http://www.goear.com/files/external.swf?file
[/swf]http://www.goear.com/files/external.swf?fileDepois de um tempão, voltei a falar com o Enrique, meu namorado, ou meu ex, melhor dizendo. A gente tá se aproximando aos poucos, sem pressa, no nosso tempo. Foi ele quem deu o primeiro passo, me ligando nas festas. A gente ficou um tempinho conversando, como se nada tivesse acontecido. Combinamos de continuar durante a semana, e depois de várias ligações, umas feitas por ele, outras por mim, a gente se encontrou. Fomos tomar uma cerveja. Confesso que depois de ficar um tempo com ele, tava morrendo de vontade de dar pra ele, mas não queria dar o braço a torcer, queria mostrar que já não era mais a mesma piranha de antes, a que tinha traído ele, queria mostrar que tinha amadurecido. Óbvio que continuo a mesma, ainda sou a mesma puta de sempre, embora esteja fazendo um esforço danado pra não cair nas tentações que vão aparecendo no meu caminho todo dia. Mas aquela tarde foi demais. Ficar com meu namorado, tão perto dele, conversar, lembrar dos nossos momentos juntos, de tudo que a gente viveu… fiquei com um tesão impossível de ignorar. Mas não podia ir pra um hotel com ele, me entregar tão fácil no nosso primeiro encontro depois da separação teria significado que eu continuava a mesma de sempre. E não queria passar essa impressão, queria que ele pensasse que sexo já não me interessava tanto, que agora eu preferia os sentimentos ao invés do carnal, embora todo mundo saiba que não é assim. Depois da conversa e da cerveja, a gente se despediu com um beijo doce na bochecha, como dois bons amigos, embora soubéssemos que estávamos caminhando pra reconciliação. Saí daquele bar com um tesão do caralho, até sentia a buceta molhada. A única coisa em que pensava era em chegar em casa e bater uma punheta. Antes de pegar o ônibus, parei num semáforo. Tava esperando o sinal mudar quando uma 4x4 parou bem onde eu tava. O homem que dirigia botou a cabeça pra fora da janela e falou alguma coisa. Não entendi por causa do barulho do tráfico, mas achando que tava me perguntando sobre uma rua ou um endereço, chego perto e falo: -Que foi?- -Quer subir e dar um rolê?- ele repete. Fiquei olhando pra ele. Não era a primeira vez que alguém de um carro dava em cima. Já nem lembro quantas vezes buzinaram pra mim, ou me seguiram devagar. Curiosamente, nunca entrei no carro de um estranho, mesmo que a ideia me excitasse pra caralho. O fato de entrar no carro de alguém que nem conhecia significava, inevitavelmente, que ia acabar transando com essa pessoa. Se não, pra que eu ia entrar? Era isso que o cara devia pensar ao me convidar do nada pra dar uma volta. Não era uma proposta sem interesse, longe disso; ao me oferecer esse tal passeio, o que ele tava realmente me dizendo era, mais ou menos: -Gata, quero te comer, topa?!- E claro que eu topava, porque tava com uma vontade do caralho de ser comida, e aquele cara, completamente estranho e desconhecido, caía como uma luva, ou melhor, como uma pica na buceta. -E aí, o que cê acha, vamos passear?- ele insistiu. -Sim, tá bom, adoraria dar um rolê- concordei, o que traduzido queria dizer: “Sim, bora, também tô afim de transar”. Ele abriu a porta do passageiro e eu entrei. -Gerardo, prazer- ele se apresentou. -Giselle- respondi, selando a apresentação com um beijo na bochecha. Ele ligou o carro e, desde que arrancou, já sabia pra onde tava indo. -Cê acha esse lugar legal?