No dia em que Júlio anunciou o casamento dele, eu não estava com o resto dos amigos, mas no dia seguinte encontrei com ele pra dar os parabéns e pra ele me confirmar que não só eu tava convidado, mas que já podia arrumar uma desculpa melhor do que a do trabalho se faltasse no casamento dele. Júlio começou a sair com a Nuria na mesma época que eu com a Eva, só que eu depois de dois anos terminei e ele aguentou mais outros sete, sem chifres pelo menos da parte dele, e bom, espero que da parte dela também. Nuria e Eva eram amigas da faculdade, e embora minha história tenha terminado porque ela me botou chifre, a verdade é que quando me falaram que tinham convidado ela pro casamento, porque Nuria e ela ainda eram amigas, não caiu nada bem. Quando a gente terminou, ela jogou na minha cara um monte de coisa, tentando me queimar na frente dos amigos, mas felizmente os amigos sabiam que tinha sido ela quem me chifrou. Desde então, toda vez que me via, me tratava com desprezo, pelo visto a gente não terminou bem mesmo. Também convidaram a Fátima, uma amiga da Nuria que me atraía pra caralho, e embora a gente não tivesse se visto muito, posso dizer que tava doido pra conhecer ela melhor, mas ainda faltava mais de meio ano pro casamento, então esperava que num futuro próximo os noivos fizessem a gente se encontrar. Vou descrever a Fátima em poucas palavras: ela é a versão espanhola da Melanie Iglesias. Se não sabe quem é, procura no Google. E foi assim que, no aniversário da Nuria e da Sofia, outra amiga do grupo, pelo menos o grupo mais próximo, fomos pra uma casa no campo. A parada tava muito boa, além dos futuros casados, iam mais dois casais, e de solteiros a coisa tava promissora. De caras, era eu e outro cara, e de minas eram três, uma delas a Fátima e as outras duas, bom, eu conhecia mas não me atraíam tanto quanto a "Fa", que era como os amigos mais próximos chamavam a Fátima. Nos quais, infelizmente, eu não me incluía. Pois bem, chegou o Sexta-feira na saída do trabalho, pela primeira vez tive sorte e terminei no meu horário. Já tínhamos o plano, eu tinha que buscar a Sofia, a do aniversário, uma das minas que também ia sozinha. E, embora eu tenha que admitir que aos 41 ela não era ruim, se tivesse uns dez anos a menos, eu estaria seriamente enrascado na hora de decidir qual das duas atacar. Mas, fazer o quê, esse caso hipotético era só isso, hipotético. Tenho que dizer que a Fa tem 29 e eu tenho 30, o que não é que eu tenha problema com idade, mas é verdade que a Sofia, por ser mais velha, nos vê como jovens, tipo, jovens mesmo. E, bem, se for comparar, eu também achava ela um pouco mais velha. Busquei a Sofia na casa dela, porque a gente tinha que carregar umas paradas da casa dela: jogos pra noite, bebidas pra noite, resumindo, a gente tinha tudo pra ser uma boa comemoração de aniversário. Lá pelas 6 chegamos na casinha rural, uma casa velha no meio do mato com um terreno bem grande, grande o suficiente pra ter piscina aquecida e um porão subterrâneo. Mas, claro, isso era dos donos, que não nos deram a chave. Se não, a gente teria deixado o porão vazio. Já estavam lá a Nuria e o Júlio, que costumam chegar um pouco atrasados, mas, como eles eram os organizadores, parece que levaram a sério e já estavam conversando com o cara que alugava a casa, vendo como ia organizar tudo. Deixamos as coisas cada uma no seu lugar: a bebida, os jogos, algum presente aqui e ali. E fomos nos juntando com quem ia chegando pra ir preparando tudo. A última a chegar foi a Fa, mas claro, ela era a que saía mais tarde do trabalho. Ela veio com o último casal, que, por chegarem por último, ficaram com o quarto de duas camas em vez de uma de casal. Eu fiquei com o Victor, o outro solteiro, e as outras solteiras ficaram as três num quarto todas juntas no andar de cima, bem em cima de onde eu dormia. Finalmente chegou a sexta-feira à noite, os caras ficaram responsáveis pela cena, mais pra não ter comentário sobre a pouca colaboração da gente. Tenho que dizer que meu amigo Pablo (o namorado da Susana) cozinha muito bem, toda vez que ele nos convida pra casa dele, é melhor que restaurante de quatro garfos (não falo de cinco porque nunca comi em nenhum de cinco). Ele fez um salmão assado dos deuses, a receita eu não sei, mas claro que tinha o toque dele, então era impossível igualar. Enquanto a gente, os caras, cuidava das coisas, as minas já estavam na primeira dose, umas de vinho, outras de cerveja, outras ainda estavam na calmaria e bebiam Coca-Booty. Me tocou arrumar a mesa e de quebra escutar umas conversas sem dar muito na cara. O pouco que consegui ouvir foi a Susana contando pra todo mundo que o Pablo tinha trocado de trampo e agora viajava mais, então muitas vezes ela ficava sozinha em casa e tava pensando em comprar um brinquedinho pras noites sem graça. Nisso, a Fa falou que era melhor ela arranjar um amante que ia sair mais barato que pilha. A Fa não era uma mina ruim, mas curtia demais se divertir, corria boato no grupo que ela tinha um piercing no clitóris, mas ninguém tinha confirmado nem perguntado. Não se conhecia nenhum namorado sério dela em todos os anos que era amiga da Nuria, isso sim, toda vez que a gente se encontrava eu ouvia ela falar de uns caras. Nem preciso dizer que não tava nem aí pra vida sexual dela, eu tinha a minha, menos ativa mas igualmente aproveitada. Jantamos todo mundo até ficar de bucho cheio, não faltou um bom caldo pra ajudar a descer a comida, e sem perceber a gente bebeu numa noite duas garrafas de vinho branco e quatro de lambrusco, nada mal pra onze pessoas. E isso era só a comida, que ainda faltava a noitada. As minas arrumavam a bagunça enquanto a gente preparava as bebidas na sala e acendia a lareira. Como éramos muitos, fui ajudar a limpar tudo que a gente tinha sujado no preparo do jantar. Porque, embora o Pablo cozinhe Muito bem, ela é um desastre na cozinha, deixa tudo aberto, sujo e, bom, a gente perdoa porque cozinha muito bem. Eu comecei a secar os talheres enquanto a Fa lavava as coisas que não iam pra máquina de lavar louça, e, bom, já que estávamos os dois ali lado a lado, perguntei se ela ainda tava no emprego que tinha da última vez que a vi (fazia uns quatro meses). Por sorte pra mim, ela tinha mudado de trampo e começou a me contar sobre as novas tarefas. A Fa é consultora de TI, especialista numa das áreas mais importantes hoje em dia, que pra mim soava grego, mas que na profissão dela é tão valorizada que dá pra aumentar três mil euros por ano em seis meses. O novo emprego dela tinha obrigado ela a alugar um apê mais perto do trabalho novo, porque no anterior ela levava fácil duas horas de transporte público até o novo serviço. A Fa não tinha carteira de motorista, e claro, eram muitas horas de ida e volta. É verdade que no emprego anterior, muitos colegas levavam ela em casa, e alguns até ficavam pra levá-la no dia seguinte pro trabalho. Nesse outro, pelo que ela me disse, tinha se mudado pra um bairro que ficava a uns vinte minutos a pé da casa da Nuria e do Julio, e, portanto, a uns vinte minutos de carro da minha casa. A gente continuou conversando mais um pouco, até que nos chamaram pra sala todo mundo. Como a gente era o pessoal mais longe na cozinha, fomos os últimos a chegar no local dos jogos e, por sorte minha, isso foi decisivo no que rolou naquele