Oi, meu nome é Matias e quero contar essa história que aconteceu comigo faz quase um ano.Começo este relato contando que minha vizinha se chama Cynthia, tem 33 anos, é casada e tem uma filha. Eu ainda moro com meus pais porque tô estudando. Numa sexta à tarde, eu tava sozinho em casa porque meus pais e minha irmã foram na casa de uns tios chatos, visita que eu não quis ir porque não queria perder meu pouco tempo livre. Poucos minutos depois que meus pais foram embora, chegou e bateu na porta de casa, minha vizinha. Vestida com uma regata bem decotada que deixava ver os peitões dela, que me deixavam louco desde que eu vi, uma saia curta e justa que marcava uma raba enorme. Quando abri a porta, cumprimentei ela e num segundo perdi o olhar naquele decote matador. Ela falou: "Oi Mati, cê tá ocupado? Preciso de uma ajuda". Eu respondi rápido que não e ela disse: "Então, por favor, vem aqui em casa, preciso mover uns móveis pesados e tô sozinha". Na hora eu falei "vamos então", ela virou e foi pra casa dela. Eu, por trás, perdia o olhar naquela saia que marcava tudo. Entramos na casa dela e ela falou: "Vai pro quarto, a última porta no fundo, e me espera, que já vou". Demorei uns segundos pra parar de olhar pra ela e fui pro quarto. Quando cheguei, a primeira coisa que olhei foi a cama dela, imaginei as fodas que ela devia ter dado, a puta gostosa. Não passou nem 45 segundos e ela entrou no quarto. Ela falou: "Pega daquele lado aquele guarda-roupa ali, e eu pego desse lado pra gente levar pro quarto da minha irmã". Eu fiz exatamente o que ela pediu, mas não conseguia tirar os olhos do decote dela. Obviamente ela percebeu, me pegou de surpresa e perguntou: "Cê gosta das minhas tetas, né? Vejo que não para de olhar". Eu respondi: "São grandes e muito lindas, igual você, é impossível não olhar, me deixam louco". Ela ficou uns segundos calada e depois perguntou: "Você já bateu uma pensando em mim?" Eu respondi, meio tímido: "Sim". Ela disse: "Quer apalpar um pouquinho?" Obviamente não recusei, comecei com as mãos. a massagear as tetas dela, eram tão grandes que vazavam das minhas mãos, depois de alguns segundos abaixei a camiseta dela e vi aqueles pezões enormes que tantas vezes eu tinha imaginado, enquanto massageava as tetas dela notei que ela tava gostando do que sentia, vi ela fechar os olhos e só curtir aqueles massages, abaixei minha calça e deixei meu pau totalmente duro no ar, tirei a camiseta dela e comecei a me ajoelhar na frente dela, quando fiquei de joelhos abaixei a calça dela e ela ficou totalmente pelada na minha frente (vale dizer que, como eu imaginava, a putinha não usava calcinha) dando beijos no púbis dela enquanto minhas mãos continuavam massageando as tetas dela, fui levando ela até que ela ficou deitada na cama de barriga pra cima, comecei a meter minha língua na buceta dela e a molhar enquanto ouvia os gemidos dela vindo devagar, depois de chupar vários minutos aquela buceta linda com fluidos lá dentro, ela disse entre gemidos "Mete o pau no meu cu, cara" e eu obedeci na hora, virei ela e coloquei a ponta do pau na entrada da rabeta dela, comecei devagar a meter meu pau na rabeta dela e quando entrou tudo, tirei quase inteiro e meti de novo inteiro, repeti rápido enquanto ela gritava entre gemidos que me excitavam cada vez mais "Vai, papai, assim assim assim, vai mais mais vai" eu comecei a gritar putaria pra ela enquanto ela concordava gritando "sim, claro que sim" primeiro eu gritava, vai puta como você me excita você é uma puta, uma puta de verdade, depois gritei puta de merda que rabo lindo você tem, pedaço de puta, depois de alguns minutos bombando aquele cu espetacular, comecei a sentir que ia gozar como nunca na vida, tirei meu pau do cu dela e me movi até colocar na cara dela, me masturbei três segundos e meu esperma saiu com força, jato após jato acabava no cabelo dela, na cara dela e também na boca dela, falei "Toma tudo e quando terminar limpa a cara com a língua, puta" e ela fez isso, e tomou todo o esperma, depois de alguns segundos chupando as tetas dela minha ereção voltou Vamo que vamo, porque aquela mulher gostosa me deixava louco com aquele corpo, transando comigo. Ela falou: "Mete na minha buceta, cara, que hoje eu tô doida". Enfiei o pau na buceta dela e repeti o processo que tinha feito na bunda dela. Os gemidos dela eram muito altos e cada vez ela gritava mais, isso me enlouquecia e me fazia meter com mais força, até que gozei dentro da buceta dela. Tanto leite encheu a buceta dela, e começou a escorrer e molhar as pernas dela. Pra dar um respiro, comecei a enfiar meus dedos. Primeiro comecei com três dedos, e a puta gritava e gemia como uma verdadeira puta. Depois enfiei mais um dedo e ela ficava louca, dava pra ver que ela tava perto de gozar. Então, pra acelerar o processo, enfiei os cinco dedos. Isso, além de me excitar pra caralho, me surpreendeu. Achava que minha vizinha era puta, mas cinco dedos entravam na buceta dela sem muito problema. Uns segundos depois de enfiar o último dedo, senti os fluidos dela jorrando e molhando minha mão toda. Tirei a mão e comecei a chupar os dedos. Ela falou: "Não faz assim, me dá um pouco". E eu levei minha mão até a boca dela, e ela começou a chupar. Falei: "Se você quer tanto assim, puta, chupa meu pau e toma mais leite". Sem dar tempo pra ela responder, enfiei meu pau na boca dela, agarrei o cabelo dela e fiz ela chupar até o fundo. Cada vez eu fazia ela chupar mais rápido, e mais rápido, até que gozei e fiz ela engolir todo o leite. Depois disso, ficamos largados na cama e ela falou: "Como eu gostei disso, cara". Eu respondi: "Eu também curti, puta". Me vesti rápido enquanto ela também se vestia, beijei a boca dela e me despedi pra ir pra casa. E ouvi umas palavras antes de sair do quarto: "Isso tem que se repetir, cara". E eu respondi: "Claro, puta". Depois disso, fechei a porta, saí da casa dela e voltei pra minha com uma sensação indescritível. Tinha realizado uma fantasia que eu tinha há muito tempo...Comentem, amigos, e deixem pontos, Matias Poringa boy 😉
4 comentários - Mi vecina la casada