Tinha a minha idade e se chamava Jazmin, mas todo mundo chamava ela de Yumi, porque era uma coisa doce e se comia, se lambia, etc. Era uma dessas rockeirinhas que são capazes de te apaixonar quando você vê passar. Tem aquele sexo liberado que te arrepia inteiro, e uns beijos de língua que foram os melhores que já provei na vida.
Mas antes de conhecê-la de verdade, vamos voltar pra época em que eu não a conhecia. Era uma tarde, eu tava com problema na porra da minha internet e aí me deu na telha de ir no cyber usar um PC. Quando fui, adicionei no Facebook uma amiga de uma colega de escola, a foto que mostrava no perfil dela tava espetacular. Conversando, as semanas foram passando de forma intermitente, porque minha internet não deixava eu ser constante. Um dia finalmente marcamos de sair, foi depois do Ano Novo.
Nos encontramos numa esquina e ela chegou atrasada, não liguei. Quando vi ela aparecendo de longe na quadra, me abraçou e me deu um beijo como se me conhecesse a vida inteira (na bochecha). Caminhamos até a praça do bairro, onde eu tinha levado todas as garotas que vinham me ver. Sentamos num banco e conversamos, conversamos por muito tempo, quando me dei conta, ela se jogou em cima de mim e devorou minha boca. Os lábios dela, macios e carnudos, super suaves, abriam os meus pra dar passagem à língua. Era uma dança de saliva, me excitava tanto que podia jurar que escapou uma gota de esperma. Durante o tempo que ficamos sentados lá, a gente trocava duas palavras e voltava a enroscar as línguas, a saliva dela era terrivelmente deliciosa. Dava pra tomar uma garrafa de dois litros. Ela sentava nas minhas pernas, e eu sentia a buceta chamando meu pau. Num momento, ela subiu em cima de mim como se estivesse cavalgando, e foi isso. Acho que sujei minha cueca umas duas vezes. E a língua dela não parava de dançar na minha boca, os dentes mordiam meus lábios de brincadeira de vez em quando. Finalmente, fiz uma proposta: "Vamos pra casa tomar um mate". Aceito, e caminamos algumas quadras de braço dado, como se fazia antigamente. A bunda dela dentro de um shortinho curto de oncinha se mexia tão lindamente ao caminhar que me apaixonei pela rabeta dela. Ao chegar na minha casa, sentamos no meu quarto, tudo estava arrumado, minha mãe fez o trabalho dela. Começamos a nos beijar e eu a deitei.
Eu ainda não caía na real de que estava tirando a roupa dela, olhando pras tetas dela, lambendo a língua dela enquanto minhas mãos rodeavam os peitos dela, abaixei a calça dela e tirei a calcinha quase que num frenesi. Sentia um animal dentro de mim, lambi ela toda. Minha língua dançou pelos mamilos dela, de novo na boca dela, pela barriga, pelo púbis, parei ali e subi de novo.
Ela começou a esquentar, dava pra ver o clitóris dela endurecendo, e meu pau não reagia. Comecei a deslizar minha língua pelos lábios da boceta dela, e minhas mãos brincavam com as tetas dela enquanto ela puxava meu cabelo e gemia. Os gemidos dela eram uma sinfonia pros meus ouvidos. Abri os lábios dela com a língua e a penetrei, dancei dentro dela e ela se esguichou de prazer. Meu pau continuava sem reação. Abaixei minha calça, tirei toda a roupa, e coloquei o pau na cara dela. Ela começou a me fazer um boquete dos melhores. A língua dela desenhava círculos na minha glande e os lábios carnudos recebiam a pele do meu pau cheia de veias latejantes. Ela esfregou meu pau no rosto dela, parecia uma puta, fazia isso maravilhosamente. Acabou que endureceu, e peguei uma camisinha no meu criado-mudo. Tentei colocar e não consegui, usei a palavra: boceta da lora, que gostosa que tava. Coloquei finalmente outra camisinha, já que aquela estourou. Penetrei ela e senti o calor dos sucos dela no meu pau.
Ela gritava como uma profissional e não tava fingindo, quando terminei de empurrar e gozei, ela deixou escorrer um líquido abundante pelas bordas da buceta dela enquanto os gritos dela se calaram num eterno AH!
Continuei beijando ela depois que tirei, ela tava toda fervendo. Minha língua se queimava nas tetas grandes e lindas dela, ao em volta dos bicos arranhados e dos lábios macios dela. Era gostoso lamber ela, lamber ela toda, comer ela com minha língua, gastar ela como se fosse um pirulito, minha boca tinha virado viciada na pele dela.
Por causa do tempo, tivemos que parar tudo ali. Já era hora de levar ela até o ponto do busão pra ela ir embora... Levei ela com uma risada de idiota pelo bairro inteiro enquanto meus vizinhos admiravam a bunda dela de onde estavam. Dei um beijo de despedida e ela foi embora no busão. Voltei pra casa, tomei uns dois litros de refrigerante, tinha ficado sem saliva de tanto chupar o corpo dela. Finalmente lembrei dela e me masturbei até dar vontade de dormir.