fim de semana. Esqueci de mencionar que o Víctor tem 37 e, bom, embora todo mundo achasse que ele faria um bom par com a Sofia, acho que ele não diria não pra Fa. Mas, bom, naquele dia a sorte sorriu pra mim. Depois de ocuparmos nossos lugares, os anfitriões contaram que tinham bolado uns jogos individuais, em grupo e por guerra dos sexos. Pra quem se saísse melhor, teria prêmio físico. Mas que a gente ia ver isso ao longo da noite. O primeiro jogo foi os Dados, cada um tinha que jogar uma vez dois dados, e quem tirasse o menor número tinha que pegar um dado, jogar de novo e beber a quantidade de shots que saísse. Isso é legal nas primeiras vezes, mas se acontecer como aconteceu com a Nuria, que tirou dois cincos seguidos perdendo, no final você começa a sorrir e falar besteiras antes dos outros. Depois começamos a jogar "índio", onde uma carta é fodida e você é o único que não vê a carta. Só jogamos isso umas duas vezes. Quem perdia escolhia uma das cartas usadas, juntavam todas e contavam até sair a sua carta. Nessa, eu tive que beber quatro shots. Ainda bem que podíamos escolher o que beber, senão... Depois dos jogos individuais, começaram os de meninos contra meninas. O primeiro foi o Trivial, um jogo foda que levou um tempão, e a gente foi ficando mais bêbado. Cada vez que o time adversário acertava uma pergunta de um setor, o outro time bebia. Os meninos beberam mais que as meninas, mas o ponto foi nosso. No fim desse jogo, posso dizer que, embora todos estivéssemos meio alegres, alguns já estavam bem ruins. A Sofia ria sem parar de qualquer coisa, e eu animava a galera contando besteiras e piadas. Sinceramente, fosse pelo álcool ou porque eu tinha preparado umas piadas novas, o pessoal ria pra caralho. Até o Fa me pedia pra parar porque ele ia mijar de tanto rir. E o pior é que ainda tinha um jogo rolando: por uma hora e meia, ninguém podia levantar pra mijar. Ainda bem que eu tinha ido antes, mas mesmo assim já tava apertado. Pro último jogo, os anfitriões trapacearam, embora de certa forma tenha me beneficiado. A ideia era passar um gelo (cada casal um gelo, não um gelo pra todo mundo) de boca em boca. Os outros dois casais não tinham se sentado juntos, e os dois meninos tiveram que passar o gelo entre si. Pra minha sorte, eu fiquei com o Fa, e o Fa ficou comigo e com Lídia era a outra solteira. Na real, como a Lídia é irmã do Júlio, não faz muito sentido eu falar como ela é ou se eu teria chance com ela, até porque ela tem um namorado sério. Continuamos com os jogos, e no final daquele, já dava pra ver um brilhinho nos olhos da Fátima. Quando passamos o gelo, achei que ela fosse jogar fora e a gente fosse se pegar, mas não, acho que nenhum de nós conseguiria se agarrar ali no meio do olhar de todo mundo. Quando terminamos de passar o gelo, veio outro jogo. Era strip-poker, embora eu tenha que dizer que, com certeza, as minas já sabiam, porque, mesmo com a lareira acesa e um calor gostoso, cada um tava com mais roupa que dois caras juntos. Aí rolou que, quando o primeiro de nós ficou de cueca, a que tava com menos roupa ainda tinha a camiseta e o resto. No final, sendo bem paciente e sem perder toda a minha roupa, consegui ver o corpo da Fátima mais de perto. Ela tirou a calça na minha frente, de costas, e eu pude ver, quase cheirar, a tanga dela. Depois, é verdade que ela se cobriu com uma almofada do sofá, mas mesmo assim fiquei perto, tão perto que vi uma pinta que, de biquíni, eu não teria visto. Terminamos os jogos e ficamos conversando, e nos vestimos de novo. O único que teve que se vestir completamente foi o Víctor, mas, na real, ele não ligou de ficar pelado. O que o irritou foi que, com tanto álcool, o pau não subiu um pouco, tendo três minas de calcinha na frente dele quando ele perdeu a cueca. Um a um, os casais foram pros quartos, enquanto os solteiros ficamos tomando o último gole. Fátima começou a conversar com o Víctor, e eu fui recolhendo os copos pra lavar pro café da manhã do dia seguinte. Depois, quando não vi mais ninguém na sala, fui dar uma olhada na piscina coberta. Não tava com vontade nem energia, mas queria ver se a água tava quente e precisava dar uma volta antes de dormir. Já tinha álcool suficiente no sangue pra pra acender um isqueiro. Quando eu tava lá, alguém chegou por trás e me empurrou, ainda bem que não tava muito perto da água, mas eu fiz um movimento de susto que a Fátima ficou rindo de mim até se jogar no chão. - Hahahaha, se você visse a cara de susto que você fez. - Mas Fátima, quase caí na piscina, por pouco você não me mata, do susto e de morrer afogado. - Ah, fala sério, como se você não conseguisse nadar até a borda, além disso, se você caísse, eu me jogava pra te salvar. - Se você me falar que se joga e me faz respiração boca a boca, eu deixo você me empurrar. - Você não tem coragem de se deixar empurrar. - Puf, não me provoca que eu ainda tô bêbado. - Vai, se joga. - Me joga você - eu falei, e fui tirando a roupa pra ver o que ela fazia. Já tinha ficado de cueca e via a Fátima me olhando com cara de safada. Ela chegou perto de mim, colocou uma mão no meu peito, foi passando devagarzinho me empurrando em direção à piscina, eu olhava pra ela e via que tava rindo da situação, não sabia se ela ia terminar de fazer, mas ver ela perto de mim, a poucos centímetros, nós dois bêbados e ela passando a mão no meu peito tão sensual, mesmo com tudo que eu tinha bebido, meu pacote foi levantando, pelo menos a Fátima não olhou naquele momento, mas bem quando eu tava na borda ela falou "homem ao mar" e me empurrou. Claro que ela tava rindo de mim, meio pelado, na água, e ela fora e vestida, pelo menos não viu como meu pau tinha escapado pra fora da cueca. Eu cheguei na borda e olhei pra ela de baixo, com aquela calça jeans fazendo um formato de bunda incrível, e embora eu tenha que dizer que sem ela ela tinha uma bunda gostosa, o efeito curva tava fazendo com que eu não saísse da piscina por um bom tempo. - Você falou que ia me tirar e fazer respiração boca a boca. - Falei sim, mas era só se você se afogasse. - Se você quiser, eu começo a engolir água. - Deixa pra lá, deixa pra lá, não é hora pra isso. Além disso, é melhor você ficar um Rato na água pra clarear a mente. Fiquei sem reação pelo que tinha dito, mas não pude fazer nada além de ver ela indo embora, rebolando a buceta pro meu deleite e sofrimento. Se foi pelo jeito que o comentário dela me deixou gelado, ou porque a água já tinha me clareado, mas já que tava ali, comecei a nadar. Não sei quantas braçadas dei, mas no meio de uma, alguém mergulhou do meu lado, quase me engasguei, porque tava justamente respirando, quando de repente a Fátima tira a cabeça d'água e fala que a água tava muito fria. Comecei a rir porque pra mim tava uma delícia, a água e ela, mas já que tava ali, falei pra ela não ficar parada, se mexer um pouco. Ela termina a braçada e a gente para os dois na borda, na parte funda, que não tinha muito de funda, eu tava de pé de boa, mas tinha certeza que ela não. — Fui pegar umas toalhas, gênio, senão a gente ia deixar a casa igual um brejo quando sair. — ela fala, cruzando os braços na borda, vira a cabeça e me olha sorrindo. Verdade seja dita, com o cabelo molhado, me olhando como se não tivesse feito nada de errado e ainda de calcinha tão perto de mim, não consegui resistir a