Olá, pessoal… obrigada pelos comentários que deixaram no meu último post… bom, nesse relato vou contar o que aconteceu comigo num dos fins de semana passados… e se vocês lerem direitinho, vão perceber que sou muuuito ciumenta…
Beijinhos…
Acho que foi num sábado, não lembro direito, como nos últimos fins de semana, meu namorado e eu fomos beber num pub que a gente frequenta. Ele tinha vestido uma camisa (que eu dei de presente, ou seja, é do meu gosto 🙂) e uma jeans. Meu namorado tem uma bundinha gostosa, então atrai as minas e os gays, e eu tinha vestido uma saia jeans e uma regata azul, meu cabelo solto como sempre e minha maquiagem era quase natural.
A gente tava conversando besteira, quando numa das mesas do lado sentaram umas minas, estavam vestidas como gatinhas, ou seja, iam dançar, olhavam pra gente e riam baixinho. Tentei não prestar atenção, mas elas estavam dando em cima do meu namorado, e isso me deu um ódio do caralho. Pior me senti quando percebi que o filho da puta do meu querido namorado tava olhando de canto de olho.
O efeito do meu ciúme, do álcool, e da tesão de ver ele tão gostoso… ou sei lá o que deu em mim, peguei ele de surpresa pela nuca e beijei ele na frente daquelas vadias pra elas perceberem que ele tinha dona, e só por putaria mesmo mordi os lábios dele. Ele me olhou e sorriu, as vadias ficaram olhando feito umas idiotas.
Beijei ele mais uma vez, mas dessa vez percorri a boca inteira dele com minha língua, e passei a pontinha nos lábios dele, sabendo que isso deixa ele louco de tesão. Pra ter certeza, passei disfarçadamente minha mão na virilha dele e, sim, o amigo dele já tava duro. Eu me caguei de rir e ele disse:
- Porra, garota, como você gosta de me deixar com tesão.
- Cala a boca, isso é por ficar olhando pra essas putas, não basta a vadia que você tem aqui?
Isso deixou ele ainda mais excitado…
As gatinhas me olharam com uma cara de bunda impressionante.
- Ah, foi só por isso que me beijou?
- Sim, pra elas saberem de quem você é.
- De quem eu sou?
- Meu, de quem mais?
- E você é minha?
- Sua só, papai, sua putinha.
Falei. No ouvido, já tava, já tava a milhão.
Depois de umas cervejas, bateu vontade de ir no banheiro, peguei ele devagar pelo cabelo e falei:
— Cuidado pra não se exibir, porque vai te sair caro, cara...
Ele só riu, e eu fui pro banheiro. Lá, percebi que tava meio tontinha, vi os homens virando pra me olhar e também meu namorado queimando eles com o olhar. Isso me deu tesão, ele se ligar no que tem pra não fazer merda.
O banheiro tava ocupado e eu já tava me apertando, quando a porta abriu e era uma das vadias. Ela me olhou dos pés à cabeça e sorriu. Eu olhei pra ela e falei oi.
— Oi.
— Oi.
Quando terminei de fazer minha necessidade, tava arrumando o cabelo e bateram na porta.
— Com licença, posso entrar? Acho que caiu um brinco aqui. Era a mesma gatinha.
Abri a porta e deixei ela procurar.
— Não tá aqui, que merda — ela disse.
— Uuu — só respondi.
— Cê gosta de provocar teu namorado em público, né?
Fiquei vermelha que nem um tomate e me fiz de sonsa.
— Por que cê tá falando isso?
— Porque te vi como cê tocava nele e como cê beijou ele.
— Ah, hahaha.
— Cê não lembra de mim, né?
— Nãooo.
— Sou a amiga da mina que cê tocou na balada.
Aí sim, não sabia onde me enfiar...
— Ah.
— Cê é muito gostosa... pensei que cê era... sapatão.
— Hahaha, nãooo, eu não sou sapatão, o que fiz naquela noite foi efeito do álcool e porque achei sua amiga muito gostosa.
— E eu não te pareço gostosa?
Olhei ela dos pés à cabeça, era uma loira de olhos claros, pequenininha.
— É... cê é gostosa.
— Tão gostosa a ponto de fazer comigo o que cê fez com ela?
— Hum, é... aquela noite tava bêbada...
— E daí?
Me assustei e saí do banheiro... caguei de medo, uma coisa é ter coragem com vodka na cabeça, outra é ter com duas cervejas.
