Fantasia realizada…
Era uma daquelas noites que minha mina não podia transar, já viu o motivo, mas isso não ia impedir ela de me mimar um pouco. A gente tava na casa dos pais dela, umas 23h, eles já tinham ido dormir. Entramos no quarto do irmão dela, que não tava, começamos a nos beijar e fomos esquentando como de costume. (toda vez que a gente se beija, dá vontade de meter nela) Deitados os dois, ficamos tão tesudos que, com roupa e tudo, tentávamos trepar (eu de penetrar ela e ela de ser penetrada). A gente já não aguentava mais, até que ela cansou, meteu a mão na minha calça e tirou meu pau, que tava todo babado de tão excitado que eu tava. Ela me olhava com aquela cara de puta enquanto me masturbava devagar, olhava pra mim e pro meu pau, só isso, parecia hipnotizada. Quando de repente ela se decide, se joga no meu pau, faminta de rola, e começa a chupar com uma fome, aproveitando com uma vontade danada. Passava a língua por todas as partes do meu pau, cuspia nele, beijava, tava adorando comer meu pau. Quase chegando no ponto da minha explosão, eu tiro ela bruscamente do meu pau, cortando o clima; falo:
- Chega, já tô de boa, tenho que ir dormir.
Ela fala:
- Ufa...
Levanto, enfio meu pau duro e cheio de veia na calça, mas pelo acontecido ele não cabia direito, então ficou aparecendo e apertado contra meu umbigo. Ajeito o casaco pra não entregar o nível de tesão até chegar em casa. E já chegando na porta de saída, na minha mente já tinha a ideia de que isso não ia acabar assim, e pelo visto na mente dela passava exatamente a mesma coisa. Ao sair no quintal, me viro e me encosto no Ford Falcon do meu sogro. Ela termina de sair e fechar a porta, se aproxima, me dá outro beijo e fala:
- Nunca chupei teu pau no quintal...
Falo:
- É verdade, não.
Ela se aproxima, me beija de novo enquanto mete a mão outra vez na minha calça e pega de novo meu pau. pau, tira ela pra fora, se abaixa e começa a chupar gostoso igual uma faminta.
Enquanto isso, eu tava explodindo de tesão, na porta da casa da minha mina, numa esquina que qualquer um que passasse podia ver, encostado no Ford Falcon do meu sogro, e do lado a janela onde meus sogros dormiam, que de boa podiam estar vendo tudo sem a gente perceber. Eu olhava pra todo lado, cuidando pra não vir ninguém nem passar ninguém, é uma esquina gradeada e bem movimentada, mas por mais que eu ficasse de olho, se alguém passasse ia ser foda esconder o boquete foda que ela tava me fazendo; além disso, ela parecia não ligar pra nada, nem pra gente, nem pros pais dela; NADA. Eu olhava a rua, as casas vizinhas e a janela dos meus sogros, enquanto ela me chupava com uma vontade de uma puta sedenta de porra. E eu, completamente excitado, a ponto de explodir.
Quando o momento do final feliz tava chegando, ouvi um carro vindo de longe, o que me deixou ainda mais louco. Ela chupava e chupava, o carro parecia cada vez mais perto, e ela não tava nem aí, continuava no dela até que, inevitavelmente, o carro passou na porta da casa dela e, incrivelmente, naquele exato momento eu gozei na boca da minha gatinha, bem na hora que o carro passou pela porta. Não sei se ele nos viu, mas posso te garantir que foi uma experiência do caralho, e foi isso. UM BOQUETE NA PORTA DA CASA DELA.
FIM.
Era uma daquelas noites que minha mina não podia transar, já viu o motivo, mas isso não ia impedir ela de me mimar um pouco. A gente tava na casa dos pais dela, umas 23h, eles já tinham ido dormir. Entramos no quarto do irmão dela, que não tava, começamos a nos beijar e fomos esquentando como de costume. (toda vez que a gente se beija, dá vontade de meter nela) Deitados os dois, ficamos tão tesudos que, com roupa e tudo, tentávamos trepar (eu de penetrar ela e ela de ser penetrada). A gente já não aguentava mais, até que ela cansou, meteu a mão na minha calça e tirou meu pau, que tava todo babado de tão excitado que eu tava. Ela me olhava com aquela cara de puta enquanto me masturbava devagar, olhava pra mim e pro meu pau, só isso, parecia hipnotizada. Quando de repente ela se decide, se joga no meu pau, faminta de rola, e começa a chupar com uma fome, aproveitando com uma vontade danada. Passava a língua por todas as partes do meu pau, cuspia nele, beijava, tava adorando comer meu pau. Quase chegando no ponto da minha explosão, eu tiro ela bruscamente do meu pau, cortando o clima; falo:
- Chega, já tô de boa, tenho que ir dormir.
Ela fala:
- Ufa...
Levanto, enfio meu pau duro e cheio de veia na calça, mas pelo acontecido ele não cabia direito, então ficou aparecendo e apertado contra meu umbigo. Ajeito o casaco pra não entregar o nível de tesão até chegar em casa. E já chegando na porta de saída, na minha mente já tinha a ideia de que isso não ia acabar assim, e pelo visto na mente dela passava exatamente a mesma coisa. Ao sair no quintal, me viro e me encosto no Ford Falcon do meu sogro. Ela termina de sair e fechar a porta, se aproxima, me dá outro beijo e fala:
- Nunca chupei teu pau no quintal...
Falo:
- É verdade, não.
Ela se aproxima, me beija de novo enquanto mete a mão outra vez na minha calça e pega de novo meu pau. pau, tira ela pra fora, se abaixa e começa a chupar gostoso igual uma faminta.
Enquanto isso, eu tava explodindo de tesão, na porta da casa da minha mina, numa esquina que qualquer um que passasse podia ver, encostado no Ford Falcon do meu sogro, e do lado a janela onde meus sogros dormiam, que de boa podiam estar vendo tudo sem a gente perceber. Eu olhava pra todo lado, cuidando pra não vir ninguém nem passar ninguém, é uma esquina gradeada e bem movimentada, mas por mais que eu ficasse de olho, se alguém passasse ia ser foda esconder o boquete foda que ela tava me fazendo; além disso, ela parecia não ligar pra nada, nem pra gente, nem pros pais dela; NADA. Eu olhava a rua, as casas vizinhas e a janela dos meus sogros, enquanto ela me chupava com uma vontade de uma puta sedenta de porra. E eu, completamente excitado, a ponto de explodir.
Quando o momento do final feliz tava chegando, ouvi um carro vindo de longe, o que me deixou ainda mais louco. Ela chupava e chupava, o carro parecia cada vez mais perto, e ela não tava nem aí, continuava no dela até que, inevitavelmente, o carro passou na porta da casa dela e, incrivelmente, naquele exato momento eu gozei na boca da minha gatinha, bem na hora que o carro passou pela porta. Não sei se ele nos viu, mas posso te garantir que foi uma experiência do caralho, e foi isso. UM BOQUETE NA PORTA DA CASA DELA.
FIM.
11 comentários - Hoje: boquete na porta de casa
saludos Imat
saludos yami y david
genial, estoy sin puntos pero los proximos son sin dudas para ustedes!
😉