mergulhar na água e soltar um grito "porra, como você é gostosa" pra depois sair com o impulso e sentar na borda, ainda bem que o tesão tinha baixado um pouco, embora com a água parecesse mais grudado em mim. Fátima subiu também e a gente ficou se secando com a toalha enquanto ainda tinha os pés na água. Comecei uma conversa sobre o que ela achava de eles casarem sem ainda morar juntos, que o mais normal hoje em dia era ter uma convivência antes, que muitos casais logo depois de casar, se não moraram juntos antes, percebem que as coisas são diferentes. Ela falou que os pais da Nuria eram muito cristãos e que não viam com bons olhos essa história de morar junto, que ainda incomodava eles o Júlio dormir no mesmo quarto da casa da vila que a Nuria durante as férias de verão. O Julio não tinha me contado isso desse jeito, mas mais ou menos eu já sabia. Depois disso, vieram umas paradas do trampo e uns comentários sobre umas fotos que ele postou no mural do Facebook, que me fizeram rir pra caralho, e naquele momento eu expliquei pra ela também. A gente ia vazar quando eu tirei a toalha dela e empurrei ela na água, de vingança por ela ter me jogado antes. Sabia que ela já tava mais ou menos seca e que não merecia, mas na hora não pensei nisso.
— Seu filho da puta, já tava quase seca.
— Minha vingança por você ter me jogado antes.
— Vai, me ajuda a sair.
— Beleza, então — cheguei perto da água, ainda com a toalha, e não achei que ela fosse me puxar. Iludido. Ela se apoiou e não sei de onde tirou força, mas me jogou na água junto com a toalha que eu ia usar pra me secar. Ela saiu da água e começou a se secar.
— Sua malvada, agora como vou me secar se minha toalha tá encharcada?
— Se vira — ela falou, piscando o olho. Saí da água e fui até ela. Ela tava se secando sem mexer a toalha, mas se queria guerra, ia ter. Cheguei perto, abri os braços e vi o corpo dela, molhado e coberto só por umas roupas encharcadas. Ela cruzou os braços e me deixou de fora, ainda olhando nos olhos dela, tremendo de frio e muito excitado.
— Se seca rápido e me empresta a toalha, que tô morrendo de frio.
— Entra na água que tá quente.
— Você deve estar quente, a água agora tá congelando — as palavras saíram sem pensar, e na real me arrependi na hora, mas não foram tão mal recebidas quanto eu imaginava.
— Bom, não vou ser tão ruim assim. Vem aqui que eu te seco um pouco. Ela tirou a toalha e colocou em cima do meu peito, com as mãos exatamente no mesmo lugar de antes, quando me empurrou. Segurei os pulsos dela sem apertar e falei que ela não ia me jogar de novo, senão a gente não teria mais nada pra se secar. Ela me olhou e disse que não era tão ruim assim. Mas Senti uma leve pressão no meu peito enquanto ela tentava me empurrar. Fiz com que ela esbarrasse em mim com a força que fazia, joguei a toalha de lado e ficamos os dois colados, sentia as gotas da água do cabelo dela caindo no meu pescoço, como o sutiã molhado e frio gelava meu peito, e percebia como meu pacote ainda preso na cueca batia na pele dela. — Acho que estamos com a roupa molhada e não é bom pra saúde ter algo molhado e frio grudado no corpo — ela disse enquanto descia as mãos pelos meus braços para pegar minhas mãos. — É melhor a gente se secar rápido, senão amanhã vamos estar meio congelados. — Ou podemos também tirar e deixar secar. Ela disse enquanto as mãos subiam pelas minhas costas de um jeito bem sensual. — Também é outra opção. Falei, mas lembrei de como ela jogava pra esquentar, então falei que se ela tirasse primeiro, eu tirava depois. — Os dois ao mesmo tempo. Ela disse se afastando de mim, mas com as mãos na cintura, deixando eu ver o corpo inteiro dela. — Não seja tão trapaceira como no strip-poker, você tem mais peças. — Tá bom, eu tiro as minhas e depois você tira as suas. — Aceito. Ela pulou na água de novo e me mandou ficar em cima. Tirou o sutiã e eu pude ver, mesmo debaixo d'água, que ela tinha uns peitos de bom tamanho. — Agora a gente tira a parte de baixo ao mesmo tempo. — É justo — falei —, mas vamos jogar na cadeira vermelha daquele lado — sabendo que eu tinha a toalha do lado e que ela teria que sair pra pegar a roupa dela. — No três ela disse, e eu já estava preparado pra tirar a cueca quando ela falasse três. — Um, dois, e trêêêêêêês. Tirei a única peça que me cobria, mas me abaixando, só pra ver se ela fazia o mesmo, e ela fez, de costas pra mim, mas fez. Então, enquanto ela tirava e jogava, eu joguei na cadeira e coloquei as mãos pra me cobrir. Fátima se virou e me Olho, na borda, nu mas coberto, ela, no entanto, estava completamente à mostra, usava os braços para não afundar, e, embora não desse pra ver direito, não vi um único pelo da mesma cor em cima e embaixo. — Não vale, você me vê e eu não vejo você. Tira as mãos. — Esse não era o trato. — Você é um trapaceiro, ela disse, e vi que nadava até a borda. — Se eu tirar as mãos, você vai ver mais de mim do que eu de você. — Então entra. E eu entrei, me joguei e mergulhei em direção a ela, sempre olhando o corpo dela. Fiquei do lado dela e, como ela, mexia os braços para não afundar. Estávamos em igualdade de condições, os dois nus, os dois na água, os dois a uma distância pequena, esticando o braço dava pra nos tocar. Embora a água distorcesse a imagem do corpo dela, pude ver que era perfeito. E não só isso, de perto parecia que ela não tinha um único pelo dos pés às sobrancelhas. — Tá gostando do que vê? — ela disse, sorrindo. — Não sei se você é perfeita só dentro d'água ou também fora, mas sim, tô gostando do que vejo. — Pois eu também tô gostando do que vejo, e não sei por quê, mas parece que a água tá começando a esquentar, e não quero sair. — Acho que somos nós que estamos aumentando a temperatura. Continuamos como se estivéssemos esperando o outro dar o primeiro passo. Nadando um em volta do outro, eu não aguentava mais, cada vez parecia que eu estava perdendo tempo. Tinha a chance de ficar com essa mina e estava enrolando, mas até aquele momento. Apoiei o pé no fundo da água, peguei ela pela cintura e Fátima parou de mexer os braços, já não precisava mais se manter na superfície, eu a segurava. Aproximei ela de mim enquanto ela colocava as mãos no meu pescoço, virando-o para receber aquele primeiro e maravilhoso toque dos lábios dela. Foi suave, só um toque, nem língua nem amasso, isso viria depois. O toque tinha gosto de água, de desejo e de sexo, porque os dois estávamos loucos pra transar, e, embora eu quisesse ter dito naquele Momento que já tava afim dela há um tempão, sabia que a Fátima curtia demais a bagunça (embora todo mundo tenha uma hora pra parar), talvez não fosse o melhor momento pra puxar esse assunto. A Fátima me beijou de novo, mas dessa vez a gente usou a língua e foi a faísca que começou tudo. Durante aquele beijo, nossas mãos exploraram o corpo um do outro, como eu tava com os pés no chão e segurava a Fátima, a gente conseguiu ter um pouco mais de estabilidade, embora, na real, se a gente se mexesse muito, junto com o chão escorregadio e o movimento da água, era melhor se mexer pouco. Minhas mãos nos quadris dela foram pra bunda dela e pros peitos dela, era incrível o toque na água, deixava tudo mais suave, e as mãos avançavam mais rápido. Quando minha mão passou pelo peito dela e chegou no mamilo, foi como se eu encontrasse o pino pra encher os