Antes mesmo de morar com a Fabiola, eu já sabia o quanto ela era provocante, e se fosse só isso, nem teria me incomodado em dar uma lição nela, mas além de provocante, ela é meio atrevida e bem sem-vergonha, não só no jeito de se vestir, mas também na forma de agir. Sei muito bem que isso é culpa minha por viver com uma mulher muito mais nova do que eu, já que ela ainda não fez vinte e cinco anos, enquanto eu tenho facilmente mais de quarenta anos a mais que ela.
Mas sabendo no que estava me metendo, eu fiz isso, e como não sou bobo, estou bem ciente de que, com certeza, ela já me traiu mais de uma vez, sem maiores consequências. Porém, com o passar do tempo, em vez de amadurecer um pouco, aconteceu exatamente o contrário. Nas últimas saídas para festas ou bares que fomos, ela se comportava de um jeito ainda mais provocante, para não dizer da maneira mais vadia, a ponto de eu precisar chamar a atenção dela discretamente. No começo, bastava falar baixinho, depois passei a dar um beliscãozinho naquela bunda bem formada dela, o que fazia com que ela percebesse o que estava fazendo e se ajeitasse rapidinho.
Mas parece que os beliscões perderam o efeito, e a Fabiola flertava com qualquer um que aparecia na frente. Além disso, mostrava as coxas e até mais sem nenhuma vergonha. Quando não era os peitos dela praticamente pulando pra fora da roupa, ou graças às saias bem curtas e minúsculas que ela usava o tempo todo, ao se inclinar dava pra ver claramente, sem muito esforço, boa parte da bunda apertada dela, e às vezes até a buceta, mal coberta por uma daquelas calcinhas caras que não passam de um fio dental.
Então chegou o dia em que me cansei desse excesso de provocação e sem-vergonhice. Foi quando decidi dar uma lição na minha mulher. Disse a ela que passaríamos o próximo fim de semana em minha fazenda, e depois de chegar, tomar banho e trocar de roupa, e comer alguma coisa, quando a noite chegou, falei pra ela que tinha uma reuniãozinha, com o pessoal da fazenda, naquela noite. Convidei vários peões pessoalmente, todos bem jovens e fortes. Fabiola, por sua vez, ao me ouvir falar que teria uma reunião, sem fazer a menor ideia do que se tratava, trocou de roupa de novo, vestindo com certeza o que encontrou de mais provocante. Conforme os cinco peões foram chegando, nos reunimos no pátio em frente à casa da fazenda, onde eu tinha preparado um par de mesas com bebida e um pouco de comida, falei pra eles que podiam se servir do que quisessem, e depois de um bom tempo, Fabiola apareceu, fazendo sua entrada espetacular, quase nua como de costume, com uma minissaia bem curta, vermelha, que, comigo de pé na base da escada, sem muito esforço dava pra ver a buceta dela, mal coberta pelo tecido fino da calcinha, e uma blusinha curta e semitransparente, que, pra completar, deixava ver tanto o umbigo lindo quanto a barriga lisa e chamativa, assim como boa parte dos peitos empinados dela. Fabiola ainda estava usando uns sapatos de salto extra alto, com meias pretas finas, com certeza presas por uma cinta-liga, o que, junto com os sapatos, fazia as pernas longas e bem torneadas dela se destacarem ainda mais, e ficarem ainda mais chamativas. Isso sem contar que ela deixou o cabelão castanho completamente solto, que caía sobre os ombros nus, e de vez em quando escondia de um jeito bem sedutor parte do rosto dela. Enfim, Fabiola em poucas palavras parecia uma puta cara, claro que ela mesma, com certeza, não se via como uma puta profissional. Desde que desceu as escadas, que dão a poucos passos de onde estávamos bebendo os peões e eu, na hora chamou a atenção de todo mundo, mas mal abriu a boca e disse: "Senhores, espero que meu marido esteja tratando vocês bem", e em seguida se aproximou de mim pra me dar um beijo provocante. e um beijo sedutor na boca, depois se virou para olhar para todos os presentes de forma sensual. Os peões, por respeito, imediatamente