Con la nena en el caribe (la vuelta y final)

Bom pessoal, aqui vai o final demorado das minhas aventuras no Caribe, espero que gostem.

A viagem de volta foi uma tortura, entre o tempo que demorou e o fato de ter a mina sentada do lado e, no corredor do meio, minha namorada dormindo, era como estar sentado em cima de uma mina terrestre que, ao menor movimento, explode a pussy da mãe. Depois da puta transa que a gente tinha dado, me bateram aqueles remorsos de sempre, e pra piorar, tava rolando uma boa onda com todo mundo, principalmente com o Roberto, que já tava planejando a gente se juntar pra um churrasco assim que voltasse. Aproveitei parte da viagem pra conversar com a Vir, já que, como eu temia, ela ficou toda apaixonada e com um tesão danado por mim. Em um momento, ela solta:

"Tô com um tesão do caralho, tô me molhando enquanto a gente conversa."

Olhei pra ela com cara de bunda, pensando se tudo que eu tinha falado só serviu pra deixar ela ainda mais excitada.

"Não me olha assim" – ela disse, fazendo carinha.
"Assim como? Fala baixo, pelo amor de Deus?" – falei num sussurro, morrendo de medo de alguém ouvir o que a gente tava falando.
"Assim, com cara de bunda. Tô com vontade de arrebentar sua boca."
"Já falamos sobre isso, Vir."
"Então o que aconteceu não foi nada pra você?"
"Uff!!! Já te falei que adorei o que rolou, mas não pode acontecer de novo. E fala baixo, por favor" – falei meio irritado com as reclamações dela, parecendo namorada mal cuidada.
"Me toca se não acredita em mim" – ela disse, me olhando desafiante.

A filha da puta se cobriu com a manta de merda que dão no avião, baixou a calça e a calcinha, e na sequência pegou minha mão e levou direto pra pussy dela. Não tava mentindo, tava bem molhada. A posição era bem desconfortável, mas eu busquei acariciar o clitóris dela. Pra ajudar, ela baixou a calça até os joelhos e abriu as pernas o máximo que pôde. Meus dedos penetravam na buceta dela, enquanto ela mexia os quadris e levantava um pouco a bunda do assento pra facilitar o jogo. Era uma situação... Tremenda, ela se arqueando, se esquentando e se molhando cada vez mais, tentando abafar os gemidos de prazer, enquanto o cara do lado dormia que nem um anjo e minha namorada na outra fileira de assentos fazia o mesmo. Os dedos da minha mão esquerda cutucavam a bucetinha dela à vontade enquanto, pra disfarçar, eu mantinha o olhar pra frente e parecia super concentrado no filme de desenho animado que tava passando no voo.

Depois de um tempo de carícias, ela colocou o travesseiro no meu ombro e enfiou a boca ali pra abafar os gemidos, e ainda aproveitava pra lamber minha orelha e falar umas putarias no meu ouvido.

Nem sei quanto tempo passou porque já tava era ocupado demais tentando disfarçar e aguentar o tesão que eu tava, mas a mina gozou na minha mão, relaxou total e dormiu até a gente chegar no lugar onde o voo fazia escala. Eu também dormi e acordei mais duro que uma mesa bem na hora que tavam dando as instruções pro pouso, um mico que disfarcei entre a mochila que eu carregava e a jaqueta. Depois de uma imigração bem chata, conseguimos dar uma volta no free shop, mas por causa do horário, a maioria das barracas de comida tava fechada. Andamos um pouco e aí aproveitei pra ir no banheiro, depois de nos acomodarmos pra esperar anunciarem o voo que ia pra Rosário. Vir disse que também precisava ir, então fomos andando pros banheiros. Como tavam limpando, tivemos que dar a volta no aeroporto quase inteiro. Assim que sumimos da vista de olhares indiscretos, fui pra cima dela.

— Garota, me deixou durasso — falei, me aproximando dela.
— É? — ela disse, me olhando com uma falsa inocência que só aumentava meu tesão.
— É sim, gostosa, mais vale você dar um jeito, você que levantou, você que deita — falei, apontando pro amigo que fazia um volume considerável na calça.

Ela riu e me abraçou enquanto a gente se aproximava dos banheiros. A adrenalina corria solta no meu corpo porque a gente tava à vista de qualquer um. Só de entrar no intervalo entre os banhos, a gente se comeu de boca, tudo muito quente. Minha pika não tinha nem baixado direito e já tava dura de novo, precisando desesperadamente de atenção. Nem preciso dizer que naquele momento eu não tava raciocinando porra nenhuma, não ligava pra nada além daquela mina foda na minha frente, e a porra parecia prestes a ferver na minha rola.

