Oi. Sou chilena e, como vocês vão entender, essa história vai ser contada com nomes diferentes dos verdadeiros protagonistas. Esse acontecimento rolou há uns dois anos em Valparaíso e garanto que tudo que vou contar é verdade.
Meu nome é Valentina, na época dos acontecimentos eu tinha 22 anos, sou contadora pública, hoje formada pela Universidade e pretendo me mudar pra Santiago pra fazer uma especialização em finanças. Tenho um metro e sessenta e cinco de altura, pele branca e cabelo castanho claro, e me considero, modéstia à parte, muito gostosa. Meu rosto tem traços delicados, tive a sorte de vir de uma linhagem de mulheres lindas: minha mãe foi rainha na cidadezinha dela e minha avó participou do Miss Chile há algumas décadas. Mas além disso, o que mais chama a atenção do meu namorado e dos meus colegas da faculdade é minha bunda. Às vezes, quando a gente tá nas festas da facul, entre uma zoeira e outra, eles deixam claro, e acho que sei o porquê: ela é grande demais pro meu corpo, é firme e volumosa, e chama atenção porque meu quadril é pequeno e meu biotipo é magro. Tudo isso, somado ao fato de que no geral considero ter um corpo invejável, me permitiu ganhar uma grana extra fazendo modelagem de lingerie desde os dezenove anos.
Desde os dezessete, por recomendação da minha irmã mais velha, que tem cinco anos a mais que eu e, logicamente, naquela época estava anos-luz à minha frente em experiências sexuais, comecei a depilar meus pelos pubianos e do meu cu. Segundo a teoria dela, num dia que a gente tava tomando sol peladas na piscina do nosso chalé, detalhando que minha buceta e meu cu são de um rosa clarinho, ela me explicou que é mais estético depilar todo dia. Por isso, minha buceta e meu cu são totalmente carecas. Meus peitos são grandes pra minha altura, são 34 B, e minhas auréolas também são rosadas e grandes, algo que deixa meu namorado, que me diz que quando sai com os amigos, eles comentam que as auréolas mais comuns são as negras e pequenas, mas que uma auréola grande e rosada é difícil de encontrar.
Finalmente, minha buceta, infelizmente, e digo isso por todos os problemas que me trouxe, tem sido estreita e precisa de excitação prévia por um bom tempo para poder ser penetrada, pois além de ser apertada, não lubrifica satisfatoriamente no início da relação.
Até a época desses acontecimentos, só tinha transado com meu namorado, que tem um pênis pequeno, circunstância que me permitia curtir o sexo com ele sem sentir muita dor. Quanto ao sexo anal, sempre me pareceu algo abominável, porque considero que esse buraco foi feito para uma função totalmente diferente da cópula. Só em uma ocasião, enquanto fazíamos amor, meu namorado me propôs praticá-lo, proposta à qual logicamente me opus de forma veemente, e isso trouxe uma série de problemas no nosso relacionamento que quase custou nosso namoro, pois sempre fui uma mulher conservadora e antiquada no que diz respeito a esses assuntos.
A história que hoje vou contar a vocês começou quando uma noite acordei com uma cólica forte que me fez pensar que minha menstruação logo chegaria, o que não aconteceu e me fez perceber que haviam voltado as terríveis dores do endométrio, órgão do sistema reprodutivo feminino, que tem a função de proteger dentro de si, durante o período gestacional, o óvulo. Esse inconveniente me preocupou, por isso disse à minha mãe que procuraria uma consulta com uma ginecologista para me examinar. Depois de perceber que a ginecologista que sempre me atendeu havia fechado seu consultório, sem saber para onde tinha ido, decidi buscar na lista telefônica o nome de alguma especialista em ginecologia que também fizesse radiografias no próprio consultório, pois esses exames em um lugar particular são humilhantes, já que ao ir a algum... exame preciso aguentar dois caras encarando cada parte do meu corpo, antes de me avaliarem. Depois de procurar por um tempão, só encontrei um ginecologista em todo o guia que constava como formado numa Universidade dos Estados Unidos e que dizia no anúncio que trabalhava com imagens diagnósticas, ou seja, radiografias. Como, felizmente, meus pais sempre tiveram uma boa situação financeira, marquei consulta particular com o médico, já que por eliminação era o único que podia me poupar de me exibir pra outros caras.
A consulta foi marcada pro dia seguinte às seis da tarde, porque quando liguei todos os horários estavam lotados, o que me fez aceitar ser a última paciente do dia. Naquela tarde, depois de resolver umas burocracias pra solicitar meu registro profissional, por volta das quatro e meia, tomei um banho quente e aproveitei pra fazer minha rotina diária de depilar totalmente minha buceta, meu monte de vênus, em volta dos lábios e meu cu. Também, por vergonha do médico, pois não tem nada pior do que uma calcinha zuada, fiquei pelo menos vinte minutos escolhendo que calcinha e sutiã usar. Optei por colocar uma fio dental branca de seda, mas que é costurada no estilo rendado, tipo uma rede de pingue-pongue, o que deixa à mostra o começo dos meus pequenos lábios vaginais e o quanto minha buceta está lisinha. Meu sutiã era igual, que não escondia o quanto meu mamilo é rosado e largo, cobrindo boa parte da minha teta.
Depois me vesti com roupas que me deixassem confortável na hora de tirar e que passassem uma boa impressão. Coloquei uma saia amarela na altura do joelho e uma blusa discreta de fio com mangas compridas, além de umas botas elegantes pretas.
Naquele dia cheguei às cinco e cinquenta e cinco da tarde com os exames que tinha feito já fazia alguns anos do endométrio. Depois de esperar até as seis e meia, quando a secretária despachou todos os pacientes, ela me disse pra entrar. arrumando minhas coisas para ir embora e dizendo ao doutor que iria porque já estava muito tarde. Ao passar, observei que havia uma sala grande dentro do próprio consultório, com uma biblioteca gigante ali mesmo e uma parede que tinha uma única porta, o que me permitiu deduzir que o que minha mãe tinha me dito sobre ele ser o melhor ginecologista da Cidade era verdade. Quando eu me preparava para esperar mais um pouco, o médico abriu a porta, me cumprimentou muito gentilmente e me convidou para entrar. Seu nome era Iván, tinha cerca de cinquenta anos, negro, com traços duros e pouco atraentes e corpo robusto, eu diria que pesava uns noventa quilos, mas que eram compensados por seus um metro e oitenta e sete de altura. Dentro do quarto, que também era de dimensões maiores, mais ou menos quinze metros de comprimento por dez de largura, havia uma mesa onde ele atendia, e no fundo dava para ver uma pequena porta que levava a outro lugar. Depois de perguntar meu nome completo, ele começou muito gentilmente a ler meu prontuário, perguntando há quanto tempo eu não sentia dor no endométrio, respondendo que já fazia alguns anos que não me incomodava. Em seguida, ele me perguntou qual motivo me levava à consulta, então expliquei precisamente que a dor nesse órgão tinha voltado. Por causa disso, ele pediu que eu entrasse na porta à direita e ficasse de calcinha e sutiã, vestindo um jaleco verde claro que encontraria num cabideiro dentro do quarto. Ao entrar, vi um espaço pequeno com uma maca com estribos e uns aparelhos estranhos ao redor que nunca tinha visto. Tirei minha roupa, ficando só de calcinha e sutiã, e vesti o jaleco que o doutor tinha indicado. Nessa altura eu estava muito nervosa porque sempre é constrangedor se mostrar seminu diante de um estranho. Naquele exato momento, o médico entrou no quarto com seu estetoscópio no pescoço e disse que examinaria primeiro meus seios, pedindo que que eu abaixasse o robe até o quadril, sentada na maca. Quando fiz o que ele pediu, pude observar que, apesar do médico tentar disfarçar sua surpresa, ao ver que meu sutiã – pela cor e pelo material – permitia revelar as grandes dimensões da auréola do meu mamilo e sua cor, assim como o tamanho exagerado dos meus seios para minha estatura, ele ficou com os olhos vidrados.
Depois disso, começou a apalpar por cima do sutiã ambos os meus seios, enquanto eu mentalmente esperava que ele não pedisse para eu tirá-lo. Mas, apesar das minhas preces internas, o médico me pediu que me desfizesse do sutiã. Quando o tirei e o coloquei ao lado da maca, o médico não tirou os olhos das minhas auréolas e disse que eu tinha seios muito bonitos, o que eu agradeci, rogando que aquilo acabasse logo, pois tinha a sensação de que o médico, em certos momentos, me olhava com desejo.
