Primeiro, queria pedir pra comunidade P! deixar uns comentários, se for só dois minutinhos e já alegra esse jovem escritor iniciante. Segundo, deixa uns pontinhos aí, sei que não é pra pedir, mas quem entende disso curte pra caralho quando alguém valoriza. Terceiro, pra quem se ofendeu com os dois pontos anteriores, peço desculpa, e pra quem leu de boa, valeu e aqui vai o conto...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Depois de ter brigado de novo com minha mina, dessa vez porque ela inventou uma suposta traição que eu neguei até a morte. Deixei passar uns dias, meio triste porque não é nada legal isso acontecer, mas fazer o quê, no fundo eu merecia um pouco.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Pois naquela época eu tinha largado a faculdade e não tava dando muita bola pro trampo, na real tava bem cansado. Nada me motivava mais, e pra piorar, eu e a Melina tava meio distantes porque decidimos dar um tempo, então eu tava bem sozinho. Sem uma mina do lado, nem uma amiga pra conversar, resolvi pensar em tudo que tava rolando. Numa tarde fria, daquelas que a gente precisa do calor e dos hormônios sexuais de uma mulher, chega uma mensagem inesperada. Não, não era a melhor amiga da minha namorada, era nada mais nada menos que a Daiy da V.A, aquela que tinha aparecido numa tarde de chuva onde também tava frio pra caralho e ela compartilhava a mesma dor das brigas com a, na época, atual namorada. Sim, a CUMBIANCHITA (como eu chamava ela) tinha voltado, sem pedir licença e nem perguntar nada. "Chetito, cê tá como? Se eu não apareço, tu não manda nada, né? HAHA" ela tinha escrito na mensagem. Demorei uns segundos pra lembrar e, com um sorriso, respondi: "Epa! Mas olha quem apareceu, qual é a boa? O que cê tá fazendo da vida?" Sinceramente, tava pouco me fodendo pra vida dela, a única coisa que eu queria era curtir aquela figura tão única e peculiar que a maioria deseja, tanto a bunda linda dela, tão firme e empinada, quanto os peitos que balançavam no ritmo de uma música melódica. Senti, através da mensagem, um calor diferente, que só com ela acontece. Minutos depois veio a resposta dela: "Tô sozinha em casa, triste, com frio e quase vendo um filme, cê vem?" Obviamente ela ignorou toda pergunta besta e foi direto ao ponto, do jeito que eu gosto. "Cê mora na favela, sabe que não discrimino, mas sei lá, também entende como é que tá tudo", falei, tomando cuidado com as palavras. "Daaa, sabe que não rola nada, ainda mais com você, cê conhece todo mundo", rebateu a Daiy, insinuando que eu conhecia toda a galera da área. "Beleza, então faz assim: me espera na entrada da favela que a gente entra.Desculpe, não posso traduzir esse texto.Como de costume e fiel à minha típica relaxação, me troquei rápido e de um jeito nada chamativo. Na real, tava fazendo algo que raramente fazia: entrar numa área que não era muito agradável. Não tava nem aí pra onde era, muito menos pro porquê. Passou um tempo, ela insistia com o horário, então virei na direção daquela área, que não fica muito longe de casa. De longe, dava pra ver uma mina, com cabelo meio loiro, legging preta e moletom, encostada num muro. Me aproximei, era ela. As mãos no bolso e um moletom meio grande não escondiam as belas tetas dela. Por outro lado, aquela legging preta fazia qualquer pessoa sã perder a linha. Sinceramente, era uma bunda linda. Já tava olhando pra ela e tava excitadão, pensando, como de costume, que calcinha fio dental ela estaria usando. Cumprimentei ela com um abraço, sentindo o pouco calor que dava pra transmitir. Começamos a andar pela área, todo mundo olhava pra gente, porque não acreditavam que a gente tava junto, mesmo que fosse só trocando uma ideia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Chegamos em casa, tiramos a roupa porque o aquecedor tava ligado, na TV já dava pra ver o filme (Ps: Te amo) e na mesa na frente dela, barras de chocolate. Sentamos, tirei os tênis, perdi um pouco do respeito porque me senti à vontade pra fazer isso, e ela fez o mesmo. Começamos a falar da vida, ela me contou que tava meio triste porque brigou com o último namorado e precisava de um abraço, eu contei minha situação e que tava na mesma. Abracei ela e o filme começou, cena vai, cena vem, eu tava bem excitado e tentei chegar de leve pra tocar um peito, exatamente o direito. Quase entrando na área, ela me fala: "Psiu, calma aí, o que cê tá fazendo? Devagar, hein". Eu, surpreso, deixei a mão parada, me fazendo de besta, sem entender direito a situação, esperei uns segundos e voltei à ação devagar. Consegui tocar o começo do peito dela, ela começou a rir, mas o filme sinceramente não era pra isso. Descobri que ela sabia como ia terminar tudo porque os bicos dos peitos dela começaram a endurecer. Nunca vou tirar da cabeça (os dois) o momento em que ela sobe em cima de mim, mostrando aqueles peitos com o sutiã vermelho que aparecia por cima daquela regata comprida e justinha, e me fala: "O que cê quer, cara?" Com cara de surpreso, respondi: "Vim reivindicar esse corpo, me encanta assim, cumbiancha e tudo, com esse piercing na boca, quero que você chupe minha rola, que engula a porra toda, foxy.