flutuadores, toquei pra deixar ele duro e, quando tava bem ereto, me desgrudei daquele beijo e levei a boca pro mamilo dela enquanto com a outra mão segurava ela por trás da cintura. A Fátima também não perdia tempo, enquanto minha mão apertava o peito dela, ela foi descendo e encontrou meu pau tão duro que parecia o periscópio de um submarino, pronto pra entrar em combate. Primeiro ela conferiu o tamanho, e a verdade é que aquele –uhmmmm- dela soou como aprovação da parte dela, depois foi fazendo uma massagem da cabeça ao saco, uma vez e outra, eu tava no paraíso pensando que se com as mãos ela era tão boa, não queria nem imaginar como seria com o resto do corpo, e digo que não queria imaginar, porque o que eu queria era conferir. Levei ela pra escada e deixei ela sentar, mas peguei ela pela bunda pra ficar pra fora, abri as pernas dela e me deparei com a buceta dela, molhada pela água e úmida pela excitação. Ver ela assim era como olhar pra uma catedral gótica pela primeira vez, você não conseguia pensar que existia algo tão perfeito. Ela passou a mão na buceta dela pra secar um pouco, ver ela como se fosse se masturbar me deixou louco, tirei a mão dela A mão depois que secou um pouco e enfiei minha cabeça entre as pernas dela. Não tinha gosto de nada, pelo menos no começo, depois minha língua foi aprofundando e encontrei um sabor que nunca pensei que existisse. Gostei tanto e estava indo tão fundo pra pegar mais que nem percebia o que estava fazendo com a Fátima, tava matando ela de prazer. Ela se agarrava no corrimão e bufava como se estivesse cansada, mas cansada de segurar o orgasmo que veio quando enfiei um dedo pra tirar mais daquele mel. O orgasmo foi tão forte que ela fechou as pernas deixando minha cabeça presa, não apertou muito, mas mesmo assim se deitou pra relaxar. Subi a escada e a primeira coisa que vi foi meu pau duro dando oi, a primeira coisa que ela fez foi pegar ele e se levantar agarrada em mim. Era minha vez de gozar, trocamos de lugar, eu sentei na escada e ela voltou pra água, já estava seca mas mesmo assim entrou, acho que a água fria na buceta dela fez bem, pra acalmar o calor. Ela apoiou as mãos nos meus joelhos e subiu pra me beijar na boca, e depois disso desceu, arrumou o cabelo, jogou pro lado e pegou meu tronco pra começar a dar beijinhos, ternos e suaves que arrepiaram minha pele, com os beijos ela foi secando ele e depois enfiou devagar na boca, e com a língua brincava com a glande. Foram uns minutos de êxtase, se não fosse porque comecei a pensar nas esculturas do Botero, eu teria gozado em dois minutos, mas aguentei o máximo que pude e não quis ir até o fim. Mesmo curtindo aquele momento, parei ela, peguei pelas axilas, passei o dedo nos lábios dela estilo anúncio do Martini e beijei. Talvez tenha caras que achem nojento, mas pra mim nada do corpo da Fátima era indigno de beijar, e menos ainda os lábios dela, mesmo que segundos antes ela estivesse chupando meu pau. Tentei levantar ela pra deitar na espreguiçadeira, mas ela mandou eu entrar na água. E foi assim. nós entramos na água, ela se afastou de costas pra mim e me respingou com os pés, mas eu peguei ela pelos tornozelos e puxei pra perto. Ela passou as pernas na minha cintura e me agarrou por trás. Ficamos os dois nos olhando nos olhos, com nossos sexos se tocando, se roçando, querendo se encaixar, e não demorou pra gente fazer isso. Fátima guiou meu pau e me disse que na água se sentem coisas que numa cama não se sentem, e assim, me deixando na dúvida e com vontade de saber do que ela tava falando, quando percebi que minha cabeça já tava entrando, dei um pulinho pra meter melhor. Mas como a gente tava junto, ela também deu um pulinho, mas ao fazer isso, saiu tudo o pouco que tava dentro. Fátima pegou meu pau de novo e colocou de novo na frente da bucetinha dela, e me disse pra não pular, pra fazer normal. E foi assim que, aos poucos, entrei dentro dela, com a água tocando nossos sexos e nos acariciando a cada movimento. Segurar o corpo dela era mais fácil do que nessa mesma posição fora d'água, mas mesmo assim, depois de um bom tempo, eu cansei. Beijei ela e tirei ela da água, deixando ela na borda. Coloquei a toalha seca em cima da espreguiçadeira e deitei ela em cima. Parecia uma Vênus, deitada e nua. Nunca vou esquecer como a luz da lua e de um poste da rua era a única iluminação que a gente tinha, mas dava e sobrava. Deitei em cima dela e dessa vez fui eu quem guiou meu pau pra penetrar ela. Queria fazer com paixão, com a mesma paixão com que eu teria dito que tava louco por ela, mas não queria nem devia dizer, não era a hora, mas era a hora de sentir. Quando penetrei ela toda, Fátima gemeu. Não é que eu tivesse feito com muita força nem que meu pau fosse enorme, era que a espreguiçadeira era de ferro e, mesmo com a toalha e as almofadas, aquela espreguiçadeira foi feita pra outras coisas, mas Fátima me disse pra continuar, mesmo que eu não deitasse em cima dela. Com meus braços de cada lado do tronco dela e minhas pernas entre as dela, comecei uma bombada contínua e fundo, fazendo de tudo pra satisfazer ela, e ela tava dando o melhor de si. A cada estocada ela respirava mais fundo, não sei se de dor ou de prazer, mas quando eu tirei pra trocar de posição, tive certeza que ela não ia esquecer aquele tesão por anos. Agora era eu quem tava deitado e ela subiu em cima, ver ela seca era tão erótico quanto ver ela molhada. E nem preciso dizer que ver ela nua superava tudo que eu tinha sonhado. Ela se posicionou com cada perna de um lado da minha cintura e desceu, enquanto eu via meu pau desaparecer dentro dela, sentindo o calor da buceta dela e a pressão das paredes me levando a um prazer que nunca tive com nenhuma outra mina. Peguei nos peitos dela enquanto ela rebolava em cima de mim e mexia a cintura em círculos, ou enfiava tudo e avançava o quadril pra depois recuar. Não sei nem quero saber como ela aprendeu tanto sobre sexo, mas sem dúvida é a mina que melhor conhece o próprio corpo e melhor usa ele. A gente já tava chegando no final, porque mesmo sem relógio ou jeito de saber quanto tempo a gente tava na água, depois de tudo que a gente fez já tava mais que na hora. Fátima tinha gozado pelo menos uma vez, e eu tava tão perto que quando ela se inclinou e perguntou se eu ia gozar logo, quase nem respondi e gozei dentro, mas falei que sim, que tava perto. Ela disse que tomava a pílula e que eu podia gozar dentro, então sem pensar, beijei ela, acelerei duas estocadas e soltei dentro da buceta dela uma gozada que inundou tudo. Senti meu pau ainda tendo espasmos dentro dela enquanto a gente continuava se beijando, sentia o saindo aos poucos da buceta dela, e depois do beijo a gente ainda trocava uns beijinhos. E percebi que tinha me apaixonado por ela quando olhei nos olhos dela depois de falar que tinha sido a melhor noite da minha vida. Fátima não respondeu, só me beijou de novo e tocou no meu nariz enquanto se levantava. Ver ela de pé procurando a roupa me fez pensar um monte de coisas. coisas, mas nenhuma palavra saiu da minha boca. Nos vestimos com as poucas roupas que estavam secas e deixamos as coisas da piscina bem arrumadas. Nem sinal de que ali tinha rolado uma sessão de sexo descontrolado. Quando estávamos quase chegando em casa, peguei na mão dela. Ela parou pra ouvir, mas foi a primeira a falar.