Em seguida, apalpou ambos os meus seios, tocando e agarrando eles como se fossem melões por pelo menos uns cinco minutos, e finalmente afirmou que meus seios estavam em magníficas condições. Depois, me pediu para tirar o robe. Ao ver minha calcinha, ele olhou para o meu rosto para ver se eu estava observando, então eu finji distração, e ele aproveitou para cravar os olhos na minha buceta, com intenções bem depravadas – dava pra ver nos olhos dele o que ele desejava. Primeiro, começou a me examinar com o estetoscópio por todo o estômago e ventre, na área do endométrio. Em seguida, massageou essa região, tentando apalpar o órgão. Depois disso, me disse para tirar a calcinha fio, e eu perguntei se o exame demoraria muito, porque eu já estava realmente entediada com aquela avaliação. Ele respondeu que demoraria apenas o necessário para avaliar o estado do meu endométrio e o que causava minha dor. Quando tirei a calcinha, ele quase caiu para trás ao ver toda a minha ppk depilada, e me perguntou por que eu gostava de raspar meus genitais, ao que eu respondi que me Eu gostava porque parecia mais estético e mais limpo. Ele me disse que de fato ficava muito bonito assim. Depois disso, ele colocou meus dois pés nos estribos e me perguntou se eu sempre tinha cuidado tão bem da minha figura, pois acho que ele observou que meus pés eram pequenos, sem uma imperfeição e com as unhas pintadas no estilo francês, impecáveis, pergunta que não respondi e que evitei com um sorriso para que ele não me questionasse mais. Em seguida, ele se sentou entre minhas pernas num banquinho e me disse que iria introduzir um aparelho que auscultaria meu endométrio, mas que era um pouco grande e me perguntou se eu tinha problema com isso, respondendo automaticamente que sim, porque não gostava de um exame daquele tipo, mas ele me explicou que o endométrio ficava muito no fundo da vagina e que ao simples toque não dava para palpar, então inevitavelmente teria que introduzir aquele aparelho. Logo depois, ele pegou da mesa de instrumentos uma espécie de vibrador com uma câmera pequena na ponta, que me assustou muito, pois era quase o dobro do tamanho do pau do meu namorado, eu calcularia uns vinte centímetros. O doutor tentou primeiro colocar o dedo na minha bucetinha, mas como eu disse, estava sem muita lubrificação, então ele teve que encharcar o aparelho e a vagina com um líquido lubrificante. Confesso a vocês que naquele momento eu teria dado todo o dinheiro do mundo para sair daquela sala, mesmo que os problemas do endométrio voltassem, pois me ver obrigada a enfrentar uma situação como essa era constrangedor, além da dor e do incômodo que aquela máquina causaria dentro de mim. Por isso, perguntei novamente ao médico se não tinha como evitar a penetração com aquele aparelho, explicando que eu tinha medo de aguentar aquilo dentro da minha vagina, o que me deu um pouco de tranquilidade, pois ele explicou que depois de lubrificar adequadamente o canal vaginal, qualquer elemento de tamanho considerável poderia ser introduzido sem maiores problemas. Ele trouxe da mesa dele um pote de líquido e... parecia importado mesmo, pelo que pude ver tinha um adesivo em inglês colado. Ele destampou e besuntou o aparelho com essa substância, me pediu para abrir bem as pernas e relaxar, que iria lubrificar minha buceta. Começou abrindo meus lábios internos e inseriu lentamente dentro da minha use the word: xota um dos dedos lubrificados, para depois tirar a luva argumentando que o látex não permitia o mesmo atrito, e introduziu novamente o dedo agora mais encharcado desse líquido. Em seguida colocou mais um dedo e eu já começava a sentir desconforto na minha periquita, já que os dedos do doutor eram muito grossos e longos, além de me parecer que ele tentava meter e puxar ritmicamente. Quando imaginei que ele tiraria os dedos e colocaria o espéculo, começou a esfregar meu clitóris, me excitando muito, pois foi uma total falta de respeito tocar nessa área que nada tinha a ver com a avaliação, mas ele imediatamente pediu que me acalmasse e entendesse que era um ginecologista de ampla experiência, e que se usava esse meio era para alcançar mais rápido uma lubrificação total e assim não prolongar muito o exame. Por essa razão, abri minhas pernas novamente e ele continuou tocando meu clitóris e metendo dois dedos na minha vagina. Admito que depois de vinte segundos do médico repetindo esse procedimento, meu buraquinho começou a ficar molhado e a dilatar, e lá no fundo eu comecei a ficar excitada, claro sem demonstrar o mínimo para o doutor. Depois disso ele disse que iria inserir o aparelho e, esfregando-o novamente com o líquido lubrificante, colocou a cabeça na minha use the word: ppk. Começou a meter devagar o aparelho, enquanto eu mordia os lábios pela sensação terrível de ver aquele verdadeiro taco de beisebol entrando cada vez mais na minha vagina. O doutor disfarçadamente observava minha reação, mas eu, quando via que ele levantava a cabeça, fingia não perceber. Quando a máquina já tinha entrado quase... Na metade do exame, o médico me disse que ligaria o monitor para ver se o aparelho já dava imagem. Apesar da intenção dele, ainda faltava muito caminho para ver meu endométrio, então ele empurrou o examinador mais para dentro e, em uma de suas investidas "profissionais", sem querer, saiu de mim um gemido que não consegui reprimir, o que não passou despercebido pelo doutor Iván, que imediatamente levantou a cabeça e, olhando nos meus olhos, perguntou se tinha doído. Enquanto eu pensava em que desculpa inventar, respondi que, como minha bucetinha nunca tinha recebido um aparelho de proporções tão grandes, sentia aquela máquina no estômago. Ele me disse que o aparelho não era tão grande assim, pois existiam pintos muito mais grossos e compridos que aquele "aparelhinho", resposta que me fez pensar se ele tinha dito para me tranquilizar ou para dar a entender que possuía uma tranca ainda maior que o instrumento desproporcional que me perfurava. Depois disso, o médico puxou um pouco, dizendo que fazia isso para pegar impulso e enfiar o resto de uma só vez, e, sem me dar tempo de recusar, empurrou toda a máquina até o fundo da minha cucetinha, o que me fez sentir como se tivessem estacionado um trator inteiro dentro de mim, sem conseguir controlar tal penetração, dizendo ao médico quando senti tudo dentro: "Doutooooor, aiii, devagarinho, por favor, que tá doendo, aiiiihhh!!!". Mas, quando baixei minha vista, o médico olhava minha vagina com cara de desejo, tendo todo aquele instrumento cirúrgico dentro da minha buceta, com só a alça para fora, enquanto meus lábios rosados e pequenos pareciam que iam se rasgar de tão abertos que estavam. Pedi imediatamente, com as poucas forças que me restavam depois de sentir aquele animal dentro de mim, que ele tirasse, que eu queria ir embora, mas ele me disse para me acalmar, que já dava para ver o endométrio e me mostrou a tela que o exibia. Depois disso, começou suavemente a movê-lo dentro de mim, o que me fazia sentir... como se no meu estômago houvesse uma formiga e a cada movimento eu mordia os lábios para não gemer, pois esse homem estava me partindo ao meio, estava descobrindo lugares que nunca tinham sido explorados enquanto eu sentia sensações dolorosas mas excitantes. Depois de examinar meu interior por alguns minutos, o doutor tirou lentamente da minha buracinho o instrumento, notando que toda a cabeça e exterior estavam com leves vestígios de sangue, o que me preocupou, mas ele disse que isso era normal porque minha buceta era minúscula, tão pequena e apertada que era a mais estrecha que ele já tinha visto em toda sua experiência profissional, e que por causa disso, haviam ocorrido pequenas lacerações lá dentro, mas que não era nada importante. Depois disso, ele pediu que eu vestisse novamente o jaleco, que precisava conversar comigo e que me esperava na mesa. Eu aproveitei a oportunidade e coloquei novamente minha calcinha, sentindo muita dor na minha coisinha ao vesti-la por causa da penetração que eu tinha acabado de aguentar. Enquanto isso, imaginava com medo o que meu namorado pensaria e sentiria se soubesse do exame minucioso que eu tinha enfrentado e o quanto tinham maltratado minha vagina. Depois me dirigi à mesa do médico, que estava novamente vendo as radiografias do endométrio que eu tinha levado, e quando me viu chegando, pediu que eu me sentasse, me disse que a câmera não tinha conseguido capturar imagens claras do estado do meu endométrio e que seria necessário fazer uma radiografia. Disse isso, eu respondi que era por isso que eu tinha vindo ao seu consultório, pois na lista telefônica dizia que sua especialidade também eram imagens de diagnóstico, e ele me disse que possuía os aparelhos mais modernos da região e que ele inclusive era quem às vezes alugava para os Institutos especializados. Depois me disse que em seu consultório na sala dos fundos, a qual eu ainda não conhecia, tinha os utensílios suficientes para fazer a radiografia necessária e que poderíamos praticá-la imediatamente, pois no dia seguinte eu estava totalmente ocupada. Na sala do exame me deparei com vários e distintos tipos de aparelhos, inclusive um equipamento autobronzeador, e no fundo a máquina para realizar radiografias. Ele pediu que eu ficasse sem calcinha na frente da máquina, diante de uma cortina verde grossa. Quando fiz isso o doutor ligou o aparelho e fez o exame, e me disse para sentar cinco minutos na mesa que o resultado já sairia.
Ele voltou decepcionado e mostrando uma radiografia embaçada, me disse que não tinha saído nítida, pois provavelmente como eu não tinha feito uma lavagem prévia, meu estômago não estava vazio e por essa razão a máquina não conseguia tirar a radiografia direta do órgão. Eu perguntei então o que poderíamos fazer e ele me respondeu que havia duas opções: a primeira era marcar nova consulta para o exame amanhã, que seria mais ou menos para daqui a três dias, pois ele sairia no dia seguinte no final da tarde, depois de atender todos os seus compromissos, para um congresso médico em Santiago, e eu faria previamente em casa a lavagem mencionada; ou, se eu preferisse, poderia fazer a lavagem imediatamente e assim poder realizar o exame ainda essa noite. Por um lado, eu não queria aguentar mais a dor que o endométrio me causava à noite, mas por outro me dava vergonha fazer essa lavagem no banheiro do doutor, enquanto ele me esperava lá fora. Apesar da vergonha, não estava disposta a suportar mais esse suplício e disse ao Iván que fizéssemos já, e ele concordou com a cabeça.