Sem pensar duas vezes, meti ela no banheiro masculino e procurei um cubículo pra ninguém nos ver. Vir entendeu perfeitamente o jogo e, abaixando a tampa, sentou no vaso, puxou meu jeans e cueca pra baixo, deixando minha pika no ar. Eu não aguentava mais de tesão, dava até pra sentir a diferença do ar frio na pele do meu pau, e a filha da puta gostosa tava tirando todo o tempo do mundo. Ela me olhou de baixo, fazendo biquinho pra minha vara, e, botando a língua pra fora, passou na minha cabeça que tava vermelha e brilhante, quase me fazendo gozar na hora. Aos poucos, foi espalhando as carícias da língua por todo meu pedaço de carne. Subia e descia pelo tronco, alternando a sucção dos lábios com os movimentos da língua, eu acariciava o cabelo dela, fechando os olhos de vez em quando, entregue às sensações daquele boquete foda que a Vir tava me dando. Ela controla o ritmo do jeito que quer, como se quisesse me provocar ainda mais, me deixando louco a ponto de sentir as veias da minha pika pulsarem no contato da língua dela e no calor das bochechas gulosas. Depois de um tempo, ela já tinha me deixado a ponto de gozar, tão excitado que eu mal conseguia suspirar sem engasgar. De repente, a porta abriu e uma voz conhecida entrou assobiando uma música. Por um momento, a gente ficou parado, mas o tesão do absurdo que tava rolando me deixou doido e eu comecei a comer a boca da Vir como se não houvesse amanhã. Ela, depois do susto inicial, também se esquentou e entrou no jogo. Era tanto tesão que eu não aguentei muito até sentir a porra vindo, e, em vez de avisar, enfiei até o fundo. da garganta enquanto segurava a nuca dela, forçando ela a engolir meu esperma pra não se afogar. Ela engoliu, mas não deu conta de tudo e, num engasgo, tossiu e cuspiu boa parte do conteúdo das minhas bolas. Por sorte, o barulho da torneira não deixou que o Roberto (era ele) percebesse, ou se percebeu, não falou nada.

Depois de ouvir a porta, saímos do nosso esconderijo.

— Você é um idiota, podia ter me avisado que ia gozar — ela disse, indo em direção aos lavatórios com os olhos lacrimejando de tanto se engasgar.
— Desculpa, gostosa, não consegui me segurar — falei, indo pra porta pra evitar que alguém entrasse.
— Que malvado você é!!! Ainda mais com o meu velho ali!!! Seu degenerado!!!

Fui até ela e abracei, dando um chupão bem sonoro.

— É que você me deixa louco e me tira do sério, linda — falei pra acalmá-la.

Ela me abraçou, suspirando, se relaxando, e saímos do banheiro, não sem antes a Vir enxaguar a boca e se ajeitar.

— Agora quem ficou com vontade sou eu. A gente se vê no fim de semana? — ela disse enquanto voltávamos pra onde estavam os outros.
— É, claro — respondi, ciente de que tinha me metido em outra enrascada por cair na tentação.

Os dias seguintes passaram entre o duro processo de cair na realidade da volta e as bagunças típicas de se reacostumar com a rotina (sempre parece que os pepinos no trampo tão esperando a gente voltar de férias pra explodir na cara). Na quinta, combinei de encontrar um amigo pra tomar umas e, de quebra, falar besteira, então no fim da tarde saí do trampo e fui pro local do encontro. O bar é de outro parceiro e costuma ser ponto de encontro da galera toda. Cheguei e o dono, vamos chamar de Ariel, obviamente não tava. Uma das garçonetes com quem tenho intimidade me cumprimentou enquanto eu me sentava numa mesa pra esperar meu amigo Gastão, o Tongas pros íntimos, que, como sempre, chegava atrasado.

Enquanto esperava, o celular tocou com um mensagem
A gente se encontra amanhã ou sábado? Me avisa. Beijos – o número era desconhecido

Depois do primeiro momento de confusão pensando quem caralhos poderia ser (às vezes minha memória dá uma resetada kkk) e enquanto analisava as consequências das possíveis respostas, respondi um seco

não tenho seu número salvo

Nisso chegou o Tongas, a gente começou a conversar e meio que esqueci do celular. Ele começou a me atualizar das últimas merdas sem deixar nenhum dos dois assuntos de lado (cuties e futebol). Enquanto eu ouvia, o celular vibrou, fazendo a mesa iluminar de repente.

