En la querida Biblioteca

NA QUERIDA BIBLIOTECA
Faz um bom tempo que frequento o P! e pela primeira vez me animo a escrever um relato… Depois de ler muitos, aqui vai o meu primeiro… Não sei se é relevante me descrever como sou, além do mais acho um pouco complicado. Só direi que tenho 27 anos e, como diz meu Nick, essa é minha profissão… Isso aconteceu na minha época de estudante (devo ter tido uns 20 ou 21 anos). Para ser honesto, as histórias na biblioteca que eu frequentava quase diariamente não são muito interessantes, exceto esta, claro. No começo do dia, minha cabeça só pensava na merda de manhã que me esperava na biblioteca estudando. Mas a época de provas e entrega de trabalhos estava chegando e não tinha outra alternativa. Depois de caminhar lentamente as 8 quadras que me separavam da biblioteca, cheguei ao destino. A biblioteca é um prédio bem antigo com as reformas típicas dos tempos em que vivemos (não me destaco muito em descrever prédios, hehe). Como sempre, fui direto para o primeiro andar. Sentei no lugar de sempre, na mesa de sempre. Naquele horário, a biblioteca está quase vazia, aliás, durante a manhã quase não tem ninguém. Como de costume, na mesa em frente à minha estava Mariana. Uma mulher atraente que me chamava poderosamente a atenção. Devia ter por volta de 30 ou 32 anos, tinha o cabelo longo e liso, castanho escuro, que naquele dia estava solto. Tinha também uns olhos verdes lindos, que faziam seu rosto parecer angelical. Mas o que mais chamava a atenção nela era o corpo. Era bem alta, tinha umas pernas e uma bunda perfeita, e os peitos eram do tamanho certo, nem muito grandes, nem muito pequenos. Também gostava muito do jeito dela se vestir. Costumava usar saias longas com botas e camisas lisas de cores diferentes. Muito sóbria no jeito de se vestir. Mas mais do que seu atrativo, o que mais me excitava era essa situação de estar a poucos metros dela e vê-la ali sentada, estudando, e observar como ela se levantava de vez em quando e passava a a poucos centímetros de mim, deixando-me embasbacado enquanto a observava. Por dentro, eu sabia que nunca aconteceria nada com ela, porque ela é daquele tipo de mulher que parece formal e recatada. Além disso (pequeno detalhe) ela é casada, como indicava a aliança no dedo. Ao me sentar, cumprimentei-a como sempre.
— Bom dia. — disse.
— Oi, bom dia. — ela respondeu com um sorriso no rosto.
— Você poderia me ajudar um instante? — ela perguntou.
Parecia que estava esperando minha chegada para me consultar, já que mal me deu tempo de me sentar.
— Qual é a dúvida? — perguntei.
Foi quando ela me contou a dúvida que tinha (não vem ao caso detalhar o que era). Sentei ao lado dela, quase perna com perna, e comecei a ler seu livro. O cheiro do seu perfume era maravilhoso. Sentia seu hálito fresco no meu rosto. Ela mordia a caneta de um jeito muito sensual enquanto eu lia ao seu lado. A verdade é que aquela situação estava me excitando demais.
Quando terminei, expliquei o que havia entendido e destaquei os pontos mais relevantes. Ela não parava de me olhar enquanto eu falava, mas seu rosto mostrava que não estava entendendo nada.
— Entendeu? — perguntei.
— Na verdade, não. — disse. — Deus… sou um desastre, desculpe por fazer você perder tempo. — falou com voz desesperada.
— Não importa, posso explicar quantas vezes for necessário (típica frase de professor, né). Não é tão complicado… — E retomei a explicação.
— Acho que está bom. Vou anotar algumas coisas que você disse.
Ela começou a escrever e agora era eu quem a observava. Estava com as pernas cruzadas, seu rosto pensativo era o de um anjo. Deu-me uma vontade absurda de beijá-la, de acariciá-la.
Após alguns minutos, ela terminou de escrever.
— Pronto! Finalmente… — disse, ao mesmo tempo que me abraçava e apoiava a cabeça no meu ombro, como forma de agradecimento. — Muito obrigada, de verdade, obrigada… Você é muito gentil, não sei como agradecer. — falou meio brincando.