Sentei, e meu namorado percebeu que eu tava nervosa, e contei pra ele.
— Cê quer?
— Querer o quê?
— Cê sabe do que eu tô falando...
— Não, não sei...
— Cê quer ir no banheiro com ela?
— Cê é otário, porra?
— Só tô falando, não tenho problema, eu sei que cê tem uma fantasia... e cê é meio esquisitinha. então…
eu fiquei quieta, verdade que a situação tinha me esquentado, mas eu não tava com coragem de fazer.
ele pediu um frozen e falou:
— Toma, toma coragem kkkk
— eu olhei pra ele e não sei por que, tomei, tomei e tomei até não conseguir respirar, desse jeito fiquei tonta mais rápido.
— Ela tá te olhando, o que você vai fazer?
— Sei lá, sei lá, ele é um idiota.
— Por que eu? Porque eu quero que você realize uma fantasia?
mesmo me segurando e me segurando, não aguentei mais e fui no banheiro de novo fazer xixi.
bateram na porta e eu falei OCUPADO, bateram de novo, meu coraçãozinho acelerou, sabia que era ela, minhas mãos suavam e eu tava tremendo.
abri a porta e ela me olhou e sorriu, entrou sem ser convidada.
— Seu namorado fez sinal pra eu vir, você falou pra ele?
— Ahn, sim.
— Que namorado que você tem, ele é maneiro.
— É sim.
ela se aproximou de mim devagar e eu me senti encurralada naquele banheiro minúsculo…
— Não vai sair correndo de novo, não, linda?
ela pegou na minha mão e me puxou suavemente pra perto dela, me segurou pela cintura e fez eu fazer o mesmo, e me beijou, de novo senti os lábios doces e macios de mulher nos meus, com um leve gosto de cerveja, desceu as mãos até minha bunda e esfregou, me olhou e sorriu…
— Você é tão meiga — ela disse. — me toca.
eu não queria, mas ela desceu minhas mãos até a bunda dela e eu acariciei, e ficamos assim uns minutos até baterem na porta, nos assustamos e nos arrumamos no espelho.
abri a porta e era uma gata mais velha que a gente, saímos de lá sem falar nada, mas antes de sair pra calçada ela disse:
— Você beija muito bem — e piscou um olho pra mim.
eu fiquei muda, quando me aproximei, meu namorado tava fazendo os joguinhos de olhar de novo, fiquei puta da vida, olhei pra ele e falei — vamos?
ele percebeu que tinha feito merda e tentou se defender com o que eu tinha feito.
— Você falou pra eu ir, não foi?
— Sim
— Então, eu não te falei pra ficar olhando, você é um idiota.
— Me perdoa, neguinha.
— Vai pra merda.
— Ah, não fala assim,
— Não. Serve pra merda
— Vaa, me conta como foi.
— Não vou te contar merda nenhuma agora.
Encurralei ele contra uma parede atrás de uma árvore e transei ele, olhei nos olhos dele e devagar desci até o pescoço, dando lambidas e mordidinhas, me apoiei no pau dele e comecei a me esfregar.
Quando vi que os olhos dele estavam perdidos, me afastei e continuei andando.
— Por que você fez isso?
— É o seu castigo, não quero brigar, então é uma forma melhor de te punir..
— Olha como você me deixou.
— Jajaja isso não é nada, me dá sua carteira
— Pra quê?
— Só me dá. Ele me deu. — Vem, vamos.
— Pra onde?
— Pra onde mais?
Fomos pra um hotel, como nunca, eu pedi o quarto.
Entramos no quarto e sem dizer uma palavra, baixei a calça e a cueca dele.
Peguei o pau dele, acariciei e chupei, primeiro devagar e suave, descia até as bolas dele e voltava até a ponta, depois fiz rápido, um pouco antes de ele chegar no auge do prazer, soltei.
— Não para, não para..
— Já chega, esse é o seu castigo por ficar olhando pra essas putas..
Puxei ele pelos cabelos e me joguei na cama, ele lambia meus peitos e chupava meus mamilos, depois desceu mais e mais até chegar na minha buceta, lambia com muita paixão e quando ele queria levantar, não deixei, não deixava ele nem respirar, até eu chegar no meu auge de prazer, e meu suquinho inundou a boca dele, eu tava perdida de prazer, tanto que gemi, gritei, e apertava ele com minhas pernas…
E esse foi o castigo dele….
Tchau, sonhem molhado….
