Bom pessoal, aqui vai o final atrasado das minhas aventuras no Caribe, espero que gostem.
A viagem de volta foi um tormento, entre o tempo que demorou e o fato de ter a mina sentada do lado e, no corredor do meio, minha namorada dormindo, era como estar sentado em cima de uma mina terrestre que no primeiro movimento manda tudo pra pussy da mãe. Depois daquela trepada do caralho que a gente tinha dado, me bateram aqueles remorsos de sempre, e pra piorar, tava rolando uma puta boa vibe com todo mundo, principalmente com o Roberto, que já tava planejando a gente se juntar pra um churrasco assim que voltasse. Aproveitei parte da viagem pra conversar com a Vir, já que, como eu temia, ela ficou toda apaixonada e com um tesão do caralho por mim. Num momento ela solta:
"Tô com um tesão danado, tô me molhando enquanto a gente conversa."
Olhei pra ela com cara de bunda, pensando se tudo que eu tinha falado só serviu pra deixar ela ainda mais excitada.
"Não olha pra mim assim" – Ela disse, fazendo carinha.
"Assim como? Fala baixo, pelo amor de Deus?" – Falei num sussurro, morrendo de medo de alguém ouvir o que a gente tava falando.
"Assim com cara de bunda. Tô com vontade de arrebentar sua boca."
"Já falamos sobre isso, Vir."
"Então o que rolou não foi nada pra você?"
"Uff!!! Já te falei que adorei o que rolou, mas não pode acontecer de novo. E fala baixo, por favor" – Falei meio puto com as reclamações dela, parecendo namorada mal cuidada.
"Me toca se não acredita em mim" – Ela disse, me olhando desafiante.
A filha da puta se cobriu com aquela manta de merda que dão no avião, baixou a calça e a calcinha, e na sequência pegou minha mão e levou direto pra pussy dela. Não tava mentindo, tava bem molhada. A posição era bem desconfortável, mas procurei acariciar o clitóris dela. Pra ajudar, ela baixou a calça até os joelhos e abriu as pernas o máximo que pôde. Meus dedos penetravam na buceta dela, enquanto ela mexia os quadris e levantava um pouco a bunda do assento pra facilitar o jogo. Era uma situação... Tremenda, ela se arqueando, se esquentando e se molhando cada vez mais, tentando abafar os gemidos de prazer, enquanto o cara do lado dormia que nem um anjo e minha mina na outra fileira de poltronas fazia o mesmo. Os dedos da minha mão esquerda cutucavam a bucetinha dela à vontade enquanto, pra disfarçar, eu mantinha o olhar pra frente e parecia super concentrado no filme de desenho animado que tava passando no voo.
Depois de um tempinho de carícias, ela colocou o travesseiro no meu ombro e enfiou a boca ali pra abafar os gemidos, e ainda aproveitava pra lamber minha orelha e falar umas putarias no meu ouvido.
Nem sei quanto tempo passou porque já tava era ocupado demais tentando disfarçar e segurar a onda do tesão que eu tava, mas a mina gozou na minha mão, relaxou total e dormiu até a gente chegar no lugar onde o voo fazia escala. Eu também dormi e acordei mais duro que uma mesa bem na hora que tavam dando as instruções pro pouso, um mico que disfarcei entre a mochila que tava carregando e a jaqueta. Depois de uma imigração bem chata, a gente conseguiu dar uma volta no free shop, mas por causa do horário, a maioria das barracas de comida tava fechada. Andamos um pouco e aí aproveitei pra ir no banheiro, depois de nos acomodarmos pra esperar anunciarem o voo que ia pra Rosário. Vir disse que também precisava ir, então fomos andando pros banheiros. Como tavam limpando, tivemos que dar a volta no aeroporto quase inteiro. Assim que sumimos da vista de olhares indiscretos, fui pra cima dela.
— Minha filha, me deixou durasso — falei, me aproximando dela.
— É? — ela disse, me olhando com uma falsa inocência que só aumentava meu tesão.
— É sim, gata, mais te vale dar um jeito nisso, você que levantou, você que deita — falei, apontando pro amigo que fazia um volume considerável na calça.
Ela riu e me abraçou enquanto a gente se aproximava dos banheiros. A adrenalina corria solta no meu corpo porque a gente tava à vista de qualquer um. Assim que entrar no intervalo entre os banhos a gente se comeu de boca, tudo muito quente, a pica não tinha nem baixado direito e já tava dura de novo, precisando desesperadamente de atenção. Nem preciso dizer que naquele momento eu não tava raciocinando porra nenhuma, não me importava com nada além daquela puta gostosa na minha frente e a porra parecia prestes a ferver na minha vara.
Sem pensar duas vezes, meti ela no banheiro masculino e procurei um cubículo pra ninguém nos ver. Vir entendeu perfeitamente o jogo e, abaixando a tampa, sentou no vaso, puxou meu jeans e cueca pra baixo, deixando minha pica livre. Eu não aguentava mais de tesão, dava até pra sentir a diferença do ar frio na pele do meu pau e a putinha filha da puta tava tirando todo o tempo do mundo. Ela me olhou de baixo, fazendo biquinho pra minha rola e, esticando a língua, passou na minha cabeça que tava vermelha e brilhante, quase me fazendo gozar na hora. Aos poucos, foi espalhando as carícias da língua por todo o meu pedaço de carne. Subia e descia pelo tronco, alternando a sucção dos lábios com os movimentos da língua, eu acariciava o cabelo dela, fechando os olhos de vez em quando, entregue às sensações daquele boquete foda que a Vir tava me dando. Ela controla o ritmo como quer, me provocando ainda mais, me deixando louco a ponto de sentir as veias da minha pica pulsando no contato da língua dela e no calor das bochechas gulosas. Depois de um tempo, ela já tinha me deixado a ponto de gozar, tão excitado que mal conseguia suspirar sem engasgar. De repente, a porta abriu e uma voz conhecida entrou assobiando uma música. Por um momento, a gente ficou parado, mas o tesão do absurdo que tava rolando me deixou doido e eu comecei a comer a boca da Vir como se não houvesse amanhã. Ela, depois do susto inicial, também se excitou e entrou no jogo. Era tanto tesão que eu não aguentei muito até sentir a porra vindo, em vez de avisar, enfiei até o fundo. da garganta enquanto segurava sua nuca, forçando ela a engolir meu esperma pra não se afogar. Ela engoliu, mas não deu conta de tudo e, num engasgo, tossiu e cuspiu boa parte do conteúdo das minhas bolas. Por sorte, o barulho da torneira não deixou que Roberto (era ele) percebesse, ou se percebeu, não falou nada.