pararam de encará-la como se fosse uma presa de caça. Discretamente, continuaram bebendo, tentando ignorar a mulherão que tinha chegado. Eu percebi que, por respeito a mim, eles mal trocavam algumas palavras com ela e já se afastavam. O que podia muito bem ferrar meu plano de dar uma lição na minha mulher. Então, num certo momento, enquanto servia uma dose forte pra ela, sabendo da pouca tolerância que ela tem com álcool, pedi pra Fabiola subir lá em casa e colocar uma música. Se quando ela chegou chamou toda a atenção dos presentes, quando ela se retirou pra colocar a música, mais de um ficou babando enquanto ela, rebolando provocativamente e cadenciadamente aquele rabo empinado e lindo dela enquanto subia as escadas. Nessa hora, aproveitei pra esclarecer pros caras que, na real, Fabiola não era minha esposa, que ela dizia isso só porque a gente tava morando junto fazia apenas umas duas semanas. Falei pra eles perceberem que, assim que eu fosse dormir, em vez de me seguir, ela ia ficar com eles pra continuar dando em cima, e que provavelmente não ia descansar até transar com cada um deles. Na cara de todos eles, vi uma certa descrença, alguns até acharam que era brincadeira minha, mas poucos minutos depois que a música começou a tocar, Fabiola voltou, ainda mais maquiada e perfumada do que quando foi colocar a música. Pra garantir e não levantar suspeitas, fiquei um tempinho bebendo e curtindo com todo mundo, enquanto Fabiola não só dava em cima de todos abertamente, mas também continuava bebendo. Então, depois que eu dei uns apertões na bunda empinada dela, ela continuou agindo como se nada tivesse acontecido, ou pior, como se eu não existisse. Decidi deixar que o que ia acontecer, acontecesse, então no começo, discretamente falei pra Fabiola que a gente ia se retirar pro nosso quarto, mas ela pareceu não ter me ouvido, então levantando um pouco a voz, repeti, e ela continuou agindo de forma provocante, como se não tivesse me escutado, até que um dos peões avisou que eu tava falando com ela. Ela se virou, me olhou dos pés à cabeça, sorriu e disse na frente de todos os convidados: "não se preocupa, meu amor, que eu te alcanço daqui a pouco". E depois disso, virou as costas, continuou conversando e dando mole abertamente pros caras do lado, como se eu tivesse deixado de existir. Eu, como se aquilo não fosse problema meu, me retirei e, enquanto subia as escadas, comecei a sentir um sentimento estranho e doentio, porque só de pensar que, com certeza, Fabiola ia acabar transando com algum dos peões, e mesmo que tenha sido difícil aceitar, comecei a me sentir meio excitado, mas dizendo pra mim mesmo que aquilo ia passar. Entrei em casa, mas em vez de ir dormir, fiquei na sala observando minha mulher por uma das janelas, sem que ela ou qualquer peão percebesse minha presença, porque deixei as luzes da sala apagadas e ninguém via minha figura, enquanto eu via claramente tudo que rolava lá fora. Enquanto Fabiola continuava bebendo e dando mole pra todo mundo, comecei a imaginar o que ia acontecer. Fabiola continuou bebendo e flertando abertamente com todos, até que aos poucos os caras foram ganhando confiança, e vários deles convidaram ela pra dançar, e conforme ela dançava com um e outro, a ousadia deles foi crescendo. Do meu ponto de observação, vi claramente como alguns que dançavam com ela tinham começado a acariciar o corpo dela, sem que ela oferecesse a menor resistência, aliás, ela ria de um jeito bem indiscreto, o que, ao contrário do que eu pensava, me fez continuar me sentindo ainda mais excitado. excitado. Só um dos peões fazia algum comentário no ouvido dele. Aos poucos, a coisa foi ficando cada vez mais quente, já que, sem vergonha nenhuma, Fabiola continuava bebendo e agindo na frente de todos de um jeito cada vez mais provocante, sensual e safado, era como se ela os desafiasse a agir, o que por um bom tempo eles