- ele perguntou quando se aproximou de um motel bem arrumado. -Acho perfeito- concordei, pelo menos ele teve o trabalho de me consultar. Entramos no motel, descemos da caminhonete e fomos pra recepção, um do lado do outro, como se fôssemos resolver um negócio super rotineiro. Na recepção, ele pediu um quarto, e assim que deram a chave, seguimos por um corredor com meia-luz, como todos os corredores de todos os telos. Agora sim, Gerardo colocou uma mão na minha cintura, me guiando até nosso destino. Era um homem quase quarentão, com entradas pronunciadas dos dois lados da testa e cabelos grisalhos nas laterais. Embora não usasse aliança, era óbvio que era casado. Quando os homens estão traindo, eles são muito evidentes. Entramos no quarto e começamos a nos despir, sem parar de nos olhar, nos devorando com os olhos. Ficamos de roupa íntima, eu de calcinha e sutiã, ele de cueca. Nos aproximamos, nos medindo com o olhar e, antes de nos chocarmos, nos enroscamos num beijo voraz e efusivo. Sem parar de nos beijar, começamos a passar as mãos por todo lado, a minha, claro, foi direto pra entreperna dele, apalpando aquele inchaço incipiente que já começava a mostrar sinais de dureza e tensão. — Vai me chupar? — ele quis saber. — Vou te comer todinha! — garanti e, na mesma hora, caí de joelhos diante dele. Desabotoei a calça dele e, em questão de segundos, tirei a pica pra fora, revelando ela em todo seu esplendor. Não era nada demais, mas com a tesão que eu tava naquele momento, parecia um puta pauzão. Peguei ele com uma mão e sacudi com força, sentindo como ele endurecia entre meus dedos, o cheiro de pica me envolveu com suas fragrâncias deliciosas enquanto eu batia uma pra ele, fazendo ele ficar mais duro e molhado a cada vez. — Isso… assim… ahhhhh… agora mete na boquinha, vai… chupa ele…! — ele pediu. Não tava a fim de me fazer de rogada, então, dando o gosto pra ele, meti ele pra dentro praticamente de uma bocada só. O cara quase não acreditava que eu tava chupando ele com tanta vontade, tava alucinando com o boquete que eu tava fazendo, dando o melhor de mim, usando e abusando de cada uma das minhas habilidades bucais. Com uma mão, ele segurava a base, sem parar de esfregar, endurecendo mais e mais a cada instante, e com a outra, ele acariciava suavemente minha buceta, com a ponta do dedo indicador estimulando meu clitóris. sentindo ele também cada vez mais inflado. De vez em quando eu passava os dedos no que escorria de dentro de mim e espalhava por todo o volume pulsante dele. — Que yummy… que yummy cock…! — sussurrava pra ele quando tirava da boca, só pra passar a língua dos lados e sentir aquela ardência gostosa que me fazia tremer toda. — Cê tá gostando? — ele perguntava entre suspiros abafados. — Tô… adoro — eu respondia e voltava a chupar com ainda mais gula, saboreando cada pedaço, sentindo como ele pulsava e inchava na minha garganta. — Assim que te vi, percebi o quão puta você era — ele dizia. — Sim… vadia… — eu confirmava sem parar de mamar aquele pedaço soberano de cock nem por um segundo. Quando ele já tava bem duro, no limite praticamente, ele tirou cruelmente da minha boca e me empurrou pra trás, me deixando de costas na cama. Sem tirar os olhos de mim, arrancou minha calcinha de uma vez. Fiquei na frente dele com as pernas abertas, sentindo um caldo grosso e morno escorrer entre minhas coxas. Na hora ele se abaixou e começou a me chupar. Me agarrei nos cabelos ao sentir aquela língua percorrer todo o meu interior. Como ele chupava bem a minha pussy, aquele cara… era um gênio com a língua. Deslizava sobre meus lábios, sobre o clitóris, pra dentro e pra fora, metia e tirava, e eu me molhava sem controle nenhum. Adorava tanto o que ele fazia que prendi a cabeça dele entre minhas pernas e comecei a mexer