Olá, pessoal! Pra começar, vou me apresentar como o que sou: uma mulher com defeitos e qualidades, na plenitude da minha vida, explorando minha sexualidade. Aos 28 anos, tinha experimentado pouco ou nada até perceber que o tempo tava passando e eu precisava me apressar, porque a gente só vive uma vez.
Pra vocês terem uma ideia de como sou fisicamente, não me considero uma top model, mas tenho meus atributos bem no lugar. Por herança, tenho uma bunda enorme que se destaca por ser empinada e bem formada, e uns peitos normais que, com um bom sutiã, ficam estupendos. Posso dizer que tenho meu grupo de fãs e detratores nesse sentido, mas não reclamo. Meu rosto não é comum; tenho uma beleza renascentista, parecendo a Vênus ou a Monalisa (?) Meu cabelo é grosso, castanho e ondulado, e meu corpo é normal e encorpado, sem ser gorda. Digamos que no meu país sou uma mulher bem gostosa.
O motivo de escrever é pra contar minhas aventuras sexuais, parte da minha terapia de desenvolvimento e autodescoberta. Dessa vez, recorro a uma figura masculina que faz parte dessa terapia. Vamos chamá-lo de senhor X, ou mister X, como preferirem. Ele tá me ajudando a me soltar e me desinibir como mulher.
O senhor X é um homem muito bem dotado, um pouco mais velho que eu. Tem traços masculinos bonitos e um corpo de dar água na boca, sempre disposto. Ele tornou minha vida mais interessante… Conheci ele por acaso um dia, e começamos a conversar depois de nos vermos várias vezes. Nunca tinha reparado nele até começarmos a papear todo dia, e descobri que ele é uma pessoa especial, exatamente o que eu precisava pros meus projetos pessoais de “desenvolvimento”.
Minha primeira vez com o senhor X:
Minha primeira experiência com ele foi num dia muito quente. Eu tava usando uma regata curta, florida, de alcinhas, e tava morrendo de calor. Sentia que, mesmo depois de ter tomado banho, o calor não passava. Meu corpo tava pegando fogo e eu respirava com dificuldade, mesmo com o ar-condicionado ligado.
Acho que Tava naqueles dias antes da minha menstruação, que é quando eu fico mais tarada. Tava em casa com as pernas esticadas numa mesinha e o vestido levantado até a cintura, praticamente. Na minha frente, o computador no chat, como sempre faço toda noite, conectada pra ver o que descubro de interessante. Aí, recebo uma mensagem do senhor X, aparecendo como online…
Imediatamente recebo um comprimento dele: “Oi princesa, como você tá?” — esse negócio de princesa é um jeito que ele usa com todas as conquistas dele — mas eu gostei de ler, então respondi com um sorriso nos lábios: “Oi céu, aqui com muito calor” — “céu” é o meu jeitinho — e aí expressei meu calor não só pelo clima, mas por mim mesma.
Por sorte, o senhor X não tem um pingo de burrice e logo percebeu meu estado, respondendo: “Ah, coitadinha, se quiser eu ajudo a tirar esse calor.” Meus olhos se arregalaram, mais excitada ao ler aquilo, respondendo rapidamente: “Você vem e tira de mim?” Mal mandei essa mensagem e outras sem importância, não passaram nem 20 minutos e ele já tava na minha porta, parado com um sorriso mais safado. Assim que cruzou a soleira, me pegou pela cintura sem dizer uma palavra e me beijou apaixonadamente, enfiando a língua morna dentro da minha boca e acariciando o interior, numa guerrinha com a minha língua, o que me deixou com muito mais calor do que já tava. Com as mãos, ele habilmente desabotoou meu vestido, descendo as alças pelos meus braços, me despindo e me deixando seminua na calcinha fio dental branca que eu tava usando. Meus peitos, que estavam maiores do que o normal por causa dos dias antes da menstruação, logo marcaram os biquinhos. Com um olhar profundo, ele me pegou pela cintura e me levantou contra ele, e depois, não sei como, me colocou no ombro dele e subiu as escadas instintivamente, como se soubesse o caminho pro meu quarto.