pareciam não entender. Fabiola, em certo momento, pegou uma das salsichas que estavam numa das mesas de madeira, e não com a intenção de comer, mas sim brincando com ela entre os dedos, enfiando quase toda na boca, sem morder. Foi nessa hora que alguns deles perceberam quais eram as verdadeiras intenções da minha mulher. Um dos peões mais novos, enquanto dançava agarradinho com ela, e eu comecei a sentir uma ereção violenta, levantou a frente da saia de Fabiola descaradamente, enfiou a mão dentro da calcinha dela e, pelo que vi, ele deve ter agarrado a buceta depilada dela. Por um instante, até pensei que Fabiola fosse dar um tapa nele ou pelo menos um empurrão, ou algo assim, mas não, nada disso. Assim que o cara fez isso, ela começou a beijá-lo desesperadamente, até que, na frente de todo mundo, Fabiola pegou na mão dele e o levou até um dos bancos de madeira que têm ali, onde fez o peão jovem sentar. Depois, sem vergonha nenhuma, ela mesma tirou a calcinha na frente de todos, e depois que ele sentou, ela com as próprias mãos puxou o pau duro do peão e, como se não ligasse que os outros estivessem vendo, abriu as pernas, levantou a saia e sentou, deixando a rola penetrar ela, enquanto começava a mexer os quadris devagar e de um jeito sensual. Naquela hora, em vez de sentir raiva ou ficar incomodado com o que Fabiola estava fazendo, e do jeito que estava fazendo, sem vergonha alguma. Me encontrei tremendamente excitado, pouco faltou para naquele mesmo lugar começar a me masturbar. Diante do espanto de todos, enquanto ela mexia o corpo, também tirou a pequena blusa que vestia; de repente, ele deve ter dito algo a ela, pois ela parou e, enquanto se levantava, dava pra ver claramente como saía da sua buceta depilada a pica do jovem peão. Fabiola se levantou e na hora se inclinou levemente sobre uma das mesas de madeira, cheias de comida e bebida; em seguida, o mesmo jovem continuou penetrando ela, enquanto o resto do grupo, bebendo, celebrava o que tinha acontecido. Depois de um tempo, evidentemente o jovem gozou, e após se separarem, Fabiola pegou uma mangueira numa mão e um copo na outra; depois de abrir a torneira, enquanto dava um bom gole no que estava bebendo, colocou a ponta da mangueira dentro da sua buceta e, após alguns minutos, tirou. Sem o menor pingo de vergonha. Depois disso, Fabiola acabou arrancando a saia vermelha curta, ficando nua na frente de todo mundo; só tinha ficado com as meias pretas e a cinta-liga vermelha e preta que as segurava. Todos eles na hora a cercaram, e teve um ou outro que começou a discutir sobre quem seria o próximo a transar com a puta do chefe, se referindo à Fabiola. Como todos estavam amontoados em volta dela, morto de curiosidade pelo que minha mulher podia fazer em seguida, decidi descer pro quintal sem chamar atenção. Enquanto isso, Fabiola, de forma sugestiva, caminhava entre eles, até que um dos peões, sem perder tempo com discussões, pegou ela pela cintura e, puxando ela contra o corpo, fez com que ela se separasse do grupo. Quase na hora, ele baixou as calças e, mostrando pra ela a sua pica grossa e dura, enquanto ficava de pé no meio do quintal, ela se pendurou no pescoço dele com os braços e o segurou com as duas pernas, ficando praticamente pendurada, enquanto ele começava a penetrá-la, sob o olhar surpreso dos outros presentes. Por um bom tempo o casal ficou de pé, até que finalmente os dois foram pro chão, devagar, onde ele continuou metendo e tirando o pau da buceta dela, enquanto Fabiola continuava rebolando até que com certeza ela gozou e ele tirou o pau ainda jorrando porra. Quase na hora, Fabiola pegou mais um gole de bebida, e do mesmo jeito que fez da primeira vez, se abaixou, pegou a ponta da mangueira depois de abrir a torneira e se dedicou a lavar a buceta toda, enfiando quase completamente a ponta da mangueira, na frente de todo mundo. Até que dois deles se