a pélvis no ritmo das chupadas. Ele continuava chupando, chupando e chupando, cada vez mais forte, me levando só com a força da língua dele pra um orgasmo completo e apoteótico. — Gozou, gatinha! — ele se surpreendeu quando levantou a cabeça. Eu não conseguia falar, só balancei a cabeça concordando e dei um sorriso cheio de prazer e gozo. Ele se levantou e, me deixando ali, toda frágil e sensível, foi colocar a camisinha. Voltou e abriu minhas pernas de novo, eu sentia minha pussy ainda pulsando e Convulsionando pelo orgasmo recente, mas mesmo assim ele não teve pena e meteu... meteu inteira de uma só vez. Nós dois nos fundimos num suspiro de prazer ao nos sentir tão intimamente ligados. Ele deixou dentro, sem se mexer, por um tempo enquanto a gente se beijava com frenesi, e aí sim, começou a me empalar, deslizando por toda a minha extensão. No começo não tinha achado grande coisa, mas agora, com ele dentro, parecia mais grossa do que aparentava. Mas, quando tão te comendo, não tem pau grande ou pequeno, o importante é sentir e fazer sentir, e esse cara tava me fazendo sentir pra caralho. Ele se movia de um jeito que parecia que cada vez chegava num lugar diferente, eu nem precisava me mexer, ficava ali parada, bem aberta e escarrapachada, aproveitando cada estocada, me entregando de vez pra esse completo estranho cujo único objetivo era me usar e abusar do meu corpo. Eu adorando, claro, porque é o que mais me dá prazer, ser usada e abusada. Como se fosse uma brincadeira, o cara fechava e abria minhas pernas, sem parar de meter, e depois fechou elas de lado e me prendeu ali, acelerou a porrada, sacudia minha bunda a cada investida, e eu só conseguia fechar os olhos e soltar os gemidos e suspiros que se acumulavam na minha garganta. — Toma, puta... toma tudo... tudo pra você...! — ele dizia, deslizando pelo canal que minhas coxas formavam, sem parar, indo e vindo com uma força imbatível. De quatro foi ainda mais violento, claro que eu incentivava pra ser ainda mais, pedia mais, mais e mais, exigia que não parasse, que queria sentir tudo bem fundo, pedindo pra ele me quebrar, me deixar aleijada de tanto me comer. Sentindo que precisava mostrar que era capaz de me satisfazer, ele me agarrou firme pela cintura e começou a bombar com tudo. Eu sentia que a qualquer momento minha bunda ia voar de tanta porrada que ele tava dando. Eu balançava, e as tetas também balançavam, mas eu segurava elas com uma mão e massageava, tentando canalizar de algum jeito toda aquela paixão extrema que transbordava nossos corpos. — Que pedaço de puta… como sua buceta se abre de tanta vontade de pau que você tem! — o cara falava no meio de tapas fortes na bunda, e eu respondia com gemidos cada vez mais intensos. Pelos espelhos nas paredes, eu via o cara jogando o corpo todo contra a minha humanidade, buscando a penetração mais profunda e certeira, me abrindo de par em par, rasgando todo o meu interior com aquele pedaço pontudo que me destruía sem piedade. Ele ficou assim um tempo, até que tirou o pau e se deitou de costas. — Vem, puta… monta em mim! — ele disse. E eu montei, subi em cima dele, me ajeitei no pau dele e me deixei cair com tudo, sentindo ele no fundo, nas entranhas, queimando e tremendo dentro de mim. Me inclinei, beijei ele, esfreguei meus peitos na cara dele e comecei a subir e descer, me movendo com cada vez mais tesão, fazendo o pau deslizar em todo o seu esplendor dentro de mim. De tanto que eu me mexia, o pau às vezes saía, aí eu pegava ele e colocava de volta, continuando a cavalgada como se nada. Até que numa dessas ele saiu de novo, dessa vez eu