Depois de ouvir a porta, saímos do nosso esconderijo.
— Você é um idiota, podia ter me avisado que ia gozar — disse ela, indo em direção aos lavatórios com os olhos lacrimejando de tanto se afogar.
— Desculpa, gostosa, não consegui me segurar — falei, indo pra porta pra evitar que alguém entrasse.
— Que malvado você é!!! Ainda mais com meu pai ali!!! Seu degenerado!!!
Fui até ela e abracei, dando um chupão bem barulhento.
— É que você me deixa louco e me tira do sério, linda — falei pra acalmá-la.
Ela me abraçou, suspirando, relaxando, e saímos do banheiro, não sem antes Vir enxaguar a boca e se ajeitar.
— Agora quem ficou com vontade sou eu. A gente se vê no fim de semana? — disse ela enquanto voltávamos pra onde os outros estavam.
— É, claro — respondi, ciente de que tinha me metido em encrenca de novo por cair na tentação.
Os dias seguintes passaram entre o duro processo de cair na realidade da volta e as bagunças típicas de se reacostumar à rotina (sempre parece que as tretas no trampo tão esperando a gente voltar de férias pra explodir na cara). Na quinta, combinei de encontrar um amigo pra tomar algo e, de quebra, falar um monte de besteira, então no fim da tarde saí do trampo e fui pro ponto de encontro. O bar é de outro brother e costuma ser ponto de encontro da galera toda. Cheguei e o dono, vamos chamar de Ariel, obviamente não estava. Uma das garçonetes com quem tenho intimidade me cumprimentou enquanto eu me sentava numa mesa pra esperar meu amigo Gastão, o Tongas pros íntimos, que, como sempre, chegava atrasado.
Enquanto esperava, o celular tocou com um mensagem
A gente se encontra amanhã ou sábado? Me avisa. Beijos – o número era desconhecido
Depois do primeiro momento de confusão pensando quem caralhos poderia ser (às vezes minha memória dá uma resetada hehe) e enquanto analisava as consequências das possíveis respostas, respondi um seco
não tenho seu número salvo
Nisso chegou o Tongas, a gente começou a bater papo e meio que esqueci do celular. Ele começou a me atualizar das últimas merdas sem deixar nenhum dos dois assuntos de lado (cuties e futebol). Enquanto eu ouvia, o celular vibrou, iluminando a mesa de repente.
"Acabou de chegar e já tão te enchendo o saco, negão?" – falou o Tongas morrendo de rir
"Nada, já foi, atendo depois" – falei pegando o celular pra ele não vibrar mais, com toda intenção de desligar (não sei se deixei claro, mas não curto fazer reality show, além de ser muito perigoso)
"Se for a Ale, atende" – falou o outro filho da puta adivinhando onde a conversa ia dar e pra me forçar a contar
A chegada da garçonete nos interrompeu, depois de discutir um segundo pedimos uma cerveja e enquanto o Tongas aproveitou pra dar uma olhada na tela do celular que tinha ficado na mesa
"Sou eu, bobinho, Virr" – ele leu soltando uma gargalhada
"Conta logo o que você tá aprontando" – falou e se acomodou na cadeira como se tivesse na poltrona do cinema prestes a ver um filme
"Não é nada, mano, só uma cutie que eu comi" – falei tentando minimizar
"E te chama de bobinho? Tem 15 anos ou é retardada mental?"
"Ehhh, não, que isso, é apelido carinhoso" – falei tentando escapar
"Carinho o caralho, sua anta, conta logo e para de enrolar"
Contei tentando pular detalhes, mas ele insistiu e no final contei tudo. Quando tava terminando de contar, o celular vibrou de novo com outra mensagem dela.
"Porra, negão, a mina tá no fogo! Responde, senão ela vai continuar enchendo o saco até você atender"
Dito e feito, em 2 segundos... segundos depois, o celular tocou de novo. Dessa vez era uma ligação, e não tive escolha a não ser atender. O Tongas fazia caretas enquanto ouvia minhas respostas; despachei ela o mais rápido possível com um "depois te ligo", mas o outro filho da puta não parava de se cagar de rir, e se tem uma coisa que me deixa desconfortável é atender telefone nesse tipo de situação.
— E aí, como tá a gostosa? Ela é boa pelo menos?
— Sim, sim, é muito bonita — falei tentando manter a seriedade.
— Mostra foto, cabeça de pica.
— Para de encher o saco, mano. Cê acha que vou ter foto da mina no celular??
— No celular não, mas com certeza a gostosa tem Facebook ou e-mail ou algo assim — disse o outro punheteiro, super animado.
Geralmente, acho até de mau gosto ficar mostrando foto da mina que você come, além de ser um perigo potencial porque nunca se sabe quem pode descobrir. O máximo que fiz foi contar como é a Vir (pra quem não leu os relatos anteriores, ela tem um ar de Cintia Fernandez, mas é um pouco mais alta e menos puta). Depois disso, começamos a falar sobre o time de futebol que no sábado jogava uma final; Gaston, que também joga no time, já adivinhou minha jogada.
— Negão, esse sábado você não pode faltar, pela buceta da sua mãe!!!
— Não, já sei, mano. Mas não sei o que fazer com a gostosa.
— Como não sabe, seu idiota?? Leva ela pra um motel e pronto.
— Nada, mano, não rola, quero ir com calma.
— Que filho da puta que você é — disse o Tongas, caindo na risada.
— E é, sexta tenho um jantar e sábado quero dedicar meu tempo pra ela, vale a pena!!!
— Serviço completo pra gostosa, hein?. Mas olha, tem que ver se você aguenta, porque as novinhas tão vindo braba.
— Ei, mano, claro que vou aguentar, o problema é que os horários tão complicados, não consigo escapar da Ale à noite, temos uma festa de merda não sei do quê.
— Não sei, resolve isso, mano — ele falou, ficando sério (ele é meio fanático, igual o cara do comercial da Tooper).
Depois de um tempo discutindo, tentando dar um jeito e explicar pra ela que até o carro pra ir e voltar tava complicado, o Tongas resolveu.