– Acabou de chegar e já tão te enchendo o saco, negão? – Falou o Tongas morrendo de rir
– Nada, já era, atendo depois – falei pegando o celular pra ele parar de vibrar, com toda intenção de desligar (não sei se deixei claro, mas não curto fazer reality show, além de ser muito perigoso)
– Se for a Ale, atende – falou o outro filho da puta adivinhando onde isso ia dar e pra me forçar a contar

A chegada da garçonete nos interrompeu, depois de discutir um segundo pedimos uma cerveja e enquanto o Tongas aproveitou pra olhar a tela do celular que tinha ficado na mesa

– Sou eu, bobinha, Vir – leu soltando uma gargalhada
– Conta logoo em que pé que cê tá – falou e se acomodou na cadeira como se estivesse na poltrona do cinema prestes a ver um filme
– Não é nada, mano, uma cutie que eu comi, só – soltei tentando minimizar
– E te chama de bobinha? Tem 15 anos ou é retardada mental? –
– Ehhh não, que isso, é carinho – falei tentando me livrar
– Carinho o caralho, sua anta, conta e para de enrolar

Contei tentando pular detalhes, mas ele insistiu e no final contei tudo tudo. Quando tava terminando de contar, o celular vibrou de novo com outra mensagem dela.

– Caralho, negão, a mina tá no fogo! Responde, senão ela vai continuar enchendo o saco até você atender

Dito e feito, em 2 segundos Segundos depois, o celular tocou de novo. Dessa vez era uma chamada, e não tive escolha a não ser atender. O Tongas fazia caretas enquanto ouvia minhas respostas. Eu despachei ela o mais rápido possível com um "depois te ligo", mas o outro filho da puta não parava de se cagar de rir, e se tem uma coisa que me deixa desconfortável é atender telefone nesse tipo de situação.

— E aí, como tá a gostosa? Ela é boa pelo menos?
— Sim, sim, é muito bonita — falei, tentando manter a seriedade.
— Mostra foto, cabeça de pica.
— Para de encher o saco, mano. Cê acha que vou ter foto da mina no celular??
— No celular não, mas com certeza a gata tem Facebook ou e-mail ou algo assim — disse o outro punheteiro, super animado.

Geralmente, acho até de mau gosto ficar mostrando foto da mina que você come, além de ser um perigo potencial porque nunca se sabe quem pode descobrir. O máximo que aceitei foi contar como é a Vir (pra quem não leu os relatos anteriores, ela tem um ar de Cintia Fernandez, mas é um pouco mais alta e menos piranha). Depois disso, começamos a falar do time de futebol que no sábado jogava uma final. Gaston, que também joga no time, adivinhou minha jogada.

— Negão, esse sábado você não pode faltar, pela buceta da sua mãe!!!
— Não, já sei, mano. Mas não sei o que fazer com a gata.
— Como não sabe, seu idiota?? Leva ela pra um motel e pronto.
— Nada, mano, não dá. Quero ir com calma.
— Que filho da puta que você é — disse o Tongas, caindo na risada.
— E é, sexta tenho um jantar e sábado quero dedicar tempo a ela, vale a pena!!!
— Serviço completo pra gostosa?. Olha lá, tem que ver se você aguenta, porque as novinhas tão vindo braba.
— Ei, mano, claro que vou aguentar. O problema é que os horários tão complicados, não consigo escapar da Ale à noite, temos não sei que festa de merda.
— Não sei, resolve isso, mano — ele falou, ficando sério (ele é meio fanático, igual o da propaganda da Tooper).

Depois de um tempo discutindo, tentando dar um jeito e explicar pra ela que até o carro pra ir e voltar tava complicado, o Tongas resolveu.

Negão, sábado tu joga, se não tiver onde levar a gatinha, foda-se, pega a chave do apê e eu te busco, mas tu joga e pronto. Senão, conto pro Sebas e pro Cristian e a gente dá um jeito nela junto, se precisar.

Diante de uma amostra de amizade dessas, não pude recusar, então só pedi pra ele ser discreto. Combinei com a Vir e marcamos pras 5 da tarde (horário bem bizarro, mas fazer o quê, a mina tava mais tarada que recém-nascido, então não reclamou).