— Bom, não costumo cobrar por essas coisas, mas se quiser, pode me convidar para tomar alguma coisa e a gente se vê algum dia. em outro contexto. Eu disse. Ela ficou me olhando um pouco estranhada pelo que eu tinha acabado de dizer. Mas logo em seguida sorriu como se o que eu tivesse dito fosse brincadeira. —Se meu marido descobrir que eu tô saindo com jovens por aí, ele me mata e depois mata você. Além do mais, que lugar melhor que uma biblioteca? —Então você tem um marido ciumento. Fica tranquila que eu não estava pensando em fazer nada além de conversar e nos conhecermos mais. Ela ficou meio dura e ficou um pouco corada. Não imaginava que o convite era sério. Então tentou consertar. —Não é que meu marido seja ciumento, a verdade é que à tarde não tenho muito tempo pra sair. —Que pena! Eu gosto muito de você e gostaria de ter uma relação um pouco mais íntima com você, no bom sentido da palavra, claro. Eu disse brincando. —Claro, eu também gosto muito de você. Me agrada que um garoto como você se interesse tanto por mim e me ajude. Com certeza se eu pedir ajuda pra outro, ele nem me dá bola. —Não acho. É difícil recusar uma mulher tão bonita e simpática como você. Eu estava dando cantada descaradamente pra ela perceber que eu gostava de verdade. —Muito obrigada, mas sei que você diz isso pra agradar. —Nada! De todas as mulheres daqui, você é a mais bonita. Eu ser mais novo não quer dizer nada. Pra caso não tivesse ficado claro que eu queria comer ela. Aí ela teve a confirmação. —Epa! Não sabia que você gostava tanto. Você também é um garoto muito bonito e simpático. E agradeço todas as coisas bonitas que você me diz. —Se você não fosse casada, já teria te dado encima na primeira semana que te conheci. Eu disse brincando. Ela forçou um sorriso e ficou ainda mais corada. Notei na minha perna que a coxa dela tremia. Ela estava ficando nervosa. Tinha que aproveitar essa oportunidade. Tinha que dar mais um passo. —Me diz, se você não fosse casada, me daria uma chance mesmo sendo mais novo que você? O rosto dela refletia certa surpresa com a pergunta, mas ela soube disfarçar e levar com naturalidade. —Não sei O que te dizer... - Já sei que a pergunta é um pouco indiscreta, mas é que me interessa o que as mulheres pensam de mim. Sei que contigo não tenho chances, então é por isso que te pergunto assim. Depois da minha explicação, ela pareceu ficar mais tranquila. - Não se preocupe, não me incomoda. A verdade é que você está muito bem, se eu estivesse solteira e fosse alguns anos mais nova, com certeza seguiria sua corrente e me deixaria levar. - Não digo se fosse mais nova. Digo agora, na sua idade. Se neste momento não tivesse esse anel no dedo, o que faria? - Na minha idade, com um garoto tão jovem, provavelmente só estaria disposta a alguns encontros e nada mais. Depois disso, sua perna tremia mais, e ela notou que eu sabia. Ela parecia um pouco ofegante. - Então só alguns encontros. Bom, se um dia se separar, me avise. - Disse sorrindo. - Haha, vou levar em consideração. - Ou mesmo sem se separar, se quiser ter algo clandestino também estou disposto, sou muito discreto. - Disse tentando esticar a brincadeira um pouco mais. Isso não a fez graça nenhuma. Ela apenas esboçou um sorriso. Então cortou pela raiz. - Bom, não tenho mais dúvidas, muito obrigada por tudo. Depois continuamos conversando. - Ela me disse com um sorriso. Eu não queria deixar por isso mesmo. Gostava de tê-la tão perto de mim. Decidi dar mais um passo, mesmo que fosse fuder tudo de vez. - A conversa te incomoda? Sinto que sou sincero com você. Não teria nenhum problema em ser seu amante. Você é uma mulher linda. Inclinei-me sobre ela e a beijei. Por um segundo, ela correspondeu. Mas depois me afastou e me empurrou para trás. Levantou-se e foi em direção às escadas. Eu a segui, tentando detê-la para pedir desculpas, mas ela desceu rápido e entrou no banheiro