Ele me disse para esperar, que iria ao depósito de medicamentos e já voltava. Quando retornou, me disse que só restava um kit de lavagem no depósito, mas que era o mecanismo antigamente usado e que não havia mais produtos para fazê-lo com o mecanismo contemporâneo, razão pela qual pedi que ele me explicasse. Dito isso, ele explicou que Atualmente, os laboratórios vendem pequenos supositórios que a pessoa coloca no reto e que, após se dissolverem, produzem a lavagem interna. Outros vendem líquidos que são administrados por via oral e com os quais se obtêm os mesmos resultados. E, finalmente, a última palavra em lavagens era introduzir no reto uma bolsa que trazia um líquido que se deixava no interior e ele se encarregava de lavar. Quando perguntei então que mecanismo era o único que restava no depósito naquela noite, ele disse que este foi usado há vinte anos na clínica, mas que já estava descontinuado por ser muito incômodo, e que por falta de uso era a única coisa que havia no depósito. Explicou-me que era um tubo que deveria ser introduzido pelo reto enquanto o paciente ficava de quatro, e depois depositavam dentro um líquido que cumpria a função de lavagem. Esse exame me horrorizou, já que deixar perfurarem meu ânus por um estranho era algo terrível, e pedi que procurássemos outra opção além da proposta. Ivan, olhando fixamente nos meus olhos e de forma gentil, disse: "Valentina, olha, desculpe interferir na sua vida, mas por que você mostra tanto medo desse procedimento?" Eu sentia vergonha de abordar esse tipo de assunto com ele, pensando que de repente ele perguntaria se eu já tinha tido relações anais, então disse que era simplesmente porque queria evitar maiores traumas nesses exames. Ele me disse para me acalmar, que o exame era como fazer amor com alguém por trás, mas em vez de introduzir o membro viril, era aquele aparelhinho que entrava. Eu fiquei quieta e olhando para o chão, então ele me disse para ficar tranquila e confiar nele, e perguntou: "Ou será que nunca te penetraram pelo ânus?" E eu respondi que não e que também não queria ser penetrada com um utensílio cirúrgico, mas ele explicou que, devido à pressa do tempo, era necessário e que eu ficasse tranquila, pois ele já tinha praticado esse tipo de exames há vinte e cinco anos, com mulheres nunca antes penetradas e que as avaliações tinham sido bem-sucedidas. Depois de pensar um pouco, eu disse que a gente podia tentar, mas que se doesse muito a gente parava. Ele disse que traria os aparelhos necessários e que eu me deitasse de barriga para cima na maca da sala de exames. Depois de três minutos, ele apareceu com uma maleta preta de tamanho médio, da qual tirou uma espécie de consolo de uns trinta e cinco centímetros de comprimento, exageradamente grosso e oco por dentro. Ao ver aquele instrumento, eu disse ao médico que ele não estava pensando em enfiar aquela coisa na minha bunda, e ele me respondeu que seria só um pedaço para introduzir o líquido que faria a lavagem. Pedi que, por favor, ele fosse delicado ao me tratar, e ele disse que prometia. Dito isso, ele pediu que eu me deitasse de bruços na maca. Ao fazer isso, ele desamarrou o meu roupão e deixou todo o meu corpo de costas à mostra, e eu percebi a reação do doutor, porque se ao ver os meus seios e a minha buceta ele quase desmaiou, ao observar o bumbum impressionante que eu tenho, ele iria cair para trás. E não era falso o que eu suponha, pois ao desabotoar o roupão e abri-lo, ele ficou estupefato ao vê-lo com o minúscuo fio dental branco que o cobria, mordendo o lábio inferior de desejo. Ao fazer isso, eu disse a ele por que ele estava demorando tanto, e ele disse que desculpasse, mas que nunca tinha visto uma bunda tão grande e bem-feita, brincando para quebrar um pouco o gelo, que não sabia como ia introduzir o instrumento no meio de tanta carne. Ele disse para eu levantar um pouco o bumbum, que ele ia tirar minha calcinha, e ao levantá-lo, o doutor começou a tirar lentamente o meu fio dental, que tinha vestígios de sangue do exame anterior e que demorou muito para sair da minha bunda por causa do tamanho das minhas nádegas. Depois ele explicou que, para uma penetração bem-sucedida, ele teria que lubrificar meu ânus com o mesmo líquido que tinha usado antes na minha vagina e me pediu para ficar de quatro. Ao acessar o solicitado, percebi detalhadamente o que o médico fazia ao descobrir em todo seu esplendor meu cuzinho rosado. Ao vê-lo, ele comentou que nunca tinha visto um cu tão rosado e me perguntou se eu depilava, ao que respondi afirmativamente, situação que o deixou intrigado, pois se antes eu tinha dito que nunca tinha praticado sexo anal, por que eu depilava meu cuzinho? Expliquei que minha irmã dizia que assim ficava mais estético, e ele respondeu que ela tinha toda a razão. Nessa posição, ele aplicou bastante crema no meu cu e começou a massageá-lo por um tempo. Essa situação me pareceu estranha, sentindo como um simples exame do endométrio tinha se transformado gradualmente em uma análise minuciosa de partes do meu corpo que só meu namorado conhecia, e falando nele, eu não sabia como ia explicar todos os exames estranhos que o doutor Ivan tinha feito em mim durante essa noite. Depois de esfregar bem meu cu, ele pediu que com as duas mãos eu abrisse as nádegas, pois devido ao seu grande tamanho, atrapalhavam uma penetração completa. Fazendo o que foi pedido, abri minhas nádegas o máximo que pude e levantei minha bunda, começando o médico a introduzir lentamente seu dedo médio no meu buraco, enquanto eu sentia o quão apertado e complicado era essa tarefa, chegando um momento em que, com o dedo dele pela metade, ele teve que tirar porque a dor era insuportável. Novamente ele passou mais lubrificante no meu cu e começou lentamente a introduzir seu dedo médio dentro de mim, situação que me fez sentir uma dor novamente inimaginável, mas que, mesmo sem querer, estava me excitando enormemente, não conseguindo evitar soltar um pequeno gemido em um dos momentos em que o médico já estava praticamente terminando de introduzir todo seu dedo na minha bunda, parando sem tirá-lo e me perguntando o que estava acontecendo, e ao ver meu rosto, ele pôde perceber como eu estava mordendo meu lábio inferior de tanta excitação que estava sentindo, mas ao ver que eu abria meus olhos, fingindo olhar para o outro lado. O que acabara de acontecer me deixou muito envergonhada com o médico, porque o mais provável é que ele pensasse que eu estava extremamente excitada com esse exame, e mesmo que meu pudor não me permitisse admitir, o que esse homem estava fazendo comigo estava me deixando louca. Depois de ter enfiado todo o dedo dentro de mim, ele começou a movê-lo dentro de mim, o que me fazia sentir sensações intensas, inclusive às vezes eu tinha a impressão de que o médico fazia isso de propósito, pelo ritmo dos movimentos. Uma vez que o dedo dele se movia livremente pelo meu reto, o médico começou suavemente a introduzir um segundo dedo na minha bunda, me avisando que isso ia doer um pouco e me passou uma toalha para eu morder se sentisse dor. Ele começou a enfiar suavemente um pouco do outro dedo, dilatando meu ânus e me fazendo sentir uma dor terrível, mas excitante, situação que me fez estremecer e empinar mais minha bunda, dando a entender ao meu médico que ele tinha carta branca para terminar de enfiar o outro dedo em mim. O médico me disse para segurar a respiração, me acalmar e que ele ia enfiar de uma só vez o resto do dedo que faltava, eu balancei a cabeça e, fechando os olhos, o médico empurrou com força para dentro, o que me fez gritar de dor e gemer de prazer sem conseguir me conter: "Auhhh, doutor, tá doendo, por favor mais devagar que tá me rasgando por dentro". Esse grito pareceu ter agradado ao médico, porque quando eu o olhei disfarçadamente no espelho, ele estava com o olhar fixo no meu rosto, com olhos de sádico, e eu, olhando para ele, pedi que tirasse os dedos, por favor, mas ele me disse que não podíamos perder o terreno que já havíamos conquistado e que agora viria o aparelho. Sem tirar os dedos de mim, ele encharcou o aparelho no líquido lubrificante e, tirando os dedos do meu interior, enfiou imediatamente aquela máquina infernal, eu diria uns quinze centímetros, na minha bunda já um pouco dilatada por aquela terrível a penetração que eu tinha suportado. Aquela máquina dentro de mim me fez sentir como se estivessem enfiando um cano inteiro no meu reto, porque eu sentia que meu ânus estava prestes a rasgar, coisa que eu disse ao doutor e ele me explicou que isso era normal na primeira penetração, e quando eu achava que ele ia aplicar o líquido que lavaria todas as minhas entranhas, ele empurrou mais fundo no meu reto, operação que me fez chorar de dor, implorando ao doutor que por piedade tirasse aquela coisa de mim, que estava doendo muito enquanto eu limpava as lágrimas como podia, sem poder usar as mãos, porque elas estavam abrindo minhas nádegas em todo o seu esplendor. Nessa altura, eu calcularia que uns vinte e cinco centímetros da máquina já estavam no meu interior, e a dor que eu sentia era incalculável, porque além de sentir meu buraquinho prestes a rasgar, a ponta do aparelho já tocava praticamente meus pulmões, e quando eu me preparava para tirar com minhas próprias mãos aquele tubo do meu esfíncter, o doutor me disse para me acalmar, que não chorasse mais porque ele já ia me aplicar o líquido lavador, tirando um pequeno frasco vermelho da maleta, e removendo uma tampa que tinha na alça do tubo, ele esvaziou por aquele buraco chegando até o fundo do meu ser, esfriando aquela substância todo o meu estômago. Depois disso, lentamente ele tirou de mim aquela máquina monstruosa, enquanto eu sentia como se estivesse dando à luz a uma criança pelo meu reto. Quando ele terminou de tirar, observei que o aparelho saiu encharcado de sangue, e o doutor me explicou a mesma coisa que tinha acontecido com minha buceta, e me pediu para ficar tranquila. Fui ao banheiro e soltei o corpo, e uma vez estando totalmente vazio meu estômago, tomei um banho quente e lavei bem meu ânus e minha vagina numa banheira que tinha lá, para evitar, devido aos rasgos, uma possível infecção.
Quando lavei o ânus, pude ver quando passei sabão, que ao me lavar, cabiam até três dedos na minha bunda, imaginando o terrível esforço que tive que aguentar esse exame brutal, mas me consolava a ideia de que logo acabaria esse suplício e que nunca mais teria que ver aquele médico selvagem. Depois, vesti minha calcinha e o roupão de novo e voltei para a sala de exames, onde o doutor já estava me esperando com o aparelho de raio-x ligado, sentado ao lado mexendo no monitor. Ele tirou outra radiografia, e dessa vez saiu uma imagem perfeita do endométrio.
O médico pediu que eu me sentasse na maca enquanto ele estudava bem a radiografia. Depois de mais uns cinco minutos, ele me disse que o que tinha no meu endométrio não era nada grave, que simplesmente quando minha menstruação estava para chegar, ele inflamava, e que certas substâncias e materiais podiam machucá-lo, como por exemplo fazer abdominal ou transar com camisinha, pois o látex, por causa do material, machucava meu endométrio com o atrito. Dito isso, o doutor me perguntou se eu praticava alguma dessas atividades, e eu respondi que sim, que fazia umas duzentas abdominais dia sim, dia não, e que meu namorado usava camisinha nas nossas relações íntimas porque eu desconfiava da pílula anticoncepcional, já que muitas amigas minhas tinham me contado sobre os efeitos colaterais.