aproximaram, tiraram as calças e, ao mesmo tempo, foram pra cima dela, no mesmo chão encharcado pela água que Fabiola tinha usado. Enquanto um, com um pouco de dificuldade, enfiou no cu dela, o outro fez o mesmo na buceta. Nunca pensei que fosse ver Fabiola transando com dois caras ao mesmo tempo, mas fiquei mais surpreso ainda quando ela mesma fez sinal pra um terceiro, que tava babando por ela, e assim que ele chegou perto do grupo, a própria Fabiola pegou o pau do cara e levou pra boca dela. Os peões passaram o resto da noite macetando Fabiola de todos os lados, enquanto ela já tava tão excitada que dava pra ouvir claramente ela pedindo mais e mais forte, fosse na buceta ou no cu, ela já tava tão e tão bêbada que mal se mexia. Quando começou a amanhecer, os peões largaram minha mulher no meio do quintal, completamente nua, desacordada e cheia de porra por todo lado. Fabiola foi acordando daquela baita bebedeira que tinha pegado, lá pelas três da tarde, eu tava de pé na frente dela na hora que ela acordou, e quando percebeu o estado em que tava, e com certeza lembrando de tudo que tinha feito, ela... puso e começou a chorar, mas eu a parei na hora, dizendo: "Não se surpreenda se, agindo e se comportando como uma puta, você for tratada como uma puta." Fabiola ficou em silêncio, então continuei: "Se você quer voltar pra cidade comigo, vai tomar um banho caprichado, porque a gente parte em duas horas." Depois que ela tomou banho, por quase uma hora, ainda nua, veio puxar conversa comigo, pedindo desculpas e dizendo que me entendia, se eu não quisesse vê-la mais. Deixei Fabiola continuar se desculpando e se confessando. Até que, numa pergunta minha, sobre como ela tinha se sentido quando estava rodeada por todos aqueles homens.
No começo, ela quase não disse nada, mas quando insisti pra ela falar sobre como se sentiu, Fabiola, aos poucos, não só começou a me contar como se sentiu, como também começou a descrever, do ponto de vista dela, tudo o que aconteceu. Enquanto eu a ouvia, não vou negar que fui ficando excitado, a ponto de, quando ela, com muito mais confiança, continuou narrando tudo, eu fui pra cima dela. Na cama, abri suas lindas pernas e, sem tirar a roupa nem perder tempo, só tirei meu pau da calça e enfiei no cu dela.
Fabiola, no começo, reclamou um pouco, mas logo tava gemendo de prazer como uma louca, enquanto continuava me dizendo o quanto tinha adorado a porrada de paus que enfiaram nela. Hoje em dia, ela ainda mora comigo, mas tô mais que convencido de que o que nos mantém juntos é o jeito dela ser tão, tão puta. Adoro ouvi-la quando me conta como um cara qualquer transou com ela e o quanto ela curtiu, enquanto eu tô metendo, seja naquele cu gostoso ou naquela buceta deliciosa.
Mas sabendo no que estava me metendo, eu fiz isso, e como não sou bobo, estou bem ciente de que, com certeza, ela já me traiu mais de uma vez, sem maiores consequências. Porém, com o passar do tempo, em vez de amadurecer um pouco, aconteceu exatamente o contrário. Nas últimas saídas para festas ou bares que fomos, ela se comportava de um jeito ainda mais provocante, para não dizer da maneira mais vadia, a ponto de eu precisar chamar a atenção dela discretamente. No começo, bastava falar baixinho, depois passei a dar um beliscãozinho naquela bunda bem formada dela, o que fazia com que ela percebesse o que estava fazendo e se ajeitasse rapidinho.
Mas parece que os beliscões perderam o efeito, e a Fabiola flertava com qualquer um que aparecia na frente. Além disso, mostrava as coxas e até mais sem nenhuma vergonha. Quando não era os peitos dela praticamente pulando pra fora da roupa, ou graças às saias bem curtas e minúsculas que ela usava o tempo todo, ao se inclinar dava pra ver claramente, sem muito esforço, boa parte da bunda apertada dela, e às vezes até a buceta, mal coberta por uma daquelas calcinhas caras que não passam de um fio dental.
