Vero, a filha gostosa do meu chefe

No trabalho, a gente conhece todo tipo de personagem e "calaça", pelo menos no meu... meu chefe era um personagem à parte, comia tudo o que se mexia ou desse bola, o ditado dele era "a pika não tem olhos".. razão ele tem, mas fazer o que, cada bicho que ele comeu, se gabava de comer até as mulheres dos colegas. Infelizmente, nessa vida tudo tem um troco... o troco da vida dele era a filha dele, Vero.
Verônica é de pele bem branca, cabelo castanho, olhos verdes e com umas cadeiras lindas. Ela visitava o pai de vez em quando por causa de trabalho. Ela começou a trabalhar na mesma área que eu, e aí a sorte e o destino nos uniram um dia de serviço. A gente conversou, já que ela me conhecia de vista quando ia ver o pai. Risadas, zoação e tal fizeram a gente trocar os números. Ela é uma pessoa complicada, daquelas que, na pouca idade, carregam mágoas por dentro e escondem atrás de um sorriso, igual palhaço, mas linda como uma aurora boreal. Assim é a Verônica.
Destino? Acaso? A gente caiu no mesmo horário de trabalho e, por SMS, se falava a noite inteira. Coisas idiotas e, ao mesmo tempo, sérias. Eu tinha trabalhado com o ex-marido dela e nunca tinha passado pela minha cabeça ficar com ela, nem a menor fantasia. A gente falava da vida e de tudo que o trabalho traz, e também das mágoas que às vezes enchem o coração e nublam a razão.
Tudo começou com um SMS enquanto eu curtia um churrasco com meus amigos... Tímida e curta, a mensagem dizia: "Tá aí? Quero sair pra dar uma volta 🙂" ... e aí, com todo o dilema moral que vinha só de pensar em ter algo com a filha do meu chefe e ex-mulher de um colega, já que no meu corpo reinava mais a cerveja do que a razão, respondi: "Sim, pra você sim. Passo aí pra te pegar?" Ela respondeu: "Fechou, em 20 minutos que tenho que me preparar." Preparar?, pensei comigo. Tanto assim pra dar uma volta com uma amiga e ouvir as mágoas de amor dela? Falei pros meus amigos que ia embora, que de manhã tinha que trabalhar e já tinha chegado no meu limite de sede, disfarçadamente. Saí do quincho e passei na cozinha pra surrupiar umas três cervejas pra tomar com ela, porque conversar dá sede 🙂.
Liguei o carro, liguei o som, tava tocando um pouco de Cradle of Filth, banda de black metal que eu amo e ela também. Dirigindo, voando pela cidade só pra ver minha amiga. Admito, o nervosismo tava comendo minha cabeça, era a primeira vez que a gente ficava sozinho, sem ninguém por perto. Pra que mentir e dizer que sou um conquistador se todas que consegui foi talvez por acaso!
Na frente da casa dela, mandei um SMS pra ela sair, e aí eu vi ela! Como nunca tinha visto, como talvez dentro de mim eu imaginava. Linda na luz do poste, ela vinha correndo na direção do meu carro com um sorriso lindo de inverno. Ela tava de calça jeans azul clara elástica, bota preta cano alto até o joelho, uma jaqueta bege ajustada na cintura, cabelo solto até os ombros, aqueles olhos verdes lindos delineados de preto e a boca com um batom vermelho que fez meu coração disparar. Ela entrou no meu carro, me cumprimentou com um beijo na bochecha, o cheiro dela me impactou. O perfume doce e gostoso que ela usava escondia a pessoa obscura que vivia dentro dela.
Aquela seria mais uma noite de conversa e volta à toa pela cidade. Sempre tive o dom de ouvir, mas aquela noite não foi como as outras. O vento frio de inverno trazia algo escondido na sua geada noturna!