Uma vez dentro do quarto, me jogou na cama de leve e disse com uma voz severa: “Fica aqui, já volto.” Vem cá" e desceu de novo, sem saber com que propósito, me acomodei na cama obediente ao meu visitante e senti como estava começando a me molhar de tesão que tinha. Minutos depois, ele voltou e trazia algo escondido nas costas. Por um momento, fiquei inquieta pensando no que poderia ser, mas logo prestei atenção nas palavras dele que soaram como ordens para mim. Não sabia por que nem como, mas o senhor X tinha um poder de domínio sobre mim como eu nunca imaginaria. "Fecha os olhos e não abre", disse secamente, e eu fechei. Tentei dar uma espiadinha entreabrindo e levei um tapa na bunda em resposta. "Fecha, eu disse, obedece", foram as palavras dele e bastaram para eu fechar os olhos com força.
O que senti depois foi algo novo, por assim dizer. A sensação de domínio me sufocava e me excitava ao mesmo tempo, como se meu ego e meu alter ego estivessem brigando dentro de mim. Ele me colocou de lado e senti ele se posicionar atrás de mim. Depois, deu um sopro leve no meu ouvido que fez minha pele se arrepiar e os pelos ficarem em pé, e continuou com um sussurro baixinho: "Agora vou tirar esse calor que você tem." Eu só respondi balançando a cabeça e mordendo os lábios. A vontade de abrir os olhos era enorme, mas continuei com eles fechados em obediência ao meu visitante...
O senhor X falou de novo no meu ouvido enquanto a mão dele acariciava levemente meu braço até meus quadris: "Você me enlouquece, gostosa..." ele disse, e eu tremi toda. Minha capacidade de comunicação tinha virado só os reflexos do meu corpo excitado, então o que saiu de mim em resposta foi me esfregar nele, pressionando minha bunda contra ele na posição de conchinha em que estávamos. Aí pude perceber que algo estava animado entre as pernas dele e senti a pele dele queimando em contato com a minha. Não sei em que momento ele tirou a roupa, mas pelo que senti, ele estava mais nu do que eu. Ele acariciou minha mão e começou a brincar com a borda da minha calcinha fio-dental brasileira, deslizando ela devagar para baixo enquanto enfiava a cabeça entre a minha... Pescoço e ombros me beijando com seus lábios mornos, chupando de vez em quando pra marcar, lambendo minhas orelhas com a respiração pesada, quando ajudei ele a puxar tudo pra baixo e tirar minha calcinha fio-dental, quis abrir meus olhos de novo, mas ele percebeu e me beliscou a bunda, falando no meu ouvido "não te dei permissão pra olhar, mocinha". O beliscão aumentou ainda mais minha temperatura, que já era o suficiente pra eu estar completamente encharcada de fluidos. Fiel ao meu estilo, soltei um comentário: "você não tá tirando meu calor, tô mais... quente do que antes" falei e ri safada. A resposta dele foi "shhh, neném, não se apressa" e depois passou minha calcinha perto do meu rosto, senti pelo cheiro de mulher que exalava e ouvi ele esfregando no próprio rosto, talvez pra não esquecer meu cheiro, de garota excitada.