Mas antes de conhecê-la de verdade, vamos voltar pra época em que eu não a conhecia. Era uma tarde, eu tava com problema na porra da minha internet e aí me deu na telha de ir no cyber usar um PC. Quando fui, adicionei no Facebook uma amiga de uma colega de escola, a foto que mostrava no perfil dela tava espetacular. Conversando, as semanas foram passando de forma intermitente, porque minha internet não deixava eu ser constante. Um dia finalmente marcamos de sair, foi depois do Ano Novo.
Nos encontramos numa esquina e ela chegou atrasada, não liguei. Quando vi ela aparecendo de longe na quadra, me abraçou e me deu um beijo como se me conhecesse a vida inteira (na bochecha). Caminhamos até a praça do bairro, onde eu tinha levado todas as garotas que vinham me ver. Sentamos num banco e conversamos, conversamos por muito tempo, quando me dei conta, ela se jogou em cima de mim e devorou minha boca. Os lábios dela, macios e carnudos, super suaves, abriam os meus pra dar passagem à língua. Era uma dança de saliva, me excitava tanto que podia jurar que escapou uma gota de esperma. Durante o tempo que ficamos sentados lá, a gente trocava duas palavras e voltava a enroscar as línguas, a saliva dela era terrivelmente deliciosa. Dava pra tomar uma garrafa de dois litros. Ela sentava nas minhas pernas, e eu sentia a buceta chamando meu pau. Num momento, ela subiu em cima de mim como se estivesse cavalgando, e foi isso. Acho que sujei minha cueca umas duas vezes. E a língua dela não parava de dançar na minha boca, os dentes mordiam meus lábios de brincadeira de vez em quando. Finalmente, fiz uma proposta: "Vamos pra casa tomar um mate". Aceito, e caminamos algumas quadras de braço dado, como se fazia antigamente. A bunda dela dentro de um shortinho curto de oncinha se mexia tão lindamente ao caminhar que me apaixonei pela rabeta dela. Ao chegar na minha casa, sentamos no meu quarto, tudo estava arrumado, minha mãe fez o trabalho dela. Começamos a nos beijar e eu a deitei.
Eu ainda não caía na real de que estava tirando a roupa dela, olhando pras tetas dela, lambendo a língua dela enquanto minhas mãos rodeavam os peitos dela, abaixei a calça dela e tirei a calcinha quase que num frenesi. Sentia um animal dentro de mim, lambi ela toda. Minha língua dançou pelos mamilos dela, de novo na boca dela, pela barriga, pelo púbis, parei ali e subi de novo.
Ela começou a esquentar, dava pra ver o clitóris dela endurecendo, e meu pau não reagia. Comecei a deslizar minha língua pelos lábios da boceta dela, e minhas mãos brincavam com as tetas dela enquanto ela puxava meu cabelo e gemia. Os gemidos dela eram uma sinfonia pros meus ouvidos. Abri os lábios dela com a língua e a penetrei, dancei dentro dela e ela se esguichou de prazer. Meu pau continuava sem reação. Abaixei minha calça, tirei toda a roupa, e coloquei o pau na cara dela. Ela começou a me fazer um boquete dos melhores. A língua dela desenhava círculos na minha glande e os lábios carnudos recebiam a pele do meu pau cheia de veias latejantes. Ela esfregou meu pau no rosto dela, parecia uma puta, fazia isso maravilhosamente. Acabou que endureceu, e peguei uma camisinha no meu criado-mudo. Tentei colocar e não consegui, usei a palavra: boceta da lora, que gostosa que tava. Coloquei finalmente outra camisinha, já que aquela estourou. Penetrei ela e senti o calor dos sucos dela no meu pau.
Ela gritava como uma profissional e não tava fingindo, quando terminei de empurrar e gozei, ela deixou escorrer um líquido abundante pelas bordas da buceta dela enquanto os gritos dela se calaram num eterno AH!
Continuei beijando ela depois que tirei, ela tava toda fervendo. Minha língua se queimava nas tetas grandes e lindas dela, ao em volta dos bicos arranhados e dos lábios macios dela. Era gostoso lamber ela, lamber ela toda, comer ela com minha língua, gastar ela como se fosse um pirulito, minha boca tinha virado viciada na pele dela.
Por causa do tempo, tivemos que parar tudo ali. Já era hora de levar ela até o ponto do busão pra ela ir embora... Levei ela com uma risada de idiota pelo bairro inteiro enquanto meus vizinhos admiravam a bunda dela de onde estavam. Dei um beijo de despedida e ela foi embora no busão. Voltei pra casa, tomei uns dois litros de refrigerante, tinha ficado sem saliva de tanto chupar o corpo dela. Finalmente lembrei dela e me masturbei até dar vontade de dormir.
4 comentários - Memorias de un joven indecente: Dulce
Gracias! y a mi me gustaria tener algo de inspiracion para contar mas experiencias.. besos
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!