Fim de semana prolongado e decidimos com minhas amigas ir passar nas serras, onde podíamos sair sem ninguém encher o saco. Planejamos nossa saída a semana inteira. Chegou finalmente o tão esperado dia, pegamos uma van que nos levou até o destino escolhido e depois de 40 minutos de viagem já estávamos em Villa Carlos Paz. Passamos o dia dando voltas e tomando mate à beira do lago, quando chegou a noite nos vestimos e fomos dançar. Eu estava usando um jeans bem apertado que realçava minha bunda pequena e uma camisetinha. Estávamos dançando com as meninas, já passava das 4 da manhã, quando leio um SMS no meu celular que dizia: "Estou em Carlos Paz, o que você está fazendo?" Era do Ed, que queria me ver. Combinamos e nos encontramos um tempo depois. Quando o vi, corri pra abraçá-lo dizendo: "Que surpresa gostosa, o que a gente faz?" E pelo visto ele já tinha tudo planejado, porque me disse: "Vamos pro hotel onde estou hospedado." Quando me aproximei, notei que ele tinha bebido demais, os movimentos dele estavam desengonçados, mas não liguei porque estava feliz em vê-lo e tava com muita vontade. Fomos pro hotel e entramos no quarto. Mal cruzamos a porta, ele já estava arrancando minha camiseta e tentando desesperadamente tirar meu jeans. Como não conseguia, tirei eu mesma e ajudei a tirar o dele. Quando abaixei a calça dele, a cueca parecia que ia explodir, dava pra ver que o pau dele já estava duro. Ele tirou a cueca e deixou escapar aquela pica enorme que hoje estava mais dura do que nunca. Ao vê-la, fiquei surpresa porque ele tinha raspado os pelos e parecia mais comprida e grossa (pra quem não leu meus contos anteriores, o pau dele tem uns 22 cm e é grosso como uma garrafa de 500 ml). Mal pude olhar direito porque ele me empurrou na cama, me deixando de bruços, e muito sem jeito tirou minha calcinha fio dental, pra depois enfiar a cara toda na minha bunda pequena, dizendo: "Essa é minha raba e é só minha, eu sou quem fode você." Começou a beijar meu cuzinho e a língua dele começou a entrar toda dentro de mim. Isso me excitou e ele aproveitou os sucos da minha Buceta e ele foi passando pro meu cuzinho. Pouco depois disso, ele tirou a língua e o dedo do meu tiny ass, aí eu pensei que ele queria que eu chupasse ele e tentei me levantar, meio puta porque ele não ficava mais tempo me comendo, mas ele não deixou. Apoiou uma mão nas minhas costas e imediatamente encostou a pica enorme no meu buraquinho e, fazendo força, fez aquela cabeçona entrar. Eu soltei um grito enorme, dizendo: — Para, que tá doendo, ainda precisa abrir, tira. Ele não ligou e empurrou com mais força, fazendo entrar mais da metade daquele monstro. Eu não aguentava a dor e comecei a chorar e implorar pra ele tirar, mas ele não deu bola, continuou metendo como se não me ouvisse. Quando entrou tudo, começou a se mexer, dizendo: — Cala a boca e para de chorar, você sabe que gosta, e além disso, essa raba é minha e eu uso como quiser. Eu já não conseguia mais gritar de tanta dor. Sim, eu gostava que ele metesse aquela pica no meu tiny ass, mas ele sempre foi muito delicado e, antes de meter, me dilatava bem com os dedos pra não doer. Não consegui responder porque as palavras não saíam, a dor era tão grande que não me deixava falar. Ed, alheio a tudo que passava na minha cabeça, não parava de se mexer como um louco, e a pica dele entrava e saía do meu interior. Na posição que estávamos, ele conseguia enterrar tudo, e eu sentia os ovos dele batendo na minha buceta enquanto ele destruía minha raba. Quando consegui falar, gritei: — Para, por favor, para, você tá me partindo, tá doendo muito, se controla. Mas não adiantou nada, eu sentia que estava sendo estuprada. Aquela pica não parava, e quando estava toda dentro, eu sentia que me rasgava inteira. Era uma mistura de dor e tesão. Em um momento, ele levou a mão na minha buceta e enfiou três dedos de uma vez. Não só tava comendo meu tiny ass, como os dedos dele vasculhavam minha buceta. Depois, ele tirou os dedos da minha buceta e colocou na minha boca, me enchendo com meus próprios sucos. Na hora, eu mordi ele, mas isso o excitou ainda mais, porque ele começou a se mover mais rápido. Com mais violência. Eu não conseguia me mexer, ele estava cravando cada centímetro nas minhas entranhas, eu não parava de chorar, xingar e implorar pra que acabasse, mas alguma puta interna queria continuar transando. Quando eu já sentia que minha bunda minúscula estava completamente destruída, ele me inundou com o leite dele e se jogou de lado na cama com um sorriso.