Em seguida, o senhor X passou o dedo indicador nas minhas costas, suavemente sobre minha coluna, arqueei minha posição mostrando prazer, e então comecei a sentir algo gelado ali, entendi que era um cubo de gelo derretendo na minha pele. Enquanto fazia isso, em cada parte gelada e molhada do contato com o gelo, ele começou a me dar beijinhos com chupões, percorreu meus braços, meu pescoço e minhas costas devagar, daí pulou pros meus pés e subiu até meus glúteos, onde parou. Eu estava em êxtase de prazer, ele não me deixava virar nem abrir os olhos, então meus sentidos estavam aguçados no toque, no roçar e em ouvir seus gemidinhos de prazer misturados com os meus. Claramente o senhor X sabia o que fazia, e eu me sentia uma garota inexperiente, esperando que ele não percebesse isso. Quis sussurrar coisas pra excitá-lo mais (embora ache que não precisasse): "mm, papai, não para". Ele deu uma risadinha e me disse: "neném, cala a boca e aprende a ser submissa, você vai ser toda minha". Ouvir isso me acelerou muito, entendendo que seria tipo sua aprendiz a partir daquele momento. "É?" perguntei, mal conseguindo respirar de tão ofegante. "Cala a boca, eu disse" respondeu "sei que você Gosta disso? Me considera um tutor…” e deu outra risadinha.
O senhor X fez eu gozar pela primeira vez com o que me fez sentir naquele momento. Ele se posicionou na frente das minhas nádegas e as abriu suavemente enquanto levava o gelo ao meu ânus com a outra mão, começou a acariciar minha buceta encharcada, enfiando uns dedinhos lá dentro. Eu gemia sem controle, arqueando as costas uma e outra vez de prazer. Com os lábios, ele começou a beijar minha bunda e, com a língua, esfregava meu ânus, ajudado pelo gelo. Ele me fodia com as mãos e a boca até que eu cheguei, me contorcendo toda. O senhor X deu outra risadinha e sussurrou: “Você gosta do frio, porra, não é?” Eu, toda extasiada, só gemi “mmm” e ri um pouco, mas essa experiência ainda não tinha acabado.
O senhor X se moveu e ficou na minha frente, ordenando: “Abre os olhos.” Finalmente consegui abri-los e observar o corpo esculpido, cor de canela, que contrastava com minha pele branca marfim. Pude ver, gostosa, seu enorme membro ereto, perfeitamente formado e apontando para mim. X segurou meu queixo e desviou meus olhos para os dele, dizendo de novo: “Agora me come.” Poucas vezes tinha comido um membro. Antes que eu pudesse me mexer, ele se deitou na cama e me colocou sobre ele. Aproximei meu rosto do membro dele, observando a magnificência daquele pedaço ereto de carne na minha frente, e ele pegou minha cintura, colocando minha buceta sobre o rosto dele. Começamos um 69 onde nossos corpos contrastavam pelas peles, mas ao mesmo tempo se fundiam num vai e vem de movimentos ritmados. Com meus lábios, comecei timidamente a beijá-lo, aumentando a intensidade. Com as mãos, comecei a masturbá-lo. Era enorme, e minha boca sugava a cabeça dele, sentindo as dobras dela. Com minha língua morna, brincava na pontinha, acariciando-o. X estava muito extasiado com os movimentos que eu fazia embaixo dele e, com a boca, começou a beijar minha buceta como um beijo de língua, a língua brincando com meu clitóris e sugando alternadamente. Um espetáculo quase animalesco, a forma. Desesperados como a gente tava se devorando um ao outro. Ele continuava enfiando os dedos na minha buceta e com a outra mão esfregando meu cu pra dar mais prazer, enquanto isso eu lambia o pau inteiro dele, alternando com umas chupadas e depois devorava as bolas dele na minha boca... ficamos assim um tempão nos curtindo até que ele me parou e falou "vira", obediente virei enquanto ele se colocava por cima de mim olhando nos meus olhos.