fiquei paradinha, sem me mexer e olhando pra ele, falei num tom super provocante: — Será que entra de primeira…? Eu gosto mais assim, sem lubrificante, sabe? Porque dói… e dói gostoso… — falei enquanto ajeitava ele na minha bunda e, segurando pela base, comecei a descer. Escorregou um par de vezes, então tive que recolocar, mas quando a cabeça conseguiu entrar, aí eu soltei e me deixei cair com tudo, enfiando ele no fundo do cu. — Isso, garota… você tem ele todo no cu… siiiiiim… que putinha mais gostosa que você é… como ele entra… entra inteirinho… uhhhhhh… vou arrebentar sua bunda! — ele gritava enlouquecido, alucinado com a elasticidade do meu cu. Me agarrei firme nos glúteos da Booty e comecei a me mexer pra cima e pra baixo, enfiando tudo, me fazendo delirar a cada estocada. Eu me movia junto, pulava e me sacudia, esfregava as tetas na cara dele, sempre gemendo e suspirando forte. Mas não deixei ele aproveitar muito aquela posição, porque logo me deitou de costas e, se colocando de novo entre minhas pernas abertas, serrou minha bunda com um frenesi descontrolado. Metia e tirava, metia e tirava, enquanto eu me esfregava com tanta força no clitóris que já tava todo roxo e dormente. Não demorei nada pra chegar num novo orgasmo, tão selvagem e explosivo quanto o anterior, o cara me seguiu, tirou a pica de dentro de uma só vez, e arrancando a camisinha bateu uma punheta duas vezes, gozando no meu corpo uma catarata de esperma. — Siiiiim… toma, puta… tudo pra você… olha a porra que você me arrancou! — exclamou enquanto os jatos de leite caíam na minha barriga e nos meus peitos, um esporro até chegou no meu rosto, deixando um rastro pegajoso do queixo até a testa. Caímos exaustos, acabados, sufocados, envoltos em gemidos deliciosos. Enquanto eu ficava lá, deitada, ele foi tomar banho e se vestiu. — Preciso te deixar algo? — perguntou enquanto pegava a carteira. — Não fiz por dinheiro… mas se me deixar algo, me ajuda porque tô sem trampo — falei com toda sinceridade. Ele tirou umas notas e deixou na mesinha. — Vou deixar também um cartão, talvez possa te ajudar a conseguir algo — disse, deixando o cartão junto com as notas. — Valeu… — agradeci enquanto pegava e lia: “GERARDO M…. Advogado”, tinha esquecido o nome dele — … Gerardo — completei. Achei que ia embora e me deixava ali, sozinha e abandonada como qualquer puta de rua, mas antes de chegar na porta, ele virou e perguntou: — Posso te dar uma carona pra algum lugar? — Bora, porque aqui não conheço muito, em uns minutos Tô pronta – pulei da cama, peguei minha roupa e entrei no banheiro. Saí já vestida e arrumada. Peguei minha bolsa e, com um sorriso cheio de tesão, falei: – Vamos? Ele me deixou a umas quadras da minha casa. Quando desci, ele disse pra eu ligar. – Te ligo – falei. No fim, não liguei. E não pretendo ligar também. Se eu ligar, tenho medo de ele arrumar um trampo pra mim e depois querer me fazer de amante ou algo assim, só porque me ajudou. Prefiro continuar como tô. Além disso, quando cheguei em casa, voltei a falar com o Enrique, e se as coisas continuarem assim, logo vai rolar reconciliação… aí a puta da diretora vai ter ficado no passado.[/swf]http://www.goear.com/files/external.swf?file