Então chegou o dia em que me cansei desse excesso de provocação e sem-vergonhice. Foi quando decidi dar uma lição na minha mulher. Disse a ela que passaríamos o próximo fim de semana em minha fazenda, e depois de chegar, tomar banho e trocar de roupa, e comer alguma coisa, quando a noite chegou, falei pra ela que tinha uma reuniãozinha, com o pessoal da fazenda, naquela noite. Convidei vários peões pessoalmente, todos bem jovens e fortes. Fabiola, por sua vez, ao me ouvir falar que teria uma reunião, sem fazer a menor ideia do que se tratava, trocou de roupa de novo, vestindo com certeza o que encontrou de mais provocante. Conforme os cinco peões foram chegando, nos reunimos no pátio em frente à casa da fazenda, onde eu tinha preparado um par de mesas com bebida e um pouco de comida, falei pra eles que podiam se servir do que quisessem, e depois de um bom tempo, Fabiola apareceu, fazendo sua entrada espetacular, quase nua como de costume, com uma minissaia bem curta, vermelha, que, comigo de pé na base da escada, sem muito esforço dava pra ver a buceta dela, mal coberta pelo tecido fino da calcinha, e uma blusinha curta e semitransparente, que, pra completar, deixava ver tanto o umbigo lindo quanto a barriga lisa e chamativa, assim como boa parte dos peitos empinados dela. Fabiola ainda estava usando uns sapatos de salto extra alto, com meias pretas finas, com certeza presas por uma cinta-liga, o que, junto com os sapatos, fazia as pernas longas e bem torneadas dela se destacarem ainda mais, e ficarem ainda mais chamativas. Isso sem contar que ela deixou o cabelão castanho completamente solto, que caía sobre os ombros nus, e de vez em quando escondia de um jeito bem sedutor parte do rosto dela. Enfim, Fabiola em poucas palavras parecia uma puta cara, claro que ela mesma, com certeza, não se via como uma puta profissional. Desde que desceu as escadas, que dão a poucos passos de onde estávamos bebendo os peões e eu, na hora chamou a atenção de todo mundo, mas mal abriu a boca e disse: "Senhores, espero que meu marido esteja tratando vocês bem", e em seguida se aproximou de mim pra me dar um beijo provocante. e um beijo sedutor na boca, depois se virou para olhar para todos os presentes de forma sensual. Os peões, por respeito, imediatamente pararam de encará-la como se fosse uma presa de caça. Discretamente, continuaram bebendo, tentando ignorar a mulherão que tinha chegado. Eu percebi que, por respeito a mim, eles mal trocavam algumas palavras com ela e já se afastavam. O que podia muito bem ferrar meu plano de dar uma lição na minha mulher. Então, num certo momento, enquanto servia uma dose forte pra ela, sabendo da pouca tolerância que ela tem com álcool, pedi pra Fabiola subir lá em casa e colocar uma música. Se quando ela chegou chamou toda a atenção dos presentes, quando ela se retirou pra colocar a música, mais de um ficou babando enquanto ela, rebolando provocativamente e cadenciadamente aquele rabo empinado e lindo dela enquanto subia as escadas. Nessa hora, aproveitei pra esclarecer pros caras que, na real, Fabiola não era minha esposa, que ela dizia isso só porque a gente tava morando junto fazia apenas umas duas semanas. Falei pra eles perceberem que, assim que eu fosse dormir, em vez de me seguir, ela ia ficar com eles pra continuar dando em cima, e que provavelmente não ia descansar até transar com cada um deles. Na cara de todos eles, vi uma certa descrença, alguns até acharam que era brincadeira minha, mas poucos minutos depois que a música começou a tocar, Fabiola voltou, ainda mais maquiada e perfumada do que quando foi colocar a música. Pra garantir e não levantar suspeitas, fiquei um tempinho bebendo e curtindo com todo mundo, enquanto Fabiola não só dava em cima de todos abertamente, mas também continuava bebendo. Então, depois que eu dei uns apertões na bunda empinada dela, ela continuou agindo como se nada tivesse acontecido, ou pior, como se eu não existisse. Decidi deixar que o que ia acontecer, acontecesse, então no começo, discretamente falei pra Fabiola que a gente ia se retirar pro nosso quarto, mas ela pareceu não ter me ouvido, então levantando um pouco a voz, repeti, e ela continuou agindo de forma provocante, como se não tivesse me escutado, até que um dos peões avisou que eu