feminino. Fiquei parado sem saber o que fazer. Olhei para o lado e vi as bibliotecárias. Pareciam ocupadas e não tinham percebido nada. Então, sem pensar, abri a porta e entrei. O banheiro estava vazio, exceto por ela que estava inclinada sobre a pia, molhando o rosto. A verdade é que a imagem era espetacular. Aquela cena fez minha excitação crescer. Sem fazer barulho, me aproximei dela e a segurei pela cintura. Ela deu um grito de susto ao sentir minhas mãos e se virou num segundo. — Me desculpe, Mariana. Eu gosto muito de você e sei que você também gosta de mim. Puxei ela para perto e a beijei de novo. Dessa vez o beijo durou mais, mas a reação dela foi a mesma. — Mas quem você pensa que é, cara? Eu sou casada e você é um cara. As palavras dela eram claras, mas o jeito como ela falava não. A voz dela deixava transparecer as dúvidas e o nervosismo com a situação. Então continuei tentando. — Eu não sou nenhum cara. Tanto faz que você seja casada. Por mim, ninguém vai ficar sabendo. Tentei beijá-la de novo, mas ela desviava o rosto. Eu a segurava pela cintura, mas ela não tentava se soltar, só virava o rosto quando eu queria beijá-la, então optei por começar a beijar seu pescoço. — Te digo para parar, por favor. Isso não está certo. Ela já não era tão firme como antes. Estava começando a ceder. Meu próximo passo foi começar a acariciar suas costas, seus braços. Meus beijos no pescoço dela eram prolongados. — Para, para, por favor — ela me pedia. Coloquei minhas mãos em suas coxas e fui subindo aos poucos. Percorri cada centímetro daquela beleza, enquanto ia levantando sua saia. Com minha mão cheguei até sua virilha, a senti quente e um pouco molhada. Por cima da linda calcinha cor vinho, comecei a acariciá-la com mais intensidade. — Deus, não. Que meu marido não descubra, por favor —. Já estava feito. Eu a tinha toda para mim. Parei de beijar seu pescoço e tentei beijá-la de novo. Dessa vez foi um beijo escandaloso. Tomei consciência da situação em que estávamos, podíamos ser descobertos a qualquer momento. — Aqui podem nos ver. Alguém pode entrar a qualquer momento — eu disse a Mariana. — É melhor entrar num banheirinho, eles têm tranca. Ela disse. No banheiro havia três “banheirinhos” (amei como ela falou isso), dois normais e outro adaptado para pessoas com deficiência que era muito maior. Entramos nesse e trancamos a porta. Aproximei-me dela, levantei sua saia até a cintura, sentei-a no vaso sanitário, ajoelhei-me e comecei a tirar lentamente sua calcinha fio dental. Passei minhas mãos pela sua cintura, apertei sua bunda linda. Fiquei entre suas pernas, acariciei suas coxas lindas, macias e lisas até chegar à sua virilha. Ela começou a gemer. Aproximei-me e já sentia seu cheiro delicioso, tinha os pelos depilados com cuidado, só com uma leve linha de pelos no centro. Comecei a percorrê-la com minha língua de ponta a ponta, subia e descia bem devagar. Enfiava minha língua o máximo que podia e tentava fazer cada vez com mais intensidade. Alternava esses movimentos com mordidinhas suaves no seu clitóris. Ela deu um pulo soltando um grito de prazer. -Meu Deus, como você está me deixando excitada. Precisava disso há muito tempo-. Disse-me com voz sensual. Continuei assim por mais um tempo e adicionei meus dedos à brincadeira. Agora um dedo entrava e saía enquanto minha língua continuava com seu trabalho incansável. Ela gemia ainda mais. De seu interior saíam os melhores fluidos que existem na terra. Ela começou a desabotoar os botões da blusa, ficando diante de mim com seu sutiã da mesma cor que sua calcinha fio dental. Ela o tirou imediatamente e finalmente pude ver aqueles seios maravilhosos. Eram perfeitos e tinham mamilos rosados que pediam para serem chupados. Toquei com suavidade um deles, mas ela me impediu. -Continua aí, por favor-. Disse. Enquanto isso, ela mesma começou a tocar seus peitos. Apertava-os, brincava