O médico me disse que eu não podia fazer mais do que umas cinquenta abdominais a cada três ou quatro dias para evitar novas inflamações do órgão em questão, e que eu devia conversar com meu namorado sobre nossa forma de nos protegermos, mas eu imediatamente respondi ao doutor que essa era a única maneira com que eu teria relações com qualquer homem, pois não gostava de tomar pílula ou me aplicar algum tipo de injeção. Diante do que eu tinha exposto, o médico então me disse que me ensinaria uma forma de colocar o preservativo que não machucasse tanto meu endométrio. Ele disse que, quando colocasse a camisinha, eu a colocasse deixando pequenas rugas no tronco do pênis e que na pele do prepúcio não deixasse espaço para que se... armazenaria o sêmen que ele ejaculasse, pois essa sobra da camisinha era o que roçava no endométrio e que, portanto, com as rugas deixadas, durante a penetração iriam se desfazendo, abrindo espaço para que o esperma se depositasse. Do que ele tinha dito, eu tinha entendido muito pouco e pedi que me ilustrasse mais, pois não estava entendendo nada. Ele disse que me explicaria com uma proveta, que é um tubo de vidro de laboratório, e, tirando da sua escrivaninha uma camisinha, colocou no instrumento, mas não adiantou nada, pois, como o tubo não tinha prepúcio e era de um material muito duro e de pouca fricção, a explicação se tornou impossível. Ele tentou com mais três preservativos me explicar, mas eu compreendia muito pouco, até que, vendo que não conseguiria me transmitir seu método, ele disse que então eu experimentasse uma injeção anticoncepcional ou pílulas, mas reiterrei que essas formas de proteção não me agradavam. Finalmente, observando que não íamos chegar a lugar nenhum, já que eu não conseguia entender o que ele tentava me explicar, perguntei se ele não tinha outro elemento no consultório similar ao membro masculino com o qual pudesse me explicar sua ideia, mas ele disse que a única coisa que tinha era aquela proveta e que, se continuasse fazendo amor com meu namorado de camisinha, da forma comum, muito em breve a inflamação do meu endométrio voltaria. Sem saber o que dizer, perguntei ao médico Iván se havia algo que pudéssemos fazer, então ele, olhando para o chão como se estivesse envergonhado, disse que talvez existisse uma forma de me explicar como fazer, e me disse que, se o que ia me propor me desagradasse, que eu falasse e não me escandalizasse, manifestando que, se fosse meu desejo, ele podia, no banheiro, colocar o preservativo da forma correta e depois me mostraria seu membro com ele posto para que eu aprendesse como. Instantaneamente respondi que não, e disse que ele não fosse atrevido, que eu tinha namorado a quem amava e que esse tipo de proposta era doentia e grosseiras, que preferia ficar doente de novo a praticar algo como o que ele estava propondo. O médico, muito serenamente, me pediu desculpas, disse que não era a intenção dele me ofender, e que se eu quisesse, voltasse na semana seguinte quando ele tivesse conseguido um falo artificial, depois que voltasse do seu congresso, para me explicar como fazer. Mas eu não tinha contado que em dois dias iria com meu namorado passar férias com a família dele na praia, e que essas "férias" seriam praticamente uma relação sexual contínua com ele, já que a família dele era muito liberal e nos deixava uma cabana só para nós dois. Depois de pensar um pouco, concluí que não faria mal nenhum ver como colocar a camisinha direito se nem sequer tocaria no membro viril do médico, pois ele mesmo faria isso, além de que, de certa forma, aceitaria para poder curtir umas boas férias na praia com meu namorado. Olhando novamente para o médico, disse que aceitava, mas que ele colocasse a camisinha no banheiro e, quando estivesse pronto, saísse e me mostrasse. O médico disse que sim, entrou no banheiro e, depois de trinta segundos, saiu sem calças e com uma toalha cobrindo o pênis, me disse que estava pronto, que já tinha colocado. Pediu que eu me sentasse e olhasse bem, e ao tirar a toalha, vi um pênis tão colossal que nunca imaginei que existisse — parecia o de um cavalo, era enorme, devia ter uns vinte e sete centímetros de comprimento, e a grossura era talvez como a de um salame. A cabeça era gigante e dava para ver que não tinha pele cobrindo, aparentemente era circuncidado, extremamente venoso e escuro, com uns testículos depilados, assim como os pelos púbicos, mas não raspados como os meus. Depois de ver esse espetáculo, não conseguia fechar a boca e parar de olhar para aquele monstro, mas ao perceber que o médico estava me observando, disfarcei e disse que já tinha visto como colocar a camisinha, mas que as rugas eram difíceis de fazer porque ao manipular a camisinha ela podia rasgar. Ele explicou que, ao começar a colocar a camisinha, quando já estivesse na raiz do pênis, formavam-se pequenas bolsas de ar que se distribuíam por todo o pênis até chegar ao prepúcio, permitindo que naquele local o esperma fosse depositado. Apesar dessa explicação, não conseguia entender o médico, e assim deixei claro, situação que o fez tirar a camisinha na minha frente, para colocar outra na minha presença e assim aprender a forma correta. Quando ele fez isso, confirmei minhas suspeitas, pois ele realmente tinha o pênis circuncidado, mas me chamou muita atenção o tamanho da cabeça, que era enorme, apesar do tamanho do resto do membro, imaginando como seria difícil colocar a camisinha em um aparato daquele tamanho. Quando ele a tirou, me disse para observar como deveria ser colocada, e me pediu que, se eu quisesse, a colocasse para aprender, mas obviamente minha resposta foi negativa, já que o que ele pedia já eram palavras maiores, pois tocar no pênis dele seria como permitir que ele alcançasse em parte o que de longe se notava que ele desejava: fazer amor comigo. Após minha resposta, ele me disse que o procedimento era algo muito profissional e que era a única forma de aprender definitivamente como colocar a camisinha, pois se depois com meu namorado eu a colocasse errado, ela poderia facilmente romper devido aos espaços de ar incorretos que poderiam ficar. Dito isso, eu disse que aceitava, mas que só o fazia para evitar problemas futuros com meu namorado. Ele me passou um preservativo e me disse para colocá-lo na ponta do pênis dele, e começasse a desenrolar a camisinha para que ela fosse se ajustando, e assim fiz, mas essa tarefa não foi fácil, porque com o tamanho desproporcional da cabeça daquele pênis, o látex parecia romper de tão esticado que ficava e a glande dele parecia estourar de tão apertada que estava dentro da camisinha. Quando a camisinha finalmente cobriu a cabeça, e vendo como eu tinha que segurar aquele pedaço de carne com as duas mãos devido à grossura, imaginei o que meu namorado pensaria se me visse nessa Situação, agarrando aquela tripa enorme com as duas mãos, colocando uma camisinha nele com a maior dificuldade. Depois comecei a descer a camisinha pelo resto do pau que parecia estar mais duro do que nunca, enquanto o médico em pé me observava, indicando como eu devia fazer, e eu permanecia sentada na maca justamente com o pênis dele na frente da minha cara. O doutor parecia tranquilo, mas cada vez saíam mais gotas de sêmen da cabeça do pau dele, a ponto de parecer que ele tinha gozado, mas logicamente isso não tinha acontecido porque, se tivesse, imagino que teria estourado a camisinha, já que o tamanho das bolas dele era incrível, podendo armazenar uma quantidade exagerada de porra. O médico me explicou que, uma vez que chegasse à metade da raiz do pênis dele, eu puxasse um pouco a camisinha para criar espaço dentro dela, e assim conseguir chegar até o final, mas isso não aconteceu porque, ao ter a camisinha, acho que um pouco abaixo da metade do corpo do membro dele, não tinha mais camisinha para puxar, já que as dimensões imensas do pau dele só permitiram estender a camisinha até aquele ponto. Terminado esse trabalho, o doutor me perguntou se tinha ficado claro o sistema para colocar a camisinha, ao que eu respondi que sim, e que agradecia pelo interesse dele. Dito isso, o médico me disse que iria ao banheiro se trocar e me pediu para esperar na maca com o jaleco, e que não fosse me vestir ainda. Isso me estranhou porque supunha que o exame tinha terminado, mas para não ficar muito repetitiva nas minhas perguntas, preferi esperar o médico sair. Quando finalmente ele saiu, dava para notar que ele ainda continuava com a ereção potente com a qual tinha entrado, pois se marcava bastante na calça dele o volume enorme que só um pau viril como o daquele homem podia conseguir. Ao ver isso, procurei disfarçar que tinha percebido, então o médico parou ao meu lado na maca e, olhando nos meus olhos, me disse: "Como você se sente Valentina?", e eu respondi que estava bem, só um pouco dolorida na minha buceta e na minha bunda por causa do exame, e aproveitei para perguntar o motivo pelo qual ele havia me pedido para continuar com o jaleco do exame se já havíamos terminado. A resposta que ele me deu fez meu estômago gelar: "Valentina, já terminamos seu exame, mas não posso perder essa oportunidade de comer a mulher mais espetacular que já conheci e ficar com esse tesão que estou sentindo". Ao me dizer isso, dei um tapa nele e me levantei para pegar minhas roupas. E se em algum momento, apesar da minha vontade, eu tinha sentido algum desejo pelo que esse sujeito me fazia, com o que ele havia dito, só me restava concluir que ele era um depravado que se aproveitava da posição de ginecologista para abusar de suas pacientes.
Depois que me levantei, o doutor me disse que não me convenha ir embora se eu não quisesse perder meu namorado. Esse argumento me obrigou a mudar de rumo e, olhando para ele com olhos furiosos, perguntei por que ele estava me dizendo aquilo. O médico me pediu para acompanhá-lo até sua mesa, um pedido ao qual não pude me negar depois de ter recebido uma ameaça daquelas. Ao me sentar, Ivan abriu duas portas da terceira prateleira de sua gigantesca estante, onde havia uma televisão com um reprodutor de vídeo. Colocando uma fita cassete, ele me disse para assistir antes de tomar qualquer decisão. Já desconfiando do que aquela gravação continha, minhas suspeitas se confirmaram quando o vídeo começou, mostrando como o doutor primeiro perfurava minha buceta com o espéculo, depois, com o aparelho de lavagens retais, rasgava meu ânus ferozmente e, finalmente, como eu manipulava uma camisinha em seu pênis. Essa gravação não deixava dúvidas, especialmente quando o doutor tira sua camisinha e eu coloco uma nova, de que entre esse homem sem escrúpulos e quem lhes escreve, havia existido um caso. Considerando ainda que a tecnologia de gravações... O visual permite editar uma imagem de tal forma que, suprimindo as partes que desejar, é possível criar um vídeo que só permita concluir que eu transei com ele. Depois de olhar a gravação por alguns segundos, perguntei ao médico qual era o motivo de ele fazer isso, e ele, muito tranquilo, me respondeu que desde que me viu de calcinha tinha ficado deslumbrado com tanta beleza, e que eu precisava entender que ele não fazia esse tipo de pressão com nenhuma de suas pacientes, mas que diante de um corpo como o meu e depois de eu ter permitido que ele penetrasse minha bunda e minha buceta daquela forma, ele se via obrigado a fazer o que estava fazendo, porque, caso contrário, teria a penosa obrigação de mostrar o vídeo ao meu namorado. Enquanto isso, eu só queria morrer, pois, por um lado, estava meu honor e minha fidelidade para com meu amado, e, por outro, o risco de colocar em perigo meu relacionamento com ele, porque esse sujeito parecia decidido a destruir meu namoro a qualquer custo, se eu não cedesse à sua vontade. Perguntei, com lágrimas nos olhos, o que ele queria exatamente, e imediatamente, sem hesitar, ele disse que queria me fazer o amor como ninguém nunca tinha feito, e que, depois de fazer, eu ia ficar tão viciada nele que não ia querer mais ver meu namorado. Não consegui mais conter o choro e pedi que me deixasse sozinha um pouco enquanto eu pensava, e ele, aceitando, saiu para outro cômodo. Analisando a situação, eu ainda guardava a esperança de que o médico não conseguisse encontrar o endereço do meu namorado, mesmo conhecendo o meu porque estava impresso no prontuário, além de que, em um eventual problema com meu namorado, eu poderia explicar o que tinha acontecido e, se ele realmente me amasse, teria que acreditar em mim. Mas, por outro lado, eu conhecia o quanto meu amado era ciumento, e depois de ver como eu peguei no pau enorme do médico e coloquei a camisinha nele, o mínimo que ele ia pensar era que eu ia me esfregar toda com ele. Não sabia o que fazer, além de que, deitar com ele... uma vez com esse sujeito, era só abrir a porta para que toda vez que ele quisesse, repetisse a mesma coisa, então se eu aceitasse o que ele pedia, exigiria antes o videocassete. Além disso, me preocupava transar com um homem que tivesse um pau tão grande, porque a única pessoa com quem tinha feito sexo era meu namorado, e de um jeito ou de outro ele poderia me machucar. Apesar de amar meu namorado e de ter querido ser fiel a ele para sempre, optei por aceitar o que o médico queria, porque se não fizesse, esse louco faria o inimaginável para obter vingança.