Chegou sábado e, pra não quebrar a rotina, saí cedo pro trampo com minha mochila de futebol nas costas. O jogo demorou, mas como ninguém liga pra essa parte, não vou contar. Só sei que terminei moído, quase com câimbra, e o Tongas, cumprindo como bom amigo, me levou voando pra chegar no meu "encontro". Chegamos e a Vir tava parada na porta. Gastão quase caiu de bunda quando viu ela.

— Caralho, negão, essa mina é uma gostosa do caralho! É um tesão! — Falou doidão.

Eu me caguei de rir e, deixando ele com inveja, desci do carro.

— Ei, não quebra nada que tenha conserto — completou Gastão, cheio de malícia, me dando a chave do apê.

Ele me deixou a chave e arrancou buzinando. A Vir, assim que me viu, veio andando na minha direção.

— Ufa, cheguei faz meia hora! — Disse ela.

— É, me atrasei, mas não vem com chilique — falei seco.

— Tá bom, não fica bravo — respondeu, submissa, enquanto andava do meu lado.

Eu adorava a sensação de que ela faria qualquer coisa que eu quisesse. Essa sensação de poder às vezes me excita pra caralho. Entramos no apê do Tongas e a Vir olhava pra todo lado, meio intimidada ou travada pela situação. Até que era compreensível, porque o apê parecia um puteiro daqueles de filme. Fui direto pra geladeira e ela sentou num sofá que tinha na sala. Peguei Dois porroncitos e passei um pra ela enquanto me sentava ao lado. Ela tava completamente travada, então abracei ela de leve pra ver se soltava, acariciando o ombro dela meio indeciso entre beijar ou não, esperando uma reação dela. Finalmente veio o beijo libertador e dali pra ficar pelados foi questão de 2 segundos, no máximo.

Enquanto eu chupava os peitos dela como um desesperado, ela acariciava minha cock e se abria toda, me convidando pra comer a bucetinha dela. Ela suspirou entrecortado quando finalmente nossos lábios se tocaram e eu coloquei toda minha atenção na pussy dela, percorrendo, chupando, fazendo ela gemer e ofegar.

- Ahh, assim, assim que eu gosto, assim - Ela disse entre gemidos enquanto esfregava a pussy no meu rosto.

Continuei arrancando mais gemidos dela, me divertindo com o clitóris dela que tava apetitoso e inchado. Foquei em fazer um vai e vem com a língua enquanto ela acompanhava mexendo a pelve como se quisesse que minha língua fosse o mais fundo possível. Os gemidos dela aumentavam, mas de repente ela se afastou e se mexeu, me fazendo cair do sofá pra depois se colocar por cima de mim num 69. Ela realmente adorava chupar e fazia muito bem, me deixando super excitado. Minha língua voltou pra bucetinha dela e me entretive com os lábios enquanto ela me fazia um boquete foda, daqueles com muita saliva que quando tira da boca faz um barulho de desentupidor. Ela parecia saber o timing certo de cada coisa, demorava com os lábios no frênulo enquanto a língua dava lambidas rápidas na cabecinha, e de repente, quando eu tava quase gozando, descia pelo tronco me fazendo sentir o carinho dos lábios dela. Não duramos muito e os dois gozamos entre espasmos. Ela recebeu meu esperma na boca e engoliu com gosto, eu engoli todo o fluxo dela com a mesma sede que alguém beberia água no deserto. Depois de um primeiro momento de relax, a gente se beijou ainda com nossos sabores íntimos na boca.

Você é um depravado, sabia? – Vir me disse enquanto passava a mão no meu peito.

Eu sou depravado ou você é bem safada? – Falei fazendo cara de Olmedo.

Você me deixa louca, me tira do sério! – Ela disse com carinha meiga e olhar de gata.

E se aninhou em mim, e nos abraçamos ali mesmo no chão.

Mas não pense que já me saciei! – Ela completou com voz de putinha, enquanto passava a mão na minha pica que começava a endurecer de novo.

Ah, não? Quer continuar?

Quero que você me faça amor? – Disse de repente, ficando romântica.

Se quiser, te levo pra cama e te como todinha, garota. De amor não sei, mas que você vai gostar, pode ficar tranquila – falei pra provocar um pouco.

Sem dizer mais nada, saiu rebolando a bunda rumo ao quarto, parando bem na porta pra me olhar por cima do ombro. Peguei uma camisinha e fui atrás. Com um empurrão, joguei ela na cama, chupando os peitos dela; ela ronronava como uma putinha enquanto acariciava minha nuca.