Ele pegou minhas mãos, esticou elas sobre o ombro dele e me beijou apaixonado na boca, enquanto isso eu, ansiosa, abri minhas pernas esperando sentir o que tanto queria, aquele pau dentro de mim. A língua dele brincava dentro da minha boca quentinha e era como se eu soubesse que ele tinha o poder naquele momento, marcava o ritmo de tudo. Depois beijou meu pescoço e mordeu, deixando uma marquinha dos dentes dele. Eu gemi de dor mas também de prazer. Com a outra mão ele acariciou meus peitos, massageando um e outro, beliscando meus bicos, descendo até minha cintura e abriu ainda mais minhas pernas pra sentir o quanto eu tava molhada. Aí ele empunhou o pau na entrada da minha buceta e enfiou só a pontinha. Meus olhos suplicantes fizeram ele rir de volta, sussurrando no meu ouvido "cê quer meu pau, né?" Eu só respondi "quero tudo de você". Devagarzinho ele foi entrando, facilitado pelos meus fluidos, como se fosse um verme enorme dentro de mim nadando neles, e eu senti que voava de prazer. Meus gemidos deviam ter sido ouvidos na casa dos vizinhos. Meu corpo tremia de prazer e ele respirava cada vez mais acelerado enquanto me dizia "vamos, gostosa, me come, vou te comer quando eu quiser e você não vai reclamar, entendeu?" Depois continuava as metidas uma atrás da outra, abaixou o rosto e chupava meus peitos, meus bicos de chocolate na boca dele, beliscando de vez em quando. A gente parecia cada vez uma escultura erótica diferente com os movimentos que fazíamos refletindo nossos prazeres.
Enquanto eu gemia de prazer, sentia que ia gozar e sussurrei "vamos, amor, termina Dentro de mim, quero todo o seu suco" — o apressado mordiscava meus mamilos, já tinha várias marcas no pescoço e nos seios, eu arranhava suas costas e seu ventre com minhas unhas, sentindo ele tremer cada vez mais com isso. Ele pegou minha cintura e me apertou mais contra ele, senti meu corpo se contorcendo com o dele num lindo orgasmo, ao mesmo tempo que ele me enchia com seu suco por dentro... Caímos exaustos e ficamos em silêncio por um momento, depois vi ele se vestir, pegar uma toalha, molhá-la e passá-la pelo meu corpo todo, me limpando. "Assim que eu gosto, minha princesa, bem limpinha" — sussurrou. Colocou minha calcinha fio-dental e depois o vestido, me olhou, me deu um beijo na testa e foi embora sem dizer mais nada.
Fiquei um tempinho na cama descansando, do melhor jeito que encontrei para espantar o calor... Tomei um banho e depois dormi como um bebê.
Pra vocês terem uma ideia de como sou fisicamente, não me considero uma top model, mas tenho meus atributos bem no lugar. Por herança, tenho uma bunda enorme que se destaca por ser empinada e bem formada, e uns peitos normais que, com um bom sutiã, ficam estupendos. Posso dizer que tenho meu grupo de fãs e detratores nesse sentido, mas não reclamo. Meu rosto não é comum; tenho uma beleza renascentista, parecendo a Vênus ou a Monalisa (?) Meu cabelo é grosso, castanho e ondulado, e meu corpo é normal e encorpado, sem ser gorda. Digamos que no meu país sou uma mulher bem gostosa.
O motivo de escrever é pra contar minhas aventuras sexuais, parte da minha terapia de desenvolvimento e autodescoberta. Dessa vez, recorro a uma figura masculina que faz parte dessa terapia. Vamos chamá-lo de senhor X, ou mister X, como preferirem. Ele tá me ajudando a me soltar e me desinibir como mulher.
O senhor X é um homem muito bem dotado, um pouco mais velho que eu. Tem traços masculinos bonitos e um corpo de dar água na boca, sempre disposto. Ele tornou minha vida mais interessante… Conheci ele por acaso um dia, e começamos a conversar depois de nos vermos várias vezes. Nunca tinha reparado nele até começarmos a papear todo dia, e descobri que ele é uma pessoa especial, exatamente o que eu precisava pros meus projetos pessoais de “desenvolvimento”.
Minha primeira vez com o senhor X:
Minha primeira experiência com ele foi num dia muito quente. Eu tava usando uma regata curta, florida, de alcinhas, e tava morrendo de calor. Sentia que, mesmo depois de ter tomado banho, o calor não passava. Meu corpo tava pegando fogo e eu respirava com dificuldade, mesmo com o ar-condicionado ligado.