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[/swf]http://www.goear.com/files/external.swf?fileDepois de um tempão, voltei a falar com o Enrique, meu namorado, ou meu ex, melhor dizendo. A gente tá se aproximando aos poucos, sem pressa, no nosso tempo. Foi ele quem deu o primeiro passo, me ligando nas festas. A gente ficou um tempinho conversando, como se nada tivesse acontecido. Combinamos de continuar durante a semana, e depois de várias ligações, umas feitas por ele, outras por mim, a gente se encontrou. Fomos tomar uma cerveja. Confesso que depois de ficar um tempo com ele, tava morrendo de vontade de dar pra ele, mas não queria dar o braço a torcer, queria mostrar que já não era mais a mesma piranha de antes, a que tinha traído ele, queria mostrar que tinha amadurecido. Óbvio que continuo a mesma, ainda sou a mesma puta de sempre, embora esteja fazendo um esforço danado pra não cair nas tentações que vão aparecendo no meu caminho todo dia. Mas aquela tarde foi demais. Ficar com meu namorado, tão perto dele, conversar, lembrar dos nossos momentos juntos, de tudo que a gente viveu… fiquei com um tesão impossível de ignorar. Mas não podia ir pra um hotel com ele, me entregar tão fácil no nosso primeiro encontro depois da separação teria significado que eu continuava a mesma de sempre. E não queria passar essa impressão, queria que ele pensasse que sexo já não me interessava tanto, que agora eu preferia os sentimentos ao invés do carnal, embora todo mundo saiba que não é assim. Depois da conversa e da cerveja, a gente se despediu com um beijo doce na bochecha, como dois bons amigos, embora soubéssemos que estávamos caminhando pra reconciliação. Saí daquele bar com um tesão do caralho, até sentia a buceta molhada. A única coisa em que pensava era em chegar em casa e bater uma punheta. Antes de pegar o ônibus, parei num semáforo. Tava esperando o sinal mudar quando uma 4x4 parou bem onde eu tava. O homem que dirigia botou a cabeça pra fora da janela e falou alguma coisa. Não entendi por causa do barulho do tráfico, mas achando que tava me perguntando sobre uma rua ou um endereço, chego perto e falo: -Que foi?- -Quer subir e dar um rolê?- ele repete. Fiquei olhando pra ele. Não era a primeira vez que alguém de um carro dava em cima. Já nem lembro quantas vezes buzinaram pra mim, ou me seguiram devagar. Curiosamente, nunca entrei no carro de um estranho, mesmo que a ideia me excitasse pra caralho. O fato de entrar no carro de alguém que nem conhecia significava, inevitavelmente, que ia acabar transando com essa pessoa. Se não, pra que eu ia entrar? Era isso que o cara devia pensar ao me convidar do nada pra dar uma volta. Não era uma proposta sem interesse, longe disso; ao me oferecer esse tal passeio, o que ele tava realmente me dizendo era, mais ou menos: -Gata, quero te comer, topa?!- E claro que eu topava, porque tava com uma vontade do caralho de ser comida, e aquele cara, completamente estranho e desconhecido, caía como uma luva, ou melhor, como uma pica na buceta. -E aí, o que cê acha, vamos passear?- ele insistiu. -Sim, tá bom, adoraria dar um rolê- concordei, o que traduzido queria dizer: “Sim, bora, também tô afim de transar”. Ele abriu a porta do passageiro e eu entrei. -Gerardo, prazer- ele se apresentou. -Giselle- respondi, selando a apresentação com um beijo na bochecha. Ele ligou o carro e, desde que arrancou, já sabia pra onde tava indo. -Cê acha esse lugar legal?- ele perguntou quando se aproximou de um motel bem arrumado. -Acho perfeito- concordei, pelo menos ele teve o trabalho de me consultar. Entramos no motel, descemos da caminhonete e fomos pra recepção, um do lado do outro, como se fôssemos resolver um negócio super rotineiro. Na recepção, ele pediu um quarto, e assim que deram a chave, seguimos por um corredor com meia-luz, como todos os corredores de todos os telos. Agora sim, Gerardo colocou uma mão na minha cintura, me guiando até nosso destino. Era um homem quase quarentão, com entradas pronunciadas