Beijinhos…
Acho que foi num sábado, não lembro direito, como nos últimos fins de semana, meu namorado e eu fomos beber num pub que a gente frequenta. Ele tinha vestido uma camisa (que eu dei de presente, ou seja, é do meu gosto 🙂) e uma jeans. Meu namorado tem uma bundinha gostosa, então atrai as minas e os gays, e eu tinha vestido uma saia jeans e uma regata azul, meu cabelo solto como sempre e minha maquiagem era quase natural.
A gente tava conversando besteira, quando numa das mesas do lado sentaram umas minas, estavam vestidas como gatinhas, ou seja, iam dançar, olhavam pra gente e riam baixinho. Tentei não prestar atenção, mas elas estavam dando em cima do meu namorado, e isso me deu um ódio do caralho. Pior me senti quando percebi que o filho da puta do meu querido namorado tava olhando de canto de olho.
O efeito do meu ciúme, do álcool, e da tesão de ver ele tão gostoso… ou sei lá o que deu em mim, peguei ele de surpresa pela nuca e beijei ele na frente daquelas vadias pra elas perceberem que ele tinha dona, e só por putaria mesmo mordi os lábios dele. Ele me olhou e sorriu, as vadias ficaram olhando feito umas idiotas.
Beijei ele mais uma vez, mas dessa vez percorri a boca inteira dele com minha língua, e passei a pontinha nos lábios dele, sabendo que isso deixa ele louco de tesão. Pra ter certeza, passei disfarçadamente minha mão na virilha dele e, sim, o amigo dele já tava duro. Eu me caguei de rir e ele disse:
- Porra, garota, como você gosta de me deixar com tesão.
- Cala a boca, isso é por ficar olhando pra essas putas, não basta a vadia que você tem aqui?
Isso deixou ele ainda mais excitado…
As gatinhas me olharam com uma cara de bunda impressionante.
- Ah, foi só por isso que me beijou?
- Sim, pra elas saberem de quem você é.
- De quem eu sou?
- Meu, de quem mais?
- E você é minha?
- Sua só, papai, sua putinha.
Falei. No ouvido, já tava, já tava a milhão.
Depois de umas cervejas, bateu vontade de ir no banheiro, peguei ele devagar pelo cabelo e falei:
— Cuidado pra não se exibir, porque vai te sair caro, cara...
Ele só riu, e eu fui pro banheiro. Lá, percebi que tava meio tontinha, vi os homens virando pra me olhar e também meu namorado queimando eles com o olhar. Isso me deu tesão, ele se ligar no que tem pra não fazer merda.
O banheiro tava ocupado e eu já tava me apertando, quando a porta abriu e era uma das vadias. Ela me olhou dos pés à cabeça e sorriu. Eu olhei pra ela e falei oi.
— Oi.
— Oi.
Quando terminei de fazer minha necessidade, tava arrumando o cabelo e bateram na porta.
— Com licença, posso entrar? Acho que caiu um brinco aqui. Era a mesma gatinha.
Abri a porta e deixei ela procurar.
— Não tá aqui, que merda — ela disse.
— Uuu — só respondi.
— Cê gosta de provocar teu namorado em público, né?
Fiquei vermelha que nem um tomate e me fiz de sonsa.
— Por que cê tá falando isso?
— Porque te vi como cê tocava nele e como cê beijou ele.
— Ah, hahaha.
— Cê não lembra de mim, né?
— Nãooo.
— Sou a amiga da mina que cê tocou na balada.
Aí sim, não sabia onde me enfiar...
— Ah.
— Cê é muito gostosa... pensei que cê era... sapatão.
— Hahaha, nãooo, eu não sou sapatão, o que fiz naquela noite foi efeito do álcool e porque achei sua amiga muito gostosa.
— E eu não te pareço gostosa?
Olhei ela dos pés à cabeça, era uma loira de olhos claros, pequenininha.
— É... cê é gostosa.
— Tão gostosa a ponto de fazer comigo o que cê fez com ela?
— Hum, é... aquela noite tava bêbada...
— E daí?
Me assustei e saí do banheiro... caguei de medo, uma coisa é ter coragem com vodka na cabeça, outra é ter com duas cervejas.
Sentei, e meu namorado percebeu que eu tava nervosa, e contei pra ele.
— Cê quer?
— Querer o quê?
— Cê sabe do que eu tô falando...
— Não, não sei...
— Cê quer ir no banheiro com ela?
— Cê é otário, porra?