— Talvez a gente deva conversar sobre isso amanhã, agora é melhor descansarmos um pouco. — disse ela depois de segurar minhas mãos.
— Tá bom, mas antes de você subir, quero te dizer que... — e ela me deixou com a palavra na boca.
— A gente conversa amanhã, certeza que você pode esperar umas horas, além disso, quem sabe assim você sente mais minha falta e me fala umas coisas românticas. — e me deu um beijo na boca e foi pro quarto dela.
Meu colega de quarto, felizmente, dormia com máscara, então quando cheguei, não fiz — ou pelo menos tentei não fazer — barulho pra não acordar ele. Fui um dos últimos a acordar, e quando levantei, metade dos meus amigos já tava na água da piscina. Coloquei meu sungão e fui ver se entrava na festa, mas quando vi que a Fátima não tava, falei que tinha esquecido a toalha e voltei pra casa. Quando entrei, a Fátima tava tomando café com a Nuria. A gente se cumprimentou sem graça e eu perguntei se iam pra piscina. A Nuria disse que sim, e a Fátima falou que não tava afim. Subi as escadas e, quando desci, vi ela olhando pela janela da cozinha com a caneca de café na mão. Quis chegar por trás e soprar no ouvido dela, mas ela me viu e não deu. Em vez disso, largou a caneca na mesa e veio me beijar. Claro que deixei ela me beijar, e mais que isso: agarrei ela nos meus braços e, se não fosse porque alguém podia aparecer, teria comido ela em cima da mesa da cozinha.
— Dormiu bem? Espero que sim, com o cansaço que te deixei. — e falou isso enquanto se encostava em mim pra beijar meu pescoço.
— Dormi muito bem, mas o sonho de verdade foi antes de deitar: sonhei com a mulher mais gostosa do mundo. mundo. - Te fale que curto umas paradas românticas, mas pelo visto você não teve tempo de reabastecer o arsenal. - Um dia que eu tiver descansado mais, te falo umas coisas românticas. - Diego, o que rolou ontem foi algo que eu não tinha planejado, e não me arrependo, mas talvez a gente deva ir com calma. Se a gente contar agora pros outros, vai mudar tudo pra pior, então te peço pra não falar nada. Não quero que pensem que você foi só mais uma transa de uma das minhas noites de bebedeira. - Beleza, além do mais, não ligo pro que uns e outros vão achar, se é que iam acreditar em mim. - Bom, você não seria o primeiro amigo que eu pego e depois sai se gabando que me comeu, embora essas coisas já fazem tempo. E acho que você não é desse tipo, porque eu esperava ser mais que isso pra você. Não quero que depois fiquem me olhando com cara de safada por causa dos detalhes que você contar. - Fátima, te falei que não precisa pedir, eu não ia fazer isso. Isso é algo particular entre eu e você. E mais, queria te dizer que aquilo não rolou num momento de bebedeira. - Valeu. - E ao dizer isso, pegou minhas mãos de novo. - Fátima, pode parecer estranho, ainda mais agora, mas eu queria, bom, quero saber se isso foi só sexo ou se talvez seja algo mais. O que quero dizer, e você já deve saber, se o Júlio ou a Nuria te contaram, é que sou um cara que se apaixona fácil, com um olhar já me apaixono por uma mina, e com o que a gente fez ontem, tenho motivo pra me apaixonar por três vidas. - Hahaha, sim, já me falaram, e olha, por mais que você não acredite, pra mim ontem não foi só sexo. Mas não posso te prometer que a gente vai devagar, porque depois do que rolou ontem, já pulamos uns encontros. Eu adoraria te ver de novo, ficar só nós dois. Mas o que resta do aniversário, a gente vai fingir que não tem nada entre a gente. - Claro, a gente continua fingindo, mas também é verdade que quando não tinha ninguém por perto, eu me aproximava dela e Sussurrava no meu ouvido como eu era gostosa. Fátima ria e não me dizia nada, mas ela também brincava, me mandava WhatsApp falando pra eu ir na cozinha pegar algo pra beber e depois ela aparecia e me dava um beijo. A gente teve que sair pra comprar gelo no posto, e como era de dia não fizemos nada, mas enquanto estávamos no posto, pude passar a mão no corpo dela de novo e beijar ela sem medo de nossos amigos verem. Passamos o resto do sábado entre o churrasco e a piscina. Por sorte ou por azar, não tivemos muito tempo pra ficar sozinhos, porque cada vez que olhava pra ela, me apaixonava mais. Dava pra ver nos meus olhos, e quando ela disse que ia tirar um cochilo, fiquei tentado demais a seguir ela, mas fiquei jogando truco, aquela partida clássica que a gente jogava nos domingos há anos. De noite, continuamos bebendo e com as brincadeiras noturnas, dessa vez a gente ficou separado, mas não teve nenhum jogo de passar o gelo, então a gente só se divertiu pra caralho. Pra ir pra cama, umas 4 da manhã, esperei ela no jardim, tinha mandado uma mensagem e, bom, ela não me fez esperar muito. Ela desceu de pijama comprido, cabelo preso num rabo de cavalo, e totalmente sem maquiagem, tipo, mais natural e mais gostosa impossível. — Falei pras meninas que ia beber água, que a gente tá detonando vocês, todos os caras. — ela disse e piscou um olho quando falou "caras". — Só queria te dar boa noite, você subiu quando eu tava arrumando as coisas e não me deixou, além de que tinha muita gente na frente pra te dar boa noite do jeito que eu queria. — Que safado você é, e que romântico fica de noite. E nisso ela chegou perto de mim e me deu um beijo, se afastou, e fui eu que peguei ela pela cintura e dei outro, esse com um pouco mais de tesão. Mas foi rápido, falei boa noite e abri a porta que dava pra sala pra ela entrar. No dia seguinte, começamos cedo a arrumar as coisas, a gente tinha combinado de almoçar cada um na sua casa, se quisesse. embora ainda tivesse comida. Cada um voltou pra sua casa, e naquele mesmo domingo, mesmo tendo nos despedido há poucas horas, a gente se encontrou de novo, dessa vez só nós dois. A gente ia começar algo, e ia começar com a mesma empolgação de quem não conhecesse o corpo do outro tão bem quanto a gente conhecia.