dos dois lados da testa e cabelos grisalhos nas laterais. Embora não usasse aliança, era óbvio que era casado. Quando os homens estão traindo, eles são muito evidentes. Entramos no quarto e começamos a nos despir, sem parar de nos olhar, nos devorando com os olhos. Ficamos de roupa íntima, eu de calcinha e sutiã, ele de cueca. Nos aproximamos, nos medindo com o olhar e, antes de nos chocarmos, nos enroscamos num beijo voraz e efusivo. Sem parar de nos beijar, começamos a passar as mãos por todo lado, a minha, claro, foi direto pra entreperna dele, apalpando aquele inchaço incipiente que já começava a mostrar sinais de dureza e tensão. — Vai me chupar? — ele quis saber. — Vou te comer todinha! — garanti e, na mesma hora, caí de joelhos diante dele. Desabotoei a calça dele e, em questão de segundos, tirei a pica pra fora, revelando ela em todo seu esplendor. Não era nada demais, mas com a tesão que eu tava naquele momento, parecia um puta pauzão. Peguei ele com uma mão e sacudi com força, sentindo como ele endurecia entre meus dedos, o cheiro de pica me envolveu com suas fragrâncias deliciosas enquanto eu batia uma pra ele, fazendo ele ficar mais duro e molhado a cada vez. — Isso… assim… ahhhhh… agora mete na boquinha, vai… chupa ele…! — ele pediu. Não tava a fim de me fazer de rogada, então, dando o gosto pra ele, meti ele pra dentro praticamente de uma bocada só. O cara quase não acreditava que eu tava chupando ele com tanta vontade, tava alucinando com o boquete que eu tava fazendo, dando o melhor de mim, usando e abusando de cada uma das minhas habilidades bucais. Com uma mão, ele segurava a base, sem parar de esfregar, endurecendo mais e mais a cada instante, e com a outra, ele acariciava suavemente minha buceta, com a ponta do dedo indicador estimulando meu clitóris. sentindo ele também cada vez mais inflado. De vez em quando eu passava os dedos no que escorria de dentro de mim e espalhava por todo o volume pulsante dele. — Que yummy… que yummy cock…! — sussurrava pra ele quando tirava da boca, só pra passar a língua dos lados e sentir aquela ardência gostosa que me fazia tremer toda. — Cê tá gostando? — ele perguntava entre suspiros abafados. — Tô… adoro — eu respondia e voltava a chupar com ainda mais gula, saboreando cada pedaço, sentindo como ele pulsava e inchava na minha garganta. — Assim que te vi, percebi o quão puta você era — ele dizia. — Sim… vadia… — eu confirmava sem parar de mamar aquele pedaço soberano de cock nem por um segundo. Quando ele já tava bem duro, no limite praticamente, ele tirou cruelmente da minha boca e me empurrou pra trás, me deixando de costas na cama. Sem tirar os olhos de mim, arrancou minha calcinha de uma vez. Fiquei na frente dele com as pernas abertas, sentindo um caldo grosso e morno escorrer entre minhas coxas. Na hora ele se abaixou e começou a me chupar. Me agarrei nos cabelos ao sentir aquela língua percorrer todo o meu interior. Como ele chupava bem a minha pussy, aquele cara… era um gênio com a língua. Deslizava sobre meus lábios, sobre o clitóris, pra dentro e pra fora, metia e tirava, e eu me molhava sem controle nenhum. Adorava tanto o que ele fazia que prendi a cabeça dele entre minhas pernas e comecei a mexer a pélvis no ritmo das chupadas. Ele continuava chupando, chupando e chupando, cada vez mais forte, me levando só com a força da língua dele pra um orgasmo completo e apoteótico. — Gozou, gatinha! — ele se surpreendeu quando levantou a cabeça. Eu não conseguia falar, só balancei a cabeça concordando e dei um sorriso cheio de prazer e gozo. Ele se levantou e, me deixando ali, toda frágil