Disse ao médico que faria o que ele desejava, mas com a condição de que antes de fazer qualquer coisa ele me entregasse o videocassete, ao que ele aceitou de bom grado, abrindo novamente a gaveta do videocassete e me entregando na hora, esclarecendo que era a única cópia que possuía, então eu podia ficar tranquila. Depois perguntei o que vinha a seguir, supondo ingenuamente que ele marcaria um encontro no dia seguinte para fazer o combinado, mas ele me disse para irmos ao quarto onde tinha feito o exame e que faríamos amor ali. Eu disse que sim, SEGUNDA PARTE NO PRÓXIMO LINK É UMA HISTÓRIA MEIO LONGA.http://www.poringa.net/posts/relatos/2056325/Tengan-cuidado-con-su-ginecologo_-ami-me-violo-el-mio_-II.html
Meu nome é Valentina, na época dos acontecimentos eu tinha 22 anos, sou contadora pública, hoje formada pela Universidade e pretendo me mudar pra Santiago pra fazer uma especialização em finanças. Tenho um metro e sessenta e cinco de altura, pele branca e cabelo castanho claro, e me considero, modéstia à parte, muito gostosa. Meu rosto tem traços delicados, tive a sorte de vir de uma linhagem de mulheres lindas: minha mãe foi rainha na cidadezinha dela e minha avó participou do Miss Chile há algumas décadas. Mas além disso, o que mais chama a atenção do meu namorado e dos meus colegas da faculdade é minha bunda. Às vezes, quando a gente tá nas festas da facul, entre uma zoeira e outra, eles deixam claro, e acho que sei o porquê: ela é grande demais pro meu corpo, é firme e volumosa, e chama atenção porque meu quadril é pequeno e meu biotipo é magro. Tudo isso, somado ao fato de que no geral considero ter um corpo invejável, me permitiu ganhar uma grana extra fazendo modelagem de lingerie desde os dezenove anos.
Desde os dezessete, por recomendação da minha irmã mais velha, que tem cinco anos a mais que eu e, logicamente, naquela época estava anos-luz à minha frente em experiências sexuais, comecei a depilar meus pelos pubianos e do meu cu. Segundo a teoria dela, num dia que a gente tava tomando sol peladas na piscina do nosso chalé, detalhando que minha buceta e meu cu são de um rosa clarinho, ela me explicou que é mais estético depilar todo dia. Por isso, minha buceta e meu cu são totalmente carecas. Meus peitos são grandes pra minha altura, são 34 B, e minhas auréolas também são rosadas e grandes, algo que deixa meu namorado, que me diz que quando sai com os amigos, eles comentam que as auréolas mais comuns são as negras e pequenas, mas que uma auréola grande e rosada é difícil de encontrar.
Finalmente, minha buceta, infelizmente, e digo isso por todos os problemas que me trouxe, tem sido estreita e precisa de excitação prévia por um bom tempo para poder ser penetrada, pois além de ser apertada, não lubrifica satisfatoriamente no início da relação.
Até a época desses acontecimentos, só tinha transado com meu namorado, que tem um pênis pequeno, circunstância que me permitia curtir o sexo com ele sem sentir muita dor. Quanto ao sexo anal, sempre me pareceu algo abominável, porque considero que esse buraco foi feito para uma função totalmente diferente da cópula. Só em uma ocasião, enquanto fazíamos amor, meu namorado me propôs praticá-lo, proposta à qual logicamente me opus de forma veemente, e isso trouxe uma série de problemas no nosso relacionamento que quase custou nosso namoro, pois sempre fui uma mulher conservadora e antiquada no que diz respeito a esses assuntos.
A história que hoje vou contar a vocês começou quando uma noite acordei com uma cólica forte que me fez pensar que minha menstruação logo chegaria, o que não aconteceu e me fez perceber que haviam voltado as terríveis dores do endométrio, órgão do sistema reprodutivo feminino, que tem a função de proteger dentro de si, durante o período gestacional, o óvulo. Esse inconveniente me preocupou, por isso disse à minha mãe que procuraria uma consulta com uma ginecologista para me examinar. Depois de perceber que a ginecologista que sempre me atendeu havia fechado seu consultório, sem saber para onde tinha ido, decidi buscar na lista telefônica o nome de alguma especialista em ginecologia que também fizesse radiografias no próprio consultório, pois esses exames em um lugar particular são humilhantes, já que ao ir a algum... exame preciso aguentar dois caras encarando cada parte do meu corpo, antes de me avaliarem. Depois de procurar por um tempão, só encontrei um ginecologista em todo o guia que constava como formado numa Universidade dos Estados Unidos e que dizia no anúncio que trabalhava com imagens diagnósticas, ou seja, radiografias. Como, felizmente, meus pais sempre tiveram uma boa situação financeira, marquei consulta particular com o médico, já que por eliminação era o único que podia me poupar de me exibir pra outros caras.
A consulta foi marcada pro dia seguinte às seis da tarde, porque quando liguei todos os horários estavam lotados, o que me fez aceitar ser a última paciente do dia. Naquela tarde, depois de resolver umas burocracias pra solicitar meu registro profissional, por volta das quatro e meia, tomei um banho quente e aproveitei pra fazer minha rotina diária de depilar totalmente minha buceta, meu monte de vênus, em volta dos lábios e meu cu. Também, por vergonha do médico, pois não tem nada pior do que uma calcinha zuada, fiquei pelo menos vinte minutos escolhendo que calcinha e sutiã usar. Optei por colocar uma fio dental branca de seda, mas que é costurada no estilo rendado, tipo uma rede de pingue-pongue, o que deixa à mostra o começo dos meus pequenos lábios vaginais e o quanto minha buceta está lisinha. Meu sutiã era igual, que não escondia o quanto meu mamilo é rosado e largo, cobrindo boa parte da minha teta.
Depois me vesti com roupas que me deixassem confortável na hora de tirar e que passassem uma boa impressão. Coloquei uma saia amarela na altura do joelho e uma blusa discreta de fio com mangas compridas, além de umas botas elegantes pretas.
Naquele dia cheguei às cinco e cinquenta e cinco da tarde com os exames que tinha feito já fazia alguns anos do endométrio. Depois de esperar até as seis e meia, quando a secretária despachou todos os pacientes, ela me disse pra entrar. arrumando minhas coisas para ir embora e dizendo ao doutor que iria porque já estava muito tarde. Ao passar, observei que havia uma sala grande dentro do próprio consultório, com uma biblioteca gigante ali mesmo e uma parede que tinha uma única porta, o que me permitiu deduzir que o que minha mãe tinha me dito sobre ele ser o melhor ginecologista da Cidade era verdade. Quando eu me preparava para esperar mais um pouco, o médico abriu a porta, me cumprimentou muito gentilmente e me convidou para entrar. Seu nome era Iván, tinha cerca de cinquenta anos, negro, com traços duros e pouco atraentes e corpo robusto, eu diria que pesava uns noventa quilos, mas que eram compensados por seus um metro e oitenta e sete de altura. Dentro do quarto, que também era de dimensões maiores, mais ou menos quinze metros de comprimento por dez de largura, havia uma mesa onde ele atendia, e no fundo dava para ver uma pequena porta que levava a outro lugar. Depois de perguntar meu nome completo, ele começou muito gentilmente a ler meu prontuário, perguntando há quanto tempo eu não sentia dor no endométrio, respondendo que já fazia alguns anos que não me incomodava. Em seguida, ele me perguntou qual motivo me levava à consulta, então expliquei precisamente que a dor nesse órgão tinha voltado. Por causa disso, ele pediu que eu entrasse na porta à direita e ficasse de calcinha e sutiã, vestindo um jaleco verde claro que encontraria num cabideiro dentro do quarto. Ao entrar, vi um espaço pequeno com uma maca com estribos e uns aparelhos estranhos ao redor que nunca tinha visto. Tirei minha roupa, ficando só de calcinha e sutiã, e vesti o jaleco que o doutor tinha indicado. Nessa altura eu estava muito nervosa porque sempre é constrangedor se mostrar seminu diante de um estranho. Naquele exato momento, o médico entrou no quarto com seu estetoscópio no pescoço e disse que examinaria primeiro meus seios, pedindo que que eu abaixasse o robe até o quadril, sentada na maca. Quando fiz o que ele pediu, pude observar que, apesar do médico tentar disfarçar sua surpresa, ao ver que meu sutiã – pela cor e pelo material – permitia revelar as grandes dimensões da auréola do meu mamilo e sua cor, assim como o tamanho exagerado dos meus seios para minha estatura, ele ficou com os olhos vidrados.
Depois disso, começou a apalpar por cima do sutiã ambos os meus seios, enquanto eu mentalmente esperava que ele não pedisse para eu tirá-lo. Mas, apesar das minhas preces internas, o médico me pediu que me desfizesse do sutiã. Quando o tirei e o coloquei ao lado da maca, o médico não tirou os olhos das minhas auréolas e disse que eu tinha seios muito bonitos, o que eu agradeci, rogando que aquilo acabasse logo, pois tinha a sensação de que o médico, em certos momentos, me olhava com desejo.
