Sempre fui muito fã das cumbieritas, elas têm aquela cara de putinha carinhosa que me mata. E ESSA cara era de uma mina do bairro, que morava a umas quadras da minha casa. Eu já tinha trocado umas ideias com ela por causa de uma amiga em comum que a gente tinha. O nome dela é Karen, e era uma morena de pele café, olhos chamativos mas castanhos e lábios grossos.
Aí um dia eu tava conversando com minha amiga e com ela, não sei como foi que ela passou o celular, e uma semana depois trocando ideia por texto eu chamei ela pra dar um rolê. A gente se encontrou tarde, umas 6, e depois de duas horas sentados na praça do bairro já era noite, a praça tava deserta. A gente tava falando merda e rindo quando de repente deu um silêncio foda, nossas caras se aproximaram e a gente começou a se beijar. Os lábios dela e os meus se mordiam com uma suavidade de novela, as mãos dela se enfiavam nas minhas costas e a boca dela se abria pra dar passagem pra minha língua. Feito uma cobra inquieta, minha língua se revirava na dela enquanto minhas mãos iam pra cintura dela. Eu acariciava aquele pedaço de pele que ficava entre o casaco e a calça. Minhas mãos se desesperavam pra acariciar mais e mais daquela cintura de cumbiera enquanto nossas línguas se esfregavam, se separavam, e a gente se mordia com os lábios.
A praça fica num lugar muito isolado, de um lado só tem um muro com árvores, do outro umas casas, e no meio de tudo isso: a praça. Não sei se foi a escuridão ou o quê. Mas minha mão começou a brincar com a cinturinha dela e foi se enfiando devagar pelas costuras da calça. A mão dela começou a tocar minha perna, e meu pau entendeu na hora. A gente se beijava cada vez com mais brutalidade, parecia que a gente tava se devorando, e a guerra das nossas línguas babadas que se esfregavam com violência ficava cada vez mais forte, mais rápida. Num momento a gente descolou os lábios e começou a se lamber de boca aberta, minha mão continuava se enfiando pelas costuras da calça dela e Finalmente cheguei na bunda dela. Ela não disse nada. Enfiei a mão na bunda dela, acariciando a bunda morena dela com muita delicadeza, mas quando ela enfiou a mão na minha braguilha, comecei a fazer tudo do jeito mais violento. A boca dela se soltou dos beijos e se abriu, engolindo uma bocada de ar, a respiração dela ficou entrecortada e a mão dela procurava dentro da minha cueca o lugar pra me bater uma punheta. Eu sentia as unhas dela acariciando contra o pelo meu pau inchado e o hálito dela batendo no meu nariz. Tirei a mão dela da bunda e levei ela rapidamente até as árvores da praça, não se via porra nenhuma. Coloquei ela de bruços sobre a forquilha de uma árvore, puxei a calça dela de uma vez e a calcinha de outra. A buceta dela tava molhada, dava pra sentir no tato. Mesmo assim, decidi chupar um pouco a bunda dela. A bunda dela rebolava quando minha língua entrava nela, como se estivesse dançando no embalo. Ela mexia a bunda na minha língua enquanto a cabeça dela se erguia e ela gemia. Meu pau tava derretendo na cueca, de novo sentia como se tivesse vazando esperma, porra. Abaixei minha calça e tirei meu pau da cueca. Comecei a esfregar meu pau contra o cu dela. Ela continuou gemendo, sentia o coração dela acelerado e os suspiros dela ecoavam na escuridão preta. Continuei esfregando meu pau contra a buceta e a bunda dela, ela começou a rebolar como se pedisse pra eu meter.
— Gordo, mete em mim, por favor!
Ela implorou com uma voz meiga e mal conseguindo falar entre os gemidos, eu acedi depois de alguns segundos e meti. A buceta molhada dela já começou a jorrar quando meu pau entrou. Peguei ela pela cintura e comecei a sacudir ela contra mim. — Ai, meu Deus! — Ai, sim! — Mais, não para! ela gritava enquanto gemia e se esguichava. Os sucos dela escorriam pelas minhas pernas e envolviam meu pau. — Não aguento mais! Foi a última coisa que ela gritou e senti como se ela tivesse mijado. A buceta dela ficou molhada, escorrendo, eu tirei e ela olhou pro meu pau ainda duro. Como eu ainda não tinha gozado, ela se Me agacho e puxo o prepúcio pra trás, minha glande avermelhada e inchada pulsava na mão dela. Levei a mão dela até a boca enquanto eu batia uma punheta com a outra. A língua dela deslizava no meu pau, a mão dela me masturbava e a outra mão acariciava minhas bolas. Eu gemia de prazer. Tava quase gozando e aí, do nada, ela virou de novo e me mostrou a bunda. Bati uma punheta e gozei entre as duas nádegas dela. Ela virou e continuou com a boca no meu pau, engolindo cada gota de porra que tivesse sobrado. Ela tinha o coquetel de prazer na boca, engoliu com gosto e vestiu a roupa. — Você esteve linda — falei enquanto guardava o pau na cueca. A gente tava indo embora quando vi um velho babaca nos olhando e quase batendo uma punheta na espreguiçadeira dele do outro lado da rua. Olhei fixo pra ele quando passamos e ele tava com um sorriso de velho tarado. Fiz sinal de fuck you pra ele.