— Seu filho da puta, já tava quase seca.
— Minha vingança por você ter me jogado antes.
— Vai, me ajuda a sair.
— Beleza, então — cheguei perto da água, ainda com a toalha, e não achei que ela fosse me puxar. Iludido. Ela se apoiou e não sei de onde tirou força, mas me jogou na água junto com a toalha que eu ia usar pra me secar. Ela saiu da água e começou a se secar.
— Sua malvada, agora como vou me secar se minha toalha tá encharcada?
— Se vira — ela falou, piscando o olho. Saí da água e fui até ela. Ela tava se secando sem mexer a toalha, mas se queria guerra, ia ter. Cheguei perto, abri os braços e vi o corpo dela, molhado e coberto só por umas roupas encharcadas. Ela cruzou os braços e me deixou de fora, ainda olhando nos olhos dela, tremendo de frio e muito excitado.
— Se seca rápido e me empresta a toalha, que tô morrendo de frio.
— Entra na água que tá quente.
— Você deve estar quente, a água agora tá congelando — as palavras saíram sem pensar, e na real me arrependi na hora, mas não foram tão mal recebidas quanto eu imaginava.
— Bom, não vou ser tão ruim assim. Vem aqui que eu te seco um pouco. Ela tirou a toalha e colocou em cima do meu peito, com as mãos exatamente no mesmo lugar de antes, quando me empurrou. Segurei os pulsos dela sem apertar e falei que ela não ia me jogar de novo, senão a gente não teria mais nada pra se secar. Ela me olhou e disse que não era tão ruim assim. Mas Senti uma leve pressão no meu peito enquanto ela tentava me empurrar. Fiz com que ela esbarrasse em mim com a força que fazia, joguei a toalha de lado e ficamos os dois colados, sentia as gotas da água do cabelo dela caindo no meu pescoço, como o sutiã molhado e frio gelava meu peito, e percebia como meu pacote ainda preso na cueca batia na pele dela. — Acho que estamos com a roupa molhada e não é bom pra saúde ter algo molhado e frio grudado no corpo — ela disse enquanto descia as mãos pelos meus braços para pegar minhas mãos. — É melhor a gente se secar rápido, senão amanhã vamos estar meio congelados. — Ou podemos também tirar e deixar secar. Ela disse enquanto as mãos subiam pelas minhas costas de um jeito bem sensual. — Também é outra opção. Falei, mas lembrei de como ela jogava pra esquentar, então falei que se ela tirasse primeiro, eu tirava depois. — Os dois ao mesmo tempo. Ela disse se afastando de mim, mas com as mãos na cintura, deixando eu ver o corpo inteiro dela. — Não seja tão trapaceira como no strip-poker, você tem mais peças. — Tá bom, eu tiro as minhas e depois você tira as suas. — Aceito. Ela pulou na água de novo e me mandou ficar em cima. Tirou o sutiã e eu pude ver, mesmo debaixo d'água, que ela tinha uns peitos de bom tamanho. — Agora a gente tira a parte de baixo ao mesmo tempo. — É justo — falei —, mas vamos jogar na cadeira vermelha daquele lado — sabendo que eu tinha a toalha do lado e que ela teria que sair pra pegar a roupa dela. — No três ela disse, e eu já estava preparado pra tirar a cueca quando ela falasse três. — Um, dois, e trêêêêêêês. Tirei a única peça que me cobria, mas me abaixando, só pra ver se ela fazia o mesmo, e ela fez, de costas pra mim, mas fez. Então, enquanto ela tirava e jogava, eu joguei na cadeira e coloquei as mãos pra me cobrir. Fátima se virou e me Olho, na borda, nu mas coberto, ela, no entanto, estava completamente à mostra, usava os braços para não afundar, e, embora não desse pra ver direito, não vi um único pelo da mesma cor em cima e embaixo. — Não vale, você me vê e eu não vejo você. Tira as mãos. — Esse não era o trato. — Você é um trapaceiro, ela disse, e vi que nadava até a borda. — Se eu tirar as mãos, você vai ver mais de mim do que eu de você. — Então entra. E eu entrei, me joguei e mergulhei em direção a ela, sempre olhando o corpo dela. Fiquei do lado dela e, como ela, mexia os braços para não afundar. Estávamos em igualdade de condições, os dois nus, os dois na água, os dois a uma distância pequena, esticando o braço dava pra nos tocar. Embora a água distorcesse a imagem do corpo dela, pude ver que era perfeito. E não só isso, de perto parecia que ela não tinha um único pelo dos pés às sobrancelhas. — Tá gostando do que vê? — ela disse, sorrindo. — Não sei se você é perfeita só dentro d'água ou também fora, mas sim, tô gostando do que vejo. — Pois eu também tô gostando do que vejo, e não sei por quê, mas parece que a água tá começando a esquentar, e não quero sair. — Acho que somos nós que estamos aumentando a temperatura. Continuamos como se estivéssemos esperando o outro dar o primeiro passo. Nadando um em volta do outro, eu não aguentava mais, cada vez parecia que eu estava perdendo tempo. Tinha a chance de ficar com essa mina e estava enrolando, mas até aquele momento. Apoiei o pé no fundo da água, peguei ela pela cintura e Fátima parou de mexer os braços, já não precisava mais se manter na superfície, eu a segurava. Aproximei ela de mim enquanto ela colocava as mãos no meu pescoço, virando-o para receber aquele primeiro e maravilhoso toque dos lábios dela. Foi suave, só um toque, nem língua nem amasso, isso viria depois. O toque tinha gosto de água, de desejo e de sexo, porque os dois estávamos loucos pra transar, e, embora eu quisesse ter dito naquele Momento que já tava afim dela há um tempão, sabia que a Fátima curtia demais a bagunça (embora todo mundo tenha uma hora pra parar), talvez não fosse o melhor momento pra puxar esse assunto. A Fátima me beijou de novo, mas dessa vez a gente usou a língua e foi a faísca que começou tudo. Durante aquele beijo, nossas mãos exploraram o corpo um do outro, como eu tava com os pés no chão e segurava a Fátima, a gente conseguiu ter um pouco mais de estabilidade, embora, na real, se a gente se mexesse muito, junto com o chão escorregadio e o movimento da água, era melhor se mexer pouco. Minhas mãos nos quadris dela foram pra bunda dela e pros peitos dela, era incrível o toque na água, deixava tudo mais suave, e as mãos avançavam mais rápido. Quando minha mão passou pelo peito dela e chegou no mamilo, foi como se eu encontrasse o pino pra encher os flutuadores, toquei pra deixar ele duro e, quando tava bem ereto, me desgrudei daquele beijo e levei a boca pro mamilo dela enquanto com a outra mão segurava ela por trás da cintura. A Fátima também não perdia tempo, enquanto minha mão apertava o peito dela, ela foi descendo e encontrou meu pau tão duro que parecia o periscópio de um submarino, pronto pra entrar em combate. Primeiro ela conferiu o tamanho, e a verdade é que aquele –uhmmmm- dela soou como aprovação da parte dela, depois foi fazendo uma massagem da cabeça ao saco, uma vez e outra, eu tava no paraíso pensando que se com as mãos ela era tão boa, não queria nem imaginar