Em seguida, apalpou ambos os meus seios, tocando e agarrando eles como se fossem melões por pelo menos uns cinco minutos, e finalmente afirmou que meus seios estavam em magníficas condições. Depois, me pediu para tirar o robe. Ao ver minha calcinha, ele olhou para o meu rosto para ver se eu estava observando, então eu finji distração, e ele aproveitou para cravar os olhos na minha buceta, com intenções bem depravadas – dava pra ver nos olhos dele o que ele desejava. Primeiro, começou a me examinar com o estetoscópio por todo o estômago e ventre, na área do endométrio. Em seguida, massageou essa região, tentando apalpar o órgão. Depois disso, me disse para tirar a calcinha fio, e eu perguntei se o exame demoraria muito, porque eu já estava realmente entediada com aquela avaliação. Ele respondeu que demoraria apenas o necessário para avaliar o estado do meu endométrio e o que causava minha dor. Quando tirei a calcinha, ele quase caiu para trás ao ver toda a minha ppk depilada, e me perguntou por que eu gostava de raspar meus genitais, ao que eu respondi que me Eu gostava porque parecia mais estético e mais limpo. Ele me disse que de fato ficava muito bonito assim. Depois disso, ele colocou meus dois pés nos estribos e me perguntou se eu sempre tinha cuidado tão bem da minha figura, pois acho que ele observou que meus pés eram pequenos, sem uma imperfeição e com as unhas pintadas no estilo francês, impecáveis, pergunta que não respondi e que evitei com um sorriso para que ele não me questionasse mais. Em seguida, ele se sentou entre minhas pernas num banquinho e me disse que iria introduzir um aparelho que auscultaria meu endométrio, mas que era um pouco grande e me perguntou se eu tinha problema com isso, respondendo automaticamente que sim, porque não gostava de um exame daquele tipo, mas ele me explicou que o endométrio ficava muito no fundo da vagina e que ao simples toque não dava para palpar, então inevitavelmente teria que introduzir aquele aparelho. Logo depois, ele pegou da mesa de instrumentos uma espécie de vibrador com uma câmera pequena na ponta, que me assustou muito, pois era quase o dobro do tamanho do pau do meu namorado, eu calcularia uns vinte centímetros. O doutor tentou primeiro colocar o dedo na minha bucetinha, mas como eu disse, estava sem muita lubrificação, então ele teve que encharcar o aparelho e a vagina com um líquido lubrificante. Confesso a vocês que naquele momento eu teria dado todo o dinheiro do mundo para sair daquela sala, mesmo que os problemas do endométrio voltassem, pois me ver obrigada a enfrentar uma situação como essa era constrangedor, além da dor e do incômodo que aquela máquina causaria dentro de mim. Por isso, perguntei novamente ao médico se não tinha como evitar a penetração com aquele aparelho, explicando que eu tinha medo de aguentar aquilo dentro da minha vagina, o que me deu um pouco de tranquilidade, pois ele explicou que depois de lubrificar adequadamente o canal vaginal, qualquer elemento de tamanho considerável poderia ser introduzido sem maiores problemas. Ele trouxe da mesa dele um pote de líquido e... parecia importado mesmo, pelo que pude ver tinha um adesivo em inglês colado. Ele destampou e besuntou o aparelho com essa substância, me pediu para abrir bem as pernas e relaxar, que iria lubrificar minha buceta. Começou abrindo meus lábios internos e inseriu lentamente dentro da minha use the word: xota um dos dedos lubrificados, para depois tirar a luva argumentando que o látex não permitia o mesmo atrito, e introduziu novamente o dedo agora mais encharcado desse líquido. Em seguida colocou mais um dedo e eu já começava a sentir desconforto na minha periquita, já que os dedos do doutor eram muito grossos e longos, além de me parecer que ele tentava meter e puxar ritmicamente. Quando imaginei que ele tiraria os dedos e colocaria o espéculo, começou a esfregar meu clitóris, me excitando muito, pois foi uma total falta de respeito tocar nessa área que nada tinha a ver com a avaliação, mas ele imediatamente pediu que me acalmasse e entendesse que era um ginecologista de ampla experiência, e que se usava esse meio era para alcançar mais rápido uma lubrificação total e assim não prolongar muito o exame. Por essa razão, abri minhas pernas novamente e ele continuou tocando meu clitóris e metendo dois dedos na minha vagina. Admito que depois de vinte segundos do médico repetindo esse procedimento, meu buraquinho começou a ficar molhado e a dilatar, e lá no fundo eu comecei a ficar excitada, claro sem demonstrar o mínimo para o doutor. Depois disso ele disse que iria inserir o aparelho e, esfregando-o novamente com o líquido lubrificante, colocou a cabeça na minha use the word: ppk. Começou a meter devagar o aparelho, enquanto eu mordia os lábios pela sensação terrível de ver aquele verdadeiro taco de beisebol entrando cada vez mais na minha vagina. O doutor disfarçadamente observava minha reação, mas eu, quando via que ele levantava a cabeça, fingia não perceber. Quando a máquina já tinha entrado quase... Na metade do exame, o médico me disse que ligaria o monitor para ver se o aparelho já dava imagem. Apesar da intenção dele, ainda faltava muito caminho para ver meu endométrio, então ele empurrou o examinador mais para dentro e, em uma de suas investidas "profissionais", sem querer, saiu de mim um gemido que não consegui reprimir, o que não passou despercebido pelo doutor Iván, que imediatamente levantou a cabeça e, olhando nos meus olhos, perguntou se tinha doído. Enquanto eu pensava em que desculpa inventar, respondi que, como minha bucetinha nunca tinha recebido um aparelho de proporções tão grandes, sentia aquela máquina no estômago. Ele me disse que o aparelho não era tão grande assim, pois existiam pintos muito mais grossos e compridos que aquele "aparelhinho", resposta que me fez pensar se ele tinha dito para me tranquilizar ou para dar a entender que possuía uma tranca ainda maior que o instrumento desproporcional que me perfurava. Depois disso, o médico puxou um pouco, dizendo que fazia isso para pegar impulso e enfiar o resto de uma só vez, e, sem me dar tempo de recusar, empurrou toda a máquina até o fundo da minha cucetinha, o que me fez sentir como se tivessem estacionado um trator inteiro dentro de mim, sem conseguir controlar tal penetração, dizendo ao médico quando senti tudo dentro: "Doutooooor, aiii, devagarinho, por favor, que tá doendo, aiiiihhh!!!". Mas, quando baixei minha vista, o médico olhava minha vagina com cara de desejo, tendo todo aquele instrumento cirúrgico dentro da minha buceta, com só a alça para fora, enquanto meus lábios rosados e pequenos pareciam que iam se rasgar de tão abertos que estavam. Pedi imediatamente, com as poucas forças que me restavam depois de sentir aquele animal dentro de mim, que ele tirasse, que eu queria ir embora, mas ele me disse para me acalmar, que já dava para ver o endométrio e me mostrou a tela que o exibia. Depois disso, começou suavemente a movê-lo dentro de mim, o que me fazia sentir... como se no meu estômago houvesse uma formiga e a cada movimento eu mordia os lábios para não gemer, pois esse homem estava me partindo ao meio, estava descobrindo lugares que nunca tinham sido explorados enquanto eu sentia sensações dolorosas mas excitantes. Depois de examinar meu interior por alguns minutos, o doutor tirou lentamente da minha buracinho o instrumento, notando que toda a cabeça e exterior estavam com leves vestígios de sangue, o que me preocupou, mas ele disse que isso era normal porque minha buceta era minúscula, tão pequena e apertada que era a mais estrecha que ele já tinha visto em toda sua experiência profissional, e que por causa disso, haviam ocorrido pequenas lacerações lá dentro, mas que não era nada importante. Depois disso, ele pediu que eu vestisse novamente o jaleco, que precisava conversar comigo e que me esperava na mesa. Eu aproveitei a oportunidade e coloquei novamente minha calcinha, sentindo muita dor na minha coisinha ao vesti-la por causa da penetração que eu tinha acabado de aguentar. Enquanto isso, imaginava com medo o que meu namorado pensaria e sentiria se soubesse do exame minucioso que eu tinha enfrentado e o quanto tinham maltratado minha vagina. Depois me dirigi à mesa do médico, que estava novamente vendo as radiografias do endométrio que eu tinha levado, e quando me viu chegando, pediu que eu me sentasse, me disse que a câmera não tinha conseguido capturar imagens claras do estado do meu endométrio e que seria necessário fazer uma radiografia. Disse isso, eu respondi que era por isso que eu tinha vindo ao seu consultório, pois na lista telefônica dizia que sua especialidade também eram imagens de diagnóstico, e ele me disse que possuía os aparelhos mais modernos da região e que ele inclusive era quem às vezes alugava para os Institutos especializados. Depois me disse que em seu consultório na sala dos fundos, a qual eu ainda não conhecia, tinha os utensílios suficientes para fazer a radiografia necessária e que poderíamos praticá-la imediatamente, pois no dia seguinte eu estava totalmente ocupada. Na sala do exame me deparei com vários e distintos tipos de aparelhos, inclusive um equipamento autobronzeador, e no fundo a máquina para realizar radiografias. Ele pediu que eu ficasse sem calcinha na frente da máquina, diante de uma cortina verde grossa. Quando fiz isso o doutor ligou o aparelho e fez o exame, e me disse para sentar cinco minutos na mesa que o resultado já sairia.
Ele voltou decepcionado e mostrando uma radiografia embaçada, me disse que não tinha saído nítida, pois provavelmente como eu não tinha feito uma lavagem prévia, meu estômago não estava vazio e por essa razão a máquina não conseguia tirar a radiografia direta do órgão. Eu perguntei então o que poderíamos fazer e ele me respondeu que havia duas opções: a primeira era marcar nova consulta para o exame amanhã, que seria mais ou menos para daqui a três dias, pois ele sairia no dia seguinte no final da tarde, depois de atender todos os seus compromissos, para um congresso médico em Santiago, e eu faria previamente em casa a lavagem mencionada; ou, se eu preferisse, poderia fazer a lavagem imediatamente e assim poder realizar o exame ainda essa noite. Por um lado, eu não queria aguentar mais a dor que o endométrio me causava à noite, mas por outro me dava vergonha fazer essa lavagem no banheiro do doutor, enquanto ele me esperava lá fora. Apesar da vergonha, não estava disposta a suportar mais esse suplício e disse ao Iván que fizéssemos já, e ele concordou com a cabeça.