Era tanta porra que começou a escorrer pelas minhas pernas e no lençol. Como pude, me levantei e, andando bem devagar e completamente dolorida, entrei no banheiro pra me lavar, deixando a água acalmar um pouco a dor. Depois de um tempo debaixo do chuveiro, me sequei e voltei pro quarto. O filho da puta dormia tranquilamente com aquela pica ainda meio dura. Deitei pra descansar, e tive que fazer isso de bruços porque qualquer roçada na cama já me fazia doer.
Adormeci, não sei por quanto tempo, só sei que acordei com uma dor terrível. Ed tinha acordado e, ao me ver de bunda pra cima, enfiou a pica dele de uma só vez no meu cuzinho já arrebentado. Gritei pra ele parar, que por favor tava doendo, mas ele não ligou, começou a se mover com a mesma rapidez e violência de antes. Ele me teve assim por um tempo, se mexendo que nem um louco no meu cu, até que encontrou outra forma de me fazer sofrer mais: cada vez que subia, tirava a pica completamente pra depois meter tudo de uma só vez. Eu já não aguentava mais, minha bunda minúscula doía pra caralho e ele entrava e saía de mim sem nem diminuir o ritmo. Numa dessas investidas, quando ele tava com tudo dentro, ele se virou, me deixando por cima dele. Eu pensei que isso ia diminuir o ritmo, mas nada disso: ele me agarrou pela cintura e me subia e descia no pau dele como se eu fosse uma boneca. Parece que o espetáculo tava agradando ele, porque ele dizia: — Você não tem ideia de como sua bundinha minúscula fica linda daqui, engolindo essa pica inteira. Isso me excitava, mas a dor não me deixava pensar, eu só queria que parasse, mas Ed não parava, continuava naquele descontrole.
Ele seguiu assim por um tempo até que não aguentou mais e me encheu de novo. A bundinha minúscula de porra o tempo todo, enquanto os jatos dela enchiam meu cu. Ed não parou de se mexer, continuou me comendo. E continuou quando se livrou do esperma dele, foi como se tivesse ganhado mais força, porque ele me subia e me descia com mais violência. Cada vez que eu descia, sentia a mistura dos nossos fluidos escapando do meu cuzinho e escorrendo pelas minhas pernas e pelas pernas do Ed, deixando a gente todo grudento.
Já estava desesperada, as palavras não saíam mais e as lágrimas já tinham molhado minha cara toda. Aí ele tirou completamente o pau de dentro de mim e me jogou na cama de barriga pra cima. E, sem perder tempo, foi atrás da minha bunda e enfiou o pau inteiro de novo dentro de mim.
Ele começou a se mexer mais rápido do que antes, não sei de onde tirava tanta energia, e continuou se movendo por um tempo, só parando pra me dar um beijo e falar: — Você gosta, né? Fala que você gosta. Eu só queria que acabasse. Por mais que eu gostasse de como ele me comia, a dor que eu sentia não me deixava aproveitar o momento por completo. Quando ele não aguentou mais, tirou o pau da minha bundinha minúscula e gozou na minha barriga. E com a força que saiu, vários jatos chegaram nos meus peitinhos e alguns no meu rosto. Assim que terminou, ele se jogou na cama e, me abraçando, disse: — Garota, você é demais. Você tem a bunda mais linda do mundo, e é minha bunda. Eu eduquei ela e eu como ela.