tava falando com ela. Ela se virou, me olhou dos pés à cabeça, sorriu e disse na frente de todos os convidados: "não se preocupa, meu amor, que eu te alcanço daqui a pouco". E depois disso, virou as costas, continuou conversando e dando mole abertamente pros caras do lado, como se eu tivesse deixado de existir. Eu, como se aquilo não fosse problema meu, me retirei e, enquanto subia as escadas, comecei a sentir um sentimento estranho e doentio, porque só de pensar que, com certeza, Fabiola ia acabar transando com algum dos peões, e mesmo que tenha sido difícil aceitar, comecei a me sentir meio excitado, mas dizendo pra mim mesmo que aquilo ia passar. Entrei em casa, mas em vez de ir dormir, fiquei na sala observando minha mulher por uma das janelas, sem que ela ou qualquer peão percebesse minha presença, porque deixei as luzes da sala apagadas e ninguém via minha figura, enquanto eu via claramente tudo que rolava lá fora. Enquanto Fabiola continuava bebendo e dando mole pra todo mundo, comecei a imaginar o que ia acontecer. Fabiola continuou bebendo e flertando abertamente com todos, até que aos poucos os caras foram ganhando confiança, e vários deles convidaram ela pra dançar, e conforme ela dançava com um e outro, a ousadia deles foi crescendo. Do meu ponto de observação, vi claramente como alguns que dançavam com ela tinham começado a acariciar o corpo dela, sem que ela oferecesse a menor resistência, aliás, ela ria de um jeito bem indiscreto, o que, ao contrário do que eu pensava, me fez continuar me sentindo ainda mais excitado. excitado. Só um dos peões fazia algum comentário no ouvido dele. Aos poucos, a coisa foi ficando cada vez mais quente, já que, sem vergonha nenhuma, Fabiola continuava bebendo e agindo na frente de todos de um jeito cada vez mais provocante, sensual e safado, era como se ela os desafiasse a agir, o que por um bom tempo eles pareciam não entender. Fabiola, em certo momento, pegou uma das salsichas que estavam numa das mesas de madeira, e não com a intenção de comer, mas sim brincando com ela entre os dedos, enfiando quase toda na boca, sem morder. Foi nessa hora que alguns deles perceberam quais eram as verdadeiras intenções da minha mulher. Um dos peões mais novos, enquanto dançava agarradinho com ela, e eu comecei a sentir uma ereção violenta, levantou a frente da saia de Fabiola descaradamente, enfiou a mão dentro da calcinha dela e, pelo que vi, ele deve ter agarrado a buceta depilada dela. Por um instante, até pensei que Fabiola fosse dar um tapa nele ou pelo menos um empurrão, ou algo assim, mas não, nada disso. Assim que o cara fez isso, ela começou a beijá-lo desesperadamente, até que, na frente de todo mundo, Fabiola pegou na mão dele e o levou até um dos bancos de madeira que têm ali, onde fez o peão jovem sentar. Depois, sem vergonha nenhuma, ela mesma tirou a calcinha na frente de todos, e depois que ele sentou, ela com as próprias mãos puxou o pau duro do peão e, como se não ligasse que os outros estivessem vendo, abriu as pernas, levantou a saia e sentou, deixando a rola penetrar ela, enquanto começava a mexer os quadris devagar e de um jeito sensual. Naquela hora, em vez de sentir raiva ou ficar incomodado com o que Fabiola estava fazendo, e do jeito que estava fazendo, sem vergonha alguma. Me encontrei tremendamente excitado, pouco faltou para naquele mesmo lugar começar a me masturbar. Diante do espanto de todos, enquanto ela mexia o corpo, também tirou a pequena blusa que vestia; de repente, ele deve ter dito algo a ela, pois ela parou e, enquanto se levantava, dava pra ver claramente como saía da sua buceta depilada a pica do jovem peão. Fabiola se levantou e na hora se inclinou levemente sobre uma das mesas de madeira, cheias de comida e bebida; em seguida, o mesmo jovem continuou penetrando ela, enquanto o resto do grupo, bebendo, celebrava o que tinha acontecido. Depois de um tempo, evidentemente o jovem gozou, e após se separarem, Fabiola pegou uma mangueira numa mão e um copo na outra; depois de abrir a torneira, enquanto dava um bom gole no que estava bebendo, colocou a ponta da mangueira dentro da sua buceta e, após alguns minutos, tirou. Sem o menor pingo de vergonha. Depois disso, Fabiola acabou arrancando a saia vermelha curta, ficando nua na frente de