e sensível, foi colocar a camisinha. Voltou e abriu minhas pernas de novo, eu sentia minha pussy ainda pulsando e Convulsionando pelo orgasmo recente, mas mesmo assim ele não teve pena e meteu... meteu inteira de uma só vez. Nós dois nos fundimos num suspiro de prazer ao nos sentir tão intimamente ligados. Ele deixou dentro, sem se mexer, por um tempo enquanto a gente se beijava com frenesi, e aí sim, começou a me empalar, deslizando por toda a minha extensão. No começo não tinha achado grande coisa, mas agora, com ele dentro, parecia mais grossa do que aparentava. Mas, quando tão te comendo, não tem pau grande ou pequeno, o importante é sentir e fazer sentir, e esse cara tava me fazendo sentir pra caralho. Ele se movia de um jeito que parecia que cada vez chegava num lugar diferente, eu nem precisava me mexer, ficava ali parada, bem aberta e escarrapachada, aproveitando cada estocada, me entregando de vez pra esse completo estranho cujo único objetivo era me usar e abusar do meu corpo. Eu adorando, claro, porque é o que mais me dá prazer, ser usada e abusada. Como se fosse uma brincadeira, o cara fechava e abria minhas pernas, sem parar de meter, e depois fechou elas de lado e me prendeu ali, acelerou a porrada, sacudia minha bunda a cada investida, e eu só conseguia fechar os olhos e soltar os gemidos e suspiros que se acumulavam na minha garganta. — Toma, puta... toma tudo... tudo pra você...! — ele dizia, deslizando pelo canal que minhas coxas formavam, sem parar, indo e vindo com uma força imbatível. De quatro foi ainda mais violento, claro que eu incentivava pra ser ainda mais, pedia mais, mais e mais, exigia que não parasse, que queria sentir tudo bem fundo, pedindo pra ele me quebrar, me deixar aleijada de tanto me comer. Sentindo que precisava mostrar que era capaz de me satisfazer, ele me agarrou firme pela cintura e começou a bombar com tudo. Eu sentia que a qualquer momento minha bunda ia voar de tanta porrada que ele tava dando. Eu balançava, e as tetas também balançavam, mas eu segurava elas com uma mão e massageava, tentando canalizar de algum jeito toda aquela paixão extrema que transbordava nossos corpos. — Que pedaço de puta… como sua buceta se abre de tanta vontade de pau que você tem! — o cara falava no meio de tapas fortes na bunda, e eu respondia com gemidos cada vez mais intensos. Pelos espelhos nas paredes, eu via o cara jogando o corpo todo contra a minha humanidade, buscando a penetração mais profunda e certeira, me abrindo de par em par, rasgando todo o meu interior com aquele pedaço pontudo que me destruía sem piedade. Ele ficou assim um tempo, até que tirou o pau e se deitou de costas. — Vem, puta… monta em mim! — ele disse. E eu montei, subi em cima dele, me ajeitei no pau dele e me deixei cair com tudo, sentindo ele no fundo, nas entranhas, queimando e tremendo dentro de mim. Me inclinei, beijei ele, esfreguei meus peitos na cara dele e comecei a subir e descer, me movendo com cada vez mais tesão, fazendo o pau deslizar em todo o seu esplendor dentro de mim. De tanto que eu me mexia, o pau às vezes saía, aí eu pegava ele e colocava de volta, continuando a cavalgada como se nada. Até que numa dessas ele saiu de novo, dessa vez eu fiquei paradinha, sem me mexer e olhando pra ele, falei num tom super provocante: — Será que entra de primeira…? Eu gosto mais assim, sem lubrificante, sabe? Porque dói… e dói gostoso… — falei enquanto ajeitava ele na minha bunda e, segurando pela base, comecei a descer. Escorregou um par de vezes, então tive que recolocar, mas quando a cabeça conseguiu entrar, aí eu soltei e me deixei