Com um movimento de quadril, aproximei minha pica da buceta dela até quase roçar nos lábios. Assim, na posição missionário, comecei a bombar bem devagar, curtindo a apertura e o calor dela. Aos poucos, as estocadas foram ficando mais profundas, chegando no clássico mete e tira, mas sem acelerar o ritmo, deixando ela sentir cada milímetro da minha pica. Num momento, trocamos de posição pra ela montar em mim. Era espetacular a carinha de menina dela, toda suada, com as bochechas vermelhas e os olhos semicerrados enquanto subia e descia na minha pica. Às vezes, ela gemia; outras, só se ouvia no quarto o batidaço rítmico da bunda dela contra meu corpo. Eu acompanhava os movimentos dela com leves empurrões de quadril que a faziam tremer.

Tudo, enfia tudo! – Ela disse entre gemidos.

Mudei de posição, ficando os dois sentados na cama, sem tirar a pica dela em nenhum momento. Enquanto continuávamos nos nossos choques de corpos. Pélvis, me agarrei nos bicos dos peitos dela. Ela começou a gemer e a fazer movimentos de quadril que faziam eu sentir que tinha a pica dentro de uma coqueteleira.

- Tá gostando assim? - perguntei burramente na putaria do momento.

Assim, me come, me mata, faz o que quiser comigo - Ela falou enquanto mordia minha orelha.

Não aguentei muito mais e, enquanto ela gozava entre gemidos e suspiros, entre bufadas, me esvaziei na camisinha, deixando tudo naquela porra.

Nós deitamos completamente exaustos na cama, recuperando o fôlego aos poucos. Sentia uma sensação de cansaço incrível, difícil de explicar, tipo uma euforia. Comecei a rir.

Do que você tá rindo? - Perguntou a Vir, já um pouco mais recuperada.

Eu não conseguia parar de rir, era a coisa mais idiota porque a situação não tinha nada de engraçada. Vir me olhou com cara de bunda.

Você me matou, realmente me deixou seco, garota - Falei, me recompondo um pouco.

Pelo visto você gostou muito - Ela disse com um sorriso enquanto me acariciava.

Sabe que você é uma puta gostosa pra caralho, né? - Falei, doidão.

E aí, o que cê tá esperando? - Ela disse, provocadora.

Eu sentia que não tinha mais nada no tanque, mas era uma questão até de amor próprio. Mesmo assim, ela se ajeitou e, entre carícias e beijos, acho que revivia qualquer morto. Aos poucos, começou a subir de novo, e ela continuava com a boquinha dela, como pra garantir que tava em condições. De repente, me virei no colchão como se fosse chupar a buceta dela, e ela, percebendo, abriu as pernas, facilitando meu acesso à vulva dela. Comecei com uns beijos suaves nos lábios dela, fazendo ela molhar aos poucos, enquanto meus dedos tomavam conta do clitóris dela e brincavam com ele à vontade. Ela, ainda com minha pica na boca, intensificou o ritmo do boquete (como não podia gritar, chupava que nem bezerrinho). Quando já tava durinha, desviei minha língua pro meu verdadeiro objetivo. Na primeira lambida, ela contraiu a bunda instintivamente; na segunda, não sei se por curiosidade ou por tesão, relaxou e deixou. que minha língua acariciasse as dobras do anel de couro dela, aos poucos foi esquentando cada vez mais com esse vai e vem da minha língua de um buraquinho pro outro, a ponto de mexer o corpo como se estivesse acompanhando. O orgasmo bateu tão forte que a Vir, tirando meu pau da boca, soltou um gritinho, enquanto sentia com a porra dela um gosto azedo da mijada que escapou.

Fiquei alucinado por um momento, mas nem lerdo nem preguiçoso, dediquei toda minha atenção à bunda dela que tinha ficado à minha mercê. Devagar, usando muita saliva, consegui enfiar a ponta da língua. Já acomodado atrás dela, pude ver a cara dela, meio resignada com o que ia rolar. Por minha indicação, ela colocou um travesseiro embaixo pra deixar a bunda bem empinada.

— Que cuzão lindo que você tem, Virchu — falei, olhando com admiração (a verdade é que era um monumento de rabo o que a mina tinha).

— Não vai ser bruto, né? — ela disse com um tom de insegurança na voz, que só fez me deixar mais doido ainda.