— Só tô falando, não tenho problema, eu sei que cê tem uma fantasia... e cê é meio esquisitinha. então…
eu fiquei quieta, verdade que a situação tinha me esquentado, mas eu não tava com coragem de fazer.
ele pediu um frozen e falou:
— Toma, toma coragem kkkk
— eu olhei pra ele e não sei por que, tomei, tomei e tomei até não conseguir respirar, desse jeito fiquei tonta mais rápido.
— Ela tá te olhando, o que você vai fazer?
— Sei lá, sei lá, ele é um idiota.
— Por que eu? Porque eu quero que você realize uma fantasia?
mesmo me segurando e me segurando, não aguentei mais e fui no banheiro de novo fazer xixi.
bateram na porta e eu falei OCUPADO, bateram de novo, meu coraçãozinho acelerou, sabia que era ela, minhas mãos suavam e eu tava tremendo.
abri a porta e ela me olhou e sorriu, entrou sem ser convidada.
— Seu namorado fez sinal pra eu vir, você falou pra ele?
— Ahn, sim.
— Que namorado que você tem, ele é maneiro.
— É sim.
ela se aproximou de mim devagar e eu me senti encurralada naquele banheiro minúsculo…
— Não vai sair correndo de novo, não, linda?
ela pegou na minha mão e me puxou suavemente pra perto dela, me segurou pela cintura e fez eu fazer o mesmo, e me beijou, de novo senti os lábios doces e macios de mulher nos meus, com um leve gosto de cerveja, desceu as mãos até minha bunda e esfregou, me olhou e sorriu…
— Você é tão meiga — ela disse. — me toca.
eu não queria, mas ela desceu minhas mãos até a bunda dela e eu acariciei, e ficamos assim uns minutos até baterem na porta, nos assustamos e nos arrumamos no espelho.
abri a porta e era uma gata mais velha que a gente, saímos de lá sem falar nada, mas antes de sair pra calçada ela disse:
— Você beija muito bem — e piscou um olho pra mim.
eu fiquei muda, quando me aproximei, meu namorado tava fazendo os joguinhos de olhar de novo, fiquei puta da vida, olhei pra ele e falei — vamos?
ele percebeu que tinha feito merda e tentou se defender com o que eu tinha feito.
— Você falou pra eu ir, não foi?
— Sim
— Então, eu não te falei pra ficar olhando, você é um idiota.
— Me perdoa, neguinha.
— Vai pra merda.
— Ah, não fala assim,
— Não. Serve pra merda
— Vaa, me conta como foi.
— Não vou te contar merda nenhuma agora.
Encurralei ele contra uma parede atrás de uma árvore e transei ele, olhei nos olhos dele e devagar desci até o pescoço, dando lambidas e mordidinhas, me apoiei no pau dele e comecei a me esfregar.
Quando vi que os olhos dele estavam perdidos, me afastei e continuei andando.
— Por que você fez isso?
— É o seu castigo, não quero brigar, então é uma forma melhor de te punir..
— Olha como você me deixou.
— Jajaja isso não é nada, me dá sua carteira
— Pra quê?
— Só me dá. Ele me deu. — Vem, vamos.
— Pra onde?
— Pra onde mais?
Fomos pra um hotel, como nunca, eu pedi o quarto.
Entramos no quarto e sem dizer uma palavra, baixei a calça e a cueca dele.
Peguei o pau dele, acariciei e chupei, primeiro devagar e suave, descia até as bolas dele e voltava até a ponta, depois fiz rápido, um pouco antes de ele chegar no auge do prazer, soltei.
— Não para, não para..
— Já chega, esse é o seu castigo por ficar olhando pra essas putas..
Puxei ele pelos cabelos e me joguei na cama, ele lambia meus peitos e chupava meus mamilos, depois desceu mais e mais até chegar na minha buceta, lambia com muita paixão e quando ele queria levantar, não deixei, não deixava ele nem respirar, até eu chegar no meu auge de prazer, e meu suquinho inundou a boca dele, eu tava perdida de prazer, tanto que gemi, gritei, e apertava ele com minhas pernas…
E esse foi o castigo dele….
Tchau, sonhem molhado….
5 comentários - otro encuentro lesbico y castigue a mi novio
jaja si señorita, si fueras mi novia tenes que compartir las otras nenas conmigo! 😀 nada de gozar tu sola de las trolas! 😀
ya en serio, que lindo tener una novia tan caliente como vos!! 🤤
me volaste el marote