cair com tudo, enfiando ele no fundo do cu. — Isso, garota… você tem ele todo no cu… siiiiiim… que putinha mais gostosa que você é… como ele entra… entra inteirinho… uhhhhhh… vou arrebentar sua bunda! — ele gritava enlouquecido, alucinado com a elasticidade do meu cu. Me agarrei firme nos glúteos da Booty e comecei a me mexer pra cima e pra baixo, enfiando tudo, me fazendo delirar a cada estocada. Eu me movia junto, pulava e me sacudia, esfregava as tetas na cara dele, sempre gemendo e suspirando forte. Mas não deixei ele aproveitar muito aquela posição, porque logo me deitou de costas e, se colocando de novo entre minhas pernas abertas, serrou minha bunda com um frenesi descontrolado. Metia e tirava, metia e tirava, enquanto eu me esfregava com tanta força no clitóris que já tava todo roxo e dormente. Não demorei nada pra chegar num novo orgasmo, tão selvagem e explosivo quanto o anterior, o cara me seguiu, tirou a pica de dentro de uma só vez, e arrancando a camisinha bateu uma punheta duas vezes, gozando no meu corpo uma catarata de esperma. — Siiiiim… toma, puta… tudo pra você… olha a porra que você me arrancou! — exclamou enquanto os jatos de leite caíam na minha barriga e nos meus peitos, um esporro até chegou no meu rosto, deixando um rastro pegajoso do queixo até a testa. Caímos exaustos, acabados, sufocados, envoltos em gemidos deliciosos. Enquanto eu ficava lá, deitada, ele foi tomar banho e se vestiu. — Preciso te deixar algo? — perguntou enquanto pegava a carteira. — Não fiz por dinheiro… mas se me deixar algo, me ajuda porque tô sem trampo — falei com toda sinceridade. Ele tirou umas notas e deixou na mesinha. — Vou deixar também um cartão, talvez possa te ajudar a conseguir algo — disse, deixando o cartão junto com as notas. — Valeu… — agradeci enquanto pegava e lia: “GERARDO M…. Advogado”, tinha esquecido o nome dele — … Gerardo — completei. Achei que ia embora e me deixava ali, sozinha e abandonada como qualquer puta de rua, mas antes de chegar na porta, ele virou e perguntou: — Posso te dar uma carona pra algum lugar? — Bora, porque aqui não conheço muito, em uns minutos Tô pronta – pulei da cama, peguei minha roupa e entrei no banheiro. Saí já vestida e arrumada. Peguei minha bolsa e, com um sorriso cheio de tesão, falei: – Vamos? Ele me deixou a umas quadras da minha casa. Quando desci, ele disse pra eu ligar. – Te ligo – falei. No fim, não liguei. E não pretendo ligar também. Se eu ligar, tenho medo de ele arrumar um trampo pra mim e depois querer me fazer de amante ou algo assim, só porque me ajudou. Prefiro continuar como tô. Além disso, quando cheguei em casa, voltei a falar com o Enrique, e se as coisas continuarem assim, logo vai rolar reconciliação… aí a puta da diretora vai ter ficado no passado.[/swf]http://www.goear.com/files/external.swf?file
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10 comentários - Mariposa traiçoeira...
"-¿Te parece bien este lugar?"
"-¿Me la vas a chupar?"
El tipo no venía preparado para tener sexo xdddd así como se dan las cosas, me da la impresión de que te reconocen por P! y se hacen los giles para echarse un cortito por todo su cuerpo :M Lindo relato, y tengo que ponerme al tanto de la novela porque hasta donde me quedé tu ex era Raúl xddd Éxitos!
Vas a poder??? Por tus relatos parece que se te va a hacer dificil..
Muy bueno y caliente el relato Gise, no dejes nunca de ser esa putita deliciosa, aunque no creo que puedas dejar de ser petera y puta nunca.
Fijate que hay un errorcito en la linea de tiempo, primero decís que el tipo quedó en slip y al rato le desabrochás el pantalón 🙂