Estacionamos num lugar lindo onde eu fujo da realidade, perto do campo, longe da cidade, onde a gente vai pra descansar e clarear as ideias. Ela começou a falar sobre trabalho, o ex e tal, tomando cerveja, ouvindo Cradle of Filth ao fundo. E aí foi, num silêncio sepulcral, um olhar nos olhos dela, ela me comeu a boca sem dizer nada. Pra falar a verdade, tudo pareceu irreal. Sem querer nada e agora tudo vinha na minha direção, como um homem numa montanha olhando pra cima e de repente uma avalanche cai. Foi assim o beijo da Vero, uma surpresa, frio, mas daqueles que você sente que pode te matar e é bom viver no perigo.
Os lábios dela frios por causa do cerveja, a língua quente dela dentro da minha boca... uma sensação que nunca vou esquecer, aos poucos fomos ganhando confiança, ela meteu a mão na minha calça jeans pra puxar meu pau que já tava durasso, só de ter visto ela, antes de qualquer toque, agarrei forte com a mão direita dela, mãos suaves que levam ao êxtase, enquanto eu tirava a jaqueta bege dela e uma camisa branca que deixou à mostra uns peitos pequenos mas firmes com auréolas rosadas e bicos duros, lambi os peitos dela enquanto ela deu um jeito de começar a chupar meu pau, por Deus! na minha puta vida tinham me feito um boquete daquele jeito!!! ela engolia tudo, lambia cada centímetro, brincava com a língua na minha cabeça, passava pras bolas e assim por diante, que prazer!!! desafivelei a calça dela, ela tava de calcinha preta, ficava lindo nela! (amo mulher de calcinha!)... a calça no meio da coxa, puxei a calcinha e ela parou de me chupar só pra falar, enfia dois dedos assim que eu gosto!, obedeci, enfiei dois dedos na buceta rosada linda que ela tinha, tava molhada pra caralho, tirei e coloquei na boca, que gostoso era o gosto dos fluidos dela, não aguentei mais, tirei a boca dela do meu pau, tirei minha calça e a dela puxando, fomos pro banco de trás, lá deitei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a chupar ela toda, de cima a baixo ficando louco com o gosto e os fluidos dela! não queria esperar mais, meti nela, ela murmurou, assim que queria te sentir!, me deixou com muito tesão e já não liguei mais pro meu chefe nem pro meu ex-colega nem porra nenhuma! só queria fazer ela minha, fazer ela gozar, que gostoso que era estar assim dentro da Vero! ela mexia a cintura e gemia, me deixava louco! eu tocava os peitos dela, apertava, ela gritava, ela subiu em cima de mim, ficamos de frente e ela disse "isso é o que eu queria desde que te vi", a rebolada que ela tinha podia enlouquecer qualquer um e aí entendi, a Vero podia me levar à loucura! ela virou de costas enquanto eu beijava suas costas, com uma mão tocava os peitos dela, com a outra usava a buceta cheia de sucos gostosos, de repente saiu e ela ficou de quatro, segurei ela pela cintura e comecei a meter forte, ela gritava, no meio do campo os gemidos e gritos são abafados se não tem testemunhas, cuspi um pouco e quis enfiar um dedo no cu dela, ela disse que não, que era virgem por lá e que não entregava aquilo pra ninguém, continuei atrás dela empurrando meu pau até gozar dentro dela, um jorro enorme de esperma que ela sentiu bem fundo.

depois desse lindo ato de luxúria animal com a noite de inverno como única testemunha, conversamos sobre como as coisas aconteceram até chegar naquele ponto, nos vestimos, levei ela em casa e combinamos de nos escrever, já na minha cama sem acreditar no que tinha acontecido, dormi, no dia seguinte uma mensagem dela dizia "vai se repetir?"....dentro de mim pensei claro que sim!....faltava descobrir toda a escuridão que a verônica guardava dentro de si.............................

2 comentários - Vero, a filha gostosa do meu chefe

Y........ ?
Dónde están ? Es un buén Relato.....
Ahora siendo unos perfectos desconocidos