Esse relato eu encontrei no diário da faculdade da minha tia...
Deitada sozinha no sofá do quarto dela, embora iluminado, nostálgico e solitário pra ela, parecia estar parada no tempo, suspensa nos sonhos mais desejados, tentando se agarrar ao norte, aquele... que disseram pra ela não perder, mas mesmo assim, na neblina desse sul, ele parecia quase inalcançável.
A mente dela não parava de pensar e o coração não parava de sentir... emoções, desencontros, sonhos que, prestes a se realizar, viraram desencantos, desilusões; saudades de uma paixão eternamente ausente, desejos de um "te amoooooo" certo e verdadeiro... será que é... necessidade de um amanhecer na cama? do abraço de um amigo? de um olhar que desnude e deixe à flor da pele todos os seus aromas, suas paixões, suas loucuras?
O certo é que, pensando e debatendo se era bom ajudar o coração a decidir o que e como sentir... ela se entregou ao conforto daquele sofá macio e avermelhado; escolheu buscar novos sonhos (ela adora sonhar com os sentidos despertos). Satisfez a solidão dela conjugando nessas novas fantasias, a imaginação e a realidade mais próxima, aquela que não precisa esperar porque está ao alcance da mão...
Ao observá-la assim, entregue a esse sonho... o prazer se desenhava no rosto dela, às vezes só sorria e em outras gargalhadas explodiam... ela parecia feliz... plena... numa voz bem suave dizia:
"Os olhos dele me hipnotizam, o olhar dele me deixa vulnerável, a inteligência dele me faz admirá-lo, a boca dele me perde no desejo ardente de beijá-lo, a presença dele me inquieta pra caralho, me seduz com cada gesto; ele sabe que eu gosto e curte isso. Um dia qualquer, desses comuns, ele com uma distração proposital tocou minhas costas, tudo em mim se arrepiou, aproximou a voz dos meus sentidos e ousadamente me propôs a força física irresistível nas pessoas como tema do próximo trabalho que eu deveria entregar pra ele. Sem pensar e até me surpreendendo comigo mesma, eu disse Sugestivamente: —Tá falando da mesma força que me faz sonhar e gozar com você?
Ele sorriu, me devorou com o olhar e, com aquela segurança dele, respondeu: —Tô gostando… e muito… de ter deixado de te intimidar, assim você vai perceber como sua sensualidade deliciosa me provoca.
Fiquei vermelha… o calor mais intenso que já senti tava me sufocando.
Demorei na sala, ele também fez hora. Caminhamos juntos, eu roçava e acariciava a mão dele toda vez que ele aproximava. Era horário de saída e o povo tava por perto. Beijei ele tímida e sumi; ele parado na esquina.
No caminho pra casa, depois de uma aula tão produtiva quanto exótica e ousada; a escuridão da noite… a impunidade do meu carro, o poder do sorriso dele me apertando forte, muito forte… e a melodia de um “te amo”; me fizeram lembrar mais uma vez do pedido de um velho amigo. Senti como minha buceta ficava molhada, encharcando cada vez mais a proteção vermelha de renda, notei que conseguia se contrair uma e outra vez imaginando lá dentro a piroca enorme e fibrosa que se escondia debaixo do terno escuro impecável dele. Sem mais rodeios, me livrei da saia, deslizei a mão e comecei a me acariciar; não precisava babar os dedos porque minha tesão e minha vontade incontrolável de ser comida tinham molhado tudo; meus dedos deslizavam da minha vulva inchada e sensível até minha bunda incrivelmente quente e suculenta… me esfreguei… apertei meu clitóris com precisão impecável e, ao ver o rosto dele no meu para-brisa… comecei a lamber minha boca como se pudesse chupá-lo, pedi… implorei pra aquele filho da puta me comer de uma vez, me enfiar uma e outra vez… juro que senti ela!! Acho que até meus dois dedos se expandiram enormemente até fazer eu sentir ela toda dentro de mim, juro que o pedaço de carne dele tinha me penetrado até não dar mais!! Naquele instante em que meu orgasmo embaçou aquele habitáculo, o velocímetro marcava 80, minha agitação… pelo menos o dobro!! minha temperatura no vermelho e meus gemidos. abafavam o barulho do motor! Foi sublime aquele inferno e mágicos os tremores que continuavam me provocando por ter me sentido dele! Sorte a minha que a estrada, naquele dia, estava tranquila… embora eu me lembre vagamente da cara estupefata de um caminhoneiro que passava… talvez num momento sublime pra mim… inapropriado pra ele ou talvez não… quem sabe inspirou ele também!!!