Aí um dia eu tava conversando com minha amiga e com ela, não sei como foi que ela passou o celular, e uma semana depois trocando ideia por texto eu chamei ela pra dar um rolê. A gente se encontrou tarde, umas 6, e depois de duas horas sentados na praça do bairro já era noite, a praça tava deserta. A gente tava falando merda e rindo quando de repente deu um silêncio foda, nossas caras se aproximaram e a gente começou a se beijar. Os lábios dela e os meus se mordiam com uma suavidade de novela, as mãos dela se enfiavam nas minhas costas e a boca dela se abria pra dar passagem pra minha língua. Feito uma cobra inquieta, minha língua se revirava na dela enquanto minhas mãos iam pra cintura dela. Eu acariciava aquele pedaço de pele que ficava entre o casaco e a calça. Minhas mãos se desesperavam pra acariciar mais e mais daquela cintura de cumbiera enquanto nossas línguas se esfregavam, se separavam, e a gente se mordia com os lábios.
A praça fica num lugar muito isolado, de um lado só tem um muro com árvores, do outro umas casas, e no meio de tudo isso: a praça. Não sei se foi a escuridão ou o quê. Mas minha mão começou a brincar com a cinturinha dela e foi se enfiando devagar pelas costuras da calça. A mão dela começou a tocar minha perna, e meu pau entendeu na hora. A gente se beijava cada vez com mais brutalidade, parecia que a gente tava se devorando, e a guerra das nossas línguas babadas que se esfregavam com violência ficava cada vez mais forte, mais rápida. Num momento a gente descolou os lábios e começou a se lamber de boca aberta, minha mão continuava se enfiando pelas costuras da calça dela e Finalmente cheguei na bunda dela. Ela não disse nada. Enfiei a mão na bunda dela, acariciando a bunda morena dela com muita delicadeza, mas quando ela enfiou a mão na minha braguilha, comecei a fazer tudo do jeito mais violento. A boca dela se soltou dos beijos e se abriu, engolindo uma bocada de ar, a respiração dela ficou entrecortada e a mão dela procurava dentro da minha cueca o lugar pra me bater uma punheta. Eu sentia as unhas dela acariciando contra o pelo meu pau inchado e o hálito dela batendo no meu nariz. Tirei a mão dela da bunda e levei ela rapidamente até as árvores da praça, não se via porra nenhuma. Coloquei ela de bruços sobre a forquilha de uma árvore, puxei a calça dela de uma vez e a calcinha de outra. A buceta dela tava molhada, dava pra sentir no tato. Mesmo assim, decidi chupar um pouco a bunda dela. A bunda dela rebolava quando minha língua entrava nela, como se estivesse dançando no embalo. Ela mexia a bunda na minha língua enquanto a cabeça dela se erguia e ela gemia. Meu pau tava derretendo na cueca, de novo sentia como se tivesse vazando esperma, porra. Abaixei minha calça e tirei meu pau da cueca. Comecei a esfregar meu pau contra o cu dela. Ela continuou gemendo, sentia o coração dela acelerado e os suspiros dela ecoavam na escuridão preta. Continuei esfregando meu pau contra a buceta e a bunda dela, ela começou a rebolar como se pedisse pra eu meter.
— Gordo, mete em mim, por favor!
Ela implorou com uma voz meiga e mal conseguindo falar entre os gemidos, eu acedi depois de alguns segundos e meti. A buceta molhada dela já começou a jorrar quando meu pau entrou. Peguei ela pela cintura e comecei a sacudir ela contra mim. — Ai, meu Deus! — Ai, sim! — Mais, não para! ela gritava enquanto gemia e se esguichava. Os sucos dela escorriam pelas minhas pernas e envolviam meu pau. — Não aguento mais! Foi a última coisa que ela gritou e senti como se ela tivesse mijado. A buceta dela ficou molhada, escorrendo, eu tirei e ela olhou pro meu pau ainda duro. Como eu ainda não tinha gozado, ela se Me agacho e puxo o prepúcio pra trás, minha glande avermelhada e inchada pulsava na mão dela. Levei a mão dela até a boca enquanto eu batia uma punheta com a outra. A língua dela deslizava no meu pau, a mão dela me masturbava e a outra mão acariciava minhas bolas. Eu gemia de prazer. Tava quase gozando e aí, do nada, ela virou de novo e me mostrou a bunda. Bati uma punheta e gozei entre as duas nádegas dela. Ela virou e continuou com a boca no meu pau, engolindo cada gota de porra que tivesse sobrado. Ela tinha o coquetel de prazer na boca, engoliu com gosto e vestiu a roupa. — Você esteve linda — falei enquanto guardava o pau na cueca. A gente tava indo embora quando vi um velho babaca nos olhando e quase batendo uma punheta na espreguiçadeira dele do outro lado da rua. Olhei fixo pra ele quando passamos e ele tava com um sorriso de velho tarado. Fiz sinal de fuck you pra ele.
4 comentários - Memorias de un joven indecente: Wachi-Burra
SABEEEEEEEEEE!