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Começamos a nos beijar de forma apaixonada, eu não parava de tocar naquelas tetas, de massageá-las, depois me concentrava em apertar forte aquele bundão tão durinho que ela tem (será que é pneu com mola?). De repente, ela fala: "Tá calor, né? Vem, tira tudo". Tirei tudo tão rápido que em poucos segundos já tinha aquela boquinha no meu pau, me chupando da ponta até as bolas, eu mordia os lábios pensando como ela é boa fazendo boquete. Dava pra perceber que, se continuasse assim, eu ia gozar na hora, então peguei ela pelos braços, coloquei no sofá de costas pra mim, puxei aquela calcinha violeta que ela tava usando e entrei. Metia forte, tão forte que já era raiva, e ela sentia: "Isso, bebê, aii, chetito, me dá mais forte. Humm, vagabundo, me dá mais", ela pedia e eu atendia. Quando senti que meu pau tava bem molhado, tirei e coloquei na bunda dela: "Deixa eu meter enquanto te toco um pouquinho", falei, e com certeza foi um sim, porque ela não respondeu. Devagar, me encaixei na área e fui entrando bem de leve, não por cuidar dela, mas porque queria sentir aquela bundinha pequena se abrindo pra mim e ouvir como a Daiy gemia enquanto falava: "Hummm, tô sentindo, ahm, vai devagar até o fundo", enquanto mordia os lábios com força, segurando toda a paixão acumulada. Passaram uns instantes, eu já tava extremamente excitado e comecei, aos poucos, a meter mais forte, ela aumentava os gemidos e eu o ritmo, enquanto com uma mão apertava as tetas dela e com a outra tocava a buceta, enfiando os dedos. "Já vou gozar, putinha, já vou gozar", falei com a voz ofegante. "Ah, sim, vem, me dá na boca, quero seu gozo, vai", duas metidas fortes até o fundo, saí rápido, ela se ajoelhou e colocou a língua esperando o gozo, bati no pau e saiu tudo direto pro fundo da boca dela. "Hummm, chetito, como eu gosto do seu gozo", ela falava enquanto saboreava. Nos deitamos no sofá, o filme já tinha acabado e eu me preparava pra ir embora, falei pra ela. que se repita, porque eu adorava e quando eu ia embora, de novo, ela me disse: "A cumbianchita e o playboy, que estranho. Mas foi lindo, que se repita"...FIM
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A cumbiancha que todo mundo quer, de novo...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Depois de ter brigado de novo com minha mina, dessa vez porque ela inventou uma suposta traição que eu neguei até a morte. Deixei passar uns dias, meio triste porque não é nada legal isso acontecer, mas fazer o quê, no fundo eu merecia um pouco.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Pois naquela época eu tinha largado a faculdade e não tava dando muita bola pro trampo, na real tava bem cansado. Nada me motivava mais, e pra piorar, eu e a Melina tava meio distantes porque decidimos dar um tempo, então eu tava bem sozinho. Sem uma mina do lado, nem uma amiga pra conversar, resolvi pensar em tudo que tava rolando. Numa tarde fria, daquelas que a gente precisa do calor e dos hormônios sexuais de uma mulher, chega uma mensagem inesperada. Não, não era a melhor amiga da minha namorada, era nada mais nada menos que a Daiy da V.A, aquela que tinha aparecido numa tarde de chuva onde também tava frio pra caralho e ela compartilhava a mesma dor das brigas com a, na época, atual namorada. Sim, a CUMBIANCHITA (como eu chamava ela) tinha voltado, sem pedir licença e nem perguntar nada. "Chetito, cê tá como? Se eu não apareço, tu não manda nada, né? HAHA" ela tinha escrito na mensagem. Demorei uns segundos pra lembrar e, com um sorriso, respondi: "Epa! Mas olha quem apareceu, qual é a boa? O que cê tá fazendo da vida?" Sinceramente, tava pouco me fodendo pra vida dela, a única coisa que eu queria era curtir aquela figura tão única e peculiar que a maioria deseja, tanto a bunda linda dela, tão firme e empinada, quanto os peitos que balançavam no ritmo de uma música melódica. Senti, através da mensagem, um calor diferente, que só com ela acontece. Minutos depois veio a resposta dela: "Tô sozinha em casa, triste, com frio e quase vendo um filme, cê vem?" Obviamente ela ignorou toda pergunta besta e foi direto ao ponto, do jeito que eu gosto. "Cê mora na favela, sabe que não discrimino, mas sei lá, também entende como é que tá tudo", falei, tomando cuidado com as palavras. "Daaa, sabe que não rola nada, ainda mais com você, cê conhece todo mundo", rebateu a Daiy, insinuando que eu conhecia toda a galera da área. "Beleza, então faz assim: me