Na semana seguinte, entreguei meu trabalho, mas pra surpresa dele… aquela apresentação corretíssima só continha… o relato da minha experiência veicular onde a força física irresistível era o principal argumento. Pra minha surpresa… devolução do trabalho… com bilhete indicando hora e lugar!!
Cum laude na classe… saída indiferente… a tão esperada ilusão e paixão… na esquina!! Pensei… vai ser inesquecível pra nós dois… imune ao esquecimento, ao tempo, a novos sonhos ou fantasias! E olha que foi… Ele tinha todos os detalhes calculados (é muito observador e tem boa memória, tinha visto, ouvido, descoberto e guardado cada um dos meus gostos) música suave… frésias que perfumavam e refletiam suas cores nos lençóis imaculados de seda branca… velas pequenas e tênues ao lado da banheira… abacaxi e morangos misturados num drink delicioso, aquele que me enlouquece… que me revolta e me submete ao mesmo tempo, aquele… que fez ele gozar como nunca antes, ele pôde sentir e descobrir que por trás daquela senhora tão respeitável e correta… se escondia uma mulher extremamente puta e safada, sem preconceitos, disposta a dar e se entregar ao prazer mais absoluto… com a única barreira da própria imaginação.
Tudo naquele quarto era perfeito, principalmente ele… parado na minha frente como tantas vezes desejei, seu sorriso e seus olhos me percorrendo inteira… parecia me queimar a cada olhar. Deixei cair minha roupa de senhora inalcançável e estreou uma puta nova… barata… entregue… precisando de uma boa cavalgada em cima do pau dele. Convidei ele pra dançar, abracei ele, mexi meu corpo roçando no volume dele vestido, consegui sentir como aquele volume ia crescendo… se esticando e endurecendo cada vez mais. Eu curtia intensamente aquele roçar, não me intimidou que ele pudesse me ver completamente nua, que meus mamilos eriçados ficassem à mostra… minha buceta se abrindo implorando pra ser tocada. Desabotoei primeiro o cinto dele e depois a calça, o pau dele se soltou com força, quando toquei era uma rocha… dura… firme… virei e apoiei minha raba nele; depois deixei cair meu lenço de seda listrado e a porta da minha bunda arrebitada se abriu pra ele… enlouqueci ele brincando com os dois… enquanto com uma mão acariciava os ovos dele cheios de porra, com a outra esticava mais o pau dele enquanto devagarzinho eu enfiava ele no meu cu. Imaginava a cara de prazer dele pelos gemidos, pelas constantes e intensas exclamações tipo ssshhhaaaaa… mmmmm … ahhh, suspiros profundos, suspiros descontrolados… isso, confesso… me deixava ainda mais excitada. Minha posição fez com que eu me deixasse cair no chão até ficar de quatro, como uma gata no cio, pedindo que ele me dominasse agora… primeiro ele beijou minha buceta, percorreu ela com os lábios molhados… cuspiu no meu cu, chupei os dedos que ele enfiou lá e enquanto assim trabalhava minha bunda, com a língua dele mexendo e brincando, ele penetrava minha buceta cada vez mais vibrante de tesão. Não consegui me segurar e um prazer profundo me elevou… foi aí meu primeiro orgasmo daquela noite. Supliquei pra ele meter até o talo, pra me deixar sentir o calor da carne dele dentro de mim, pra me encher com o pau dele… pra me bombar até os ovos dele fazerem barulho contra meu cu aberto e satisfeito. Ele me sacudiu por um bom tempo… Quando alcancei meu segundo momento sublime, me deitei de barriga pra baixo… ele caiu em cima de mim, acariciei com massagens as nádegas suadas dele e, dando um giro, comecei a beijá-lo desde a boca quente e aberta… chupei a língua dele… lambi todo o peito dele e depois peguei nas minhas mãos o pau molhado dele, coloquei minha baba grossa na cabeça do pau dele e chupei com uma força e uma vontade desmedidas, era um sonho mágico ter ela na minha boca! era tão grande meu desespero e tão firme e erétil o pau dela que eu engasgava ao enfiar até o fundo… eu punhetei com minha boca… minha língua… minha baba… minha alma… quando finalmente senti na minha garganta o calor do gozo dela… fui feliz… me senti apaixonada e entregue, como há muito tempo eu desejava. Selelei então aquele momento acariciando meus olhos, minha boca e minha buceta com as mãos ainda macias e escorregadias de porra que guardavam nelas.
A gente se mimou por um bom tempo… sentiu a maciez dos lençóis brancos… a melodia da banheira… se olhou… sorriu… e cúmplices, começamos um novo jogo.