Acho que Tava naqueles dias antes da minha menstruação, que é quando eu fico mais tarada. Tava em casa com as pernas esticadas numa mesinha e o vestido levantado até a cintura, praticamente. Na minha frente, o computador no chat, como sempre faço toda noite, conectada pra ver o que descubro de interessante. Aí, recebo uma mensagem do senhor X, aparecendo como online…
Imediatamente recebo um comprimento dele: “Oi princesa, como você tá?” — esse negócio de princesa é um jeito que ele usa com todas as conquistas dele — mas eu gostei de ler, então respondi com um sorriso nos lábios: “Oi céu, aqui com muito calor” — “céu” é o meu jeitinho — e aí expressei meu calor não só pelo clima, mas por mim mesma.
Por sorte, o senhor X não tem um pingo de burrice e logo percebeu meu estado, respondendo: “Ah, coitadinha, se quiser eu ajudo a tirar esse calor.” Meus olhos se arregalaram, mais excitada ao ler aquilo, respondendo rapidamente: “Você vem e tira de mim?” Mal mandei essa mensagem e outras sem importância, não passaram nem 20 minutos e ele já tava na minha porta, parado com um sorriso mais safado. Assim que cruzou a soleira, me pegou pela cintura sem dizer uma palavra e me beijou apaixonadamente, enfiando a língua morna dentro da minha boca e acariciando o interior, numa guerrinha com a minha língua, o que me deixou com muito mais calor do que já tava. Com as mãos, ele habilmente desabotoou meu vestido, descendo as alças pelos meus braços, me despindo e me deixando seminua na calcinha fio dental branca que eu tava usando. Meus peitos, que estavam maiores do que o normal por causa dos dias antes da menstruação, logo marcaram os biquinhos. Com um olhar profundo, ele me pegou pela cintura e me levantou contra ele, e depois, não sei como, me colocou no ombro dele e subiu as escadas instintivamente, como se soubesse o caminho pro meu quarto.
Uma vez dentro do quarto, me jogou na cama de leve e disse com uma voz severa: “Fica aqui, já volto.” Vem cá" e desceu de novo, sem saber com que propósito, me acomodei na cama obediente ao meu visitante e senti como estava começando a me molhar de tesão que tinha. Minutos depois, ele voltou e trazia algo escondido nas costas. Por um momento, fiquei inquieta pensando no que poderia ser, mas logo prestei atenção nas palavras dele que soaram como ordens para mim. Não sabia por que nem como, mas o senhor X tinha um poder de domínio sobre mim como eu nunca imaginaria. "Fecha os olhos e não abre", disse secamente, e eu fechei. Tentei dar uma espiadinha entreabrindo e levei um tapa na bunda em resposta. "Fecha, eu disse, obedece", foram as palavras dele e bastaram para eu fechar os olhos com força.
O que senti depois foi algo novo, por assim dizer. A sensação de domínio me sufocava e me excitava ao mesmo tempo, como se meu ego e meu alter ego estivessem brigando dentro de mim. Ele me colocou de lado e senti ele se posicionar atrás de mim. Depois, deu um sopro leve no meu ouvido que fez minha pele se arrepiar e os pelos ficarem em pé, e continuou com um sussurro baixinho: "Agora vou tirar esse calor que você tem." Eu só respondi balançando a cabeça e mordendo os lábios. A vontade de abrir os olhos era enorme, mas continuei com eles fechados em obediência ao meu visitante...