Tentei me levantar, mas a dor não deixou. E dormi toda melada de porra no corpo todo: no rosto, na barriga, e ainda escorrendo do meu cu. Dormi com dificuldade, porque toda vez que virava de barriga pra cima, minha bundinha doía pra caralho. Quando acordei, estava na cama sozinha. Pensei que o Ed estivesse no banheiro. Chamei ele, mas não respondeu. Levantei, mas ele não estava. Pensei: — Esse filho da puta me comeu e foi embora, me deixou aqui sozinha. Entrei no banho andando com dificuldade, porque minha bundinha doía demais. A água fria me acalmou um pouco. Tava puta da vida e dolorida. Quando terminei de me lavar, saí e encontrei o Ed com uma rosa na mão e, na mesa do lado da cama, o café da manhã. Não Ele tinha me deixado, tinha ido comprar o café da manhã. Pediu desculpas, dizendo que ontem à noite estava bêbado e não conseguiu se controlar. Falei que ele tinha me destruído toda, que não queria passar por aquele sofrimento de novo, e fiz ele prometer que não ia mais beber se quisesse continuar me comendo. Ele prometeu e eu perdoei. Tava toda quebrada e dolorida, mas aquele sexo selvagem tinha me dado um tesão, nunca ninguém tinha me tratado assim, feito uma puta.
Sentamos pra tomar café, bem, ele sentou, eu só conseguia apoiar uma bunda de cada vez, com todo cuidado. Quando terminamos de comer, falei: "Agora você vai me comer na buceta. Ontem à noite você só se divertiu e não me deixou gozar por causa da dor que me causou, então agora você vai me fazer gozar." Dessa vez ele me obedeceu, se comportou muito bem e me arrancou dois orgasmos incríveis — um só me chupando e outro me comendo a buceta. Na maior parte do tempo, eu que montei nele, porque Ed tava exausto da maratona da noite, ha ha.
Quando terminamos, tomamos banho juntos e ele me levou até a esquina da casa que eu alugava com minhas amigas. Quando entrei, já passava do meio-dia fazia tempo, e as meninas estavam acordando e não paravam de perguntar onde e com quem eu tinha ido. Eu morria de vontade de contar, mas não podia, eu e Ed não queríamos que ninguém descobrisse, porque sempre tem alguém que não segura a língua e a fofoca chega nos ouvidos de quem não devia ouvir (meu namorado, he he).
Não consegui sentar direito por vários dias, mas cada vez que sentia uma dor, me molhava toda lembrando daquela noite.
Era tanta porra que começou a escorrer pelas minhas pernas e no lençol. Como pude, me levantei e, andando bem devagar e completamente dolorida, entrei no banheiro pra me lavar, deixando a água acalmar um pouco a dor. Depois de um tempo debaixo do chuveiro, me sequei e voltei pro quarto. O filho da puta dormia tranquilamente com aquela pica ainda meio dura. Deitei pra descansar, e tive que fazer isso de bruços porque qualquer roçada na cama já me fazia doer.
Adormeci, não sei por quanto tempo, só sei que acordei com uma dor terrível. Ed tinha acordado e, ao me ver de bunda pra cima, enfiou a pica dele de uma só vez no meu cuzinho já arrebentado. Gritei pra ele parar, que por favor tava doendo, mas ele não ligou, começou a se mover com a mesma rapidez e violência de antes. Ele me teve assim por um tempo, se mexendo que nem um louco no meu cu, até que encontrou outra forma de me fazer sofrer mais: cada vez que subia, tirava a pica completamente pra depois meter tudo de uma só vez. Eu já não aguentava mais, minha bunda minúscula doía pra caralho e ele entrava e saía de mim sem nem diminuir o ritmo. Numa dessas investidas, quando ele tava com tudo dentro, ele se virou, me deixando por cima dele. Eu pensei que isso ia diminuir o ritmo, mas nada disso: ele me agarrou pela cintura e me subia e descia no pau dele como se eu fosse uma boneca. Parece que o espetáculo tava agradando ele, porque ele dizia: — Você não tem ideia de como sua bundinha minúscula fica linda daqui, engolindo essa pica inteira. Isso me excitava, mas a dor não me deixava pensar, eu só queria que parasse, mas Ed não parava, continuava naquele descontrole.
Ele seguiu assim por um tempo até que não aguentou mais e me encheu de novo. A bundinha minúscula de porra o tempo todo, enquanto os jatos dela enchiam meu cu. Ed não parou de se mexer, continuou me comendo. E continuou quando se livrou do esperma dele, foi como se tivesse ganhado mais força, porque ele me subia e me descia com mais violência. Cada vez que eu descia, sentia a mistura dos nossos fluidos escapando do meu cuzinho e escorrendo pelas minhas pernas e pelas pernas do Ed, deixando a gente todo grudento.
