo o trabalho que faltava, tinha tirado o sutiã e eu via diante de mim os peitos que tanto desejava, via as auréolas rosadas, os mamilos rosados, duros como pedra. Naquele momento, coloquei ela de costas na cama e comecei a beijar os peitos dela bem devagar e com detalhe, lambia os mamilos, mordia um pouco e, com a outra mão, ia massageando o outro peito. Apertava o mamilo e sentia ela se arrepiar. Não podia acreditar, tava comendo a alta slut. Naquela hora, senti uma mão se aproximando do meu pau, massageando por cima da calça jeans, tentando tirar ele aos poucos, vencendo a luta contra o cinto até que ganhou. Desabotoou a calça, abaixou o zíper e tirou meu pau... primeiro começou explorando ele, depois começou a massagear devagar. Foi nesse momento que a razão voltou pra mim e eu parei. Empurrei ela sem motivo aparente, mas no fundo sabia que isso não tava certo. Levantei a calça e sentei na beirada da cama. Segurei minha cabeça e pensava no que ia acontecer. Ela me abraçou por trás e começou a morder minhas orelhas. Eu me afastei e falei que isso não tava certo, que éramos primos, que ela pensasse melhor, que se o pai dela descobrisse isso, me matava. Ela queria continuar e foi aí que disse que queria se tornar mulher comigo, que tinha espionado eu e minha namorada transando e que queria que eu fizesse o mesmo com ela. Depois eu falei que isso realmente não era possível e ela disse que em algumas semanas ia morar no exterior com a mãe. Aí me deu um tapa na cara e disse como eu fazia isso com ela, deixar ela com tanto tesão a ponto de pedir pra ser comida e depois ficar parado. Não sei o que foi, talvez o excesso de álcool ou a situação. Levantei, fui na frente dela e ela se levantou e, de repente, levei outro tapa. Tapa, e depois outra, e mais outra. Foi tanta minha raiva e o tesão da situação que comecei a beijar ela de novo. Ela tinha coberto os peitos com minha camisa, que era o que dava pra vestir mais rápido. Deitei ela na cama de novo e tirei a camisa dela, beijava os peitos dela desesperadamente, mordia de novo. Ela tinha conseguido tirar meu pau do esconderijo, começou a me masturbar violentamente. Eu sentia que ia gozar, mas a gente continuava cada um fazendo a sua parte. Entre um beijo e outro, ela dizia que me amava e que não podia viver sem mim. Já tinha tirado minha calça completamente, eu só estava de cueca e meia. Eu tinha chegado na cintura dela, comecei a desabotoar o cinto, depois a calça, devagarzinho fui tirando até conseguir. E antes de eu tirar a calcinha dela, ela me disse pra ser bem delicado porque era a primeira vez dela. Vi como minha namorada gritava. Eu falei pra ela não se preocupar, que isso ia ser o melhor possível. Tirei a calcinha rosa claro dela, que combinava com o sutiã. Fui dando beijos perto da virilha, lambendo devagar, beijando cada milímetro daquela fantasia tão desejada, cada pedaço daquela pele com aquele cheiro que me deixava louco, até chegar na rachinha. Ela se sentia um pouco desconfortável, então abri um pouco as pernas dela. Fui beijando devagar aquela flor tão desejada. Já sentia ela bem molhada, a calcinha dela estava encharcada, exalava um cheiro de buceta e isso me excitava ainda mais. Os pelinhos pubianos estavam cobertos de uma coisa meio melada, aí percebi que ela estava muito excitada. Abri os lábios dela e comecei a brincar com minha língua. Encontrei o clitóris, fiz um pouco de pressão e ela se estremecia toda. Lambi bem devagar, mordi, fiz meu. Foi aí que ela soltou os gritos que tinha segurado até aquele momento e deu um grito arrepiante e gozou no meu rosto. Peguei cada gota daquele líquido maravilhoso que saía daquela buceta ainda virgem naquele momento. Percebi que a buceta dela já estava dilatada o suficiente pra aguentar a grossura do meu pau, então levei a cabecinha até aquele buraquinho que eu ia saborear minuto a minuto e, aos poucos, fui empurrando. Ela se contorcia de dor e prazer, lacrimejava a cada segundo até que entrou a metade. Empurrei um pouco mais e ela começou a se revirar; aí entendi que ela era mesmo virgem. Comecei a meter e tirar devagar, e a cada segundo aumentava a velocidade até que consegui enfiar tudo. Ela deu um grito de dor, mas não queria que eu parasse, então continuei, cada vez mais rápido. A cada metida e tirada, via meu pau saindo coberto de sangue. Acelerei mais, e ela me prendeu com as pernas, então não conseguia sair dali. Já estava quase gozando, então avisei que se eu gozasse dentro, ela podia engravidar. Ela disse que não tinha problema, que tomava pílula há dois meses e que tinha planejado tudo desde aquela tarde em que o meu cotovelo encostou nela, quando ela veio na minha casa. Então gozei dentro dela e fiquei knock-out depois disso. Depois, tomamos um banho juntos e levei ela pra casa, dando desculpas pro pai dela pelo atraso. Duas semanas depois, ela foi morar em outro país, sempre com a promessa de voltar e continuar o que um dia começamos. Agora temos contato por telefone, e-mail e MSN. Já combinamos que ela vem daqui a seis meses e vamos poder refazer nossas mais baixas paixões.
E essa foi a história de como comi minha prima…
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8 comentários - Como cogi a mi prima... hazaña!!!