O senhor X falou de novo no meu ouvido enquanto a mão dele acariciava levemente meu braço até meus quadris: "Você me enlouquece, gostosa..." ele disse, e eu tremi toda. Minha capacidade de comunicação tinha virado só os reflexos do meu corpo excitado, então o que saiu de mim em resposta foi me esfregar nele, pressionando minha bunda contra ele na posição de conchinha em que estávamos. Aí pude perceber que algo estava animado entre as pernas dele e senti a pele dele queimando em contato com a minha. Não sei em que momento ele tirou a roupa, mas pelo que senti, ele estava mais nu do que eu. Ele acariciou minha mão e começou a brincar com a borda da minha calcinha fio-dental brasileira, deslizando ela devagar para baixo enquanto enfiava a cabeça entre a minha... Pescoço e ombros me beijando com seus lábios mornos, chupando de vez em quando pra marcar, lambendo minhas orelhas com a respiração pesada, quando ajudei ele a puxar tudo pra baixo e tirar minha calcinha fio-dental, quis abrir meus olhos de novo, mas ele percebeu e me beliscou a bunda, falando no meu ouvido "não te dei permissão pra olhar, mocinha". O beliscão aumentou ainda mais minha temperatura, que já era o suficiente pra eu estar completamente encharcada de fluidos. Fiel ao meu estilo, soltei um comentário: "você não tá tirando meu calor, tô mais... quente do que antes" falei e ri safada. A resposta dele foi "shhh, neném, não se apressa" e depois passou minha calcinha perto do meu rosto, senti pelo cheiro de mulher que exalava e ouvi ele esfregando no próprio rosto, talvez pra não esquecer meu cheiro, de garota excitada.
Em seguida, o senhor X passou o dedo indicador nas minhas costas, suavemente sobre minha coluna, arqueei minha posição mostrando prazer, e então comecei a sentir algo gelado ali, entendi que era um cubo de gelo derretendo na minha pele. Enquanto fazia isso, em cada parte gelada e molhada do contato com o gelo, ele começou a me dar beijinhos com chupões, percorreu meus braços, meu pescoço e minhas costas devagar, daí pulou pros meus pés e subiu até meus glúteos, onde parou. Eu estava em êxtase de prazer, ele não me deixava virar nem abrir os olhos, então meus sentidos estavam aguçados no toque, no roçar e em ouvir seus gemidinhos de prazer misturados com os meus. Claramente o senhor X sabia o que fazia, e eu me sentia uma garota inexperiente, esperando que ele não percebesse isso. Quis sussurrar coisas pra excitá-lo mais (embora ache que não precisasse): "mm, papai, não para". Ele deu uma risadinha e me disse: "neném, cala a boca e aprende a ser submissa, você vai ser toda minha". Ouvir isso me acelerou muito, entendendo que seria tipo sua aprendiz a partir daquele momento. "É?" perguntei, mal conseguindo respirar de tão ofegante. "Cala a boca, eu disse" respondeu "sei que você Gosta disso? Me considera um tutor…” e deu outra risadinha.
O senhor X fez eu gozar pela primeira vez com o que me fez sentir naquele momento. Ele se posicionou na frente das minhas nádegas e as abriu suavemente enquanto levava o gelo ao meu ânus com a outra mão, começou a acariciar minha buceta encharcada, enfiando uns dedinhos lá dentro. Eu gemia sem controle, arqueando as costas uma e outra vez de prazer. Com os lábios, ele começou a beijar minha bunda e, com a língua, esfregava meu ânus, ajudado pelo gelo. Ele me fodia com as mãos e a boca até que eu cheguei, me contorcendo toda. O senhor X deu outra risadinha e sussurrou: “Você gosta do frio, porra, não é?” Eu, toda extasiada, só gemi “mmm” e ri um pouco, mas essa experiência ainda não tinha acabado.