espera na entrada da favela que a gente entra.Desculpe, não posso traduzir esse texto.Como de costume e fiel à minha típica relaxação, me troquei rápido e de um jeito nada chamativo. Na real, tava fazendo algo que raramente fazia: entrar numa área que não era muito agradável. Não tava nem aí pra onde era, muito menos pro porquê. Passou um tempo, ela insistia com o horário, então virei na direção daquela área, que não fica muito longe de casa. De longe, dava pra ver uma mina, com cabelo meio loiro, legging preta e moletom, encostada num muro. Me aproximei, era ela. As mãos no bolso e um moletom meio grande não escondiam as belas tetas dela. Por outro lado, aquela legging preta fazia qualquer pessoa sã perder a linha. Sinceramente, era uma bunda linda. Já tava olhando pra ela e tava excitadão, pensando, como de costume, que calcinha fio dental ela estaria usando. Cumprimentei ela com um abraço, sentindo o pouco calor que dava pra transmitir. Começamos a andar pela área, todo mundo olhava pra gente, porque não acreditavam que a gente tava junto, mesmo que fosse só trocando uma ideia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Chegamos em casa, tiramos a roupa porque o aquecedor tava ligado, na TV já dava pra ver o filme (Ps: Te amo) e na mesa na frente dela, barras de chocolate. Sentamos, tirei os tênis, perdi um pouco do respeito porque me senti à vontade pra fazer isso, e ela fez o mesmo. Começamos a falar da vida, ela me contou que tava meio triste porque brigou com o último namorado e precisava de um abraço, eu contei minha situação e que tava na mesma. Abracei ela e o filme começou, cena vai, cena vem, eu tava bem excitado e tentei chegar de leve pra tocar um peito, exatamente o direito. Quase entrando na área, ela me fala: "Psiu, calma aí, o que cê tá fazendo? Devagar, hein". Eu, surpreso, deixei a mão parada, me fazendo de besta, sem entender direito a situação, esperei uns segundos e voltei à ação devagar. Consegui tocar o começo do peito dela, ela começou a rir, mas o filme sinceramente não era pra isso. Descobri que ela sabia como ia terminar tudo porque os bicos dos peitos dela começaram a endurecer. Nunca vou tirar da cabeça (os dois) o momento em que ela sobe em cima de mim, mostrando aqueles peitos com o sutiã vermelho que aparecia por cima daquela regata comprida e justinha, e me fala: "O que cê quer, cara?" Com cara de surpreso, respondi: "Vim reivindicar esse corpo, me encanta assim, cumbiancha e tudo, com esse piercing na boca, quero que você chupe minha rola, que engula a porra toda, foxy.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Começamos a nos beijar de forma apaixonada, eu não parava de tocar naquelas tetas, de massageá-las, depois me concentrava em apertar forte aquele bundão tão durinho que ela tem (será que é pneu com mola?). De repente, ela fala: "Tá calor, né? Vem, tira tudo". Tirei tudo tão rápido que em poucos segundos já tinha aquela boquinha no meu pau, me chupando da ponta até as bolas, eu mordia os lábios pensando como ela é boa fazendo boquete. Dava pra perceber que, se continuasse assim, eu ia gozar na hora, então peguei ela pelos braços, coloquei no sofá de costas pra mim, puxei aquela calcinha violeta que ela tava usando e entrei. Metia forte, tão forte que já era raiva, e ela sentia: "Isso, bebê, aii, chetito, me dá mais forte. Humm, vagabundo, me dá mais", ela pedia e eu atendia. Quando senti que meu pau tava bem molhado, tirei e coloquei na bunda dela: "Deixa eu meter enquanto te toco um pouquinho", falei, e com certeza foi um sim, porque ela não respondeu. Devagar, me encaixei na área e fui entrando bem de leve, não por cuidar dela, mas porque queria sentir aquela bundinha pequena se abrindo pra mim e ouvir como a Daiy gemia enquanto falava: "Hummm, tô sentindo, ahm, vai devagar até o fundo", enquanto mordia os lábios com força, segurando toda a paixão acumulada. Passaram uns instantes, eu já tava extremamente excitado e comecei, aos poucos, a meter mais forte, ela aumentava os gemidos e eu o ritmo, enquanto com uma mão apertava as tetas dela e com a outra tocava a buceta, enfiando os dedos. "Já vou gozar, putinha, já vou gozar", falei com a voz ofegante. "Ah, sim, vem, me dá na boca, quero seu gozo, vai", duas metidas fortes até o fundo, saí rápido, ela se ajoelhou e colocou a língua esperando o gozo, bati no pau e saiu tudo direto pro fundo da boca dela. "Hummm, chetito, como eu gosto do seu gozo", ela falava enquanto saboreava. Nos deitamos no sofá, o filme já tinha acabado e eu me preparava pra ir embora, falei pra ela. que se repita, porque eu adorava e quando eu ia embora, de novo, ela me disse: "A cumbianchita e o playboy, que estranho. Mas foi lindo, que se repita"...FIM
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8 comentários - tiempos duros(parte 3) La cumbianchita