Negão, sábado tu joga, se não tiver onde levar a gatinha, foda-se, pega a chave do apê e te busco, mas tu joga e ponto. Senão conto pro Sebas e pro Cristian e a gente dá um jeito nela junto, se precisar.
Diante de uma prova de amizade dessas, não pude recusar, então só pedi pra ele ser discreto. Combinei com a Vir e marcamos pras 5 da tarde (horário bem bizarro, mas fazer o quê, a mina tava mais no cio que recém-nascido, então não reclamou).
Chegou sábado e, pra não quebrar a rotina, saí cedo pro trampo com minha mochila de futebol nas costas. O jogo demorou, mas como ninguém liga pra essa parte, não vou contar. Só sei que terminei moído, quase com cãibra, e o Tongas, cumprindo como bom amigo, me levou voando pra chegar no meu "encontro". Chegamos e a Vir tava parada na porta. O Gastão quase caiu de bunda quando viu ela.
— Porra, negão, essa mina é uma gostosa pra caralho! É um tesão! — Falou alucinado.
Eu me caguei de rir e, deixando ele com inveja, desci do carro.
— Ei, olho, não quebra nada que tenha conserto — completou o Gastão, com toda a intenção do mundo, me dando a chave do apê.
Ele me deixou a chave e arrancou buzinando. A Vir, assim que me viu, veio andando na minha direção.
— Ufa, cheguei faz meia hora! — Disse ela.
— É, me atrasei, e não vem com chilique — falei seco.
— Tá bom, não fica bravo — respondeu submissa, enquanto caminhava do meu lado.
Eu adorava a sensação de que ela faria qualquer coisa que eu quisesse. Esse sentimento de poder às vezes me excita pra caralho. Entramos no apê do Tongas e a Vir olhava pra todo lado, meio intimidada ou travada pela situação. No fundo, era compreensível, já que o apê parecia um daqueles motelzinhos de filme. Fui direto pra geladeira e ela sentou num sofá que tinha na sala. Peguei 2 porronzinhos e passei um pra ela enquanto me sentava ao lado. Ela tava completamente travada, então dei um abraço nela pra ver se soltava, acariciando o ombro dela meio indeciso se beijava ou não, esperando ela reagir. Finalmente veio o beijo libertador e dali pra ficar pelados foi questão de 2 segundos, no máximo.
Enquanto eu chupava os peitos dela como um desesperado, ela acariciava minha cock e abria as pernas me convidando pra comer a bucetinha dela. Ela suspirou entrecortado quando finalmente nossos lábios se tocaram e eu coloquei toda minha atenção na pussy dela, percorrendo, chupando, fazendo ela gemer e ofegar.
- Ahh, assim assim que eu gosto, assim - Ela disse entre gemidos enquanto esfregava a pussy no meu rosto.
Continuei arrancando mais gemidos dela, me divertindo com o clitóris que tava apetitoso e inchado. Me concentrei em fazer um vai e vem com a língua enquanto ela acompanhava mexendo a bacia como se quisesse que minha língua chegasse o mais fundo possível. Os gemidos dela aumentavam, mas de repente ela se afastou e se mexeu, me fazendo cair do sofá pra depois se colocar por cima de mim num 69. Ela realmente adorava chupar e fazia muito bem, me deixando super excitado. Minha língua voltou pra bucetinha dela e me entretive com os lábios dela enquanto ela me fazia um boquete foda, daqueles com muita saliva que quando tira da boca faz um barulho tipo desentupidor. Ela parecia saber o tempo certo de cada coisa, demorava com os lábios no frênulo enquanto a língua dava lambidas rápidas na cabecinha, pra de repente, quando eu tava quase gozando, descer pelo tronco me fazendo sentir o carinho dos lábios dela. Não duramos muito e os dois gozamos entre espasmos. Ela recebeu meu esperma na boca e engoliu com gosto, eu por minha parte engoli todo o fluxo dela com a mesma avidez que alguém beberia água no meio do deserto. Depois de um primeiro momento de relax, a gente se beijou ainda com nossos sabores íntimos na boca.
— Cê é um depravado, sabia? — Vir me disse enquanto passava a mão no meu peito.
— Eu sou depravado ou você é bem viciada? — falei, fazendo cara de Olmedo.
— Você me deixa louca, me tira do sério! — ela disse com carinha de dengo e olhar de gata.
E se aninhou em mim, e a gente se abraçou ali mesmo no chão.
— Mas não pensa que já me enchi, não! — completou com voz de putinha, enquanto passava a mão na minha pica que já começava a endurecer de novo.
— Ah, não? Quer mais?
— Quero que você me faça amor? — ela disse de repente, se fazendo de romântica.
— Se quiser, te levo pra cama e te como todinha, gata. De amor não sei, mas que você vai gostar, pode ficar tranquila — falei pra provocar um pouco.
Sem dizer mais nada, ela saiu rebolando a bunda em direção ao quarto, parando bem na porta pra olhar por cima do ombro. Peguei uma camisinha e fui atrás. Com um empurrão, joguei ela na cama e comecei a chupar os peitos dela; ela ronronava que nem uma putinha enquanto acariciava minha nuca.
Com um movimento de quadril, aproximei minha pica da buceta dela até quase roçar nos lábios. Assim, na posição de missionário, comecei a bombar bem devagar, aproveitando a apertadinha e o calor dela. Aos poucos, as estocadas foram ficando mais fundas, no clássico mete e tira, mas sem acelerar o ritmo, deixando ela sentir cada centímetro da minha pica. Num momento, trocamos de posição pra ela montar em mim. Era espetacular a carinha de menina dela, toda suada, com as bochechas vermelhas e os olhos semicerrados enquanto subia e descia na minha pica. Às vezes ela gemia, outras vezes só se ouvia no quarto o barulho rítmico da bunda dela batendo na minha anatomia. Eu acompanhava os movimentos dela com leves empurrões de quadril que faziam ela tremer.
— Tudo, coloca tudo! — ela disse entre gemidos.
Eu mudei de posição, ficando os dois sentados na cama, mas sem tirar a pica dela em nenhum momento. Enquanto a gente continuava se chocando... Pélvis, me agarrei nos bicos dos peitos dela. Ela começou a gemer e a rebolando, fazendo eu sentir que tinha a pica dentro de uma coqueteleira.
- Tá gostando assim? - perguntei feito idiota na calentura do momento.
- Assim, me come, me mata, faz o que quiser comigo - Ela falou enquanto mordia minha orelha.