todo mundo; só tinha ficado com as meias pretas e a cinta-liga vermelha e preta que as segurava. Todos eles na hora a cercaram, e teve um ou outro que começou a discutir sobre quem seria o próximo a transar com a puta do chefe, se referindo à Fabiola. Como todos estavam amontoados em volta dela, morto de curiosidade pelo que minha mulher podia fazer em seguida, decidi descer pro quintal sem chamar atenção. Enquanto isso, Fabiola, de forma sugestiva, caminhava entre eles, até que um dos peões, sem perder tempo com discussões, pegou ela pela cintura e, puxando ela contra o corpo, fez com que ela se separasse do grupo. Quase na hora, ele baixou as calças e, mostrando pra ela a sua pica grossa e dura, enquanto ficava de pé no meio do quintal, ela se pendurou no pescoço dele com os braços e o segurou com as duas pernas, ficando praticamente pendurada, enquanto ele começava a penetrá-la, sob o olhar surpreso dos outros presentes. Por um bom tempo o casal ficou de pé, até que finalmente os dois foram pro chão, devagar, onde ele continuou metendo e tirando o pau da buceta dela, enquanto Fabiola continuava rebolando até que com certeza ela gozou e ele tirou o pau ainda jorrando porra. Quase na hora, Fabiola pegou mais um gole de bebida, e do mesmo jeito que fez da primeira vez, se abaixou, pegou a ponta da mangueira depois de abrir a torneira e se dedicou a lavar a buceta toda, enfiando quase completamente a ponta da mangueira, na frente de todo mundo. Até que dois deles se aproximaram, tiraram as calças e, ao mesmo tempo, foram pra cima dela, no mesmo chão encharcado pela água que Fabiola tinha usado. Enquanto um, com um pouco de dificuldade, enfiou no cu dela, o outro fez o mesmo na buceta. Nunca pensei que fosse ver Fabiola transando com dois caras ao mesmo tempo, mas fiquei mais surpreso ainda quando ela mesma fez sinal pra um terceiro, que tava babando por ela, e assim que ele chegou perto do grupo, a própria Fabiola pegou o pau do cara e levou pra boca dela. Os peões passaram o resto da noite macetando Fabiola de todos os lados, enquanto ela já tava tão excitada que dava pra ouvir claramente ela pedindo mais e mais forte, fosse na buceta ou no cu, ela já tava tão e tão bêbada que mal se mexia. Quando começou a amanhecer, os peões largaram minha mulher no meio do quintal, completamente nua, desacordada e cheia de porra por todo lado. Fabiola foi acordando daquela baita bebedeira que tinha pegado, lá pelas três da tarde, eu tava de pé na frente dela na hora que ela acordou, e quando percebeu o estado em que tava, e com certeza lembrando de tudo que tinha feito, ela... puso e começou a chorar, mas eu a parei na hora, dizendo: "Não se surpreenda se, agindo e se comportando como uma puta, você for tratada como uma puta." Fabiola ficou em silêncio, então continuei: "Se você quer voltar pra cidade comigo, vai tomar um banho caprichado, porque a gente parte em duas horas." Depois que ela tomou banho, por quase uma hora, ainda nua, veio puxar conversa comigo, pedindo desculpas e dizendo que me entendia, se eu não quisesse vê-la mais. Deixei Fabiola continuar se desculpando e se confessando. Até que, numa pergunta minha, sobre como ela tinha se sentido quando estava rodeada por todos aqueles homens.
No começo, ela quase não disse nada, mas quando insisti pra ela falar sobre como se sentiu, Fabiola, aos poucos, não só começou a me contar como se sentiu, como também começou a descrever, do ponto de vista dela, tudo o que aconteceu. Enquanto eu a ouvia, não vou negar que fui ficando excitado, a ponto de, quando ela, com muito mais confiança, continuou narrando tudo, eu fui pra cima dela. Na cama, abri suas lindas pernas e, sem tirar a roupa nem perder tempo, só tirei meu pau da calça e enfiei no cu dela.
Fabiola, no começo, reclamou um pouco, mas logo tava gemendo de prazer como uma louca, enquanto continuava me dizendo o quanto tinha adorado a porrada de paus que enfiaram nela. Hoje em dia, ela ainda mora comigo, mas tô mais que convencido de que o que nos mantém juntos é o jeito dela ser tão, tão puta. Adoro ouvi-la quando me conta como um cara qualquer transou com ela e o quanto ela curtiu, enquanto eu tô metendo, seja naquele cu gostoso ou naquela buceta deliciosa.
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