Ele me disse para esperar, que iria ao depósito de medicamentos e já voltava. Quando retornou, me disse que só restava um kit de lavagem no depósito, mas que era o mecanismo antigamente usado e que não havia mais produtos para fazê-lo com o mecanismo contemporâneo, razão pela qual pedi que ele me explicasse. Dito isso, ele explicou que Atualmente, os laboratórios vendem pequenos supositórios que a pessoa coloca no reto e que, após se dissolverem, produzem a lavagem interna. Outros vendem líquidos que são administrados por via oral e com os quais se obtêm os mesmos resultados. E, finalmente, a última palavra em lavagens era introduzir no reto uma bolsa que trazia um líquido que se deixava no interior e ele se encarregava de lavar. Quando perguntei então que mecanismo era o único que restava no depósito naquela noite, ele disse que este foi usado há vinte anos na clínica, mas que já estava descontinuado por ser muito incômodo, e que por falta de uso era a única coisa que havia no depósito. Explicou-me que era um tubo que deveria ser introduzido pelo reto enquanto o paciente ficava de quatro, e depois depositavam dentro um líquido que cumpria a função de lavagem. Esse exame me horrorizou, já que deixar perfurarem meu ânus por um estranho era algo terrível, e pedi que procurássemos outra opção além da proposta. Ivan, olhando fixamente nos meus olhos e de forma gentil, disse: "Valentina, olha, desculpe interferir na sua vida, mas por que você mostra tanto medo desse procedimento?" Eu sentia vergonha de abordar esse tipo de assunto com ele, pensando que de repente ele perguntaria se eu já tinha tido relações anais, então disse que era simplesmente porque queria evitar maiores traumas nesses exames. Ele me disse para me acalmar, que o exame era como fazer amor com alguém por trás, mas em vez de introduzir o membro viril, era aquele aparelhinho que entrava. Eu fiquei quieta e olhando para o chão, então ele me disse para ficar tranquila e confiar nele, e perguntou: "Ou será que nunca te penetraram pelo ânus?" E eu respondi que não e que também não queria ser penetrada com um utensílio cirúrgico, mas ele explicou que, devido à pressa do tempo, era necessário e que eu ficasse tranquila, pois ele já tinha praticado esse tipo de exames há vinte e cinco anos, com mulheres nunca antes penetradas e que as avaliações tinham sido bem-sucedidas. Depois de pensar um pouco, eu disse que a gente podia tentar, mas que se doesse muito a gente parava. Ele disse que traria os aparelhos necessários e que eu me deitasse de barriga para cima na maca da sala de exames. Depois de três minutos, ele apareceu com uma maleta preta de tamanho médio, da qual tirou uma espécie de consolo de uns trinta e cinco centímetros de comprimento, exageradamente grosso e oco por dentro. Ao ver aquele instrumento, eu disse ao médico que ele não estava pensando em enfiar aquela coisa na minha bunda, e ele me respondeu que seria só um pedaço para introduzir o líquido que faria a lavagem. Pedi que, por favor, ele fosse delicado ao me tratar, e ele disse que prometia. Dito isso, ele pediu que eu me deitasse de bruços na maca. Ao fazer isso, ele desamarrou o meu roupão e deixou todo o meu corpo de costas à mostra, e eu percebi a reação do doutor, porque se ao ver os meus seios e a minha buceta ele quase desmaiou, ao observar o bumbum impressionante que eu tenho, ele iria cair para trás. E não era falso o que eu suponha, pois ao desabotoar o roupão e abri-lo, ele ficou estupefato ao vê-lo com o minúscuo fio dental branco que o cobria, mordendo o lábio inferior de desejo. Ao fazer isso, eu disse a ele por que ele estava demorando tanto, e ele disse que desculpasse, mas que nunca tinha visto uma bunda tão grande e bem-feita, brincando para quebrar um pouco o gelo, que não sabia como ia introduzir o instrumento no meio de tanta carne. Ele disse para eu levantar um pouco o bumbum, que ele ia tirar minha calcinha, e ao levantá-lo, o doutor começou a tirar lentamente o meu fio dental, que tinha vestígios de sangue do exame anterior e que demorou muito para sair da minha bunda por causa do tamanho das minhas nádegas. Depois ele explicou que, para uma penetração bem-sucedida, ele teria que lubrificar meu ânus com o mesmo líquido que tinha usado antes na minha vagina e me pediu para ficar de quatro. Ao acessar o solicitado, percebi detalhadamente o que o médico fazia ao descobrir em todo seu esplendor meu cuzinho rosado. Ao vê-lo, ele comentou que nunca tinha visto um cu tão rosado e me perguntou se eu depilava, ao que respondi afirmativamente, situação que o deixou intrigado, pois se antes eu tinha dito que nunca tinha praticado sexo anal, por que eu depilava meu cuzinho? Expliquei que minha irmã dizia que assim ficava mais estético, e ele respondeu que ela tinha toda a razão. Nessa posição, ele aplicou bastante crema no meu cu e começou a massageá-lo por um tempo. Essa situação me pareceu estranha, sentindo como um simples exame do endométrio tinha se transformado gradualmente em uma análise minuciosa de partes do meu corpo que só meu namorado conhecia, e falando nele, eu não sabia como ia explicar todos os exames estranhos que o doutor Ivan tinha feito em mim durante essa noite. Depois de esfregar bem meu cu, ele pediu que com as duas mãos eu abrisse as nádegas, pois devido ao seu grande tamanho, atrapalhavam uma penetração completa. Fazendo o que foi pedido, abri minhas nádegas o máximo que pude e levantei minha bunda, começando o médico a introduzir lentamente seu dedo médio no meu buraco, enquanto eu sentia o quão apertado e complicado era essa tarefa, chegando um momento em que, com o dedo dele pela metade, ele teve que tirar porque a dor era insuportável. Novamente ele passou mais lubrificante no meu cu e começou lentamente a introduzir seu dedo médio dentro de mim, situação que me fez sentir uma dor novamente inimaginável, mas que, mesmo sem querer, estava me excitando enormemente, não conseguindo evitar soltar um pequeno gemido em um dos momentos em que o médico já estava praticamente terminando de introduzir todo seu dedo na minha bunda, parando sem tirá-lo e me perguntando o que estava acontecendo, e ao ver meu rosto, ele pôde perceber como eu estava mordendo meu lábio inferior de tanta excitação que estava sentindo, mas ao ver que eu abria meus olhos, fingindo olhar para o outro lado. O que acabara de acontecer me deixou muito envergonhada com o médico, porque o mais provável é que ele pensasse que eu estava extremamente excitada com esse exame, e mesmo que meu pudor não me permitisse admitir, o que esse homem estava fazendo comigo estava me deixando louca. Depois de ter enfiado todo o dedo dentro de mim, ele começou a movê-lo dentro de mim, o que me fazia sentir sensações intensas, inclusive às vezes eu tinha a impressão de que o médico fazia isso de propósito, pelo ritmo dos movimentos. Uma vez que o dedo dele se movia livremente pelo meu reto, o médico começou suavemente a introduzir um segundo dedo na minha bunda, me avisando que isso ia doer um pouco e me passou uma toalha para eu morder se sentisse dor. Ele começou a enfiar suavemente um pouco do outro dedo, dilatando meu ânus e me fazendo sentir uma dor terrível, mas excitante, situação que me fez estremecer e empinar mais minha bunda, dando a entender ao meu médico que ele tinha carta branca para terminar de enfiar o outro dedo em mim. O médico me disse para segurar a respiração, me acalmar e que ele ia enfiar de uma só vez o resto do dedo que faltava, eu balancei a cabeça e, fechando os olhos, o médico empurrou com força para dentro, o que me fez gritar de dor e gemer de prazer sem conseguir me conter: "Auhhh, doutor, tá doendo, por favor mais devagar que tá me rasgando por dentro". Esse grito pareceu ter agradado ao médico, porque quando eu o olhei disfarçadamente no espelho, ele estava com o olhar fixo no meu rosto, com olhos de sádico, e eu, olhando para ele, pedi que tirasse os dedos, por favor, mas ele me disse que não podíamos perder o terreno que já havíamos conquistado e que agora viria o aparelho. Sem tirar os dedos de mim, ele encharcou o aparelho no líquido lubrificante e, tirando os dedos do meu interior, enfiou imediatamente aquela máquina infernal, eu diria uns quinze centímetros, na minha bunda já um pouco dilatada por aquela terrível a penetração que eu tinha suportado. Aquela máquina dentro de mim me fez sentir como se estivessem enfiando um cano inteiro no meu reto, porque eu sentia que meu ânus estava prestes a rasgar, coisa que eu disse ao doutor e ele me explicou que isso era normal na primeira penetração, e quando eu achava que ele ia aplicar o líquido que lavaria todas as minhas entranhas, ele empurrou mais fundo no meu reto, operação que me fez chorar de dor, implorando ao doutor que por piedade tirasse aquela coisa de mim, que estava doendo muito enquanto eu limpava as lágrimas como podia, sem poder usar as mãos, porque elas estavam abrindo minhas nádegas em todo o seu esplendor. Nessa altura, eu calcularia que uns vinte e cinco centímetros da máquina já estavam no meu interior, e a dor que eu sentia era incalculável, porque além de sentir meu buraquinho prestes a rasgar, a ponta do aparelho já tocava praticamente meus pulmões, e quando eu me preparava para tirar com minhas próprias mãos aquele tubo do meu esfíncter, o doutor me disse para me acalmar, que não chorasse mais porque ele já ia me aplicar o líquido lavador, tirando um pequeno frasco vermelho da maleta, e removendo uma tampa que tinha na alça do tubo, ele esvaziou por aquele buraco chegando até o fundo do meu ser, esfriando aquela substância todo o meu estômago. Depois disso, lentamente ele tirou de mim aquela máquina monstruosa, enquanto eu sentia como se estivesse dando à luz a uma criança pelo meu reto. Quando ele terminou de tirar, observei que o aparelho saiu encharcado de sangue, e o doutor me explicou a mesma coisa que tinha acontecido com minha buceta, e me pediu para ficar tranquila. Fui ao banheiro e soltei o corpo, e uma vez estando totalmente vazio meu estômago, tomei um banho quente e lavei bem meu ânus e minha vagina numa banheira que tinha lá, para evitar, devido aos rasgos, uma possível infecção.
Quando lavei o ânus, pude ver quando passei sabão, que ao me lavar, cabiam até três dedos na minha bunda, imaginando o terrível esforço que tive que aguentar esse exame brutal, mas me consolava a ideia de que logo acabaria esse suplício e que nunca mais teria que ver aquele médico selvagem. Depois, vesti minha calcinha e o roupão de novo e voltei para a sala de exames, onde o doutor já estava me esperando com o aparelho de raio-x ligado, sentado ao lado mexendo no monitor. Ele tirou outra radiografia, e dessa vez saiu uma imagem perfeita do endométrio.
O médico pediu que eu me sentasse na maca enquanto ele estudava bem a radiografia. Depois de mais uns cinco minutos, ele me disse que o que tinha no meu endométrio não era nada grave, que simplesmente quando minha menstruação estava para chegar, ele inflamava, e que certas substâncias e materiais podiam machucá-lo, como por exemplo fazer abdominal ou transar com camisinha, pois o látex, por causa do material, machucava meu endométrio com o atrito. Dito isso, o doutor me perguntou se eu praticava alguma dessas atividades, e eu respondi que sim, que fazia umas duzentas abdominais dia sim, dia não, e que meu namorado usava camisinha nas nossas relações íntimas porque eu desconfiava da pílula anticoncepcional, já que muitas amigas minhas tinham me contado sobre os efeitos colaterais.