Não aguentei muito mais e, enquanto ela gozava entre gemidos e suspiros, entre bufadas, me esvaziei na camisinha, deixando tudo naquele gozo.
Caímos na cama completamente exaustos, recuperando o fôlego aos poucos. Sentia uma sensação de cansaço incrível, difícil de explicar, tipo uma euforia. Comecei a rir.
- Do que cê tá rindo? - Perguntou a Vir, já um pouco mais recuperada.
Eu não conseguia parar de rir, era a coisa mais idiota porque a situação não tinha nada de engraçada. Vir me olhou com cara de cu.
- Você me matou, me deixou seco mesmo, garota - falei, me recompondo um pouco.
- Pelo visto você gostou muito - Ela disse com um sorriso enquanto me acariciava.
- Sabe que você é uma puta gostosa pra comer inteira - falei, doidão.
- E então, o que cê tá esperando? - Ela disse, provocadora.
Eu sentia que não tinha mais nada no tanque, mas era uma questão até de amor próprio. Mesmo assim, ela se ajeitou e, entre carícias e beijos, acho que revivia qualquer morto. Aos poucos, começou a subir de novo, ela continuava com a boquinha pra garantir que tava em condições. De repente, me virei no colchão como se fosse chupar a buceta dela, e ela, percebendo, abriu as pernas, facilitando meu acesso à vulva. Comecei com uns beijos suaves nos lábios dela, fazendo ela molhar aos poucos, enquanto meus dedos tomavam conta do clitóris e brincavam com ele à vontade. Ela, ainda com minha pica na boca, intensificou o ritmo do boquete (como não podia gritar, chupava que nem bezerrinho). Quando já tava durinha, desviei minha língua pro meu verdadeiro alvo. Na primeira lambida, ela contraiu a bunda instintivamente; na segunda, não sei se por curiosidade ou por tesão, relaxou e deixou. que minha língua acariciasse as dobras do anel de couro dela, aos poucos foi esquentando cada vez mais com esse vai e vem da minha língua de um buraquinho pro outro, a ponto de mexer o corpo como se estivesse acompanhando. O orgasmo bateu tão forte que a Vir, tirando meu pau da boca, soltou um gritinho, enquanto sentia com o gozo dela um gosto azedo da mijada que escapou.
Fiquei alucinado por um momento, mas nem lerdo nem preguiçoso, dediquei toda minha atenção à bunda dela que tinha ficado à minha mercê. Devagar, usando muita saliva, consegui enfiar a ponta da língua. Já acomodado atrás dela, pude ver a cara dela, meio resignada com o que ia rolar. Por minha indicação, ela colocou um travesseiro embaixo pra deixar a bunda bem empinada.
— Que cuzão lindo que você tem, Virchu — falei, olhando com admiração (a verdade é que era um monumento de raba o que a mina tinha).
— Não vai ser bruto, né? — ela disse com um tom de insegurança na voz, que só fez me deixar mais doido ainda.
Continuei com minha tarefa de dilatar essa bunda preciosa pra poder comer ela direito, mas ela não relaxava de jeito nenhum, então, pra trabalhar melhor com os dedos, enfiei o pau até o fundo do jeito que tava e fiz uma metida e sacada lenta, garantindo que ela sentisse o mais fundo possível. Meu pau tava durasso de tanta tesão que eu tava, e ela começou a gozar igual uma louca, esquecendo do desconforto de ter um dedo na bunda. Depois de um tempo, me atrevi a colocar dois, mas ela já tava perdida no vício do pau, se movendo pra trás e pra frente no ritmo das minhas estocadas. Acho que dava pra enfiar um poste nela e ela nem ia ligar. Esperei mais uns momentos até passar o orgasmo dela e finalmente ela se jogou, oferecendo toda a boceta dela e tirando ela de lá. Apoiei a ponta e empurrei. Não tava preparado pra aquela sensação, era super apertadinho e quente. Por um tempinho só me atrevi a ficar cutucando, até que finalmente enfiei a cabeça inchada e deixei ela lá dentro, como se fosse. que se acostumbrasse
Como esse rabo me excita, desde que nos conhecemos que eu quero te meter - falei completamente alucinado
Ela resmungou um pouco, mas aos poucos fui fazendo pressão até que meu pau sumiu completamente no cu dela. Tentei tirar até a metade, mas quando quis colocar de novo quase esmaga meu pau de como ela contraiu o esfíncter.
Relaxa, meu amor, o pior já passou - falei enquanto procurava com uma mão acariciar a barriguinha dela e tocar um peito
Recomecei e ela, bem boazinha, se deixou levar, daí a pouco bombava com facilidade, o que me animou a aumentar aos poucos o ritmo me segurando na cintura dela, até produzir aquele barulho único do bater dos ovos contra uma bunda gostosa. Ela não dizia nada, mas dava pra ver que estava concentrada em aguentar como uma rainha as investidas da minha pica. A imagem era sublime, era felina, a carinha de anjo dela, transfigurada pela dor, a bunda linda oferecida e meu pau talhando sem pressa mas sem pausa. No tato, procurei com minhas mãos a buceta dela tentando relaxá-la. Aos poucos, o semblante dela mudou, a dor dava lugar ao prazer, e agora ela gozava como uma puta da foda que eu tava dando. Devagar, ela deixou escapar uma mistura estranha de gemido e lamento, o que me deixou completamente louco. Já não aguentava mais de tesão e tinha chegado no limite da minha resistência física, até sentir as panturrilhas travarem, mas nada conseguia parar o vai e vem. Um pouco depois, cheguei ao clímax, enchendo de porra os intestinos da Vir. Aos poucos, recuperei a compostura e olhei pra ela ainda com o pau enfiado dentro.
Ela estava acabada, toda suada e com cara de puta relaxada, devagar tirei o pau do cu dela e notei que meu pau doía e ainda estava meio amarronzado. Ela desabou, ficando de bunda pra cima na cama, e eu aproveitei aquele cenário digno de um quadro, com o cu aberto dela que aos poucos deixava escorrer a porra que tinha dentro.
Depois disso, nós Tomamos banho e pegamos mais uma cerveja. Pedi um táxi pra ela e desci junto, enquanto a gente se despedia ela falou pra gente se ver de novo. Falei que não, mas no fundo sabia que não ia resistir à tentação por muito tempo.