Deitada sozinha no sofá do quarto dela, embora iluminado, nostálgico e solitário pra ela, parecia estar parada no tempo, suspensa nos sonhos mais desejados, tentando se agarrar ao norte, aquele... que disseram pra ela não perder, mas mesmo assim, na neblina desse sul, ele parecia quase inalcançável.
A mente dela não parava de pensar e o coração não parava de sentir... emoções, desencontros, sonhos que, prestes a se realizar, viraram desencantos, desilusões; saudades de uma paixão eternamente ausente, desejos de um "te amoooooo" certo e verdadeiro... será que é... necessidade de um amanhecer na cama? do abraço de um amigo? de um olhar que desnude e deixe à flor da pele todos os seus aromas, suas paixões, suas loucuras?
O certo é que, pensando e debatendo se era bom ajudar o coração a decidir o que e como sentir... ela se entregou ao conforto daquele sofá macio e avermelhado; escolheu buscar novos sonhos (ela adora sonhar com os sentidos despertos). Satisfez a solidão dela conjugando nessas novas fantasias, a imaginação e a realidade mais próxima, aquela que não precisa esperar porque está ao alcance da mão...
Ao observá-la assim, entregue a esse sonho... o prazer se desenhava no rosto dela, às vezes só sorria e em outras gargalhadas explodiam... ela parecia feliz... plena... numa voz bem suave dizia:
"Os olhos dele me hipnotizam, o olhar dele me deixa vulnerável, a inteligência dele me faz admirá-lo, a boca dele me perde no desejo ardente de beijá-lo, a presença dele me inquieta pra caralho, me seduz com cada gesto; ele sabe que eu gosto e curte isso. Um dia qualquer, desses comuns, ele com uma distração proposital tocou minhas costas, tudo em mim se arrepiou, aproximou a voz dos meus sentidos e ousadamente me propôs a força física irresistível nas pessoas como tema do próximo trabalho que eu deveria entregar pra ele. Sem pensar e até me surpreendendo comigo mesma, eu disse Sugestivamente: —Tá falando da mesma força que me faz sonhar e gozar com você?
Ele sorriu, me devorou com o olhar e, com aquela segurança dele, respondeu: —Tô gostando… e muito… de ter deixado de te intimidar, assim você vai perceber como sua sensualidade deliciosa me provoca.
Fiquei vermelha… o calor mais intenso que já senti tava me sufocando.
Demorei na sala, ele também fez hora. Caminhamos juntos, eu roçava e acariciava a mão dele toda vez que ele aproximava. Era horário de saída e o povo tava por perto. Beijei ele tímida e sumi; ele parado na esquina.
No caminho pra casa, depois de uma aula tão produtiva quanto exótica e ousada; a escuridão da noite… a impunidade do meu carro, o poder do sorriso dele me apertando forte, muito forte… e a melodia de um “te amo”; me fizeram lembrar mais uma vez do pedido de um velho amigo. Senti como minha buceta ficava molhada, encharcando cada vez mais a proteção vermelha de renda, notei que conseguia se contrair uma e outra vez imaginando lá dentro a piroca enorme e fibrosa que se escondia debaixo do terno escuro impecável dele. Sem mais rodeios, me livrei da saia, deslizei a mão e comecei a me acariciar; não precisava babar os dedos porque minha tesão e minha vontade incontrolável de ser comida tinham molhado tudo; meus dedos deslizavam da minha vulva inchada e sensível até minha bunda incrivelmente quente e suculenta… me esfreguei… apertei meu clitóris com precisão impecável e, ao ver o rosto dele no meu para-brisa… comecei a lamber minha boca como se pudesse chupá-lo, pedi… implorei pra aquele filho da puta me comer de uma vez, me enfiar uma e outra vez… juro que senti ela!! Acho que até meus dois dedos se expandiram enormemente até fazer eu sentir ela toda dentro de mim, juro que o pedaço de carne dele tinha me penetrado até não dar mais!! Naquele instante em que meu orgasmo embaçou aquele habitáculo, o velocímetro marcava 80, minha agitação… pelo menos o dobro!! minha temperatura no vermelho e meus gemidos. abafavam o barulho do motor! Foi sublime aquele inferno e mágicos os tremores que continuavam me provocando por ter me sentido dele! Sorte a minha que a estrada, naquele dia, estava tranquila… embora eu me lembre vagamente da cara estupefata de um caminhoneiro que passava… talvez num momento sublime pra mim… inapropriado pra ele ou talvez não… quem sabe inspirou ele também!!!