Continuei com meu trabalho de dilatar aquela bunda preciosa pra poder comer ela direito, mas ela não relaxava de jeito nenhum. Então, pra poder trabalhar melhor com os dedos, enfiei o pau até o fundo do jeito que tava e fiz uma metida e sacada lenta, garantindo que ela sentisse o mais fundo possível. Meu pau tava durasso de tanta tesão que eu tava, e ela começou a gozar igual uma louca, esquecendo do desconforto de ter um dedo na bunda. Depois de um tempo, me atrevi a colocar dois, mas ela já tava perdida no vício do pau, se mexendo pra trás e pra frente no ritmo das minhas estocadas. Acho que eu poderia ter enfiado um poste e ela não ia ligar. Esperei mais uns momentos até passar o orgasmo dela e finalmente ela se jogou, oferecendo toda a boceta dela. Usei a palavra: pussy. Apoiei a ponta e empurrei. Não tava preparado pra aquela sensação, era super apertadinho e quente. Por um tempinho só me atrevi a ficar cutucando, até que finalmente enfiei a cabeça inchada e deixei ela lá dentro, como se fosse. que se acostumbrasse

Como esse rabo me excita, desde que nos conhecemos que eu quero meter em você — falei completamente extasiado

Ela resmungou um pouquinho, mas aos poucos fui fazendo pressão até que meu pau sumiu completamente na bunda dela. Tentei tirar até a metade, mas quando quis colocar de novo quase triturou meu pau de como ela contraiu o esfíncter.

Relaxa, meu amor, o pior já passou — falei enquanto procurava com uma mão acariciar a barriguinha dela e pegar num peito

Recomecei e ela, bem gatinha, se deixou levar, daí a pouco tava bombando com facilidade, o que me animou a aumentar devagar o ritmo me segurando na cintura dela, até produzir aquele barulho único dos ovos batendo numa bunda gostosa. Ela não dizia nada, mas dava pra ver que tava concentrada em aguentar como uma rainha as porradas da minha pica. A imagem era sublime, era felina, a carinha de anjo dela, transfigurada pela dor, a bunda linda oferecida e meu pau talhando sem pressa mas sem pausa. No tato, procurei com minhas mãos a boceta dela tentando relaxar. Aos poucos, a expressão dela mudou, a dor dava lugar ao prazer, e agora ela gozava como uma puta da foda que eu tava dando. Devagar, ela deixou escapar uma mistura estranha de gemido e lamento, o que me deixou completamente louco. Já não aguentava mais de tesão e tinha chegado no limite da minha resistência física, até sentir as panturrilhas travarem, mas nada podia parar a bombada. Um pouco depois, cheguei no clímax, enchendo de porra os intestinos da Vir. Aos poucos, recuperei a compostura e olhei pra ela ainda com o pau enfiado dentro.

Ela tava acabada, toda suada e com cara de puta relaxada, devagar tirei o pau da bunda dela e notei que meu pau tava doendo e meio amarronzado. Ela desabou, ficando de bunda pra cima na cama, e eu curti aquele visual digno de um quadro, com o cu aberto dela que aos poucos deixava vazar a porra que tinha dentro.

Depois disso, nós Tomamos banho e pegamos mais uma cerveja. Pedi um táxi pra ela e desci junto, enquanto a gente se despedia, ela falou pra gente se ver de novo. Falei que não, mas no fundo sabia que não ia resistir à tentação por muito tempo.

7 comentários - Con la nena en el caribe (la vuelta y final)

ren6o
Muy buen relato! Me leí toda la seguidilla! Muy bueno!!
Con la nena en el caribe (la vuelta y final)
Ay, morocho... Usted y sus andanzas... Muy hot la escena del avión... Me surgió todo el morbito del lugar público al leerlo y aumentó el porcentaje de humedad por estos pagos. Muy bien contada la secuencia de hechos que derivaron en el garche ¿inevitable? Me causó mucha gracia la escena con su amigo y los mensajitos de la señorita. Me alegra mucho no haber tenido que imaginarlo en bermudas esta vez, jeje. Le debo los puntos para mañana. Se agradece el compartir el relato, por fin uno enterito!!! Beso!
PD: yo te sigo y P! no me notifica... ¿cuándo andará bien P!?
Bebe23
Aplauso medalla y bueno, abrazo jaja Geniales estas historias señor. Digamoslo, P! antes estaba bien buenooooo ahora no notifica un carajo, tiene menos reaccion que lateral de la D... ahora medio que apesta! Dejo +10
Excelente y caliente relato !!!

Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

Con la nena en el caribe (la vuelta y final)
Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Me encantóooo 🤤 🤤 Van puntitoss
Me alegro que te gustara. Y gracias por los puntos¡¡¡