A viagem de volta foi um tormento, entre o tempo que demorou e o fato de ter a mina sentada do lado e, no corredor do meio, minha namorada dormindo, era como estar sentado em cima de uma mina terrestre que no primeiro movimento manda tudo pra pussy da mãe. Depois daquela trepada do caralho que a gente tinha dado, me bateram aqueles remorsos de sempre, e pra piorar, tava rolando uma puta boa vibe com todo mundo, principalmente com o Roberto, que já tava planejando a gente se juntar pra um churrasco assim que voltasse. Aproveitei parte da viagem pra conversar com a Vir, já que, como eu temia, ela ficou toda apaixonada e com um tesão do caralho por mim. Num momento ela solta:
"Tô com um tesão danado, tô me molhando enquanto a gente conversa."
Olhei pra ela com cara de bunda, pensando se tudo que eu tinha falado só serviu pra deixar ela ainda mais excitada.
"Não olha pra mim assim" – Ela disse, fazendo carinha.
"Assim como? Fala baixo, pelo amor de Deus?" – Falei num sussurro, morrendo de medo de alguém ouvir o que a gente tava falando.
"Assim com cara de bunda. Tô com vontade de arrebentar sua boca."
"Já falamos sobre isso, Vir."
"Então o que rolou não foi nada pra você?"
"Uff!!! Já te falei que adorei o que rolou, mas não pode acontecer de novo. E fala baixo, por favor" – Falei meio puto com as reclamações dela, parecendo namorada mal cuidada.
"Me toca se não acredita em mim" – Ela disse, me olhando desafiante.
A filha da puta se cobriu com aquela manta de merda que dão no avião, baixou a calça e a calcinha, e na sequência pegou minha mão e levou direto pra pussy dela. Não tava mentindo, tava bem molhada. A posição era bem desconfortável, mas procurei acariciar o clitóris dela. Pra ajudar, ela baixou a calça até os joelhos e abriu as pernas o máximo que pôde. Meus dedos penetravam na buceta dela, enquanto ela mexia os quadris e levantava um pouco a bunda do assento pra facilitar o jogo. Era uma situação... Tremenda, ela se arqueando, se esquentando e se molhando cada vez mais, tentando abafar os gemidos de prazer, enquanto o cara do lado dormia que nem um anjo e minha mina na outra fileira de poltronas fazia o mesmo. Os dedos da minha mão esquerda cutucavam a bucetinha dela à vontade enquanto, pra disfarçar, eu mantinha o olhar pra frente e parecia super concentrado no filme de desenho animado que tava passando no voo.
Depois de um tempinho de carícias, ela colocou o travesseiro no meu ombro e enfiou a boca ali pra abafar os gemidos, e ainda aproveitava pra lamber minha orelha e falar umas putarias no meu ouvido.
Nem sei quanto tempo passou porque já tava era ocupado demais tentando disfarçar e segurar a onda do tesão que eu tava, mas a mina gozou na minha mão, relaxou total e dormiu até a gente chegar no lugar onde o voo fazia escala. Eu também dormi e acordei mais duro que uma mesa bem na hora que tavam dando as instruções pro pouso, um mico que disfarcei entre a mochila que tava carregando e a jaqueta. Depois de uma imigração bem chata, a gente conseguiu dar uma volta no free shop, mas por causa do horário, a maioria das barracas de comida tava fechada. Andamos um pouco e aí aproveitei pra ir no banheiro, depois de nos acomodarmos pra esperar anunciarem o voo que ia pra Rosário. Vir disse que também precisava ir, então fomos andando pros banheiros. Como tavam limpando, tivemos que dar a volta no aeroporto quase inteiro. Assim que sumimos da vista de olhares indiscretos, fui pra cima dela.
— Minha filha, me deixou durasso — falei, me aproximando dela.
— É? — ela disse, me olhando com uma falsa inocência que só aumentava meu tesão.
— É sim, gata, mais te vale dar um jeito nisso, você que levantou, você que deita — falei, apontando pro amigo que fazia um volume considerável na calça.
Ela riu e me abraçou enquanto a gente se aproximava dos banheiros. A adrenalina corria solta no meu corpo porque a gente tava à vista de qualquer um. Assim que entrar no intervalo entre os banhos a gente se comeu de boca, tudo muito quente, a pica não tinha nem baixado direito e já tava dura de novo, precisando desesperadamente de atenção. Nem preciso dizer que naquele momento eu não tava raciocinando porra nenhuma, não me importava com nada além daquela puta gostosa na minha frente e a porra parecia prestes a ferver na minha vara.
Sem pensar duas vezes, meti ela no banheiro masculino e procurei um cubículo pra ninguém nos ver. Vir entendeu perfeitamente o jogo e, abaixando a tampa, sentou no vaso, puxou meu jeans e cueca pra baixo, deixando minha pica livre. Eu não aguentava mais de tesão, dava até pra sentir a diferença do ar frio na pele do meu pau e a putinha filha da puta tava tirando todo o tempo do mundo. Ela me olhou de baixo, fazendo biquinho pra minha rola e, esticando a língua, passou na minha cabeça que tava vermelha e brilhante, quase me fazendo gozar na hora. Aos poucos, foi espalhando as carícias da língua por todo o meu pedaço de carne. Subia e descia pelo tronco, alternando a sucção dos lábios com os movimentos da língua, eu acariciava o cabelo dela, fechando os olhos de vez em quando, entregue às sensações daquele boquete foda que a Vir tava me dando. Ela controla o ritmo como quer, me provocando ainda mais, me deixando louco a ponto de sentir as veias da minha pica pulsando no contato da língua dela e no calor das bochechas gulosas. Depois de um tempo, ela já tinha me deixado a ponto de gozar, tão excitado que mal conseguia suspirar sem engasgar. De repente, a porta abriu e uma voz conhecida entrou assobiando uma música. Por um momento, a gente ficou parado, mas o tesão do absurdo que tava rolando me deixou doido e eu comecei a comer a boca da Vir como se não houvesse amanhã. Ela, depois do susto inicial, também se excitou e entrou no jogo. Era tanto tesão que eu não aguentei muito até sentir a porra vindo, em vez de avisar, enfiei até o fundo. da garganta enquanto segurava sua nuca, forçando ela a engolir meu esperma pra não se afogar. Ela engoliu, mas não deu conta de tudo e, num engasgo, tossiu e cuspiu boa parte do conteúdo das minhas bolas. Por sorte, o barulho da torneira não deixou que Roberto (era ele) percebesse, ou se percebeu, não falou nada.