com eles, beliscava seus mamilos. -Mmm. Não aguento mais. Me come, por favor, me come agora-. Pedia-me suplicante. Então abandonei meu trabalho, desabotoei a calça libertando meu pau e, antes de continuar, contemplei-a em pé por alguns segundos. Que imagem, por favor. Ainda tenho essa pintura em minhas retinas. Apontei meu pau para sua buceta e coloquei a ponta na entrada. Brinquei um instante com a ponta e comecei a penetrá-la bem devagar. Quando a cabeça entrou, parei de novo por um tempinho. Ela queria que entrasse tudo e eu fiz isso. Fiquei mais uns segundos parado com ela toda dentro. Aí comecei a meter sem pressa. A cara dela era de extremo prazer. O ritmo das minhas enfiadas foi aumentando, meu pau entrava e saía de novo e de novo. -Ahh, ah, ah, isso, isso… assim, não para. Isso, isso, me fode, gato- ela me dizia. Continuei com uma penetração mais rápida, ela começou a tremer e explodiu num orgasmo intenso, embora contido. -Mmmmmm, que filho da puta!- ela disse. Enquanto acariciava meu rosto e me olhava extasiada. Quando percebi que ela recuperava as forças, levantei ela da privada, beijei ela com gula, com muita tesão, e virei ela. Ela apoiou as mãos na já indispensável privada e eu fiquei atrás dela. É impossível descrever aquela obra de arte, não conseguia acreditar. Peguei ela pela cintura e apontei meu pau de novo pra sua buceta. Dessa vez não teve muita enrolação e eu enfiei de uma vez e com força. Peguei ela com força, entrava e saía rápido. Dava pra ouvir nossos corpos batendo. Os gemidos dela faziam minhas enfiadas ficarem incontroláveis. Queria tocar ela toda ao mesmo tempo, sua bunda, seus peitos, suas costas. O banheiro cheirava a sexo. - Vai, vai mais… Não para, filho da puta- ela me dizia. Seu segundo orgasmo não demorou a chegar. Foi mais intenso que o primeiro e ela não disfarçou. - Aaaaaahhhh, siiiiiiiiiiiiiii… Você me deixa louca, gato. Ela jogava a bunda contra mim. Com isso, eu estava pra explodir e deixei ela saber. - Não aguento mais, filha da puta! Não aguento mais... Então ela, com uma cara de safada, se afastou de mim e sentou na nossa amiga, a privada. Deixando meu pau bem na frente da cara dela. Ela agarrou e enfiou na boca de uma vez. Não esperava que fosse acontecer o que estava prestes a acontecer. Parece que ela gostava de fazer aquilo. A língua dela se movia em volta do meu pau como se fosse um pirulito. Enquanto isso, ela me batia uma com intensidade. Senti um prazer imenso e, sem avisar, gozei pra caralho na sua Boca. Ela chupou até a última gota de porra e depois se levantou e cuspiu. Voltou pro meu pau pra continuar chupando até deixar ele todo brilhante. Naquele momento, senti que toquei o céu com as mãos. Nos beijamos apaixonadamente e dissemos um pro outro como tinha sido bom. Começamos a nos vestir. Enquanto me arrumava, não conseguia parar de olhar pra ela, a contemplava enquanto ela ajustava a roupa e o cabelo. —Tô bem assim? — ela me perguntou. —Linda — eu disse. Quando saímos do banheiro, voltamos pro andar de cima. Ela começou a guardar as coisas. —Já vai embora? — perguntei. —Sim, tô toda suada, vou pra casa tomar um banho. Mesmo sendo meio-dia, o dia de estudos acabou — ela disse. —Bom, se quiser, te acompanho — falei. —Eu adoraria — ela respondeu. E foi assim… Fomos juntos pra casa dela. 😉 SE CHEGARAM ATÉ AQUI, TÔ MAIS DO QUE AGRADECIDO.

14 comentários - En la querida Biblioteca

decime que en la casa lo volvieron a hacer.......
Si si.. Eso tendria que escribirlo tambien. Gracias por comentar
mmmmmm muy lindo papi me encanto como escribis los dialogos besitos de pau
Gracias por pasar hermosa!
Besitos
mmmm.... que caliente tu relato. subite una fotito......
me encantó profe 😉 yo soy muy buena escribiendo pero no sé si me animo a escribir un relato, porq no sé si calentaría...me enseñas? 😉
Buen relato y como olvidar esos edificios con ese olor tan particular.Van puntos.