O médico me disse que eu não podia fazer mais do que umas cinquenta abdominais a cada três ou quatro dias para evitar novas inflamações do órgão em questão, e que eu devia conversar com meu namorado sobre nossa forma de nos protegermos, mas eu imediatamente respondi ao doutor que essa era a única maneira com que eu teria relações com qualquer homem, pois não gostava de tomar pílula ou me aplicar algum tipo de injeção. Diante do que eu tinha exposto, o médico então me disse que me ensinaria uma forma de colocar o preservativo que não machucasse tanto meu endométrio. Ele disse que, quando colocasse a camisinha, eu a colocasse deixando pequenas rugas no tronco do pênis e que na pele do prepúcio não deixasse espaço para que se... armazenaria o sêmen que ele ejaculasse, pois essa sobra da camisinha era o que roçava no endométrio e que, portanto, com as rugas deixadas, durante a penetração iriam se desfazendo, abrindo espaço para que o esperma se depositasse. Do que ele tinha dito, eu tinha entendido muito pouco e pedi que me ilustrasse mais, pois não estava entendendo nada. Ele disse que me explicaria com uma proveta, que é um tubo de vidro de laboratório, e, tirando da sua escrivaninha uma camisinha, colocou no instrumento, mas não adiantou nada, pois, como o tubo não tinha prepúcio e era de um material muito duro e de pouca fricção, a explicação se tornou impossível. Ele tentou com mais três preservativos me explicar, mas eu compreendia muito pouco, até que, vendo que não conseguiria me transmitir seu método, ele disse que então eu experimentasse uma injeção anticoncepcional ou pílulas, mas reiterrei que essas formas de proteção não me agradavam. Finalmente, observando que não íamos chegar a lugar nenhum, já que eu não conseguia entender o que ele tentava me explicar, perguntei se ele não tinha outro elemento no consultório similar ao membro masculino com o qual pudesse me explicar sua ideia, mas ele disse que a única coisa que tinha era aquela proveta e que, se continuasse fazendo amor com meu namorado de camisinha, da forma comum, muito em breve a inflamação do meu endométrio voltaria. Sem saber o que dizer, perguntei ao médico Iván se havia algo que pudéssemos fazer, então ele, olhando para o chão como se estivesse envergonhado, disse que talvez existisse uma forma de me explicar como fazer, e me disse que, se o que ia me propor me desagradasse, que eu falasse e não me escandalizasse, manifestando que, se fosse meu desejo, ele podia, no banheiro, colocar o preservativo da forma correta e depois me mostraria seu membro com ele posto para que eu aprendesse como. Instantaneamente respondi que não, e disse que ele não fosse atrevido, que eu tinha namorado a quem amava e que esse tipo de proposta era doentia e grosseiras, que preferia ficar doente de novo a praticar algo como o que ele estava propondo. O médico, muito serenamente, me pediu desculpas, disse que não era a intenção dele me ofender, e que se eu quisesse, voltasse na semana seguinte quando ele tivesse conseguido um falo artificial, depois que voltasse do seu congresso, para me explicar como fazer. Mas eu não tinha contado que em dois dias iria com meu namorado passar férias com a família dele na praia, e que essas "férias" seriam praticamente uma relação sexual contínua com ele, já que a família dele era muito liberal e nos deixava uma cabana só para nós dois. Depois de pensar um pouco, concluí que não faria mal nenhum ver como colocar a camisinha direito se nem sequer tocaria no membro viril do médico, pois ele mesmo faria isso, além de que, de certa forma, aceitaria para poder curtir umas boas férias na praia com meu namorado. Olhando novamente para o médico, disse que aceitava, mas que ele colocasse a camisinha no banheiro e, quando estivesse pronto, saísse e me mostrasse. O médico disse que sim, entrou no banheiro e, depois de trinta segundos, saiu sem calças e com uma toalha cobrindo o pênis, me disse que estava pronto, que já tinha colocado. Pediu que eu me sentasse e olhasse bem, e ao tirar a toalha, vi um pênis tão colossal que nunca imaginei que existisse — parecia o de um cavalo, era enorme, devia ter uns vinte e sete centímetros de comprimento, e a grossura era talvez como a de um salame. A cabeça era gigante e dava para ver que não tinha pele cobrindo, aparentemente era circuncidado, extremamente venoso e escuro, com uns testículos depilados, assim como os pelos púbicos, mas não raspados como os meus. Depois de ver esse espetáculo, não conseguia fechar a boca e parar de olhar para aquele monstro, mas ao perceber que o médico estava me observando, disfarcei e disse que já tinha visto como colocar a camisinha, mas que as rugas eram difíceis de fazer porque ao manipular a camisinha ela podia rasgar. Ele explicou que, ao começar a colocar a camisinha, quando já estivesse na raiz do pênis, formavam-se pequenas bolsas de ar que se distribuíam por todo o pênis até chegar ao prepúcio, permitindo que naquele local o esperma fosse depositado. Apesar dessa explicação, não conseguia entender o médico, e assim deixei claro, situação que o fez tirar a camisinha na minha frente, para colocar outra na minha presença e assim aprender a forma correta. Quando ele fez isso, confirmei minhas suspeitas, pois ele realmente tinha o pênis circuncidado, mas me chamou muita atenção o tamanho da cabeça, que era enorme, apesar do tamanho do resto do membro, imaginando como seria difícil colocar a camisinha em um aparato daquele tamanho. Quando ele a tirou, me disse para observar como deveria ser colocada, e me pediu que, se eu quisesse, a colocasse para aprender, mas obviamente minha resposta foi negativa, já que o que ele pedia já eram palavras maiores, pois tocar no pênis dele seria como permitir que ele alcançasse em parte o que de longe se notava que ele desejava: fazer amor comigo. Após minha resposta, ele me disse que o procedimento era algo muito profissional e que era a única forma de aprender definitivamente como colocar a camisinha, pois se depois com meu namorado eu a colocasse errado, ela poderia facilmente romper devido aos espaços de ar incorretos que poderiam ficar. Dito isso, eu disse que aceitava, mas que só o fazia para evitar problemas futuros com meu namorado. Ele me passou um preservativo e me disse para colocá-lo na ponta do pênis dele, e começasse a desenrolar a camisinha para que ela fosse se ajustando, e assim fiz, mas essa tarefa não foi fácil, porque com o tamanho desproporcional da cabeça daquele pênis, o látex parecia romper de tão esticado que ficava e a glande dele parecia estourar de tão apertada que estava dentro da camisinha. Quando a camisinha finalmente cobriu a cabeça, e vendo como eu tinha que segurar aquele pedaço de carne com as duas mãos devido à grossura, imaginei o que meu namorado pensaria se me visse nessa Situação, agarrando aquela tripa enorme com as duas mãos, colocando uma camisinha nele com a maior dificuldade. Depois comecei a descer a camisinha pelo resto do pau que parecia estar mais duro do que nunca, enquanto o médico em pé me observava, indicando como eu devia fazer, e eu permanecia sentada na maca justamente com o pênis dele na frente da minha cara. O doutor parecia tranquilo, mas cada vez saíam mais gotas de sêmen da cabeça do pau dele, a ponto de parecer que ele tinha gozado, mas logicamente isso não tinha acontecido porque, se tivesse, imagino que teria estourado a camisinha, já que o tamanho das bolas dele era incrível, podendo armazenar uma quantidade exagerada de porra. O médico me explicou que, uma vez que chegasse à metade da raiz do pênis dele, eu puxasse um pouco a camisinha para criar espaço dentro dela, e assim conseguir chegar até o final, mas isso não aconteceu porque, ao ter a camisinha, acho que um pouco abaixo da metade do corpo do membro dele, não tinha mais camisinha para puxar, já que as dimensões imensas do pau dele só permitiram estender a camisinha até aquele ponto. Terminado esse trabalho, o doutor me perguntou se tinha ficado claro o sistema para colocar a camisinha, ao que eu respondi que sim, e que agradecia pelo interesse dele. Dito isso, o médico me disse que iria ao banheiro se trocar e me pediu para esperar na maca com o jaleco, e que não fosse me vestir ainda. Isso me estranhou porque supunha que o exame tinha terminado, mas para não ficar muito repetitiva nas minhas perguntas, preferi esperar o médico sair. Quando finalmente ele saiu, dava para notar que ele ainda continuava com a ereção potente com a qual tinha entrado, pois se marcava bastante na calça dele o volume enorme que só um pau viril como o daquele homem podia conseguir. Ao ver isso, procurei disfarçar que tinha percebido, então o médico parou ao meu lado na maca e, olhando nos meus olhos, me disse: "Como você se sente Valentina?", e eu respondi que estava bem, só um pouco dolorida na minha buceta e na minha bunda por causa do exame, e aproveitei para perguntar o motivo pelo qual ele havia me pedido para continuar com o jaleco do exame se já havíamos terminado. A resposta que ele me deu fez meu estômago gelar: "Valentina, já terminamos seu exame, mas não posso perder essa oportunidade de comer a mulher mais espetacular que já conheci e ficar com esse tesão que estou sentindo". Ao me dizer isso, dei um tapa nele e me levantei para pegar minhas roupas. E se em algum momento, apesar da minha vontade, eu tinha sentido algum desejo pelo que esse sujeito me fazia, com o que ele havia dito, só me restava concluir que ele era um depravado que se aproveitava da posição de ginecologista para abusar de suas pacientes.
Depois que me levantei, o doutor me disse que não me convenha ir embora se eu não quisesse perder meu namorado. Esse argumento me obrigou a mudar de rumo e, olhando para ele com olhos furiosos, perguntei por que ele estava me dizendo aquilo. O médico me pediu para acompanhá-lo até sua mesa, um pedido ao qual não pude me negar depois de ter recebido uma ameaça daquelas. Ao me sentar, Ivan abriu duas portas da terceira prateleira de sua gigantesca estante, onde havia uma televisão com um reprodutor de vídeo. Colocando uma fita cassete, ele me disse para assistir antes de tomar qualquer decisão. Já desconfiando do que aquela gravação continha, minhas suspeitas se confirmaram quando o vídeo começou, mostrando como o doutor primeiro perfurava minha buceta com o espéculo, depois, com o aparelho de lavagens retais, rasgava meu ânus ferozmente e, finalmente, como eu manipulava uma camisinha em seu pênis. Essa gravação não deixava dúvidas, especialmente quando o doutor tira sua camisinha e eu coloco uma nova, de que entre esse homem sem escrúpulos e quem lhes escreve, havia existido um caso. Considerando ainda que a tecnologia de gravações... O visual permite editar uma imagem de tal forma que, suprimindo as partes que desejar, é possível criar um vídeo que só permita concluir que eu transei com ele. Depois de olhar a gravação por alguns segundos, perguntei ao médico qual era o motivo de ele fazer isso, e ele, muito tranquilo, me respondeu que desde que me viu de calcinha tinha ficado deslumbrado com tanta beleza, e que eu precisava entender que ele não fazia esse tipo de pressão com nenhuma de suas pacientes, mas que diante de um corpo como o meu e depois de eu ter permitido que ele penetrasse minha bunda e minha buceta daquela forma, ele se via obrigado a fazer o que estava fazendo, porque, caso contrário, teria a penosa obrigação de mostrar o vídeo ao meu namorado. Enquanto isso, eu só queria morrer, pois, por um lado, estava meu honor e minha fidelidade para com meu amado, e, por outro, o risco de colocar em perigo meu relacionamento com ele, porque esse sujeito parecia decidido a destruir meu namoro a qualquer custo, se eu não cedesse à sua vontade. Perguntei, com lágrimas nos olhos, o que ele queria exatamente, e imediatamente, sem hesitar, ele disse que queria me fazer o amor como ninguém nunca tinha feito, e que, depois de fazer, eu ia ficar tão viciada nele que não ia querer mais ver meu namorado. Não consegui mais conter o choro e pedi que me deixasse sozinha um pouco enquanto eu pensava, e ele, aceitando, saiu para outro cômodo. Analisando a situação, eu ainda guardava a esperança de que o médico não conseguisse encontrar o endereço do meu namorado, mesmo conhecendo o meu porque estava impresso no prontuário, além de que, em um eventual problema com meu namorado, eu poderia explicar o que tinha acontecido e, se ele realmente me amasse, teria que acreditar em mim. Mas, por outro lado, eu conhecia o quanto meu amado era ciumento, e depois de ver como eu peguei no pau enorme do médico e coloquei a camisinha nele, o mínimo que ele ia pensar era que eu ia me esfregar toda com ele. Não sabia o que fazer, além de que, deitar com ele... uma vez com esse sujeito, era só abrir a porta para que toda vez que ele quisesse, repetisse a mesma coisa, então se eu aceitasse o que ele pedia, exigiria antes o videocassete. Além disso, me preocupava transar com um homem que tivesse um pau tão grande, porque a única pessoa com quem tinha feito sexo era meu namorado, e de um jeito ou de outro ele poderia me machucar. Apesar de amar meu namorado e de ter querido ser fiel a ele para sempre, optei por aceitar o que o médico queria, porque se não fizesse, esse louco faria o inimaginável para obter vingança.
Disse ao médico que faria o que ele desejava, mas com a condição de que antes de fazer qualquer coisa ele me entregasse o videocassete, ao que ele aceitou de bom grado, abrindo novamente a gaveta do videocassete e me entregando na hora, esclarecendo que era a única cópia que possuía, então eu podia ficar tranquila. Depois perguntei o que vinha a seguir, supondo ingenuamente que ele marcaria um encontro no dia seguinte para fazer o combinado, mas ele me disse para irmos ao quarto onde tinha feito o exame e que faríamos amor ali. Eu disse que sim, SEGUNDA PARTE NO PRÓXIMO LINK É UMA HISTÓRIA MEIO LONGA.http://www.poringa.net/posts/relatos/2056325/Tengan-cuidado-con-su-ginecologo_-ami-me-violo-el-mio_-II.html
8 comentários - Cuidado com o ginecologista, o meu me violentou!