Depois de ouvir a porta, saímos do nosso esconderijo.
— Você é um idiota, podia ter me avisado que ia gozar — disse ela, indo em direção aos lavatórios com os olhos lacrimejando de tanto se afogar.
— Desculpa, gostosa, não consegui me segurar — falei, indo pra porta pra evitar que alguém entrasse.
— Que malvado você é!!! Ainda mais com meu pai ali!!! Seu degenerado!!!
Fui até ela e abracei, dando um chupão bem barulhento.
— É que você me deixa louco e me tira do sério, linda — falei pra acalmá-la.
Ela me abraçou, suspirando, relaxando, e saímos do banheiro, não sem antes Vir enxaguar a boca e se ajeitar.
— Agora quem ficou com vontade sou eu. A gente se vê no fim de semana? — disse ela enquanto voltávamos pra onde os outros estavam.
— É, claro — respondi, ciente de que tinha me metido em encrenca de novo por cair na tentação.
Os dias seguintes passaram entre o duro processo de cair na realidade da volta e as bagunças típicas de se reacostumar à rotina (sempre parece que as tretas no trampo tão esperando a gente voltar de férias pra explodir na cara). Na quinta, combinei de encontrar um amigo pra tomar algo e, de quebra, falar um monte de besteira, então no fim da tarde saí do trampo e fui pro ponto de encontro. O bar é de outro brother e costuma ser ponto de encontro da galera toda. Cheguei e o dono, vamos chamar de Ariel, obviamente não estava. Uma das garçonetes com quem tenho intimidade me cumprimentou enquanto eu me sentava numa mesa pra esperar meu amigo Gastão, o Tongas pros íntimos, que, como sempre, chegava atrasado.
Enquanto esperava, o celular tocou com um mensagem
A gente se encontra amanhã ou sábado? Me avisa. Beijos – o número era desconhecido
Depois do primeiro momento de confusão pensando quem caralhos poderia ser (às vezes minha memória dá uma resetada hehe) e enquanto analisava as consequências das possíveis respostas, respondi um seco
não tenho seu número salvo
Nisso chegou o Tongas, a gente começou a bater papo e meio que esqueci do celular. Ele começou a me atualizar das últimas merdas sem deixar nenhum dos dois assuntos de lado (cuties e futebol). Enquanto eu ouvia, o celular vibrou, iluminando a mesa de repente.
"Acabou de chegar e já tão te enchendo o saco, negão?" – falou o Tongas morrendo de rir
"Nada, já foi, atendo depois" – falei pegando o celular pra ele não vibrar mais, com toda intenção de desligar (não sei se deixei claro, mas não curto fazer reality show, além de ser muito perigoso)
"Se for a Ale, atende" – falou o outro filho da puta adivinhando onde a conversa ia dar e pra me forçar a contar
A chegada da garçonete nos interrompeu, depois de discutir um segundo pedimos uma cerveja e enquanto o Tongas aproveitou pra dar uma olhada na tela do celular que tinha ficado na mesa
"Sou eu, bobinho, Virr" – ele leu soltando uma gargalhada
"Conta logo o que você tá aprontando" – falou e se acomodou na cadeira como se tivesse na poltrona do cinema prestes a ver um filme
"Não é nada, mano, só uma cutie que eu comi" – falei tentando minimizar
"E te chama de bobinho? Tem 15 anos ou é retardada mental?"
"Ehhh, não, que isso, é apelido carinhoso" – falei tentando escapar
"Carinho o caralho, sua anta, conta logo e para de enrolar"
Contei tentando pular detalhes, mas ele insistiu e no final contei tudo. Quando tava terminando de contar, o celular vibrou de novo com outra mensagem dela.
"Porra, negão, a mina tá no fogo! Responde, senão ela vai continuar enchendo o saco até você atender"
Dito e feito, em 2 segundos... segundos depois, o celular tocou de novo. Dessa vez era uma ligação, e não tive escolha a não ser atender. O Tongas fazia caretas enquanto ouvia minhas respostas; despachei ela o mais rápido possível com um "depois te ligo", mas o outro filho da puta não parava de se cagar de rir, e se tem uma coisa que me deixa desconfortável é atender telefone nesse tipo de situação.
— E aí, como tá a gostosa? Ela é boa pelo menos?
— Sim, sim, é muito bonita — falei tentando manter a seriedade.
— Mostra foto, cabeça de pica.
— Para de encher o saco, mano. Cê acha que vou ter foto da mina no celular??
— No celular não, mas com certeza a gostosa tem Facebook ou e-mail ou algo assim — disse o outro punheteiro, super animado.
Geralmente, acho até de mau gosto ficar mostrando foto da mina que você come, além de ser um perigo potencial porque nunca se sabe quem pode descobrir. O máximo que fiz foi contar como é a Vir (pra quem não leu os relatos anteriores, ela tem um ar de Cintia Fernandez, mas é um pouco mais alta e menos puta). Depois disso, começamos a falar sobre o time de futebol que no sábado jogava uma final; Gaston, que também joga no time, já adivinhou minha jogada.
— Negão, esse sábado você não pode faltar, pela buceta da sua mãe!!!
— Não, já sei, mano. Mas não sei o que fazer com a gostosa.
— Como não sabe, seu idiota?? Leva ela pra um motel e pronto.
— Nada, mano, não rola, quero ir com calma.
— Que filho da puta que você é — disse o Tongas, caindo na risada.
— E é, sexta tenho um jantar e sábado quero dedicar meu tempo pra ela, vale a pena!!!
— Serviço completo pra gostosa, hein?. Mas olha, tem que ver se você aguenta, porque as novinhas tão vindo braba.
— Ei, mano, claro que vou aguentar, o problema é que os horários tão complicados, não consigo escapar da Ale à noite, temos uma festa de merda não sei do quê.
— Não sei, resolve isso, mano — ele falou, ficando sério (ele é meio fanático, igual o cara do comercial da Tooper).
Depois de um tempo discutindo, tentando dar um jeito e explicar pra ela que até o carro pra ir e voltar tava complicado, o Tongas resolveu.
Negão, sábado tu joga, se não tiver onde levar a gatinha, foda-se, pega a chave do apê e te busco, mas tu joga e ponto. Senão conto pro Sebas e pro Cristian e a gente dá um jeito nela junto, se precisar.