como seria com o resto do corpo, e digo que não queria imaginar, porque o que eu queria era conferir. Levei ela pra escada e deixei ela sentar, mas peguei ela pela bunda pra ficar pra fora, abri as pernas dela e me deparei com a buceta dela, molhada pela água e úmida pela excitação. Ver ela assim era como olhar pra uma catedral gótica pela primeira vez, você não conseguia pensar que existia algo tão perfeito. Ela passou a mão na buceta dela pra secar um pouco, ver ela como se fosse se masturbar me deixou louco, tirei a mão dela A mão depois que secou um pouco e enfiei minha cabeça entre as pernas dela. Não tinha gosto de nada, pelo menos no começo, depois minha língua foi aprofundando e encontrei um sabor que nunca pensei que existisse. Gostei tanto e estava indo tão fundo pra pegar mais que nem percebia o que estava fazendo com a Fátima, tava matando ela de prazer. Ela se agarrava no corrimão e bufava como se estivesse cansada, mas cansada de segurar o orgasmo que veio quando enfiei um dedo pra tirar mais daquele mel. O orgasmo foi tão forte que ela fechou as pernas deixando minha cabeça presa, não apertou muito, mas mesmo assim se deitou pra relaxar. Subi a escada e a primeira coisa que vi foi meu pau duro dando oi, a primeira coisa que ela fez foi pegar ele e se levantar agarrada em mim. Era minha vez de gozar, trocamos de lugar, eu sentei na escada e ela voltou pra água, já estava seca mas mesmo assim entrou, acho que a água fria na buceta dela fez bem, pra acalmar o calor. Ela apoiou as mãos nos meus joelhos e subiu pra me beijar na boca, e depois disso desceu, arrumou o cabelo, jogou pro lado e pegou meu tronco pra começar a dar beijinhos, ternos e suaves que arrepiaram minha pele, com os beijos ela foi secando ele e depois enfiou devagar na boca, e com a língua brincava com a glande. Foram uns minutos de êxtase, se não fosse porque comecei a pensar nas esculturas do Botero, eu teria gozado em dois minutos, mas aguentei o máximo que pude e não quis ir até o fim. Mesmo curtindo aquele momento, parei ela, peguei pelas axilas, passei o dedo nos lábios dela estilo anúncio do Martini e beijei. Talvez tenha caras que achem nojento, mas pra mim nada do corpo da Fátima era indigno de beijar, e menos ainda os lábios dela, mesmo que segundos antes ela estivesse chupando meu pau. Tentei levantar ela pra deitar na espreguiçadeira, mas ela mandou eu entrar na água. E foi assim. nós entramos na água, ela se afastou de costas pra mim e me respingou com os pés, mas eu peguei ela pelos tornozelos e puxei pra perto. Ela passou as pernas na minha cintura e me agarrou por trás. Ficamos os dois nos olhando nos olhos, com nossos sexos se tocando, se roçando, querendo se encaixar, e não demorou pra gente fazer isso. Fátima guiou meu pau e me disse que na água se sentem coisas que numa cama não se sentem, e assim, me deixando na dúvida e com vontade de saber do que ela tava falando, quando percebi que minha cabeça já tava entrando, dei um pulinho pra meter melhor. Mas como a gente tava junto, ela também deu um pulinho, mas ao fazer isso, saiu tudo o pouco que tava dentro. Fátima pegou meu pau de novo e colocou de novo na frente da bucetinha dela, e me disse pra não pular, pra fazer normal. E foi assim que, aos poucos, entrei dentro dela, com a água tocando nossos sexos e nos acariciando a cada movimento. Segurar o corpo dela era mais fácil do que nessa mesma posição fora d'água, mas mesmo assim, depois de um bom tempo, eu cansei. Beijei ela e tirei ela da água, deixando ela na borda. Coloquei a toalha seca em cima da espreguiçadeira e deitei ela em cima. Parecia uma Vênus, deitada e nua. Nunca vou esquecer como a luz da lua e de um poste da rua era a única iluminação que a gente tinha, mas dava e sobrava. Deitei em cima dela e dessa vez fui eu quem guiou meu pau pra penetrar ela. Queria fazer com paixão, com a mesma paixão com que eu teria dito que tava louco por ela, mas não queria nem devia dizer, não era a hora, mas era a hora de sentir. Quando penetrei ela toda, Fátima gemeu. Não é que eu tivesse feito com muita força nem que meu pau fosse enorme, era que a espreguiçadeira era de ferro e, mesmo com a toalha e as almofadas, aquela espreguiçadeira foi feita pra outras coisas, mas Fátima me disse pra continuar, mesmo que eu não deitasse em cima dela. Com meus braços de cada lado do tronco dela e minhas pernas entre as dela, comecei uma bombada contínua e fundo, fazendo de tudo pra satisfazer ela, e ela tava dando o melhor de si. A cada estocada ela respirava mais fundo, não sei se de dor ou de prazer, mas quando eu tirei pra trocar de posição, tive certeza que ela não ia esquecer aquele tesão por anos. Agora era eu quem tava deitado e ela subiu em cima, ver ela seca era tão erótico quanto ver ela molhada. E nem preciso dizer que ver ela nua superava tudo que eu tinha sonhado. Ela se posicionou com cada perna de um lado da minha cintura e desceu, enquanto eu via meu pau desaparecer dentro dela, sentindo o calor da buceta dela e a pressão das paredes me levando a um prazer que nunca tive com nenhuma outra mina. Peguei nos peitos dela enquanto ela rebolava em cima de mim e mexia a cintura em círculos, ou enfiava tudo e avançava o quadril pra depois recuar. Não sei nem quero saber como ela aprendeu tanto sobre sexo, mas sem dúvida é a mina que melhor conhece o próprio corpo e melhor usa ele. A gente já tava chegando no final, porque mesmo sem relógio ou jeito de saber quanto tempo a gente tava na água, depois de tudo que a gente fez já tava mais que na hora. Fátima tinha gozado pelo menos uma vez, e eu tava tão perto que quando ela se inclinou e perguntou se eu ia gozar logo, quase nem respondi e gozei dentro, mas falei que sim, que tava perto. Ela disse que tomava a pílula e que eu podia gozar dentro, então sem pensar, beijei ela, acelerei duas estocadas e soltei dentro da buceta dela uma gozada que inundou tudo. Senti meu pau ainda tendo espasmos dentro dela enquanto a gente continuava se beijando, sentia o saindo aos poucos da buceta dela, e depois do beijo a gente ainda trocava uns beijinhos. E percebi que tinha me apaixonado por ela quando olhei nos olhos dela depois de falar que tinha sido a melhor noite da minha vida. Fátima não respondeu, só me beijou de novo e tocou no meu nariz enquanto se levantava. Ver ela de pé procurando a roupa me fez pensar um monte de coisas. coisas, mas nenhuma palavra saiu da minha boca. Nos vestimos com as poucas roupas que estavam secas e deixamos as coisas da piscina bem arrumadas. Nem sinal de que ali tinha rolado uma sessão de sexo descontrolado. Quando estávamos quase chegando em casa, peguei na mão dela. Ela parou pra ouvir, mas foi a primeira a falar.