O senhor X se moveu e ficou na minha frente, ordenando: “Abre os olhos.” Finalmente consegui abri-los e observar o corpo esculpido, cor de canela, que contrastava com minha pele branca marfim. Pude ver, gostosa, seu enorme membro ereto, perfeitamente formado e apontando para mim. X segurou meu queixo e desviou meus olhos para os dele, dizendo de novo: “Agora me come.” Poucas vezes tinha comido um membro. Antes que eu pudesse me mexer, ele se deitou na cama e me colocou sobre ele. Aproximei meu rosto do membro dele, observando a magnificência daquele pedaço ereto de carne na minha frente, e ele pegou minha cintura, colocando minha buceta sobre o rosto dele. Começamos um 69 onde nossos corpos contrastavam pelas peles, mas ao mesmo tempo se fundiam num vai e vem de movimentos ritmados. Com meus lábios, comecei timidamente a beijá-lo, aumentando a intensidade. Com as mãos, comecei a masturbá-lo. Era enorme, e minha boca sugava a cabeça dele, sentindo as dobras dela. Com minha língua morna, brincava na pontinha, acariciando-o. X estava muito extasiado com os movimentos que eu fazia embaixo dele e, com a boca, começou a beijar minha buceta como um beijo de língua, a língua brincando com meu clitóris e sugando alternadamente. Um espetáculo quase animalesco, a forma. Desesperados como a gente tava se devorando um ao outro. Ele continuava enfiando os dedos na minha buceta e com a outra mão esfregando meu cu pra dar mais prazer, enquanto isso eu lambia o pau inteiro dele, alternando com umas chupadas e depois devorava as bolas dele na minha boca... ficamos assim um tempão nos curtindo até que ele me parou e falou "vira", obediente virei enquanto ele se colocava por cima de mim olhando nos meus olhos.
Ele pegou minhas mãos, esticou elas sobre o ombro dele e me beijou apaixonado na boca, enquanto isso eu, ansiosa, abri minhas pernas esperando sentir o que tanto queria, aquele pau dentro de mim. A língua dele brincava dentro da minha boca quentinha e era como se eu soubesse que ele tinha o poder naquele momento, marcava o ritmo de tudo. Depois beijou meu pescoço e mordeu, deixando uma marquinha dos dentes dele. Eu gemi de dor mas também de prazer. Com a outra mão ele acariciou meus peitos, massageando um e outro, beliscando meus bicos, descendo até minha cintura e abriu ainda mais minhas pernas pra sentir o quanto eu tava molhada. Aí ele empunhou o pau na entrada da minha buceta e enfiou só a pontinha. Meus olhos suplicantes fizeram ele rir de volta, sussurrando no meu ouvido "cê quer meu pau, né?" Eu só respondi "quero tudo de você". Devagarzinho ele foi entrando, facilitado pelos meus fluidos, como se fosse um verme enorme dentro de mim nadando neles, e eu senti que voava de prazer. Meus gemidos deviam ter sido ouvidos na casa dos vizinhos. Meu corpo tremia de prazer e ele respirava cada vez mais acelerado enquanto me dizia "vamos, gostosa, me come, vou te comer quando eu quiser e você não vai reclamar, entendeu?" Depois continuava as metidas uma atrás da outra, abaixou o rosto e chupava meus peitos, meus bicos de chocolate na boca dele, beliscando de vez em quando. A gente parecia cada vez uma escultura erótica diferente com os movimentos que fazíamos refletindo nossos prazeres.
Enquanto eu gemia de prazer, sentia que ia gozar e sussurrei "vamos, amor, termina Dentro de mim, quero todo o seu suco" — o apressado mordiscava meus mamilos, já tinha várias marcas no pescoço e nos seios, eu arranhava suas costas e seu ventre com minhas unhas, sentindo ele tremer cada vez mais com isso. Ele pegou minha cintura e me apertou mais contra ele, senti meu corpo se contorcendo com o dele num lindo orgasmo, ao mesmo tempo que ele me enchia com seu suco por dentro... Caímos exaustos e ficamos em silêncio por um momento, depois vi ele se vestir, pegar uma toalha, molhá-la e passá-la pelo meu corpo todo, me limpando. "Assim que eu gosto, minha princesa, bem limpinha" — sussurrou. Colocou minha calcinha fio-dental e depois o vestido, me olhou, me deu um beijo na testa e foi embora sem dizer mais nada.
Fiquei um tempinho na cama descansando, do melhor jeito que encontrei para espantar o calor... Tomei um banho e depois dormi como um bebê.
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