Diante de uma prova de amizade dessas, não pude recusar, então só pedi pra ele ser discreto. Combinei com a Vir e marcamos pras 5 da tarde (horário bem bizarro, mas fazer o quê, a mina tava mais no cio que recém-nascido, então não reclamou).
Chegou sábado e, pra não quebrar a rotina, saí cedo pro trampo com minha mochila de futebol nas costas. O jogo demorou, mas como ninguém liga pra essa parte, não vou contar. Só sei que terminei moído, quase com cãibra, e o Tongas, cumprindo como bom amigo, me levou voando pra chegar no meu "encontro". Chegamos e a Vir tava parada na porta. O Gastão quase caiu de bunda quando viu ela.
— Porra, negão, essa mina é uma gostosa pra caralho! É um tesão! — Falou alucinado.
Eu me caguei de rir e, deixando ele com inveja, desci do carro.
— Ei, olho, não quebra nada que tenha conserto — completou o Gastão, com toda a intenção do mundo, me dando a chave do apê.
Ele me deixou a chave e arrancou buzinando. A Vir, assim que me viu, veio andando na minha direção.
— Ufa, cheguei faz meia hora! — Disse ela.
— É, me atrasei, e não vem com chilique — falei seco.
— Tá bom, não fica bravo — respondeu submissa, enquanto caminhava do meu lado.
Eu adorava a sensação de que ela faria qualquer coisa que eu quisesse. Esse sentimento de poder às vezes me excita pra caralho. Entramos no apê do Tongas e a Vir olhava pra todo lado, meio intimidada ou travada pela situação. No fundo, era compreensível, já que o apê parecia um daqueles motelzinhos de filme. Fui direto pra geladeira e ela sentou num sofá que tinha na sala. Peguei 2 porronzinhos e passei um pra ela enquanto me sentava ao lado. Ela tava completamente travada, então dei um abraço nela pra ver se soltava, acariciando o ombro dela meio indeciso se beijava ou não, esperando ela reagir. Finalmente veio o beijo libertador e dali pra ficar pelados foi questão de 2 segundos, no máximo.
Enquanto eu chupava os peitos dela como um desesperado, ela acariciava minha cock e abria as pernas me convidando pra comer a bucetinha dela. Ela suspirou entrecortado quando finalmente nossos lábios se tocaram e eu coloquei toda minha atenção na pussy dela, percorrendo, chupando, fazendo ela gemer e ofegar.
- Ahh, assim assim que eu gosto, assim - Ela disse entre gemidos enquanto esfregava a pussy no meu rosto.
Continuei arrancando mais gemidos dela, me divertindo com o clitóris que tava apetitoso e inchado. Me concentrei em fazer um vai e vem com a língua enquanto ela acompanhava mexendo a bacia como se quisesse que minha língua chegasse o mais fundo possível. Os gemidos dela aumentavam, mas de repente ela se afastou e se mexeu, me fazendo cair do sofá pra depois se colocar por cima de mim num 69. Ela realmente adorava chupar e fazia muito bem, me deixando super excitado. Minha língua voltou pra bucetinha dela e me entretive com os lábios dela enquanto ela me fazia um boquete foda, daqueles com muita saliva que quando tira da boca faz um barulho tipo desentupidor. Ela parecia saber o tempo certo de cada coisa, demorava com os lábios no frênulo enquanto a língua dava lambidas rápidas na cabecinha, pra de repente, quando eu tava quase gozando, descer pelo tronco me fazendo sentir o carinho dos lábios dela. Não duramos muito e os dois gozamos entre espasmos. Ela recebeu meu esperma na boca e engoliu com gosto, eu por minha parte engoli todo o fluxo dela com a mesma avidez que alguém beberia água no meio do deserto. Depois de um primeiro momento de relax, a gente se beijou ainda com nossos sabores íntimos na boca.
— Cê é um depravado, sabia? — Vir me disse enquanto passava a mão no meu peito.
— Eu sou depravado ou você é bem viciada? — falei, fazendo cara de Olmedo.
— Você me deixa louca, me tira do sério! — ela disse com carinha de dengo e olhar de gata.
E se aninhou em mim, e a gente se abraçou ali mesmo no chão.
— Mas não pensa que já me enchi, não! — completou com voz de putinha, enquanto passava a mão na minha pica que já começava a endurecer de novo.
— Ah, não? Quer mais?
— Quero que você me faça amor? — ela disse de repente, se fazendo de romântica.
— Se quiser, te levo pra cama e te como todinha, gata. De amor não sei, mas que você vai gostar, pode ficar tranquila — falei pra provocar um pouco.
Sem dizer mais nada, ela saiu rebolando a bunda em direção ao quarto, parando bem na porta pra olhar por cima do ombro. Peguei uma camisinha e fui atrás. Com um empurrão, joguei ela na cama e comecei a chupar os peitos dela; ela ronronava que nem uma putinha enquanto acariciava minha nuca.
Com um movimento de quadril, aproximei minha pica da buceta dela até quase roçar nos lábios. Assim, na posição de missionário, comecei a bombar bem devagar, aproveitando a apertadinha e o calor dela. Aos poucos, as estocadas foram ficando mais fundas, no clássico mete e tira, mas sem acelerar o ritmo, deixando ela sentir cada centímetro da minha pica. Num momento, trocamos de posição pra ela montar em mim. Era espetacular a carinha de menina dela, toda suada, com as bochechas vermelhas e os olhos semicerrados enquanto subia e descia na minha pica. Às vezes ela gemia, outras vezes só se ouvia no quarto o barulho rítmico da bunda dela batendo na minha anatomia. Eu acompanhava os movimentos dela com leves empurrões de quadril que faziam ela tremer.
— Tudo, coloca tudo! — ela disse entre gemidos.
Eu mudei de posição, ficando os dois sentados na cama, mas sem tirar a pica dela em nenhum momento. Enquanto a gente continuava se chocando... Pélvis, me agarrei nos bicos dos peitos dela. Ela começou a gemer e a rebolando, fazendo eu sentir que tinha a pica dentro de uma coqueteleira.
- Tá gostando assim? - perguntei feito idiota na calentura do momento.
- Assim, me come, me mata, faz o que quiser comigo - Ela falou enquanto mordia minha orelha.