— Talvez a gente deva conversar sobre isso amanhã, agora é melhor descansarmos um pouco. — disse ela depois de segurar minhas mãos.
— Tá bom, mas antes de você subir, quero te dizer que... — e ela me deixou com a palavra na boca.
— A gente conversa amanhã, certeza que você pode esperar umas horas, além disso, quem sabe assim você sente mais minha falta e me fala umas coisas românticas. — e me deu um beijo na boca e foi pro quarto dela.
Meu colega de quarto, felizmente, dormia com máscara, então quando cheguei, não fiz — ou pelo menos tentei não fazer — barulho pra não acordar ele. Fui um dos últimos a acordar, e quando levantei, metade dos meus amigos já tava na água da piscina. Coloquei meu sungão e fui ver se entrava na festa, mas quando vi que a Fátima não tava, falei que tinha esquecido a toalha e voltei pra casa. Quando entrei, a Fátima tava tomando café com a Nuria. A gente se cumprimentou sem graça e eu perguntei se iam pra piscina. A Nuria disse que sim, e a Fátima falou que não tava afim. Subi as escadas e, quando desci, vi ela olhando pela janela da cozinha com a caneca de café na mão. Quis chegar por trás e soprar no ouvido dela, mas ela me viu e não deu. Em vez disso, largou a caneca na mesa e veio me beijar. Claro que deixei ela me beijar, e mais que isso: agarrei ela nos meus braços e, se não fosse porque alguém podia aparecer, teria comido ela em cima da mesa da cozinha.
— Dormiu bem? Espero que sim, com o cansaço que te deixei. — e falou isso enquanto se encostava em mim pra beijar meu pescoço.
— Dormi muito bem, mas o sonho de verdade foi antes de deitar: sonhei com a mulher mais gostosa do mundo. mundo. - Te fale que curto umas paradas românticas, mas pelo visto você não teve tempo de reabastecer o arsenal. - Um dia que eu tiver descansado mais, te falo umas coisas românticas. - Diego, o que rolou ontem foi algo que eu não tinha planejado, e não me arrependo, mas talvez a gente deva ir com calma. Se a gente contar agora pros outros, vai mudar tudo pra pior, então te peço pra não falar nada. Não quero que pensem que você foi só mais uma transa de uma das minhas noites de bebedeira. - Beleza, além do mais, não ligo pro que uns e outros vão achar, se é que iam acreditar em mim. - Bom, você não seria o primeiro amigo que eu pego e depois sai se gabando que me comeu, embora essas coisas já fazem tempo. E acho que você não é desse tipo, porque eu esperava ser mais que isso pra você. Não quero que depois fiquem me olhando com cara de safada por causa dos detalhes que você contar. - Fátima, te falei que não precisa pedir, eu não ia fazer isso. Isso é algo particular entre eu e você. E mais, queria te dizer que aquilo não rolou num momento de bebedeira. - Valeu. - E ao dizer isso, pegou minhas mãos de novo. - Fátima, pode parecer estranho, ainda mais agora, mas eu queria, bom, quero saber se isso foi só sexo ou se talvez seja algo mais. O que quero dizer, e você já deve saber, se o Júlio ou a Nuria te contaram, é que sou um cara que se apaixona fácil, com um olhar já me apaixono por uma mina, e com o que a gente fez ontem, tenho motivo pra me apaixonar por três vidas. - Hahaha, sim, já me falaram, e olha, por mais que você não acredite, pra mim ontem não foi só sexo. Mas não posso te prometer que a gente vai devagar, porque depois do que rolou ontem, já pulamos uns encontros. Eu adoraria te ver de novo, ficar só nós dois. Mas o que resta do aniversário, a gente vai fingir que não tem nada entre a gente. - Claro, a gente continua fingindo, mas também é verdade que quando não tinha ninguém por perto, eu me aproximava dela e Sussurrava no meu ouvido como eu era gostosa. Fátima ria e não me dizia nada, mas ela também brincava, me mandava WhatsApp falando pra eu ir na cozinha pegar algo pra beber e depois ela aparecia e me dava um beijo. A gente teve que sair pra comprar gelo no posto, e como era de dia não fizemos nada, mas enquanto estávamos no posto, pude passar a mão no corpo dela de novo e beijar ela sem medo de nossos amigos verem. Passamos o resto do sábado entre o churrasco e a piscina. Por sorte ou por azar, não tivemos muito tempo pra ficar sozinhos, porque cada vez que olhava pra ela, me apaixonava mais. Dava pra ver nos meus olhos, e quando ela disse que ia tirar um cochilo, fiquei tentado demais a seguir ela, mas fiquei jogando truco, aquela partida clássica que a gente jogava nos domingos há anos. De noite, continuamos bebendo e com as brincadeiras noturnas, dessa vez a gente ficou separado, mas não teve nenhum jogo de passar o gelo, então a gente só se divertiu pra caralho. Pra ir pra cama, umas 4 da manhã, esperei ela no jardim, tinha mandado uma mensagem e, bom, ela não me fez esperar muito. Ela desceu de pijama comprido, cabelo preso num rabo de cavalo, e totalmente sem maquiagem, tipo, mais natural e mais gostosa impossível. — Falei pras meninas que ia beber água, que a gente tá detonando vocês, todos os caras. — ela disse e piscou um olho quando falou "caras". — Só queria te dar boa noite, você subiu quando eu tava arrumando as coisas e não me deixou, além de que tinha muita gente na frente pra te dar boa noite do jeito que eu queria. — Que safado você é, e que romântico fica de noite. E nisso ela chegou perto de mim e me deu um beijo, se afastou, e fui eu que peguei ela pela cintura e dei outro, esse com um pouco mais de tesão. Mas foi rápido, falei boa noite e abri a porta que dava pra sala pra ela entrar. No dia seguinte, começamos cedo a arrumar as coisas, a gente tinha combinado de almoçar cada um na sua casa, se quisesse. embora ainda tivesse comida. Cada um voltou pra sua casa, e naquele mesmo domingo, mesmo tendo nos despedido há poucas horas, a gente se encontrou de novo, dessa vez só nós dois. A gente ia começar algo, e ia começar com a mesma empolgação de quem não conhecesse o corpo do outro tão bem quanto a gente conhecia.
2 comentários - Trilogia do Casamento: Pedido e Festa
Te deseo un feliz año 2012