Na semana seguinte, entreguei meu trabalho, mas pra surpresa dele… aquela apresentação corretíssima só continha… o relato da minha experiência veicular onde a força física irresistível era o principal argumento. Pra minha surpresa… devolução do trabalho… com bilhete indicando hora e lugar!!
Cum laude na classe… saída indiferente… a tão esperada ilusão e paixão… na esquina!! Pensei… vai ser inesquecível pra nós dois… imune ao esquecimento, ao tempo, a novos sonhos ou fantasias! E olha que foi… Ele tinha todos os detalhes calculados (é muito observador e tem boa memória, tinha visto, ouvido, descoberto e guardado cada um dos meus gostos) música suave… frésias que perfumavam e refletiam suas cores nos lençóis imaculados de seda branca… velas pequenas e tênues ao lado da banheira… abacaxi e morangos misturados num drink delicioso, aquele que me enlouquece… que me revolta e me submete ao mesmo tempo, aquele… que fez ele gozar como nunca antes, ele pôde sentir e descobrir que por trás daquela senhora tão respeitável e correta… se escondia uma mulher extremamente puta e safada, sem preconceitos, disposta a dar e se entregar ao prazer mais absoluto… com a única barreira da própria imaginação.
Tudo naquele quarto era perfeito, principalmente ele… parado na minha frente como tantas vezes desejei, seu sorriso e seus olhos me percorrendo inteira… parecia me queimar a cada olhar. Deixei cair minha roupa de senhora inalcançável e estreou uma puta nova… barata… entregue… precisando de uma boa cavalgada em cima do pau dele. Convidei ele pra dançar, abracei ele, mexi meu corpo roçando no volume dele vestido, consegui sentir como aquele volume ia crescendo… se esticando e endurecendo cada vez mais. Eu curtia intensamente aquele roçar, não me intimidou que ele pudesse me ver completamente nua, que meus mamilos eriçados ficassem à mostra… minha buceta se abrindo implorando pra ser tocada. Desabotoei primeiro o cinto dele e depois a calça, o pau dele se soltou com força, quando toquei era uma rocha… dura… firme… virei e apoiei minha raba nele; depois deixei cair meu lenço de seda listrado e a porta da minha bunda arrebitada se abriu pra ele… enlouqueci ele brincando com os dois… enquanto com uma mão acariciava os ovos dele cheios de porra, com a outra esticava mais o pau dele enquanto devagarzinho eu enfiava ele no meu cu. Imaginava a cara de prazer dele pelos gemidos, pelas constantes e intensas exclamações tipo ssshhhaaaaa… mmmmm … ahhh, suspiros profundos, suspiros descontrolados… isso, confesso… me deixava ainda mais excitada. Minha posição fez com que eu me deixasse cair no chão até ficar de quatro, como uma gata no cio, pedindo que ele me dominasse agora… primeiro ele beijou minha buceta, percorreu ela com os lábios molhados… cuspiu no meu cu, chupei os dedos que ele enfiou lá e enquanto assim trabalhava minha bunda, com a língua dele mexendo e brincando, ele penetrava minha buceta cada vez mais vibrante de tesão. Não consegui me segurar e um prazer profundo me elevou… foi aí meu primeiro orgasmo daquela noite. Supliquei pra ele meter até o talo, pra me deixar sentir o calor da carne dele dentro de mim, pra me encher com o pau dele… pra me bombar até os ovos dele fazerem barulho contra meu cu aberto e satisfeito. Ele me sacudiu por um bom tempo… Quando alcancei meu segundo momento sublime, me deitei de barriga pra baixo… ele caiu em cima de mim, acariciei com massagens as nádegas suadas dele e, dando um giro, comecei a beijá-lo desde a boca quente e aberta… chupei a língua dele… lambi todo o peito dele e depois peguei nas minhas mãos o pau molhado dele, coloquei minha baba grossa na cabeça do pau dele e chupei com uma força e uma vontade desmedidas, era um sonho mágico ter ela na minha boca! era tão grande meu desespero e tão firme e erétil o pau dela que eu engasgava ao enfiar até o fundo… eu punhetei com minha boca… minha língua… minha baba… minha alma… quando finalmente senti na minha garganta o calor do gozo dela… fui feliz… me senti apaixonada e entregue, como há muito tempo eu desejava. Selelei então aquele momento acariciando meus olhos, minha boca e minha buceta com as mãos ainda macias e escorregadias de porra que guardavam nelas.
A gente se mimou por um bom tempo… sentiu a maciez dos lençóis brancos… a melodia da banheira… se olhou… sorriu… e cúmplices, começamos um novo jogo.
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