Não aguentei muito mais e, enquanto ela gozava entre gemidos e suspiros, entre bufadas, me esvaziei na camisinha, deixando tudo naquele gozo.
Caímos na cama completamente exaustos, recuperando o fôlego aos poucos. Sentia uma sensação de cansaço incrível, difícil de explicar, tipo uma euforia. Comecei a rir.
- Do que cê tá rindo? - Perguntou a Vir, já um pouco mais recuperada.
Eu não conseguia parar de rir, era a coisa mais idiota porque a situação não tinha nada de engraçada. Vir me olhou com cara de cu.
- Você me matou, me deixou seco mesmo, garota - falei, me recompondo um pouco.
- Pelo visto você gostou muito - Ela disse com um sorriso enquanto me acariciava.
- Sabe que você é uma puta gostosa pra comer inteira - falei, doidão.
- E então, o que cê tá esperando? - Ela disse, provocadora.
Eu sentia que não tinha mais nada no tanque, mas era uma questão até de amor próprio. Mesmo assim, ela se ajeitou e, entre carícias e beijos, acho que revivia qualquer morto. Aos poucos, começou a subir de novo, ela continuava com a boquinha pra garantir que tava em condições. De repente, me virei no colchão como se fosse chupar a buceta dela, e ela, percebendo, abriu as pernas, facilitando meu acesso à vulva. Comecei com uns beijos suaves nos lábios dela, fazendo ela molhar aos poucos, enquanto meus dedos tomavam conta do clitóris e brincavam com ele à vontade. Ela, ainda com minha pica na boca, intensificou o ritmo do boquete (como não podia gritar, chupava que nem bezerrinho). Quando já tava durinha, desviei minha língua pro meu verdadeiro alvo. Na primeira lambida, ela contraiu a bunda instintivamente; na segunda, não sei se por curiosidade ou por tesão, relaxou e deixou. que minha língua acariciasse as dobras do anel de couro dela, aos poucos foi esquentando cada vez mais com esse vai e vem da minha língua de um buraquinho pro outro, a ponto de mexer o corpo como se estivesse acompanhando. O orgasmo bateu tão forte que a Vir, tirando meu pau da boca, soltou um gritinho, enquanto sentia com o gozo dela um gosto azedo da mijada que escapou.
Fiquei alucinado por um momento, mas nem lerdo nem preguiçoso, dediquei toda minha atenção à bunda dela que tinha ficado à minha mercê. Devagar, usando muita saliva, consegui enfiar a ponta da língua. Já acomodado atrás dela, pude ver a cara dela, meio resignada com o que ia rolar. Por minha indicação, ela colocou um travesseiro embaixo pra deixar a bunda bem empinada.
— Que cuzão lindo que você tem, Virchu — falei, olhando com admiração (a verdade é que era um monumento de raba o que a mina tinha).
— Não vai ser bruto, né? — ela disse com um tom de insegurança na voz, que só fez me deixar mais doido ainda.
Continuei com minha tarefa de dilatar essa bunda preciosa pra poder comer ela direito, mas ela não relaxava de jeito nenhum, então, pra trabalhar melhor com os dedos, enfiei o pau até o fundo do jeito que tava e fiz uma metida e sacada lenta, garantindo que ela sentisse o mais fundo possível. Meu pau tava durasso de tanta tesão que eu tava, e ela começou a gozar igual uma louca, esquecendo do desconforto de ter um dedo na bunda. Depois de um tempo, me atrevi a colocar dois, mas ela já tava perdida no vício do pau, se movendo pra trás e pra frente no ritmo das minhas estocadas. Acho que dava pra enfiar um poste nela e ela nem ia ligar. Esperei mais uns momentos até passar o orgasmo dela e finalmente ela se jogou, oferecendo toda a boceta dela e tirando ela de lá. Apoiei a ponta e empurrei. Não tava preparado pra aquela sensação, era super apertadinho e quente. Por um tempinho só me atrevi a ficar cutucando, até que finalmente enfiei a cabeça inchada e deixei ela lá dentro, como se fosse. que se acostumbrasse
Como esse rabo me excita, desde que nos conhecemos que eu quero te meter - falei completamente alucinado
Ela resmungou um pouco, mas aos poucos fui fazendo pressão até que meu pau sumiu completamente no cu dela. Tentei tirar até a metade, mas quando quis colocar de novo quase esmaga meu pau de como ela contraiu o esfíncter.
Relaxa, meu amor, o pior já passou - falei enquanto procurava com uma mão acariciar a barriguinha dela e tocar um peito
Recomecei e ela, bem boazinha, se deixou levar, daí a pouco bombava com facilidade, o que me animou a aumentar aos poucos o ritmo me segurando na cintura dela, até produzir aquele barulho único do bater dos ovos contra uma bunda gostosa. Ela não dizia nada, mas dava pra ver que estava concentrada em aguentar como uma rainha as investidas da minha pica. A imagem era sublime, era felina, a carinha de anjo dela, transfigurada pela dor, a bunda linda oferecida e meu pau talhando sem pressa mas sem pausa. No tato, procurei com minhas mãos a buceta dela tentando relaxá-la. Aos poucos, o semblante dela mudou, a dor dava lugar ao prazer, e agora ela gozava como uma puta da foda que eu tava dando. Devagar, ela deixou escapar uma mistura estranha de gemido e lamento, o que me deixou completamente louco. Já não aguentava mais de tesão e tinha chegado no limite da minha resistência física, até sentir as panturrilhas travarem, mas nada conseguia parar o vai e vem. Um pouco depois, cheguei ao clímax, enchendo de porra os intestinos da Vir. Aos poucos, recuperei a compostura e olhei pra ela ainda com o pau enfiado dentro.
Ela estava acabada, toda suada e com cara de puta relaxada, devagar tirei o pau do cu dela e notei que meu pau doía e ainda estava meio amarronzado. Ela desabou, ficando de bunda pra cima na cama, e eu aproveitei aquele cenário digno de um quadro, com o cu aberto dela que aos poucos deixava escorrer a porra que tinha dentro.
Depois disso, nós Tomamos banho e pegamos mais uma cerveja. Pedi um táxi pra ela e desci junto, enquanto a gente se despedia ela falou pra gente se ver de novo. Falei que não, mas no fundo sabia que não ia resistir à tentação por muito tempo.
7 comentários - A gostosa no Caribe (a volta e final)
PD: yo te sigo y P! no me notifica... ¿cuándo andará bien P!?
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
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