Já estava desesperada, as palavras não saíam mais e as lágrimas já tinham molhado minha cara toda. Aí ele tirou completamente o pau de dentro de mim e me jogou na cama de barriga pra cima. E, sem perder tempo, foi atrás da minha bunda e enfiou o pau inteiro de novo dentro de mim.
Ele começou a se mexer mais rápido do que antes, não sei de onde tirava tanta energia, e continuou se movendo por um tempo, só parando pra me dar um beijo e falar: — Você gosta, né? Fala que você gosta. Eu só queria que acabasse. Por mais que eu gostasse de como ele me comia, a dor que eu sentia não me deixava aproveitar o momento por completo. Quando ele não aguentou mais, tirou o pau da minha bundinha minúscula e gozou na minha barriga. E com a força que saiu, vários jatos chegaram nos meus peitinhos e alguns no meu rosto. Assim que terminou, ele se jogou na cama e, me abraçando, disse: — Garota, você é demais. Você tem a bunda mais linda do mundo, e é minha bunda. Eu eduquei ela e eu como ela.
Tentei me levantar, mas a dor não deixou. E dormi toda melada de porra no corpo todo: no rosto, na barriga, e ainda escorrendo do meu cu. Dormi com dificuldade, porque toda vez que virava de barriga pra cima, minha bundinha doía pra caralho. Quando acordei, estava na cama sozinha. Pensei que o Ed estivesse no banheiro. Chamei ele, mas não respondeu. Levantei, mas ele não estava. Pensei: — Esse filho da puta me comeu e foi embora, me deixou aqui sozinha. Entrei no banho andando com dificuldade, porque minha bundinha doía demais. A água fria me acalmou um pouco. Tava puta da vida e dolorida. Quando terminei de me lavar, saí e encontrei o Ed com uma rosa na mão e, na mesa do lado da cama, o café da manhã. Não Ele tinha me deixado, tinha ido comprar o café da manhã. Pediu desculpas, dizendo que ontem à noite estava bêbado e não conseguiu se controlar. Falei que ele tinha me destruído toda, que não queria passar por aquele sofrimento de novo, e fiz ele prometer que não ia mais beber se quisesse continuar me comendo. Ele prometeu e eu perdoei. Tava toda quebrada e dolorida, mas aquele sexo selvagem tinha me dado um tesão, nunca ninguém tinha me tratado assim, feito uma puta.
Sentamos pra tomar café, bem, ele sentou, eu só conseguia apoiar uma bunda de cada vez, com todo cuidado. Quando terminamos de comer, falei: "Agora você vai me comer na buceta. Ontem à noite você só se divertiu e não me deixou gozar por causa da dor que me causou, então agora você vai me fazer gozar." Dessa vez ele me obedeceu, se comportou muito bem e me arrancou dois orgasmos incríveis — um só me chupando e outro me comendo a buceta. Na maior parte do tempo, eu que montei nele, porque Ed tava exausto da maratona da noite, ha ha.
Quando terminamos, tomamos banho juntos e ele me levou até a esquina da casa que eu alugava com minhas amigas. Quando entrei, já passava do meio-dia fazia tempo, e as meninas estavam acordando e não paravam de perguntar onde e com quem eu tinha ido. Eu morria de vontade de contar, mas não podia, eu e Ed não queríamos que ninguém descobrisse, porque sempre tem alguém que não segura a língua e a fofoca chega nos ouvidos de quem não devia ouvir (meu namorado, he he).
Não consegui sentar direito por vários dias, mas cada vez que sentia uma dor, me molhava toda lembrando daquela noite.
Comentarios Destacados
Muy malo tu comentario. de pésimo mal gusto
20 comentários - Dois dias sem conseguir sentar.
Coincido con el colega, encima calzar una botella de medio litro ... jajajaj !!!! En fin vale la imaginación para un relato pero te fuiste al carajo en este !!! jaj Igual gracias por el aporte
La historia esta tomando demension , como el diametro del culito de la protagonista.
Besos Misko
Para los incrédulos quiero comentarles que los relatos son 100 % reales de recuerdos vividos. Solo no es real mi sobrenombre ya que no puedo poner, ni mi nombre ni mi sobrenombre porque si mi novio llega a entrar en Poringa y lee esto me mata al enterarse. Esta en ustedes creerme o no.
Besos húmedos para todos.
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